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	<title>Blog de Maurílio &#187; Clima</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>País pobre vê &#8220;chantagem&#8221; financeira de rico no clima</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
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		<description><![CDATA[Era para ser um encontro de reconciliação. Mas a primeira rodada de negociações sobre o clima após a fracassada conferência de Copenhague terminou neste domingo (11) em Bonn, Alemanha, com países desenvolvidos e em desenvolvimento se acusando mutuamente de &#8220;oportunistas&#8221; e &#8220;chantagistas&#8221;. O pomo da discórdia, mais uma vez, é o controverso Acordo de Copenhague, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" alt="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" /></p>
<p>Era para ser um encontro de reconciliação. Mas a primeira rodada de negociações sobre o clima após a fracassada conferência de Copenhague terminou neste domingo (11) em Bonn, Alemanha, com países desenvolvidos e em desenvolvimento se acusando mutuamente de &#8220;oportunistas&#8221; e &#8220;chantagistas&#8221;.</p>
<p>O pomo da discórdia, mais uma vez, é o controverso Acordo de Copenhague, o documento produzido na conferência de dezembro passado, acalentado pelos Estados Unidos e achincalhado por países pobres.</p>
<p>Os Estados Unidos e outros países ricos, como a Dinamarca, negaram auxílio financeiro imediato até 2012 &#8211;o chamado &#8220;fast money&#8221;&#8211; a projetos ligados ao aquecimento global a nações que não assinaram o acordo, como a Bolívia e o Equador.</p>
<p>A informação, divulgada pelo diário americano &#8220;The Washington Post&#8221; no fim-de-semana, elevou a tensão.</p>
<p>A Bolívia é um dos maiores opositores do acordo, resultado da conferência do clima da Dinamarca.</p>
<p><strong>Voluntariado</strong></p>
<p>O documento é uma declaração política que não recebeu o aval de todos os países da conferência e que não diz como quer limitar o aumento da temperatura global a 2 ºC.</p>
<p>Além disso, ele prevê que países proponham metas de redução de emissões poluentes de forma voluntária, ao contrário do atual Protocolo de Kyoto, que obriga países ricos a reduzirem suas emissões. Esse compromisso termina em 2012, e a ONU tenta negociar um novo acordo obrigatório.</p>
<p>O embaixador boliviano junto à ONU, Pablo Solón, disse em entrevista à Folha que a tática &#8220;é quase uma chantagem&#8221;. &#8220;Ajuda financeira é obrigação deles.</p>
<p>Eles são os responsáveis [pelo aquecimento global]&#8220;, disse o diplomata. Segundo Solón, também a Dinamarca teria cortado auxílio financeiro à Bolívia, ao dizer que vai distribuir ajuda em outras regiões.</p>
<p>O Secretário-Executivo da Convenção, Yvo de Boer, afirmou à Folha que não acha que &#8220;assédio&#8221; seja &#8220;eficaz para convencer as pessoas&#8221;. A questão agora, continuou, é se concentrar nos elementos do Acordo que podem ser usados para avançar nas negociações.</p>
<p>Segundo o último balanço da ONU, 113 dos 192 países da Convenção do Clima aderiram ao Acordo de Copenhague.</p>
<p><strong>&#8220;Oportunistas&#8221;</strong></p>
<p>Já os Estados Unidos veem o auxílio financeiro ao clima e o Acordo de Copenhague como pacote único. &#8220;Para os EUA, o &#8220;fast money&#8221; foi uma criação específica do Acordo de Copenhague.</p>
<p>Os países que fazem parte do acordo podem esperar o financiamento. Se não fazem parte do acordo, não estamos interessados em priorizar esses pedidos&#8221;, disse Jonathan Pershing, negociador norte-americano. &#8220;Não é um processo para oportunistas.&#8221;</p>
<p>Martin Khor, diretor-executivo da organização não-governamental South Centre, acha que a medida contraria as regras da Convenção do Clima. &#8220;A convenção prevê auxílio para países em desenvolvimento que tomarem certas ações. Não é preciso assinar nenhum documento&#8221;, disse.</p>
<p>A retomada das negociações em Bonn, sede da Convenção do Clima das Nações Unidas, foi noite adentro diante do desacordo sobre os próximos passos até a cúpula de Cancún, no México, onde os países em desenvolvimento esperam fechar um tratado legal para combater o aquecimento global.</p>
<p>Muitos países pobres temem que o Acordo de Copenhague se torne a única base para as negociações daqui em diante, deixando de lado o caminho trilhado até agora pela convenção.</p>
<p>Mas os países decidiram tomar como base todos os textos negociados até agora, incluindo talvez o acordo. Deve haver entre duas e três reuniões até o México, para tentar fechar um tratado em Cancún. De Boer descarta a possibilidade.</p>
<p>RENATE KRIEGER<br />
colaboração para a Folha, em Bonn (Alemanha)</p>
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		<title>Japão tem &#8216;estacionamento solar&#8217; para aluguel de bicicletas</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/japao-tem-estacionamento-solar-para-aluguel-de-bicicletas/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicletas]]></category>
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		<description><![CDATA[No local, painéis captam energia solar para os veículos. Novidade é resultado de parceria com empresa de eletrônicos. Do G1, em São Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img title="Moradores de Setagaya, em Tóquio (Japão), podem alugar bicicletas elétricas abastecidas com energia solar. Em parceria com a empresa de eletrônicos Sanyo, foi instalado um 'estacionamento solar' para as biciletas, próximo a uma estação de trem (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2035gwwzg5r5_b" alt="Foto: Yoshikazu Tsun/AFP" width="595" height="424" /><p class="wp-caption-text">Moradores de Setagaya, em Tóquio (Japão), podem alugar bicicletas elétricas abastecidas com energia solar. Em parceria com a empresa de eletrônicos Sanyo, foi instalado um &#39;estacionamento solar&#39; para as biciletas, próximo a uma estação de trem (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)</p></div>
<p><strong>No local, painéis captam energia solar para os veículos.<br />
Novidade é resultado de parceria com empresa de eletrônicos.</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 567px"><img title="No local, cem biciletas são abastecidas pela energia captada por painéis solares e armazenada em sistemas de baterias especiais. (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2036dkx2b7dj_b" alt="Foto: Yoshikazu Tsun/AFP" width="557" height="397" /><p class="wp-caption-text">No local, cem biciletas são abastecidas pela energia captada por painéis solares e armazenada em sistemas de baterias especiais. (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)</p></div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Em 6 anos, caatinga tem desmatada área equivalente a quase 3 vezes o DF</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Caatinga]]></category>
