<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog de Maurílio &#187; Comportamento</title>
	<atom:link href="http://maurilioferreiralima.com.br/tag/comportamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://maurilioferreiralima.com.br</link>
	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 21:26:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Tempo dedicado aos filhos está aumentando, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/tempo-dedicado-aos-filhos-esta-aumentando-diz-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/tempo-dedicado-aos-filhos-esta-aumentando-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5634</guid>
		<description><![CDATA[Pais que trabalham fora vivem sofrendo porque não veem seus filhos o suficiente. Mas um novo e surpreendente estudo descobriu que mães e pais estão se saindo melhor do que eles mesmos pensam, passando muito mais tempo com suas famílias do que os pais de gerações anteriores. O estudo, realizado por dois economistas da Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_x0cNvHLRgVk/Ss3i_0sUXQI/AAAAAAAAPvc/0P58dF4OTcs/s320/Pais_e_filhos.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_x0cNvHLRgVk/Ss3i_0sUXQI/AAAAAAAAPvc/0P58dF4OTcs/s320/Pais_e_filhos.jpg" /></p>
<p><strong>Pais que trabalham fora vivem sofrendo porque não veem seus filhos o suficiente. Mas um novo e surpreendente estudo descobriu que mães e pais estão se saindo melhor do que eles mesmos pensam, passando muito mais tempo com suas famílias do que os pais de gerações anteriores. </strong></p>
<p>O estudo, realizado por dois economistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, analisa uma dúzia de pesquisas de como os americanos afirmam usar seu tempo, realizadas em diferentes períodos entre 1965 e 2007. O estudo relata que a quantidade de tempo dedicado aos cuidados com as crianças por parte dos pais em todos os níveis de renda &#8211;e especificamente para as pessoas com nível universitário&#8211; aumentou &#8220;dramaticamente&#8221; desde meados da década de 1990 (as descobertas feitas pelos economistas Garey Ramey e Valerie A. Ramey, marido e mulher, aparecem num artigo apresentado em março numa conferência do Brookings Institution, em Washington).</p>
<p>Antes de 1995, as mães passavam uma média de 12 horas por semana atendendo às necessidades dos filhos. Até 2007, esse número tinha aumentado para 21,2 horas por semana para mulheres com instrução universitária e 15,9 horas para aquelas sem formação superior.</p>
<p>Embora as mães ainda sejam responsáveis por grande parte das tarefas de cuidar dos filhos, os pais também registraram ganhos acentuados: passaram para 9,6 horas semanais para homens com educação universitária, mais que o dobro do número de 4,5 horas de antes de 1995; e para 6,8 horas para os demais homens, contra 3,7 anteriormente, segundo uma análise adicional de Betsey Stevenson e Dan Sacks, economistas do Wharton School, da Universidade da Pensilvânia.</p>
<p>Pesquisadores sobre a família afirmam que a notícia deveria trazer alívio para pais que trabalham fora e se sentem culpados.</p>
<p>&#8220;Os pais sentem que não passam tempo suficiente com as crianças&#8221;, afirmou Ellen Galinsky, presidente do Families and Work Institute, em Nova York, que conduz pesquisas sobre a força de trabalho. &#8220;Eles temem que estejam em falta com os filhos. Nunca encontrei um grupo de pais que acredita passar tempo suficiente com as crianças&#8221;.</p>
<p>Embora estudos anteriores tenham mostrado um aumento no tempo passado pelos pais com seus filhos na década de 1990, o estudo dos Ramey é importante porque associa muitas pesquisas sobre o uso do tempo e também desmembra dados por idade da criança e nível de instrução.</p>
<p>O aumento do tempo dedicado aos filhos é apenas um dos aspectos da família americana que está mudando. Os casais estão, em geral, esperando mais tempo para se casar e começar a ter filhos. Os índices de divórcio estão caindo geração após geração.</p>
<p><strong>Casamento moderno</strong></p>
<p>É notável o fato de que as crianças não são mais amplamente vistas como essenciais para um casamento feliz. Em 1990, 65% dos americanos disseram que as crianças eram &#8220;muito importantes&#8221; para um casamento de sucesso, mas até 2007 o número de adultos que concordaram com essa frase tinha caído para 41%, segundo uma pesquisa do Pew Research Center.</p>
<p>Na verdade, o aumento no tempo dedicado aos filhos diz mais sobre o casamento moderno do que sobre práticas modernas de cuidados com as crianças, disse Stevenson. Ela observa que, entre os pais com educação superior, duas horas ou duas horas e meia do tempo aumentado dedicado às crianças ocorrem quanto ambos os pais estão presentes. &#8220;Todos entram no carro&#8221;, ela disse, &#8220;e mãe e pai animam a criança&#8221;.</p>
<p>Isso pode refletir um aumento no que Stevenson chama de &#8220;casamento hedonista&#8221;, no qual os casais dividem responsabilidades do lar e de trabalho para que possa passar mais tempo junto.</p>
<p>Em contraste, casais de gerações anteriores geralmente tinham papéis &#8220;especializados&#8221; que tendiam a separá-los &#8211;o marido trabalhava fora para sustentar a família e a mulher ficava em casa para cuidar das crianças.</p>
<p>&#8220;Estamos vendo um aumento de casamentos onde se escolhe pessoas com as quais gostamos de fazer atividades&#8221;, disse Stevenson. &#8220;Então, não é surpresa que comecemos a ver que algumas atividades que queremos fazer juntos envolvam nossos filhos&#8221;.</p>
<p><strong>Outras tarefas</strong></p>
<p>Mas de onde vem esse tempo extra com os filhos? As mulheres, especificamente, estão passando menos tempo cozinhando e limpando a casa, enquanto os homens estão trabalhando menos horas no escritório. Um relatório de 2007 do &#8220;The Quarterly Journal of Economics&#8221; mostrou que o tempo de lazer entre homens e mulheres aumentou de quatro para oito horas semanais, entre 1965 e 2003.</p>
<p>Notavelmente, os dados do estudo do casal Ramey não contabiliza as horas que as mães e os pais passavam &#8220;perto&#8221; dos filhos &#8211;na mesa de jantar, por exemplo, ou quando as crianças brincavam sozinhas. Em vez disso, a pesquisa rastreia atividades específicas nas quais o pai ou mãe está diretamente envolvido com a criança.</p>
<p>&#8220;É levá-las para a escola, ajudar com a lição de casa, dar banho, brincar de pega-pega no quintal&#8221;, disse um coautor do artigo sobre o tempo de lazer, Erik Hurst, economista da University of Chicago Booth School of Business. &#8220;Essas são as atividades que aumentaram nos últimos 15 ou 20 anos.&#8221;</p>
<p>Galinsky observa que, embora pais que trabalham fora normalmente se sintam culpados por não passar mais tempo em casa, as crianças muitas vezes têm uma reação diferente. Num estudo publicado como &#8220;Pergunte às Crianças&#8221; (Harper, 2000), ela perguntou a mais de mil crianças sobre seu &#8220;maior desejo&#8221; em relação aos pais. Embora os pais esperassem que seus filhos pedissem mais tempo em família, as crianças queriam algo diferente.</p>
<p>&#8220;As crianças tiveram maior probabilidade de desejar que os pais estivessem menos cansados e menos estressados&#8221;, afirmou Galinsky.</p>
<p>New York Times</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/tempo-dedicado-aos-filhos-esta-aumentando-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empatia e violência passam pelos mesmos circuitos no cérebro, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/empatia-e-violencia-passam-pelos-mesmos-circuitos-no-cerebro-diz-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/empatia-e-violencia-passam-pelos-mesmos-circuitos-no-cerebro-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5520</guid>
		<description><![CDATA[Estímulos em uma direção reduziriam a atividade contrária. ‘Encorajar empatia também é processo biológico’, avalia cientista. “Todos sabemos que encorajar a empatia tem um efeito inibidor sobre a violência; isso pode não ser apenas questão social, mas também biológica&#8221; Estudo publicado na edição mais recente da “Revista de Neurología” afirma que córtex pré-frontal e temporal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img title="Love and peace mode on - Impulsos de agressão e empatia passam pelos mesmos circuitos neuronais (Foto: reprodução)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2183ctdsr4gx_b" alt="Foto: reprodução" width="480" height="342" /><p class="wp-caption-text">Love and peace mode on - Impulsos de agressão e empatia passam pelos mesmos circuitos neuronais (Foto: reprodução)</p></div>
<p><strong>Estímulos em uma direção reduziriam a atividade contrária.<br />
‘Encorajar empatia também é processo biológico’, avalia cientista.</strong></p>
<p>“Todos sabemos que encorajar a empatia tem um efeito inibidor sobre a violência; isso pode não ser apenas questão social, mas também biológica&#8221;</p>
<p>Estudo publicado na edição mais recente da “Revista de Neurología” afirma que córtex pré-frontal e temporal, amígdala cerebral e outras estruturas do sistema límbico são palco de impulsos neuronais vinculados tanto à violência quanto à empatia. Segundo o pesquisador Luis Moya Albiol, da Fundação Espanhola para Ciência e Tecnologia, esses circuitos cerebrais sobrepõem sinais agressivos e solidários “de um modo supreendente”.</p>
<p>&#8220;Todos sabemos que encorajar a empatia tem um efeito inibidor sobre a violência, mas isso pode não ser apenas uma questão social, mas também biológica”, afirma Albiol. O estímulo dos circuitos em uma direção reduziria a atividade em outro sentido. Assim, seria biologicamente mais difícil para um cérebro empático comportar-se de modo violento.</p>
<p>Técnicas para mensurar a atividade cerebral humana &#8220;in vivo&#8221;, como a ressonância magnética funcional, têm tornado possível vislumbrar novas estruturas que regulam comportamentos e processos psicológicos.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/empatia-e-violencia-passam-pelos-mesmos-circuitos-no-cerebro-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Reflexões sobre a idade</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/reflexoes-sobre-a-idade/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/reflexoes-sobre-a-idade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 18:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5502</guid>
		<description><![CDATA[Joel de Holanda me enviou uma matéria extraordinária sobre a diferença entre o idoso e o velho. Selecionei o seguinte: Você é Idoso quando sonha e velho quando dorme. O idoso tem plano, o velho tem saudades. O idoso curte o que resta de vida e alegra-se com o amanhecer. O velho sofre com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_gGZRgjc93bY/Sujeincj6HI/AAAAAAAABtU/WciKa_G71Zg/s400/terceira%2520idade.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_gGZRgjc93bY/Sujeincj6HI/AAAAAAAABtU/WciKa_G71Zg/s400/terceira%2520idade.jpg" /></p>
<p>Joel de Holanda me enviou uma matéria extraordinária sobre a diferença entre o idoso e o velho. Selecionei o seguinte:</p>
