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	<title>Blog de Maurílio &#187; Meio Ambiente</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Esgotos aquecem piscinas em cidade próxima de Paris</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 17:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>

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		<description><![CDATA[A água de duchas e banheiras, de lavadoras e máquinas de lavar pratos chega aos esgotos das cidades a uma temperatura média entre 15ºC e 20ºC, uma energia geralmente desperdiçada, mas um sistema inovador sugere aproveitar o recurso hídrico para aquecer piscinas em um município perto de Paris. 
Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title=" A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1681dbcdtvcw_b" alt="A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text"> A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos</p></div>
<p><span style="font-size: small;">A água de duchas e banheiras, de lavadoras e máquinas de lavar pratos chega aos esgotos das cidades a uma temperatura média entre 15ºC e 20ºC, uma energia geralmente desperdiçada, mas um sistema inovador sugere aproveitar o recurso hídrico para aquecer piscinas em um município perto de Paris. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira na França no aproveitamento da energia dos esgotos, com o qual pretende economizar na conta de energia elétrica e reduzir as emissões de gases do efeito estufa. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Quando soube a quantidade de calor perdida nos esgotos decidi que tinha de fazer alguma coisa&#8221;, afirma a vereadora do Meio Ambiente da localidade, Sophie Deschiens, que não esconde querer tornar sua cidade referência no aproveitamento de energias limpas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Deschiens percorreu o mundo para conhecer as tecnologias de aproveitamento dos recursos ecológicos e descobriu um sistema que permitia recuperar o calor dos esgotos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Não duvidei um instante, tínhamos que tê-lo em nossa cidade&#8221;, diz a vereadora da localidade. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Execução</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Para começar, decidiram aplicar o sistema para aquecer o novo centro aquático que está sendo construído na cidade, dotado de três piscinas, saunas, jacuzzi e outras instalações. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em meados deste mês, o sistema estará pronto e começará a aproveitar o calor dos esgotos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A empresa Lyonnaise des Eaux ficou encarregada de iniciar o projeto porque, além disso, é a responsável pelo tratamento de água e esgoto de Levallois-Perret. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os analistas calcularam que os lares consomem cada vez menos água, porém cresce o uso de água aquecida, o que facilita o aproveitamento desta fonte de energia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A ideia é manter durante todo o ano a água das piscinas a uma temperatura de 28ºC com a ajuda do calor recuperado dos esgotos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O princípio é simples. Uma série de placas de aço inoxidável é fixada no fundo das tubulações de esgotos equipadas com um líquido especial que capta o calor. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;É preciso que haja um volume de água residual mínimo para que o sistema funcione, mas tivemos a sorte que os esgotos que passam próximo do parque aquático atendiam as necessidades&#8221;, explica. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Uma distância de </span><span style="font-size: small;">80 metros</span><span style="font-size: small;"> separa a local onde estão as placas da caldeira que aquece o parque aquático. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Com este sistema, Levallois-Perret pretende reduzir em 24% os gastos com energia elétrica do parque e 66% as emissões de gases do efeito estufa. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Deschiens está convencida que o sistema é rentável no longo prazo e espera amortizar o investimento em dez anos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A cidade gastou 474 mil euros para instalar o sistema que recupera o calor da água e do esgoto. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quanto o projeto estiver funcionando a pleno a economia na conta de energia elétrica pode alcançar os 48 mil euros anuais, calcula a vereadora. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para Deschiens, o novo sistema faz parte da aposta da cidade por energias limpas. Há anos, o sistema de calefação da cidade recebe energia gerada no tratamento de lixo. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Este sistema, que funciona desde 1989, vai utilizar a energia que não for utilizada no aquecimento do centro aquático. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O novo projeto apresentará a energia equivalente a cerca de 800 megawatts dos 3.600 megawatts que consome anualmente o parque de águas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O sistema de recuperação do calor da águas e do esgoto chamou a atenção de outras cidades do país. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Valenciennes e Bordeaux enviaram os responsáveis ambientais para obterem informações das instalações de Levallois-Perret. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Se outras cidades querem copiar o sistema, estamos felizes. Nunca ninguém se interessou tanto por nossos esgotos&#8221;, brinca Deschiens.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">LUIS MIGUEL PASCUAL</span><br />
