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	<title>Blog de Maurílio &#187; saúde</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Cirurgiões plásticos tentam reduzir riscos com novos critérios</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
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		<description><![CDATA[A SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) prepara um documento com novas normas de segurança para o paciente. Entre as principais mudanças estão a limitação de número de procedimentos em uma só cirurgia; a definição de exames a serem exigidos antes da operação; as restrições para a cirurgia em adolescentes e a especificação do tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2237hbnsdgfx_b" alt="" width="650" height="538" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p><span style="font-size: small;">A SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) prepara um documento com novas normas de segurança para o paciente. Entre as principais mudanças estão a limitação de número de procedimentos em uma só cirurgia; a definição de exames a serem exigidos antes da operação; as restrições para a cirurgia em adolescentes e a especificação do tipo de anestesia para cada caso. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O último documento do CFM (Conselho Federal de Medicina) sobre a especialidade é de 2003. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">As novidades tecnológicas e o aumento do número de procedimentos justificam, segundo os médicos, a revisão de normas definidas há sete anos. A estimativa é que sejam feitas 700 mil cirurgias estéticas por ano no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Além disso, mortes recentes durante esse tipo de cirurgia tornaram o tema prioritário. &#8220;Queremos colocar na mesa um guia explicitando as normas de segurança do paciente. É em cima dessas regras claras que podemos cobrar o médico e diminuir a margem de risco das cirurgias. As mortes [durante as cirurgias plásticas] trazem o assunto à tona, mas já estávamos trabalhando esse tema antes dos últimos acontecimentos&#8221;, diz Sebastião Nelson Edy Guerra, presidente da SBCP. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em janeiro deste ano, a jornalista Lanusse Barbosa, 27, morreu durante procedimento de lipoaspiração feita em clínica de Brasília. O médico tinha título de especialista pela SBCP. No último dia 2/4, Kelma Macedo Ferreira Gomes, 33, assessora do ministro das Cidades, morreu sete dias após ter feito uma lipoescultura em um hospital de Goiânia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo Guerra, a maioria dos problemas relacionados à cirurgia plástica ocorre nos procedimentos feitos com médicos que não têm o título de especialista: &#8220;Dados do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) mostram que 97% dos erros foram feitos por profissionais que não eram cirurgiões plásticos&#8221;, diz. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O presidente da SBPC afirma que a sociedade vai pressionar as autoridades para impedir que médicos não capacitados realizem esse tipo de cirurgia. Não há lei impedindo que um médico de outra especialidade faça cirurgia plástica. &#8220;Há curso de lipoaspiração de um final de semana. Isso não qualifica ninguém&#8221;, diz Pinheiro. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A revisão dos critérios para a elaboração de um protocolo, que deve ser seguido por todos os cirurgiões plásticos, é uma forma de diminuir a margem de erro nos procedimentos feitos pelos especialistas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Estamos discutindo nas reuniões como serão essas normas&#8221;, diz Osvaldo Saldanha, diretor científico da SBCP. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">É isso que será feito na Jornada Sul Brasileira de Cirurgia Plástica, aberta hoje </span><span style="font-size: small;">em Curitiba. A</span><span style="font-size: small;"> segurança do paciente também foi discutida no Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, realizado em março </span><span style="font-size: small;">em São Paulo</span><span style="font-size: small;">, e na Jornada Centro-Oeste de Cirurgia Plástica, que ocorreu </span><span style="font-size: small;">em Campo Grande</span><span style="font-size: small;"> neste mês. A finalização do protocolo deve ocorrer até o final do ano, quando será realizado o Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica. </span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img class="  " title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2238cwcpx3mf_b" alt="" width="650" height="643" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p><strong><span style="font-size: small;">IARA BIDERMAN</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: small;">colaboração para a </span></strong><strong><span style="font-size: small;">Folha</span></strong></p>
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		<title>Pâncreas artificial ajuda 11 pacientes com diabetes a regular açúcar</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Pâncreas Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[O teste de um &#8220;pâncreas artificial&#8221; que monitora o nível de açúcar no sangue e administra insulina e um hormônio regulador chamado glucagon ajudou pacientes com diabetes a terem níveis quase normais de açúcar no sangue durante mais de 24 horas, disseram pesquisadores dos EUA nesta quarta-feira (14). O sistema, constituído por um monitor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.plenamulher.com.br/plena/userfiles/image/noticias/pancreas-artifical.jpg" alt="http://www.plenamulher.com.br/plena/userfiles/image/noticias/pancreas-artifical.jpg" /></p>
<p>O teste de um &#8220;pâncreas artificial&#8221; que monitora o nível de açúcar no sangue e administra insulina e um hormônio regulador chamado glucagon ajudou pacientes com diabetes a terem níveis quase normais de açúcar no sangue durante mais de 24 horas, disseram pesquisadores dos EUA nesta quarta-feira (14).</p>
<p>O sistema, constituído por um monitor de glicose, duas bombas e um laptop, é feito para melhor imitar o mecanismo natural do organismo para controlar o excesso ou falta de açúcar no sangue.</p>
<p>Em testes anteriores de sistemas equivalentes ao pâncreas, mas que administravam apenas insulina, alguns pacientes ficaram com uma grave hipoglicemia (baixo grau de açúcar no sangue).</p>
<p>O acréscimo de pequenas doses de glucagon, um hormônio liberado pelo pâncreas para aumentar o nível de açúcar no sangue, ajudou a superar isso, segundo o estudo publicado na revista &#8220;Science Translational Medicine&#8221;.</p>
<p>Após alguns ajustes para um programa sofisticado de computador que faz o papel do cérebro no sistema, todos os 11 adultos envolvidos no estudo tinham um bom controle de açúcar no sangue, sem hipoglicemia, mesmo depois de consumirem três refeições ricas em carboidratos.</p>
<p><strong>Primeiro</strong></p>
<p>&#8220;Este é o primeiro dispositivo de pâncreas artificial que usa tanto a insulina quanto o glucagon&#8221;, disse Steven Russell, do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, um dos chefes do estudo.</p>
<p>Existe atualmente uma espécie de corrida pelo desenvolvimento do primeiro pâncreas artificial funcional, o que seria útil para vítimas do diabete tipo 1, doença autoimune em que o organismo destrói sua própria capacidade de produzir insulina e sintetizar o açúcar.</p>
<p>Há sistemas que monitoram constantemente a glicose e injetam insulina automaticamente, mas o risco de hipoglicemia permanece, pois, em pessoas com diabete tipo 1, o glucagon não funciona direito.</p>
<p>O novo sistema foi desenvolvimento no laboratório de Edward Damiano, engenheiro biomédico da Universidade de Boston, e pai de um menino que tem diabete tipo 1.</p>
<p>Em fevereiro, pesquisadores britânicos testaram um sistema semelhante em 17 crianças e concluíram que ele mantinha seus níveis de açúcar próximos a níveis normais em 60% do tempo.</p>
<p><strong>JULIE STEENHUYSEN<br />
da Reuters, em Chicago </strong></p>
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		<title>Restrição ao cigarro reduz internações hospitalares, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 16:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
