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	<title>Blog de Maurílio &#187; Trabalho</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Tempo dedicado aos filhos está aumentando, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Pais que trabalham fora vivem sofrendo porque não veem seus filhos o suficiente. Mas um novo e surpreendente estudo descobriu que mães e pais estão se saindo melhor do que eles mesmos pensam, passando muito mais tempo com suas famílias do que os pais de gerações anteriores. O estudo, realizado por dois economistas da Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_x0cNvHLRgVk/Ss3i_0sUXQI/AAAAAAAAPvc/0P58dF4OTcs/s320/Pais_e_filhos.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_x0cNvHLRgVk/Ss3i_0sUXQI/AAAAAAAAPvc/0P58dF4OTcs/s320/Pais_e_filhos.jpg" /></p>
<p><strong>Pais que trabalham fora vivem sofrendo porque não veem seus filhos o suficiente. Mas um novo e surpreendente estudo descobriu que mães e pais estão se saindo melhor do que eles mesmos pensam, passando muito mais tempo com suas famílias do que os pais de gerações anteriores. </strong></p>
<p>O estudo, realizado por dois economistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, analisa uma dúzia de pesquisas de como os americanos afirmam usar seu tempo, realizadas em diferentes períodos entre 1965 e 2007. O estudo relata que a quantidade de tempo dedicado aos cuidados com as crianças por parte dos pais em todos os níveis de renda &#8211;e especificamente para as pessoas com nível universitário&#8211; aumentou &#8220;dramaticamente&#8221; desde meados da década de 1990 (as descobertas feitas pelos economistas Garey Ramey e Valerie A. Ramey, marido e mulher, aparecem num artigo apresentado em março numa conferência do Brookings Institution, em Washington).</p>
<p>Antes de 1995, as mães passavam uma média de 12 horas por semana atendendo às necessidades dos filhos. Até 2007, esse número tinha aumentado para 21,2 horas por semana para mulheres com instrução universitária e 15,9 horas para aquelas sem formação superior.</p>
<p>Embora as mães ainda sejam responsáveis por grande parte das tarefas de cuidar dos filhos, os pais também registraram ganhos acentuados: passaram para 9,6 horas semanais para homens com educação universitária, mais que o dobro do número de 4,5 horas de antes de 1995; e para 6,8 horas para os demais homens, contra 3,7 anteriormente, segundo uma análise adicional de Betsey Stevenson e Dan Sacks, economistas do Wharton School, da Universidade da Pensilvânia.</p>
<p>Pesquisadores sobre a família afirmam que a notícia deveria trazer alívio para pais que trabalham fora e se sentem culpados.</p>
<p>&#8220;Os pais sentem que não passam tempo suficiente com as crianças&#8221;, afirmou Ellen Galinsky, presidente do Families and Work Institute, em Nova York, que conduz pesquisas sobre a força de trabalho. &#8220;Eles temem que estejam em falta com os filhos. Nunca encontrei um grupo de pais que acredita passar tempo suficiente com as crianças&#8221;.</p>
<p>Embora estudos anteriores tenham mostrado um aumento no tempo passado pelos pais com seus filhos na década de 1990, o estudo dos Ramey é importante porque associa muitas pesquisas sobre o uso do tempo e também desmembra dados por idade da criança e nível de instrução.</p>
<p>O aumento do tempo dedicado aos filhos é apenas um dos aspectos da família americana que está mudando. Os casais estão, em geral, esperando mais tempo para se casar e começar a ter filhos. Os índices de divórcio estão caindo geração após geração.</p>
<p><strong>Casamento moderno</strong></p>
<p>É notável o fato de que as crianças não são mais amplamente vistas como essenciais para um casamento feliz. Em 1990, 65% dos americanos disseram que as crianças eram &#8220;muito importantes&#8221; para um casamento de sucesso, mas até 2007 o número de adultos que concordaram com essa frase tinha caído para 41%, segundo uma pesquisa do Pew Research Center.</p>
<p>Na verdade, o aumento no tempo dedicado aos filhos diz mais sobre o casamento moderno do que sobre práticas modernas de cuidados com as crianças, disse Stevenson. Ela observa que, entre os pais com educação superior, duas horas ou duas horas e meia do tempo aumentado dedicado às crianças ocorrem quanto ambos os pais estão presentes. &#8220;Todos entram no carro&#8221;, ela disse, &#8220;e mãe e pai animam a criança&#8221;.</p>
<p>Isso pode refletir um aumento no que Stevenson chama de &#8220;casamento hedonista&#8221;, no qual os casais dividem responsabilidades do lar e de trabalho para que possa passar mais tempo junto.</p>
<p>Em contraste, casais de gerações anteriores geralmente tinham papéis &#8220;especializados&#8221; que tendiam a separá-los &#8211;o marido trabalhava fora para sustentar a família e a mulher ficava em casa para cuidar das crianças.</p>
<p>&#8220;Estamos vendo um aumento de casamentos onde se escolhe pessoas com as quais gostamos de fazer atividades&#8221;, disse Stevenson. &#8220;Então, não é surpresa que comecemos a ver que algumas atividades que queremos fazer juntos envolvam nossos filhos&#8221;.</p>
<p><strong>Outras tarefas</strong></p>
<p>Mas de onde vem esse tempo extra com os filhos? As mulheres, especificamente, estão passando menos tempo cozinhando e limpando a casa, enquanto os homens estão trabalhando menos horas no escritório. Um relatório de 2007 do &#8220;The Quarterly Journal of Economics&#8221; mostrou que o tempo de lazer entre homens e mulheres aumentou de quatro para oito horas semanais, entre 1965 e 2003.</p>
<p>Notavelmente, os dados do estudo do casal Ramey não contabiliza as horas que as mães e os pais passavam &#8220;perto&#8221; dos filhos &#8211;na mesa de jantar, por exemplo, ou quando as crianças brincavam sozinhas. Em vez disso, a pesquisa rastreia atividades específicas nas quais o pai ou mãe está diretamente envolvido com a criança.</p>
<p>&#8220;É levá-las para a escola, ajudar com a lição de casa, dar banho, brincar de pega-pega no quintal&#8221;, disse um coautor do artigo sobre o tempo de lazer, Erik Hurst, economista da University of Chicago Booth School of Business. &#8220;Essas são as atividades que aumentaram nos últimos 15 ou 20 anos.&#8221;</p>
<p>Galinsky observa que, embora pais que trabalham fora normalmente se sintam culpados por não passar mais tempo em casa, as crianças muitas vezes têm uma reação diferente. Num estudo publicado como &#8220;Pergunte às Crianças&#8221; (Harper, 2000), ela perguntou a mais de mil crianças sobre seu &#8220;maior desejo&#8221; em relação aos pais. Embora os pais esperassem que seus filhos pedissem mais tempo em família, as crianças queriam algo diferente.</p>
<p>&#8220;As crianças tiveram maior probabilidade de desejar que os pais estivessem menos cansados e menos estressados&#8221;, afirmou Galinsky.</p>
<p>New York Times</p>
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		<title>Férias trazem mais satisfação do que bens materiais, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo cientistas americanos, pessoas tendem a comparar menos suas experiências com a de outros. Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que gastar dinheiro em &#8220;experiências&#8221;, como férias ou festas, faz as pessoas mais felizes do que a compra de bens materiais. Em artigo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, psicólogos da Cornell [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://studiofm.com.br/blogs/regisportanova/files/ferias.jpg" alt="http://studiofm.com.br/blogs/regisportanova/files/ferias.jpg" /></p>
