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	<title>Blog de Maurílio &#187; Turismo</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Conheça programas para aproveitar Nova York na primavera</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Em qualquer época do ano, Nova York oferece uma infinidade de passeios culturais e programas gastronômicos que entretém qualquer turista. A estação da primavera, no entanto, pode ser uma opção bastante agradável para visitar a cidade norte-americana, que se apresenta tomada por árvores floridas e menos fria. Para quem pretende dar uma voltinha por ali [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Escultura de Alberto Giacometti no MoMA, New York. " src="http://farm3.static.flickr.com/2201/1628506565_eccdc898dc.jpg" alt="http://farm3.static.flickr.com/2201/1628506565_eccdc898dc.jpg" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Escultura de Alberto Giacometti no MoMA, New York.  (Foto: caspermoller / Creative Commons)</p></div>
<p>Em qualquer época do ano, Nova York oferece uma infinidade de passeios culturais e programas gastronômicos que entretém qualquer turista. A estação da primavera, no entanto, pode ser uma opção bastante agradável para visitar a cidade norte-americana, que se apresenta tomada por árvores floridas e menos fria. Para quem pretende dar uma voltinha por ali nos próximos meses, a jornalista Maria Luiza Porto, que visita Nova York em abril, dá algumas dicas. Confira:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 303px"><img title="&quot;O Menino com Pregos nos Olhos&quot; (foto) está na mostra que vai até 26 de abril no MoMA" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2246ghqcbsgs_b" alt="&amp;quot;O Menino com Pregos no Olhos&amp;quot;, uma das obras de Tim Burton em exposição no MoMA" width="293" height="293" /><p class="wp-caption-text">&quot;O Menino com Pregos nos Olhos&quot; (foto) está na mostra que vai até 26 de abril no MoMA</p></div>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p>Até 26 de abril, o MoMA exibe a mostra sobre o cineasta Tim Burton. Segundo Maria Luiza, a procura pelos ingressos é tão grande que a fila começa a se formar antes de a bilheteria abrir e chega a dar a volta no quarteirão. Para organizar a entrada, foram estabelecidos horários de visitação, assim a jornalista adquiriu seu ticket às 11h e só pode conhecer a exposição às 15h. O passeio, no entanto, é &#8220;obrigatório&#8221;, afirma. &#8220;O mais interessante são os itens de arquivo, os desenhos e redações do colégio que já mostravam o humor negro afiadíssimo de Tim Burton. É uma verdadeira jornada através da mente criativa do artista&#8221;, conta.</p>
<p>Quem passar pelo local também pode desfrutar, até 31 de maio, da mostra &#8220;Marina Abramovic: The Artist Is Present&#8221; (Marina Abramovic: a artista está presente). O acervo reúne registros de intervenções, vídeos, performances e fotografias da artista plástica. Com sorte, é possível se deparar com ações da própria Marina por ali. Na tarde em que Maria Luiza esteve no MoMA, Abramovic ficava no pátio principal encarando os visitantes que se dispusessem a sentar de frente a ela.</p>
<p>The Museum of Modern Art &#8211; 11 West 53 Street, Nova York, NY. (212) 708-9400. Seg., qua., qui., sáb. e dom.: 10h30 às 17h30. Sex.: 10h30 às 20h. Fechado às terças-feiras. Ingr.: até US$ 20. <a href="http://www.moma.org/" target="_blank">www.moma.org</a></p>
<p><strong>Gastronomia</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><img title="Restaurante I Tre Merli " src="http://www.nybarolo.com/ITMpic2.jpg" alt="http://www.nybarolo.com/ITMpic2.jpg" width="648" height="486" /><p class="wp-caption-text">Restaurante I Tre Merli </p></div>
<p>O bairro do SoHo guarda alguns dos restaurantes mais charmosos de Nova York. A dica de Maria Luiza Porto é o italiano I Tre Merli, &#8220;que impressiona por seu pé direito altíssimo, belas paredes com tijolos aparentes e iluminação indireta por conta de luminárias penduradas&#8221;, conta. As mesas espaçadas e os sofás de couro vermelho contribuem ainda para o estilo descolado e moderno do local.</p>
<p>Entre as bebidas, a carta de vinhos dispõe de opções de taça a uma média de US$ 9. Para a entrada, Maria Luiza recomenda a terrine de foie gras, a US$ 10. Já para o prato principal, o visitante pode provar criações como o ravióli de cogumelos selvagens com molho de trufas, por US$ 14, ou o penne à la vodca, pelo mesmo valor.</p>
<p>O restaurante tem outras unidades na Itália e na própria cidade de Nova York.</p>
<p>I Tre Merli &#8211; 463 West Broadway. (212) 254-8699. <a href="http://www.itremerli.com/" target="_blank">www.itremerli.com</a></p>
<p><strong>Noite</strong></p>
<p>Para quem não dispensa uma balada, a sugestão é a Happy Ending, em Chinatown. O letreiro da entrada, que diz &#8220;Xie He Health Club&#8221;, mascara o espaço, mas o interior revela um clube que ocupa uma antiga casa de massagem, com as salas de sauna aparentes. Para entrar na casa de iluminação colorida e sofisticada, não é preciso pagar nem encarar a temida seleção de um &#8220;door&#8221; &#8211;figura que analisa, nas casas noturnas de Nova York, quem pode entrar.</p>
<p>A música é dançante e mescla hits antigos a atuais, incluindo Michael Jackson, The Ting Tings e The Gossip. Os drinques ficam na faixa de US$ 9 e são mais um motivo para que o público composto por jovens de vinte e tantos anos se joguem na pista de dança até as 4h.</p>
<p>Happy Ending &#8211; 302 Broome St (entre a Forsyth Street e a Eldridge Street). (212) 334-9676. Ter.: 22h às 4h. Qua. a sáb.: 19h às 4h. <a href="http://happyendinglounge.com/" target="_blank">www.happyendinglounge.com</a></p>
<p>Folha online</p>
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		<title>Belezas naturais do Arizona vão além do Grand Canyon</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Grand Canyon]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa terra conhecida pela profusão de cânions, a fama e o gigantismo do maior deles, o Grand Canyon, tendem a eclipsar outras atrações do Arizona. O Grand Canyon é tido como uma das sete maravilhas do planeta, mas o Colorado também divide outras formas naturais esculpidas na paisagem com o sul de Utah e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Curva do rio Colorado com formas antropomórficas ao centro, no Parque Nacional Canyonlands - Pedro Carrilho/Folha Imagem " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2243fcjfsvct_b" alt="Curva do rio Colorado com formas antropomórficas ao centro,no Horseshoe Canyon do Parque Nacional Canyonlands, no Arizona" width="550" height="475" /><p class="wp-caption-text">Curva do rio Colorado com formas antropomórficas ao centro, no Parque Nacional Canyonlands - Pedro Carrilho/Folha Imagem </p></div>
<p>Numa terra conhecida pela profusão de cânions, a fama e o gigantismo do maior deles, o Grand Canyon, tendem a eclipsar outras atrações do Arizona.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Cachoeira de Shoshone / Foto: Alaskan Dude (Creative Commons)" src="http://farm4.static.flickr.com/3556/3597418334_ce8488c9df.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3556/3597418334_ce8488c9df.jpg" width="500" height="321" /><p class="wp-caption-text">Cachoeira de Shoshone / Foto: Alaskan Dude (Creative Commons)</p></div>
<p>O Grand Canyon é tido como uma das sete maravilhas do planeta, mas o Colorado também divide outras formas naturais esculpidas na paisagem com o sul de Utah e o Arizona.</p>
<p>Visitar o Grand Canyon, no entanto, dificilmente é uma experiência solitária, pois o parque nacional recebe 5 milhões de visitantes por ano. Mas existem formas para fugir do movimento da margem sul.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4054/4427747702_baec7be580.jpg" alt="http://farm5.static.flickr.com/4054/4427747702_baec7be580.jpg" /></p>
<p>Uma é conhecer o lado oposto, a margem norte. Apesar das margens distarem 13 quilômetros em linha reta, a viagem por estrada percorre 350 quilômetros &#8211;e dura sete horas.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class=" " title="Skywalk, passarela transparente" src="http://farm1.static.flickr.com/228/494111473_157abff0c9.jpg" alt="http://farm1.static.flickr.com/228/494111473_157abff0c9.jpg" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Skywalk, passarela transparente Foto: Sid/Stephen (Creative Commons)</p></div>
<p>A margem norte é mais alta e a mais fria. Ela recebe só 10% dos visitantes do parque, mas a vista a partir dela é igualmente incrível. Ao contrário da margem sul, a norte fecha nos meses mais frios do inverno.</p>
<p>Quem planeja ir à margem sul de qualquer forma, e ainda assim busca um pouco de sossego, há um mirante mantido em segredo pela administração do parque: o Shoshone Point. Para chegar lá, caminha-se 1.500 metros desde a estrada que margeia o desfiladeiro.</p>
<p>Esse mirante é usado para cerimônias de casamento e eventos reservados, quando se pede ao visitante que respeite a privacidade e não tome a trilha caso haja muitos carros estacionados na discreta entrada.</p>
<p>Se o caminho estiver livre, há a possibilidade de observar o cair da tarde sozinho.</p>
<p>Seguir as principais trilhas cânion abaixo (e depois acima!) seja a pé ou de burro, é uma alternativa para quem tem bom preparo físico. As temperaturas no verão beiram o insuportável e o desnível do topo ao fundo é um perigoso obstáculo para os visitantes sedentários.</p>
<p>Como as hospedagens próximas ao cânion são poucas e mais caras, a dica é usar a cidadezinha de William, por onde se cruza um trecho remanescente da Rota 66, como base.</p>
<p>A região do Grand Canyon tem ainda outras áreas visitáveis. Entre elas, o mirante de Toroweep &#8211;um dos mais espetaculares, tem acesso difícil, por longas estradas de terra&#8211;; o Skywalk, passarela transparente construída há pouco; e, acima de todas, as cachoeiras de Havasupai, um éden em terras indígenas num afluente do Colorado, onde só se chega a pé ou de helicóptero.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Refúgio a 200 km de Londres, Sherborne tem castelos e piratas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
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		<category><![CDATA[Sherbone]]></category>

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		<description><![CDATA[A 200 km de Londres, imagine uma viagem avistando castelos, jardins debruçados em lagos e uma abadia do século 16, cujas origens mergulham até o ano 705 d.C., onde a luz interna é filtrada por vitrais ancestrais. E considere passear em ruazinhas de traçado medieval em que o casario de pedra cinzenta divide espaço com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100331-sherborne.shtml"><img title="O jardim Stourhead, um dos mais belos da Inglaterra, com ponte refletida em espelho d'água artificial" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2207d4zns4gb_b" alt="O jardim Stourhead, um dos mais belos da Inglaterra, com ponte refletida em espelho d'água artificial; clique e veja" width="550" height="366" /></a><p class="wp-caption-text">O jardim Stourhead, um dos mais belos da Inglaterra, com ponte refletida em espelho d&#39;água artificial</p></div>
<p>A 200 km de Londres, imagine uma viagem avistando castelos, jardins debruçados em lagos e uma abadia do século 16, cujas origens mergulham até o ano 705 d.C., onde a luz interna é filtrada por vitrais ancestrais.</p>
<p>E considere passear em ruazinhas de traçado medieval em que o casario de pedra cinzenta divide espaço com canteiros e árvores centenárias.</p>
<p>Os ingleses se jactam da beleza de sua paisagem campestre &#8211;o &#8220;countryside&#8221;&#8211;, e Sherborne, na região de Dorset, cidade de 9.300 habitantes margeada pelo rio Yeo, a sudoeste de Londres, conserva os marcos arquitetônicos, as iguarias, os hábitos do passado e, de quebra, é sede de animadas mostras de flores, jardinagem, música, cinema, carros antigos etc.</p>
<p>Reserve de dois a três dias para essa viagem. Além de visitar a abadia e os castelos de Sherborne -cujas histórias de algum modo são ligadas ao aventureiro sir Walter Raleigh-, veja, nos arredores, o aristocrático jardim de Stourhead, um dos mais belos da Inglaterra.</p>
<p><strong>Os lares do pirata</strong></p>