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		<category><![CDATA[Desmantamento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Total devastado subiu de 43,38% para 45,39% entre 2002 e 2008. Produção de lenha e carvão vegetal são principal causa, aponta o MMA. O desmatamento na caatinga entre 2002 e 2008 foi de 16.576 quilômetros quadrados, o equivalente a quase três vezes o Distrito Federal, segundo divulgou nesta terça-feira (2) o Ministério do Meio Ambiente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Caatinga foi desmatada a um ritmo de 2.763 km² ao ano entre 2002 e 2008. (Foto: Reprodução/TV Globo)" src="http://g1.globo.com/Amazonia/foto/0,,37040620-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Amazonia/foto/0,,37040620-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Caatinga foi desmatada a um ritmo de 2.763 km² ao ano entre 2002 e 2008. (Foto: Reprodução/TV Globo)</p></div>
<p><strong>Total devastado subiu de 43,38% para 45,39% entre 2002 e 2008.<br />
Produção de lenha e carvão vegetal são principal causa, aponta o MMA.</strong></p>
<p>O desmatamento na caatinga entre 2002 e 2008 foi de 16.576 quilômetros quadrados, o equivalente a quase três vezes o Distrito Federal, segundo divulgou nesta terça-feira (2) o Ministério do Meio Ambiente. O total desmatado da caatinga saltou de 43,38% para 45,39% nesse período.</p>
<p>A taxa anual média de desmatamento nos seis anos foi de 2.763 quilômetros quadrados &#8211; o equivalente às áreas dos municípios de São Paulo e Rio de Janeiro somadas. &#8220;Os números são assustadores. É muito. Isso tem de ser reduzido&#8221;, diz o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.</p>
<p>De acordo com os dados do monitoramento divulgados pelo MMA, a principal causa da destruição da caatinga deve-se à extração da mata nativa para produção de lenha e carvão vegetal destinados principalmente aos pólos gesseiro e cerâmico do Nordeste e ao setor siderúrgico de Minas Gerais e do Espírito Santo. Outros fatores apontados foram as áreas criadas para biocombustíveis e pecuária bovina. O uso do carvão em indústrias de pequeno e médio porte e em residências também aparece entre as causas da devastação.</p>
<p>Municípios</p>
<p>Da lista de dez municípios brasileiros que mais desmataram a caatinga nesses seis anos, quatro estão no Ceará (Acopiara, Tauá, Boa Viagem e Crateús), quatro na Bahia (Bom Jesus da Lapa, Campo Formoso, Tucano e Mucugê) e dois em Pernambuco (Serra Talhada e São José do Belmonte). Segundo o ministério, a emissão média anual de dióxido de carbono (CO2) durante esse período, devido ao desmatamento da caatinga, foi de 25 milhões de toneladas.</p>
<p>Minc destacou que o desmatamento da caatinga é pulverizado, o que significa que não se concentra em uma determinada área, o que torna mais difícil combatê-lo. Entre as principais causas do desmatamento da caatinga estão o uso da mata nativa para lenha e carvão e o avanço de polos agrícola e pecuário.</p>
<p>Do Globo Amazônia, em São Paulo*</p>
<p>*Com informações da Agência Estado</p>
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		<title>Cientistas dos EUA fazem novo alerta sobre degelo na Antártida</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/cientistas-dos-eua-fazem-novo-alerta-sobre-degelo-na-antartida/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Gelo já apresentou tamanho recuo que ilha Charcot se desconectou da Península Antártica após 200 anos Degelo total da Antártida pode elevar nível global do mar em até 73 metros WASHINGTON &#8211; A mudança climática está acabando com as plataformas flutuantes de gelo em torno da Península Antártica, permitindo que os cientistas prevejam o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1888fwcstnfk_b" alt="Degelo total da Antártida pode elevar nível global do mar em até 73 metros" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Arquivo/AE</p></div>
<p><strong>Gelo já apresentou tamanho recuo que ilha Charcot se desconectou da Península Antártica após 200 anos</strong></p>
<p>Degelo total da Antártida pode elevar nível global do mar em até 73 metros</p>
<p>WASHINGTON &#8211; A mudança climática está acabando com as plataformas flutuantes de gelo em torno da Península Antártica, permitindo que os cientistas prevejam o que poderia acontecer se outras plataformas de gelo do continente desaparecerem, disse na segunda-feira, 22, o Departamento de Pesquisas Geológicas dos EUA (USGS).</p>
<p>O gelo já apresentou tamanho recuo que a ilha Charcot, durante muito tempo conectada à península por uma ponte de gelo, voltou a ficar realmente ilhada no ano passado, segundo uma cientista do USGS.</p>
<p>&#8220;Esta é a primeira vez desde que as pessoas vêm observando a área, desde o século 19, que essa plataforma de gelo não une a ilha Charcot à península&#8221;, afirmou a cientista Jane Ferrigno por telefone.</p>
<p>A Península Antártica é uma protuberância do continente circular na direção da América do Sul, e é mais quente do que o restante da Antártida.</p>
<p>O USGS foi o primeiro instituto a provar que todas as frentes de gelo na parte sul da península recuaram no período de 1947 a 2009, sendo que as mudanças mais dramáticas se deram desde 1990.</p>
<p>Um estudo do fenômeno pelo USGS, em colaboração com o Departamento Britânico de Pesquisas Antárticas e com assistência do Instituto Scott de Pesquisas Polares e do Instituto Federal de Cartografia e Geodésia da Alemanha, foi publicado em fevereiro na internet; uma nota à imprensa foi divulgada na segunda-feira.</p>
<p>As plataformas de gelo funcionam como represas que impedem as geleiras continentais de fluírem desimpedidas para o mar. Se todo o gelo sobre a terra antártica derreter, os cientistas estimam que o nível global do mar subiria de 65 a 73 metros, segundo o estudo. Se apenas o gelo da Antártida Ocidental derreter, a elevação dos mares seria de cerca de 6 metros, já suficiente para ameaçar localidades litorâneas e ilhas baixas.</p>
<p>Segundo Ferrigno, o gelo que está sobre a Península Antártica não é suficiente para elevar perceptivelmente o nível do mar. Mas o desaparecimento dramático das plataformas de gelo poderia dar uma pista sobre o que acontecerá se as geleiras puderem escorrer para o mar. De acordo com Ferrigno, a capa de gelo da Antártida contém 91 por cento do gelo de geleiras da Terra.</p>