<p><strong>Segundo cientistas americanos, pessoas tendem a comparar menos suas experiências com a de outros.</strong></p>
<p>Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que gastar dinheiro em &#8220;experiências&#8221;, como férias ou festas, faz as pessoas mais felizes do que a compra de bens materiais.</p>
<p>Em artigo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, psicólogos da Cornell University, em Nova York, dizem que ao avaliar outras oito pesquisas, perceberam que o ser humano tende a comparar seus bens com os de outras pessoas.</p>
<p>Por isso, segundo os cientistas, as experiências trazem mais satisfação, já que são mais pessoais e difíceis de serem comparadas.</p>
<p>&#8220;Imagine que você compra uma TV de tela plana, e está  feliz com ela. Mas aí você vem à minha casa e eu tenho uma TV com uma imagem maior e melhor. Isso vai decepcionar e chatear você&#8221;, explicou Thomas Gilovich, um dos autores do estudo.</p>
<p>&#8220;Mas se você for de férias para o Caribe e eu também, você tem as suas memórias &#8211; sua conexão única com o Caribe &#8211; que ninguém mais tem e que fez as suas férias especiais&#8221;, afirma.</p>
<p>Ainda segundo o estudo, a decisão de gastar dinheiro com uma &#8220;experiência&#8221; é mais fácil de ser tomada do que a de um bem material.</p>
<p>Além disso, de acordo com os autores, quando as pessoas compram algo, elas tendem a ficar ruminado sobre as outras alternativas de que tinham à disposição ou a continuar comparando o que têm com o que não puderam comprar.</p>
<p>&#8220;Os resultados que obtivemos mostram que a compra de uma &#8216;experiência&#8217; leva mais à sensação de bem-estar&#8221;, disse Gilovich.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Projetos que beneficiam grávidas no trabalho são aprovadas na CAS</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 11:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[O blog em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (10) dois projetos de lei que beneficiam as grávidas. O PLS 48/08 permite às estudantes grávidas interromper por três meses o estágio que estejam fazendo. Já o PLS 533/09 prevê que a notificação de gravidez poderá interromper o decurso de prazo de aviso prévio. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.essentialbaby.com.au/2009/05/12/514623/pregnant_work_420w-420x0.jpg" alt="http://images.essentialbaby.com.au/2009/05/12/514623/pregnant_work_420w-420x0.jpg" /></p>
<p>A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (10) dois projetos de lei que beneficiam as grávidas. O <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=84066" target="_blank">PLS 48/08</a> permite às estudantes grávidas interromper por três meses o estágio que estejam fazendo. Já o <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=94349" target="_blank">PLS 533/09</a> prevê que a notificação de gravidez poderá interromper o decurso de prazo de aviso prévio. Ambas as matérias foram votadas em <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm">decisão terminativa</a>.</p>
<p>De acordo com o PLS 48/08, de autoria do ex-senador Expedito Júnior, fica garantido o recebimento de salário-maternidade para a estudante grávida que seja segurada facultativa do Regime Geral de Previdência Social. O relator da matéria na CAS foi o senador Papaléo Paes (PSDB-AP).</p>
<p>O PLS 533/09 foi apresentado pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e também foi relatado por Papaléo Paes. No texto aprovado nesta quarta (com modificações propostas pelo relator), determina-se que &#8220;a confirmação do estado de gravidez advindo no curso do contrato de trabalho, ainda que durante o prazo do aviso prévio trabalhado ou indenizado, garante à empregada gestante a estabilidade provisória prevista no art. 10, II, b, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias&#8221;.</p>
<p>Ricardo Koiti Koshimizu / Agência Senado</p>
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		<title>Funcionária processa supervisor que solta gases demais</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/funcionaria-processa-supervisor-que-solta-gases-demais/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Flatulência]]></category>
		<category><![CDATA[Processo]]></category>
		<category><![CDATA[Relações]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma empregada do Seminário Teológico Judeu de Nova York disse que seu chefe fede. Roberta Feinsmith, 67, está processando seu supervisor, Alan Cooper, por ele emitir “estouros constantes de flatulência” no trabalho. O processo também cita os berros e xingamentos constantes de Cooper no escritório. Feinsmith contou que não aprovava o comportamento do chefe, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 321px"><img title="A flatulência de Cooper está incomodando seus subordinados. " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1688fgbfs7d3_b" alt="A flatulência de Cooper está incomodando seus subordinados." width="311" height="250" /><p class="wp-caption-text">A flatulência de Cooper está incomodando seus subordinados. </p></div>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Uma empregada do Seminário Teológico Judeu de Nova</span><span style="font-size: medium;"> York disse que seu chefe fede.</span><br />
Roberta Feinsmith, 67, está processando seu supervisor, Alan Cooper, por ele emitir “estouros constantes de flatulência” no trabalho.<br />
O processo também cita os berros e xingamentos constantes de Cooper no escritório.<br />
Feinsmith contou que não aprovava o comportamento do chefe, e descobriu que ele havia mandado um email aos funcionários mais velhos do seminário, sugerindo que eles pedissem demissão.<br />
Na mensagem, ele teria dito que os &#8220;baby boomers&#8221; – pessoas nascidas logo após a Segunda Guerra Mundial – criaram um gargalo no mundo do trabalho, frustrando os mais jovens e talentosos.<br />
No dia seguinte, Cooper despediu Feinsmith.<br />
Mas para ela, o pior eram os gases fedorentos que o chefe soltava sem parar.<br />
O processo está correndo na justiça americana.</p>
<p>POP NEWS</p>