<p>Os castelos de Sherborne são dois. O mais velho, uma imponente fortaleza em ruínas, atravessou todas as fases da história da cidade e da própria Inglaterra: edificado no século 12, foi presenteado a Raleigh pela rainha Elizabeth 1ª, em 1594, e, em 1618, invadido por Oliver Cromwell na Guerra Civil Inglesa (1641-1651).</p>
<p>Reza a lenda local que, ao ocupar essa velha propriedade, há mais de 400 anos, Walter Raleigh olhou pela janela e, do outro lado do lago adjacente, vislumbrou numa casinha de caça o lugar onde construiria seu &#8220;novo&#8221; Sherborne Castle.</p>
<p>SILVIO CIOFFI hospedou-se em Londres a convite do VisitBritain (<a href="http://www.visitbritain.com.br/" target="_blank">www.visitbritain.com.br</a>)</p>
<p>SILVIO CIOFFI<br />
Editor de Turismo da Folha</p>
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		<title>Dica imperdível em Paris</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 23:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[104 RUE DES AUBERVILIERS- O Centro Cultural mais na moda em Paris. Os locais foram edificados em 1873 pela DIOCESE DE PARIS com o objetivo de abrigar o velório dos fieis católicos falecidos e foi chamado de POMPES FUNEBRES. Controlado pela Igreja Católica , não eram permitidos velórios de fieis de outras religiões e mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.conexaoparis.com.br/wp-content/uploads/2009/03/104.jpg" alt="http://www.conexaoparis.com.br/wp-content/uploads/2009/03/104.jpg" /></p>
<p>104 RUE DES AUBERVILIERS- O Centro Cultural mais na moda em Paris.</p>
<p>Os locais foram edificados em 1873 pela DIOCESE DE PARIS com o objetivo de abrigar o velório dos fieis católicos falecidos e foi chamado de POMPES FUNEBRES. Controlado pela Igreja Católica , não eram permitidos velórios de fieis de outras religiões e mulheres divorciadas .</p>
<p>Em 1905 houve a separação da Igreja e do Estado, o que permitiu a Prefeitura de Paris se apoderar dos locais e transformar a realização dos velórios em uma atividade laica. Qualquer pessoa independente de sua crença e seu estado civil tinha seu velório assegurado.</p>
<p>Os mais pobres recebiam seu caixão, flores e transporte ao cemitério. Com a desativação das atividades fúnebres no final dos anos 90, a Prefeitura de Paris decidiu utilizar os enormes galpões em um grande centro cultural.</p>
<p>Quem for a Paris visite esse hoje famoso espaço artístico e cultural. Os melhores pintores parisienses instalaram seus ateliers bem como os artesãos. Pode-se presenciar os artistas trabalhando nas suas obras e milhares de jovens que querem se iniciar na pintura vão trabalhar suas telas nesses locais. Praça de alimentação, butiques de artes e livrarias estão sempre repletas de visitantes.</p>
<p>Esta matéria enriquece a iniciativa de Aristeu Plácido de brindar nossos leitores com as dicas parisienses. Vocês encontrarão maiores detalhes no GOOGLE clicando LE 104 CENT QUATRE.</p>
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		<title>Dicas de Paris</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 02:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Paris]]></category>

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		<description><![CDATA[Aristeu Plácido postou matéria sobre Paris que foi muito elogiada no PROGRAMA GERALDO FREIRE. Como viajo sempre a PARIS e conheço muito a cidade, me permitiria enriquecer a matéria de Aristeu falando do restaurante que freqüento toda noite que estou na capital francesa: LE PROCOPE , na Rue de l´ANCIENNE COMEDIE ,no coração do famoso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg53/' title='restaurant_resto4_BG53'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG53-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG53" title="restaurant_resto4_BG53" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/procope2/' title='procope2'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="procope2" title="procope2" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/procope3/' title='procope3'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="procope3" title="procope3" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/procope4/' title='procope4'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="procope4" title="procope4" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/procope/' title='procope'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="procope" title="procope" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg41/' title='restaurant_resto4_BG41'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG41-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG41" title="restaurant_resto4_BG41" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg43/' title='restaurant_resto4_BG43'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG43-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG43" title="restaurant_resto4_BG43" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg44/' title='restaurant_resto4_BG44'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG44-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG44" title="restaurant_resto4_BG44" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg45/' title='restaurant_resto4_BG45'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG45-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG45" title="restaurant_resto4_BG45" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg47/' title='restaurant_resto4_BG47'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG47-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG47" title="restaurant_resto4_BG47" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg48/' title='restaurant_resto4_BG48'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG48-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG48" title="restaurant_resto4_BG48" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg50/' title='restaurant_resto4_BG50'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG50-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG50" title="restaurant_resto4_BG50" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg51/' title='restaurant_resto4_BG51'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG51-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG51" title="restaurant_resto4_BG51" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg52/' title='restaurant_resto4_BG52'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG52-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="restaurant_resto4_BG52" title="restaurant_resto4_BG52" /></a>

<p><a href="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5403" title="procope" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Aristeu Plácido postou matéria sobre Paris que foi muito elogiada no PROGRAMA GERALDO FREIRE.</p>
<p>Como viajo sempre a PARIS e conheço muito a cidade, me permitiria enriquecer a matéria de Aristeu falando do restaurante que freqüento toda noite que estou na capital francesa: <strong>LE PROCOPE</strong> , na Rue de l´ANCIENNE COMEDIE ,no coração do famoso QUARTIER LATIN .</p>
<p>Este restaurante foi fundado em 1683 e é o mais antigo restaurante de Paris e creio que do mundo.</p>
<p>No térreo do restaurante vemos nas paredes as placas de bronze, junto às mesas indicando a mesa favorita de VOLTAIRE, ROUSSEAU e dos famosos ENCICLOPEDISTAS.</p>
<p>LE PROCOPE foi também o restaurante preferido dos líderes da REVOLUÇAO FRANCESA, ROBESPIERRE, DANTON.</p>
<p><a href="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5401" title="procope3" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope3.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>O 1° andar é de uma suntuosidade real e aristocrática inigualável no mundo. É como se estivéssemos jantando em um salão privado do REI SOL, LOUIS XIV. Se saímos pela porta contrária a entrada principal, desembocamos em uma estreita rua, com calçamento de paralelepípedo datando da Idade média, cujas pedras de tanto serem pisadas, apesar de irregulares são mais lisas e brilhantes que azulejos bem polidos.</p>
<p><a href="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5402" title="procope4" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope4.jpg" alt="" width="600" height="401" /></a></p>
<p>Toda essa rua é constituída de minúsculas e preciosas galerias de artes e antiguidades. A entrada principal fica em frente de várias ruas, aonde se situam os mais chics e pequenos Teatros de Paris. Os bares são freqüentados a noite pelos artistas que estão representando, com riquíssimas vestes teatrais. É comum vermos nas mesas tomando vinho tinto, fregueses vestidos de mosqueteiros, reis e rainhas e até o corcunda de NOTRE DAME .</p>
<p>Quando você, leitor, for a Paris, um jantar no LE PROCOPE é indispensável. Peça uma garrafa do vinho tinto da casa que parece o néctar dos deuses . Abraços e bom proveito.</p>
<p>MAURÍLIO FERREIRA LIMA.</p>
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		<title>25 dicas para comer, dançar, comprar e se divertir em Paris</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[ALÉM DOS BISTRÔS LA BLANCHISSERIE 1. LA BLANCHISSERIE Cozinha conceitual e tapas de luxo à francesa, seguindo a onda catalã. Funciona também como galeria de arte contemporânea. Longe do centro, mas bem freqüentada. 24, rue d&#8217;Aguesseau &#8211; Boulogne-Billancourt, tel. 01-41-31-31-41, metrô Boulogne-Billancourt 2. BIOBOA Sanduicheria biofashion e biocorreta, bem perto da Colette, a loja &#8220;hype&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.melhoresdestinos.com.br/wp-content/uploads/2008/08/paris_night_600x450shkl.jpg" alt="http://www.melhoresdestinos.com.br/wp-content/uploads/2008/08/paris_night_600x450shkl.jpg" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>ALÉM DOS BISTRÔS</strong></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="LA BLANCHISSERIE" src="http://www.abcsalles.com/images/photo/12423_img_6007.jpg" alt="http://www.abcsalles.com/images/photo/12423_img_6007.jpg" width="600" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">LA BLANCHISSERIE</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">
1. LA BLANCHISSERIE Cozinha conceitual e tapas de luxo à francesa, seguindo a onda catalã. Funciona também como galeria de arte contemporânea. Longe do centro, mas bem freqüentada.<br />
24, rue d&#8217;Aguesseau &#8211; Boulogne-Billancourt, tel. 01-41-31-31-41, metrô Boulogne-Billancourt</p>
<p>2. BIOBOA Sanduicheria biofashion e biocorreta, bem perto da Colette, a loja &#8220;hype&#8221; de Paris. As saladas são ótimas.<br />
3, rue Danielle-Casanova (1º), tel. 01-42-61-17-67, metrô Pyramides (fecha sábado e domingo)</p>
<p>3. OZO Bom local para o brunch ou um almoço rápido. Simpático, jovem e descontraído, entre Les Halles e o Marais, com freqüentadores do meio jornalístico e artístico.<br />
37, rue Quincampoix (4º), tel. 01-42-77-10-03, metrô Hotel de Ville</p>
<p>4. ROUGE TOMATE Dentro da onda de restaurantes temáticos, neste todos os pratos são feitos com tomates ou têm um toque da fruta, inclusive as sobremesas. A praça do mercado Saint-Honoré tem outros restaurantes agradáveis. Dê uma volta por lá.<br />
34, place Marché Saint-Honoré (1º), tel. 01-42-61-16-09, metrô Tuileries</p>
<p>5. GRANDE EPICERIE DE PARIS O &#8220;supermercado&#8221; do grupo Bon Marché é um dos paraísos da gastronomia no planeta. Passeio imperdível. Leve as delícias para comer no hotel.<br />
38, rue de Sèvres (7º), tel. 01-44-39-81-00, metrô Sèvres-Babylone<br />
<strong><br />
PASSEIOS PÓS-LOUVRE</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img title="PALAIS DE TOKYO" src="http://en.structurae.de/files/photos/64/paris/palais_de_tokyo_2.jpg" alt="http://en.structurae.de/files/photos/64/paris/palais_de_tokyo_2.jpg" width="600" height="349" /><p class="wp-caption-text">PALAIS DE TOKYO</p></div>
<p style="text-align: left;">
6. PALAIS DE TOKYO É o templo da arte contemporânea e dos jovens artistas em Paris. Tem uma lanchonete muito agradável.<br />
13, avenue du president Wilson (16º), tel. 01-47-23-38-86, metrô Iéna</p>
<p>7. FUNDAÇÃO LE CORBUSIER O museu do maior arquiteto moderno fica em duas vilas por ele construídas, La Roche e Jeanneret. Conheça também seu apartamento (24, rue Nungesser et Coli &#8211; Boulogne-Billancourt) às quartas-feiras, das 9h às 12h30. As visitas devem ser reservadas na fundação.<br />
8-10, square du Docteur Blanche (16º), tel. 01-42-88-41-53, metrô Jasmin</p>