<p>Ao contrário do que acontece no continente antártico, o gelo que cobre grande parte do oceano Ártico não contribuiria com a elevação do nível dos mares se derretesse, da mesma forma que o derretimento de um cubo de gelo num copo d&#8217;água não faz o copo transbordar.</p>
<p>Tanto o Ártico quanto a Antártida, no entanto, têm grande impacto sobre o clima em partes temperadas do planeta.</p>
<p>Reuters</p>
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		<title>Índice de raios ultravioleta fica extremo em 15 cidades do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 18:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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		<description><![CDATA[Os raios UV (ultravioleta) chegaram à condição extrema de radiação na manhã desta terça-feira em Brasília e em 14 capitais do país, segundo a Somar Meteorologia, marcando índice entre 11 e 14, numa escala cuja o máximo corresponde a 14. Para o período da tarde, mais capitais brasileiras podem alcançar marcação extrema, inclusive São Paulo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img title="Níveis de UV preocupam" src="http://www.varzeagrande.mt.gov.br/portal/admin/fotos/noticias/12252/12536/raios-uv.jpg" alt="http://www.varzeagrande.mt.gov.br/portal/admin/fotos/noticias/12252/12536/raios-uv.jpg" width="600" /><p class="wp-caption-text">níveis de UV preocupam Foto: Igor Bastos</p></div>
<p>Os raios UV (ultravioleta) chegaram à condição extrema de radiação na manhã desta terça-feira em Brasília e em 14 capitais do país, segundo a Somar Meteorologia, marcando índice entre 11 e 14, numa escala cuja o máximo corresponde a 14. Para o período da tarde, mais capitais brasileiras podem alcançar marcação extrema, inclusive São Paulo.</p>
<p>De acordo com o meteorologista Marcel Rocco, do Somar Meteorologia, a elevação do índice acontece devido a fatores como a estação do ano e a pouca nebulosidade, que causam a elevação do nível de raios solares que chegam à superfície da Terra. Além disso, ele aponta que essa é uma condição que se repetiu algumas vezes nas últimas semanas.</p>
<p>Para a médica Selma Cernea, coordenadora da Campanha de Prevenção ao Câncer de Pele, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o alto índice registrado de raios UV aumenta o risco de danos à pele, que podem variar de uma vermelhidão até o aparecimento de manchas, envelhecimento e câncer de pele, se a exposição for feita por tempo prolongado, regularmente.</p>
<p>Os locais com índices mais elevados, às 10h, eram Brasília, Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió, Natal, Palmas e Recife, com índice 14, seguidos por Rio de Janeiro e Vitória, com 13, e Porto Alegre, que tinham índice 11, considerado extremo.</p>
<p>De acordo com a escala, índices de 1 a 2 são considerados baixos; de três a cinco são apontados como moderados; seis e sete são altos; já entre oito e dez são considerados muito alto; enquanto os superiores a dez são apontados como extremos.</p>
<p>Na cidade de São Paulo, o índice era de 5 no horário, considerado moderado. Apesar disso, o Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) apontava previsão de elevação do índice, podendo alcançar níveis extremos &#8211;de 11 a 14.</p>
<p>Para evitar problemas causados pelos raios ultravioletas as pessoas devem evitar exposição ao sol. Mas quando for necessário, devem usar protetor solar e roupas com cores claras, que refletem a radiação diminuindo o contato dela com a pele. Em casos de aparecimento de mancha na pele durante um tempo prolongado, a pessoa deve procurar um médico.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/tempo/iuv.html">Veja os índices ultravioleta registrados nas capitais do Brasil</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u529971.shtml">Índice UV mede nível de radiação; saiba como se proteger</a></p>
<p><span id="more-4885"></span></p>
<p>ÍNDICE UV</p>
<p>O índice ultravioleta (IUV) mede o nível de radiação solar na superfície da Terra. Quanto mais alto, maior o risco de danos à pele e de aparecimento de câncer. Veja abaixo a relação entre o índice e os cuidados a tomar.</p>
<p>IUV OBSERVADO</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1865gpv7h37w_b" alt="Índice UV - 5" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/sp/sao_paulo">São Paulo </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1866c48c2fg3_b" alt="Índice UV - 13" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/rj/rio_de_janeiro">Rio de Janeiro </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/df/brasilia">Brasília </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/se/aracaju">Aracaju </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1868dn5gvjhn_b" alt="Índice UV - 0" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/al/belem">Belém </a></p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/pa/belem">Belém </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/mg/belo_horizonte">Belo Horizonte </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/rr/boa_vista">Boa Vista </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1865gpv7h37w_b" alt="Índice UV - 5" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/ms/campo_grande">Campo Grande </a></p>
<p>23/02/2010 13:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1869cpd27bht_b" alt="Índice UV - 6" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/mt/cuiaba">Cuiabá </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1865gpv7h37w_b" alt="Índice UV - 5" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/pr/curitiba">Curitiba </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1865gpv7h37w_b" alt="Índice UV - 5" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/sc/florianopolis">Florianópolis </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/ce/fortaleza">Fortaleza </a></p>
<p>23/02/2010 13:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/pb/joao_pessoa">João Pessoa </a></p>
<p>23/02/2010 13:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/ap/macapa">Macapá </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/al/maceio">Maceió </a></p>
<p>23/02/2010 13:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1869cpd27bht_b" alt="Índice UV - 6" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/am/manaus">Manaus </a></p>