<span style="font-size: x-small;">da </span><span style="font-size: x-small;">Efe</span><span style="font-size: x-small;">, em Paris </span></p>
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		<title>Empregos &#8216;verdes&#8217; estão chegando aos cargos executivos</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 11:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos Verdes]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Jornal americano mostra que diretor de sustentabilidade já é profissional frequente em empresas dos EUA
 
Durante suas mais de três décadas no ramo imobiliário, David Pogue atuou em muitos papéis, mas especialista em meio ambiente nunca foi um deles. Isso não impediu a sua empresa, uma imobiliária de Los Angeles chamada CB Richard Ellis, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px"><img title="Com cartazes de “empregos verdes agora” e “estou pronta”, os americanos mostram que estão preparados para uma nova economia" src="http://www.portalibahia.com.br/blogs/ecodesenvolvimento/wp-content/uploads/2009/06/green-jobs-capa.jpg" alt="http://www.portalibahia.com.br/blogs/ecodesenvolvimento/wp-content/uploads/2009/06/green-jobs-capa.jpg" width="425" height="260" /><p class="wp-caption-text">Com cartazes de “empregos verdes agora” e “estou pronta”, os americanos mostram que estão preparados para uma nova economia. Fonte: Ecodesenvolvimento.org (Foto: greenforall.org)</p></div>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Jornal americano mostra que diretor de sustentabilidade já é profissional frequente em empresas dos EUA</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Durante suas mais de três décadas no ramo imobiliário, David Pogue atuou em</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">muitos papéis, mas especialista em meio ambiente nunca foi um deles.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Isso não impediu a sua empresa, uma imobiliária de Los Angeles chamada CB Richard Ellis, de nomeá-lo o guru da empresa para todos os assuntos &#8216;eco-friendly&#8217; &#8211; ou ecologicamente corretos &#8211; quase dois anos atrás. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">De repente, Pogue se viu encarregado de fazer a companhia e seus projetos ganharem maior eficiência energética e se tornarem ambientalmente conscientes, uma mudança abrupta nas suas responsabilidades anteriores de gestão.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Eu sou um leigo, um cara do ramo imobiliário tentando se tornar um ambientalista&#8221;,diz Pogue, diretor nacional de sustentabilidade na empresa. &#8220;Mas eu acredito no que eu faço, que é algo maior do que eu.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span id="more-3866"></span><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Conforme as empresas</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">precisam lidar</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">com as alterações climáticas, tentar atrair clientes com consciência ambiental e desenvolver agendas alternativas de energia, ao mesmo tempo que obedecer a regulamentação, um novo tipo de administrador está surgindo para para ajudar os executivos das empresas.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os agentes de sustentabilidade e supervisores &#8216;verdes&#8217; são os sucessores para os gestores de diversidade e os especialistas em inovação dos anos 90 -</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">e têm</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">foco dividido entre a responsabilidade das empresas, as relações públicas e o lucro.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Nossos clientes esperam isso&#8221;, disse Pogue. &#8220;Empresas do nosso tamanho </span><br />
<span style="font-size: small;">não podem se dar ao luxo de não participar.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Depois de assistir a uma série rigorosa de conferências e</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">seguir horas da leitura sobre a chamada indústria verde, Pogue se estabilizou na posição. Seus esforços incluem conectar a CB Richard Ellis a programas como o Energy Star da Agência de Proteção Ambiental e do Departamento de Energia dos Estados Unidos,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> além do programa americano de Liderança em Energia e Design Ambiental do Green Building Council.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Empegos como o de Pogue são muitas vezes colocados em altos escalões das empresas, onde são altamente visíveis e diretamente supervisionado pelos executivos. Na Coca-Cola e na Mitsubishi Motors da América do Norte, os executivos-chefes Muhtar Kent e Ryoichi Ueda, respectivamente, adotaram também o título de chefes da sustentabilidade.