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		<title>Durante o trabalho é possível alongar a musculatura</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 10:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ginástica Laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo sabe que o alongamento é importante para o corpo. O difícil é ver alguém fazendo exercício no carro, no trabalho. Veja dicas simples de como melhorar a sua flexibilidade e seus movimentos. Anda&#8230; Corre&#8230; Levanta peso&#8230; Arrasta mala&#8230; Pendura mochila&#8230; Embarca para viagens longas sentado dentro de um ônibus.. Trabalha em pé por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Laboral" src="http://i532.photobucket.com/albums/ee323/mundodastribos/ExercciosGinasticaLaboral.jpg" alt="" width="354" height="300" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">Todo mundo sabe que o alongamento é importante para o corpo. O difícil é ver alguém fazendo exercício no carro, no trabalho. Veja dicas simples de como melhorar a sua flexibilidade e seus movimentos.</span></strong></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Anda&#8230; </span></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Corre&#8230; </span></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Levanta peso&#8230; </span></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Arrasta mala&#8230; </span></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Pendura mochila&#8230; </span></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Embarca para viagens longas sentado dentro de um ônibus.. </span></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Trabalha em pé por horas e horas. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Vida comum, vida moderna, que ataca o corpo da gente! </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Dor nas pernas, dor lombar (chamada dor na coluna), dor no pescoço, muitas vezes podem ser diminuídas e até mesmo evitadas se a pessoa pratica o alongamento que não é só para os atletas. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Depois da caminhada no calçadão&#8230; Alongamento&#8230; Mas não da melhor maneira. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">&#8220;Esse movimento de balançar que as pessoas fazem não é correto. O importante é você juntar as pernas, flexionar um pouco o joelho, descer devagar&#8230; Quando chegar ao máximo da amplitude, conte até 10 e depois retorne lentamente. E não ficar balançando&#8230;&#8221;, explica Giácomo di Gesú Filho, professor de educação física.</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Francisco, que trabalha de pé por horas seguidas, aprendeu como superar as dores comuns a quem se esforça como ele. Bastam de três a cinco minutos. E estas dicas servem para todos nós.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Agora, atenção: quem passa, como Eduardo, por seis, oito, até mesmo trinta horas dentro de um ônibus ou de um carro, deve fazer os movimentos indicados pelo professor. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Ou seja, o inimigo existe. Mas você tem condições de derrotá-lo. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O professor de educação física disse que o mesmo alongamento pode ser repetido. É um tipo de exercício que aumenta a flexibilidade muscular e torna possíveis movimentos mais amplos. Segundo ele o ideal é começar aos doze anos de idade. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes. </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Edney Silvestre &#8211; Rio de Janeiro </span></strong></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">– Jornal Hoje</span></strong></span></p>
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		<title>Home office dá personalidade à casa e traz agilidade ao dia a dia</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Home Office]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Espaços bem planejados contribuem para que profissionais tomem as rédeas de suas carreiras sem sair de casa Zeca Wittner/AE Escritório da arquiteta Regina Strumpf, com abertura para o verde e a piscina. SÃO PAULO - Trabalhar em casa pode parecer o melhor dos mundos. Não se perde tempo no trânsito, é possível fazer o próprio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: medium none;" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1370gfgdkdc9_b" alt="Escritório da arquiteta Regina Strumpf, com abertura para o verde e a piscina." width="292" height="280" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">Espaços bem planejados contribuem para que profissionais tomem as rédeas de suas carreiras sem sair de casa</span></strong></span></p>
<p style="margin: 4pt 0pt 0pt 4pt;">
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Zeca Wittner/AE</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Escritório da arquiteta Regina Strumpf, com abertura para o verde e a piscina.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">SÃO PAULO</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">-</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Trabalhar em casa pode parecer o melhor dos mundos. Não se perde tempo no trânsito, é possível fazer o próprio horário e ficar mais com a família. Ainda dá para decorar o ambiente, trabalhar ouvindo música e vestir uma roupa confortável. Em contrapartida, é preciso ter muita disciplina, organização e tomar alguns cuidados para não se isolar – um dos pontos negativos da tendência dos home offices apontados por Ricardo Antunes, professor da Unicamp e especialista em sociologia do trabalho. Autor do livro Infoproletário – Degradação real do trabalho virtual (Ed. Boitempo), ele diz que o expediente caseiro pode marcar a quebra de laços sociais. “Transferir o trabalho produtivo para o ambiente doméstico é muito vantajoso para as empresas – que se isentam de um conjunto de benefícios ao trabalhador – cabe ao profissional tirar vantagem da situação”, afirma Antunes. </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Mas hoje em dia o espaço para escritório é presença quase obrigatória nos projetos arquitetônicos de casas e apartamentos. “Em breve, ele será tão essencial quanto o banheiro e os quartos. Muitos prédios já estão saindo da planta com home office”, salienta a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C + A Arquitetura e Interiores.</span></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Adaptar a casa para o trabalho requer planejamento. É preciso se ater a uma série de questões, como organização, iluminação e materiais (leia mais ao lado). “Seja qual for o propósito de transformar a morada em um substituto do escritório, ou na extensão dele, é muito importante criar um espaço funcional, aconchegante e livre de improvisos”, ensina a arquiteta.</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Se unir casa e trabalho já é difícil, misturar casa, trabalho, casamento, filho e cachorro é mais ainda. A solução encontrada pela figurinista Teka Paes de Carvalho, de 31 anos, e pelo designer Marko Brajovic, de 35, foi reformar o terceiro andar da casa e transformá-lo em um escritório acoplado. As paredes dos três antigos quartos foram derrubadas e o ambiente hoje abriga o ateliê de Teka. </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“A vantagem do projeto é que temos uma escada que leva ao escritório sem passar pela casa”, explica a figurinista, ressaltando a separação entre os dois ambientes. “Quando desço é como se saísse do escritório e chegasse em casa rapidamente”, comenta. “Tenho mais tempo para ficar com minha filha, de 3 meses, almoço em casa e participamos mais do trabalho um do outro.” Para abrigar o escritório de Marko, a varanda desse terceiro andar foi fechada com vidro e foi instalada uma extensa bancada que comporta até sete pessoas ao mesmo tempo.