<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog de Maurílio &#187; Crianças</title>
	<atom:link href="http://maurilioferreiralima.com.br/tag/criancas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://maurilioferreiralima.com.br</link>
	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 May 2012 22:02:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Mulher com raro tipo de Alzheimer não reconhece filha recém-nascida</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/mulher-com-raro-tipo-de-alzheimer-nao-reconhece-filha-recem-nascida/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/mulher-com-raro-tipo-de-alzheimer-nao-reconhece-filha-recem-nascida/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5526</guid>
		<description><![CDATA[Rebecca Doig teve doença diagnosticada ao mesmo tempo em que soube que estava grávida. Uma australiana de 31 anos de idade, que sofre de uma rara forma do Mal de Alzheimer, não consegue reconhecer a própria filha, uma menina saudável nascida na semana passada. Rebecca Doig foi diagnosticada com a doença em agosto de 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.iwannaticket.com.au/img//Event/486/detail_photo_hero.jpg" alt="http://www.iwannaticket.com.au/img//Event/486/detail_photo_hero.jpg" /></p>
<p><strong>Rebecca Doig teve doença diagnosticada ao mesmo tempo em que soube que estava grávida.</strong></p>
<p>Uma australiana de 31 anos de idade, que sofre de uma rara forma do Mal de Alzheimer, não consegue reconhecer a própria filha, uma menina saudável nascida na semana passada.</p>
<p>Rebecca Doig foi diagnosticada com a doença em agosto de 2009, quando os exames também mostraram que ela estava grávida.</p>
<p>Segundo jornais australianos, acredita-se que ela seja a única mulher a ter sido diagnosticada com esta forma da doença &#8211; semelhante à que atinge os idosos &#8211; causada por mutações no gene PSEN1.</p>
<p>Desde que a filha, Emily Rebecca Doig, nasceu, a mãe não consegue cuidar da bebê e sequer conseguiu segurá-la.</p>
<p>Os primeiros sintomas da doença começaram a surgir em 2008, quando Rebecca esquecia onde tinha colocado a bolsa ou as chaves de casa.</p>
<p>Depois de perder vários empregos por &#8220;cometer erros&#8221;, a jovem passou a se consultar com um psiquiatra e foi diagnosticada com depressão.</p>
<p>Mas sua condição continuou se deteriorando e ela foi diagnosticada com Alzheimer ao mesmo tempo em que soube que seria mãe.</p>
<p>Atualmente, Rebecca Doig precisa de cuidados 24 horas por dia. Seu marido, Scott Doig, disse à imprensa australiana que ela perdeu a memória recente e as emoções.</p>
<p>&#8220;Seus lobos frontal, parietal e temporal encolheram&#8221;, disse ele ao jornal local Hornsby and Upper North Shore Advocate.</p>
<p>Scott Doig descreveu a filha como um &#8220;milagre&#8221;. &#8220;Emily é perfeita&#8221;, disse ele à mídia. &#8220;Ela é uma coisinha linda e muito saudável&#8221;.</p>
<p>A gravidez foi tranqüila e a Emily nasceu de cesariana, pesando 2,82 quilos, na última terça-feira.</p>
<p>O pai, que já cuida da mulher, agora também tem que aprender a cuidar da bebê recém-nascida.</p>
<p>&#8220;O caminho daqui para a frente será extremamente difícil, não há dois modos de se ver isso&#8221;, disse ele, que descreve Rebecca como sendo uma pessoa alegre e extrovertida antes da doença.</p>
<p>A bebê Emily não herdou da mãe o defeito genético que causa a doença.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/mulher-com-raro-tipo-de-alzheimer-nao-reconhece-filha-recem-nascida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bebê gordinho pode não ser tão fofo assim, afirmam cientistas</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/bebe-gordinho-pode-nao-ser-tao-fofo-assim-afirmam-cientistas/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/bebe-gordinho-pode-nao-ser-tao-fofo-assim-afirmam-cientistas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5463</guid>
		<description><![CDATA[Porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas cresceu 150%. Ideia de que bebê grande é saudável deve ser repensada, diz médica. As escolas já proíbem salgadinhos, emitem boletins de obesidade e reservam espaço nas cantinas para saladas. Recentemente, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img title="Bebê de 18 meses passa por pediatra em consulta gratuita, em Marselha (França), durante campanha nacional contra a obesidade infantil (Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse -08-01-2005)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2146dh9bfnhj_b" alt="Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse - 08-01-2005" width="516" height="368" /><p class="wp-caption-text">Bebê de 18 meses passa por pediatra em consulta gratuita, em Marselha (França), durante campanha nacional contra a obesidade infantil (Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse -08-01-2005)</p></div>
<p><strong>Porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas cresceu 150%.<br />
Ideia de que bebê grande é saudável deve ser repensada, diz médica.</strong></p>
<p>As escolas já proíbem salgadinhos, emitem boletins de obesidade e reservam espaço nas cantinas para saladas. Recentemente, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil prometeu reformular o almoço das escolas e colocar os jovens para se mexer. Fabricantes de bebidas afirmaram ter reduzido em quase 90% o alto número de calorias fornecidas às escolas nos últimos cinco anos.</p>
<p>No entanto, uma nova pesquisa sugere que intervenções direcionadas a crianças em idade escolar podem ser tardias.</p>
<p>Cada vez mais evidências apontam para eventos muito cedo na vida – quando a criança ainda é pequena, bebê e até mesmo antes do nascimento, no útero da mãe – que podem colocar os pequenos numa trajetória em direção à obesidade muito difícil de ser alterada quando chegam ao jardim de infância. A evidência não é extremamente sólida, mas sugere que esforços preventivos devem começar mais cedo.</p>
<p>Algumas intervenções precoces já são amplamente praticadas. Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho; a amamentação também é recomendada para diminuir o risco de obesidade.</p>
<p>Porém, restrições de peso ou dieta em crianças pequenas têm sido evitadas. “Antes, era um tabu classificar uma criança com menos de 5 anos como acima do peso ou obesa, mesmo que a criança o fosse”, diz Elsie Taveras, da Faculdade de Medicina de Harvard, principal autora de um artigo recente sobre disparidades raciais em fatores de risco precoces. “A ideia era que isso estigmatizava demais a criança.”</p>
<p>A nova evidência “questiona se nossas diretrizes nos últimos dez anos foram suficientes”, diz Elsie. “Não que estivéssemos errados – obviamente, é importante melhorar o acesso a alimentos saudáveis em escolas e aumentar os exercícios físicos. Mas isso pode não ser suficiente.” Grande parte da evidência vem de um estudo incomum de longo prazo de Harvard, liderado por Matthew Gillman, que tem acompanhado mais de 2 mil mulheres e bebês desde o estágio inicial da gravidez.</p>
<p>Assim como as crianças e os adolescentes, os bebês e as criancinhas pequenas estão engordando. Uma em cada dez crianças com menos de 2 anos de idade está acima do peso. A porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas aumentou de 5% em 1980 para 12,4% em 2006.</p>
<p><strong>Efeitos duradouros</strong></p>
<p>No final do ano passado, um comitê de estudo do Instituto de Medicina foi encarregado, pela primeira vez, de desenvolver recomendações de prevenção à obesidade especificamente para o grupo de crianças de 0 a 5 anos. O relatório, que deverá sair em 18 meses, analisará o papel do sono e dos primeiros padrões de alimentação, assim como a atividade física.</p>