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		<category><![CDATA[Restrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram analisados estudos internacionais que descreviam proibições legislativas ao fumo Uma revisão de 50 estudos internacionais sobre os efeitos da proibição do fumo em locais públicos indica que esse tipo de medida reduz a exposição ao fumo passivo e as internações hospitalares por problemas cardíacos. O trabalho, encabeçado pela pesquisadora Joanne E. Callinan, do Centro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/cigarro-maleficios-010408.jpg" alt="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/cigarro-maleficios-010408.jpg" /></p>
<p><strong>Foram analisados estudos internacionais que descreviam proibições legislativas ao fumo</strong></p>
<p>Uma revisão de 50 estudos internacionais sobre os efeitos da proibição do fumo em locais públicos indica que esse tipo de medida reduz a exposição ao fumo passivo e as internações hospitalares por problemas cardíacos. O trabalho, encabeçado pela pesquisadora Joanne E. Callinan, do Centro de Saúde Milford, na Irlanda, foi realizado para a Cochrane Colaboration, uma organização sem fins lucrativos de levantamento de informações médicas.</p>
<p>&#8220;Houve evidência consistente da redução de internações hospitalares por eventos cardíacos, bem como a melhoria de alguns indicadores de saúde&#8221; após a proibição do fumo, escrevem os autores num resumo do trabalho.</p>
<p>Foram analisados estudos que descreviam proibições legislativas ao fumo, e que tivessem um período de acompanhamento de pelo menos seis meses das mudanças nos comportamentos relativos ao tabaco.</p>
<p>Os pesquisadores não encontraram variações expressivas no fumo passivo dentro de automóveis ou em residências, mas &#8220;evidência consistente&#8221; de queda no fumo passivo em locais de trabalho, restaurantes, bares e áreas públicas.</p>
<p>Os autores concluem que a imposição de leis proibindo o fumo leva a uma redução da exposição ao fumo passivo. A população mais beneficiada, segundo o levantamento, foram os funcionários da indústria da hospitalidade, como hotéis e restaurantes.</p>
<p>Há pouca evidência do impacto dessas medidas no fumo ativo, mas a tendência, diz o trabalho, é de queda. Os autores também notam que o apoio popular às proibições cresce depois que são implementadas.</p>
<p>estadao.com.br</p>
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		<title>Cientistas descobrem conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Stress]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo canadense criou inibidor molecular, testado em cobaias. Distúrbios estão entre principais causas de doenças crônicas, diz OMS. Cientistas da Universidade de Ontario Ocidental, no Canadá, identificaram pela primeira vez uma conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão. O grupo, liderado por Stephen Ferguson, demonstrou em artigo publicado na revista “Nature Neuroscience” como estresse e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://concursowebmaster.com/user/projects/-2008823735/img/stress.jpg" alt="http://concursowebmaster.com/user/projects/-2008823735/img/stress.jpg" /></p>
<p><strong>Grupo canadense criou inibidor molecular, testado em cobaias.<br />
Distúrbios estão entre principais causas de doenças crônicas, diz OMS.</strong></p>
<p>Cientistas da Universidade de Ontario Ocidental, no Canadá, identificaram pela primeira vez uma conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão. O grupo, liderado por Stephen Ferguson, demonstrou em artigo publicado na revista “Nature Neuroscience” como estresse e ansiedade podem levar à depressão.</p>
<p>O mecanismo de conexão descoberto envolve a interação entre o receptor de fator de liberação de corticotropina 1 (CRFR1, cuja ativação leva à ansiedade em resposta ao estresse) e tipos específicos de receptores do neutrotransmissor serotonina (5-HTR, que induz ao estado depressivo). O CRFR1 atua no aumento do número de 5-HTR em superfícies de células no cérebro.</p>
<p>Os pesquisadores desenvolveram um inibidor molecular que, testado em camundongos, bloqueou o circuito. O inibidor ainda não chegou ao estágio de agente farmacológico eficaz para tratamento de humanos. A próxima fase da pesquisa vai tentar justamente alcançar esse patamar.</p>
<p>“De acordo com a Organização Mundial da Saúde, depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento estão entre as causas mais prevalentes de doenças crônicas. Ao explorar o potencial da biologia molecular, Ferguson e colegas mostraram novos caminhos que poderão se mostrar importantes para a melhoria das vidas de muitas pessoas que sofrem com esses problemas”, disse Anthony Phillips, diretor dos Institutos Canadenses de Pesquisa em Saúde, que financiou a pesquisa.</p>
<p>O artigo “CRF receptor 1 regulates anxiety behavior via sensitization of 5-HT2 receptor signaling” foi publicado na edição mais recente da revista científica “Nature Neuroscience”.</p>
<p>*Com informações da <a href="http://www.agencia.fapesp.br/" target="_blank">Agência Fapesp</a></p>
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		<title>Ausência de &#8220;faxina cerebral&#8221; caracteriza doença de Huntington</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas da Escola de Medicina Albert Einstein de Nova York deram um importante passo para conhecer melhor as causas da doença de Huntington, uma patologia hereditária, mortal e sem cura, que degenera o cérebro e se manifesta em pessoas relativamente jovens. &#8220;Há apenas 15 anos não se sabia que a causa estava em uma mutação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://media.rd.com/rd/images/rdc/mag0703/brain-biology-medical-research-biology-01-af.jpg" alt="http://media.rd.com/rd/images/rdc/mag0703/brain-biology-medical-research-biology-01-af.jpg" /></p>
<p><strong>Cientistas da Escola de Medicina Albert Einstein de Nova York deram um importante passo para conhecer melhor as causas da doença de Huntington, uma patologia hereditária, mortal e sem cura, que degenera o cérebro e se manifesta em pessoas relativamente jovens.</strong></p>
<p>&#8220;Há apenas 15 anos não se sabia que a causa estava em uma mutação na proteína huntingtina, que se torna tóxica, tende a se acumular na célula cerebral e acaba matando-a. Agora descobrimos que sua elevada toxicidade ocorre porque interfere nos mecanismos que mantêm as células limpas&#8221;, informou a espanhola Ana María Cuervo, que comanda a pesquisa.</p>
<p>A revista &#8220;Nature&#8221; publicou em seu site os resultados desse estudo que exigirá três anos de pesquisas em colaboração com a Universidade de Columbia de Nova York e que serão importantes para definir estratégias de pesquisa para uma possível cura da doença, da qual sofrem entre quatro e oito pessoas em cada 100 mil.</p>
<p>&#8220;É uma doença parecida com o Parkinson ou com o Alzheimer, mas totalmente genética e afeta gente muito mais jovem, de 30 ou 40 anos. Seus primeiros sintomas consistem em impulsos involuntários, mas os doentes acabam perdendo mobilidade e memória até ficarem totalmente incapacitados&#8221;, explicou Cuervo.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a incapacidade do organismo de se livrar da acumulação das proteínas mutantes provocadas pela doença se deve a falhas em um mecanismo das células para reconhecer e reunir o material que devem eliminar periodicamente.</p>
<p>&#8220;As células necessitam se manter limpas. O que descobrimos é que a proteína mutante interfere no processo de limpeza, tanto da própria proteína tóxica como de outros materiais que devem ser expulsos da célula&#8221;, detalhou Cuervo.</p>
<p>Na América Latina, cerca de 8.000 pessoas sofrem da doença de Huntington, com mais prevalência entre as que têm origem europeia. Nos Estados Unidos, o número de portadores da doença chega a aproximadamente 25 mil.</p>
<p>Da Efe, em Nova York</p>
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		<title>Twitter ajuda a disseminar dados incorretos sobre antibióticos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter, rede social em que os participantes publicam mensagens curtas, vem sendo usado para disseminar informações incorretas sobre o uso de remédios, principalmente antibióticos, revela uma pesquisa da Universidade Columbia, publicada no &#8220;American Journal of Infection Control&#8221;. Embora muitos profissionais e instituições utilizem o serviço da internet para divulgar informações sérias, o objetivo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><img title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2186czbqk2c7_b" alt="" width="468" height="329" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p>O Twitter, rede social em que os participantes publicam mensagens curtas, vem sendo usado para disseminar informações incorretas sobre o uso de remédios, principalmente antibióticos, revela uma pesquisa da Universidade Columbia, publicada no &#8220;American Journal of Infection Control&#8221;.</p>