<p>Você é Idoso quando sonha e velho quando dorme.</p>
<p>O idoso tem plano, o velho tem saudades.</p>
<p>O idoso curte o que resta de vida e alegra-se com o amanhecer. O velho sofre com o anoitecer e quando amanhece acredita que é um dia a menos de vida.</p>
<p>As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso e alegria. As rugas do velho são feias porque são marcadas pelo ressentimento e preconceitos.</p>
<p>Tenham um belo dia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/reflexoes-sobre-a-idade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição a fast-food deixa pessoas impacientes, mostra estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/exposicao-a-fast-food-deixa-pessoas-impacientes-mostra-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/exposicao-a-fast-food-deixa-pessoas-impacientes-mostra-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fast-food]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5358</guid>
		<description><![CDATA[Experiência mostra que logotipos fazem com que se tenha mais pressa. Ao mesmo tempo, desejo de economizar dinheiro diminui. Criadas para economizar tempo, as redes de fast-food – restaurantes que geralmente vendem o kit hambúrguer, refrigerante e batata frita – estão tornando as pessoas mais impacientes, mostra um estudo realizado pela Rotman School of Management, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 531px"><img title="A lembrança de uma ida a um restaurante fast food fez com que pessoas tivessem vontade de comprar produtos que as fizessem ganhar tempo. (Foto: Alpha/Flickr - Creative Commons by-sa 2.0)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2102c7szfmdt_b" alt="Foto: Alpha/Flickr - Creative Commons by-sa 2.0" width="521" height="372" /><p class="wp-caption-text">A lembrança de uma ida a um restaurante fast food fez com que pessoas tivessem vontade de comprar produtos que as fizessem ganhar tempo. (Foto: Alpha/Flickr - Creative Commons by-sa 2.0)</p></div>
<p><strong>Experiência mostra que logotipos fazem com que se tenha mais pressa.<br />
Ao mesmo tempo, desejo de economizar dinheiro diminui.</strong></p>
<p>Criadas para economizar tempo, as redes de fast-food – restaurantes que geralmente vendem o kit hambúrguer, refrigerante e batata frita – estão tornando as pessoas mais impacientes, mostra um estudo realizado pela Rotman School of Management, no Canadá.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a simples exposição a símbolos ligados ao fast food, como o logotipo de algumas lojas, pode fazer com que as pessoas passem a procurar produtos que as façam economizar tempo. A pesquisa também mostra que essas pessoas ficam com menos vontade de economizar dinheiro.</p>
<p>“Fast-food representa uma cultura de eficiência de tempo e gratificação instantânea”, diz o cientista says Chen-Bo Zhong, que publicou sua pesquisa na revista científica “Psychological Science”.</p>
<p>&#8220;O problema é que a meta de economizar tempo é ativada quando há exposição ao fast food, e isso acontece independentemente da importância de se economizar tempo. Um exemplo: andar rápido é importante quando alguém está tentando chegar a um compromisso, mas é um sinal de impaciência quando se vai fazer um passeio ao parque”, afirma.</p>
<p>Símbolos</p>
<p>Em um dos experimentos, os pesquisadores mostraram de forma rápida símbolos de lojas de fast-food. A exposição, de milissegundos, foi tão curta que as pessoas submetidas à pesquisa não puderam saber conscientemente do que se tratava.</p>
<p>Os estudiosos perceberam que quem viu os símbolos passou a fazer as tarefas seguintes de maneira mais apressada do que o grupo de controle – as pessoas que não foram expostas às marcas. Observar temas relacionados ao fast-food também fez com que as pessoas ficassem mais relutantes a economizar dinheiro.</p>
<p>Outra experiência mostrou que quem se lembrou de alguma ocasião em que comeu fast-food logo em seguida preferiu adquirir produtos que o fazia ganhar tempo, como xampus “dois em um”.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/exposicao-a-fast-food-deixa-pessoas-impacientes-mostra-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Preconceito em relação a obesos é escancarado nos EUA</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/preconceito-em-relacao-a-obesos-e-escancarado-nos-eua/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/preconceito-em-relacao-a-obesos-e-escancarado-nos-eua/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5352</guid>
		<description><![CDATA[Como uma mulher cuja altura e peso me colocam na categoria de obesa na tabela de IMC (Índice de Massa Corporal), recentemente me encolhi quando Michelle Obama falou sobre colocar suas filhas de dieta. Embora tenha certeza de que as intenções da primeira-dama são as melhores, também sei que seus comentários sobre obesidade infantil acrescentarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Médicos americanos enxergam a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal; gordos se tornaram bodes expiatórios" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2096wb97nbfs_b" alt="Médicos americanos enxergam a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal; gordos se tornaram bodes expiatórios" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Médicos americanos enxergam a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal; gordos se tornaram bodes expiatórios</p></div>
<p>Como uma mulher cuja altura e peso me colocam na categoria de obesa na tabela de IMC (Índice de Massa Corporal), recentemente me encolhi quando Michelle Obama falou sobre colocar suas filhas de dieta. Embora tenha certeza de que as intenções da primeira-dama são as melhores, também sei que seus comentários sobre obesidade infantil acrescentarão um fardo ainda maior estigma de ter sobrepeso nos Estados Unidos.</p>
<p>Em agosto do ano passado, o médico Delos M. Cosgrove, cirurgião cardíaco e presidente da prestigiada Clínica Cleveland, disse a um colunista do &#8220;New York Times&#8221; que, se pudesse se escapar legalmente, nunca contrataria um obeso. Ele provavelmente conseguiria se safar, na verdade, pois nenhuma legislação federal protege os direitos civis dos trabalhadores gordos, e apenas um estado, Michigan, proíbe a discriminação baseada no peso.</p>
<p>Cosgrove pode ser direto demais, mas está longe de estar sozinho. Posturas públicas sobre gordos nunca foram tão críticas; estigmatizar pessoas gordas se tornou não apenas aceitável mas, em alguns círculos, necessário. Já me sentei em reuniões com colegas que nem sonhariam em depreciar cor, sexo, classe social ou atratividade geral de alguma pessoa, mas que parecem tranquilos ao comentar sobre seu peso.</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, os gordos se tornaram bodes expiatórios para todos os tipos de desgraças culturais. &#8220;Hoje, existe uma atmosfera onde não há problema em colocar a culpa de tudo no peso&#8221;, disse a médica Linda Bacon, pesquisadora nutricional e autora de &#8220;Health at Every Size: The Surprising Truth About Your Weight&#8221; (Benbella, 2008). &#8220;Se estamos preocupados com a mudança climática, alguém aparece com um artigo sobre como as pessoas gordas pesam mais, portanto precisam de mais combustível, e culpam aqueles acima do peso pela mudança do clima. Temos essa forte crença de que é culpa deles, que tudo se explica pela gula ou falta de exercícios&#8221;.</p>
<p>Carreira</p>
<p>Não é segredo que ser gordo raramente é bom para sua carreira. Heather Brown experimentou isso em primeira mão. Alguns anos atrás, ela se candidatou a um emprego de redatora numa pequena organização sem fins lucrativos na região de Boston. Depois de uma bem-sucedida entrevista por telefone, ela foi convidada a comparecer no escritório.</p>
<p>&#8220;Assim que cumprimentei a entrevistadora, já sabia que ela não me contrataria&#8221;, disse Brown. &#8220;Ela lançou um olhar de absoluto desdém e deu importância demais ao fato de irmos até a sala de reuniões pela escada ou pelo elevador. Durante a entrevista, ela nem mesmo olhava para mim, ficava olhando para o lado&#8221;. Brown, de 36 anos, que hoje trabalha como reitora-assistente numa faculdade próxima a Chicago, conta nunca ter recebido uma carta de &#8220;não, obrigado&#8221; após a entrevista.</p>
<p>Essa história é familiar para pessoas como Bill Fabrey, advogado que fundou, em 1969, a Associação Nacional para Acelerar a Aceitação dos Gordos nos Estados Unidos. Os arquivos da organização, segundo ele, são repletos de histórias de pessoas que perderam empregos ou promoções por conta do peso, ou que nem chegaram a ser contratas.</p>
<p>Algumas das mais deliberadas discriminações a gordos vêm de profissionais da medicina. Rebecca Puhl, psicóloga clínica e diretora de pesquisa do Centro Rudd de Diretrizes Alimentares e Obesidade, em Yale, estudou o estigma da obesidade por mais de uma década. Mais da metade dos 620 médicos entrevistados para um estudo descreviam pacientes obesos como &#8220;estranhos, sem atrativos, feios e improváveis de obedecer a um tratamento&#8221; (essa última é significativa, pois médicos que acham que os pacientes não seguirão suas instruções acabam tratando e prescrevendo de maneira diferente).</p>
<p>Puhl disse estar especialmente incomodada com o quão abertamente os médicos expressavam seus preconceitos. &#8220;Se estivesse estudando preconceitos de gênero ou raça, eu não poderia usar as ferramentas de avaliação que uso, pois as pessoas não seriam tão verdadeiras&#8221;, afirmou ela. &#8220;Elas tentariam ser mais politicamente corretas&#8221;.</p>
<p>Responsabilidade</p>
<p>Apesar da abundância de pesquisas mostrando que a maioria das pessoas é incapaz de realizar mudanças de longo prazo significativas em seu peso, fica claro que os médicos tendem a enxergar a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal. Talvez eles vejam vergonha e estigmas como uma estratégia de tratamento de saúde.</p>
<p>Caso seja verdade, isso está funcionando? Não muito. Pessoas acima do peso fogem de tais julgamentos simplesmente evitando visitas ao médico, seja para exames de rotina, preventivos ou problemas de saúde urgentes.</p>
<p>De fato, o médico Peter A. Muennig, professor-assistente de política de saúde em Columbia, diz que o estigma pode fazer mais que manter as pessoas acima do peso longe dos médicos: ele pode até mesmo deixá-los doentes. &#8220;O estigma e o preconceito são intensamente estressantes&#8221;, explicou ele. &#8220;O estresse coloca o corpo em alerta total, o que eleva a pressão, o nível de açúcar, tudo que você precisa para combater ou fugir do predador&#8221;.</p>
<p>Com o tempo, esses estresses crônicos levam a um quadro de pressão alta, diabetes e outras doenças, muitas delas associadas à obesidade. Em estudos, Muennig descobriu que as mulheres que dizem se sentir pesadas demais sofrem de mais doenças mentais e físicas do que aquelas que se dizem confortáveis com seu tamanho ­ não importando seu peso.</p>
<p>Estudo</p>