<p>8. QUARTO DE PROUST O museu Carnavalet, no coração do Marais, guarda os móveis entre os quais o escritor Marcel Proust passou os últimos dias. Também conserva quadros, objetos e documentos da história da França. A visita é muito interessante e educativa.<br />
Museu Carnavalet, 23, rue de Sévigné (3º), metrô Saint-Paul</p>
<p>9. GALÉRIE VERO DODAT Apesar de muito charmosa, essa passagem do século 19 é pouco visitada pelos turistas. Vale a pena dar uma paradinha no Café de l&#8217;Époque, logo na entrada.<br />
Rue du Bouloi (1º), metrô Palais-Royal</p>
<p>10. CEMITÉRIO DE MONTPARNASSE Muita gente vai ao cemitério Père Lachaise, mas se esquece desses notáveis e bucólicos campos elísios onde estão enterrados Baudelaire, Cortázar, Tristan Tzara, Samuel Beckett, Sartre e Beauvoir.<br />
Boulevard Edgar Quinet (14º), metrô Edgar Quinet</p>
<p><strong>CLUBES PARA DANÇAR</strong><br />
Onde a noite ferve como em Londres e Barcelona</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img title="BATOFAR " src="http://www.lesitedelevenementiel.com/wp-content/uploads/batofar.jpg" alt="http://www.lesitedelevenementiel.com/wp-content/uploads/batofar.jpg" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">BATOFAR </p></div>
<p style="text-align: left;">
11. BATOFAR Funciona num barco ancorado no Sena. Tem algumas das noites mais quentes da cidade, mesmo quando está bastante frio lá fora.<br />
11, quai François-Mauriac (13º arrondissement), tel. 01-56-29-10-00, metrô Bibliothèque François-Mitterand</p>
<p>12. PULP Às quartas e quintas, o clube de lésbicas reúne turmas de todos os sexos e os principais DJs da cidade.<br />
25, boulevard Poissonnière (2º), tel. 01-40-26-01-93, metrô Grands-Boulevards</p>
<p>13. QUEEN O mais famoso clube gay de Paris recebe, sempre com boa música, uma fauna variada onde não faltam celebridades. Evite o sábado.<br />
102, av. des Champs Elysées (8º), tel. 01-53-89-08-90, metrô George 5º</p>
<p>14. REX Ainda é bom local para dançar, apesar do assédio cada vez maior da massa turística.<br />
5, boulevard Poissonnière (2º), tel. 01-42-36-10-96, metrô Bonne-Nouvelle</p>
<p>15. LE CAB É um dos lugares mais badalados atualmente, mas a entrada é dificílima. Se não conseguir passar pelo porteiro, vá na matinê gay do domingo, superdemocrática e com boa música.<br />
2, place du Palais-Royal (1º), tel. 01-58-62-56-25, metrô Palais-Royal</p>
<p><strong>COMPRAS, COMPRAS, COMPRAS</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Galeries Lafayette" src="http://www.thepassiranews.blogger.com.br/80411galeries_lafayette.jpg" alt="http://www.thepassiranews.blogger.com.br/80411galeries_lafayette.jpg" width="500" height="374" /><p class="wp-caption-text">Galeries Lafayette, onde funciona o Espaço Maison</p></div>
<p style="text-align: left;">
16. ESPAÇO MAISON Prédio de três andares dedicado a móveis e objetos domésticos aberto em março do ano passado. Loja-espetáculo, com uma estonteante seção de instrumentos para cozinha e onde se pode encontrar até uma banheira feita de parafina (E 10 mil, cerca de R$ 37 mil).<br />
Galeries Lafayette, 40 boulevard Haussmann (9º), metrô Chaussée d&#8217;Antin</p>
<p>17. ESPAÇO BELEZA, Galeria Printemps As mulheres enlouquecem nesta enorme loja de departamentos dividida em três setores: maquiagem, perfumes e cuidados da pele e do corpo. No balcão da Chanel, um espelho reproduz as luzes do dia, da noite, do crepúsculo e da luz de velas para ajudar na escolha da maquiagem.<br />
64, boulevar Haussmann (9º), metrô Havre-Caumartin</p>
<p>18. LOJAS DA RUE ETIENNE MARCEL Para quem prefere comprar ao ar livre, a melhor coisa é percorrer essa gostosa avenida, onde ficam lojas mais jovens e menos convencionais. Aproveite para tomar um café e comprar seus queijos na muito típica rue Montorgueil.<br />
Metrô Etienne Marcel (3º)</p>
<p>19. ROBOPOLIS Loja temática dedicada a robôs. É possível encontrar ali o cãozinho Aibo, da Sony (cerca de E 2.000, ao redor de R$ 7.400), um dos robôs comerciais mais avançados, além de outros protótipos, jogos, objetos e livros sobre o assunto.<br />
107, boulevard Beaumarchais (11º), tel. 01-44-78-01-18, metrô Chemin Vert</p>
<p>20. LA HUNE Uma das mais agradáveis, completas e atualizadas livrarias de Paris, ao lado do Café de Flore. No segundo andar, livros de design, artes e cinema.<br />
170, boulevard Saint Germain (6º), tel. 01-45-48-80-99), metrô Saint-Germain-des-Près</p>
<p><strong>LUGARES 24H</strong><br />
Para parar de reclamar que tudo fecha de madrugada</p>
<p>21. PHARMACIE DEHRY Remédios e higiene pessoal.<br />
84, av. des Champs-Elysées (8º arrondissement)</p>
<p>22. BEATI CORPUS Cabelereiro, massagem, maquiagem em casa, a qualquer momento.<br />
Tel. 01-48-74-33-16</p>
<p>23. TABAC LA HAVANE Cigarros, charutos, balas e café na madrugada.</p>
<p>4, place de Clichy (9º)</p>
<p>24. MERCEARIA Mantimentos e comidinhas rápidas.<br />
151, rue de la Convencion (15º)</p>
<p>25. BANCA DE REVISTAS<br />
32 e 58, av. des Champs-Elysées (8º)</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Folhaonline</strong></p>
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		<title>Edifícios da capital alemã sinalizam a ruptura com o passado</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 10:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanhã]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é preciso entender de arquitetura para fazer um prazeroso roteiro pela história alemã observando seus edifícios. Vale elaborar uma programação pelos principais marcos arquitetônicos de Berlim -como o museu Judaico, de Daniel Libeskind, o Reitchstag, de Norman Foster, e a Torre de TV, construção mais alta da cidade e hoje considerada símbolo da Alemanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2015c7gn4tff_b" alt="Vale a pena visitar o Reitchstag, de Norman Foster, um dos marcos arquitetônicos de Berlim; cidade é destaque do caderno de Turismo" width="552" height="368" /></p>
<p><strong>Não é preciso entender de arquitetura para fazer um prazeroso roteiro pela história alemã observando seus edifícios. </strong></p>
<p>Vale elaborar uma programação pelos principais marcos arquitetônicos de Berlim -como o <a href="http://www.juedisches-museum-berlin.de/" target="_blank">museu Judaico</a>, de Daniel Libeskind, o Reitchstag, de Norman Foster, e a <a href="http://www.tv-turm.de/" target="_blank">Torre de TV</a>, construção mais alta da cidade e hoje considerada símbolo da Alemanha reunificada, em Alexanderplatz.</p>
<p>Mas arrisque-se também por pontos não tão populares, como a Kaiser-Wilhelm-Gedächtnis-Kirche, igreja projetada por <a href="http://www.gedaechtniskirche.com/" target="_blank">Franz Heirich Schwechten</a> há cerca de 120 anos. Bombardeada na Segunda Guerra (1939 -1945), foi reconstruída nos anos 50 pelo arquiteto berlinense Egon Eiermann (1904-1970).</p>
<p>Em Tiegarten, na parte ocidental de Berlim, o visitante faz ainda uma viagem a obras de arquitetos como o brasileiro Oscar Niemeyer, 102, o dinamarquês Arne Jacobsen (1902 -1971) e o franco-suíço Le Corbusier (1887-1965).</p>
<p>Luisa Alcantara e Silva/Folha Imagem -Vale a pena visitar o Reitchstag, de Norman Foster, um dos marcos arquitetônicos de Berlim; cidade é destaque do caderno de Turismo</p>
<p>Diferentes</p>
<p>A reconstrução da Berlim devastada no pós-guerra aconteceu de maneira diferenciada do lado ocidental e do lado oriental. Seja qual for seu roteiro, não deixe de decifrar a cidade neste contexto arquitetônico.</p>
<p>Do lado ocidental, muitos monumentos foram reconstruídos, mais ou menos na forma original. No oriental, os edifícios destruídos foram substituídos por construções de arquitetura stalinista, de inspiração moderna, mas pobre de soluções e algo monótona.</p>
<p>Para Pedro Paulo Funari, do departamento de história da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a diferença se explica pelo fato de o governo da Alemanha ocidental ter optado por preservar os antigos edifícios da cidade, enquanto o da parte oriental, comunista e mais industrial, optava por construções monumentais e modernistas, características dominantes da época em que Joseph Stalin foi o ditador soviético -fase que vai de 1929 até a sua morte, em 1953.</p>
<p>&#8220;Não é difícil identificar a parte oriental de Berlim. Há muitos edifícios populares. São aqueles prédios baixinhos, retangulares, quase não encontrados na parte ocidental.&#8221;</p>
<p>Tendência</p>
<p>O professor atenta para o trabalho realizado desde a unificação alemã, há cerca de 20 anos, nos prédios antigos.<br />
Para ele, o que ocorreu não foi uma restauração, mas uma mudança arquitetônica que visava jogar um olhar mais sobre o futuro do que sobre o passado.</p>
<p>Como exemplos, cita o Parlamento e o Museu Judaico. &#8220;O Parlamento visitado hoje não tem nada a ver com o Parlamento antigo [referindo-se principalmente à cupula de vidro de Norman Foster]. Inclusive na parte interna, esse prédio é bem moderno&#8221;, diz.</p>
<p>Para ele, algo parecido acontece com o Museu Judaico, que representa o passado com uma arquitetura pós-moderna, mostrando os judeus como partícipes da história da Alemanha. &#8220;Você entra ali e se depara mais com a contribuição dos judeus para a história e a cultura alemãs do que com uma história de destruição&#8221;, diz Funari.</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2016fvxk7cfw_b" alt="" width="540" height="477" /><br />
Folha de S.Paulo</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Até março, Nova York alia charme e liquidações</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[NOva York]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova York, metrópole onde vivem 8,3 milhões de habitantes &#8211;40% deles são estrangeiros&#8211;, cria e protagoniza, absorve e irradia, e finalmente vence crise após crise, mantendo a efervescência. O prefeito Michael R. Bloomberg estima que a Big Apple receberá, em 2010, 46,7 milhões de turistas (entre estrangeiros e norte-americanos) colocando Nova York no topo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 466px"><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"><img title="Na face sul do Central Park, rinque de patinação diante de prédios e hotéis de luxo; veja mais imagens de NY - Pedro Carrilho/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1914g97fhmhm_b" alt="Na face sul do Central Park, rinque de patinação diante de prédios e hotéis de luxo; veja mais imagens de NY" width="456" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Na face sul do Central Park, rinque de patinação diante de prédios e hotéis de luxo; veja mais imagens de NY - Pedro Carrilho/Folha Imagem</p></div>
<p>Nova York, metrópole onde vivem 8,3 milhões de habitantes &#8211;40% deles são estrangeiros&#8211;, cria e protagoniza, absorve e irradia, e finalmente vence crise após crise, mantendo a efervescência.</p>
<p>O prefeito Michael R. Bloomberg estima que a Big Apple receberá, em 2010, 46,7 milhões de turistas (entre estrangeiros e norte-americanos) colocando Nova York no topo da lista de destinos mais populares dos Estados Unidos pela primeira vez em duas décadas.</p>
<p>Para o visitante, qualquer estação do ano costuma ser boa o bastante para explorar a metrópole -faça sol ou caia neve. Os que aguentam o frio aproveitam dois períodos em que a metrópole parece transbordar mais charme por suas ruas e avenidas: o outono e o inverno, que agora está chegando ao fim.</p>
<p>São duas estações tipicamente nova-iorquinas, cada qual com seus atrativos. E é no Central Park, projetado em 1858, que essas estações se mostram em cada detalhe.</p>
<p>Passado o verão às vezes sufocante, durante o qual o parque exerce na sua plenitude a função de espaço público, os dias começam a ficar mais curtos e os nova-iorquinos se prepararam para o rigoroso inverno.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"><img title="Barcos a remo no lago do Central Park, que é considerado o coração verde da cidade de Nova York; veja mais imagens - Pedro Carrilho/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1915fx89k7c9_b" alt="Barcos a remo no lago do Central Park, que é considerado o coração verde da cidade de Nova York; veja mais imagens" width="330" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Barcos a remo no lago do Central Park, que é considerado o coração verde da cidade de Nova York; veja mais imagens - Pedro Carrilho/Folha Imagem</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Antes dele, porém, Nova York e o parque despedem-se do calor com temperaturas amenas e do contraste das cores outonais.</p>