<p>Embora muitos profissionais e instituições utilizem o serviço da internet para divulgar informações sérias, o objetivo dos pesquisadores era explorar evidências de uso inadequado de medicamentos e avaliar como as pessoas partilham esse tipo de informação no Twitter.</p>
<p>Entre março e julho de 2009, eles analisaram o conteúdo de mais de 50 mil &#8220;tweets&#8221;, ou mensagens, que mencionavam a palavra antibióticos. Depois, selecionaram mil deles, que foram categorizados em grupos conforme o assunto abordado &#8211;como uso geral, efeitos colaterais e conselhos sobre tratamentos. Indícios de mau uso foram detectados a partir da busca de combinações de palavras como gripe e antibióticos ou resfriado e antibióticos -o uso de antibióticos não é recomendado nesses casos porque são doenças virais.</p>
<p>Entre os exemplos de mau uso dos antibióticos, os pesquisadores observaram mensagens contendo conselhos como &#8220;tome antibióticos se a doença for séria&#8221;. Os autores alertam que esses dados podem se espalhar rapidamente para uma grande audiência.</p>
<p>&#8220;Isso é gravíssimo. Trata-se de automedicação irresponsável&#8221;, diz a presidente do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo, Raquel Rizzi. Segundo ela, a automedicação é um hábito do brasileiro, que costuma tomar remédios sem indicação médica ou por conselho de amigos e parentes. &#8220;Isso pode mascarar sintomas, trazer sérios efeitos colaterais e causar resistência bacteriana&#8221;, alerta ela. &#8220;Mesmo diante de um simples resfriado, a pessoa deve procurar orientação de um profissional da saúde.&#8221;</p>
<p>&#8220;O problema é que todo mundo acredita em tudo o que está na internet e ela virou uma espécie de comadre fofoqueira&#8221;, diz Paulo Olzon, chefe da disciplina de clínica médica da Universidade Federal de São Paulo. &#8220;Isso cria uma desconfiança em relação às informações sérias.&#8221;</p>
<p>Para o endocrinologista Marcio Mancini, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, muitos usam o microblog como bate-papo, e não como fonte de informação. Ele costuma postar no Twitter informações sobre pesquisas e notícias médicas relevantes.</p>
<p>Em sua opinião, a possibilidade de selecionar a informação que a pessoa quer receber e passar adiante deveria ser usada para dados confiáveis. A FDA (agência americana que regula alimentos e remédios) estuda regras para redes sociais e propaganda na internet.</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Consumo regular de refrigerante cresce 13%</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:58:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Índice diz respeito a brasileiros que ingerem a bebida pelo menos 5 vezes por semana; pesquisa também mostra que menos pessoas comem feijão Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que o número de brasileiros que consomem regularmente refrigerantes e sucos artificiais aumentou 13,4 % em um ano. Em 2008, 24,6% da população fazia uso das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ynaflores.com.br/images/RefrigeranteLata.jpg" alt="http://www.ynaflores.com.br/images/RefrigeranteLata.jpg" /></p>
<p><strong>Índice diz respeito a brasileiros que ingerem a bebida pelo menos 5 vezes por semana; pesquisa também mostra que menos pessoas comem feijão</strong><br />
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que o número de brasileiros que consomem regularmente refrigerantes e sucos artificiais aumentou 13,4 % em um ano. Em 2008, 24,6% da população fazia uso das bebidas cinco ou mais vezes na semana. Ano passado, o índice subiu para 27,9%.</p>
<p>&#8220;É preocupante, sobretudo pela velocidade do crescimento&#8221;, afirmou Deborah Malta, coordenadora-geral de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis.</p>
<p>Refrigerantes estão associados a obesidade. A bebida, além do açúcar, apresenta altas taxas de sódio ? o que aumenta o risco para quem tem hipertensão e problemas renais. &#8220;Por isso, no trabalho, não perguntamos se a bebida é light ou não. Nenhuma faz bem&#8221;, completou a coordenadora, uma das responsáveis pela pesquisa, batizada de Vigitel.</p>
<p>A pesquisa revela outro dado preocupante: o gradativo abandono do feijão. Em 2006, 71,9% dos ouvidos comiam pelo menos cinco vezes por semana o alimento. Ano passado esse índice caiu para 65,8% ? queda de 8,4%. &#8220;O feijão é considerado um fator de proteção. Fonte de ferro e fibras, ele forma uma dupla imbatível com arroz&#8221;, disse Deborah.</p>
<p>Baseado em entrevista com 54.367 pessoas entre 12 de janeiro e 22 de dezembro de 2009, o Vigitel detectou problemas, mas também uma mudança positiva. Em três anos (2006 a 2009), cresceu o consumo recomendado de frutas e verduras. A Organização Mundial da Saúde considera que é preciso ingerir diariamente cinco ou mais porções de frutas e hortaliças. Em 2006, apenas 7,1% da população seguia a recomendação. Ano passado, esse porcentual passou para 18,9%.</p>
<p>O almoço do eletricista César Marcon, de 22 anos, sempre tem verduras. Para acompanhar, refrigerante. &#8220;Bebo pelo menos 1 litro por dia&#8221;, diz. &#8220;É muito mais fácil que tomar suco.&#8221; O assistente de arte Felipe Volpato, de 26, diz-se &#8220;viciado&#8221; em refrigerante. Não faz atividade física &#8220;por falta de tempo&#8221; e toda sexta-feira é &#8220;dia sagrado de comer hambúrguer&#8221;. &#8220;Tenho vontade de mudar&#8221;, conta ele, que parou de tomar refrigerante de manhã.</p>
<p>&#8220;O Vigitel revela que há avanços ? como o aumento de consumo de hortaliças ? e recuos, como a redução do uso do feijão&#8221;, observou Deborah. Ela acrescenta que, mesmo com as melhoras, o brasileiro está longe do padrão ideal. &#8220;O consumo de frutas e verduras ainda é baixo. Sem falar que o consumo de carnes gordurosas e de leite com gordura é muito significativo.&#8221;</p>
<p>O estudo mostra que, quanto maior a escolaridade, melhor os hábitos: consumo regular de frutas, menor uso de carnes e leite com alto teor de gordura e menor consumo de refrigerantes. A exceção fica por conta do feijão: entre os mais escolarizados, o uso do alimento é menor.</p>
<p>Sedentarismo. A pesquisa também analisou dados sobre atividade física e sedentarismo. O trabalho indica baixos níveis de atividade física, a exemplo de outros estudos, como o revelado semana passada pelo IBGE.</p>
<p>O trabalho divulgado ontem mostra que apenas 14,7% dos adultos fazem atividades físicas com a regularidade recomendada ? 30 minutos diários, pelo menos cinco vezes por semana. E que o número de sedentários aumentou 24% em três anos. Em 2006, 13,2% dos adultos estavam inativos; no ano passado, o índice passou para 16,4%. Uma das explicações é o aumento do sedentarismo entre mulheres.</p>
<p>&#8220;Entre os fatores considerados, está a atividade doméstica. Percebemos uma redução desse tipo de prática entre mulheres nos últimos anos&#8221;, completou. São Paulo é a capital onde se pratica menos a atividade física. A campeã de atividades é Vitória (ES). &#8220;Exercícios não estão associados apenas à vontade. É preciso que haja espaços, praças, parques iluminados&#8221;, completa a coordenadora. / COLABOROU CARLOS LORDELO</p>
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		<title>Reflexões sobre a idade</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 18:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Joel de Holanda me enviou uma matéria extraordinária sobre a diferença entre o idoso e o velho. Selecionei o seguinte: Você é Idoso quando sonha e velho quando dorme. O idoso tem plano, o velho tem saudades. O idoso curte o que resta de vida e alegra-se com o amanhecer. O velho sofre com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_gGZRgjc93bY/Sujeincj6HI/AAAAAAAABtU/WciKa_G71Zg/s400/terceira%2520idade.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_gGZRgjc93bY/Sujeincj6HI/AAAAAAAABtU/WciKa_G71Zg/s400/terceira%2520idade.jpg" /></p>
<p>Joel de Holanda me enviou uma matéria extraordinária sobre a diferença entre o idoso e o velho. Selecionei o seguinte:</p>
<p>Você é Idoso quando sonha e velho quando dorme.</p>