<p>Mesmo se os médicos não expressam diretamente julgamentos baseados no peso, sua propensão pode ferir os pacientes. Um recente estudo mostra que, quando mais alta a massa corporal de um paciente, menos respeito o médico expressa por ele. E quanto menos respeito um médico tem por seu paciente, segundo a médica Mary Huizinga, principal autora do estudo e professora-assistente da Escola de Medicina Johns Hopkins, menos tempo o médico passa com o paciente ­ e menos informação ele oferece.</p>
<p>O estigma de gordo afeta a saúde de todos ­ gordos, magros ou intermediários. No último outono nos Estados Unidos, a Universidade Lincoln, no sul da Pensilvânia, anunciou que iria pesar e medir todos seus calouros, e exigiriam que aqueles com um IMC acima de 30 se inscrevessem numa aula especial de fitness. Defensores dos direitos dos gordos chamaram isso de discriminação: se a aula de fitness era tão importante para a saúde do aluno, não deveria ser obrigatória para todos?</p>
<p>Os administradores da universidade voltaram atrás após um furacão de repercussões negativas. Mas a controvérsia destaca o fato de que esse estigma não diz respeito a aprimorar a saúde dos indivíduos, como sustentam médicos como Delos Cosgrove. Se assim fosse, as conversas seriam sobre saúde, em vez de números na escala e tabela de IMC.</p>
<p>Bacon conta a história de uma adolescente acima do peso, cuja escola passava por uma &#8220;campanha de bem-estar&#8221;. Os corredores foram cobertos com pôsteres dizendo: &#8220;Evite a obesidade adolescente&#8221;. Depois que os cartazes foram afixados, segundo a menina, seus colegas de escola começaram a ridicularizá-la em público, apontando para a menina obesa dos cartazes e dizendo: &#8220;Olhem a menina gorda&#8221;.</p>
<p>Ela conta que os alunos mais pesados agora eram induzidos a sentir culpa por suas escolhas de almoço, enquanto os magros podiam comer qualquer coisa sem ouvir comentários ­ mesmo que fosse exatamente o que as crianças gordas estavam comendo.</p>
<p>&#8220;O estigma dá às crianças magras permissão para achar que há algo de errado com as crianças mais pesadas&#8221;, disse Bacon, a pesquisadora nutricional. &#8220;E isso não ajuda com que olhem para seus próprios hábitos de saúde. Tem de haver uma maneira de fazer isso de forma mais respeitosa e eficiente&#8221;.</p>
<p>New York Yimes</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/preconceito-em-relacao-a-obesos-e-escancarado-nos-eua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Para britânicos, juventude termina aos 36 anos e terceira idade começa aos 58</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/para-britanicos-juventude-termina-aos-36-anos-e-terceira-idade-comeca-aos-58/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/para-britanicos-juventude-termina-aos-36-anos-e-terceira-idade-comeca-aos-58/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 13:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5196</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa Social Europeia foi realizada em 21 países. Mais de 40 mil pessoas foram entrevistadas. Muitos devem discordar, mas uma nova pesquisa mostrou os britânicos acreditam que a juventude termina aos 36 anos e que a terceira idade começa aos 58. No Chipre, pessoa só deixa de ser jovem aos 52 anos A boa notícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.zabazuba.com/wp-content/uploads/2009/01/barbie-terceira-idade.jpg" alt="http://www.zabazuba.com/wp-content/uploads/2009/01/barbie-terceira-idade.jpg" /></p>
<p><strong>Pesquisa Social Europeia foi realizada em 21 países.<br />
Mais de 40 mil pessoas foram entrevistadas.</strong></p>
<p>Muitos devem discordar, mas uma nova pesquisa mostrou os britânicos acreditam que a juventude termina aos 36 anos e que a terceira idade começa aos 58.</p>
<p>No Chipre, pessoa só deixa de ser jovem aos 52 anos</p>
<p>A boa notícia para aqueles se sentindo velhos demais, porém, é que essas duas marcas etárias variam consideravelmente de acordo com a idade do entrevistado pela pesquisa.</p>
<p>As descobertas vêm da Pesquisa Social Europeia, feita em 21 países do continente com mais de 40 mil participantes.</p>
<p>No geral, homens consideram que o fim da juventude e o início da terceira idade começam dois anos mais cedo do que o considerado pelas mulheres.</p>
<p>Também houve grandes diferenças entre os países europeus.</p>
<p>O fim da juventude foi declarado mais cedo em países nórdicos, como a Noruega (34 anos), comparado a países como o Chipre, onde a percepção geral é que a pessoa para de ser jovem aos 52 anos e começa a envelhecer aos 67 anos.</p>
<p>&#8220;A pesquisa mostrou que o preconceito de idade &#8211; ser tratado como &#8216;muito jovem&#8217; ou &#8216;muito velho&#8217; &#8211; é percebido como uma questão séria ou muito séria por 63% dos participantes, então é, obviamente, importante saber o que esses rótulos de idade significam para as pessoas&#8221;, disse o professor Dominic Abrams, da Universidade de Kent,</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/para-britanicos-juventude-termina-aos-36-anos-e-terceira-idade-comeca-aos-58/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pais superprotetores travam cérebro dos filhos, mostra pesquisa</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/pais-superprotetores-travam-cerebro-dos-filhos-mostra-pesquisa/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/pais-superprotetores-travam-cerebro-dos-filhos-mostra-pesquisa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 13:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Superproteção]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=5115</guid>
		<description><![CDATA[Pais superprotetores inibem mais que a liberdade de seus filhos: eles também arriscam reduzir a velocidade de crescimento do cérebro em uma área vinculada a doenças mentais. Um novo estudo mostrou que as crianças cujos pais são superprotetores ou negligentes sejam mais suscetíveis a desordens psiquiátricas &#8211;que, por sua vez, são associadas a problemas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://illuminatti.zip.net/images/mae.JPG" alt="http://illuminatti.zip.net/images/mae.JPG" /></p>
<p><strong>Pais superprotetores inibem mais que a liberdade de seus filhos: eles também arriscam reduzir a velocidade de crescimento do cérebro em uma área vinculada a doenças mentais. </strong></p>
<p>Um novo estudo mostrou que as crianças cujos pais são superprotetores ou negligentes sejam mais suscetíveis a desordens psiquiátricas &#8211;que, por sua vez, são associadas a problemas em parte do córtex pré-frontal.</p>
<p>Para pesquisar o vínculo entre o comportamento dos pais e o problema mental dos filhos, Kosuke Narita, da Universidade de Gunma, no Japão, analisou os cérebros de 50 pessoas na faixa dos 20 anos e pediu a eles que respondessem a um questionário sobre sua relação com os pais durante os primeiros 16 anos de suas vidas.</p>
<p>Os pesquisadores utilizaram um <a href="http://www.blackdoginstitute.org.au/docs/ParentalBondingInstrument.pdf" target="_blank">modelo</a> de questionário chamado &#8220;Instrumento de Vínculo Paterno e Materno&#8221;, uma maneira internacionalmente reconhecida de avaliar o relacionamento dos filhos com seus pais.</p>
<p>O método pede aos participantes que deem notas aos seus pais de acordo com declarações como &#8220;Não queria que eu crescesse&#8221;, &#8220;Tentou controlar tudo o que eu fazia&#8221; e &#8220;Tentou me deixar dependente dele/dela&#8221;.</p>
<p>Pais negligentes</p>
<p>A equipe de Narita <a href="http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&amp;_udi=B6TBR-4YH56DV-1&amp;_user=10&amp;_coverDate=03%2F01%2F2010&amp;_rdoc=1&amp;_fmt=high&amp;_orig=search&amp;_sort=d&amp;_docanchor=&amp;view=c&amp;_rerunOrigin=google&amp;_acct=C000050221&amp;_version=1&amp;_urlVersion=0&amp;_userid=10&amp;md5=74e075435e8a8bb6c95d50f72e9f9029" target="_blank">descobriu</a> que os jovens com pais superprotetores tinham menos massa cinzenta em uma área particular do córtex pré-frontal, em relação àqueles que tiveram relações saudáveis com seus pais.</p>
<p>Esta parte do córtex pré-frontal se desenvolve durante a infância, e anomalias lá são comuns em pessoas com esquizofrenia e outras doenças mentais.</p>
<p>Narita e seu grupo propuseram que a liberação excessiva do hormônio do estresse cortisol &#8211;devido tanto à negligência, ou à atenção exagerada&#8211; e a reduzida produção de dopamina (neurotransmissor estimulante) como resultado do relacionamento inadequado dos pais com os filhos bloqueia o crescimento da massa cinzenta.</p>
<p>Anthony Harris, diretor da Unidade de Desordens Clínicas, no Hospital Westmead, em Sydney, Austrália, diz que o estudo é importante por destacar para a comunidade ampla que a maneira como os pais se relacionam com os filhos tem efeitos de longo prazo sobre os jovens.</p>
<p>Acusando os pais</p>
<p>No entanto, Harris acrescenta que as diferenças observadas no cérebro não são sempre permanentes. &#8220;Muitos indivíduos demonstram grande resiliência [capacidade de superar problemas]&#8220;, diz ele.</p>
<p>Stephen Wood, que estuda o desenvolvimento dos adolescentes no Centro Neuropsiquiátrico de Melbourne, na Austrália, diz que o relacionamento dos pais com os filhos não pode ser necessariamente acusado pelas anomalias cerebrais.</p>
<p>Ele ressalta que os indivíduos estudados podem ter nascido com as anomalias e, como resultado, não se deram bem com seus pais, ao invés de ser o processo contrário ter acontecido.</p>
<p>Wood também discorda da decisão dos pesquisadores de excluir indivíduos de classe socioeconômica inferior e pais sem instrução escolar &#8211;dois fatores conhecidos por contribuir para má performance em testes cognitivos.</p>
<p>&#8220;O efeito que eles encontraram pode ser real, mas por que se preocupar com a educação dada pelos pais se há outros fatores que podem ter impacto mais forte?&#8221;, questiona ele.</p>
<p>WENDY ZUKERMAN<br />
da New Scientist</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/pais-superprotetores-travam-cerebro-dos-filhos-mostra-pesquisa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Homem vive sem dinheiro nenhum porque quer</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/homem-vive-sem-dinheiro-nenhum-porque-quer/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/homem-vive-sem-dinheiro-nenhum-porque-quer/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 16:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4791</guid>
		<description><![CDATA[Mark boyle abriu mão de uma vida confortável em Bristol, na Inglaterra. Esse economista, que faturava o equivalente a R$ 10 mil por mês, jogou tudo para cima e passou a viver sem um centavo no bolso. Você vai conhecer agora um homem que vive sem dinheiro nenhum e porque quer. Quem apresenta esse inglês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://homensmodernos.files.wordpress.com/2009/11/mark-boyle-outside-his-ca-001.jpg" alt="http://homensmodernos.files.wordpress.com/2009/11/mark-boyle-outside-his-ca-001.jpg" /></p>