<p>Não tarda e, com o fim do ano, chega o inverno. Os ventos sopram gelados, as folhas caem nas calçadas e nas trilhas, e o que antes dava brilho às árvores é rapidamente varrido até se completar o ciclo anual.</p>
<p>Começa aí o período que talvez seja o mais característico da cidade, que se decora em tons de vermelho, monta rinques de patinação e põe de pé imensas árvores de Natal para as datas festivas do final de ano.</p>
<p>Esse momento já passou e o inverno no hemisfério Norte chegará ao fim em março. Logo se percebe que os dias claros são mais traiçoeiros, com sol, tímido, orbitando baixo, nunca distante do horizonte. Ele não é páreo para a fúria dos ventos que deixam a temperatura negativa por dias -a sensação térmica pode ir a 20 negativos.</p>
<p>É nessa época que os habitantes enfrentam o que para os visitantes não acostumados é a difícil arte de manter a elegância sob camadas de roupas. Para muitos brasileiros -há oito voos diários partindo de São Paulo para Nova York-, a mudança de hemisfério e o radical choque térmico são argumentos para fazer as malas para aproveitar, no final de inverno, outra onda da Big Apple: a onda de liquidações.</p>
<p>SILVIO CIOFFI<br />
editor de Turismo da Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Entre percalços, Nova York se reinventa</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Nova York do início do século 19 era até que sonolenta: a metrópole que nunca dorme tinha, então, pouco mais de 35 mil habitantes. E, em 1898, menos de um século depois, com seus cinco bairros unificados, a população, engrossada por contingentes de imigrantes italianos, chineses e russos, saltou para 3,4 milhões de pessoas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"><img title="Rinque do Rockefeller Center, com a estátua de Prometeu, é um dos mais tradicionais; veja imagens da cidade - Pedro Carrilho/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1917cdrfm8hg_b" alt="Rinque do Rockefeller Center, com a estátua de Prometeu, é um dos mais tradicionais; veja imagens da cidade" width="550" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Rinque do Rockefeller Center, com a estátua de Prometeu, é um dos mais tradicionais; veja imagens da cidade - Pedro Carrilho/Folha Imagem</p></div>
<p>A Nova York do início do século 19 era até que sonolenta: a metrópole que nunca dorme tinha, então, pouco mais de 35 mil habitantes. E, em 1898, menos de um século depois, com seus cinco bairros unificados, a população, engrossada por contingentes de imigrantes italianos, chineses e russos, saltou para 3,4 milhões de pessoas.</p>
<p>O incêndio medonho de 1835 acabou abrindo caminho para o progresso urbano -e logo surgiram milionários, alguns chamados de &#8220;robber barons&#8221; (ou &#8220;barões-ladrões&#8221;). Empresários e financistas como Cornelius Vanderbilt, J.P.Morgan e Jay Gould e, depois, John D. Rockefeller, ajudaram a transformar a cidade em metrópole. O mecenato de figuras inclusive controvertidas fez surgir museus como o Metropolitan (<a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">www.metmuseum.org</a>), de 1880; a Ópera, de 1883; e o Museu de História Natural (<a href="http://www.amnh.org/" target="_blank">www.amnh.org</a>), de 1877.</p>
<p>Mais um século se passou e, em 1980, quando foi criada a campanha &#8220;I love NY&#8221;, em que o logotipo de Michel Glaser incorporava o símbolo de um coração, Nova York (<a href="http://www.nycgo.com/" target="_blank">www.nycgo.com</a> e <a href="http://www.newyork-visit.com/" target="_blank">www.newyork-visit.com</a>), a metrópole já tinha perto de 700 museus.</p>
<p><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"></a></p>
<p>Em 11 de setembro de 2001, Nova York foi indelevelmente abalada quando as torres gêmeas do World Trade Center solaparam diante de atentados terroristas. Soube reinventar atrações nos anos seguintes, atingiu níveis de visitação pré-atentados e, no lugar das cicatrizes, construiu um memorial.</p>
<p>Nos limites do Central Park, onde a frenética Nova York passeia e se diverte, surgiram, na época dos atentados, outro par de torres idênticas, o Time Warner Building, projeto de David M. Childs, do escritório de arquitetura Skidmore, Owings &amp; Merrill.</p>
<p>Diante da rotatória marcada pela estátua de Cristóvão Colombo, que descobriu a América em 1492, esse prédio cujo endereço é 80, em Columbus Circle, na esquina com a rua 60, abriga, do 35º ao 42º andar, um hotel Mandarin Oriental (<a href="http://www.mandarinoriental.com/" target="_blank">www.mandarinoriental.com</a>), em cujo Lobby Lounge vale tomar um drinque.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"><img title="Estátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova YorkEstátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova York - Silvio Cioffi/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1918dhv3b7d5_b" alt="Estátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova York" width="330" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Estátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova YorkEstátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova York - Silvio Cioffi/Folha Imagem</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Dentro, há supermecado -coisa rara lá, onde a comida é vendida em mercearias-, lojas, clube de jazz e restaurantes como o Per Se (<a href="http://www.perseny.com/" target="_blank">www.perseny.com</a>), de Thomas Keller. Reservas são indispensáveis e o céu é o limite para contas do Per Se, onde se gasta ao menos US$ 250 por pessoa.</p>
<p>Hoje, entre bistrôs luxuosos e pés-sujos, Nova York tem uns 18 mil restaurantes. Provocador, seu mais temido crítico gastronômico, o novaiorquino Tim Zagat, 69, costuma dizer que &#8220;não liga para estrelas&#8221;, numa evidente provocação ao guia francês Michelin.</p>
<p>Nos guias Zagat, um sistema dá notas de zero a 30 para mercadoria, apresentação e serviço, classificando o custo com os conceitos I (barato, ou &#8220;inexpensive&#8221;), M (moderado, ou &#8220;moderate&#8221;), E (caro ou &#8220;expensive&#8221;) e VE (&#8220;very expensive&#8221;, ou bem caro). E não há praticamente nenhum estabelecimento de Nova York que não ostente na vitrina o adesivo &#8220;Zagat Rated&#8221;.</p>
<p>SILVIO CIOFFI<br />
editor de Turismo da Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Autor mapeia passos de protagonista de Salinger em NY</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[J. D. Salinger]]></category>
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		<description><![CDATA[Diante do lago do Central Park, é bem provável que fãs ferrenhos de &#8220;O Apanhador no Campo de Centeio&#8221; &#8211;clássico do autor americano J.D. Salinger, morto em 27 de janeiro-se perguntem o que acontece com os patos dali no inverno. A questão é uma dúvida recorrente do protagonista do livro, Holden Caulfield, em suas andanças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 502px"><img title=" Central Park, em Nova York, visto do observatório do Rocke Bebeto Matthews/AP feller Center – " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1912fvmk2zfc_b" alt="Central Park, em Nova York, visto do observatório do Rockefeller Center" width="492" height="328" /><p class="wp-caption-text"> Central Park, em Nova York, visto do observatório do Rocke Bebeto Matthews/AP feller Center – </p></div>
<p><strong>Diante do lago do Central Park, é bem provável que fãs ferrenhos de <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1023122/o-apanhador-no-campo-de-centeio">&#8220;O Apanhador no Campo de Centeio&#8221;</a> &#8211;clássico do autor americano J.D. Salinger, morto em 27 de janeiro-se perguntem o que acontece com os patos dali no inverno. </strong></p>
<p>A questão é uma dúvida recorrente do protagonista do livro, Holden Caulfield, em suas andanças sem destino por Manhattan &#8211;transformadas em mapa por Peter Beidler, autor de &#8220;A Reader&#8217;s Companion to J.D.Salinger&#8217;s Catcher in the Rye&#8221; (<a href="http://coffeetownpress.com/" target="_blank">coffeetownpress.com</a>), sem lançamento no Brasil. Veja o mapa em infográfico interativo do &#8220;New York Times&#8221; em <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2010/01/28/nyregion/20100128-salinger-map.html" target="_blank">www.nytimes.com</a>.</p>
<p>Leia abaixo trechos da entrevista que Beidler, professor de inglês da universidade Lehigh, na Pensilvânia, concedeu à Folha, por e-mail.</p>
<p>Folha &#8211; Por que um mapa traçando os passos de Holden Caulfield para acompanhar o livro?</p>
<p>Peter Beidler &#8211; A maioria dos leitores não conhece Nova York o suficiente para seguir a trilha de Holden em Manhattan. Quis dar aos leitores uma ideia da geografia do lugar. No fim, o mapa acabou sendo uma das coisas mais úteis no livro.</p>
<p>Folha &#8211; É possível ler o livro como um guia daquela parte da cidade?</p>
<p>Beidler &#8211; Claro! Especialmente a área do Central Park e redondezas. O guia pode estar um pouco ultrapassado, mas a cidade é essencialmente a mesma. A estação Penn como Holden a conheceu não existe mais, mas outra foi construída. Não há mais compartimentos para bagagem na Grand Central Station, e por aí vai. Seria mais correto dizer que o livro é um guia exato para a Nova York de 1949, mas a cidade não mudou tanto. Claro que Salinger inventou o hotel Edmont. Da mesma maneira, ele deixa de fora Wall Street, a estátua da Liberdade&#8230; Então, diria que é um guia exato, mas incompleto.</p>
<p>Folha &#8211; Como o senhor definiu os locais inventados?</p>
<p>Beidler &#8211; Lendo o livro com cuidado e consultando um mapa de Manhattan. Salinger dá várias pistas. O melhor exemplo é o hotel Edmont. Ele nos conta um pouco da rota do táxi que leva Holden dali até a estação Penn. Diz que fica a 41 quarteirões de Greenwich Village. Com essas pistas é possível apontar o local com precisão razoável.</p>
<p>Folha &#8211; Como o senhor vê os questionamentos de Holden sobre os patos no contexto do livro?</p>
<p>Beidler &#8211; Vejo a preocupação de Holden sobre o destino dos patos quando o lago congela como um reflexo de sua preocupação sobre para onde ele irá agora que foi chutado da escola e sente que não pode voltar para casa, ou ficar em casa. Eu li que, por causa do livro, perguntam bastante aos representantes do parque para onde vão os patos no inverno. A resposta é que eles ficam ali mesmo. Eu vi alguns sobre o gelo em um dia frio de inverno, mas eles também ficam na terra ou em seus ninhos. Os patos sabem cuidar de si mesmos. Holden, não.</p>
<p>MARINA DELLA VALLE<br />
da Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Treinadora é atacada e morta por orca em parque temático na Flórida</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:05:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Incidente ocorreu no tanque de Shamu, no SeaWorld de Orlando. Morte ocorreu em frente ao público que assistia a show, diz testemunha. Uma treinadora do SeaWorld de Orlando, no estado americano da Flórida, foi atacada e morta por uma orca nesta quarta-feira (24). Equipes de resgate confirmaram a morte, mas não esclareceram os detalhes. Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,36767843-EX,00.jpg"><img title="Foto de 13 de maio de 2005, cedida pelo SeaWorld, mostra a atriz Evangeline Lilly, do seriado 'Lost', brincando com orca no SeaWorld de Orlando, na Flórida.Do G1, com AP" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1898fv9jt3gh_b" alt="AP" width="595" height="800" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de 13 de maio de 2005, cedida pelo SeaWorld, mostra a atriz Evangeline Lilly, do seriado &#39;Lost&#39;, brincando com orca no SeaWorld de Orlando, na Flórida. /Foto: AP</p></div>
<p><span style="font-size: x-small;"><br />
</span><strong><span style="font-size: small;"></span></strong></p>
<p><strong>Incidente ocorreu no tanque de Shamu, no SeaWorld de Orlando.<br />
Morte ocorreu em frente ao público que assistia a show, diz testemunha.</strong></p>
<p>Uma treinadora do SeaWorld de Orlando, no estado americano da Flórida, foi atacada e morta por uma orca nesta quarta-feira (24).</p>
<p>Equipes de resgate confirmaram a morte, mas não esclareceram os detalhes.</p>