<p>23/02/2010 13:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/rn/natal">Natal </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/to/palmas">Palmas </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1870925vhsf5_b" alt="Índice UV - 11" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/rs/porto_alegre">Porto Alegre </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1869cpd27bht_b" alt="Índice UV - 6" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/ro/porto_velho">Porto Velho </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1867hm49x3qz_b" alt="Índice UV - 14" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/pe/recife">Recife </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1869cpd27bht_b" alt="Índice UV - 6" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/ac/rio_branco">Rio Branco </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1869cpd27bht_b" alt="Índice UV - 6" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/ba/salvador">Salvador </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1869cpd27bht_b" alt="Índice UV - 6" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/ma/sao_luis">São Luís </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1869cpd27bht_b" alt="Índice UV - 6" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/pi/teresina">Teresina </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1866c48c2fg3_b" alt="Índice UV - 13" width="45" height="59" /></p>
<p><a href="http://tempo.folha.com.br/es/vitoria">Vitória </a></p>
<p>23/02/2010 14:00</p>
<p>* O índice observado durante o dia e informado pela Somar Meteorologia, depende de informações transmitidas por satélite. Podem ocorrer atrasos.</p>
<p>* Não há cálculo do índice ultravioleta após o pôr-do-sol.</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1871dpcgcfg5_b" alt="O que fazer" width="550" height="395" /></p>
<p>Horário de Brasília<br />
Fonte: <a href="http://www.somarmeteorologia.com.br/" target="_blank">Somar Meteorologia</a></p>
<p>Folha Online</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pistas no Oceano Índico ajudam a prever El Niño, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 19:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[El Nino]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores dizem que novos modelos de previsão do tempo podem antecipar 14 meses ações do El Niño HONG KONG - Pesquisar os padrões climáticos do Oceano Índico pode melhorar os sistemas de alerta para o El Niño, ajudando a salvar vidas e bilhões de dólares perdidos todos os anos devido ao mau tempo causado pelo fenômeno. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Fenômeno El Niño provoca fortes chuvas em alguns países e secas intensas em outros" src="http://www.estadao.com.br/fotos/chuva292.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/fotos/chuva292.jpg" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Fenômeno El Niño provoca fortes chuvas em alguns países e secas intensas em outros Foto: Arquivo/AE  </p></div>
<p><strong>Pesquisadores dizem que novos modelos  de previsão do tempo podem antecipar 14 meses ações do El Niño</strong></p>
<p>HONG KONG - Pesquisar os padrões climáticos  do Oceano Índico pode melhorar os sistemas de alerta para o El Niño,  ajudando a salvar vidas e bilhões de dólares perdidos todos os anos  devido ao mau tempo causado pelo fenômeno.</p>
<p>Em um estudo publicado no jornal Nature  Geoscience, pesquisadores do Japão e da França disseram que seus  novos modelos de previsão do tempo podem antecipar o El Niño 14 meses  antes de ele entrar em ação, muitos meses antes dos atuais métodos.</p>
<p>&#8220;É importante porque ajuda  a melhorar as previsões do El Niño. Isso pode salvar muito dinheiro  na agricultura,&#8221; afirmou por telefone o pesquisador-chefe, Takeshi  Izumo, do Instituto de Pesquisa para o Clima Global em Yokohama, no  Japão.</p>
<p>O fenômeno El Niño é um  padrão climático que ocorre periodicamente sobre o Oceano Pacífico  e é conhecido pela destruição que causa, como enchentes, secas  e outras formas de clima extremo.</p>
<p>Países em desenvolvimento muito dependentes  da agricultura e da pesca são os mais afetados, embora o El Niño de  1997-1998 tenha custado US$ 25 bilhões aos Estados Unidos, de acordo  com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional.</p>
<p>Izumo e seus colegas descobriram que  o dipolo do Oceano Índico (IOD, na sigla em inglês), o equivalente  ao El Niño nas águas situadas ao sul da Ásia, tem um papel na causa  do fenômeno do Pacífico.</p>
<p>&#8220;O IOD influencia grandemente a  causa do El Niño (no ano seguinte). Nesse estudo, fizemos um modelo  simples de previsão, incluímos o índice do IOD e temos uma previsão  muito boa do El Niño para o ano seguinte,&#8221; afirmou Izumo.</p>
<p>A previsão precisa e precoce do El Niño  pode ajudar a abrandar a destruição causada pelo fenômeno. &#8220;Devido  às grandes consequências do El Niño no clima e ecossistemas globais,  e suas fortes consequências socioeconômicas e ecológicas, a previsão  do El Niño é importante para a prevenção de desastres e gerenciamento  de consequências, e ajuda a reduzir as perdas relacionadas ao El Niño,&#8221;  concluiu Izumo.</p>
<p>Reuters e Agência Estado</p>
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		<title>Número de cobras cresce com calor, adverte Instituto Vital Brazil</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 19:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Cobras]]></category>
		<category><![CDATA[IVB]]></category>

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		<description><![CDATA[Orgão diz que estação é ideal para nascimento de bichos peçonhentos. IVB recebeu 96 cobras do Ibama de Minas Gerais. Se tem quem goste do calor ultrapassando os 40 graus quase todo dia no Rio são as cobras, aranhas e escorpiões. Segundo o Instituto Vital Brazil (IVB), no verão aumenta o número dos animais peçonhentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: medium;">Orgão diz que estação é ideal para nascimento de bichos peçonhentos.</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: medium;">IVB recebeu 96 cobras do Ibama de Minas Gerais.</span></strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img title="Parte das cobras que o IVB recebeu em janeiro, vindas do Ibama de MG (Foto: Divulgação/IVB)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1724kf5hkfdx_b" alt="Foto: Divulgação/IVB" width="480" height="342" /><p class="wp-caption-text">Parte das cobras que o IVB recebeu em janeiro, vindas do Ibama de MG (Foto: Divulgação/IVB)</p></div>