<p>“Todo mundo tem apontado para esse primeiro período, afirmando que aparentemente ocorre algo ali que tem efeitos duradouros na vida da criança”, afirma Leann Birch, diretora do Centro para a Pesquisa de Obesidade Infantil da Universidade Estadual da Pensilvânia e líder do comitê.</p>
<p>Cientistas como Leann temem o que se chama de mudanças epigênicas. Os genes herdados da mãe e do pai podem ser ativados e desativados, e a força de seus efeitos pode ser mudada por condições ambientais nas primeiras fases do desenvolvimento. Muitos médicos estão preocupados com mulheres obesas e pouco saudáveis antes da gravidez porque o útero da mãe é o primeiro ambiente do bebê.</p>
<p><strong>Ponto de saciedade reconfigurado</strong></p>
<p>Um dos estudos mais convincentes sobre a relação entre diabetes gestacional na mãe e diabetes no filho foi realizado quase dez anos atrás com índios pima, da América do Norte. Irmãos nascidos depois que a mãe desenvolveu diabetes tipo 2 tiveram um IMC (índice de massa corpórea) mais alto durante toda a infância e tiveram quase quatro vezes mais probabilidade de desenvolver diabetes, em comparação a irmãos nascidos antes do diagnóstico.</p>
<p>“O ambiente intrauterino de uma mulher com diabetes nutre em excesso o feto”, diz a principal autora do estudo, Dana Dabelea, epidemiologista da Faculdade de Saúde Pública do Colorado. Ela acrescenta que isso “reconfigura o ponto de saciedade do filho e o predispõe a comer mais”.</p>
<p>Especialistas afirmam que a mudança pode exigir o abandono de alguns valores culturais. “A ideia de que um bebê grande é saudável, a ideia de que um bebê que chora provavelmente está com fome e deve ser alimentado, são coisas que precisamos repensar”, desafia Leann.</p>
<p>Do ‘New York Times’</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/bebe-gordinho-pode-nao-ser-tao-fofo-assim-afirmam-cientistas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escolas entram na luta contra obesidade infantil</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/escolas-entram-na-luta-contra-obesidade-infantil/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/escolas-entram-na-luta-contra-obesidade-infantil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 15:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5135</guid>
		<description><![CDATA[Medidas polêmicas incluem a proibir e até o &#8220;confisco&#8221; de certos lanches. Endocrinologista defende que pais ajudem a criar hábitos saudáveis. Com a obesidade infantil atingindo a marca histórica de 15% das crianças brasileiras, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, muitas escolas resolveram entrar na luta para conter o problema. Mas no esforço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/obesidade%282%29.JPG" alt="http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/obesidade(2).JPG" width="600" /></p>
<p><strong>Medidas polêmicas incluem a proibir e até o &#8220;confisco&#8221; de certos lanches.<br />
Endocrinologista defende que pais ajudem a criar hábitos saudáveis.</strong></p>
<p>Com a obesidade infantil atingindo a marca histórica de 15% das crianças brasileiras, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, muitas escolas resolveram entrar na luta para conter o problema. Mas no esforço de ensinar os alunos a terem uma alimentação saudável, alguns colégios acabam adotando medidas polêmicas, como proibir e até &#8220;confiscar&#8221; certos lanches.</p>
<p>No currículo da escola Carlitos, na Zona Oeste de São Paulo, o tema educação alimentar é abordado em conjunto com a alfabetização e permeia várias disciplinas, como ciência e matemática. Na hora do intervalo, se os pais não prepararem um lanche saudável, as crianças voltam para casa com a lancheira intacta.</p>
<p>Guloseimas e refrigerantes são proibidos: quem leva para a escola não come. &#8220;É como se o aluno tivesse esquecido a lancheira. Os colegas dividem seus lanches&#8221;, explica Laura Piteri, coordenadora pedagógica da escola. A criança volta também com um bilhetinho para lembrar os pais das regras do colégio.</p>
<p>Na Stance Dual, no Centro de São Paulo, a política de proibição de alimentos pouco saudáveis é semelhante, mas a resposta à desobediência, menos radical. São itens proibidos: doces, balas e refrigerantes. Quem leva esses alimentos é orientado a comer apenas a parte nutritiva do lanche. Se na lancheira há fruta, iogurte e bolachas recheadas, por exemplo, a criança é estimulada a consumir apenas um biscoito. &#8220;Antes devolvíamos esses lanches, mas os pais reclamavam muito&#8221;, diz Liliane Gomes, coordenadora pedagógica.</p>
<p><strong>Pais </strong></p>
<p>Por mais que a escola se esforce, a criança não criará hábitos saudáveis sem a contribuição dos pais, afirma a endocrinologista Angela Spinola e Castro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p>&#8220;A escola não pode transferir para si um papel que não é dela. Se a criança vem de uma casa onde as pessoas comem sem restrição, não vai aceitar isso&#8221;, diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>Da Agência Estado</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/escolas-entram-na-luta-contra-obesidade-infantil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Menino devolve bolsa e dá exemplo de cidadania</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/menino-devolve-bolsa-e-da-exemplo-de-cidadania/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/menino-devolve-bolsa-e-da-exemplo-de-cidadania/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 19:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Honestidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4032</guid>
		<description><![CDATA[Moradores do interior de SP viveram momentos de orgulho graças a um menino de onze anos. Wesley Ramos mostrou, na prática, o que deve ser feito quando uma pessoa encontra algum objeto que não é dela. Wesley Momesso Ramos, 11 anos, saiu a procura de latinhas de alumínio para vender e ajudar a família. Encontrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1567c32w7qfq_b" alt="Menino devolve bolsa e dá exemplo de cidadania" width="329" height="203" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Moradores do interior de SP viveram momentos de orgulho graças a um menino de onze anos. Wesley Ramos mostrou, na prática, o que deve ser feito quando uma pessoa encontra algum objeto que não é dela.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Wesley Momesso Ramos, 11 anos, saiu a procura de latinhas de alumínio para vender e ajudar a família. Encontrou no chão a bolsa que caiu do porta-malas de um carro. O garoto não teve dúvidas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Meus amigos disseram para abrir a bolsa e repartir o que tinha. Eu disse que não, que ia levar para os guardas para achar o dono, porque ele devia estar por ai”, diz o garoto. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O exemplo vem de uma casa simples onde vive o casal de agricultores e cinco filhos. &#8220;Eu falo pra eles que se aparecer com algo que não é dele eu vou querer saber de onde é e vou querer devolver”, fala a mãe do garoto, Solange Ramos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quando Ivo Ferreira Machado recebeu a bolsa, a surpresa&#8230; Tudo estava lá: mp4, relógio, cordões de ouro. “Eu falei para ele: essa atitude sua é muito importante e isso vai fazer a diferença na sua vida&#8221;, diz. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O gesto do garoto não foi reconhecido somente pelo dono da bolsa. A prefeitura de Capela do Alto parou, por alguns minutos, para homenagear Wesley e a família dele. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">No gabinete do prefeito troféu, diploma, flores, emoção. A professora agradeceu o exemplo do aluno. &#8220;A gente passa anos ensinando e de repente a gente aprende com o aluno&#8221;, comenta Jeane Gomes. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Depois da homenagem pai, mãe e filhos voltaram para casa mais felizes. “Eu fiquei emocionado, foi um dia com muita felicidade”, finaliza Wesley.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Cesar Barroso &#8211; Capela do Alto, SP </span></strong><strong><span style="font-size: small;"> &#8211; Jornal Hoje</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/menino-devolve-bolsa-e-da-exemplo-de-cidadania/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crianças são principais vítimas de alergia a picadas de insetos</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/criancas-sao-principais-vitimas-de-alergia-a-picadas-de-insetos/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/criancas-sao-principais-vitimas-de-alergia-a-picadas-de-insetos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 19:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3644</guid>