<p>Segundo a TV local, a treinadora morreu após ter sido atacada por Tilikum, uma das orcas mantidas no tanque de Shamu.</p>
<p>Segundo a testemunha Victoria Biniak, ouvida pela TV, a treinadora tinha acabado de explicar ao público como seria o show. Então, o animala teria pulado do tanque, agarrado a mulher e a chacoalhado violentamente, em frente ao público.</p>
<p>Depois do ataque, os visitantes foram levados para fora, e o parque foi fechado, disse a testemunha à TV.</p>
<p>Um funcionário do parque disse à France Presse que o SeaWorld iria divulgar um comunicado sobre o incidente.</p>
<p>Parques da rede SeaWorld nos EUA já haviam sido palco de incidentes anteriormente.</p>
<p>Em novembro de 2006, o treinador Kenneth Peters, de 39 anos, foi mordido e levou vários &#8216;caldos&#8221; de uma orcaa durante um show em San Diego, na Califórnia. Ele quebrou um pé. Ela já havia atacado Peters duas vezes antes, em 1993 e 1999.</p>
<p>Em 2004, no parque de San Antonio, também na Flórida, outro animal tentou atingir e morder um treinador. Ele conseguiu escapar ileso.</p>
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		<title>Paisagens selvagens em Banff</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Banff]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>

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		<description><![CDATA[Três estações dividem parte da área do parque nacional, um Patrimônio da Unesco BANFF &#8211; Na terra dos caubóis, fincada entre as regiões mais frias do Canadá habitável, o esqui ganha ares de grande aventura na neve, com sensação térmica que em alguns momentos pode ser de 40 graus negativos. Lake Louise, Mount Norquay e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Três estações dividem parte da área do parque nacional, um Patrimônio da Unesco</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="As montanhas de Banff" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1875dpd854fn_b" alt="As montanhas de Banff" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">As montanhas de Banff Foto: Marc Adamus/Reuters  </p></div>
<p>BANFF &#8211; Na terra dos caubóis, fincada entre as regiões mais frias do Canadá habitável, o esqui ganha ares de grande aventura na neve, com sensação térmica que em alguns momentos pode ser de 40 graus negativos. Lake Louise, Mount Norquay e Sunshine Village dividem parte da área do majestoso Parque Nacional de Banff, com paisagens declaradas Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1985.</p>
<p>Sempre citada na lista dos melhores cenários para esquiar na América do Norte, Lake Louise (www.skilouise.com) conta com 139 pistas &#8211; 45% do terreno é voltado para atletas de nível intermediário. Para os mais experientes, o grande desafio é descer em áreas acidentadas, típicas das Montanhas Rochosas, na província de Alberta.</p>
<p>DOG SLED</p>
<p>A pouco mais de 50 quilômetros de Lake Louise, o povoado de Banff abriga os visitantes da estação. A vila é a única permitida dentro do parque e não pode exceder 8 mil habitantes fixos, para não interferir no meio ambiente. Por isso mesmo, não se surpreenda ao ver animais selvagens, como veados, circulando em meio às casas.<br />
Uma boa forma de conhecer a natureza da região é fazer um passeio de trenó, puxado por cachorros, em plena floresta (fique tranquilo, os ursos-negros permanecem hibernados até o fim de abril). No dog sledding, a temperatura polar e a paisagem de árvores cobertas pela neve oferecem uma sensação de paz surreal.</p>
<p>A experiência em Alberta não será plena sem a tradicional carne de bisão, espécie de búfalo. E o lugar para degustar a maciez da iguaria deve ser o Glacier Saloon, restaurante inspirado no Velho Oeste. Para esticar sem perder o tema, termine a noite em um karaokê na modesta avenida principal, onde a música country predomina.</p>
<p>Norquay: o menor resort da região é também o mais perto do centro. Com boa estrutura para receber famílias, tem a maior parte das pistas para iniciantes e intermediários ( <a href="http://www.banffnorquay.com/">www.banffnorquay.com</a> )</p>
<p>Sunshine Village: rodeada por três montanhas &#8211; Goat&#8221;s Eye, Mount Standish e Lookout Mountain -, a estação conta com mais de cem pistas, a maioria de nível intermediário ( <a href="http://www.skybanff.com/">www.skybanff.com</a> )</p>
<p>O Estado de S.Paulo</p>
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		<title>Nas ruas de Montreal, boas doses de Europa</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Montreal]]></category>

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		<description><![CDATA[Dividida por franceses e ingleses, Montreal conseguiu a proeza de selecionar o melhor das duas culturas. Do requinte da gastronomia ao agito dos pubs, não faltam opções nessa que é considerada uma das cidades mais europeias da América. Quando as pernas cansarem de tanto esquiar, siga para lá. Pela manhã Uma bom ponto de partida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.incentours.com/images/stories/Montreal_01.jpg" alt="http://www.incentours.com/images/stories/Montreal_01.jpg" /></p>
<p>Dividida por franceses e ingleses, Montreal conseguiu a proeza de selecionar o melhor das duas culturas. Do requinte da gastronomia ao agito dos pubs, não faltam opções nessa que é considerada uma das cidades mais europeias da América. Quando as pernas cansarem de tanto esquiar, siga para lá.</p>
<p><strong>Pela manhã </strong></p>
<p>Uma bom ponto de partida é a parte histórica, Vieux-Montréal (vieux.montreal.qc.ca), que tem no antigo porto sua principal atração. Perto dali, a grandiosa Basílica de Notre Dame (basiliquenddm.org), inspirada na construção parisiense e com interior decorado com ouro, é uma visita obrigatória. Almoce no Restaurant Holder (restaurantholder.com), que tem clima dos antigos e elegantes cafés franceses. Peça o sensacional filé de salmão fresco.</p>
<p><strong>À tarde</strong></p>
<p>Após essa viagem ao passado, volte às benesses da modernidade com um tour de compras pela Avenida Saint-Catherine. As grandes lojas de departamento ficam por lá. Quando o sol começar a se pôr, reserve um tempinho para conhecer a romântica vizinhança de The Plateau. Reduto de estudantes e artistas, é formada por encantadoras e coloridas casinhas de três pisos. Ali, 90% dos moradores usam bicicleta para chegar a livrarias, cafés e ateliês.</p>
<p><strong>À noite</strong></p>
<p>O jantar no La Fabrique Bistrot (bistrotlafabrique.com) é um belo aperitivo para os embalos noturnos. Entre os pratos, preparados de maneira performática na cozinha aberta, destaque para carne de vitela e de pato.</p>
<p>Turbinada por estudantes das seis universidades locais, a noite de Montreal costuma começar cedo e vai, no máximo, até as 3 horas. Basta um passeio a pé pela Ruas Crescent Street, na Vieux-Montréal, e Saint-Laurent, que corta a cidade, para decidir entre as muitas opções de pubs irlandeses e shows de música ao vivo. B.D.</p>
<p><strong>MONTREAL &#8211; O Estado de S.Paulo </strong></p>
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		<title>Programas para a família. Na neve e longe dela</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Mont Tremblant]]></category>
		<category><![CDATA[Quebec]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem está distante de ser expert tem espaço garantido em Mont Tremblant No chamado French Canada, o esqui é o pano de fundo para uma experiência valiosa também em termos de cultura e gastronomia. O refinado vilarejo de Mont Tremblant, separado de Montreal (leia mais abaixo) por razoáveis 130 quilômetros, tem infraestrutura voltada a famílias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://cache.virtualtourist.com/2408343-Mont_Tremblant-Mont_Tremblant.gif" alt="http://cache.virtualtourist.com/2408343-Mont_Tremblant-Mont_Tremblant.gif" /></p>
<p><strong>Quem está distante de ser expert tem espaço garantido em Mont Tremblant</strong></p>
<p>No chamado French Canada, o esqui é o pano de fundo para uma experiência valiosa também em termos de cultura e gastronomia. O refinado vilarejo de Mont Tremblant, separado de Montreal (leia mais abaixo) por razoáveis 130 quilômetros, tem infraestrutura voltada a famílias e casais, e surge como alternativa para iniciantes e esquiadores de nível intermediário, que têm à disposição metade do complexo.</p>
<p>Isso em parte por causa da altitude das montanhas, cujos topos não passam de 875 metros. Por lá, a neve começa a cair em novembro e fica em boas condições até o fim de abril, cobrindo 78 quilômetros esquiáveis de extensão, divididos em 95 trilhas.</p>
<p>Quem se cansar de esquiar pode se aventurar em outras atividades, como snowshoeing (caminhada com sapatos de neve), escalada e patinação no gelo. As crianças também contam com programação intensa, que inclui aulas dos esportes e atividades com monitores.</p>
<p>Após a prática de exercícios, o momento relax ocorre no Scandinave Spa. Trata-se, na verdade, de outro teste de coragem. Imagine entrar, sob um frio de 10 graus negativos, em uma água literalmente congelando: esse é o chamado banho escandinavo. Após o rápido mergulho &#8211; nem os mais bravos aguentam mais do que 20 segundos &#8211; para ativar a circulação, uma piscina de água quente, logo ao lado, é a salvação.</p>
<p>Relaxou demais? Confira sua sorte no cassino do complexo. Mas não se esqueça que está gastando em dólares canadenses, e não em real.</p>
<p><strong>ESTRELA</strong></p>
<p>As casas e prédios com telhados coloridos lembram a parte histórica da cidade de Quebec &#8211; 90% das 9 mil pessoas que moram em Tremblant têm o francês como primeira língua. Embora o vilarejo não faça parte do circuito oficial da badalação na neve, estrelas de Hollywood não são raras por lá: Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones têm uma mansão ali perto.</p>
<p>O local é repleto de lojas, algumas de grife, que oferecem de equipamentos esportivos bem caros a souvenirs. No caminho para as montanhas, não esqueça a pausa para se aquecer com um delicioso chocolate quente caseiro, como o servido no Crème de la Crème. Ou invista no bem servido fondue do La Savoie, acompanhado de algum rótulo da variada carta de vinhos da casa. B.D.</p>
<p><strong>MONTREAL &#8211; O Estado de S.Paulo </strong></p>
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		<title>Um dia para curtir a urbana Vancouver</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Vancouver]]></category>

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		<description><![CDATA[Abençoada por incríveis montanhas cobertas de neve e adoráveis ilhotas, ninguém duvida do potencial natural de Vancouver. Mas o diferencial da cidade é o contexto urbano. Bairros ocupados por pessoas de diversas nacionalidades só fazem crescer sua vocação cultural e multiétnica. É possível sentir o gostinho da cidade em um dia. Pela Manhã Há bons [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://mauro.assis.zip.net/images/CA1.jpg" alt="http://mauro.assis.zip.net/images/CA1.jpg" /></p>
<p>Abençoada por incríveis montanhas cobertas de neve e adoráveis ilhotas, ninguém duvida do potencial natural de Vancouver. Mas o diferencial da cidade é o contexto urbano. Bairros ocupados por pessoas de diversas nacionalidades só fazem crescer sua vocação cultural e multiétnica. É possível sentir o gostinho da cidade em um dia.</p>
<p><strong>Pela Manhã</strong></p>
<p>Há bons locais de esqui além de Whistler. As pistas de Grouse Mountain (grousemountain.com), Mount Seymour (mountseymour.com) e Cypress Mountain (cypressmountain.com) ficam a apenas 27 quilômetros do centro. Para os experts, esta última é a mais desafiadora &#8211; além de proporcionar uma vista magnífica de toda Vancouver. Se sobrar tempo, faça um passeio pela trilha que leva a Hollyburn Lodge, (hollyburnheritagesociety.ca) uma casa de madeira construída em 1926.</p>
<p><strong>À tarde</strong></p>
<p>Caso seu bolso permita, almoce no Vij&#8221;s (vijs.ca), um dos melhores indianos do mundo. Para uma refeição mais em conta, pare na porta ao lado, no irmão Rangoli Vij&#8221;s (vijsrangoli.ca). Combinações memoráveis mesclam carne de cabra e jaca ao curry (US$ 15,50 ou R$ 27).</p>
<p>Depois, curta a cidade ao ar livre no bairro Mount Pleasant. Butiques se espalham por ali e jovens se reúnem no Centro Cultural Western Front. Se estiver lá antes do anoitecer, olhe para cima: as montanhas North Shore vão surgindo na paisagem.</p>