<p><strong>Mark boyle abriu mão de uma vida confortável em Bristol, na Inglaterra. Esse economista, que faturava o equivalente a R$ 10 mil por mês, jogou tudo para cima e passou a viver sem um centavo no bolso.</strong></p>
<p>Você vai conhecer agora um homem que vive sem dinheiro nenhum e porque quer. Quem apresenta esse inglês é o correspondente Marcos Losekann.</p>
<p>Ele não vê a cor do dinheiro há 15 meses e ainda ri à toa. Mark Boyle, 30 anos de idade, formado em economia, vive num trailer que ia para o ferro velho. O fogão é à lenha e a madeira é coletada nas matas da redondeza.</p>
<p>Telefone só do tipo pré-pago, mas sem crédito, apenas para receber chamadas. Higiene pessoal, no rio, com a pasta de dente e o sabonete feitos de cartilagem de peixe e farinha de sementes de erva doce.</p>
<p>Mark boyle abriu mão de uma vida confortável em Bristol. Esse economista era dono de uma loja de alimentos orgânicos, faturava o equivalente a R$ 10 mil por mês. Tinha uma boa casa, carro do ano, frequentava restaurantes, cinemas, teatros.</p>
<p>De uma hora para outra jogou tudo pra cima e passou a viver sem um centavo no bolso. O que era para ser uma simples experiência virou um exemplo de vida para lá de alternativa.</p>
<p>Mark explica que vivia estressado, em meio a contas, extratos bancários, dívidas. Desde que decidiu encarar essa nova vida, não sabe mais o que é ter uma dor de cabeça.</p>
<p>Ele concorda que no mundo atual seria impossível abolir o dinheiro, mas acredita que em pequenas comunidades, mesmo na cidade, o sistema de troca poderia substituir grande parte das transações comerciais. As roupas que usa, por exemplo, foram pagas com verduras.</p>
<p>“Revirando latas de lixo, descobri que um terço da comida que as pessoas compram no supermercado é jogado fora. Com o desperdício semanal de uma única família britânica de porte médio, daria para fazer um banquete para 50 pessoas. Isso pode e precisa ser mudado”, diz Mark.</p>
<p>Jornal Nacional – G1</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/homem-vive-sem-dinheiro-nenhum-porque-quer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Internet mina poder de concentração dos jovens, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/internet-mina-poder-de-concentracao-dos-jovens-diz-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/internet-mina-poder-de-concentracao-dos-jovens-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 18:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Concentração]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4626</guid>
		<description><![CDATA[Especialistas dizem que sobrecarga de informação está remodelando o funcionamento do cérebro dos jovens Adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos mais longos LONDRES - A internet está comprometendo a capacidade de concentração dos jovens, segundo um estudo da University College de Londres. David Nicholas, o acadêmico responsável pelo trabalho, chegou à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: large;">Especialistas dizem que sobrecarga de informação está remodelando o funcionamento do cérebro dos jovens</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: large;"> </span></strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Marcos d' Paula/AE" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1743fnvb4qcn_b" alt="Adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos mais longos" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Marcos d&#39; Paula/AE</p></div>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos mais longos</span></p>
<p><span style="font-size: small;">LONDRES</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">A internet está comprometendo a capacidade de concentração dos jovens, segundo um estudo da University College de Londres. David Nicholas, o acadêmico responsável pelo trabalho, chegou à conclusão que os adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos longos, já que a grande rede faz com que as mentes desse grupo populacional funcionem de um modo diferente do cérebro de gerações anteriores. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Durante o estudo, 100 pessoas foram convidadas a responder perguntas que exigiam um pouco de pesquisa. Os mais jovens (de </span><span style="font-size: small;">12 a</span><span style="font-size: small;"> 18 anos) escreveram suas respostas após consultar metade dos sites visitados por um grupo de pessoas mais velhas instruído a fazer o mesmo. Também foi constatado que as respostas dos mais novos eram mais incompletas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo Nicholas, 40% dos adolescentes que participaram do estudo não consultaram mais que três das milhares de páginas encontradas na internet sobre um determinado assunto.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Já as pessoas que se educaram antes da chegada da internet voltavam às mesmas fontes e se aprofundavam nelas em vez de pular de uma página para outra. &#8220;Há provas empíricas de que a sobrecarga de informação e o pensamento associativo está remodelando o funcionamento do cérebro dos jovens&#8221;, destacou o psicólogo Aleks Krotoski.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Efe</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/internet-mina-poder-de-concentracao-dos-jovens-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tédio intenso pode ser sinal de risco de vida, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/tedio-intenso-pode-ser-sinal-de-risco-de-vida-diz-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/tedio-intenso-pode-ser-sinal-de-risco-de-vida-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 19:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tédio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4587</guid>
		<description><![CDATA[Resultado apresentado por pesquisadores ainda é preliminar, mas chama atenção de médicos LONDRES - É possível entediar-se até a morte? Em um comentário que será publicado em abril no International Journal of Epidemiology, especialistas afirmam que é possível que, quanto mais entediado você estiver, maior a sua chance de uma morte prematura. Annie Britton e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://cerebroeletronico.files.wordpress.com/2008/03/tedio2.jpg" alt="http://cerebroeletronico.files.wordpress.com/2008/03/tedio2.jpg" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Resultado apresentado por pesquisadores ainda é preliminar, mas chama atenção de médicos</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">LONDRES</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">É possível entediar-se até a morte? Em um comentário que será publicado em abril no </span><em><span style="font-size: small;">International Journal of Epidemiology,</span></em><span style="font-size: small;"> especialistas afirmam que é possível que, quanto mais entediado você estiver,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> maior a sua chance de uma morte prematura. </span><br />
<span style="font-size: small;">Annie Britton e Martin Shipley, do University College London, advertem que não é o tédio que mata &#8211; mas ele pode ser um sintoma de comportamentos de risco, como bebedeira, tabagismo, consumo de drogas ou da presença de um problema psicológico.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os pesquisadores analisaram questionários preenchidos entre 1985 e 1988 por mais de 7,5 mil funcionários públicos londrinos com idade entre 33 e 35 anos. Eles responderam se haviam se sentido entediados no trabalho no mês anterior.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Britton e Shipley então rastrearam quantos desses funcionários haviam morrido até abril de 2009. Os que tinham informado sentirem-se muito entediados tinham 2,5 vezes mais chance de terem morrido de problemas cardíacos do que os que não haviam comunicado tédio.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mas quando os autores fizeram correções estatísticas para levar em conta fatores como atividade física, o efeito reduziu-se. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Outros especialistas afirmam que a pesquisa ainda é preliminar, a ligação entre tédio e aumento do risco cardíaco pode ser real, ainda que indireta.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Alguém que está entediado pode se sentir menos motivado a comer direito, fazer ginástica e ter um estilo de vida saudável&#8221;, disse o médico Christopher Cannon, professor da Universidade Harvard.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ele também disse que se o tédio estiver ligado à depressão, não seria surpreendente se houvesse ligação com o risco de ataques cardíacos; a depressão já é um fator de risco cardíaco conhecido</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Associated Press </span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/tedio-intenso-pode-ser-sinal-de-risco-de-vida-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Peso em excesso na mochila provoca problemas na coluna</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/peso-em-excesso-na-mochila-provoca-problemas-na-coluna/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/peso-em-excesso-na-mochila-provoca-problemas-na-coluna/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilas]]></category>
		<category><![CDATA[Peso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4530</guid>
		<description><![CDATA[Na volta às aulas o Jornal Hoje percorreu algumas escolas e fez o teste da mochila. Um ortopedista ensina a maneira correta de usar este acessório que acompanha todo estudante ao longo do ano letivo. Eles parecem carregar o mundo nas costas, dentro da mochila. “Por exemplo, tem lápis de cor, que eu não sei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.whala.com.br/wp-content/uploads/2009/01/mochila-escolar.jpg" alt="http://www.whala.com.br/wp-content/uploads/2009/01/mochila-escolar.jpg" /></p>