		<description><![CDATA[Um grupo de médicos começou pelo Rio de Janeiro um trabalho de prevenção e tratamento de graça contra a alergia a insetos. Dez milhões de brasileiros são alérgicos a insetos. Nos dias mais quentes, o número de mosquitos aumenta. Com eles, o risco de doenças &#8211; algumas graves, que podem aparecer depois de uma simples [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Insetos" src="http://www.scumdoctor.com/images/Riboflavin-And-Insect-Bite-Prevention.jpg" alt="" width="400" height="358" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><strong>Um grupo de médicos começou pelo Rio de Janeiro um trabalho de prevenção e tratamento de graça contra a alergia a insetos.</strong></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Dez milhões de brasileiros são alérgicos a insetos. Nos dias mais quentes, o número de mosquitos aumenta. Com eles, o risco de doenças &#8211; algumas graves, que podem aparecer depois de uma simples picada. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O exame comprova: o garoto é alérgico a picadas de inseto que o afligem quando o tempo esquenta. Crianças, mais do que adultos, são as principais vítimas dos insetos, é o que afirma o médico Marcelo Bossois. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“A reação inflamatória na criança é mais aparente. Muitas das vezes o sobrevoo do mosquito é baixo, então atinge as crianças com mais facilidade que os adultos”, explica o alergista Marcelo Bossois. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A picada de inseto causa uma lesão com pontos avermelhados, o local fica inflamado, e o organismo desenvolve um processo alérgico. A alergia produz feridas que coçam muito e podem ser uma porta de entrada para infecções por germes na pele. Isso é o que acontece com o garoto, diz o médico, que alerta para os efeitos da picada: “O problema dessas infecções secundárias é que elas podem se transformar em doenças mais simples como abscessos locais, mas doenças mais sérias como febre reumática e doenças renais também”. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O risco de doenças provocadas por picadas de inseto aumenta em áreas como a Baixada Fluminense. Os insetos se criam à beira do Rio Iguaçu e atingem a população que vive nas proximidades. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Entre 8% e 10% da população brasileira são afetados pelo problema. As crianças pobres são mais vulneráveis porque ficam ao ar livre nas regiões onde há focos de mosquitos. Uma mãe explica que a filha toma antibiótico com frequência, porque assim que ela fica boa de uma picada, leva outra: “Dentro de casa e fora de casa, no quintal. Ela coça e começa a espalhar”. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“O uso de antibióticos é bastante importante no tratamento de alergia à picada de inseto mas o único tratamento que vai deixar ela bastante tempo sem esse problema é a imunoterapia, ou as vacinas popularmente falando, as vacinas para alergia”, diz Marcelo Bossois.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Bom Dia Brasil – G1</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/criancas-sao-principais-vitimas-de-alergia-a-picadas-de-insetos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Saiba como falar sobre sexualidade com seus filhos</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/saiba-como-falar-sobre-sexualidade-com-seus-filhos/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/saiba-como-falar-sobre-sexualidade-com-seus-filhos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 11:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3420</guid>
		<description><![CDATA[Seu filho já fez alguma pergunta indiscreta, daquelas difíceis de responder? E como é que você saiu dessa situação? Isso acontece com todos os pais, mais cedo ou mais tarde. Os filhos fazem mil perguntas: - De onde vêm os nenéns? - Como eles vão parar dentro da barriga? - Porque as meninas são diferentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img title="Crianças Sexualidade" src="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,14411810,00.jpg" alt="Foto: Revista Crescer" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: Revista Crescer</p></div>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">Seu filho já fez alguma pergunta indiscreta, daquelas difíceis de responder? E como é que você saiu dessa situação? Isso acontece com todos os pais, mais cedo ou mais tarde.</span></strong></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Os filhos fazem mil perguntas: </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">- De onde vêm os nenéns? </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">- Como eles vão parar dentro da barriga? </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">- Porque as meninas são diferentes dos meninos? </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Os pais ficam cheios de dúvidas. “A gente fica um pouco perdido, é difícil de dizer para ele o que é aquilo e para que serve, né?”, fala Elmar de Mello, empresário. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A diferença entre meninos e meninas é uma das perguntas mais comuns. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">- Mamãe, por que os meninos tem piu-piu e eu não tenho? </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Converse naturalmente com seu filho. Uma ideia é mostrar figuras apropriadas para a idade dele, mas cuidado para não falar demais. Responda apenas o que foi perguntado e procure satisfazer a curiosidade da criança de uma forma bem simples. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Tatiana Koneski de Souza, empresária vai devagar. “Eu falo para ela que o piu-piu do menino é para fazer xixi e as meninas também, por enquanto eu acho que é o que ela tem que saber.” </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Há pouco tempo ela levou um susto com a filha de seis anos. “Ela me contou que estava treinando beijo na boca com os meninos do prédio para que no dia que ela pudesse namorar o namorado dela da escola, ela saber direitinho”, fala a empresária. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“A criança dentro da curiosidade dela ela está querendo ver como é que é, agora quando se trata de uma situação exagerada onde se percebe que há uma erotismo nesta curiosidade, aí sim é uma coisa exagerada e até abusiva em relação ao colega ou a colega, aí sim merece cuidados, uma vigilância e as vezes até mesmo uma interferência”, explica Francisco Baptista Neto, psiquiatra. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">E quando os pais percebem que a criança está se tocando? Muitos dizem: &#8220;é feio, não mexa ai”. “A criança pode ter a sua sexualidade reprimida e isso pode ter consequências as mais diversas como impotência e frigidez a partir da adolescência”, orienta o psiquiatra. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Também é natural, lá pelos quatro anos de idade, o menino se apaixonar pela mãe e a menina pelo pai. Luan não suporta dividir a mãe: </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">JH:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> o papai não pode beijar a mãe? </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Luan:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> não, não e não! </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">JH:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> por quê? </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Luan:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> tá, agora pode passar para a Isabella direto ? ( risos) </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Ele fica furioso e tenta afastar os pais. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">JH:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> Por que o pai não pode beijar a mãe? </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Luan:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> eu já disse, porque ela é só minha. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Demonstrações de carinho entre os pais são importantes. Mas uma coisa são beijos e abraços espontâneos, outra é o exibicionismo, o exagero na frente do filho. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Cuidado para não provocar ciúmes e estimular a competição entre a criança e o pai &#8211; que pode ser visto como um rival &#8211; ou a mãe. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O psiquiatra aconselha: </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">- não brinque de namorado com seu filho, o melhor é evitar beijos na boca; </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">- preste atenção para os sinais de erotização precoce. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Estímulos sexuais chegam de todos os lados. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Este estímulo visual de roupas, este estímulo do próprio comportamento atualmente as danças, é enfim todo este apelo sexual, as crianças acabam se estimulando mais cedo, existe este estímulo mais cedo”, fala Karine Rodrigues Ramos, pedagoga. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“O que as crianças precisam é não ter estímulos eróticos dentro de sua casa”, completa Francisco Neto. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">E eles observam tudo! </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Luan:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> só adulto que pode namorar de qualquer jeito. </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">JH:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> criança, como pode namorar? </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Luan:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> só dá a mão, brincar no colégio como a Isa disse. </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">JH:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> e adulto? </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Luan:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> namora, beija na boca, isso tudo ai&#8230; </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">JH:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> beija na boca? </span></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Luan:</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> é claro.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Kiria Meurer &#8211; Florianópolis</span></strong></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;"> – Jornal Hoje</span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/saiba-como-falar-sobre-sexualidade-com-seus-filhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crianças sem medo têm predisposição para delinquência, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/criancas-sem-medo-tem-predisposicao-para-delinquencia-diz-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/criancas-sem-medo-tem-predisposicao-para-delinquencia-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3236</guid>
		<description><![CDATA[As crianças que não manifestam uma &#8220;reação de medo clássica&#8221; frente a situações potencialmente assustadoras são predispostas a se tornarem delinquentes quando crescerem, afirma um estudo publicado nesta segunda-feira (16) pelo &#8220;American Journal of Psychiatry&#8221;. Neste estudo, conduzido nas ilhas Maurício durante um período de 20 anos, os pesquisadores avaliaram as reações de medo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img title="As crianças que não manifestam uma reação de medo clássica frente a situações potencialmente assustadoras são predispostas a se tornarem delinquentes. Foto:Saif Dahlah/AFP" src="http://d.yimg.com/x/pi/news/afp/j/091116/iphoto_1258399931066-1-0jpg.jpg" alt="As crianças que não manifestam uma reação de medo clássica frente a situações potencialmente assustadoras são predispostas a se tornarem delinquentes. br/ Foto:Saif Dahlah/AFP" width="450" /><p class="wp-caption-text">As crianças que não manifestam uma reação de medo clássica frente a situações potencialmente assustadoras são predispostas a se tornarem delinquentes.  Foto:Saif Dahlah/AFP</p></div>
<p style="margin: 5pt 0pt;">As crianças que não manifestam uma &#8220;reação de medo clássica&#8221; frente a situações potencialmente assustadoras são predispostas a se tornarem delinquentes quando crescerem, afirma um estudo publicado nesta segunda-feira (16) pelo &#8220;American Journal of Psychiatry&#8221;.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Neste estudo, conduzido nas ilhas Maurício durante um período de 20 anos, os pesquisadores avaliaram as reações de medo de quase 1.800 crianças de três anos a barulhos repentinos provocados com o objetivo de assustá-los.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Vinte anos depois, os pesquisadores examinaram os antecedentes judiciários dos pesquisados e descobriram que aos 23 anos, 137 dos participantes do estudo inicial tinham cometido algum crime ou delito, e que nenhum deles tinha mostrado uma reação clássica de medo durante a experiência conduzida quando tinham três anos de idade.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Ao contrário, os que, aos 23 anos, não tinham cometido crimes ou delitos, tinham expressado medo durante os testes.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Assim, os autores do estudo dão a entender que a propensão ao crime se deve mais ao funcionamento do cérebro do que às condições econômicas e sociais.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Saúde</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">&#8220;As conclusões deste estudo alimentam a teoria que liga desenvolvimento neurológico e comportamento antisocial e criminoso&#8221;, escreveram os médicos Yu Gao e Adrian Raine.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">&#8220;Com a atividade criminosa sendo parcialmente determinada pelo desenvolvimento do cérebro, os esforços para prevenir este problema de comportamento vão se focalizar cada vez mais na saúde&#8221;, diz o estudo.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Os autores ainda citam programas destinados a reduzir o consumo de tabaco, álcool e drogas pelas mulheres grávidas como fatores importantes para reduzir o risco de que seus filhos se tornem delinquentes quando crescerem.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Eles também afirmam que as crianças de três a cinco anos que têm alimentação saudável, se exercitam e são mentalmente estimuladas reduzem em 35% o risco de se tornarem delinquentes no futuro.</p>