<p><strong>À noite</strong></p>
<p>Vancouver não é uma cidade de baladas fortes. Então, fique com um bom drinque. Invista na novidade de Gastown, o Alibi Room (alibi.ca). Se preferir uma taça de vinho, experimente a degustação do Salt Room (salttastingroom.com), um bar adega que traz no cardápio queijos e carnes exóticas.</p>
<p>Denny Lee, THE NEW YORK TIMES, VANCOUVER &#8211; O Estado de S.Paulo</p>
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		<title>Roteiro para turistas iniciantes mostra o fundamental de NY</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[New York]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegar com programação numa metrópole como NY é tão importante quanto levar sapatos confortáveis. Há uma infinidade de roteiros possíveis para tirar uma boa fatia de Nova York. A seguir, veja sugestões e sites de uma programação de quatro dias na Big Apple (site: nycgo.com). Dia 1 Comece pela famosíssima Times Square (entre a 6ª [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Chegar com programação numa <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u585026.shtml">metrópole como NY</a> é tão importante quanto levar sapatos confortáveis. </strong></p>
<p>Há uma infinidade de roteiros possíveis para tirar uma boa fatia de Nova York. A seguir, veja sugestões e sites de uma programação de quatro dias na Big Apple (site: <a href="http://nycgo.com/" target="_blank">nycgo.com</a>).</p>
<p>Dia 1</p>
<p>Comece pela famosíssima Times Square (entre a 6ª e a 7ª avenidas e intersecção com a Broadway). Dali, estará a uma quadra da também essencial Quinta avenida. Para chegar aos quarteirões mais famosos, rume para o norte. Na altura da rua 49, vai encontrar um ícone, a butique Saks Fifth Avenue (<a href="http://saksfifthavenue.com/" target="_blank">saksfifthavenue.com</a>), e, no quarteirão seguinte, a catedral St. Patrick (diariamente, das 6h30 às 20h45). Devore um cachorro-quente de rua e reserve parte da tarde ao MoMA &#8211; Museum of Modern Art (rua 53 com 5ª av.; das 10h30 às 17h30; sáb. até as 20h; fecha às ter.; US$ 20).</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Times Square é local de teatros e diversão noturna em Nova York - Silvio Cioffi/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1844fjm23k4k_b" alt="Times Square é local de teatros e diversão noturna em Nova York" width="550" height="367" /><p class="wp-caption-text">Times Square é local de teatros e diversão noturna em Nova York - Silvio Cioffi/Folha Imagem</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A pequena livraria-tesouro Rizzoli (rua 57 oeste com 5ª av.; <a href="http://rizzoliusa.com/" target="_blank">rizzoliusa.com</a>), a loja de brinquedos F.A.O. Schwarz (5ª av. com rua 58; <a href="http://fao.com/" target="_blank">fao.com</a>) e a de eletrônicos Apple Store (5ª av., entre ruas 58 e 59) são bons passeios para compras. Termine o dia caminhando pelo Central Park.</p>
<p>Dia 2</p>
<p>Passe o dia no entorno do Central Park. Vale provar o brunch do Sarabeth&#8217;s (av. Central Park South, entre 5ª e 6ª av.; tel.: 00/xx/212/826-5959; <a href="http://www.sarabethscps.com/" target="_blank">www.sarabethscps.com</a>). Do lado direito do parque, na altura da rua 82, está o Metropolitan Museum of Art ( das 9h30 às 17h30; sex. e sáb., até as 21h; fecha seg.; <a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">www.metmuseum.org</a>; tel.: 00/xx/212/535-7710; US$ 20), que possui um dos maiores acervos de arte do mundo. Mais para frente, na esquina com a rua 88, fica o museu Guggenhein (das 10h às 17h45; sáb. até as 19h45; fecha às qui.; entrada: US$ 18; <a href="http://www.guggenheim.org/" target="_blank">www.guggenheim.org</a>).</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><img title="Central Park é o pulmão da metrópole; local convida turista a caminhadas - Bebeto Matthews/AP" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1845f2xcrnx3_b" alt="Central Park é o pulmão da metrópole; local convida turista a caminhadas" width="497" height="331" /><p class="wp-caption-text">Central Park é o pulmão da metrópole; local convida turista a caminhadas - Bebeto Matthews/AP</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Para fazer uma boquinha, há um restaurante despretensioso, mas com bons vinhos, atrás do museu, o E.A.T. (Madison av., entre ruas 80 e 81, tel.: 00/xx/212/ 772-0022). Prove a quiche de siri, por US$ 19. Depois, é só escolher se a caminhada de volta será pelo Central Park ou pela própria avenida Madison, cheia de lojas.</p>
<p>Dia 3</p>
<p>No SoHo, perca-se pelos pequenos cafés e lojas alternativas. O pontapé inicial pode ser a Magnolia Bakery (Bleecker st com Bank st; tel.: 00/xx/212/ 462-2572), cujos muffins ficaram famosos por causa da série &#8220;Sex and The City&#8221;. Você já estará na rua mais divertida, a Bleecker. É só bater perna por ela até a avenida West Broadway.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 483px"><img title="Interior da Apple Store, no badalado SoHo novaiorquino - Seth Wenig/AP" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_18468dd4z8d5_b" alt="Interior da Apple Store, no badalado SoHo novaiorquino" width="473" height="353" /><p class="wp-caption-text">Interior da Apple Store, no badalado SoHo novaiorquino - Seth Wenig/AP</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Experimente um brunch bem novaiorquino no restaurante Five Points (rua Great Johns, 31, com Broadway; tel.: 00/xx/212/253-5700; US$ 18 por pessoa).</p>
<p>Siga até a avenida The Bowery, onde abriu recentemente o ousado New Museum (em frente à rua Prince; das 12h às 18h; sex. e sáb. até as 21h; fecha às seg. e ter.; US$ 12). O quarteirão em frente ao museu é a parte interessante de outro pequeno bairro por onde vale andar, o Nolita.</p>
<p>Para a noite, a pedida é o Meatpacking district. A região, onde antigamente funcionavam frigoríficos, foi restaurada e tornou-se um &#8220;point hype&#8221;, cheio de restaurantes e baladas do momento. Novaiorquinos adoram o francês Pastis (9th av. com 12th st.; tel.: 00/xx/212/929-5676; o coq au vin custa US$ 24).</p>
<p>Dia 4</p>
<p>Faz parte visitar o Ground Zero, local onde ficavam as Torres Gêmeas. No térreo do edifício World Financial Center (rua Vesey, 220), na face voltada para o rio Hudson, fica a lanchonete P.J. Clark&#8217;s. Boa pedida para o almoço pelo hambúrguer aclamado e pela vista, que tem bem ao fundo a estátua da Liberdade.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><img title="Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001 - Henny Ray Abrams/Efe" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1847gb49h8gc_b" alt="Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001" width="497" height="344" /><p class="wp-caption-text">Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001 - Henny Ray Abrams/Efe</p></div>
<p style="text-align: center;">
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td></td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="  " title="Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001 Foto:Henny Ray Abrams/Efe" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_18485hj44wdp_b" alt="Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001" width="550" height="381" /><p class="wp-caption-text">Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001 Foto:Henny Ray Abrams/Efe</p></div></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Caminhar pela esplanada do Battery Park, à beira do rio, é um bom jeito de chegar até esse cartão-postal, que fica em uma ilha bem ao sul de Manhattan. Dá para pegar uma balsa até ela, que sai do píer do Battery Park e chega em 15 minutos, por US$ 8 (<a href="http://statuecruises.com/" target="_blank">statuecruises.com</a>).</p>
<p>Ao sul fica ainda o centro financeiro, Wall Street. É em uma travessa da avenida West Broadway que você encontra a New York Stock Exchange (Bolsa de Valores de Nova York), o Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) e a Trinity Church.</p>
<p>Para finalizar, confira um espetáculo da Broadway. Entre os destaques do ano, a nova montagem do musical &#8220;Hair&#8221; (Al Hirschfeld Theatre, 302 W 45th St; <a href="http://hairbroadway.com/" target="_blank">hairbroadway.com</a>).</p>
<p><strong>ISABEL MALZONI<br />
colaboração para a Folha de S.Paulo</strong></p>
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		<title>Carnaval alemão luta para manter tradição em Colônia</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanhã]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Colonia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O carnaval renano, que viveu nesta segunda-feira o seu apogeu em Colônia (oeste da Alemanha), é apenas uma sombra do que foi, devido ao mar de fantasias importadas da Ásia que estrangulam a tradição regional. Preparados com esmero, os cem carros com suntuosas decorações do desfile desta segunda-feira das Rosas e seus 10.200 participantes fantasiados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1783dfnfb8dk_b" alt="Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad" width="550" height="345" /><p class="wp-caption-text">Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad</p></div>
<p><span style="font-size: small;">O carnaval renano, que viveu nesta segunda-feira o seu apogeu em Colônia (oeste da Alemanha), é apenas uma sombra do que foi, devido ao mar de fantasias importadas da Ásia que estrangulam a tradição regional. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Preparados com esmero, os cem carros com suntuosas decorações do desfile desta segunda-feira das Rosas e seus 10.200 participantes fantasiados contrastam com os espectadores, poucos usando trajes feitos artesanalmente. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Há 50 anos era completamente diferente. Cada um confeccionava seus trajes sozinho&#8221;, lembra Dieter Tschorn, 69, porta-voz da seção de Carnaval da Federação Alemã de Brinquedos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em 2008 e 2009 foram vendidas 39 milhões de máscaras, perucas e narizes de palhaço na Alemanha &#8211;ou seja, 19 milhões a mais do que no período anterior, segundo a federação, que calcula um volume de negócios de 290 milhões de euros (quase R$ 740 milhões). Mas o mercado e a diversidade não andam de mãos dadas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1784jqwc2hg3_b" alt="Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: small;">Os milhões de trajes vendidos não brilham pela sua originalidad</span></p>
<p><span style="font-size: small;">e, ao se inspirarem em personagens dos últimos sucessos do cinema. &#8220;Com toda a oferta, poucos elaboram suas próprias fantasias. Além disso, quem tem hoje em dia uma máquina de costura em casa?&#8221;, lamenta Tschorn. Como consequência, desde a década de 1990 impera o &#8220;made in China&#8221; barato, lembra Thorsten Heinrich, 26, vice-diretor de uma empresa de fantasias de Sarrebruck (sudoeste). </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em Colônia, alguns &#8220;loucos&#8221; impõem resistência por respeito às tradições. Stephan Kommer, 32, se fantasiou de boneco de neve com três enormes luzes brancas de jardim. &#8220;Tive esta ideia na semana passada. Tem muita neve na minha casa e sou jardineiro&#8221;, explica. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Harribert Schulmeyer, um cinquentão, e seus amigos se fantasiaram de criadores de pássaros. &#8220;Você ganha em autenticidade quando está bem fantasiado&#8221;, afirma, ostentando uma pomba de papel machê sobre a cabeça. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Tóxico</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Alguns advertem que muitas máscaras de plástico fabricadas na Ásia, como as do presidente norte-americano Barack Obama, muito popular este ano, contêm substâncias tóxicas, inclusive cancerígenas, segundo a Associação Alemã de Consumidores Öko-Test. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Esse problema não preocupa muito os profissionais do Carnaval. &#8220;Essas máscaras não são proibidas, respeitam as normas europeias&#8221;, afirma Heinrich. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;É muito difícil verificar todos os componentes de cada produto fabricado na China. Isso aumentaria consideravelmente os custos&#8221;, pondera Tschorn</span><span style="font-size: small;">.</span><br />