<p><span style="font-size: small;">Se tem quem goste do calor ultrapassando os 40 graus quase todo dia no Rio são as cobras, aranhas e escorpiões. Segundo o Instituto Vital Brazil (IVB), no verão aumenta o número dos animais peçonhentos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A explicação do Instituto Vital Brazil, órgão da Secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil, é de que o verão</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">é a estação ideal para que as serpentes tenham seus filhotes. E, por serem pequenos e em maior número do</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">que os adultos, os filhotes representam um risco extra, pois são mais difíceis de serem notados.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O IVB explica que as fêmeas, em geral, engravidam no fim do inverno, e os filhotes costumam nascer em épocas de muito calor e alta umidade. Dependendo da espécie, cada animal pode ter até 50 crias, como é o caso da jararacaçu, 16 vezes mais venenoso do que outras serpentes. E, segundo o instiituto, mesmo os filhotes já têm o veneno capaz de provocar danos à saúde.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">O veneno</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Os sintomas de quem sofre um acidente com serpente variam de acordo com a espécie da cobra. De acordo com Cláudio Machado, biólogo do Vital Brazil, o acidentado pode sentir dor, inchaço ou pode ter hemorragia e até necrose. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“O importante é que, após ser picada, a pessoa procure ajuda médica o mais rápido possível e lave o local com água e sabão. Não se deve fazer, de jeito nenhum, garrotes e cortes no local da picada”, explica Cláudio.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O Instituto Vital Brazil recebeu 96 cobras do Ibama </span><span style="font-size: small;">em Minas Gerais</span><span style="font-size: small;"> na última semana de janeiro.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> Os filhotes estão expostos no circuito de visitação do instituto. Quem quiser assistir a uma extração pública de veneno das serpentes, pode visitar o Vital Brazil nas sextas-feiras, às </span><span style="font-size: small;">10h.</span><span style="font-size: small;"> A entrada é gratuita e não é preciso fazer inscrição prévia. . </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O Instituto Vital Brazil é um dos 18 laboratórios oficiais brasileiros e um dos três fornecedores de soros contra o veneno de animais peçonhentos para o Ministério da Saúde, que os distribui por todo o Brasil.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Do G1, no Rio</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Biocombustível empurra boi para a mata</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/biocombustivel-empurra-boi-para-a-mata/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao aumentar a produção de biocombustíveis para substituir o petróleo, o Brasil pode dar grande contribuição para o mundo reduzir as emissões de gases-estufa, mas essa política pode acabar sendo um tiro pela culatra, indica um novo estudo. Se a tendência atual de mudanças no uso da terra continuar, plantações de cana-de-açúcar e soja tomarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1711gfbc9sf2_b" alt="" width="346" height="624" /></p>
<p><span style="font-size: small;">Ao aumentar a produção de biocombustíveis para substituir o petróleo, o Brasil pode dar grande contribuição para o mundo reduzir as emissões de gases-estufa, mas essa política pode acabar sendo um tiro pela culatra, indica um novo estudo. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Se a tendência atual de mudanças no uso da terra continuar, plantações de cana-de-açúcar e soja tomarão o lugar de pastagens, e estas serão empurradas para áreas de floresta, desmatando e emitindo carbono. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Isso é o que indica uma projeção feita pelo ecólogo paulista David Lapola, da Universidade de Kassel (Alemanha), autor principal de um estudo publicado na edição de hoje da revista &#8220;PNAS&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo ele e seus coautores, se o Brasil cumprir seu objetivo para 2020 </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo ele e seus coautores, se o Brasil cumprir seu objetivo para 2020 &#8211;aumentar em 35 bilhões de litros a produção de álcool e em 4 bilhões de litros a de biodiesel de soja&#8211; essas duas culturas empurrariam as pastagens para cerca de 60 mil km2 de floresta, desmatando uma área maior do que a Paraíba. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo os cientistas, a troca de petróleo por biocombustível levaria 250 anos para compensar as emissões desse desmate. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">As conclusões de Lapola e seus colegas saíram da projeção de uma tendência que já se verifica. &#8220;Identificamos quais seriam as mudanças diretas de uso da terra, e a maioria era biocombustível tomando lugar de pasto&#8221;, explica Lapola. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">De gado para soja</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;As mudanças indiretas eram o gado que estava naquele espaço sendo realocado em outras regiões, sobretudo Amazônia e cerrado.&#8221; Mais de 90% da expansão da soja na Amazônia em 2006, por exemplo, ocorreu sobre áreas de pastagem. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Especialistas afirmam que o estudo do ecólogo é consistente, mas sua conclusão é polêmica. Para o físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite, especialista em política energética e membro do conselho editorial da </span><strong><span style="font-size: small;">Folha</span></strong><span style="font-size: small;">, o artigo tenta &#8220;assegurar que na distribuição internacional do trabalho [agricultura] o Brasil se mantenha como produtor de alimento barato&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Se esse alerta pretende criar desconfiança em relação a nossos produtos, acho ruim, principalmente agora que os EUA acabam de reconhecer o etanol brasileiro como um combustível avançado&#8221;, diz Suzana Kahn Ribeiro, secretária nacional de Mudança Climática. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Lapola explica que seu trabalho não deve ser visto como uma profecia incontornável, mas como um dado a partir do qual planejar ação. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo ele, por exemplo, se a produtividade do gado tiver um pequeno aumento de intensidade &#8211;de </span><span style="font-size: small;">0,09</span><span style="font-size: small;"> cabeças por hectare para 0,13&#8211; o problema poderia ser contornado. A recuperação de pastos degradados e abandonados também ajudaria. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura, essas mudanças já estão acontecendo. &#8220;Nos últimos 20 anos a área de pastagem diminuiu, e a produção de carne aumentou.&#8221; </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Lapola, porém, defende que o governo atue para fomentar a produção intensiva. &#8220;Muitos subsídios hoje vão para aquisição de animais, manutenção da infraestrutura e várias outras coisas, mas pouco vai para incentivar o aumento da intensidade da criação ou a recuperação das pastagens degradadas.&#8221; </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Folha de S. Paulo</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Esgotos aquecem piscinas em cidade próxima de Paris</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/esgotos-aquecem-piscinas-em-cidade-proxima-de-paris/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 17:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>

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		<description><![CDATA[A água de duchas e banheiras, de lavadoras e máquinas de lavar pratos chega aos esgotos das cidades a uma temperatura média entre 15ºC e 20ºC, uma energia geralmente desperdiçada, mas um sistema inovador sugere aproveitar o recurso hídrico para aquecer piscinas em um município perto de Paris. Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title=" A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1681dbcdtvcw_b" alt="A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text"> A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos</p></div>
<p><span style="font-size: small;">A água de duchas e banheiras, de lavadoras e máquinas de lavar pratos chega aos esgotos das cidades a uma temperatura média entre 15ºC e 20ºC, uma energia geralmente desperdiçada, mas um sistema inovador sugere aproveitar o recurso hídrico para aquecer piscinas em um município perto de Paris. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira na França no aproveitamento da energia dos esgotos, com o qual pretende economizar na conta de energia elétrica e reduzir as emissões de gases do efeito estufa. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Quando soube a quantidade de calor perdida nos esgotos decidi que tinha de fazer alguma coisa&#8221;, afirma a vereadora do Meio Ambiente da localidade, Sophie Deschiens, que não esconde querer tornar sua cidade referência no aproveitamento de energias limpas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Deschiens percorreu o mundo para conhecer as tecnologias de aproveitamento dos recursos ecológicos e descobriu um sistema que permitia recuperar o calor dos esgotos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Não duvidei um instante, tínhamos que tê-lo em nossa cidade&#8221;, diz a vereadora da localidade. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Execução</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Para começar, decidiram aplicar o sistema para aquecer o novo centro aquático que está sendo construído na cidade, dotado de três piscinas, saunas, jacuzzi e outras instalações. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em meados deste mês, o sistema estará pronto e começará a aproveitar o calor dos esgotos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A empresa Lyonnaise des Eaux ficou encarregada de iniciar o projeto porque, além disso, é a responsável pelo tratamento de água e esgoto de Levallois-Perret. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os analistas calcularam que os lares consomem cada vez menos água, porém cresce o uso de água aquecida, o que facilita o aproveitamento desta fonte de energia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A ideia é manter durante todo o ano a água das piscinas a uma temperatura de 28ºC com a ajuda do calor recuperado dos esgotos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O princípio é simples. Uma série de placas de aço inoxidável é fixada no fundo das tubulações de esgotos equipadas com um líquido especial que capta o calor. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;É preciso que haja um volume de água residual mínimo para que o sistema funcione, mas tivemos a sorte que os esgotos que passam próximo do parque aquático atendiam as necessidades&#8221;, explica. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Uma distância de </span><span style="font-size: small;">80 metros</span><span style="font-size: small;"> separa a local onde estão as placas da caldeira que aquece o parque aquático. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Com este sistema, Levallois-Perret pretende reduzir em 24% os gastos com energia elétrica do parque e 66% as emissões de gases do efeito estufa. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Deschiens está convencida que o sistema é rentável no longo prazo e espera amortizar o investimento em dez anos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A cidade gastou 474 mil euros para instalar o sistema que recupera o calor da água e do esgoto. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quanto o projeto estiver funcionando a pleno a economia na conta de energia elétrica pode alcançar os 48 mil euros anuais, calcula a vereadora. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para Deschiens, o novo sistema faz parte da aposta da cidade por energias limpas. Há anos, o sistema de calefação da cidade recebe energia gerada no tratamento de lixo. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Este sistema, que funciona desde 1989, vai utilizar a energia que não for utilizada no aquecimento do centro aquático. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O novo projeto apresentará a energia equivalente a cerca de 800 megawatts dos 3.600 megawatts que consome anualmente o parque de águas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O sistema de recuperação do calor da águas e do esgoto chamou a atenção de outras cidades do país. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Valenciennes e Bordeaux enviaram os responsáveis ambientais para obterem informações das instalações de Levallois-Perret. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Se outras cidades querem copiar o sistema, estamos felizes. Nunca ninguém se interessou tanto por nossos esgotos&#8221;, brinca Deschiens.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">LUIS MIGUEL PASCUAL</span><br />