<p style="margin: 0pt;">da France Presse, em Washington</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/criancas-sem-medo-tem-predisposicao-para-delinquencia-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Interessante: bebês choram no idioma materno, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/interessante-bebes-choram-no-idioma-materno-diz-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/interessante-bebes-choram-no-idioma-materno-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3131</guid>
		<description><![CDATA[A descoberta sugere que os bebês captam elementos do que será seu idioma materno ainda na barriga da mãe MADRI &#8211; Desde seus primeiros dias de vida, os bebês choram em francês, inglês ou português, já que ao emitirem seus primeiros sons levam a marca do idioma de seus pais, afirma um estudo publicado hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Bebe" src="http://demo.itent.hu/ujdieta/portal/images/2005-07/baby_cry.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>A descoberta sugere que os bebês captam elementos do que será seu idioma materno ainda na barriga da mãe</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">MADRI &#8211; Desde seus primeiros dias de vida, os bebês choram em francês, inglês ou português, já que ao emitirem seus primeiros sons levam a marca do idioma de seus pais, afirma um estudo publicado hoje no site da publicação Current Biology.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">A descoberta sugere que os bebês captam elementos do que será seu idioma materno ainda na barriga da mãe, muito antes de suas primeiras palavras.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;A descoberta mais espetacular do estudo é que os recém-nascidos humanos não são só capazes de reproduzir diferentes tons quando choram, mas preferem os tipos de sons típicos do idioma que ouviram quando feto, no último trimestre de gestação&#8221;, diz Kathleen Wermke, da universidade de Wuerzburg (Alemanha) e uma das autoras do estudo.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Segundo Wermke, ao contrário do que indicam as interpretações mais conservadoras, os resultados do estudo mostram a importância do choro para o futuro desenvolvimento da linguagem.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">A equipe de Wermke gravou e analisou o choro de 60 bebês saudáveis, 30 deles de famílias francesas e os outros 30 de famílias alemãs, entre três e cinco dias após o nascimento. A análise revelou claras diferenças com base no idioma materno.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">No experimento, os bebês franceses tenderam a chorar em um tom ascendente, enquanto os alemães faziam em um tom descendente, diferenças características entre os dois idiomas, como explicou Wermke.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Estudos anteriores já tinham demonstrado que os fetos humanos são capazes de memorizar sons do mundo externo nos últimos três meses de gestação.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Mas embora se sabia que a exposição antes do parto ao idioma materno influía na percepção dos recém-nascidos, se pensava que seus efeitos sobre a emissão de sons se davam de forma muito mais tardia.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Segundo o estudo, os recém-nascidos preferem a voz da mãe a todas as demais, percebem o conteúdo emocional das mensagens enviadas mediante a entonação, e sentem uma forte motivação de imitá-la para atraí-la e criar laços afetivos.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Efe</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/interessante-bebes-choram-no-idioma-materno-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo liga antibióticos na gravidez a defeitos de nascimento</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/estudo-liga-antibioticos-na-gravidez-a-defeitos-de-nascimento/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/estudo-liga-antibioticos-na-gravidez-a-defeitos-de-nascimento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 17:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3085</guid>
		<description><![CDATA[Chicago &#8211; Pesquisadores que estudaram os efeitos dos antibióticos durante a gestação descobriram uma ligação entre algumas drogas usadas para tratar infecções urinárias e defeitos congênitos. No entanto, o tipo de antibiótico mais usado nos estágios iniciais da gravidez &#8211; as penicilinas &#8211; parece ser o mais seguro. Infecções bacterianas podem causar problemas para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Gravidez" src="http://www.sxc.hu/pic/m/d/dt/dtaioli/914398_im_pregnant.jpg" alt="" width="171" height="300" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Chicago &#8211; Pesquisadores que estudaram os efeitos dos antibióticos durante a gestação descobriram uma ligação entre algumas drogas usadas para tratar infecções urinárias e defeitos congênitos. No entanto, o tipo de antibiótico mais usado nos estágios iniciais da gravidez &#8211; as penicilinas &#8211; parece ser o mais seguro.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Infecções bacterianas podem causar problemas para o feto, advertem os especialistas, e portanto a recomendação não é evitar totalmente os antibióticos, mas discutir as opções com o médico.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O novo estudo é a primeira análise em larga escala do uso de antibióticos na gravidez. Ele descobriu que era mais provável que as mães de crianças com problemas congênitos tivessem tomado antibióticos de um de dois tipos &#8211; sulfa e nitrofurantoínas &#8211; que as mães de crianças saudáveis.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Esta é a primeira vez que se detecta uma associação entre tratamentos de problemas do trato urinário e defeitos de nascimento, disse a principal autora do estudo, a geneticista Krista Crider, dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças do governo americano. &#8220;Mais estudos serão necessários para confirmar esta descoberta&#8221;, adverte ela.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Usados há décadas, esses antibióticos são anteriores à criação ad FDA, o órgão do governo americano encarregado de exigir rigorosos testes de segurança e eficiência antes da chegada de novos medicamentos ao mercado.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Drogas à base de sulfa são os antibióticos mais antigos conhecidos, e alguns testes em animais já haviam revelado problemas para a gravidez. Já as nitrofurantoínas eram tidas pelos médicos como seguras para o tratamento de infecções urinárias em gestantes.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O estudo, que será publicado na revista especializada Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, poderá levar os médicos a mudar o tipo de antibiótico receitado para gestantes.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Associated Press</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/estudo-liga-antibioticos-na-gravidez-a-defeitos-de-nascimento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crianças e adolescentes terão prioridade em transplantes</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/criancas-e-adolescentes-terao-prioridade-em-transplantes/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/criancas-e-adolescentes-terao-prioridade-em-transplantes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 18:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Transplante]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3040</guid>
