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	<title>Blog de Maurílio &#187; Drogas</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Abuso de drogas é uma doença crônica, diz neurocientista</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 11:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Neurocientista]]></category>

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		<description><![CDATA[A neurocientista e psiquiatra Nora Volkow, 53, foi a primeira mulher a assumir a direção do Nida (instituto nacional dos EUA para o abuso de drogas), em 2003. Eleita pela revista &#8220;Time&#8221; uma das cem pessoas mais influentes do mundo, foi pioneira no uso da tomografia para investigar o efeito das drogas. Publicou mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Neurocientista e psiquiatra Nora Volkow, primeira mulher a dirigir o Nida e pioneira no uso de tomografia para estudar vício em droga" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2105gjs6b6fp_b" alt="Neurocientista e psiquiatra Nora Volkow, primeira mulher a dirigir o Nida e pioneira no uso de tomografia para estudar vício em droga" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Neurocientista e psiquiatra Nora Volkow, primeira mulher a dirigir o Nida e pioneira no uso de tomografia para estudar vício em droga</p></div>
<p>A neurocientista e psiquiatra Nora Volkow, 53, foi a primeira mulher a assumir a direção do Nida (instituto nacional dos EUA para o abuso de drogas), em 2003. Eleita pela revista &#8220;Time&#8221; uma das cem pessoas mais influentes do mundo, foi pioneira no uso da tomografia para investigar o efeito das drogas.</p>
<p>Publicou mais de 400 artigos, mostrando que a dopamina tem um papel fundamental em todas as dependências -das drogas ilícitas ao vício em jogos ou compulsão alimentar- e reforçando a ideia de que a dependência é uma doença crônica, que deve ser tratada como tal.</p>
<p>Volkow nasceu no México, na mesma casa em que seu bisavô, o revolucionário russo Leon Trotsky, foi assassinado. Na última quarta-feira (24), esteve em São Paulo, onde realizou uma palestra na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Leia a seguir trechos da entrevista que a cientista concedeu à Folha.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; Como a sra. define a dependência?</strong><br />
NORA VOLKOW &#8211; É uma doença crônica e reincidente, que envolve mudanças no cérebro que levam ao consumo compulsivo de drogas apesar de suas consequências devastadoras. A decisão inicial de usar uma droga é voluntária, mas seu uso crônico pode precipitar mudanças cerebrais que comprometem os sistemas de recompensa, motivação e mesmo o livre-arbítrio.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; Qual a diferença entre os mecanismos que levam ao vício em drogas e os que levam a outras dependências, como jogo compulsivo?</strong><br />
VOLKOW &#8211; Temos evidências de que os mecanismos cerebrais de dependências comportamentais, como jogo compulsivo, são similares aos produzidos por drogas. As substâncias psicoativas interferem nos mecanismos de recompensa, controlados pelo neurotransmissor dopamina. A maioria das drogas aumenta exageradamente a produção de dopamina, o que sobrecarrega o sistema de motivação e afeta circuitos cerebrais como a memória, a tomada de decisões e a motivação. O jogo compulsivo interfere nos mesmos circuitos cerebrais.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; O que as tomografias nos contam sobre a dependência?</strong><br />
VOLKOW &#8211; Poder monitorar o cérebro em atividade nos permitiu realmente &#8220;ver&#8221; as mudanças associadas à dependência e seu risco. As tecnologias de imagem são instrumentos poderosos para combater o estigma, ainda muito difundido, de que abandonar o vício é uma questão de vontade. Demonstrar que [a dependência] é uma doença pode levar a uma enorme mudança na visão que médicos, políticos, o público em geral e muitos cientistas têm do vício e do dependente.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; São essas evidências que levam a sra. a defender que o dependente não seja criminalizado?</strong><br />