<p>O idoso tem plano, o velho tem saudades.</p>
<p>O idoso curte o que resta de vida e alegra-se com o amanhecer. O velho sofre com o anoitecer e quando amanhece acredita que é um dia a menos de vida.</p>
<p>As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso e alegria. As rugas do velho são feias porque são marcadas pelo ressentimento e preconceitos.</p>
<p>Tenham um belo dia</p>
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		<title>Filosofando sobre a vida</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 18:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Expectativa de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma frase vista em um filme me chamou a atenção. A VIDA É COMO UM LEQUE QUE O TEMPO FECHA. Observando a trajetória do ser humano, verificamos que esse leque fecha diferentemente. Para os seres primitivos o leque fechava entre os 25 e 30 anos. Na idade média o leque fechava aos 40 ou 50 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/11e_terceira-idade_g.gif" alt="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/11e_terceira-idade_g.gif" /></p>
<p>Uma frase vista em um filme me chamou a atenção. A <strong>VIDA É COMO UM LEQUE QUE O TEMPO FECHA</strong>. Observando a trajetória do ser humano, verificamos que esse leque fecha diferentemente. Para os seres primitivos o leque fechava entre os 25 e 30 anos. Na idade média o leque fechava aos 40 ou 50 anos. A descoberta da penicilina fez com que o leque fechasse aos 60 anos. Saneamento, boa alimentação , exercícios físicos aumentou esse leque para cerca de 70 anos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Consumo de hortaliças e sedentarismo sobem entre brasileiros, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 20:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Hortaliças]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministério da Saúde ouviu 50 mil pessoas sobre hábitos saudáveis. 16,4% da população adulta não faz nenhum tipo de exercício. Ao mesmo tempo em que passou a colocar mais hortaliças em seu prato, o brasileiro começou a fazer menos atividades físicas, mostra uma pesquisa divulgada em Brasília nesta quarta-feira (7) pelo Ministério da Saúde. Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2geografia/2hortali.jpg" alt="http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2geografia/2hortali.jpg" /></p>
<p><strong>Ministério da Saúde ouviu 50 mil pessoas sobre hábitos saudáveis.<br />
16,4% da população adulta não faz nenhum tipo de exercício.</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo em que passou a colocar mais hortaliças em seu prato, o brasileiro começou a fazer menos atividades físicas, mostra uma pesquisa divulgada em Brasília nesta quarta-feira (7) pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Segundo o levantamento, que ouviu 54.367 pessoas ao longo de 2009, 18,9% da população consome cinco ou mais porções diárias de frutas e verduras, número 2,6 vezes maior que o registrado em 2006.</p>
<p>Apesar de revelar uma consciência maior em relação à alimentação, a pesquisa mostra também que a pressa do dia a dia tem piorado a qualidade do que é ingerido. O feijão, por exemplo, faz parte do cardápio de 65,8% dos adultos cinco ou mais vezes na semana. Em 2006, o índice era 71,9%.</p>
<p>A pesquisa revelou que o consumo de refrigerantes e sucos em pó cresceu. Entre os mais jovens, de 18 a 24 anos, 42,1% consomem essas bebidas quase todos os dias, e as versões light ou diet desses produtos só são escolhidas por 15% da população.</p>
<p>Em relação aos exercícios, o estudo mostra que apenas 14,7% dos adultos fazem atividades físicas no tempo livre com a regularidade necessária &#8211; 30 minutos diários, cinco vezes por semana. Considerando aqueles que se deslocam para o trabalho ou para escola a pé ou de bicicleta, o índice sobe para 30,8%.</p>
<p>O número de sedentários – aqueles que não fazem exercícios físicos em nenhuma ocasião – é de 16,4% da população adulta, índice superior ao registrado em 2006, quando havia 13,2% de adultos inativos fisicamente.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Impotência indica risco maior de infarto e derrame, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 20:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coração]]></category>
		<category><![CDATA[Impotência]]></category>
		<category><![CDATA[Infarto]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas de ereção podem sinalizar risco de morte, de ataque cardíaco, de acidente vascular cerebral e de insuficiência cardíaca. Os urologistas devem estar atentos para a possibilidade de outras complicações nesses pacientes, reforça um estudo publicado no periódico &#8220;Circulation&#8221;, conduzido por pesquisadores da Universidade de Saarland (Alemanha). &#8220;De fato, sabe-se que há coincidências entre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2162f9cjdsgv_b" alt="" width="485" height="1007" /></p>
<p>Problemas de ereção podem sinalizar risco de morte, de ataque cardíaco, de acidente vascular cerebral e de insuficiência cardíaca. Os urologistas devem estar atentos para a possibilidade de outras complicações nesses pacientes, reforça um estudo publicado no periódico &#8220;Circulation&#8221;, conduzido por pesquisadores da Universidade de Saarland (Alemanha).</p>
<p>&#8220;De fato, sabe-se que há coincidências entre os quadros de infarto e de disfunção erétil, porque ambos sinalizam problemas nos vasos&#8221;, explica o cardiologista Carlos Vicente Serrano, do Instituto do Coração, em São Paulo. &#8220;Em alguns casos, a disfunção erétil vem antes, em outros acontece o contrário&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo o cardiologista, o estudo serve de alerta aos urologistas, que devem ir além e investigar doenças cardiovasculares em pacientes portadores de disfunção erétil.</p>
<p>&#8220;Sabe-se que a disfunção erétil é um marcador de doença cardiovascular&#8221;, afirma o urologista Joaquim de Almeida Claro, do Hospital das Clínicas de São Paulo e coordenador do Hospital do Homem, também na capital paulista. &#8220;Ambas são manifestação de doença do endotélio [a parede interna dos vasos]&#8220;, explica. &#8220;Mas não estamos colhendo os frutos dessa informação&#8221;, lamenta.</p>
<p>Para chegar ao resultado, os pesquisadores alemães acompanharam 1.519 homens em 13 países ao longo de cinco anos. Eles constataram que aqueles que apresentavam patologia cardiovascular e disfunção erétil tiveram um risco duas vezes maior de morrer por qualquer doença. Esses homens também tiveram quase o dobro do risco de morrer por doenças cardiovasculares e uma chance duas vezes maior de sofrer um infarto do que aqueles que não relataram dificuldades de ereção.</p>
<p>Segundo os autores, a disfunção erétil é algo que sempre deveria ser investigado porque pode ser um sintoma precoce de aterosclerose -a formação de placas de gordura que leva ao entupimento das artérias.</p>
<p>Mas, segundo Claro, a maioria dos urologistas não orienta esses pacientes a investigar problemas cardiovasculares.</p>
<p>&#8220;Infelizmente a maioria dos médicos que atendem pacientes de risco ignora sinais ou pelo desconforto em mencionar a palavra ereção ou por desconhecimento das consequências de fatores como obesidade, hipertensão, diabetes e alterações no colesterol, que levam à disfunção do endotélio&#8221;, diz Otto Chaves, chefe do departamento de andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia.</p>
<p>Dos participantes envolvidos no estudo, todos eram portadores de doença cardiovascular e mais da metade (55%) tinha disfunção erétil. Os pesquisados com impotência eram mais velhos e tinham maior prevalência de problemas como hipertensão, derrame, diabetes e cirurgias no trato urinário.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2"></td>
<td></td>
<td rowspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>EUA fecham o cerco contra a obesidade</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 16:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Escritores, chefs, cineastas, empresários e políticos dos Estados Unidos, liderados pela primeira-dama Michelle Obama, lançaram uma cruzada inédita no país do fast-food contra a indústria alimentícia, que começa a ser tratada como a do tabaco. O objetivo é mudar hábitos alimentares e reduzir a obesidade. De acordo com a Sociedade Americana de Obesidade, 25% dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://teamrich.files.wordpress.com/2008/10/obesity_surgery.jpg" alt="http://teamrich.files.wordpress.com/2008/10/obesity_surgery.jpg" /></p>