<span style="font-size: x-small;">da </span><span style="font-size: x-small;">Efe</span><span style="font-size: x-small;">, em Paris </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Impacto das mudanças climáticas será sentido na água, diz ONU</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 12:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>

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		<description><![CDATA[OSLO (Reuters) &#8211; O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas no domingo. Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--inicio_materia--> <!-- google_ad_section_start --></p>
<div id="photo" style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: 0pt none;" title="Patos nadam ao lado de placas submersas pela água do rio Tiber em Roma. Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. REUTERS/Tony Gentile 08/01/2010" src="http://d.yimg.com/x/pi/news/reuters/j/100208/mancliaguonui65622060.jpg?x=230&amp;y=345&amp;q=85&amp;sig=MJpggilIL8ZDwZevkTjfrQ--" border="0" alt="Patos nadam ao lado de placas submersas pela água do rio Tiber em Roma. Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. REUTERS/Tony Gentile 08/01/2010" width="230" height="345" /></div>
<p>OSLO (Reuters) &#8211; O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas no domingo.</p>
<p>Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. E a disputa pela água pode provocar conflitos.</p>
<p>&#8220;As principais manifestações ligadas à alta das temperaturas dizem respeito à água&#8221;, disse Zafar Adeel, presidente da ONU-Água, que coordena os trabalhos relacionados à água entre 26 agências das Nações Unidas.</p>
<p>&#8220;A água exerce um impacto em todas as partes de nossa vida como sociedade, sobre os sistemas naturais e os habitats&#8221;, disse ele à Reuters em entrevista telefônica. As perturbações podem ameaçar a agricultura e o suprimento de água potável, desde a África até o Oriente Médio.</p>
<p>&#8220;E isso gera potencial para conflitos,&#8221; disse ele. A escassez de água, como por exemplo em Darfur, no Sudão, vem sendo um fator que contribui para guerras.</p>
<p>Mas Adeel disse que em vários casos a água já serviu para promover cooperações. A Índia e o Paquistão colaboram para gerir o rio Indo, apesar de seus conflitos de fronteira, e Vietnã, Tailândia, Laos e Camboja cooperam na Comissão do rio Mekong.</p>
<p>&#8220;A água é um ótimo meio para cooperações. Costuma ser uma questão desvinculada da política e com a qual é possível trabalhar&#8221;, disse Adeel, que também é diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde, sediado no Canadá e pertencente à Universidade das Nações Unidas.</p>
<p>250 MILHÕES DE PESSOAS</p>
<p>As regiões que deverão ficar mais secas em função das mudanças climáticas incluem a Ásia central e o norte da África. Até o ano 2020, até 250 milhões de pessoas na África podem sofrer mais que hoje pela escassez de água, segundo o painel de especialistas climáticos da ONU.</p>
<p>&#8220;Há muito mais exemplos de cooperação internacional bem sucedidos que de conflitos em torno de água&#8221;, ponderou Nikhil Chandavarkar, do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU e secretário da ONU-Água.</p>
<p>&#8220;Estamos tentando aproveitar os exemplos bons de cooperação, como o Mekong e o Indo. Mesmo quando havia hostilidades entre os países em volta, os acordos funcionaram&#8221;, disse ele à Reuters.</p>
<p>Adeel disse que a água merece um lugar mais central nos debates sobre segurança alimentar, paz, mudanças climáticas e recuperação da crise financeira. &#8220;A água é fundamental em cada uma dessas discussões, mas não costuma ser percebida como tal.&#8221;</p>
<p>E os próprios esforços para combater o aquecimento global vão necessitar mais água, devido às exigências econômicas rivais &#8211; como para irrigação, biocombustíveis ou energia hidrelétrica.</p>
<p>Adeel chamou a atenção para os esforços para gerenciar o suprimento de água, contabilizando quanta água é embutida nos produtos, desde a carne bovina até o café.</p>
<p>Um estudo, disse ele, mostrou que são necessários 15 mil litros de água para produzir uma calça jeans. Conscientizar as indústrias sobre o consumo de água pode ajudar a promover a conservação.</p>
<p>Ele disse que o mundo pode alcançar uma &#8220;meta do milênio&#8221; de reduzir pela metade até 2015 a parcela de pessoas que não têm acesso a água potável, mas que está fracassando em uma meta relacionada de melhorar o saneamento. Cerca de 2,8 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico.</p>
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		<title>Calor excessivo prejudica sono e pode ser amenizado com cuidados especiais</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma casa fresca deve ter paredes brancas, segundo especialista. As janelas devem estar em posições para o vento cruzar o ambiente. Alto verão no Rio de Janeiro: praias cheias, gente bronzeada, todo mundo feliz. Feliz de dia, porque quando chega a hora de dormir. Em janeiro, as noites cariocas ficaram entre 1ºC e 2ºC, mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://mentedespenteada2.blogs.sapo.pt/arquivo/calor%20calor%20calor.jpg" alt="http://mentedespenteada2.blogs.sapo.pt/arquivo/calor%20calor%20calor.jpg" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Uma casa fresca deve ter paredes brancas, segundo especialista.</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: medium;">As janelas devem estar em posições para o vento cruzar o ambiente.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Alto verão no Rio de Janeiro: praias cheias, gente bronzeada, todo mundo feliz. Feliz de dia, porque quando chega a hora de dormir. Em janeiro, as noites cariocas ficaram entre 1ºC e 2ºC, mais quentes do que a média histórica. Não foi só no Rio de Janeiro. </span><span style="font-size: small;">Em Santa Maria</span><span style="font-size: small;">, no Rio Grande do Sul, a madrugada de quarta-feira registrou 29,6ºC. Isso na hora mais fria do dia.</span><br />
<span style="font-size: small;">Com um calorão desses, banho de mar já virou programa noturno. Às 21h, o Arpoador, no Rio de Janeiro está lotado de banhistas. As noites têm sido de praia cheia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na visita a uma casa em Bangu, um dos bairros mais quentes do Rio, é possível</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> saber exatamente o que significa uma noite quente neste verão 2010. O engenheiro Leopoldo Bastos, especialista em conforto térmico, identificou os pontos mais quentes da casa. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“O lugar mais quente é o meu quarto”, avisa a pensionista Celene Borges da Silva. A temperatura no quarto era de 33,8ºC. “Essa temperatura é a medida por esse termômetro. Você não está medindo a temperatura radiante que vem através das paredes”, destaca o engenheiro. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">No quarto ao lado, outros dois ventiladores também não dão conta do calor. &#8220;Com muito calor, eu acordo, levanto, tomo banho, deito. Faço isso praticamente todos os dias. São três, quatro banhos por noite”, calcula o estudante Shermam da Silva.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Difícil pegar no sono </span></p>