VOLKOW &#8211; Não é meu papel dizer à sociedade como lidar com o status legal desses indivíduos, mas posso usar o conhecimento que tenho para informar os responsáveis pelas políticas públicas que a dependência é um distúrbio médico e que os tratamentos para ela funcionam. Pesquisas mostram que tratamentos feitos dentro do sistema prisional reduzem o abuso de drogas e a volta à prisão, o que pode ser uma forma de acabar com o círculo vicioso de abuso de droga e problemas com a justiça criminal.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; E qual é sua opinião sobre a descriminalização da maconha?</strong><br />
VOLKOW &#8211; Tenho de me ater aos fatos. Não sabemos exatamente o que aconteceria nessas circunstâncias, mas sabemos que, quando uma droga se torna mais disponível, o uso cresce. É o que acontece com o tabaco e o álcool.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; Quais são os melhores tratamentos disponíveis?</strong><br />
VOLKOW &#8211; Os mais eficazes envolvem o uso personalizado de medicamentos e terapias comportamentais. Em particular, a dependência a opiáceos pode ser tratada com bastante sucesso. Para as dependências severas, necessitamos de um sistema de cuidados crônicos, com a consciência de que recaídas são comuns e devem ser rapidamente tratadas.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; E quais são as perspectivas de novos tratamentos?</strong><br />
VOLKOW &#8211; Graças à ciência básica, particularmente na área de genética, estamos identificando novos alvos para os medicamentos. Outra abordagem é o uso de medicamentos aprovados para outros usos, mas que podem ser úteis para tratar dependência. As técnicas de imagem cerebral também estão abrindo novas oportunidades terapêuticas. Por exemplo, uma técnica chamada neurofeedback pode permitir que a pessoa freie voluntariamente áreas específicas do cérebro para controlar a compulsão.</p>
<p><strong>IARA BIDERMAN<br />
colaboração para a Folha de S.Paulo</strong></p>
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		<title>Tuberculose resistente a drogas ainda causa índices mortais</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tuberculose]]></category>

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		<description><![CDATA[Variação da doença exige remédios de US$ 5 mil para ser tratada. Em regiões da Rússia, um quarto dos casos é dessa modalidade. A tuberculose resistente a medicamentos matou cerca de 15 mil pessoas em 2008. Metade dos casos do mundo ocorreu na China e na Índia, como afirmou a Organização Mundial da Saúde em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.amparo.sp.gov.br/noticias/agencia/2006/03_marco/imagens/240306_tuberculose.jpg" alt="http://www.amparo.sp.gov.br/noticias/agencia/2006/03_marco/imagens/240306_tuberculose.jpg" /></p>
<p><strong>Variação da doença exige remédios de US$ 5 mil para ser tratada.<br />
Em regiões da Rússia, um quarto dos casos é dessa modalidade.</strong></p>
<p>A tuberculose resistente a medicamentos matou cerca de 15 mil pessoas em 2008. Metade dos casos do mundo ocorreu na China e na Índia, como afirmou a Organização Mundial da Saúde em relatório divulgado na semana passada.</p>
<p>Ninguém sabe o número exato de casos dos dois tipos de tuberculose resistente a drogas, chamada de MDR e XDR (“multi-drug-resistant” e “extensively drug-resistant”).</p>
<p>Alguns lugares, como Peru e Hong Kong, têm combatido a doença de forma eficaz, assim como o fez a cidade de Nova York no início da década de 1990. Partes da Sibéria também conseguiram alguns avanços, mas em outra região da Rússia mais de um quarto de todos os casos de tuberculose é da modalidade resistente a drogas. Na África, uma ampla maioria de casos provavelmente não foi diagnosticada, afirmou o relatório.</p>