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Outras empresas lidam com obrigações extras, tais como lidar com a cadeia de abastecimento. Na Levi Strauss, Michael Kobori atua com padrões trabalhistas e questões ambientais como vice-presidente social e de sustentabilidade ambiental.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Há dez anos, a minha posição não existia&#8221;, diz Kobori. &#8220;Agora, estamos vendo uma nova geração de líderes empresariais cresceram com a sustentabilidade. Há realmente uma carreira nesta área para alguém em uma empresa.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">No ano passado,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">menos de 200 posições dedicadas para a sustentabilidade estavam distribuídas entre mais de 1.200 empresas, de acordo com a consultoria empresa Hudson Gain Corp. &#8220;Com um pool de talentos muito limitado de executivos experientes em sustentabilidade&#8221;, muitas empresas remanejaram candidatos internos que eram bem vistos em outras áreas para o papel, segundo o relatório.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">No ensino superior, cerca de 80</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">funções diferentes</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">existiam no ano passado: 82% deles em tempo integral, de acordo com a Associação para o Desenvolvimento da Sustentabilidade no Ensino Superior. Os salários variavam de menos de US$ 20.000 para quase US$ 160.000.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Administradores &#8216;verdes&#8217; também estão surgindo no governo. Nos Estados Unidos,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">o presidente Barack Obama assinou uma ordem executiva em outubro exigindo que cada agência federal designasse um funcionário para a sustentabilidade.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Algumas empresas, ansiosas para lucrar com</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">esse entusiasmo ambientalista, foram acusadas de contratar agentes de sustentabilidade &#8216;de fachada&#8217;. Em vez criar</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">planos de negócios mais ecológicos</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">e inspirar a equipe, esses executivos acabam isolados, ineficazes ou sobrecarregados.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Há um perigo na criação de um executivo de sustentabilidade, porque</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">atribui toda a responsabilidade dessa questão para uma só pessoa&#8221;, lembra Kobori. &#8220;Nós só seremos bem sucedidos quando a sustentabilidade estiver embutida em todos os papéis da empresa.&#8221;</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na Levi Strauss, Kobori trabalha com os produtores de algodão, fábricas de tecidos,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">linhas de transporte, lojas de varejo e consumidores. Segundo ele, são feitos muitos esforços, por exemplo, para que toda a equipe tenha padrões elevados de qualidade da água, para que o esgoto tratado nas fábricas parceiras na China e no México seja até mais limpo do que a água que as abastece.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A rede de supermercados amereicana Wal-Mart espera reduzir as emissões de gases de efeito de estufa em 20% até 2012 e parar de enviar resíduos sólidos para aterros até 2025, de acordo com o vice-presidente de sustentabilidade no varejo, Matt Kistler. Em um fórum sobre sustentabilidade no mês passado, ele discutiu planos para oferecer produtos feitos localmente, usar alimentos de pesca certificada e acompanhar a proveniência de diamantes, ouro e prata usados na produção de jóias.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Entre outras coisas, o Wal-Mart está usando iluminação de Leds em muitas das prateleiras para alimentos refrigerados e congelados.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Depois que o Bank of America anunciou, em 2007, US$ 20 bilhões em um compromisso de dez anos com operações, produtos e serviços sustentáveis,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">surgiram vários empregos &#8216;verdes&#8217;. Entre eles, um gerenciador de certificados em padrões de construção sustentável, que trabalha no cumprimento da legislação ambiental, e muitos estrategistas de investimento focados nas alternativas de energia renovável.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Não se trata apenas de fazer o bem, isso representa oportunidade de negócios convincente para os nossos clientes&#8221;, afirma Richard Cohen, diretor-gerente de investimentos estratégicos em meio ambiente no gigante bancário.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com o relatório do Hudson Gain, esses funcionários &#8216;verdes&#8217; são provenientes de diversas áreas profissionais, incluindo engenharia, pesquisa, finanças, recursos humanos, direito e relações públicas.