<p>Escritores, chefs, cineastas, empresários e políticos dos Estados Unidos, liderados pela primeira-dama Michelle Obama, lançaram uma cruzada inédita no país do fast-food contra a indústria alimentícia, que começa a ser tratada como a do tabaco. O objetivo é mudar hábitos alimentares e reduzir a obesidade.</p>
<p>De acordo com a Sociedade Americana de Obesidade, 25% dos habitantes do país são obesos e 36,5% estão acima do peso. O total de americanos com problemas de peso cresceu quase dez pontos porcentuais na última década. Em algumas minorias, como a das mulheres negras, a situação é mais grave &#8211; cerca de 40% são obesas, o que resulta no aumento dos casos de diabete e problemas cardíacos, entre outros.</p>
<p>O risco pode ser ainda maior nos próximos anos, como alertou Michelle Obama ao lançar sua campanha contra a obesidade infantil. Uma em cada três crianças americanas é obesa ou está acima do peso. Na sua campanha, denominada &#8220;Let&#8221;s Move&#8221; (&#8220;Vamos nos Mexer&#8221;), a primeira-dama incentiva os pais a procurarem alimentos saudáveis para seus filhos e estimulá-los a praticar exercícios. Em uma imagem que ficou clássica, Michelle aparece ao lado das duas filhas plantando verduras e legumes em uma horta no jardim da Casa Branca.</p>
<p>O governo implementou sites com atlas sobre comida e outro com uma pirâmide de alimentação. Michelle pediu à indústria alimentícia que &#8220;reformule os produtos, particularmente os destinados às crianças, para que tenham menos gordura, sal e açúcar e mais nutrientes.&#8221;</p>
<p>A primeira constatação é de que milhões de americanos não têm ideia de como adotar uma dieta saudável. No programa de TV Food Revolution (&#8220;Revolução da Comida&#8221;), que foi lançado há duas semanas e tem batido recordes de audiência, o chef britânico Jamie Oliver mudou-se para Huntington, na Virgínia Ocidental, onde tentará revolucionar a forma como comem os habitantes da cidade com maior índice de obesidade dos EUA.</p>
<p>As imagens são chocantes e o renomado cozinheiro tem fracassado em seu intento. Alguns estudantes nunca usaram faca, pois toda a alimentação é baseada em alimentos processados. Em uma escola, os alunos comem pizza no café da manhã. Crianças não conseguem reconhecer uma batata crua, definindo como &#8220;batata&#8221; apenas a frita.</p>
<p>Nova York. Em outros lugares, como Nova York, os ativistas estão mais otimistas. O prefeito Michael Bloomberg implementou há alguns anos uma lei que obriga as principais redes a colocarem em seus cardápios a quantidade de calorias. Assim, ao ir a uma Starbucks, descobre-se que uma fatia de bolo de banana tem mais de 400 calorias.</p>
<p>O prefeito, que já travou uma batalha contra a gordura trans &#8211; encontrada em alimentos industrializados &#8211; agora luta contra o sal. Neste ano, Bloomberg divulgou recomendações para reduzir seu consumo nos restaurantes americanos. Alguns de seus assessores afirmam que, caso não haja uma redução voluntária, as propostas poderão se tornar leis em breve.</p>
<p>As redes de supermercado que mais crescem na cidade são as orgânicas, assim como feiras com fazendeiros vendendo produtos frescos para moradores de Manhattan e Brooklyn, não muito diferente do que ocorre em São Paulo. A maior vitória, por enquanto, surgiu graças a um vilão da dieta saudável: a Pepsi, que retirou por opção própria seus refrigerantes das escolas, substituindo-os por sucos.<br />
<strong>Gorduras a mais</strong></p>
<p>Dados da Sociedade Americana de Obesidade mostram grandes taxas de sobrepeso &#8211; o que acarreta problemas de saúde como diabete e cardiopatias &#8211; e piora da situação nos últimos anos:<br />
25%<br />
dos habitantes do país são<br />
obesos<br />
36,5%<br />
estão acima do peso<br />
40%<br />
é o índice de mulheres negras<br />
obesas<br />
10<br />
pontos porcentuais foi quanto cresceu o total de americanos com sobrepeso na última década</p>
<p>Gustavo Chacra, CORRESPONDENTE / NOVA YORK &#8211; O Estado de S.Paulo</p>
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		<title>OMS destaca a urbanização na comemoração do Dia Mundial da Saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 16:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>

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		<description><![CDATA[Organização quer incentivar cidades a se tornarem ambientes mais saudáveis às pessoas A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora nesta quarta-feira, 7, o Dia Mundial da Saúde com foco na urbanização, incentivando esforços para que as cidades se tornem ambientes mais saudáveis. A estimativa é de que nos próximos 30 anos praticamente todo o crescimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="AP" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2150c2v4j4dm_b" alt="AP" width="300" height="280" /><p class="wp-caption-text">AP</p></div>
<p><strong>Organização quer incentivar cidades a se tornarem ambientes mais saudáveis às pessoas</strong></p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora nesta quarta-feira, 7, o Dia Mundial da Saúde com foco na urbanização, incentivando esforços para que as cidades se tornem ambientes mais saudáveis. A estimativa é de que nos próximos 30 anos praticamente todo o crescimento populacional do planeta ocorra em áreas urbanas.</p>
<p>Acesso à agua tratada é um dos desafios que a OMS aponta no processo de urbanização</p>
<p>Os desafios relacionados ao tema incluem o acesso à água tratada, o tabagismo, o uso abusivo de álcool, o sedentarismo e os riscos associados a surtos de doenças.</p>
<p>A OMS alerta que as pessoas pobres que vivem em áreas urbanas sofrem de forma desproporcional de um amplo número de problemas de saúde, por estarem mais expostas a altos índices de violência, doenças crônicas e doenças infecciosas como a tuberculose e a aids.</p>
<p>Os fatores sociais considerados determinantes no cenário da urbanização, de acordo com o órgão, não se restringem apenas ao ramo da saúde, mas também envolvem infraestrutura, governança local, distribuição de renda e oportunidades em educação.</p>
<p>O planejamento urbano, segundo a OMS, é capaz de promover comportamentos saudáveis por meio de investimentos no transporte ativo (bicicletas e outros veículos não motorizados), na prática de atividade física, no controle do tabaco, na segurança alimentar e no saneamento básico.</p>
<p>&#8220;Tais medidas não requerem, necessariamente, fundos adicionais, mas o compromisso de redirecionar os investimentos para intervenções prioritárias&#8221;, concluiu o órgão.</p>
<p>A expectativa da campanha Mil Cidades, Mil Vidas é de que, até domingo sejam inaugurados espaços de saúde por meio de atividades em parques, mutirões de limpeza e fechamento parcial de avenidas para veículos motorizados.</p>
<p>A OMS planeja recolher ainda mil histórias dos chamados &#8220;campeões de saúde pública&#8221; &#8211; pessoas que, de alguma forma, tiveram impacto significativo na saúde das cidades onde vivem. Os vídeos podem ser postados em seção especial no <a href="http://www.youtube.com/whd2010" target="blank">site Youtube</a>.</p>
<p>Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Anvisa suspende uso no Brasil de silicone francês que se rompe com facilidade</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu a importação, distribuição, comércio e uso, no Brasil, dos implantes mamários da empresa francesa Poly Implant Prothese (PIP). A decisão foi tomada depois que a Agência Francesa de Saúde relatou alta no número de casos de rompimento das próteses no país. Na semana passada, a Agência Francesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u716442.shtml"><img title="Anvisa suspendeu uso e comércio no Brasil de silicone francês que se rompe com facilidade; França também recolheu próteses" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2148c6jb4jq9_b" alt="Anvisa suspendeu uso e comércio no Brasil de silicone francês que se rompe com facilidade; França também recolheu próteses" width="330" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Anvisa suspendeu uso e comércio no Brasil de silicone francês que se rompe com facilidade; França também recolheu próteses</p></div>