<p>Até mesmo a tuberculose normal leva seis meses para ser curada sem um coquetel de quatro antibióticos. No entanto, as drogas custam apenas 20 dólares e são relativamente fáceis de tomar. As formas de tuberculose resistentes a medicamentos podem levar dois anos para serem curadas e exigem drogas perigosamente tóxicas que custam cinco mil dólares ou mais por pessoa.</p>
<p>Essas formas da doença geralmente emergem quando autoridades de saúde pública não conseguem garantir que pacientes com a tuberculose comum tomem seus medicamentos diariamente.</p>
<p>“Não há substituto para o controle da tuberculose básica”, disse Dr. Neil Schluger, diretor científico da World Lung Foundation. “Podemos ter caído numa sensação falsa de segurança, pois tem havido muitas novas verbas para pesquisa. As pessoas acham que um cientista vai para um laboratório e tira um coelho da cartola. Mas nada capaz de mudar o mundo acontecerá nos próximos anos”.</p>
<p>Donald G. Mcneil Jr. Do New York Times</p>
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		<title>Uso prolongado de maconha pode dobrar risco de psicose, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 11:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chances de desenvolver são maiores em quem fuma há seis anos ou mais. Cerca de 190 milhões de pessoas no mundo são usuários da droga. Jovens que fumam cannabis ou maconha por seis anos têm o dobro da probabilidade de sofrer episódios psicóticos, alucinações ou delírios do que pessoas que nunca usaram a droga, informaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 459px"><img title="Estudo acompanhou mais de 3.801 homens e mulheres nascodos entre 1981 e 1984. Quase metade da população analisada fez uso de maconha. (Foto: PhotoAlto / Katarina Sundelin via France Presse) " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1939fcxsf6f5_b" alt="Foto: PhotoAlto / Katarina Sundelin via France Presse" width="449" height="320" /><p class="wp-caption-text">Estudo acompanhou mais de 3.801 homens e mulheres nascodos entre 1981 e 1984. Quase metade da população analisada fez uso de maconha. (Foto: PhotoAlto / Katarina Sundelin via France Presse) </p></div>
<p><strong>Chances de desenvolver são maiores em quem fuma há seis anos ou mais.<br />
Cerca de 190 milhões de pessoas no mundo são usuários da droga.</strong></p>
<p>Jovens que fumam cannabis ou maconha por seis anos têm o dobro da probabilidade de sofrer episódios psicóticos, alucinações ou delírios do que pessoas que nunca usaram a droga, informaram cientistas nesta segunda-feira (1º).</p>
<p>As descobertas fortalecem uma pesquisa anterior que relacionam psicose à droga – particularmente em sua forma mais potente, o skunk – e suscitará maiores debates sobre o nível de controle de seu uso.</p>
<p>Apesar de leis que a proíbem, cerca de 190 milhões de pessoas no mundo são usuário de maconha, segundo estimativas das Nações Unidas, o que equivale a 4 por cento da população adulta.</p>
<p>John McGrath, do Instituto Neurológico de Queensland, na Austrália, estudou mais de 3.801 homens e mulheres nascidos entre 1981 e 1984 e os acompanhou após 21 anos para perguntar-lhes sobre seu uso de maconha, avaliando os pacientes para episódios psicóticos. Cerca de 18 por cento relataram uso de maconha durante três anos ou menos, 16 por cento de quatro a cinco anos e 14 por cento durante seis ou mais anos.</p>
<p>&#8220;Comparados aos que nunca haviam usado cannabis, jovens adultos que tinham seis ou mais anos desde o primeiro uso de maconha tinham duas vezes mais chances de desenvolverem psicose não-afetiva (como esquizofrenia)&#8221;, disse McGrath em um estudo publicado na revista de psiquiatria Archives of General Psychiatry.</p>
<p>Tinham também quatro vezes maior probabilidade de obterem resultados altos nos testes de delírio, relatou, e um chamado relacionamento &#8220;resposta-dosagem&#8221; mostrava que quanto maior o tempo desde o primeiro uso de cannabis, mais alto o risco de sintomas relacionados à psicose.</p>
<p>Skunk<br />
Um estudo realizado por um cientista britânico no ano passado sugeria que a maioria das pessoas que fumam skunk, forma potente de cannabis, tem sete vezes mais chances de desenvolver doenças psicóticas como esquizofrenia dos que pessoas que fumam &#8220;haxixe&#8221; ou resina de cannabis.</p>