</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Enquanto alguns dão maior ênfase à instalação do home office e executam grandes reformas, outros adaptam a casa dentro de um orçamento menor, como fez a arquiteta Regina Strumpf. “A única alteração que fiz quando decidi trabalhar em casa foi colocar a mesa ao lado da janela para olhar a jabuticabeira e a água da piscina, que inspiram e acalmam”, diz. A desvantagem de não ter um ambiente exclusivo para o trabalho é o uso coletivo da sala, que acaba tirando parte da concentração de Regina. “O espaço também funciona como sala de TV da família e muitas vezes me desconcentro.”</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Mas, mesmo assim, a arquiteta, que durante anos foi diretora da loja de tecidos Formatex, adora trabalhar em casa e não se imagina mais em uma grande empresa. Usufruindo o máximo possível da tecnologia, ela mantem até uma estagiária à distância. “Trabalhamos muito bem separadas, nos falamos pelo telefone e pela internet, fazemos reuniões uma vez por semana e saímos juntas para acompanhar as obras”, conta.</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Assim como Regina, Flávia Pegorin, de 34 anos, não pretende parar de trabalhar </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">em casa. A</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> jornalista, que decidiu trocar a redação pela própria casa quando estava no quinto mês de gestação, diz que se adaptou muito bem à nova rotina. Primeiro, queria um bom quarto de trabalho, com uma prateleira grande, mas depois percebeu que o quarto ficava muito isolado da casa e não recebia luz natural. “Comprei uma escrivaninha, pintei a parede e mudei o escritório para a sala. Agora fico em um lugar onde bate sol e que tem a minha cara.” De qualquer forma, o escritório de Flávia é portátil. “Às vezes pego meu computador, com internet móvel, e vou trabalhar em um café.</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O executivo Lysandro Trotta, de 32 anos, cumpre seu expediente em casa e dirige uma empresa com 20 funcionários – em que todos fazem home office. Para ele, o importante é criar de fato um ambiente profissional. “Coloquei até uma plaquinha de ferro na porta com o nome da empresa.”</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A juíza Caren Cristina Fernandes, de 37 anos, não abre mão de ir ao fórum. “Gosto do ambiente de trabalho e, todas as tardes, presido audiências”, conta. Mesmo assim, ter um espaço de trabalho em casa é fundamental, ela admite. E como o trabalho de Caren se estende até a noite e nos fins de semana, a solução foi construir um espaço funcional em sua morada. “Precisava de um lugar para abrigar os livros, fazer despachos e elaborar sentenças.” Seu home office foi projetado ainda na planta. “Fiz essa exigência no projeto do apartamento”, explica. </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Seja como for, é possível tornar o ambiente profissional doméstico mais efetivo – se bem planejado – sem perder as vantagens de trabalhar onde se mora. </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Manual do home office</span></strong></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">1) Arrumar a casa é o primeiro passo para a montagem do escritório doméstico. Jogar fora coisas que não são mais usadas costuma liberar de 15% a 20% de espaço útil</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">2) Projetos de home office são elaborados de acordo como perfil de cada cliente – se ele vai realmente trabalhar em casa ou utilizar o escritório esporadicamente. É importante o arquiteto saber se o profissional mora sozinho, se tem filhos pequenos, se pretende dividir o espaço com assistentes ou se vai receber clientes e fornecedores </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">3) Após a definição do melhor local disponível na casa ou no apartamento, é preciso verificar as instalações elétricas, pois serão necessárias tomadas e pontos extras para telefone e conexão de banda larga</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">4) O projeto arquitetônico do home office tem de prever a acomodação de todos os recursos tecnológicos que o profissional vai usar – computador, fax, impressora e telefone – e estar pronto para futuras expansões </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">5) Falta de espaço não é desculpa para deixar de organizar o ambiente de trabalho. Em </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">3 m²</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">, por exemplo, é possível instalar uma bancada confortável, armário, prateleiras ou nichos e um gaveteiro sob a bancada</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">6) É importante optar pela fiação camuflada</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">7) É possível economizar energia com uma janela ampla, mas deve-se evitar instalar a bancada do computador contra a abertura – o reflexo da luz no monitor é prejudicial</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> <img src='http://maurilioferreiralima.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Para dar o acabamento geral, é importante escolher materiais de aparência leve e que sejam fáceis de limpar, como laminado melamínico no tampo da bancada</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">9) Móveis para escritório podem ser ergonômicos e de fácil manutenção. Mesas com desenho em ‘C’ ou ‘L’ evitam deslocamentos na cadeira. Bordas arredondadas não machucam o corpo e tampos opacos não refletem a luz</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">10) O ideal é que se tenha à disposição apenas o essencial para desempenhar as tarefas. Uma boa opção é instalar um painel magnético para lembretes e recados</span></span></p>
<p style="margin: 15pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: x-small;">Julia Contier, de O Estado de S. Paulo </span></strong></span></p>
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		<title>Idosos com serviços perigosos podem ter jornada de trabalho menor</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[O blog em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Leis]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Diminuição de jornada para serviços perigosos ou insalubres e exames médicos periódicos serão direito de trabalhadores com mais de 60 anos, de acordo com proposta aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (25). O projeto, de autoria da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) dando mais proteção aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Idosos" src="http://www.pmpf.rs.gov.br/servicos/geral/img/portal/smov006.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Diminuição de jornada para serviços perigosos ou insalubres e exames médicos periódicos serão direito de trabalhadores com mais de 60 anos, de acordo com proposta aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (25). O projeto, de autoria da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) dando mais proteção aos trabalhadores idosos. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Aprovada em </span></strong></span><a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm"><span style="color: #000000; font-family: Arial; text-decoration: none;"><strong><span style="font-size: small;">decisão terminativa</span></strong></span></a><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">, a proposta mantém a possibilidade de trabalho além do limite de oito horas diárias por meio de acordo coletivo. No entanto, prevê o projeto, o excesso de horas em um dia deve ser compensado pela diminuição em outro, com observação do limite máximo de 44 horas semanais. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Define ainda que, em caso de prorrogação do horário normal, é obrigatório um descanso de 30 minutos antes do período extraordinário do trabalho. O texto também determina a subtração de 30 minutos da jornada quando exercida em condições penosas, perigosas ou insalubres.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A proposição estabelece os limites de esforço permitido para o idoso em 20 quilos para o trabalho contínuo e em 25 quilos para o trabalho ocasional. Exige ainda a realização de exames médicos e oftalmológicos nos trabalhadores idosos, pagos pelo empregador, a cada seis meses e nas ocasiões de seu ingresso no emprego e de seu desligamento. Empregadores infratores, prevê o projeto, poderão ser penalizados com multas de R$ </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">300 a</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> R$ 3 mil. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O relator, senador Flávio Arns (PSDB-PR), retirou da proposta inicial de Lúcia Vânia a exigência de reserva de 5% das vagas para idosos nos cursos de profissionalização ministrados pelo chamado Sistema S (Senai, Senac, Senat e Senar). </span></span></p>
<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">De acordo com Arns, boa parcela dos cursos ofertados por esses serviços tem como foco atividades profissionais restritas a trabalhadores jovens, algumas das quais demandam esforço físico superior ao estipulado pelo projeto como condizente com a condição de idoso. Além disso, lembra o relator, as entidades do Sistema S já favorecem o acesso de pessoas idosas a cursos profissionalizantes que possibilitem o exercício seguro da atividade. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: x-small;">Iara Faria Borges e Rita Nardelli / Agência Senado</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alerta para as consequências do excesso de trabalho</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/alerta-para-as-consequencias-do-excesso-de-trabalho/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[É importante que os funcionários reflitam sobre seus limites físicos e psicológicos. Ao mesmo tempo uma cultura de diálogo na empresa pode reduzir conflitos e manter uma equipe mais saudável. Como saber se você está trabalhando demais? Bem, o que é excesso de trabalho para um, pode não ser para outro. Por isso, é importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter" title="Workaholic" src="http://blogvisao.files.wordpress.com/2007/09/workaholic-thumb1.jpg?w=298&amp;h=409" alt="" width="298" height="409" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><strong>É importante que os funcionários reflitam sobre seus limites físicos e psicológicos. Ao mesmo tempo uma cultura de diálogo na empresa pode reduzir conflitos e manter uma equipe mais saudável.</strong></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Como saber se você está trabalhando demais? Bem, o que é excesso de trabalho para um, pode não ser para outro. Por isso, é importante você refletir quais são os seus limites físicos e psicológicos.</p>
<p>Tem ficado extremamente cansado? Com dores no corpo? Dor de cabeça? Muita sonolência? O trabalho está sem sentido? Às vezes, você nem tem vontade de ir trabalhar. Esses podem ser indícios de que você está com uma carga de trabalho muito pesada.</p>
<p>“Na década de 90 nós tínhamos um grande aumento de lesões por esforços repetitivos. Para o século 21, posso dizer com segurança que as questões dos aspectos psicológicos são as que tão influenciando mais a vida dos trabalhadores” explica a médica, Vera Lcia Zaher.</p>
<p>Pelos números dos auxílios-doença do Ministério do Trabalho, os problemas musculares continuam liderando o ranking de pedidos de licença.</p>
<p>De 2006 para 2008 houve um aumento de mais de 500% (de 19.956 &#8211; 117.353).</p>
<p>Mas o que vem chamando a atenção dos médicos nos últimos anos é que a ocorrência de doenças relacionadas ao sistema nervoso está cinco vezes maior. Em dois anos subiu de 1.835 para mais de nove mil pedidos (9.306).</p>
<p>E nesse mesmo período, os transtornos mentais e comportamentais tiveram um aumento de mais de 1.900%. Foram pouco mais de 600 pedidos de licença para mais de 12.000 (de 612 para 12.818).</p>
<p>No final de 2007, Hellen passou em um concurso para ser técnica em administração e finanças de uma Farmácia Popular. Assim que assumiu o cargo a função não era o que esperava. Ela serviu de atendente e faxineira.</p>
<p>Com dois meses, começou a desenvolver sintomas como taquicardia, crise de asma e pressão alta. Hellen procurou um psiquiatra que diagnosticou depressão profunda e ansiedade generalizada. Desde então, ela está há cinco meses afastada do trabalho.</p>
<p>“Me sinto melhor depois das medicações e do acompanhamento terapêutico. Entretanto, só vou me sentir bem e realizada quando conseguir voltar a trabalhar em uma função que eu goste, que eu saiba fazer. Hoje, o que quero é minha vida profissional de volta”, conta Helen Taynan, funcionária pública.</p>
<p>O excesso de trabalho pode ser dado pela empresa como o caso da Hellen. Mas, você também pode tomar para si cada vez mais tarefas e acabar sobrecarregado. Por isso, vale ficar atento à algumas coisas.</p>
<p>Se sentir que a carga de trabalho está pesada demais para você:</p>
<p>- converse com o seu supervisor<br />
- tenha disciplina<br />
- cumpra os horários e deixe claro para a chefia quando a tarefa é feita<br />
- tente se manter concentrado.<br />
- ache um tempo para você e descubra tarefas para se desligar do trabalho.<br />
- aproveite os momentos com a família.</p>
<p>“O conselho médico que eu daria&#8230; Aprenda a conhecer os seus limites isso é: tem horários para entrar, horário para sair, conheça seu trabalho, saiba o que você está fazendo dentro do ambiente, tenha prazer no que faz. Com isso eu posso afirmar em parte que uma boa parte do campo do físico, das patológicas, a gente pode evitar nessa comparação excesso de trabalho e saúde”, completa a médica.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Michelle Loreto &#8211; São Paulo e Amanda Dantas &#8211; Caruaru, PE</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Jornal Hoje</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Aposentados sentem melhora na saúde após parar de trabalhar, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/aposentados-sentem-melhora-na-saude-apos-parar-de-trabalhar-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 11:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores estimam que ganho em saúde seria de de oito a dez anos. Um estudo feito na França concluiu que a maior parte dos aposentados se sente mais jovem e saudável pouco depois de parar de trabalhar. Os pesquisadores da Universidade de Estocolmo e da University College de Londres acompanharam cerca de 15 mil funcionários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3190" title="velho" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2009/11/velho.jpg" alt="velho" width="398" height="268" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><strong>Pesquisadores estimam que ganho em saúde seria de de oito a dez anos.