<p>A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu a importação, distribuição, comércio e uso, no Brasil, dos implantes mamários da empresa francesa Poly Implant Prothese (PIP). A decisão foi tomada depois que a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u714526.shtml">Agência Francesa de Saúde relatou</a> alta no número de casos de rompimento das próteses no país.</p>
<p>Na semana passada, a Agência Francesa registrou, ainda, que a empresa utilizava matéria-prima não autorizada para a fabricação dos produtos.</p>
<p>Segundo o comunicado da Anvisa, os produtos suspensos são o Implante Mamário Preenchido de Gel de Alta Rotação Coesividade e o Implante Mamário Preenchido de Gel de Alta Coesividade.</p>
<p>A Anvisa já acionou a empresa importadora no Brasil, a EMI Importação e Distribuição LTDA, para que apresente os mapas de distribuição do produto no país.</p>
<p><strong>França</strong></p>
<p>As autoridades francesas retiraram do mercado implantes mamários considerados defeituosos e convocaram cerca de 30 mil mulheres que os utilizam, no país e no exterior, para exames médicos.</p>
<p>A PIP, empresa criada em 1991, é o quarto fabricante mundial de implantes mamários e atravessa dificuldades financeiras há vários meses, uma situação que se agravou com este escândalo e que lhe levou à liquidação judicial, anunciada na terça-feira (30) pelo Tribunal de Comércio de Toulon.</p>
<p>A Agência de Segurança Sanitária de Produtos de Saúde da França lançou um alerta em toda Europa e nos Estados Unidos para advertir sobre os possíveis riscos dos implantes e aconselha consultas com o cirurgião para exames devido ao risco de rompimento.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Exercícios na gravidez geram bebês mais magros, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mães podem melhorar saúde futura de crianças com atividades leves regulares. Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo estudo realizado conjuntamente por médicos americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica &#8220;Journal of Clinical Endocrinology &#38; Metabolism&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://babytotzone.com/exercise.jpg" alt="http://babytotzone.com/exercise.jpg" /></p>
<p><strong>Mães podem melhorar saúde futura de crianças com atividades leves regulares.</strong></p>
<p>Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo estudo realizado conjuntamente por médicos americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica &#8220;Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism&#8221;.</p>
<p>Uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança</p>
<p>Os pesquisadores das universidades de Auckland e do norte do Arizona analisaram 84 mulheres que passavam por suas primeiras gestações.</p>
<p>Eles pediram para que metade delas se exercitasse semanalmente por 40 minutos em bicicletas, até a 36ª semana de gravidez.</p>
<p>Em média, as mulheres que se exercitaram geraram crianças um pouco mais leves do que as de mães que não se exercitaram.</p>
<p><strong>Chances maiores </strong></p>
<p>Os pesquisadores disseram que o exercício não influenciou no tamanho dos bebês, apenas reduziu sua quantidade de gordura.</p>
<p>A prática também não interferiu na reação das mães ao hormônio insulina, um mecanismo necessário na gravidez para assegurar que o feto seja alimentado adequadamente.</p>
<p>&#8220;Levando em conta que um peso maior ao nascimento é associado com maior risco de obesidade, uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança&#8221;, disse Paul Hofman, médico que liderou a pesquisa.</p>
<p>O estudo se soma a evidências cada vez maiores de que o metabolismo de uma criaça no futuro é influenciado pelo seu ambiente na placenta e que bebês mais pesados em relação à sua altura têm chances maiores de tornarem-se obesos.</p>
<p>Muitos médicos recomendam que as grávidas não se alimentem em demasia e pratiquem exercícios leves regularmente.</p>
<p>Da BBC</p>
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		<title>Bebê gordinho pode não ser tão fofo assim, afirmam cientistas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas cresceu 150%. Ideia de que bebê grande é saudável deve ser repensada, diz médica. As escolas já proíbem salgadinhos, emitem boletins de obesidade e reservam espaço nas cantinas para saladas. Recentemente, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img title="Bebê de 18 meses passa por pediatra em consulta gratuita, em Marselha (França), durante campanha nacional contra a obesidade infantil (Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse -08-01-2005)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2146dh9bfnhj_b" alt="Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse - 08-01-2005" width="516" height="368" /><p class="wp-caption-text">Bebê de 18 meses passa por pediatra em consulta gratuita, em Marselha (França), durante campanha nacional contra a obesidade infantil (Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse -08-01-2005)</p></div>
<p><strong>Porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas cresceu 150%.<br />
Ideia de que bebê grande é saudável deve ser repensada, diz médica.</strong></p>
<p>As escolas já proíbem salgadinhos, emitem boletins de obesidade e reservam espaço nas cantinas para saladas. Recentemente, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil prometeu reformular o almoço das escolas e colocar os jovens para se mexer. Fabricantes de bebidas afirmaram ter reduzido em quase 90% o alto número de calorias fornecidas às escolas nos últimos cinco anos.</p>
<p>No entanto, uma nova pesquisa sugere que intervenções direcionadas a crianças em idade escolar podem ser tardias.</p>
<p>Cada vez mais evidências apontam para eventos muito cedo na vida – quando a criança ainda é pequena, bebê e até mesmo antes do nascimento, no útero da mãe – que podem colocar os pequenos numa trajetória em direção à obesidade muito difícil de ser alterada quando chegam ao jardim de infância. A evidência não é extremamente sólida, mas sugere que esforços preventivos devem começar mais cedo.</p>
<p>Algumas intervenções precoces já são amplamente praticadas. Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho; a amamentação também é recomendada para diminuir o risco de obesidade.</p>
<p>Porém, restrições de peso ou dieta em crianças pequenas têm sido evitadas. “Antes, era um tabu classificar uma criança com menos de 5 anos como acima do peso ou obesa, mesmo que a criança o fosse”, diz Elsie Taveras, da Faculdade de Medicina de Harvard, principal autora de um artigo recente sobre disparidades raciais em fatores de risco precoces. “A ideia era que isso estigmatizava demais a criança.”</p>
<p>A nova evidência “questiona se nossas diretrizes nos últimos dez anos foram suficientes”, diz Elsie. “Não que estivéssemos errados – obviamente, é importante melhorar o acesso a alimentos saudáveis em escolas e aumentar os exercícios físicos. Mas isso pode não ser suficiente.” Grande parte da evidência vem de um estudo incomum de longo prazo de Harvard, liderado por Matthew Gillman, que tem acompanhado mais de 2 mil mulheres e bebês desde o estágio inicial da gravidez.</p>
<p>Assim como as crianças e os adolescentes, os bebês e as criancinhas pequenas estão engordando. Uma em cada dez crianças com menos de 2 anos de idade está acima do peso. A porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas aumentou de 5% em 1980 para 12,4% em 2006.</p>
<p><strong>Efeitos duradouros</strong></p>
<p>No final do ano passado, um comitê de estudo do Instituto de Medicina foi encarregado, pela primeira vez, de desenvolver recomendações de prevenção à obesidade especificamente para o grupo de crianças de 0 a 5 anos. O relatório, que deverá sair em 18 meses, analisará o papel do sono e dos primeiros padrões de alimentação, assim como a atividade física.</p>
<p>“Todo mundo tem apontado para esse primeiro período, afirmando que aparentemente ocorre algo ali que tem efeitos duradouros na vida da criança”, afirma Leann Birch, diretora do Centro para a Pesquisa de Obesidade Infantil da Universidade Estadual da Pensilvânia e líder do comitê.</p>
<p>Cientistas como Leann temem o que se chama de mudanças epigênicas. Os genes herdados da mãe e do pai podem ser ativados e desativados, e a força de seus efeitos pode ser mudada por condições ambientais nas primeiras fases do desenvolvimento. Muitos médicos estão preocupados com mulheres obesas e pouco saudáveis antes da gravidez porque o útero da mãe é o primeiro ambiente do bebê.</p>
<p><strong>Ponto de saciedade reconfigurado</strong></p>