<p><strong>Na volta às aulas o Jornal Hoje percorreu algumas escolas e fez o teste da mochila. Um ortopedista ensina a maneira correta de usar este acessório que acompanha todo estudante ao longo do ano letivo.</strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Eles parecem carregar o mundo nas costas, dentro da mochila. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Por exemplo, tem lápis de cor, que eu não sei quando vão pedir pra usar”, diz um garoto. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Bota brinquedo, revistinha, um monte de coisa”, conta uma mãe. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Maquiagem, às vezes”, declara uma garota. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Pende pra um lado, pende pro outro e acaba dando estes problemas escoliose, lordose”, diz outra mãe. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Eu já sou meio corcunda. Estojo, garrafa d&#8221;água, agenda, livro”, diz uma estudante. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na balança mais de sete quilos. “Sinto como se tivesse queimando o ombro”, diz ela. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Quando coloca não sente dor, mas quando tira sente muito”, explica o estudante. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A mochila de Pedro tem rodinhas, mas ele quase nunca usa. Vazia ela pesa dois quilos e seiscentos gramas </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Está cinco vezes acima do peso que seria ideal. O peso total da mochila vazia não deve ser superior a meio quilo”, orienta Gilberto Francisco Brandão, ortopedista pediatra. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O peso com o material escolar não deve ultrapassar 10% do peso da criança ou adolescente. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Vitor pesa 38 quilos e a mochila mais de cinco. “Quase dois quilos a mais do que o permitido pelo peso dele. Ele ta tentando manter o equilíbrio levando o corpo pra frente. Com certeza toda esta musculatura da cintura escapular e do ombro está sendo mantido tensa. Muitas crianças que já tem predisposição genética tem alguma alteração da na angulação da coluna ou escoliose, uma sifose, com certeza com este peso excessivo este processo ele vai ser intensificado”, orienta. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quem usa as rodinhas, atenção: “É importante ter um regulador de altura, de forma que o puxador seja levantando e a criança fique com o cotovelo em torno de noventa grau”, ensina. Também alterne as mãos na hora puxar </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A mochila ideal deve ser feita de material leve, nas costas é preciso que ela tenha uma espécie de encosto acolchoado, alças largas e também alcochoadas, e ainda é importante que ela tenha um cinto preso na cintura. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Isso evita que a mochila afaste da coluna da criança e não provoque aquela sobrecarga de peso. A posição correta é que ela fique cinco centímetros acima da cintura. E evite carregar a mochila de um lado só do ombro”, orienta. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Arrumar o material da forma correta também ajuda. “Colocar sempre o caderno e o livro mais pesado no fundo da mochila, de forma que esses ficam mais próximo da suas costas”. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Bom mesmo é que a escola tenha escaninhos para guardar o material mais pesado. “Eu acabei ficando mais aliviada e tendo mais equilíbrio”, diz. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“É um esqueleto que está em crescimento, este esqueleto não pode ser submetido a forças extremas”, conclui o médico.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Jornal Hoje &#8211; </span></strong><strong><span style="font-size: small;">Liliana Junger &#8211; Belo Horizonte </span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/peso-em-excesso-na-mochila-provoca-problemas-na-coluna/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto ensina jovens de Recife a profissão de joalheiro</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/projeto-ensina-jovens-de-recife-a-profissao-de-joalheiro/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/projeto-ensina-jovens-de-recife-a-profissao-de-joalheiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 17:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Jóias]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4071</guid>
		<description><![CDATA[Conheça histórias emocionantes de jovens cheios de talento que tiveram uma chance de mudar de vida. Na passarela, um show das mais diferentes formas geométricas. A aposta é na ousadia. As jóias são as estrelas do desfile. Foram feitas por adolescentes pobres que colocaram a energia e o talento na criação de peças que usam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1590cwvmzjt3_b" alt="Jovens carentes de Recife aprendem a desenhar joias" width="353" height="218" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Conheça histórias emocionantes de jovens cheios de talento que tiveram uma chance de mudar de vida.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Na passarela, um show das mais diferentes formas geométricas. A aposta é na ousadia. As jóias são as estrelas do desfile. Foram feitas por adolescentes pobres que colocaram a energia e o talento na criação de peças que usam prata, couro, pedras coloridas e pastilhas usadas na construção civil. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Esse projeto está provando que é um sucesso mesmo. Nós saímos daquele comodismo de Brasília Teimosa para uma vida nova na sociedade”, diz o designer de jóias Diego Alves. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Comodismo não. Talvez falta de oportunidade. E muita ginástica para sobreviver. Diego vive com a mãe, o pai e mais dez irmãos em uma casa, </span><span style="font-size: small;">em Brasília Teimosa</span><span style="font-size: small;">, periferia do Recife: “Estava sem rumo, sem saber o que fazer. Agora sei que vou ser joalheiro”. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Há pouco mais de um ano, começou a fazer, de graça, um curso para joalheiro. Primeiro, noções de desenho, os segredos das formas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O designer de jóias Rafael Jameson, 19 anos, grafitava paredes, fugia da polícia. Agora, a inspiração ganhou um destino mais nobre: “Cheguei como quem não quer anda e hoje estopu fabricando minhas jóias”. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Eles aprendem a fundir a prata bruta. Em uma máquina, o metal vira chapa ou fio. Hora de dar forma às jóias. Alicate, maçarico, serra, e motor para lixar. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O projeto dos jovens joalheiros surpreende não só pelas formas e estilos diferentes que brotam na imaginação de cada aprendiz, mas principalmente por mostrar que o talento está em toda parte. Bastou uma oportunidade para lapidar o potencial que estava ali, adormecido, na comunidade esquecida. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Futuro que começou no desfile. A coleção foi batizada sugestivamente de “Construção”. Eles constroem as jóias e uma vida nova. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Eu senti vontade de chorar mesmo quando entrei na passarela com a modelo. Inclusive ela estava desfilando com a minha peça e eu fiquei do lado dela. A emoção foi grande”, diz o designer de jóias Ewertton Silva Melo.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Bom Dia Brasi</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/projeto-ensina-jovens-de-recife-a-profissao-de-joalheiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Teclado &#8220;sabe&#8221; quando usuário está estressado, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/teclado-sabe-quando-usuario-esta-estressado-diz-estudo/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/teclado-sabe-quando-usuario-esta-estressado-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 14:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Teclado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4061</guid>
		<description><![CDATA[Da próxima vez que você inserir um nome de usuário e a senha, pense sobre o seu ritmo de digitação. Ele não só pode ser usado para identificá-lo, como também pode revelar se você está em um ambiente estressante. A equipe por trás da descoberta sugere que o método deve ser usado por varejistas ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 230px"><img title="Teclado pode revelar se você está em um ambiente estressante, afirma estudo inglês" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1586f9txqtf8_b" alt="Teclado pode revelar se você está em um ambiente estressante, afirma estudo inglês" width="220" height="220" /><p class="wp-caption-text">Teclado pode revelar se você está em um ambiente estressante, afirma estudo inglês</p></div>
<p><span style="font-size: medium;">Da próxima vez que você inserir um nome de usuário e a senha, pense sobre o seu ritmo de digitação. Ele não só pode ser usado para identificá-lo, como também pode revelar se você está em um ambiente estressante. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A equipe por trás da descoberta sugere que o método deve ser usado por varejistas ou bancos para detectar se você está acessando sua conta sob estresse extremo ou coação. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Há muito se sabe que os ritmos do estilo de digitação de uma pessoa são estáveis ao longo do tempo, levando a sugestões que poderiam ser utilizadas para verificar a identidade, ou mesmo detectar sinais precoces da doença de Alzheimer. Mas pouco se sabe sobre o efeito do estresse sobre os padrões de digitação, segundo investigaram o psicólogo Mike Dowman e colegas da Universidade de Abertay, Reino Unido. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Teste de estresse</span></strong></p>
<p><span style="font-size: medium;">Eles pediram a 35 pessoas para que se logassem em um computador 36 vezes, ao longo de três sessões intercaladas por até um mês de intervalo, usando o mesmo nome de usuário (abertayexperiment) e senha (understandsomething). </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">As pessoas foram colocadas em estados de estresse e neutralidade, alternadamente, por meio da audição de uma série de sons conhecidos, a fim de evocar emoções particulares &#8211;desde papel amassando suavemente, passando por discussão de casais, até sirenes de emergência. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O tempo de cada tecla pressionada, assim como o intervalo entre uma e outra sendo liberada e pressionada, foi gravado para criar uma &#8220;impressão digital&#8221; da digitação de cada um. Eletrodos foram fixados nas mãos dos datilógrafos para detectar a partir da transpiração &#8211;um sinal de estresse também explorado por detectores de mentira. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A partir daí, o grupo usou os dados para desenvolver e testar softwares que identificassem uma pessoa a partir do seu estilo de digitação subjetivo. Usando apenas 36 caracteres, de detalhes de login, a pesquisa foi capaz de identificar corretamente 97,2% dos usuários, em um total de 42.840 logins. Não era incomum, no sincronismo de uma pessoa, a variação de apenas 20 milésimos de segundo entre dois logins de uma semana de intervalo, diz Dowman. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Os dados também mostraram que o stress podia ser detectado na digitação de uma pessoa porque ela variava os padrões de tempo (por exemplo, pressionando as teclas de forma mais curta, em média) &#8211;embora datilógrafos mantivessem seu estilo identificável. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">&#8220;Não há dúvida: as pessoas fazem digitações diferentes sob estresse&#8221;, diz Dowman. Ele sugere que sistemas de segurança podem ser concebidos para emissão de um alarme, caso pareça que uma pessoa seja obrigada a entrar em um sistema, tanto em um caixa eletrônico quanto em uma conta on-line. Mais pesquisas serão necessárias, entretanto, antes de um sistema identificar se uma pessoa está, por assim dizer, apenas tendo um dia ruim ou sendo rendida por homens armados. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Adeus às senhas</span></strong></p>