</strong></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Um estudo feito na França concluiu que a maior parte dos aposentados se sente mais jovem e saudável pouco depois de parar de trabalhar.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Os pesquisadores da Universidade de Estocolmo e da University College de Londres acompanharam cerca de 15 mil funcionários franceses das empresas estatais de gás e eletricidade.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Eles pediram ao empregados para avaliar suas próprias condições de saúde sete anos antes da aposentadoria e sete anos depois.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">O número de entrevistados que afirmou não estar bem de saúde caiu de 19% um ano antes da aposentadoria para 14% um ano depois.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Empregos melhores</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Os pesquisadores afirmam que a diferença corresponde a um ganho em saúde de entre oito e dez anos.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">As maiores melhorias de saúde foram notadas entre aqueles provenientes de ambientes de trabalho mais humildes.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Entre aqueles que ganhavam mais e tinham empregos mais satisfatórios, não foram notadas grandes mudanças.Os autores do estudo publicado na revista científica &#8220;Lancet&#8221; sugerem que é essencial melhorar as condições de trabalho para minimizar os efeitos nocivos à saúde, em uma época em que as pessoas vêm permanecendo cada vez mais tempo no mercado de trabalho.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Da BBC e G1</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como saber se seu colega de trabalho é falso?</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/como-saber-se-seu-colega-de-trabalho-e-falso/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como descobrir se a pessoa que está ao seu lado pode ser uma ameaça à sua carreira. Paulo Gonçalves &#8211; Campinas Nada pior no ambiente de trabalho do que lidar com aquele colega que só faz intrigas e fofocas. “Na área que trabalho de vendas sempre tem alguém querendo te passar para trás. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="trabalho" src="http://www.blogflaviopereira.com.br/wp-content/uploads/2009/02/stockxpertcom_id6363061_size0-200808211355201.jpg" alt="" width="424" height="283" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><strong><span style="font-size: medium;">Veja como descobrir se a pessoa que está ao seu lado pode ser uma ameaça à sua carreira.</span></strong></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><strong><span style="font-size: small;">Paulo Gonçalves &#8211; Campinas</span></strong></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><strong><span style="font-size: small;"><br />
</span></strong></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Nada pior no ambiente de trabalho do que lidar com aquele colega que só faz intrigas e fofocas. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">“Na área que trabalho de vendas sempre tem alguém querendo te passar para trás. Uma vez o cliente chegou me procurando e ele falou que eu não estava na loja para justamente fazer a venda no meu lugar”, fala Paulo Leandro, vendedor. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">“Sempre tem né, aquele que quer passar a perna, não é leal”, comenta Michele Araújo, vendedora. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">“Vim de Porto Alegre para cá e ele se sentiu ameaçado e ele disse ‘aqui é horrível, o homem tem várias mulheres aqui no Ceará, tu não vai gostar. Não é fácil ser bonita, o pessoal não é legal, de confiança’. Fez de tudo para eu ir embora”, diz Daniela Gomes, gerente de vendas. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">A impressão que dá é que eles estão por todos os lados. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">“Não tem como fugir. Os falsos estão impregnados em todas as empresas. Normalmente são pessoas que você menos espera&#8230; E te dão problema”, diz Bia Monteiro, consultora de carreiras. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Pela experiência da consultora de carreiras, de cada 100 funcionários, 30 tendem a fazer fofocas e intrigas. E os fatores que levam a isso são: inveja, auto-estima baixa e intolerância à frustração. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Sinal amarelo. Em algumas situações, fique bem atento. Porque você pode estar ao lado de um colega de trabalho falso. Preste atenção! Se essa pessoa fala mal de todo mundo. Pode também estar por aí falando mal de você. Tem aquela também que dá palpite </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">em tudo. E</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> o colega muito prestativo, </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">em excesso. Avalie</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> bem a intenção dele. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Bom, você percebeu que é possível traçar um perfil de uma pessoa falsa. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Um levantamento mostrou que ela é inteligente, amigável demais, simpática em excesso e bastante solícita. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Mas atenção principalmente nas atitudes negativas. Ela pode ser dissimulada, hipócrita, egoísta, irônica, falar muita mentira e ter atitudes de vingança. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Por isso, para não cair na armadilha de um colega de trabalho falso confira as dicas que uma psicóloga de Campinas preparou. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Com o mercado cada vez mais competitivo, algumas pessoas podem usar a falsidade para conquistar a confiança do chefe ou mesmo ganhar uma promoção. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">“Essa pessoa por esse traço de caráter, ela pode ter ganhado a chefia, a chefia pode não ter percebido essas questões. A maior dica seria buscar neutralizar essa influência, buscar um certo distanciamento, não trazê-la para os seus ambientes mais íntimos. Enfim, não fazer dessa pessoa um amigo, um colega. E estar sempre alerta para algumas questões que ela pode estar levantando a seu respeito”, explica a psicóloga Rita Khater. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Nunca demonstre irritabilidade. “Ao demonstrar você se coloca na situação de embate e isso não é saudável em qualquer ambiente de trabalho, em qualquer situação de trabalho”, completa a psicóloga. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">“Relaxe um pouco. Existe o falso, o mal resolvido, o encrenqueiro. Eu que tenho que ter habilidade para saber lidar com essas pessoas. Porque eles são os obstáculos que você vai ter que provar que tem competência para passar por cima para chegar ate uma diretoria, para chegar a uma gerência”, fala Bia Monteiro. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">“Eu acho que o ideal é ser verdadeira, fazer o melhor, fazer o correto e agir com humildade”, finaliza Daniela Gomes.