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	<title>Blog de Maurílio &#187; Maconha</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Uso prolongado de maconha pode dobrar risco de psicose, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 11:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chances de desenvolver são maiores em quem fuma há seis anos ou mais. Cerca de 190 milhões de pessoas no mundo são usuários da droga. Jovens que fumam cannabis ou maconha por seis anos têm o dobro da probabilidade de sofrer episódios psicóticos, alucinações ou delírios do que pessoas que nunca usaram a droga, informaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 459px"><img title="Estudo acompanhou mais de 3.801 homens e mulheres nascodos entre 1981 e 1984. Quase metade da população analisada fez uso de maconha. (Foto: PhotoAlto / Katarina Sundelin via France Presse) " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1939fcxsf6f5_b" alt="Foto: PhotoAlto / Katarina Sundelin via France Presse" width="449" height="320" /><p class="wp-caption-text">Estudo acompanhou mais de 3.801 homens e mulheres nascodos entre 1981 e 1984. Quase metade da população analisada fez uso de maconha. (Foto: PhotoAlto / Katarina Sundelin via France Presse) </p></div>
<p><strong>Chances de desenvolver são maiores em quem fuma há seis anos ou mais.<br />
Cerca de 190 milhões de pessoas no mundo são usuários da droga.</strong></p>
<p>Jovens que fumam cannabis ou maconha por seis anos têm o dobro da probabilidade de sofrer episódios psicóticos, alucinações ou delírios do que pessoas que nunca usaram a droga, informaram cientistas nesta segunda-feira (1º).</p>
<p>As descobertas fortalecem uma pesquisa anterior que relacionam psicose à droga – particularmente em sua forma mais potente, o skunk – e suscitará maiores debates sobre o nível de controle de seu uso.</p>
<p>Apesar de leis que a proíbem, cerca de 190 milhões de pessoas no mundo são usuário de maconha, segundo estimativas das Nações Unidas, o que equivale a 4 por cento da população adulta.</p>
<p>John McGrath, do Instituto Neurológico de Queensland, na Austrália, estudou mais de 3.801 homens e mulheres nascidos entre 1981 e 1984 e os acompanhou após 21 anos para perguntar-lhes sobre seu uso de maconha, avaliando os pacientes para episódios psicóticos. Cerca de 18 por cento relataram uso de maconha durante três anos ou menos, 16 por cento de quatro a cinco anos e 14 por cento durante seis ou mais anos.</p>
<p>&#8220;Comparados aos que nunca haviam usado cannabis, jovens adultos que tinham seis ou mais anos desde o primeiro uso de maconha tinham duas vezes mais chances de desenvolverem psicose não-afetiva (como esquizofrenia)&#8221;, disse McGrath em um estudo publicado na revista de psiquiatria Archives of General Psychiatry.</p>
<p>Tinham também quatro vezes maior probabilidade de obterem resultados altos nos testes de delírio, relatou, e um chamado relacionamento &#8220;resposta-dosagem&#8221; mostrava que quanto maior o tempo desde o primeiro uso de cannabis, mais alto o risco de sintomas relacionados à psicose.</p>
<p>Skunk<br />
Um estudo realizado por um cientista britânico no ano passado sugeria que a maioria das pessoas que fumam skunk, forma potente de cannabis, tem sete vezes mais chances de desenvolver doenças psicóticas como esquizofrenia dos que pessoas que fumam &#8220;haxixe&#8221; ou resina de cannabis.</p>
<p>Estudos anteriores também sugeriam que fumar maconha poderia dobrar o risco de desenvolver psicose, mas a recente pesquisa britânica foi a primeira a observar especificamente os efeitos do skunk.</p>
<p>O skunk tem maiores quantidades do ingrediente psicoativo THC que pode produzir sintomas psicóticos como alucinações, delírios e paranóia.</p>
<p>Da Reuters</p>
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		<title>Uso abusivo de medicamentos supera o de heroína, cocaína e ecstasy, diz ONU</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 17:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
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		<description><![CDATA[Relatório alerta para crescimento do consumo de drogas controladas. Ele cita caso da morte de Michael Jackson e de outras celebridades. O uso abusivo de medicamentos controlados cresce rapidamente no mundo e já supera todo o abuso somado de heroína, cocaína e ecstasy, segundo o relatório anual divulgado na quarta-feira pelo Departamento Internacional de Controle [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2009/09/remedio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2293" title="remedio" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2009/09/remedio.jpg" alt="" width="450" height="628" /></a></p>