<p><span style="font-size: medium;">Neil Barrett, consultor de segurança informática e professor-visitante do Centro de Computação Forense e Segurança da Universidade de Cranfield, Reino Unido, diz que a taxa de sucesso do sistema é semelhante à de outros sistemas biométricos em uso, tais como voiceprints ou os scanners de impressões digitais incorporados a laptops. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Com novas melhorias para reconhecimento do estilo de digitação, as senhas podem já não ser necessárias para alguns sistemas, diz ele. &#8220;Você pode ter as características de identificação da forma como elas são digitadas em seu nome de usuário.&#8221; </span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">New Scientist</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/teclado-sabe-quando-usuario-esta-estressado-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Menino devolve bolsa e dá exemplo de cidadania</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/menino-devolve-bolsa-e-da-exemplo-de-cidadania/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/menino-devolve-bolsa-e-da-exemplo-de-cidadania/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 19:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Honestidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4032</guid>
		<description><![CDATA[Moradores do interior de SP viveram momentos de orgulho graças a um menino de onze anos. Wesley Ramos mostrou, na prática, o que deve ser feito quando uma pessoa encontra algum objeto que não é dela. Wesley Momesso Ramos, 11 anos, saiu a procura de latinhas de alumínio para vender e ajudar a família. Encontrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1567c32w7qfq_b" alt="Menino devolve bolsa e dá exemplo de cidadania" width="329" height="203" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Moradores do interior de SP viveram momentos de orgulho graças a um menino de onze anos. Wesley Ramos mostrou, na prática, o que deve ser feito quando uma pessoa encontra algum objeto que não é dela.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Wesley Momesso Ramos, 11 anos, saiu a procura de latinhas de alumínio para vender e ajudar a família. Encontrou no chão a bolsa que caiu do porta-malas de um carro. O garoto não teve dúvidas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Meus amigos disseram para abrir a bolsa e repartir o que tinha. Eu disse que não, que ia levar para os guardas para achar o dono, porque ele devia estar por ai”, diz o garoto. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O exemplo vem de uma casa simples onde vive o casal de agricultores e cinco filhos. &#8220;Eu falo pra eles que se aparecer com algo que não é dele eu vou querer saber de onde é e vou querer devolver”, fala a mãe do garoto, Solange Ramos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quando Ivo Ferreira Machado recebeu a bolsa, a surpresa&#8230; Tudo estava lá: mp4, relógio, cordões de ouro. “Eu falei para ele: essa atitude sua é muito importante e isso vai fazer a diferença na sua vida&#8221;, diz. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O gesto do garoto não foi reconhecido somente pelo dono da bolsa. A prefeitura de Capela do Alto parou, por alguns minutos, para homenagear Wesley e a família dele. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">No gabinete do prefeito troféu, diploma, flores, emoção. A professora agradeceu o exemplo do aluno. &#8220;A gente passa anos ensinando e de repente a gente aprende com o aluno&#8221;, comenta Jeane Gomes. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Depois da homenagem pai, mãe e filhos voltaram para casa mais felizes. “Eu fiquei emocionado, foi um dia com muita felicidade”, finaliza Wesley.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Cesar Barroso &#8211; Capela do Alto, SP </span></strong><strong><span style="font-size: small;"> &#8211; Jornal Hoje</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/menino-devolve-bolsa-e-da-exemplo-de-cidadania/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Obama indica transexual para cargo federal</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/obama-indica-transexual-para-cargo-federal/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/obama-indica-transexual-para-cargo-federal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 19:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Transexuais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4014</guid>
		<description><![CDATA[Amanda Simpson, ex-Mitch, trabalhará no Departamento de Comércio. Indicação revelará necessidade de mais igualdade, diz ela. Amanda Simpson em 10 de dezembro de 2004. Amanda, de 48 anos, antigamente conhecida como Mitch e ex-piloto de testes, foi indicada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para um cargo na administração federal. Ela é uma das primeiras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class=" " src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1552c58rc5cf_b" alt="Foto: AP" width="550" /><p class="wp-caption-text">(Foto: AP) </p></div>
<p><strong>Amanda Simpson, ex-Mitch, trabalhará no Departamento de Comércio.<br />
Indicação revelará necessidade de mais igualdade, diz ela.</strong></p>
<p>Amanda Simpson em 10 de dezembro de 2004. Amanda, de 48 anos, antigamente conhecida como Mitch e ex-piloto de testes, foi indicada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para um cargo na administração federal. Ela é uma das primeiras pessoas a mudar de sexo a ser indicada para um cargo no governo dos EUA. Ela disse que acha sua indicação para conselheira sênior do Departamento de Comércio &#8216;importante&#8217; para mostrar a necessidade de mais igualdade sexual no país.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/obama-indica-transexual-para-cargo-federal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Saiba como limpar sua casa de forma organizada</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/saiba-como-limpar-sua-casa-de-forma-organizada/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/saiba-como-limpar-sua-casa-de-forma-organizada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 19:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=4006</guid>
		<description><![CDATA[Tem coisa mais chata do que o dia da faxina em casa? É um trabalho duro e cansativo. Veja a dica que o JH traz para você: dividir as tarefas pelos dias da semana. Depois das festas do final de ano, nada melhor do que começar &#8220;aquela&#8221; faxina. Como organizar uma agenda diária para dar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1543cq7sv9hk_b" alt="Jornal Hoje / Rede Globo" width="425" height="264" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Tem coisa mais chata do que o dia da faxina em casa? É um trabalho duro e cansativo. Veja a dica que o JH traz para você: dividir as tarefas pelos dias da semana.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Depois das festas do final de ano, nada melhor do que começar &#8220;aquela&#8221; faxina. Como organizar uma agenda diária para dar conta de tantos afazeres? </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Lava, varre, espana&#8230; A tarefa de manter a casa limpa não é fácil. &#8220;Eu queria que tu desse também uma aspirada e uma espanada nesse sofá&#8221;, explica Rachel Philomeno, advogada, para a empregada. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Rachel acompanha de perto o trabalho da funcionária encarregada da faxina. O desafio é lembrar de tudo o que tem para fazer. “Diariamente, a gente tem que ter um controle, a gente passa uma com a outra, até por telefone, quando eu to no trabalho&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Tirar um único dia para fazer aquela faxina geral é um hábito comum, mas que não dá muito resultado. O ideal é organizar as tarefas, reservar um dia da semana para cada espaço. Assim, dá para deixar a casa em ordem sem muito trabalho. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A profissional em organização da casa, Letícia de Francesca, sugere um calendário de atividades. &#8220;É uma forma bem mais fácil de você tá lembrando de fazer diariamente, isso aqui eu posso deixar para a próxima semana, não precisa ser exatamente hoje&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Alguns afazeres devem ser diários, como varrer e espanar móveis e aspirar tapetes e estofados. &#8220;Se você faz todo dia, vai ter menos pó, então, você não gasta muito tempo limpando aquele sofá&#8221;, explica a profissional.</span><br />
<span style="font-size: small;">As outras podem ser divididas a cada dia da semana:</span></p>
<p><span style="font-size: small;">- </span><strong><span style="font-size: small;">Segunda-feira:</span></strong><span style="font-size: small;"> dê uma geral nos banheiros. Lave as louças sanitárias, boxe e azulejos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">- </span><strong><span style="font-size: small;">Terça-feira:</span></strong><span style="font-size: small;"> limpe as janelas da casa e lave as roupas, que podem ser passadas na quarta-feira. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">- </span><strong><span style="font-size: small;">Quarta-feira:</span></strong><span style="font-size: small;"> passe roupas, limpe os espelhos, com produto próprio e, em vez de pano, use jornal para ficar sem manchas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">- </span><strong><span style="font-size: small;">Quinta-feira:</span></strong><span style="font-size: small;"> limpeza na cozinha: armários, prateleiras e eletrodomésticos, como geladeira, por fora e por dentro.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Letícia dá uma dica: &#8220;Pega um copinho d’água e coloca uma colher de vinagre, aí passa um pano úmido por dentro da geladeira e depois um pano seco para tirar o excesso&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">- </span><strong><span style="font-size: small;">Sexta-feira:</span></strong><span style="font-size: small;"> é dia de trocar as roupas de banho e cama. De mais uma geral nos banheiros e deixe a casa prontinha para o fim de semana.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Paula Cavalcante, que tem dificuldade para se organizar nas tarefas, aprovou o novo roteiro da limpeza. &#8220;Eu não conseguia colocar tudo, tipo assim esquecia, ah, isso aqui onde era que tava? E fica aquela confusão, você acaba misturando as coisas, por etapas é bem melhor&#8221;.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Jornal Hoje</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/01/saiba-como-limpar-sua-casa-de-forma-organizada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jogos no Facebook causam novas dores de cabeça para empregadores</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/jogos-no-facebook-causam-novas-dores-de-cabeca-para-empregadores/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/jogos-no-facebook-causam-novas-dores-de-cabeca-para-empregadores/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 21:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3791</guid>