</span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><strong><span style="font-size: x-small;">Michelle Loreto &#8211; São Paulo  Jornal Hoje</span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dicas para quem fica muito tempo na frente do computador</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/dicas-para-quem-fica-muito-tempo-na-frente-do-computador/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 16:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Acompanhe tudo que acontece no corpo quando a gente fica muito tempo em frente ao computador 1- Olhos ressecados O número de piscadas cai até 30% durante o trabalho em frente ao computador. Assim, ocorre uma rápida evaporação do filme lacrimal, uma fina camada de água que recobre os olhos. A córnea, então, fica seca. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><img class="aligncenter" style="border: 0pt none;" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1036d9586xgj_b" border="0" alt="Coluna3.jpg" width="320" height="368" /></h1>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Acompanhe tudo que acontece no corpo quando a gente fica muito tempo em frente ao computador</p>
<p>1- Olhos ressecados</p>
<p>O número de piscadas cai até 30% durante o trabalho em frente ao computador.<br />
Assim, ocorre uma rápida evaporação do filme lacrimal, uma fina camada de água que recobre os olhos.</p>
<p>A córnea, então, fica seca. Daí, o olho pode ficar irritado, já que há menos proteção.</p>
<p>Qualquer partícula de poeira causa incômodo e a visão pode ficar embaçada</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span id="more-2735"></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1037f7hfbchh_b" border="0" alt="Coluna4.jpg" width="320" height="368" /></p>
<p>2- Cansaço visual</p>
<p>Para ler as informações na tela, a gente, sem se dar conta, faz um grande esforço.<br />
Depois de horas e horas de leitura, os músculos que sustentam o cristalino, ente responsável por focar o que vemos,<br />
entram em fadiga, deixando a visão turva e desfocada.   Luz de mais ou de menos também contribui para o desconforto,<br />
porque a pupila tem de se fechar ou se abrir mais para controlar a passagem dos raios luminosos.</p>
<p><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1038f4z2qvgn_b" border="0" alt="Pescoço tensionado" width="320" height="368" /><br />
3-Pescoço tensionado</p>
<p>A flexão exagerada do pescoço sobre a tela é ruim para os músculos da região.<br />
Eles tendem a ficar contraídos e duros, como esponjas que retêm água, e não conseguem voltar rapidamente a seu formato original.</p>
<p><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1039cwk93bdh_b" border="0" alt="Coluna6.jpg" width="320" height="368" /><br />
4 &#8211; Postura e coluna</p>
<p>Quando sentamos inclinados em direção à tela do computador e em cadeiras inadequadas,<br />
a curvatura da lombar fica mais plana e a curva das vértebras cervicais, mais acentuada, em forma de corcunda.<br />
Os músculos são tensionados e pressionam os nervos da coluna,   causando dor nas costas.<br />
Depois de muito tempo sendo tracionada, a musculatura relaxa e a tensão vai toda para os ligamentos.<br />
A sensação de queimação, ou dor do arrancamento de prego, como também é conhecida, aumenta progressivamente.</p>
<p><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1040dnp79dgr_b" border="0" alt="Coluna7.jpg" width="320" height="368" /><br />
5 &#8211; Tendão lesionado</p>
<p>Muito comum, a LER (lesão por esforço repetitivo)   inclui uma série de problemas, como   tendinite<br />
(inflamação dos tendões dos dedos e punhos),  tenossinovite  (inflamação de membranas dos tendões) e<br />
bursite (inflamação das bursas, almofadas que permitem o deslizamento dos tendões).</p>
<p><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1041cjpqv6c6_b" border="0" alt="Coluna8.jpg" width="320" height="368" /><br />
6 &#8211; Inchaço nas pernas</p>
<p>Esta posição pressiona os vasos da coxa e, dessa forma, torna-se mais difícil para o sangue fazer o caminho de volta para o coração.<br />
Ele fica represado nas veias, que se distendem e permitem a passagem de água para os tecidos, inchando as pernas.</p>
<p><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1042gcqk84f2_b" border="0" alt="Coluna9.jpg" width="320" height="368" /><br />
7 &#8211; Barriga saliente</p>
<p>Quando a musculatura das costas fica tensionada, caso de quando a gente se senta horas a fio diante do PC, os músculos do abdômen acabam relaxados.<br />
Aí, sem a prática regular de exercícios físicos, a barriga começa a exibir sinais de flacidez e se transforma em um alvo fácil para o acúmulo de gordura.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Agência Senado</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ambiente de trabalho influencia na saúde</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/09/ambiente-de-trabalho-influencia-na-saude/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 10:28:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo conduzido na Finlândia e recém-publicado no periódico Occupational and Environmental Medicine revela que indivíduos que julgam viver em melhores ambientes de trabalho apresentam menos comportamentos de risco à saúde: tabagismo, obesidade, sedentarismo e abuso de álcool. Vale lembrar que esses são os quatro fatores de risco mais associados a doenças e à mortalidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_946rhmdb2c5_b" border="0" alt="" width="250" height="300" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Um estudo conduzido na Finlândia e recém-publicado no periódico Occupational and Environmental Medicine revela que indivíduos que julgam viver em melhores ambientes de trabalho apresentam menos comportamentos de risco à saúde: tabagismo, obesidade, sedentarismo e abuso de álcool. Vale lembrar que esses são os quatro fatores de risco mais associados a doenças e à mortalidade em países industrializados.</p>
<p>Um estudo conduzido na Finlândia e recém-publicado no periódico Occupational and Environmental Medicine revela que indivíduos que julgam viver em melhores ambientes de trabalho apresentam menos comportamentos de risco à saúde: tabagismo, obesidade, sedentarismo e abuso de álcool. Vale lembrar que esses são os quatro fatores de risco mais associados a doenças e à mortalidade em países industrializados.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">A pesquisa analisou mais de 30 mil servidores públicos finlandeses e confirmou que fatores psicosociais associados ao trabalho são capazes de contribuir para que as pessoas adquiram comportamentos de risco. Outras pesquisas já haviam revelado que condições psicológicas adversas no trabalho aumentam o risco de obesidade e excesso de álcool. Também já havia sido demonstrado que indivíduos que não têm confiança na instituição em que trabalham têm maior dificuldade em abandonar o vício do cigarro.</p>
<p>O mundo corporativo já está bem convencido de que investir na saúde dos trabalhadores traz grande retorno econômico. O presente estudo demonstra que o clima organizacional pode ser um forte aliado para a promoção da saúde.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Fonte: Paraná Online</p>