<strong><span style="font-size: small;">France Presse</span></strong><span style="font-size: small;">, em Colônia (Alemanha) </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vistos para viagens aos EUA deverão passar a ser de 10 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 10:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Visto]]></category>

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		<description><![CDATA[A validade dos vistos para viagens aos Estados Unidos deverá ser estendida de cinco para dez anos. A medida consta de acordo bilateral aprovado nesta quinta-feira (11) pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado Fedeeral, sob a forma do Projeto de Decreto Legislativo 1034/09, que ainda será submetido ao Plenário antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://familiascania.files.wordpress.com/2009/04/visto-americano-12.jpg" alt="http://familiascania.files.wordpress.com/2009/04/visto-americano-12.jpg" /></p>
<p><span style="font-size: small;">A validade dos vistos para viagens aos Estados Unidos deverá ser estendida de cinco para dez anos. A medida consta de acordo bilateral aprovado nesta quinta-feira (11) pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE)</span><span style="font-size: small;"> do Senado Fedeeral</span><span style="font-size: small;">, sob a forma do Projeto de Decreto Legislativo 1034/09, que ainda será submetido ao Plenário antes de ser enviado à promulgação.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo o acordo, a ampliação do período de validade dos vistos valerá tanto para os brasileiros que viajarem aos Estados Unidos quanto para os cidadãos norte-americanos que viajarem ao Brasil. O período de 10 anos, de acordo com o documento, passará a valer para os que viajam a turismo ou a negócio, &#8220;para ingressar, transitar, permanecer e deixar o território do outro Estado, dentro de períodos de permanência definidos em suas respectivas legislações nacionais&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">- Trata-se de acordo destinado a facilitar o fluxo de viajantes entre os dois países, com a adoção de medida de caráter prático e que irá beneficiar significativos contingentes de pessoas, obrigadas a constantes deslocamentos entre os dois países &#8211; disse o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), relator do projeto e presidente da comissão.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na opinião do senador, a ampliação do prazo de validade dos vistos permitirá maior intercâmbio entre os dois países e tornará mais fácil a atividade de &#8220;inúmeros agentes econômicos&#8221; que circulam entre o Brasil e os Estados Unidos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O acordo possibilitará ainda, para Azeredo, o início de uma &#8220;distensão bilateral em relação às políticas nacionais adotadas pelos dois países, agravadas pela exigência brasileira de vistos para cidadãos norte-americanos e pela rigorosa forma de admissão de brasileiros em território norte-americano&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Marcos Magalhães / Agência Senado</span><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>MARDI GRAS &#8211; O CARNAVAL DE NEW ORLEANS</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 03:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[New Orleans]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maria Isabel Matins A pergunta que todos me fizeram quando eu estava lá: &#8220;O carnaval do Brasil e parecido com o nosso?&#8221; me levou diretamente a uma comparação. Talvez não exista outro carnaval tão parecido e ao mesmo tempo tão diferente do carnaval do Brasil como o carnaval de New Orleans, principalmente se comparado [...]]]></description>
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<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/mardi-gras-o-carnaval-de-new-orleans/death-rides-george-w-bush-with-a-lure-of-oil/' title='Death rides George W. Bush with a lure of oil'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Death-rides-George-W.-Bush-with-a-lure-of-oil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto: Infrogmation" title="Death rides George W. Bush with a lure of oil" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/mardi-gras-o-carnaval-de-new-orleans/french-quarter-moon-walk-riverfront-new-orleans-mardi-gras-day/' title='French Quarter Moon Walk riverfront, New Orleans, Mardi Gras Day'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/02/French-Quarter-Moon-Walk-riverfront-New-Orleans-Mardi-Gras-Day-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto: Infrogmation" title="French Quarter Moon Walk riverfront, New Orleans, Mardi Gras Day" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/mardi-gras-o-carnaval-de-new-orleans/mardi-gras-in-new-orleans/' title='Mardi Gras in New Orleans'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Mardi-Gras-in-New-Orleans-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto: Infrogmation" title="Mardi Gras in New Orleans" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/mardi-gras-o-carnaval-de-new-orleans/mardi-gras-on-napoleon-av-in-new-orleans-during-the-all-female-iris-parade-2009/' title='Mardi Gras on Napoleon Av in New Orleans, during the all-female Iris Parade, 2009'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Mardi-Gras-on-Napoleon-Av-in-New-Orleans-during-the-all-female-Iris-Parade-2009-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto: Ray Devlin" title="Mardi Gras on Napoleon Av in New Orleans, during the all-female Iris Parade, 2009" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/mardi-gras-o-carnaval-de-new-orleans/new-orleans-mardi-gras-parade-on-canal-street-c-1960s/' title='New Orleans Mardi Gras parade on Canal Street, c 1960s'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/02/New-Orleans-Mardi-Gras-parade-on-Canal-Street-c-1960s-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto: Infrogmation" title="New Orleans Mardi Gras parade on Canal Street, c 1960s" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/mardi-gras-o-carnaval-de-new-orleans/the-tucks-mardi-gras-parade-on-st-charles-new-orleans-2009-probably-the-best-and-most-varied-parade-of-the-entire-season-2/' title='The Tucks Mardi Gras Parade on St Charles, New Orleans, 2009. Probably the best and most varied parade of the entire season'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/02/The-Tucks-Mardi-Gras-Parade-on-St-Charles-New-Orleans-2009.-Probably-the-best-and-most-varied-parade-of-the-entire-season-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto: Ray Devlin" title="The Tucks Mardi Gras Parade on St Charles, New Orleans, 2009. Probably the best and most varied parade of the entire season" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/mardi-gras-o-carnaval-de-new-orleans/the-tucks-mardi-gras-parade-on-st-charles-new-orleans-2009-probably-the-best-and-most-varied-parade-of-the-entire-season/' title='The Tucks Mardi Gras Parade on St Charles, New Orleans, 2009. Probably the best and most varied parade of the entire season.'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/02/The-Tucks-Mardi-Gras-Parade-on-St-Charles-New-Orleans-2009.-Probably-the-best-and-most-varied-parade-of-the-entire-season.-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Foto: Ray Devlin" title="The Tucks Mardi Gras Parade on St Charles, New Orleans, 2009. Probably the best and most varied parade of the entire season." /></a>

<p><strong><span style="font-size: medium;">Por Maria </span></strong><strong><span style="font-size: medium;">Isabel</span></strong><strong><span style="font-size: medium;"> Matins</span></strong></p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1756dgvmwjg2_b" alt="Maria Isabel" width="156" height="173" /></p>
<p>A pergunta que todos me fizeram quando eu estava lá: &#8220;O carnaval do Brasil e parecido com o nosso?&#8221; me levou diretamente a uma comparação.</p>
<p>Talvez não exista outro carnaval tão parecido e ao mesmo tempo tão diferente do carnaval do Brasil como o carnaval de New Orleans, principalmente se comparado ao do Nordeste.</p>
<p>E uma verdadeira multidão brincando pelas ruas, camelos que se espalham por toda a cidade; muitas pessoas, mas muitas mesmo, bebendo algumas diferentes misturas alcoólicas, degustando a excelente comida local, assistindo a shows particulares de exibicionistas solitários, curtindo música, assistindo desfile de carros, liberando seus sentimentos e uma energia sem fim que começa bem cedo do dia e se estende noite adentro. Esta e a essência do carnaval do Brasil e esta e a essência do carnaval de New Orleans.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Parada Zulu em News Orleans, ano 2008 (Foto: G. J. Charlet III)" src="http://farm3.static.flickr.com/2319/2244948599_d8c1d49f16.jpg" alt="http://farm3.static.flickr.com/2319/2244948599_d8c1d49f16.jpg" width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">Parada Zulu em News Orleans, ano 2008 (Foto: G. J. Charlet III)</p></div>
<p>Mas o que ha de diferente, então?! O carnaval de New Orleans e único nos Estados Unidos e, a exemplo dos carnavais europeus desde os séculos passados, as pessoas usam mascaras; praticamente todos que desfilam nos carros alegóricos e muitos dos que estão nas ruas. Sao mascaras diferentes das nossas (No Brasil, com exceção de uma cidade, cujos foliões são &#8220;mascarados e caretas&#8221;, não se tem conhecimento de outro carnaval idêntico).</p>
<p>Os carros alegóricos distribuem, digo, jogam milhares de beads &#8211; um colar de bolinhas plásticas, confeccionados em diferentes tamanhos e cores brilhantes. As cores-símbolo do Mardi Gras são verde, amarelo e roxo, simbolizando fé, poder e justiça, respectivamente. Também das sacadas as pessoas se divertem e divertem o publico passante jogando beads (dica: não caia na tentação de comprá-los, a não ser que você queira algum muito especial; não faca como eu, marinheiro de primeira viagem, que me emocionei logo na chegada e sai comprando beads e então logo em seguida me dei conta que se consegue muitos beads for free).Outros brindes são jogados, mas a vedete são os beads. O maior objetivo e uma das maiores diversões consiste em tentar pegar o maior numero possível destes colares. E divertido ver e participar da multidão adulta tentando apanhar muitos beads, que não possuem valor algum, mas, como crianças, querem pega-los pelo simples fato de mostrar quem consegue mais; e também porque e dado de graça, claro! A coluna enverga e o pescoço dói devido ao peso, mas e um &#8220;orgulho&#8221; exibir muitos beads.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Foliões exibindo os Beads (Foto: Redfilter25)" src="http://farm1.static.flickr.com/32/60071701_2aac13ec8f.jpg" alt="http://farm1.static.flickr.com/32/60071701_2aac13ec8f.jpg" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Foliões exibindo os Beads (Foto: Redfilter25)</p></div>
<p>A musica também e diferente. Jazz e a marca registrada de New Orleans e os Blues, muito apreciados. Mas eles desenvolveram um ritmo diferente tocado mais especialmente em Mardi Gras: e uma mistura incrível que tem a influência creole direta (creole é a mistura de franceses com negros). E um som energético, divertido e gostoso mixando diversos ritmos e instrumentos, incluindo a gaita; lembra bem de leve o nosso samba, pois da para sacudir as cadeiras e os ombros num passo parecido, mas não da para comparar realmente.</p>
<p>Mardi Gras, que significa a terça-feira gorda de carnaval, traduzida do francês, e mesmo o ultimo dia de carnaval que encerra uma festa que começou em torno de 15 dias antes. Esta festa considerada a maior festa popular gratuita dos Estados Unidos, e talvez do mundo (Gratuita? Eu diria nem tanto, pois não há período mais caro para se ir a New Orleans) começa muito antes, já em janeiro, dependendo do calendário de cada ano, indo num crescente ate seu encerramento. Os quatro últimos dias são reservados para os maiores e mais importantes desfiles, os mais ricos carros alegóricos e o maior numero de bandas marciais. Ah, sim, isto e um detalhe muito particular do Mardi Gras: as bandas não são de musicas para dançar, mas são de bandas marciais que podem ser de escolas publicas, da polícia, dos militares, da guarda-maritíma e sempre acompanhadas de cheerleaders &#8211; aquelas meninas imitando bailarinas que sempre acompanham as bandas com diferentes coreografias. Para nos, brasileiros, tao acostumados a dançar no carnaval, isto soa um pouco estranho. Carnaval sem dança parece não ser carnaval, mas Mardi Gras em New Orleans e tão especial que dança não chega a fazer falta. Ate porque se pode fazê-lo nos lugares onde esta acontecendo algum show espontâneo.</p>