		<description><![CDATA[Menores terão prioridade em órgãos de menores, e crianças com problema renal entram na fila antes da diálise SÃO PAULO - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou nesta quarta-feira, 21, a consolidação do Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes. Entre as mudanças, está a prioridade especial que passa a ser dada às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Fila" src="http://www.sxc.hu/pic/m/c/co/cobrasoft/991665_queue_line.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: medium;">Menores terão prioridade em órgãos de menores, e crianças com problema renal entram na fila antes da diálise </span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">SÃO PAULO</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">-</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou nesta quarta-feira, </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">21, a</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> consolidação do Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes. Entre as mudanças, está a prioridade especial que passa a ser dada às crianças e adolescentes: elas passaram a ter prioridade para receber órgãos de doadores da mesma faixa etária, e a ter direito a se inscrever na lista para um transplante de rim antes de entrar na fase terminal da doença renal crônica e de ter indicação para diálise. </span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">Além disso, abre-se a</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">possibilidade de pessoas portadoras de doenças que antes impediam a doação doarem órgãos para outros portadores da mesma enfermidade. </span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"><span id="more-3040"></span><br />
</span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">O texto base do regulamento havia sido publicado no ano passado e levado à consulta pública. Em sua redação final, o regulamento traz informações importantes sobre as inscrições e os procedimentos relacionados aos transplantes. Uma das mudanças, segundo ministério, é o refinamento dos critérios de distribuição de órgãos com normas claras para garantir a segurança biológica. </span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">&#8220;Criamos mecanismos legais para consolidar o que antes estava na esfera das boas práticas, ou seja, impedir a transmissão de doenças por transplantes. Órgãos de um doador que tenha hepatite C, por exemplo, passam a poder ser transplantados em um paciente que também seja portador do mesmo vírus, e sob seu consentimento formal&#8221;, explicou Rosana Nothen, coordenadora do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), em nota emitida pelo ministério. </span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">As equipes transplantadoras também precisam dar o consentimento. As definições complementam os preceitos da Lei Brasileira de Transplantes. </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;">As novas regras atingem também as doações intervivos de doadores não aparentados. Atualmente, esse tipo de procedimento precisa ser autorizado pela Justiça. De acordo com o novo regulamento, o transplante precisará passar pelo crivo de uma comissão de ética formada por funcionários do hospital onde será realizado o procedimento. Só com a aprovação dessa comissão é que o caso segue para análise judicial. &#8221; Isso é importante porque são os profissionais dos hospitais que sabem em que condições aquela doação acontecerá&#8221;, argumentou Rosana Nothen, também de acordo com a nota.</span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> </span></span> <span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"> </span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: 'Arial';"><strong><span style="font-size: x-small;">Do Estadão</span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/criancas-e-adolescentes-terao-prioridade-em-transplantes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cadastro de usuários de lan house poderá ser obrigatório</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/cadastro-de-usuarios-de-lan-house-podera-ser-obrigatorio/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/cadastro-de-usuarios-de-lan-house-podera-ser-obrigatorio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 19:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[O blog em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Lan House]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=2932</guid>
		<description><![CDATA[As chamadas lan houses e cybercafés, que alugam temporariamente seus terminais de computadores para que as pessoas acessem a internet, poderão ser obrigadas a manter cadastro de seus usuários, bem como dados sobre o terminal utilizado e horário dos acessos. A determinação conta de projeto do senador Gerson Camata (PMDB-ES), aprovado por unanimidade pela reunião [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffffff; margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Lan House" src="http://www.sebraepr.com.br/gc/images/LanHouse.jpg" alt="" width="325" height="244" /></p>
<p style="background-color: #ffffff; margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: justify;">As chamadas lan houses e cybercafés, que alugam temporariamente seus terminais de computadores para que as pessoas acessem a internet, poderão ser obrigadas a manter cadastro de seus usuários, bem como dados sobre o terminal utilizado e horário dos acessos. A determinação conta de projeto do senador Gerson Camata (PMDB-ES), aprovado por unanimidade pela reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal. O relator foi o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e a matéria, que já foi analisada pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), deverá seguir diretamente para a Câmara.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/cadastro-de-usuarios-de-lan-house-podera-ser-obrigatorio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Garoto de dois anos tem QI igual ao de Einstein</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/garoto-de-dois-anos-tem-qi-igual-ao-de-einstein/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/garoto-de-dois-anos-tem-qi-igual-ao-de-einstein/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 11:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[QI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=2874</guid>
		<description><![CDATA[Testes de vocabulário e com números comprovaram que Oscar Wrigley tem coeficiente de inteligência de apenas 2% da população. Oscar Wrigley tem coeficiente de inteligência de apenas 2% da população (Foto: Parceiros/BBC Brasil) Um garoto de dois anos e cinco meses, morador de Reading, a 40km de Londres, obteve em um teste de QI (coeficiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 236px"><img title="Oscar" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2009/10/13/091013072200_wrigley226.jpg" alt="QI de Oscar está entre os 2% mais altos da população (Foto: BBC/Brasil) " width="226" height="170" /><p class="wp-caption-text">QI de Oscar está entre os 2% mais altos da população (Foto: BBC/Brasil) </p></div>
<p>Testes de vocabulário e com números  comprovaram que Oscar Wrigley tem coeficiente de inteligência de apenas  2% da população.</p>
<p>Oscar Wrigley  tem coeficiente de inteligência de apenas 2% da população (Foto:  Parceiros/BBC Brasil)</p>
<p>Um garoto de dois anos e cinco meses,  morador de Reading, a 40km de Londres, obteve em um teste de QI (coeficiente  de inteligência) uma pontuação equivalente à dos físicos Albert  Einstein e Stephen Hawking.</p>
<p>Os testes de vocabulário e com números  comprovaram que Oscar Wrigley faz parte dos 2% da população com QI  mais alto.</p>
<p>Com isso, Wrigley se tornou o mais jovem  garoto a fazer parte da Mensa, a sociedade que reúne pessoas com QI  alto.</p>
<p>O membro mais jovem da Mensa é  a garota Elise Tan Roberts, de Edmonton, no norte de Londres, aceita  no início deste ano à idade de dois anos e quatro meses.</p>
<p>Joe Wrigley, o pai do garoto, disse à  BBC que através da Mensa espera poder encontrar outros pais de crianças  com QI alto que os &#8220;ajudem&#8221; com a criação do filho.</p>
<p>Por ora, ele afirmou, o menino &#8211; que  é muito jovem para frequentar a escola &#8211; será educado em  casa.</p>