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">O vice-presidente e chefe de sustentabilidade da empresa de construção de materiais Owens Corning, Frank O&#8217;Brien-Bernini, por exemplo, estudou</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">a sustentabilidade na universidade e pesquisou sobre energia solar para o seu mestrado em engenharia mecânica.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Foi uma carreira e uma paixão&#8221;,diz ele. &#8220;Eu estou nisso há muito tempo.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">No entanto, uma grande parte dos profissionais ainda</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">é inexperiente, como James J. Gowen, da Verizon Communications. Segundo Gowen, que já estava à frente de operações da cadeia de abastecimento quando foi reaproveitado em setembro para servir também como chefe de sustentabilidade, a Verizon tem um histórico de eficiência energética.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Nós estamos lidando com questões de sustentabilidade há algum tempo, embora sem usar este nome&#8221;, diz.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na Ford Motor, Susan Cischke luta pelo verde com uma equipe de quase 300 pessoas. O grupo fabrica veículos Ford mais leves para melhorar a eficiência do combustível, desenha carros elétricos e híbridos e reduz os impactos ambientais das fábricas da empresa, entre outras coisas. Como vice-presidente do grupo de sustentabilidade, meio ambiente e engenharia de segurança, Cischke trabalha em estreita colaboração com o ambientalista e presidente executivo William Clay Ford Jr.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Isso não é apenas um trabalho secundário&#8221;, defende. &#8220;Ele realmente influencia tudo o que fazemos. Ele vai além da conformidade e diz respeito a um planejamento de longo alcance para preparar a empresa para uma visão mais ampla.&#8221;</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mas, de acordo com Pogue, em uma época na qual a</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">economia é</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">instável, alguns funcionários de sustentabilidade acreditam que precisam encontrar novas abordagens e investimentos ambientalistas.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;Os últimos meses foram a busca por sobrevivência, e não por sustentabilidade&#8221;, afirma. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ainda assim, para Pogue, mesmo resistente, o mercado terá de acomodar a demanda por produtos e práticas verdes, e abrir espaço para as pessoas que podem fazer isso acontecer.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">&#8220;O mercado imobiliário é um negócio conservador, e nós lidamos com um monte de pessoas que acreditam que não há nenhum problema ecológico&#8221;, lembra. &#8220;Mas eles são práticos. Se outros acreditam que é bastante importante, então é importante.&#8221;</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Tiffany Hsu</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong><strong><span style="font-size: small;">-</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong><strong><span style="font-size: small;">do Los Angeles Times </span></strong></p>
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		<title>Futuro da iluminação ecológica prevê papel de parede com luz</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 11:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Oleds]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para jornal britânico, Leds orgânicos podem substituir em breve lâmpadas convencionais em casas e escritórios
 
Papel de parede com luz e telas planas flexíveis são alguns dos produtos que podem estar um pouco mais próximos da realidade graças às pesquisas sobre LEDs orgânicos (OLEDs), ferramenta amplamente aclamada como a próxima geração das tecnologias de iluminação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><img title="OLEDs" src="http://www.pinktentacle.com/images/flexible_organic_el_display.jpg" alt="http://www.pinktentacle.com/images/flexible_organic_el_display.jpg" width="468" height="333" /><p class="wp-caption-text">Display flexivel baseado na tecnologia &#39;OLED&#39; </p></div>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Para jornal britânico, Leds orgânicos podem substituir em breve lâmpadas convencionais em casas e escritórios</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Papel de parede com luz e telas planas flexíveis</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">são alguns dos produtos que</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">podem estar um</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">pouco</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">mais próximos da realidade graças às pesquisas sobre LEDs orgânicos (OLEDs), ferramenta amplamente aclamada como a próxima geração das tecnologias de iluminação ecologicamente corretas, de acordo com matéria publicada pelo jornal britânico </span><em><span style="font-size: small;">The Guardian.