<p>Você conseguiu ver a diferença, ou as diferenças? São poucas e marcantes.</p>
<p>Mas a cidade de New Orleans não é só isso. Se você não curte o carnaval, ou se quer ao mesmo tempo conhecer um pouco mais a cidade, há muito para se ver e fazer por lá. New Orleans e festa o ano inteiro. E sinônimo de musica, de noite festiva, de boemia.</p>
<p>O French Quarter e o bairro que reúne o maior número de bons restaurantes, bares, musica, shows e arquitetura. Um passeio a pe ou de carruagem (US$ 10.00/pessoa) neste bairro para apreciar a belissima arquitetura dos prédios antigos, fará você se sentir na Europa &#8211; a propósito N.O. e tida como a cidade mais européia dos Estados Unidos.</p>
<p>Você pode curtir a House of Blues &#8211; o nome ja diz tudo -, na Decatur St. No romântico Café du Monde, nessa mesma avenida, você saboreia um delicioso café acompanhado de algo como um donuts muito famoso, que se chama beignet, e atrás desse mesmo local podem ainda ser apreciados shows de bandas e músicos locais, gratuitamente. Para experimentar frutos do mar no estilo creole &amp; cajun voce deve ir ao Felix&#8217;s Restaurante, na Bourbon St. &#8211; peca ostras a Rockefeler e Bienville, você nunca mais vais esquecer. No Café Pontalba, na Saint. Charles St. com Saint Peter, você pode provar um Cajun Combination, que reúne Jambalaya, Gumbo e outras especialidades.O que e isso? Você tem que ir lá e descobrir por si mesmo.</p>
<p>Ainda no French Quarter voce pode comer, ou tentar comer, um super sanduíche que tem o nome de Muffuletta, a base de diversos embutidos, azeitonas e alguma coisa mais não identificável, num enorme e delicioso pão redondo. Se você não e um comilão convicto, nao se acanhe em pedir só a metade que, neste caso e US$ 5.00. O original você encontra na Central Grocery Co., na Decatur St.</p>
<p>O Hurricane, uma tradicional bebida a base de rum, suco de frutas e outros venenos, pode ser encontrado em todos os bares, mas NAO compre nos &#8220;bares camelos&#8221;, pois as misturas são meio-falsificadas. Para aqueles que gostam de café com licor e outras &#8220;cachaças&#8221; mais, esta reservado o Café Jamaicano, encontrado nas boas casa do ramo.</p>
<p>Os que gostam de muita companhia, alegria e fervo, devem ir ate a Bourbon St., onde, a noite, não se consegue nem andar, tal e a aglomeração de pessoas; e os amantes de antiguidades &#8211; aqueles a quem Deus deu bom gosto e muito dinheiro &#8211; devem se dirigir a Royal St., especializada nesta atividade.</p>
<p>Uma foto a moda antiga (na St. Ann St, por US$ 14.00 em media) fará você se sentir no passado tornando ainda mais divertida a sua estada em N.O.</p>
<p>O passeio de trolley pelo Riverfront pode não ser o mais interessante, mas certamente e uma facilidade para levar você de downtown ate o French Quarter por US$ 1.25 quando você já estiver cansado. Este trecho e mais ou menos oito quadras.</p>
<p>Você pode tentar a sorte num cassino (ha um no centro da cidade), mas não se emocione ou não terá dinheiro para distribuir pelas ruas como forma de agradecer os momentos emocionantes ou hilários proporcionados pelos muitos shows individuais que terão lugar em todas as esquinas e praças. A propósito, a praça na frente da Catedral, no coração do French Quarter, e o lugar apropriado para ver como anda a sua sorte na leitura da mão ou taro, fazer uma pintura no rosto (em torno de US$ 10.00), fazer massagem, comprar quadros de pintores desconhecidos e outras artes, fazer a sua engraçada caricatura, ver dezenas de shows se desenvolvendo ao mesmo tempo, ou simplesmente para observar a uma enorme multiplicidade de pessoas que por ali passa.</p>
<p>Num passeio de barco paddlewheeler no Rio Mississipe (US$ 11.00 a 15.00) pela manha você poderá apreciar o fog que vem do rio em direção a cidade deixando suas margens e adjacências cobertas de um véu transparente tornando-a ainda mais romântica.</p>
<p>Passeie, observe, deslumbre-se, explore, coma, beba, escute, delicie-se, romanceie. Esta e New Orleans e este e o French Quater, na minha opinião um dos melhores lugares na Terra para se curtir a vida em sua plenitude.</p>
<p>Quando você conseguir sair dai vá ate a Canal St &#8211; a principal no centro da cidade &#8211; com a Carandole St e pegue o Street Car, o mais antigo trolley em uso continuo no mundo desde sua instalação em 1893, para um passeio pela St. Charles St., idade e volta de 2 horas por US$ 2.50. Você ainda pode descer e passear pelo District Garden, onde mansões e jardins deslumbrantes se espalham por todo o bairro fazendo você se perder em sonho e encantamento.</p>
<p>Enquanto estiver esperando o desfile na Cabal St., vá até o Popeys e peca o prato Creole Chicken Etouffee (US$ 5.00 com o refrigerante); e a melhor opção para restabelecer a energia de qualquer humano.</p>
<p>Em final de fevereiro a temperatura e muito agradável &#8211; em torno de 20C, mas as estatísticas informam que outubro e perfeito por ter sol durante todo o mês.</p>
<p>Para o carnaval ha que se levar em conta o preço de tudo que tem um aumento considerável, assim como o tráfego que e intenso desde o aeroporto (distante 30min do centro da cidade). Faça a reserva com uns dois meses de antecedência, ou mais, para não correr o risco de só conseguir hotel em outra cidade próxima, o que vai encarecer ainda mais seu orçamento.</p>
<p>Se o hotel não oferecer traslado, o preço de shuttle oficial do aeroporto ate o centro e US$ 10.00. O cab, a noite, e coisa rara alem de fazer valer a lei da oferta e da procura.</p>
<p>Jazz e Blues, substanciosa comida creole &amp; cajun, French Quarter, passeio de barco pelo Rio Mississipi e passeio de trolley pela St. Charles St.), sao programas imperdíveis.</p>
<p>E ainda tem mais, pois eu mesma não consegui fazer tudo.</p>
<p>Brasileiro? Não vi nenhum, mas certamente havia mais algum perdido &#8211; ou bem achado por lá, como eu.</p>
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		<title>Três formas de conhecer o mais fabuloso caos</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Caos]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>

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		<description><![CDATA[Na garupa de um riquixá, a pé ou no lombo de um elefante, a Índia é pura e simplesmente arrebatadora As três formas de conhecer o país NOVA DÉLHI - Por enquanto, a rua é larga e o apito ardente da buzina não cessa. Da garupa do riquixá, vejo o motorista jovem e franzino levantar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Camila Anauate/AE" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1740cm85c946_b" alt="As três formas de conhecer o país" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Camila Anauate/AE</p></div>
<p><strong>Na garupa de um riquixá, a pé ou no lombo de um elefante, a Índia é pura e simplesmente arrebatadora</strong></p>
<p><strong><span style="font-size: large;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">As três formas de conhecer o país</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">NOVA DÉLHI</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Por enquanto, a rua é larga e o apito ardente da buzina não cessa. Da garupa do riquixá, vejo o motorista jovem e franzino levantar, fazer uma força quase sobrenatural e pedalar. Levanta e pedala e tira fino dos carros, das motos, das bicicletas. Da vaca. Não, a mãe vaca é sagrada. Para, dá a preferência. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nem pense em fechar os olhos, leitor, isso é melhor que montanha-russa. Os tuc tucs passam a milhão. Buzinam para as charretes, para as pessoas levando mercadorias na cabeça. Para fazer graça. Pedestres atravessam e nem olham. O condutor levanta, quase tomba para a direita, desvia rapidamente. E isso na mão inglesa que eles adotaram </span><span style="font-size: small;">em Nova Délhi. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fica</span><span style="font-size: small;"> fácil entender por que os guias insistem em dizer que para dirigir na Índia é preciso bons freios, boa buzina e boa sorte. Acrescente jogo de cintura. Tudo anda junto &#8211; e misturado. Semáforos? Para quê? Se estão lá, são meros figurantes. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O condutor franzino vira bruscamente à esquerda e entra nos becos de Chandni Chowk, no coração de Old Délhi. Carros não passam nas ruas minúsculas da região, mas o congestionamento impressiona. É como se os 17 milhões de habitantes da capital estivessem todos ali. Nas casas, nos barracos, nas lojas, sob o novelo de fios elétricos. O riquixá segue entre sáris, bananas e moscas. Uma profusão de cores. E cheiros. Do incenso ao escapamento.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">As vielas de Chandni Chowk formam um imenso bazar. Conforme o condutor pedala, vitrines lotadas de pashminas, tapetes, turbantes e ouro, muito ouro, passam como borrões. Hindus e muçulmanos acenam, sentados à porta das lojas, comendo samosa e bebendo tchai. Dá vontade de pular do riquixá e começar logo a pechincha, hábito secular. Na verdade, nem precisa descer do veículo. Se você esticar o braço, consegue agarrar aquele lenço de seda em troca de pouquíssimas rupias jogadas ao vendedor. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Aos poucos, o riquixá vai se desvencilhando desse nó. As cores, os cheiros, o barulho, a buzina. Tudo perde força. Um último suspiro diante da Mesquita Jama Masjid. Há um certo controle no caos.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">MAIS UMA VOLTA</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Já que o passeio termina diante da maior mesquita da Índia, tire os sapatos e cubra-se para conhecer seu interior. Quando chegar ao último degrau da escadaria, o espanto será inevitável. Um grande pátio com pilares e arcos rodeia os três domos de mármore e os dois minaretes da Jama Masjid. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fiéis lavam os pés na dukka antes dos rituais. Outros sentam nos corredores esperando esmolas. A revoada de pombas faz barulho. Depois de dar uma volta, tudo o que dá para fazer é subir no minarete. Dali, sim, uma vista incrível dos becos de Old Délhi. E da confusão em que você se meteu de riquixá. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Lá embaixo, o condutor ainda está aguardando. Por mais gorjeta ou outra volta. Siga com ele para o bairro de Nova Délhi. Mas combine o preço antes: 100 rupias é um valor médio para qualquer canto da cidade. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Pelo caminho, mesquitas, monumentos e mil outros riquixás. Alguns passam lotados de crianças uniformizadas. Além de perua escolar, o veículo serve de casa. A maioria dos motoristas aluga as bicicletas e suas carrocerias para trabalhar e dormir &#8211; Nova Délhi tem o metro quadrado mais caro do país. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A voltinha </span><span style="font-size: small;">em Nova Délhi</span><span style="font-size: small;"> é outra experiência. Uma Índia como nunca se imagina. Avenidas largas e arborizadas, hotéis de luxo, mansões inglesas da década 1930. Tem até um Arco do Triunfo (Porta da Índia) e um templo em formato de lótus. Mas nada com tanta graça. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">NA INTERNET</span></strong> <span style="font-size: medium;"> </span><br />
<span style="font-size: small;">No completíssimo www.incredibleindia.org você encontra todas as informações necessárias para organizar a viagem e alguns vídeos interessantes sobre o país. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nós já visitamos outras regiões da Índia, como Mumbai, coração de Bollywood, e Goa, que mais parece um pedacinho de Portugal. Reportagens e fotos estarão disponíveis hoje no blog do Viagem: blogs.estadao.com.br/viagem</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">O Estado de S.Paulo</span></strong></p>
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