<p>Um dos estudos mais convincentes sobre a relação entre diabetes gestacional na mãe e diabetes no filho foi realizado quase dez anos atrás com índios pima, da América do Norte. Irmãos nascidos depois que a mãe desenvolveu diabetes tipo 2 tiveram um IMC (índice de massa corpórea) mais alto durante toda a infância e tiveram quase quatro vezes mais probabilidade de desenvolver diabetes, em comparação a irmãos nascidos antes do diagnóstico.</p>
<p>“O ambiente intrauterino de uma mulher com diabetes nutre em excesso o feto”, diz a principal autora do estudo, Dana Dabelea, epidemiologista da Faculdade de Saúde Pública do Colorado. Ela acrescenta que isso “reconfigura o ponto de saciedade do filho e o predispõe a comer mais”.</p>
<p>Especialistas afirmam que a mudança pode exigir o abandono de alguns valores culturais. “A ideia de que um bebê grande é saudável, a ideia de que um bebê que chora provavelmente está com fome e deve ser alimentado, são coisas que precisamos repensar”, desafia Leann.</p>
<p>Do ‘New York Times’</p>
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		<title>Idade avançada traz mesmo sabedoria, confirma estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoas mais velhas mostram-se mais capazes de administrar conflitos e de compreender divergências E a vovó estava certa: ouça os mais velhos. Nova pesquisa indica que as pessoas de mais idade são realmente sábias, no sentido de saberem como administrar conflitos humanos e em aceitar as incertezas inevitáveis da vida. Não se trata de quantos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.vereadordavidrios.com.br/boletim/21-12-2009/idoso.jpg" alt="http://www.vereadordavidrios.com.br/boletim/21-12-2009/idoso.jpg" /></p>
<p><strong>Pessoas mais velhas mostram-se mais capazes de administrar conflitos e de compreender divergências</strong></p>
<p>E a vovó estava certa: ouça os mais velhos. Nova pesquisa indica que as pessoas de mais idade são realmente sábias, no sentido de saberem como administrar conflitos humanos e em aceitar as incertezas inevitáveis da vida.</p>
<p>Não se trata de quantos fatos uma pessoa conhece, ou da capacidade de operar um controle remoto universal, mas da capacidade de lidar com desentendimentos &#8211; da sabedoria social.</p>
<p>Pesquisadores liderados por Richard E. Nisbett, da Universidade de Michigan, determinou que os mais velhos têm maior probabilidade, na comparação com jovens e pessoas de meia-idade, de perceber que as pessoas podem ter valores diferentes, reconhecer incertezas, aceitar que as coisas mudam e reconhecer outros pontos de vista.</p>
<p>&#8220;O efeito da idade na sabedoria se mantém em todas as classes sociais, níveis de educação e de QI&#8221;, informam os autores na edição desta terça-feira, 6, da revista  Proceedings of the National Academy of Sciences.</p>
<p>Em uma fase do estudo, os pesquisadores recrutaram 247 pessoas em Michigan e dividiram-nas em grupos de tamanho aproximadamente igual  com idades de 25 a 40, 41 a 59 e de 60 para cima.</p>
<p>Os participantes receberam relatos fictícios sobre conflitos em um país estrangeiro e fizeram uma estimativa de qual seria o resultado.</p>
<p>Por exemplo, um dos relatos afirmava que muitas pessoas do Quirguistão estavam emigrando para o Tajiquistão. E, embora os imigrantes desejem preservar seus costumes, os tajiques exigem que eles se deixem assimilar por completo.</p>
<p>As respostas foram avaliadas por pesquisadores que não sabiam de que faixa etária os relatórios vinham. As notas foram dadas com base em critérios de busca por um acordo, flexibilidade, aceitar a perspectiva do outro e buscar uma solução para o conflito.</p>
<p>Embora os pesquisadores esperassem que a sabedoria aumentasse com a idade, eles ficaram surpresos em ver como os resultados se mostraram fortes na análise de disputas sociais, disse Nisbett. &#8220;Houve uma grande vantagem dos velhos sobre os moços nesse caso&#8221;, disse ele.</p>
<p>Estadão.com</p>
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		<title>Exercícios adaptados ajudam a recuperar músculos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um pesquisador da USP (Universidade de São Paulo) conseguiu, com uma técnica simples, fazer com que um portador de uma doença que leva à degeneração dos músculos recuperasse massa muscular. O idoso estudado tem um problema raro chamado miosite por corpúsculo de inclusão (MCI), que faz com que os músculos percam volume e capacidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Exercício com aparelho de aferir pressão fez regredir sintomas da doença degenerativa" src="http://www.esteta.com.br/fotos-noticias/9b860f8a7e1ccca707e4442fddfa.jpg" alt="http://www.esteta.com.br/fotos-noticias/9b860f8a7e1ccca707e4442fddfa.jpg" width="300" height="169" /><p class="wp-caption-text">Exercício com aparelho de aferir pressão fez regredir sintomas da doença degenerativa</p></div>
<p><strong>Um pesquisador da USP (Universidade de São Paulo) conseguiu, com uma técnica simples, fazer com que um portador de uma doença que leva à degeneração dos músculos recuperasse massa muscular. </strong></p>
<p>O idoso estudado tem um problema raro chamado miosite por corpúsculo de inclusão (MCI), que faz com que os músculos percam volume e capacidade de produzir força.</p>
<p>Normalmente, essas pessoas não reagem bem aos exercícios intensos, que geram mais inflamação. Por isso, foram prescritos exercícios leves, mas com um detalhe: foi acoplado à perna do paciente um aparelho de medir pressão, obstruindo parcialmente o fluxo sanguíneo.</p>
<p>&#8220;Com essa oclusão, o exercício de baixa intensidade passa a ter o mesmo efeito que um exercício de altíssima intensidade. É uma estratégia para obter os mesmos ganhos com cargas menores&#8221;, explica o doutor em educação física Bruno Gualano, autor do estudo.</p>
<p>O resultado foi significativo: houve aumento de força, de massa e de função muscular e melhoras na qualidade de vida. Segundo Gualano, não há remédios para a MCI. &#8220;É uma doença que não responde a praticamente nada.&#8221;</p>
<p>Esse tipo de garroteamento é muito difundido no Japão entre praticantes saudáveis de musculação, que desejam obter uma melhor performance. &#8220;Agora estamos usando esse conhecimento para buscar benefícios clínicos em algumas doenças que levam à perda de massa muscular e que não suportam exercícios de alta intensidade&#8221;, afirma Gualano.</p>
<p>Segundo ele, o método poderá ser testado, no futuro, em casos de perda de massa muscular por câncer ou HIV, por exemplo, ou mesmo para melhorar a perda que ocorre normalmente com a idade.</p>
<p>O próximo passo será testar o método em duas outras doenças reumatológicas -polimiosite e dermatomiosite. O trabalho foi publicado na revista &#8220;Medicine and Science in Sports and Exercise&#8221;.</p>
<p>FLÁVIA MANTOVANI<br />
Editora-assistente do Equilíbrio da Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Brasileiro bebe muito a cada vez, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra que o padrão de consumo de álcool no País favorece a dependência Pelo menos uma vez por semana a publicitária Leila (nome fictício), de 35 anos, &#8220;enche a lata&#8221;. Já o atendente de telemarketing Ricardo (nome fictício), de 25 anos, conta que prefere nem beber durante a semana para não ter problemas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://doboteco.files.wordpress.com/2009/09/cerveja.jpg" alt="http://doboteco.files.wordpress.com/2009/09/cerveja.jpg" /></p>
<p><strong>Pesquisa mostra que o padrão de consumo de álcool no País favorece a dependência </strong></p>
<p>Pelo menos uma vez por semana a publicitária Leila (nome fictício), de 35 anos, &#8220;enche a lata&#8221;. Já o atendente de telemarketing Ricardo (nome fictício), de 25 anos, conta que prefere nem beber durante a semana para não ter problemas para trabalhar no dia seguinte. &#8220;Eu sei que, se eu tomar uma lata de cerveja, vou tomar duas, três e por aí vai.&#8221; Nem Leila nem Ricardo podem ser considerados dependentes de álcool. Mas ambos seguem um padrão de consumo que é típico do brasileiro: o &#8220;binge drinking&#8221; ou &#8220;beber pesado episódico&#8221; (mais de cinco doses para homens e quatro para mulheres em uma ocasião).</p>
<p>&#8220;Em vez de beber todos os dias, moderadamente, às refeições, como os europeus, os brasileiros bebem tudo de uma vez no fim de semana. É um padrão prejudicial, pois aumenta o risco de dependência e deixa a pessoa mais sujeita a intoxicação e comportamento de risco, como sexo desprotegido, abuso de nicotina e dirigir embriagado&#8221;, afirma a pesquisadora do Instituto de Psiquiatria da USP Camilla Magalhães Silveira.</p>