</span></em></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os LEDs (diodos emissores de luz, em português) são uma forma de gerar luz diretamente da energia elétrica, têm grande vida útil e são mais econômicos. Os novos LEDs</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">orgânicos usam muito pouca energia para produzir energia luminosa, mesmo em comparação com as modernas lâmpadas econômicas. São feitos de substâncias químicas que podem ser aplicadas em superfícies finas e flexíveis, permitindo que elas</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">sejam usadas em potencial para substituir lâmpadas tradicionais em casas e escritórios, com painéis de iluminação eficiente construídos em paredes, janelas ou mesmo nos móveis. Outros usos incluem telas flexíveis, cujo consumo de energia muito baixo significa que elas poderiam operar sem energia elétrica, por exemplo, como sinais de alerta de tráfego nas estradas alimentados por pequenos painéis solares. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span id="more-3863"></span><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com informações do</span><span style="font-size: small;"> </span><em><span style="font-size: small;">Guardian</span></em><span style="font-size: small;">,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">a empresa britânica</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Lomox Limited, que</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">desenvolve tecnologia OLED</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">e opera há apenas dois anos com sede no País de Gales, recebeu nesta quarta-feira mais de 450 mil libras</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">para pesquisa através do programa Carbon Trust, um fundo de carbono financiado pelo governo britânico. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Cerca de um sexto de toda a eletricidade gerada no Reino Unido é utilizada para iluminação e a Lomox reivindica que suas OLEDs são 2,5 vezes mais eficientes do que o padrão de economia de energia das lâmpadas normais. O fundo Carbon Trust</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">constatou</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">que, se todas as lâmpadas modernas fossem substituídas por LEDs orgânicos, as emissões anuais de carbono em todo o mundo poderiam cair em 2,5 milhões de toneladas até 2020 e quase 7,4 milhões de toneladas até 2050. E trocar as velhas lâmpadas incandescentes por OLEDs geraria redução de CO2 ainda maior. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os OLEDs têm</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">obtido resultados</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">promissores nos laboratórios de pesquisa, mas precisam superar dois obstáculos principais para se tornarem itens de grande consumo: eles são caros para fazer e</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">eles tendem a ter uma vida útil relativamente curta. &#8220;O que a nossa tecnologia faz, com as</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">sete patentes que possuimos, é tentar corrigir esses problemas&#8221;, disse Ken Lacey, presidente-executivo da Lomox. De acordo com Lacey, os OLEDs da sua empresa têm potencial para durar tanto quanto as luzes fluorescentes modernas e, no setor de telas, tanto quanto os painéis LCD. A Lomox afirma também que seu sistema de iluminação corresponde muito melhor à luz natural do que o</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">das outras lâmpadas econômicas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Com o incentivo,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">a companhia quer se concentrar em colocar o primeiro OLED no mercado em 2012, principalmente para a iluminação externa. &#8220;A parte inicial dos recursos é para fazer os testes e levar isso para esse mercado&#8221;, disse Lacey. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;A iluminação é uma grande produtora de emissões de carbono. Essa tecnologia tem potencial para produzir iluminação ultra-eficiente para uma ampla gama de aplicações, esbarrando em um enorme mercado global. Nós agora estamos procurando outras tecnologias que podem reduzir emissões de carbono e ser um sucesso comercial.&#8221; </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A concessão para Lomox é um dos 164 projetos apoiados pelo Carbon Trust para pequenas empresas que trabalham com energia renovável e tecnologias de eficiência energética, como células de combustível, produção combinada de calor e energia,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">bioenergia, energia solar, tecnologias de baixo carbono para edifícios, dispositivos de energia marinha e maior eficiência nos processos industriais. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">estadao.com.br</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong><strong><span style="font-size: small;">-</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong><strong><span style="font-size: small;">com informações do jornal The Guardian </span></strong></p>
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		<title>Pedágio e transporte solidário tiram carros das ruas de Estocolmo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[O trânsito dos sonhos foi inventado lá na Suécia. Polui menos e é solidário. Um exemplo para o mundo.