		<description><![CDATA[Para muitos empregadores, Facebook, MySpace e outros sites de redes sociais já são um flagelo no que tange a perdas de produtividade. Agora eles têm algo mais com que se preocupar: os jogos que esses sites oferecem. Esse novo gênero de jogos sociais permite que as pessoas joguem com os amigos sem que todos precisem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title=" Games como 'Colheita feliz', do Orkut, estão dentro das redes sociais e são jogados durante o expediente. (Foto: Reprodução) " src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,33336100-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,33336100-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text"> Games como &#39;Colheita feliz&#39;, do Orkut, estão dentro das redes sociais e são jogados durante o expediente. (Foto: Reprodução) </p></div>
<p>Para muitos empregadores, Facebook, MySpace e outros sites de redes sociais já são um flagelo no que tange a perdas de produtividade. Agora eles têm algo mais com que se preocupar: os jogos que esses sites oferecem.</p>
<p>Esse novo gênero de jogos sociais permite que as pessoas joguem com os amigos sem que todos precisem estar on-line ao mesmo tempo.</p>
<p>fez com que jogos como FarmVille, Cafe World, Restaurant City, Pet Society e Happy Aquarium &#8211;desenvolvidos por produtoras como Zynga, Playfish, Crowdstar e Slashkey&#8211; ganhassem popularidade entre os trabalhadores, que muitas vezes se conectam para jogá-los durante o expediente.</p>
<p>De acordo com uma recente pesquisa conduzida pela Associated Chambers of Commerce and Industry of India, cerca de 12,5% da produtividade do setor empresarial é desviada a cada dia para atividades em sites de redes sociais.</p>
<p>&#8220;O que estamos vendo são mais e mais pessoas e organizações que reconhecem a perda de produtividade. Com isso, provavelmente mais bloqueios de aplicativos do Facebook por ordem dos executivos de informática serão vistos&#8221;, disse Rebecca Wettermann, da Nucleus Research.</p>
<p>A Nucleus Research conduziu um estudo recente sobre os efeitos das redes sociais sobre a produtividade no ambiente profissional.</p>
<p>O levantamento constatou que cerca de metade dos funcionários de escritório dos Estados Unidos visitam sites de redes sociais no horário de trabalho, o que resulta em uma perda média da ordem de 1,5% da produtividade total do escritório.</p>
<p>O Facebook, que conta com 350 milhões de usuários no mundo, diz que pelo menos 20% de seus membros jogam on-line.</p>
<p>Sebastien de Halleux, presidente-executivo e co-fundador da Playfish, uma produtora de jogos on-line, disse que o crescimento na Ásia é mais rápido que em outras regiões.</p>
<p>&#8220;Não tínhamos ideia de que a difusão seria tão rápida. Quando conquistamos 100 mil usuários mensais, achávamos que aquilo fosse o auge do sucesso. Agora, com 60 milhões de usuários, achamos que estamos apenas no começo de algo muito maior&#8221;, disse.</p>
<p>Reuters, em Bangalore &#8211; FolhaOnline</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/jogos-no-facebook-causam-novas-dores-de-cabeca-para-empregadores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Japonês se casa com personagem de videogame</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/japones-se-casa-com-personagem-de-videogame/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/japones-se-casa-com-personagem-de-videogame/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 19:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo Games]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3717</guid>
		<description><![CDATA[Um homem japonês se casou com uma popular personagem de videogame, e a levou &#8211;em seu aparelho portátil de videogame&#8211; para uma lua-de-mel no exterior. O homem, que prefere ser designado por SAL9000, seu apelido na internet, conheceu a personagem Nene Anegasaki quando estava jogando &#8220;Love Plus&#8221;, um jogo que simula encontros românticos. Eles se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class=" " title="Sal9000 e sua &quot;noiva&quot;; casamento foi exibido pelo YouTube, e noivo a levou para uma lua-de-mel no exterior" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1456d7z8swgr_b" alt="Sal9000 e sua &quot;noiva&quot;; casamento foi exibido pelo YouTube, e noivo a levou para uma lua-de-mel no exterior" width="450" /><p class="wp-caption-text">Sal9000 e sua &quot;noiva&quot;; casamento foi exibido pelo YouTube, e noivo a levou para uma lua-de-mel no exterior</p></div>
<p><span style="font-size: small;">Um homem japonês se casou com uma popular personagem de videogame, e a levou &#8211;em seu aparelho portátil de videogame&#8211; para uma lua-de-mel no exterior. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O homem, que prefere ser designado por SAL9000, seu apelido na internet, conheceu a personagem Nene Anegasaki quando estava jogando &#8220;Love Plus&#8221;, um jogo que simula encontros românticos. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Eles se casaram algumas semanas atrás, e a cerimônia foi transmitida ao vivo na versão japonesa do site de vídeos YouTube. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">SAL9000, que não quis revelar seu nome real por medo de ser mal interpretado, admite ser um &#8220;otaku&#8221; &#8211;uma corrente de jovens japoneses obcecados por videogames, computadores e mundos de fantasia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Na cultura dos otakus, ou nerds japoneses, existe a tradição de chamar uma personagem de esposa, e eu sempre imaginei Nene como minha mulher. Já que eu a chamava disso, decidi que deveríamos nos casar&#8221;, disse ele. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Se mais pessoas encontrassem maneiras de se expressar como fiz, creio que a sociedade seria mais interessante&#8221;, afirmou. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os recém-casados, que visitaram Guam em sua lua-de-mel, agora saem juntos em Tóquio, e SAL9000 tira fotos de Nene, instalada </span><span style="font-size: small;">em seu Nintendo DS</span><span style="font-size: small;">, diante de lugares famosos, e as posta em sites de redes sociais. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Como o jogo &#8220;Love Plus&#8221; dispõe de software de reconhecimento de voz, SAL9000 diz que é possível manter uma espécie de conversação com Nene. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ele também prometeu que seria leal a Nene no melhor e no pior, na doença e na saúde, mesmo que uma versão atualizada do jogo seja lançada. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Creio que vou continuar jogando Love Plus. Não serei infiel&#8221;, disse SAL9000. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Reuters</span></strong><strong><span style="font-size: x-small;">, em Tóquio</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/japones-se-casa-com-personagem-de-videogame/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por que algumas mulheres parecem mais jovens que outras</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/por-que-algumas-mulheres-parecem-mais-jovens-que-outras/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/por-que-algumas-mulheres-parecem-mais-jovens-que-outras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3693</guid>
		<description><![CDATA[“Como é triste! Tornar-me-ei velho, horrível, espantoso. Mas este retrato permanecerá sempre jovem. Se ocorresse o contrário! Se eu ficasse sempre jovem, e esse retrato envelhecesse! Por isso eu daria tudo! Daria até a minha própria alma!” É com esse pensamento que Dorian Gray, o famoso personagem de Oscar Wilde, vende sua alma em troca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img style="border: medium none;" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1453ch3k47cc_b" alt="deneuve2_595_424" width="444" height="317" /></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Como é triste! Tornar-me-ei velho, horrível, espantoso. Mas este retrato permanecerá sempre jovem. Se ocorresse o contrário! Se eu ficasse sempre jovem, e esse retrato envelhecesse! Por isso eu daria tudo! Daria até a minha própria alma!”</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">É com esse pensamento que Dorian Gray, o famoso personagem de Oscar Wilde, vende sua alma em troca de uma eterna imagem jovial, deixando para seu retrato as marcas do tempo. Mas o que parece o sonho de muitos, torna-se um grande pesadelo para Gray.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A vaidade humana já estimulou diversos debates filosóficos sobre padrões sociais de beleza. A eterna busca da juventude e o desejo de muitos de parecer mais jovens do que a idade cronológica movimenta uma gigantesca indústria de cosméticos e afins.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A capacidade humana de estimar a idade, baseando-se apenas na face de uma pessoa, parece ter consequências evolutivas, como por exemplo, durante a escolha do parceiro sexual. Essa estimativa visual tem um apelo social evidente – basta olhar para o bombástico número de propagandas e novos produtos de beleza que prometem retardar o envelhecimento, lançados no mercado constantemente.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Além disso, alguns trabalhos já demonstraram que a idade visual funciona como um biomarcador para diversas doenças, independentemente da idade cronológica (Christensen e colegas, Epidemiology, 2004). No entanto, os fatores responsáveis pela forma como julgamos a idade de uma pessoa pelo seu aspecto visual não são conhecidos. Não sabemos também como a genética e o ambiente contribuem para gerar essa idade visual.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Uma forma de se estudar como fatores físicos da face podem influenciar a capacidade de estimar a idade pelo aspecto visual é por meio de fotografias modificadas. Alterando-se fotografias de pessoas, pode-se focar em determinado aspecto físico (cor do cabelo, composição da pele etc.), eliminando a influência de roupas, gestos ou outros tipos de distração visual ou social.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Recentemente, um grupo de pesquisa internacional estudou a idade estimada por meio da aparência facial em 102 pares de gêmeas dinamarquesas, com idades entre 59 e 81 anos (Gunn e colegas, PloS ONE 2009). O grupo também incluiu outros 162 pares de gêmeas inglesas, com idades entre 45 e 75 anos. Fotografias das faces das irmãs foram apresentadas para observadores neutros, que estimavam a idade de cada uma. Em alguns casos, a idade facial estimada variava consideravelmente entre as irmãs gêmeas, obviamente com a mesma idade cronológica. Para descobrir quais os fatores responsáveis por essa discrepância, os autores geraram imagens sobrepostas das irmãs, procurando pelas diferenças físicas entre as duas.