<p>Camilla coordenou, no Brasil, parte de uma investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS) realizada em 28 países com o intuito de medir a prevalência de transtornos mentais na população. Mais de 5 mil pessoas participaram da pesquisa na região metropolitana de São Paulo, escolhida para representar o País.</p>
<p>Os dados obtidos revelam que, enquanto o consumo per capita anual de bebida alcoólica na França é de 18 litros por pessoa, no Brasil ele está abaixo de 8 litros. No entanto, a taxa de abuso e dependência aqui é de 4%, enquanto entre os franceses é de apenas 0,8%.</p>
<p>&#8220;A OMS tem uma escala que vai de 1 a 4 e mostra o quanto é prejudicial o consumo em cada País. O Brasil recebeu nota 4, a de maior gravidade. Já os europeus têm um padrão de consumo protetor, que até faz bem à saúde&#8221;, explica.</p>
<p>O estudo revelou ainda que 86% dos entrevistados haviam consumido ao menos 1 dose de bebida alcoólica na vida, e 56,2% consomem regularmente (pelo menos 12 doses em 12 meses). A taxa de dependência foi de 3,3% e a de abuso, de 9,4%.</p>
<p>&#8220;Ainda que os abusadores não sejam a maioria no País, o impacto na saúde é grande. Isso resulta em acidentes de trânsito, em violência física e verbal e prejudica o rendimento no trabalho e no estudo&#8221;, afirma Arthur Guerra, um dos maiores especialistas do País no tratamento de dependentes de álcool e drogas.</p>
<p>&#8220;Não sei ao certo o quanto bebo, pois há sempre mais pessoas na mesa. Só sei que no fim da noite há pelo menos 20 garrafas de cerveja amontoadas ao lado&#8221;, diz Ricardo. &#8220;Além disso, em festa, extrapolo mesmo.&#8221;</p>
<p>Fora de casa. Outro levantamento recente, da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Unifesp, aponta que quase metade da população é abstêmia &#8211; e que, quem bebe, bebe muito. &#8220;Cerca de 25% disseram beber pouco e ocasionalmente. Os outros 25% são responsáveis por consumir 80% do álcool ingerido no País&#8221;, diz Ronaldo Laranjeira, responsável pela pesquisa.</p>
<p>Para o psiquiatra, esse padrão está relacionado a um consumo não domiciliar. &#8220;O consumo é principalmente social, fora de casa e, por isso, a tendência é que seja maior&#8221;, analisa. Para ele, essa cultura é preocupante não só porque leva os jovens ao consumo excessivo, mas também porque os leva a beber longe do controle familiar.</p>
<p>A proibição da propaganda de bebidas alcoólicas e uma fiscalização que de fato coíba a venda a menores de idade são as medidas apontadas por Laranjeira para reverter o quadro. &#8220;Não podemos deixar que a educação de nossos filhos para o álcool seja feita pela indústria de bebida.&#8221;</p>
<p>O descendente de italianos Francisco Villano, de 93 anos, foge do padrão brasileiro de consumo alcólico. Desde a juventude, adquiriu o hábito de tomar, todos os dias, uma taça de vinho no almoço e outra no jantar. &#8220;Deve ser por isso que estou bem de saúde&#8221;, diz Villano, que há 81 anos trabalha como barbeiro.</p>
<p>Quem bebe mais</p>
<p>Os campeões</p>
<p>No topo da lista dos países que mais consomem bebidas alcoólicas por pessoa ao ano, estão países como Rússia, Ucrânia, Letônia, Lituânia. As bebidas destiladas são as preferidas.</p>
<p>Os moderados</p>
<p>Países europeus, como França, Itália, Espanha, Suíça e Portugal, registram um consumo per capita alto de álcool. No entanto, o consumo é diferente: uma ou duas doses, todos os dias, o que traz menos riscos.</p>
<p><strong>Americanos</strong></p>
<p>Nos Estados Unidos, o consumo de álcool é mediano.</p>
<p>Estado de S.Paulo</p>
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		<title>Cafezinho após o almoço diminui risco de diabetes</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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		<description><![CDATA[Consumir ao menos uma xícara (125 ml) de café depois do almoço reduz os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, aponta pesquisa desenvolvida por uma nutricionista da USP (Universidade de São Paulo). O trabalho foi publicado na revista &#8220;American Journal of Clinical Nutrition&#8221;. A pesquisadora usou dados de um estudo francês que acompanha quase 70 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u715113.shtml"><img title="Cafezinho após o almoço diminui risco de diabetes, indica estudo que relaciona o horário de ingestão e efeito protetor da bebida" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_21332pnm5wfc_b" alt="Cafezinho após o almoço diminui risco de diabetes, indica estudo que relaciona o horário de ingestão e efeito protetor da bebida" width="330" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Cafezinho após o almoço diminui risco de diabetes, indica estudo que relaciona o horário de ingestão e efeito protetor da bebida</p></div>
<p><strong>Consumir ao menos uma xícara (125 ml) de café depois do almoço reduz os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, aponta pesquisa desenvolvida por uma nutricionista da USP (Universidade de São Paulo). O trabalho foi publicado na revista &#8220;American Journal of Clinical Nutrition&#8221;. </strong></p>
<p>A pesquisadora usou dados de um estudo francês que acompanha quase 70 mil mulheres com idades entre 41 e 72 anos desde 1990. Para relacionar o consumo de café das voluntárias e a menor incidência de diabetes, comparou dados de 1993 a 2007.</p>
<p>&#8220;O consumo de café já foi ligado ao efeito protetor contra o diabetes tipo 2 em outros trabalhos. A diferença desta pesquisa é que relacionamos os horários da ingestão&#8221;, explica a nutricionista Daniela Sartorelli, professora do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, autora do estudo.</p>
<p>As mulheres que consumiram café após o almoço tiveram risco 34% menor de ter diabetes. A proteção não foi encontrada naquelas que tomaram café em outro momento.</p>
<p>No período estudado, 1.415 participantes desenvolveram a doença. Entre as pacientes que tomaram no mínimo 125 ml de café na hora do almoço, 374 se tornaram diabéticas. O restante delas (1.051) não ingeria a bebida nesse horário ou a consumia em quantidades inferiores.</p>
<p>Versões cafeinadas ou não, com ou sem açúcar apresentaram os mesmos benefícios. &#8220;Mas 60% delas consumiam sem açúcar e, quando o adicionavam, era em quantidade bem menor do que aqui no Brasil&#8221;, ressalta a nutricionista.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, apesar de o estudo ter sido realizado somente com mulheres, provavelmente os resultados podem ser extrapolados para os homens, já que outros estudos que relacionaram café e diabetes foram realizadas com ambos os sexos. Ainda não é possível, no entanto, apontar por quais mecanismos a bebida protege contra a doença.</p>
<p>Para Sartorelli, uma possível explicação é a menor absorção de ferro causada pela ingestão da bebida. &#8220;Indivíduos com estoque de ferro aumentado têm risco maior de desenvolver diabetes. Esse fator poderia proteger a pessoa, se a maior quantidade de ferro for ingerida no almoço&#8221;, diz.</p>
<p>Quantidade</p>
<p>Estudos já publicados que relacionaram a menor incidência de mortalidade por diabetes entre bebedores de café apontam que as substâncias presentes na bebida melhoram a sensibilidade do organismo à insulina, hormônio responsável por facilitar a entrada da glicose nas células do corpo.</p>
<p>Essas substâncias também evitam a oxidação das células beta, localizadas no pâncreas, que são responsáveis por produzir o hormônio.</p>
<p>&#8220;Os trabalhos já divulgados sugerem que o mais importante é a quantidade de café ingerida, e não o horário de consumo&#8221;, diz o cardiologista Luiz Antônio Machado César, do InCor (Instituto do Coração), onde pesquisa sobre café e problemas cardiovasculares.</p>
<p>Recomenda-se beber ao menos duas xícaras de 150 ml para obter benefícios. Mas a indicação da bebida para prevenir o diabetes ainda não pode ser usada na prática médica.</p>
<p>&#8220;Não creio que o consumo de café, isoladamente, seja capaz de promover benefícios clínicos significantes em termos de impacto populacional&#8221;, contrapõe Augusto Pimazoni, coordenador do Grupo de Educação e Controle do Diabetes do Hospital do Rim e Hipertensão da Unifesp e do Centro de Diabetes do hospital Oswaldo Cruz.</p>
<p>Folha de S.Paulo</p>
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