Na cidade que se orgulha do seu passado, o presente mora no futuro. A velha Estocolmo tem um dos mais modernos e eficazes sistemas de transporte do mundo. Um metrô que raramente atrasa; ônibus movidos a álcool [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">O trânsito dos sonhos foi inventado lá na Suécia. Polui menos e é solidário. Um exemplo para o mundo.</span></strong></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: medium none;" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1324ftsbhkds_b" alt="Bom Dia Brasil / Rede Globo" width="372" height="231" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Na cidade que se orgulha do seu passado, o presente mora no futuro. A velha Estocolmo tem um dos mais modernos e eficazes sistemas de transporte do mundo. Um metrô que raramente atrasa; ônibus movidos a álcool para evitar a emissão de gazes poluentes; bondes elétricos e ciclovias. Até o barco é usado para o deslocamento dos moradores entre as centenas de ilhas que formam a capital sueca. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Para quem tem necessidade de dirigir, mas não quer usar o carro além do necessário, os suecos desenvolveram um sistema de cooperativa: um carro, muitos donos. A novidade roda pelas ruas de Estocolmo há dois anos. Associações de bairros e condomínios compram pequenas frotas e disponibilizam aos associados. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Pelo celular, os motoristas discam para a sede da cooperativa. O sistema eletrônico emite uma resposta automática diretamente para um receptor instalado no carro. A porta destrava na hora e o motor é desbloqueado. A chave fica disponível no porta-luvas. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Costumo pegar para ir ao mercado ou para passear nos fins de semana. A vantagem é que não preciso lavar, abastecer, checar o óleo ou trocar pneu. Quem cuida disso é a cooperativa”, elogia uma motorista. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Os carros ficam estacionados em diversos locais. Quando o usuário precisa, é só pegar o mais próximo e andar. Depois, basta devolver em um dos 50 pontos espalhados pela cidade. A cobrança vem na conta do celular: o equivalente a R$ 10 por hora. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Antes eu tinha meu próprio carro e acabava usando exageradamente. Agora só pego um quando realmente preciso”, compara um motorista. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Apesar de todas essas medidas, ainda tinha carro demais nas ruas. Foi aí que o poder público agiu novamente. Para tentar acabar de uma vez por todas com os congestionamentos em Estocolmo, a prefeitura decidiu implantar um sistema de pedágio: o equivalente a R$ 20 por dia para rodar com qualquer veículo particular no centro da capital sueca. No início a população chiou, mas um plebiscito, feito um ano mais tarde, mostrou que houve mudança de mentalidade. O pedágio foi aprovado por mais de 90% dos eleitores. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A vantagem todo mundo vê: o número de carros em Estocolmo diminuiu em cerca de 35%. A poluição também. O representante do departamento de transportes do governo sueco reconhece: &#8221;São soluções nem sempre baratas, mas com certeza eficientes e duradouras&#8221;. O poder público faz a sua parte. A população contribui. E todos vivem mais felizes.</span></span></p>
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		<title>Concentração de gases-estufa é a maior já registrada, diz agência da ONU</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 10:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Estufa]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[
Cálculo divulgado nesta segunda é da Organização Meteorológica Mundial.
Ação do CO2, metano e óxido nitroso se intensificou 26% desde 1990.