<p>Estudos anteriores também sugeriam que fumar maconha poderia dobrar o risco de desenvolver psicose, mas a recente pesquisa britânica foi a primeira a observar especificamente os efeitos do skunk.</p>
<p>O skunk tem maiores quantidades do ingrediente psicoativo THC que pode produzir sintomas psicóticos como alucinações, delírios e paranóia.</p>
<p>Da Reuters</p>
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		<title>Uso abusivo de medicamentos supera o de heroína, cocaína e ecstasy, diz ONU</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 17:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Maconha]]></category>
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		<category><![CDATA[Remédios]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório alerta para crescimento do consumo de drogas controladas. Ele cita caso da morte de Michael Jackson e de outras celebridades. O uso abusivo de medicamentos controlados cresce rapidamente no mundo e já supera todo o abuso somado de heroína, cocaína e ecstasy, segundo o relatório anual divulgado na quarta-feira pelo Departamento Internacional de Controle [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2009/09/remedio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2293" title="remedio" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2009/09/remedio.jpg" alt="" width="450" height="628" /></a></p>
<p><strong>Relatório alerta para crescimento do consumo de drogas controladas.<br />
Ele cita caso da morte de Michael Jackson e de outras celebridades.</strong></p>
<p>O uso abusivo de medicamentos controlados cresce rapidamente no mundo e já supera todo o abuso somado de heroína, cocaína e ecstasy, segundo o relatório anual divulgado na quarta-feira pelo Departamento Internacional de Controle de Narcóticos, ligado à ONU.</p>
<p>O relatório disse que várias mortes de celebridades no ano passado, como a do cantor Michael Jackson, chamaram a atenção para o problema dos medicamentos lícitos.</p>
<p>Nos EUA, o abuso dos medicamentos &#8220;já é a segunda questão mais importante do abuso de drogas, depois da maconha&#8221;, disse o texto, apontando a existência de 6,2 milhões de norte-americanos viciados em remédios em 2008.</p>
<p>&#8220;O abuso de tais drogas tem se difundido pelo mundo nos últimos anos&#8221;, afirmou Hamid Ghodse, diretor do Centro Internacional para a Política de Drogas da Universidade St. George&#8217;s, em Londres, um dos autores do relatório. &#8220;Isso precisa ser enfrentado urgentemente.&#8221;</p>
<p>Ghodse disse ser difícil obter dados abrangentes sobre esse &#8220;problema oculto&#8221;, mas na Alemanha, por exemplo, estima-se que 1,4 a 1,9 milhão de pessoas sejam dependentes de medicamentos vendidos sob receita. Em vários países europeus, entre 10% e 18% dos estudantes usam sedativos ou tranqüilizantes sem receita.</p>
<p>A entidade disse que farmácias ilegais estão atuando na Internet para vender ao mundo inteiro esses medicamentos &#8211; muitas vezes roubados, desviados ou falsificados. O relatório cobra medidas dos governos para monitorar ou proibir esses sites.</p>
<p>A agência da ONU citou também um aumento no uso das &#8220;drogas do estupro&#8221;, refletindo uma preferência de abusadores sexuais por substâncias lícitas.</p>
<p>Ketamina e gama-butirolactona (GBL), que não são controladas sob as convenções internacionais antidrogas, estão substituindo o Rohypnol, que costumava ser a droga mais usada no golpe conhecido no Brasil como &#8220;boa noite cinderela&#8221;.</p>
<p>Ghodse disse que a maior rigidez no controle do Rohypnol (cujo nome genérico é flunitrazepam) por parte de governos e laboratórios fez com que seu uso em crimes diminuísse, sendo substituído por substâncias mais fáceis de obter e usar.</p>
<p>&#8220;Como em muitos países essas drogas são facilmente disponíveis, elas frequentemente caem em mãos criminosas&#8221;, disse ele a jornalistas.</p>
<p>Da Reuters, em Londres</p>
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