<p>A mãe de Oscar, Hannah, disse que, no  início, pensou que seu filho era apenas &#8220;uma criança muito inteligente&#8221;,  mas que, aos 18 meses, o garoto já se sobressaía.</p>
<p>&#8220;Aos 18 meses eles devem  conhecer por volta de 20 palavras. Nós começamos a fazer uma lista  e paramos no número 600. Eram resmas e resmas de papel&#8221;, disse.</p>
<p>Da BBC</p>
<p><a name="0.2_graphic03"></a><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,26699053-EX,00.jpg" target="_blank"><img src="http://mail.google.com/mail/?name=d33be9805ff33117.jpg&amp;attid=0.2&amp;disp=vahi&amp;view=att&amp;th=1244d8d873295612" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." width="1" height="1" /></a><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,26699053-EX,00.jpg" target="_blank"> </a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/garoto-de-dois-anos-tem-qi-igual-ao-de-einstein/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fisioterapeuta usa boto-cor-de-rosa para tratar crianças</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/fisioterapeuta-usa-boto-cor-de-rosa-para-tratar-criancas/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/fisioterapeuta-usa-boto-cor-de-rosa-para-tratar-criancas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 10:41:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=2672</guid>
		<description><![CDATA[Trabalho voluntário é feito no Rio Negro, no Amazonas. Contato com animal ajuda crianças a adquirirem autoconfiança. Enquanto há pessoas que usam partes do corpo do boto-cor-de-rosa como amuleto ou para simpatias, um fisioterapeuta de Manaus resolveu utilizar os animais – desta vez, vivos e soltos – para ajudar crianças com necessidades especiais. O contato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: 0pt none;" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_994d6wjmpcz_b" border="0" alt="Foto: Eliel Jacaré/Divulgação" width="384" height="274" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Trabalho voluntário é feito no Rio Negro, no Amazonas.<br />
Contato com animal ajuda crianças a adquirirem autoconfiança.</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Enquanto há pessoas que <a href="http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1100501-16052,00-MERCADOS+DA+AMAZONIA+VENDEM+OLHOS+DE+BOTO+E+ENTREGAM+ORGAOS+DE+PORCO.html">usam partes do corpo do boto-cor-de-rosa como amuleto</a> ou para simpatias, um fisioterapeuta de Manaus resolveu utilizar os animais – desta vez, vivos e soltos – para ajudar crianças com</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">necessidades especiais.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span id="more-2672"></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O contato com o mamífero, que também é chamado de boto vermelho, tem ajudado pequenos pacientes a desenvolver habilidades físicas e a se sentirem mais autoconfiantes. O trabalho é feito voluntariamente e já foi batizado de &#8220;bototerapia&#8221;.</p>
<p style="background-color: #eeeeee; margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Maior parte das crianças submetidas ao tratamento com golfinhos de rio têm problemas sanguíneos, como leucemia e anemia falciforme. (Foto: Eliel Jacaré/Divulgação)</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O tratamento é realizado uma vez por mês nas margens do Rio Negro, a 35 quilômetros de Manaus. De barco, cinco crianças chegam até uma base, onde fazem atividades físicas e aprendem sobre os golfinhos de água doce. O momento mais esperado é a entrada na água, quando podem ver de perto e até tocar nos botos-cor-de-rosa.</p>
<p>“Trabalhamos alongamento, psicomotricidade, equilíbrio. As crianças se encantam, participam. Há um encantamento lúdico”, relata o fisioterapeuta Igor Simões, responsável pela atividade. Segundo ele, 99 crianças já passaram pelo tratamento, que ocorre há quatro anos.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_995d62h8rhm_b" border="0" alt="Foto: Eliel Jacaré/Divulgação" width="360" height="257" /></p>
<p style="background-color: #eeeeee; margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Tratamento é realizado no Rio Negro, a 35 km de Manaus. (Foto: Eliel Jacaré/Divulgação)</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O principal público-alvo de Simões são crianças que têm problemas sanguíneos, como leucemia e anemia falciforme. “Muitas dessas crianças têm que passar por tratamentos pesados, como quimioterapia. Elas ficam tristes, com auto-estima baixa”, conta.</p>
<p>Todo o trabalho é feito de forma voluntária. A estrutura é cedida por um hotel da região, e os outros profissionais envolvidos – como médicos, biólogos e tratadores de golfinhos – não cobram nada pela participação. “Estamos sempre procurando parcerias para expandir o trabalho, pois hoje só podemos atender as crianças uma vez por mês”, afirma Simões.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_996gqbp27cn_b" border="0" alt="Foto: Eliel Jacaré/Divulgação" width="408" height="291" /></p>
<p style="background-color: #eeeeee; margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Para autorizar a &#8216;bototerapia&#8217;, o Ibama impôs regras para a alimentação dos animais: os golfinhos só podem ganhar peixes que fazem parte do seu cardápio natural. (Foto: Eliel Jacaré/Divulgação)</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Licença do Ibama</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O tratamento com os golfinhos já tem autorização do Ibama de Manaus. Para permitir a atividade, o órgão ambiental exigiu que os animais só fossem alimentados com peixes que já fazem parte de sua dieta, e que a quantidade de alimento não ultrapassasse 0,5% do peso do boto – o que corresponde a aproximadamente 750 gramas.</p>
<p>Para o fisioterapeuta, a bototerapia ajuda a proteger os bichos, já que as crianças passam a valorizá-los mais. “Qualquer experiência com a natureza reverbera dentro da criança como uma ética ambiental”, defende Simões.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Iberê Thenório Do Globo Amazônia, em São Paulo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/fisioterapeuta-usa-boto-cor-de-rosa-para-tratar-criancas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Surras diminuem o Q.I. de crianças, afirma estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/09/surras-diminuem-o-q-i-de-criancas-afirma-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/09/surras-diminuem-o-q-i-de-criancas-afirma-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 10:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Q.I]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=2404</guid>