<p><strong>Relatório alerta para crescimento do consumo de drogas controladas.<br />
Ele cita caso da morte de Michael Jackson e de outras celebridades.</strong></p>
<p>O uso abusivo de medicamentos controlados cresce rapidamente no mundo e já supera todo o abuso somado de heroína, cocaína e ecstasy, segundo o relatório anual divulgado na quarta-feira pelo Departamento Internacional de Controle de Narcóticos, ligado à ONU.</p>
<p>O relatório disse que várias mortes de celebridades no ano passado, como a do cantor Michael Jackson, chamaram a atenção para o problema dos medicamentos lícitos.</p>
<p>Nos EUA, o abuso dos medicamentos &#8220;já é a segunda questão mais importante do abuso de drogas, depois da maconha&#8221;, disse o texto, apontando a existência de 6,2 milhões de norte-americanos viciados em remédios em 2008.</p>
<p>&#8220;O abuso de tais drogas tem se difundido pelo mundo nos últimos anos&#8221;, afirmou Hamid Ghodse, diretor do Centro Internacional para a Política de Drogas da Universidade St. George&#8217;s, em Londres, um dos autores do relatório. &#8220;Isso precisa ser enfrentado urgentemente.&#8221;</p>
<p>Ghodse disse ser difícil obter dados abrangentes sobre esse &#8220;problema oculto&#8221;, mas na Alemanha, por exemplo, estima-se que 1,4 a 1,9 milhão de pessoas sejam dependentes de medicamentos vendidos sob receita. Em vários países europeus, entre 10% e 18% dos estudantes usam sedativos ou tranqüilizantes sem receita.</p>
<p>A entidade disse que farmácias ilegais estão atuando na Internet para vender ao mundo inteiro esses medicamentos &#8211; muitas vezes roubados, desviados ou falsificados. O relatório cobra medidas dos governos para monitorar ou proibir esses sites.</p>
<p>A agência da ONU citou também um aumento no uso das &#8220;drogas do estupro&#8221;, refletindo uma preferência de abusadores sexuais por substâncias lícitas.</p>
<p>Ketamina e gama-butirolactona (GBL), que não são controladas sob as convenções internacionais antidrogas, estão substituindo o Rohypnol, que costumava ser a droga mais usada no golpe conhecido no Brasil como &#8220;boa noite cinderela&#8221;.</p>
<p>Ghodse disse que a maior rigidez no controle do Rohypnol (cujo nome genérico é flunitrazepam) por parte de governos e laboratórios fez com que seu uso em crimes diminuísse, sendo substituído por substâncias mais fáceis de obter e usar.</p>
<p>&#8220;Como em muitos países essas drogas são facilmente disponíveis, elas frequentemente caem em mãos criminosas&#8221;, disse ele a jornalistas.</p>
<p>Da Reuters, em Londres</p>
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		<title>Flexibilização de repressão à maconha causa incerteza nos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Maconha]]></category>
		<category><![CDATA[Repressão]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Procuradores federais são instruídos a selecionar seus casos, mas leis estaduais e municipais seguem valendo SAN FRANCISCO, EUA &#8211; Uma nova política da administração Obama para diminuir a repressão ao uso medicinal maconha da sinalizou a usuários que eles têm menos a temer de agentes federais. Mas o memorando, divulgado nesta segunda-feira, 19, mantém as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Maconha" src="http://www.novoze.blogger.com.br/07_maconha.jpg" alt="" width="400" height="320" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Procuradores federais são instruídos a selecionar seus casos, mas leis estaduais e municipais seguem valendo</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">SAN FRANCISCO, EUA &#8211; Uma nova política da administração Obama para diminuir a repressão ao uso medicinal maconha da sinalizou a usuários que eles têm menos a temer de agentes federais. Mas o memorando, divulgado  nesta segunda-feira, 19, mantém as restrições de leis estaduais a fornecedores da droga.