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		<title>Fazer muitas coisas ao mesmo tempo pode atrapalhar o cérebro</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/08/fazer-muitas-coisas-ao-mesmo-tempo-pode-atrapalhar-o-cerebro/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas que têm o hábito que acumular tarefas demonstram menos capacidade de atenção e memória WASHINGTON &#8211; As pessoas que costumam fazer muitas coisas ao mesmo tempo são as piores em fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Esta é a surpreendente conclusão de pesquisadores da Universidade Stanford, que determinaram que os chamados multitaskers &#8211; pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 470px"><img title="Workaholic" src="http://donthavekids.files.wordpress.com/2009/03/workaholic.jpg?w=460&amp;h=345" alt="" width="460" height="345" /><p class="wp-caption-text">Multitaskers se distraem facilmente</p></div>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Pessoas que têm o hábito que acumular tarefas demonstram menos capacidade de atenção e memória</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">WASHINGTON &#8211; As pessoas que costumam fazer muitas coisas ao mesmo tempo são as piores em fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Esta é a surpreendente conclusão de pesquisadores da Universidade Stanford, que determinaram que os chamados multitaskers &#8211; pessoas que habitualmente se dedicam a mais de uma tarefa ao mesmo tempo &#8211; distraem-se com grande facilidade e são menos hábeis em ignorar informações irrelevantes do que pessoas que só concentram tarefas ocasionalmente.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span id="more-1318"></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;A grande descoberta é, quanto mais mídias as pessoas usam, piores elas são ao utilizar qualquer mídia. Ficamos totalmente chocados&#8221;, disse Clifford Nass, professor do Departamento de Comunicação de Stanford.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Os pesquisadores estudaram 262 estudantes universitários, dividindo-os em grupos de alta concentração de tarefas e baixa concentração, e comparando coisas como memória, capacidade de passar de uma tarefa para a outra e capacidade de focalizar na tarefa imediata. As descobertas são descritas no periódico  Proceedings of the National Academy of Sciences.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Quando essas capacidades básicas foram mensuradas, as pessoas que mantinham uma grande concentração de tarefas, ou multitasking, não obtiveram uma pontuação tão boa quanto os demais, disse Nass.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Continua sem resposta a questão de por que as pessoas que são menos capazes de realizar várias tarefas bem são, ao mesmo tempo, as que mais tentam fazê-lo.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;É o multitasking que faz com que sejam péssimos multitaskers, ou é porque são péssimos multitaskers que tentam fazer tanto multitasking?&#8221;, pergunta-se Nass. &#8220;É inato ou adquirido?&#8221;</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Numa sociedade que aprece encorajar cada vez mais o acúmulo de tarefas, a descoberta tem implicações importantes, disse Nass. O multitasking já leva a culpa por diversos acidentes automobilísticos e há leis, por exemplo, proibindo falar ao telefone e dirigir ao mesmo tempo.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Advogados ou publicitários podem tentar usar informação irrelevante para distrair as pessoas e mudar o foco de suas decisões.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Para testar a capacidade de ignorar dados irrelevantes, os pesquisadores mostraram aos estudantes um grupo de retângulos azuis e vermelhos, apagando-os e trazendo-os de volta, com a questão: será que algum dos retângulos vermelhos mudou de lugar?</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O teste exigia que se ignorassem os retângulos azuis. Os pesquisadores imaginaram que as pessoas que acumulam muitas tarefas se sairiam melhor nisso. &#8220;Mas não. Saíram-se pior. Muito pior&#8221;, disse Nass. &#8220;Eles não eram capazes de ignorar coisas desimportantes. Eles adoram coisas desimportantes&#8221;.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Associated Press</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
</div>
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		<title>Deficientes têm dificuldades em encontrar emprego</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 20:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lei criada para garantir empregos a deficientes completa 18 anos Lindovando Rodrigues Lima encontrou emprego de operador de teleatendimento, com a ajuda de uma associação que apoia deficientes físicos. Sozinho, ia ser mais difícil: “Depois da lei melhorou bastante”. O censo 2000, do IBGE, mostrou que 14,5% da população brasileira têm algum tipo de deficiência. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<div id="attachment_1217" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-1217" title="cadeirarodas3" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2009/08/cadeirarodas3.jpg" alt="Lei criada para garantir empregos a deficientes completa 18 anos" width="450" height="299" /><p class="wp-caption-text">Lei criada para garantir empregos a deficientes completa 18 anos</p></div>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Lei criada para garantir empregos a deficientes completa 18 anos</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Lindovando Rodrigues Lima encontrou emprego de operador de teleatendimento, com a ajuda de uma associação que apoia deficientes físicos. Sozinho, ia ser mais difícil: “Depois da lei melhorou bastante”.</p>
<p>O censo 2000, do IBGE, mostrou que 14,5% da população brasileira têm algum tipo de deficiência. São mais de 24 milhões de pessoas. Há 18 anos, entrou em vigor a lei que prevê cotas para deficientes no mercado de trabalho. As empresas devem reservar de 2% a 5% de vagas, dependendo do número total de empregados. Quem não cumpre pode pagar multa.</p>
<p>Mesmo com a lei, mais da metade dos portadores de deficiências são inativos e, entre os que trabalham, apenas 10% têm carteira assinada.</p>
<p>A lei teve um efeito positivo para este segmento da população, mas falta gente preparada para ocupar as vagas, segundo o presidente da Associação de Amigos dos Deficientes Físicos do Rio de Janeiro, Paulo Sergio Fernandes: “Está faltando no mercado mão de obra especializada , então encontramos dificuldade às vezes pra colocar isso”</p>
<p>A empresa onde Enrico Salvador trabalha treina a mão-de-obra também para a convivência com os deficientes que emprega. O rapaz de 25 anos tem síndrome de Down e é atendente de lanchonete há quatro anos. &#8220;Acho legal trabalhar. É alegria, emoção de fazer as coisas&#8221;, comenta o atendente de lanchonete Enrico Salvador.</p>
<p>“Para o deficiente, é uma gratificação essa inclusão do portador no mercado de trabalho. Tem responsabilidade. É um prova de que ele é capaz, sim, de trabalhar&#8221;, diz a gerente Soraia Camacho.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Bom Dia Brasil</strong></p>
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