		<description><![CDATA[Uma boa surra pode deixar uma marca na criança que é pior do que o desenho vermelho das mãos. Palmadas e outras punições corporais atrasam a inteligência infantil, segundo demonstra um novo estudo. O Q.I. (quociente de inteligência) de crianças entre 2 e 4 anos que receberam palmadas regulares de seus pais caiu mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_942fprsmbfq_b" border="0" alt="Quoeficiente de Inteligência apresenta queda de 5.5 pontos com palmadas, mas estímulo intelectual é mais importante, diz estudo" width="330" height="220" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Uma boa surra pode deixar uma marca na criança que é pior do que o desenho vermelho das mãos. Palmadas e outras punições corporais atrasam a inteligência infantil, segundo demonstra um novo estudo.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O Q.I. (quociente de inteligência) de crianças entre 2 e 4 anos que receberam palmadas regulares de seus pais caiu mais de cinco pontos no decorrer de quatro anos, comparado com o de crianças que não levaram palmadas.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Quoeficiente de Inteligência apresenta queda de 5.5 pontos com palmadas, mas estímulo intelectual é mais importante, diz estudo</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;O lado prático disso é que os pediatras e psicólogos precisam começar a fazer o que nenhum deles faz agora, e dizer, &#8216;não batam, sob qualquer circunstância&#8217;&#8221;, diz Murray Straus, sociólogo da Universidade de New Hampshire, em Durham, que capitaneou o estudo juntamente a Mallie Paschall, do Centro de Pesquisa e Prevenção em Berkeley, na Califórnia.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span id="more-2404"></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Sem desculpas</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Essas não são as primeiras evidências de que bater em crianças traz um custo: muitos estudos prévios já sugeriam a associação, e um estudo recente a partir de tomografias do cérebro descobriu que crianças severamente castigadas com surra tiveram baixo desempenho cerebral na faixa &#8220;verde&#8221; &#8211;que inclui neurônios&#8211; comparadas com outras crianças. Estresse, ansiedade e medo talvez expliquem por que surras tornam lento o desenvolvimento cognitivo.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">No entanto, os novos pesquisadores fazem uma ligação mais forte no relacionamento de causa e efeito entre surras e inteligência do que outros estudos, afirma Elizabeth Gershoff, pesquisadora de desenvolvimento infantil da Universidade do Texas, que não está envolvida no novo trabalho. Isso porque ele examina crianças no decorrer de quatro anos, além de calcular muitas variáveis passíveis de confusão, como a etnia dos pais, educação e se eles faziam leituras para as crianças ou não.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Straus e Paschall analisaram dados coletados nos anos 1980 como parte de uma pesquisa nacional de saúde infantil. Em 1986, um estudo anterior mensurou o Q.I. de 1.510 crianças com idade entre 2 e 9 anos, e também observou a frequência suas mães as submetiam a punições corporais. Os pesquisadores repetiram os testes quatro anos depois.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Os pesquisadores separaram as crianças em dois grupos de idade &#8211;2 a 4 anos e 5 a 9&#8211; porque alguns psicólogos infantis afirmam que surras ocasionais são aceitáveis em crianças mais novas, mas não em crianças mais velhas.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Abaixo às palmadas</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">As projeções revelaram que 93% das mães que bateram em crianças de 2 a 4 anos ao menos uma vez por semana, e que 58% recorreram à disciplina física com crianças mais velhas. Quase metade das mães das crianças mais novas bateram em seus filhos três ou mais vezes por semana, apontaram Straus e Paschall.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Quatro anos depois, as crianças mais novas que jamais apanharam de suas mães tiveram um ganho de 5.5 pontos de Q.I., se comparadas com crianças que sofreram punições corporais, enquanto os mais velhos que não apanharam ganharam 2 pontos de Q.I. em relação aos que apanharam.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Estes resultados põem em dúvida a prática de surra apenas nas crianças mais novas, diz Straus. &#8220;Uma das ironias mais cruéis é que as crianças novas são mais propensas a risco porque seus cérebros têm partes de desenvolvimento ainda em formação&#8221;.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Apesar da conclusão dos cientistas, a palmada não é uma garantia de mediocridade intelectual.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Nas crianças mais novas, o atributo que fez mais diferença para a pontuação do Q.I. era se as mães estimulavam ou não a capacidade cognitiva. Isto era mais importante do que qualquer outra coisa, incluindo o castigo corporal.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;Digamos que você tem uma criança que tem pais educados, que apoiam e dão estimulação cognitiva, mas que batem: estas crianças vão ficar bem de qualquer modo, talvez não tão bem se não apanhassem&#8221;, afirma Strauss.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Entretanto, ele tem pouca paciência com o argumento de que a surra complementa aquilo que a disciplina não cobre. &#8220;A pesquisa simplesmente não mostra isso&#8221;, diz ele. &#8220;Bater não funciona melhor com crianças pequenas&#8221;.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">&#8220;Eu bati nos meus filhos quando eles eram pequenos: desejo que não isso não aconteça, agora que sei a respeito&#8221;.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">da New Scientist</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/09/surras-diminuem-o-q-i-de-criancas-afirma-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que ocorreu com a criança em NY ocorreu com minha neta</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/08/o-que-ocorreu-com-a-crianca-em-ny-ocorreu-com-minha-neta/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/08/o-que-ocorreu-com-a-crianca-em-ny-ocorreu-com-minha-neta/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 13:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Netos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=1261</guid>
		<description><![CDATA[Tenho uma neta de oito anos, chamada Gabriela, que disse para minha mulher ANA: Vovó. Conheço o Pai de minha mãe. Conheço o Pai de meu Pai, mas não conheço seu Pai. Onde ele está? Ana respondeu, informando que seu Pai falecera em 1973 e como era um homem muito bom foi para o céu. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma neta de oito anos, chamada Gabriela, que disse para minha mulher ANA:</p>
<p>Vovó. Conheço o Pai de minha mãe. Conheço o Pai de meu Pai, mas não conheço seu Pai. Onde ele está?</p>
<p>Ana respondeu, informando que seu Pai falecera em 1973 e como era um homem muito bom foi para o céu.</p>
<p>Como estávamos no jardim, Gabriela olhou para cima, para todos os lados do céu e disse para minha mulher:</p>
<p>VOVÓ, NÂO TEM NINGUÉM LÁ EM CIMA, NO CÉU.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/08/o-que-ocorreu-com-a-crianca-em-ny-ocorreu-com-minha-neta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como as crianças urbanas hoje pensam</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/08/como-as-criancas-urbanas-hoje-pensam/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/08/como-as-criancas-urbanas-hoje-pensam/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 12:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=1259</guid>
		<description><![CDATA[Alvin Tofler, escritor americano, conta em um livro um episódio ilustrativo do mundo de hoje. Ele chegou a NEW YORK e entrando no Hotel avistou um grande Supermercado, poucos metros adiante a esquerda. Já no quarto viu que não tinha fósforos e pediu a uma filha de 12 anos que fosse ao Supermercado, a esquerda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alvin Tofler, escritor americano, conta em um livro um episódio ilustrativo do mundo de hoje.</p>
<p>Ele chegou a NEW YORK e entrando no Hotel avistou um grande Supermercado, poucos metros adiante a esquerda.</p>
<p>Já no quarto viu que não tinha fósforos e pediu a uma filha de 12 anos que fosse ao Supermercado, a esquerda do hotel e comprasse fósforos. A garota inadvertidamente caminhou para a direita do Hotel e não encontrou o Supermercado. Com a maior naturalidade disse ao pai, DERRUBARAM O SUPERMERCADO, ELE NÃO ESTÁ MAIS LÁ.</p>
<p>Na cabeça criança era a coisa mais natural um supermercado enorme ter sido demolido em poucos minutos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/08/como-as-criancas-urbanas-hoje-pensam/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