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span id="more-3006"></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Defensores da maconha e pacientes que usam a erva chamaram o memorando de um passo encorajador, a partir das estritas políticas contra a droga da era Bush. Mas muitos questionaram se o conjunto de leis nos 14 Estados que autorizam o uso medicinal da maconha ainda poderiam deixar fornecedores vulneráveis a processos.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;Agora temos que entender o que essas palavras realmente significam&#8221;, disse Wayne Justmann, um ativista pró-maconha de San Francisco que fez campanha, em 1996, no plebiscito que tornou a Califórnia o primeiro Estado americano a legalizar o uso medicinal da droga.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O Estado se destaca pela aplicação inconsistente de leis sobre a maconha. Em Los Angeles, existem cerca de 800 lojas que exibem a droga em suas vitrines, ao mesmo tempo que alguns proprietários de postos de distribuição cumprem longas sentenças em prisões federais. Algumas cidades estão tentando acabar com a maconha para fins medicinais, enquanto outras oferecem licenças e recolhem impostos dos locais de distribuição, como de qualquer outro negócio.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">A confusão faz com que alguns defensores da droga duvidem que qualquer pessoa possa se sentir segura de que age de acordo com a lei estadual e está a salvo de processos federais.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;Há muito desentendimento sobre o que é a lei&#8221;, disse Dale Gieringer, diretor da divisão californiana da Organização Nacional pela Reforma das Leis da Maconha (NORML, na sigla em inglês). &#8220;A legalidade de praticamente qualquer coisa na Califórnia foi posta em xeque no que diz respeito aos locais de distribuição.&#8221;</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">A Califórnia também é o único Estado que tem presença generalizada de vitrines em lojas de maconha, mas o número de locais que obtêm a droga legalmente está começando a aumentar em outros Estados. O Colorado também tem locais de distribuição e os estados de Rhode Island e Novo México estão em processo de licenciamento de fornecedores.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Fiscalização</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">No passado, agentes federais focavam em prender distribuidores acusados de usar a maconha para fins medicinais como fachada para o tráfico de drogas. O último memorando do Departamento de Justiça sugere que a abordagem irá continuar.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;Não iremos tolerar traficantes de droga que se escondem por trás das leis estaduais para mascarar atividades claramente ilegais&#8221;, afirmou o procurador-geral dos Estados Unidos, Eric Holder.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O memorando ressalta que procuradores devem ter muito critério para escolher quais casos analisar. Particularmente, o documento enfatiza que procuradores devem investigar casos que envolvam violência, o uso ilegal de armas de fogo, a venda de maconha a menores, lavagem de dinheiro ou envolvimento em outros crimes.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Mas o que exatamente significa seguir a lei estadual ainda é uma questão sensível. A Califórnia, por exemplo, não tem para a maconha uma agência similar ao seu departamento de controle de bebidas alcoólicas. Como resultado, cabe às cortes e aos governos municipais determinar quem está seguindo ou não as leis estaduais.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">No dia 9 de outubro, procuradores da cidade de Fresno, na Califórnia, obtiveram um mandado para fechar nove clubes de maconha por violar leis de zoneamento que requerem a obediência tanto da norma estadual quanto da federal. Uma exigência impossível, já que o governo americano classifica a maconha como narcótico ilegal.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O procurador municipal Doug Sloan afirmou que o memorando da Justiça não irá impedir, em Fresno, os esforços em andamento para banir locais de distribuição da maconha medicinal.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;O memorando diz explicitamente que a maconha não será legalizada&#8221;, afirma Sloan. &#8220;Até que a lei federal mude, e hoje a droga é uma substância controlada de classe 1, ela ainda será proibida.&#8221;</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Associated Press &#8211; Estadão</p>
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