A Organização Meteorológica Mundial (WMO, na sigla em inglês), agência das Nações Unidas, afirmou nesta segunda-feira (23) que os gases causadores do efeito estufa, fenômeno que gera altas incomuns da temperatura global, alcançaram em 2008 os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Poluição" src="http://www.ecodebate.com.br/foto/75.jpg" alt="" width="420" height="279" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">Cálculo divulgado nesta segunda é da Organização Meteorológica Mundial.</span></strong></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">Ação do CO2, metano e óxido nitroso se intensificou 26% desde 1990</span></strong></span><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A Organização Meteorológica Mundial</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">(WMO, na sigla em inglês), agência das Nações Unidas, afirmou nesta segunda-feira (23) que os gases causadores do efeito estufa, fenômeno que gera altas incomuns da temperatura global, alcançaram em 2008 os maiores níveis desde 1750.</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Desde </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">1990, a</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> ação do dióxido de carbono, do metano e do óxido nitroso &#8211; os três gases-estufa de longo prazo &#8211; de “aprisionar” a radiação solar se intensificou 26,2%. Entre 2007 e </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">2008, a</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> alta foi de 1,3%.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">“Estamos esperando que Copenhague dê origem a uma decisão significativa em relação aos gases do efeito estufa. Quanto mais adiarmos uma decisão, maior será o impacto&#8221; </span></strong></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O nível de dióxido de carbono (CO2) chegou a 385,2 ppm (partes por milhão, ou número de moléculas do gás a cada milhão de moléculas de ar). Antes da Revolução Industrial, a concentração de CO2 na atmosfera mantinha-se estável em aproximadamente 280 ppm. O dióxido de carbono, com uma concentração atmosférica 38% superior à vigente na era pré-industrial,responde por 63,5% do efeito-estufa total. Responde, contudo, por 85% da alta do fenômeno na última década e por 86%, nos últimos cinco anos.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O metano (CH4) é culpado por 18,2% do bloqueio de radiação. Antes da era industrial, apresentava uma concentração de aproximadamente 700 ppb (partes por bilhão, ou número de moléculas do gás a cada bilhão de moléculas de ar). No ano passado, havia alcançado 1.797 ppb, uma alta de 157%.</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O óxido nitroso (N2O) contribui com 6,2% do efeito estufa global. Saltou 19% da era pré-industrial para cá. Eram 270 ppb. Agora são 321,8 ppb.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Os números constam do &#8220;Greenhouse Gas Bulletin&#8221;.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Copenhague </span></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A WMO monitora a concentração desses gases na atmosfera por meio de uma rede de estações localizadas em mais de 50 países. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O boletim divulgado nesta segunda-feira é o quinto de uma série anual iniciada em 2004 e é divulgado às vésperas da Conferência da ONU sobre mudanças climáticas, que será realizada de </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">7 a</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> 18 de dezembro, em Copenhague, na Dinamarca. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A reunião de Copenhague tem como objetivo fechar um novo acordo global sobre o clima para substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Mais de 60 chefes de Estado e de governo, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, já confirmaram participação na reunião.</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O chefe da agência, Michel Jarraud disse em coletiva de imprensa,</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">em Genebra,</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">que os dados da WMO mostram que o mundo está &#8220;de fato mais próximo do cenário mais pessimista&#8221; em relação ao aquecimento global nos próximos anos. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">&#8220;Isso reforça o fato de que é preciso adotar medidas o mais rápido possível&#8221;, disse. &#8220;Estamos esperando que Copenhague dê origem a uma decisão significativa em relação aos gases do efeito estufa. Quanto mais adiarmos uma decisão, maior será o impacto.&#8221; </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O pior cenário quanto ao aquecimento global, divulgado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) em um relatório de 2007, prevê um aumento de temperatura de entre 2,4ºC e 6,4ºC até o fim do século.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Do G1, com informações da BBC</span></strong></span></p>
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