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Algumas dessas irmãs eram gêmeas idênticas (monozigóticas) e, portanto, dividem o mesmo material genético. Outras irmãs que participaram do trabalho eram gêmeas não idênticas, dividindo apenas metade do material genético, como irmãs nascidas em datas distintas. Com esse tipo de ferramenta em mãos, foi possível concluir quais fatores eram influenciados geneticamente, pelo ambiente ou por ambos. As imagens compostas das gêmeas apresentaram algumas diferenças, como a cor da pele e volume dos lábios. As diferenças observadas nas gêmeas idênticas foram classificadas como variações influenciadas pelo ambiente e, nas gêmeas não idênticas, como variações genéticas.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Os resultados da pesquisa mostraram que marcas de expressão na pele, cabelos cinza e volume dos lábios estão significativamente associadas à estimativa da idade visual das mulheres. Cada um desses fatores funciona de forma independente dos outros. A aparência de danos causados pela superexposição a luz solar também influencia a estimativa da idade visual, primariamente pela conexão direta com o surgimento de rugas e dobras na pele.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Imagens criadas a partir de mulheres que pareciam mais novas ou mais velhas do que a idade real indicaram que a estrutura do tecido subcutâneo pode ser parcialmente responsável pela variação encontrada nas estimativas iniciais entre as gêmeas. Análises das características herdadas revelaram que pontos de pigmentação, dobras na pele e danos causados pela luz solar são fatores que podem ter influência equilibrada entre genética e ambiente. Já os cabelos grisalhos, tamanho da testa e volume dos lábios parecem ser exclusivamente determinados pela genética. Cabelos fracos e finos mostraram ter mais influência ambiental do que genética.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Esses dados sugerem que mulheres com aparência mais jovem do que a idade real têm lábios mais volumosos, evitam superexposição à luz solar e possuem fatores genéticos que as protegem contra o surgimento de cabelos cinza e dobras de pele. Os resultados também mostraram que a idade perceptual é um melhor biomarcador de pele, cabelo e envelhecimento da face do que a própria idade cronológica.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Apesar de bem interessantes, existem alguns cuidados que devemos ter antes de afirmar que esses resultados se aplicam a todas as mulheres. Primeiro, a população estudada é restritamente caucasiana e não existe suporte que os dados se aplicariam para outros grupos étnicos. Também não podemos afirmar que os resultados se manterão válidos em outras faixas etárias. Além disso, sabe-se que fatores não estéticos, como o estado civil, classe social e depressão influenciam a estimativa visual da idade em mulheres (Rexbye e colegas, Ageing 2006).</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Mesmo assim, o trabalho confirma alguns fatores que, intuitivamente, já eram normalmente associados ao envelhecimento. Também traz uma interessante análise do que parece ser influência da genética e/ou do ambiente. Alguns desses fatores parecem que são herdados de forma conjunta, sugerindo uma eventual seleção evolutiva. É possível que, num futuro distante, as informações genéticas e ambientais que influenciam a beleza sejam conhecidas e sujeitas a manipulação. Aí, com certeza, o mercado cosmético vai oferecer um produto comparável à maldição de Dorian Grey. Resta saber se vamos optar por permanecer jovens para sempre ou se vamos preferir a beleza intrínseca de cada idade.</span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: medium none ;" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1454gp5t22g3_b" alt="deneuve_595_424" width="348" height="248" /></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: x-small;">Postado por</span></strong></span> <span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: x-small;">Alysson Muotri</span></strong></span> <span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: x-small;">no G1</span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/por-que-algumas-mulheres-parecem-mais-jovens-que-outras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>‘Pulseira do sexo’ gera polêmica entre pais e educadores em SP</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/%e2%80%98pulseira-do-sexo%e2%80%99-gera-polemica-entre-pais-e-educadores-em-sp/</link>
		<comments>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/%e2%80%98pulseira-do-sexo%e2%80%99-gera-polemica-entre-pais-e-educadores-em-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 12:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Pulseira do sexo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=3617</guid>
		<description><![CDATA[Usuários negam que jogo britânico tenha a ver com uso de adereços. Colégio particular tradicional enviou recado a pais sobre ‘brincadeira’ Um e-mail com reportagem do tabloide britânico “The Sun” circula na internet alertando os pais de crianças e adolescentes para um jogo que virou febre nas escolas do Reino Unido: o Snap. A “brincadeira” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class=" " style="border: medium none;" title="Pulseiras dispostas em barraca em SP (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1423hjd9xthc_b" alt="Foto: Paulo Toledo Piza/G1" width="450" /><p class="wp-caption-text">Pulseiras dispostas em barraca em SP (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)</p></div>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">Usuários negam que jogo britânico tenha a ver com uso de adereços. </span></strong></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">Colégio particular tradicional enviou recado a pais sobre ‘brincadeira’</span></strong></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Um e-mail com reportagem do tabloide britânico “The Sun” circula na internet alertando os pais de crianças e adolescentes para um jogo que virou febre nas escolas do Reino Unido: o Snap. A “brincadeira” funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">As pulseiras já são moda por aqui. Baratas e fáceis de serem encontradas – um conjunto de 20 delas sai por, no máximo, R$ 2</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">–, elas não têm relação alguma com o jogo britânico, segundo usuários. “Pode acontecer isso fora daqui, mas no Brasil usamos só porque é legal”, disse a estudante Camila Perrenchelle, de 20 anos. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">De fato, não há evidências de que algo semelhante tenha ocorrido nas escolas paulistas, segundo a Secretaria Estadual da Educação. Mesmo assim, educadores de instituições adiantaram-se à chegada da moda e começaram a tomar providências. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">É o caso do colégio particular Marista Arquidiocesano de São Paulo. No fim do mês passado, a direção enviou comunicado aos pais dos alunos intitulado “Entretenimento? Consumo? Manipulação? Exploração de crianças e adolescentes?”. “Pedimos que, com discernimento e serenidade, [...] conversem sobre o melhor posicionamento para seus filhos e filhas”, informa o texto. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Em entrevista ao </span></span><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">G1</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">, o diretor educacional do colégio, o professor Ascânio João Sedrez, afirmou que a discussão foi parar também na sala de aula e teve um lado positivo. “Foi interessante. Surgiram pautas muito boas entre alunos e professores e também foi uma boa desculpa para que os pais começassem uma conversa necessária.” </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Mãe de duas meninas, Patrícia Paz, de 39 anos, aconselhou a caçula de 10 anos e a adolescente de </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">13 a</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> deixarem de usar as pulseirinhas na escola onde estudam, no Centro de São Paulo. “Elas usam desde pequenas, mas por precaução vão deixá-las de lado até essa moda passar”, afirmou. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">As meninas questionaram a mãe, mas, após uma conversa franca, concordaram em colocar os adereços somente fora do ambiente escolar. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Vendas</span></strong></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Quem não gostou dos alertas sobre o jogo Snap foram os ambulantes que vendem os adornos nas proximidades das escolas. O </span></span><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">G1</span></strong></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> visitou cinco barracas e em todas a situação é a mesma: desde que começou a circular o e-mail com a reportagem do “The Sun”, as vendas tiveram uma acentuada queda. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Antes eu vendia de </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">150 a</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> 200 conjuntos de pulseiras por dia, mas agora não vendo mais do que </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">20”</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">, disse o ambulante José da Silva Fontes, de 36 anos, que trabalha perto de uma escola na Vila Mariana, Zona Sul da capital paulista. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O vendedor Jean Souza Santos, de 40 anos, também sentiu a diminuição na procura pelo adereço. “Há uns quatro meses, vinham mães com seus filhos comprar. Agora nem as crianças compram mais.”</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Moda passageira</span></strong></span><br />
<span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Para o educador Sedrez, o jogo Snap, se chegar ao Brasil, será rápido &#8220;como fogo de palha&#8221;. “A sensação é que</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">há maleabilidade,</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">franqueza aqui. O gingado que o brasileiro tem na questão dos relacionamentos</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">é muito mais solto em comparação aos britânicos.” </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Para ele, o jogo pode ser aceito em uma cultura rígida, mas não ganha força em um país em que a sexualidade é tratada com mais naturalidade. “O jogo não</span></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> se enquadra na nossa cultura. É estranho ao nosso país”, concluiu. </span></span></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Paulo Toledo Piza </span></strong></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">Do G1, </span></strong></span><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: small;">em São Paulo</span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/12/%e2%80%98pulseira-do-sexo%e2%80%99-gera-polemica-entre-pais-e-educadores-em-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