<p><span style="font-size: small;">É na temperatura de 34ºC que Sherman se deita. Mas será que ele dorme? Para pegar no sono, a temperatura interna do corpo tem que diminuir. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“O sono é uma fase de relaxamento. Então, todas as atividades do corpo humano reduzem. Agora, em um ambiente muito quente, úmido, o corpo tem dificuldade de entrar nesse relaxamento. Pelo contrário, ele entra numa atividade que a frequência cardíaca, a pulsação, fica acelerada, em uma maneira para preservar a temperatura estável, ele perde mais calor para o meio”, explica o médico Marcos Brioschi. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">E a pessoa não dorme. Com uma câmera especial é possível ver o que diz o médico. Quanto mais vermelha a imagem, mais quente. A câmera identifica que a temperatura no travesseiro está 35ºC. No corpo, 37ºC. A avó também pena. Vira, revira e não pega no sono. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A pedido do Fantástico, a médica cubana Olga Fustes, dona de uma clínica em Curitiba, monitorou o sono de uma pessoa saudável em um ambiente com temperatura semelhante à da casa de Dona Celene e Sherman. O computador analisa a atividade cerebral, respiração, batimentos cardíacos, movimentação do corpo. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O que ela descobriu? Um número excessivo de microdespertares, muita agitação e, pior, a ausência total da fase do sono chamada REM, aquela que descansa de verdade. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Com certeza, isso é provocado pelo calor”, diz a neurologista Olga Hernandez Fustes. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na casa da vizinha de Dona Celene, alguns graus a menos fazem diferença. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“É muito quente, tem que ter o ventilador de teto, mais um em cima da gente e sem o ar condicionado não dá pra dormir. Tem que dormir com o ar condicionado”, conta a aposentada Lenir Salcier Soares. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Dona Lenir vai para a cama com o ar condicionado ligado. Pouco tempo depois, a cabeça ainda está vermelha na câmera especial. Mas a imagem é bem diferente da de Sherman, que não tem ar condicionado. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“O corpo dela está com uma temperatura normal”, diz o engenheiro Eduardo de Azambuja. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mesmo sem investir em um ar condicionado, dá para amenizar o calor de uma casa. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Do lado de fora, o ideal justamente é ter um revestimento de parede claro, porque pedra absorve muita radiação do sol. Um piso mais claro e, de preferência que fosse gramado”, sugere o engenheiro Leopoldo Bastos.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Do G1, com informações do Fantástico</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Telhados brancos reduzem temperatura de cidades, demonstra simulação</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/telhados-brancos-reduzem-temperatura-de-cidades-demonstra-simulacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 10:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Coberturas alvas poderiam reduzir 33% o calor em áreas urbanas. Metrópoles são 1°C a 3°C mais quentes que regiões circundantes. “ fundamental compreender como a mudança climática vai afetar áreas urbanas vulneráveis, o lar da maior parte da população mundial&#8221; Pintar de branco os telhados e lajes de edifícios pode reduzir significativamente a temperatura de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img title="Laje branca em edifício em Washington, D.C. (Foto: Maria-José Viñas/American Geophysical Union)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1638d698pzgg_b" alt="Foto: Maria-José Viñas/American Geophysical Union" width="480" height="342" /><p class="wp-caption-text">Laje branca em edifício em Washington, D.C. (Foto: Maria-José Viñas/American Geophysical Union)</p></div>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Coberturas alvas poderiam reduzir 33% o calor em áreas urbanas.</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: medium;">Metrópoles são </span></strong><strong><span style="font-size: medium;">1°C</span></strong><strong><span style="font-size: medium;"> a </span></strong><strong><span style="font-size: medium;">3°C</span></strong><strong><span style="font-size: medium;"> mais quentes que regiões circundantes</span></strong><span style="font-size: small;">.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p>“ fundamental compreender como a mudança climática vai afetar áreas urbanas vulneráveis, o lar da maior parte da população mundial&#8221;</p>
<p>Pintar de branco os telhados e lajes de edifícios pode reduzir significativamente a temperatura de cidades e mitigar alguns impactos do aquecimento global.</p>
<p>A conclusão é de cientistas do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos (NCAR, na sigla em inglês).</p>
<p>No estudo, modelos computacionais simularam os impactos de coberturas brancas na temperatura de áreas urbanas. O secretário (equivalente a ministro) de energia dos EUA, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1422353-5603,00-SECRETARIO+DE+ENERGIA+DOS+EUA+E+PERSONALIDADE+DO+ANO+DA+NATURE.html">Steven Chu</a> , já defendeu o recurso como uma importante ferramenta para ajudar a sociedade a ajustar-se à mudança climática.</p>
<p>“Nossa pesquisa demonstra que telhados brancos, ao menos em teoria, podem ser um método efetivo na redução do calor urbano”, disse Keith Oleson, principal autor do estudo, que será publicado no periódico especializado “Geophysical Research Letters”.</p>
<p>Vias asfaltadas, pavimentos cobertos por resinas impermeabilizantes e outras “superfícies artificiais” absorvem calor, elevando as temperaturas nas cidades entre 1°C e 3°C em relação às áreas circundantes não urbanizadas.</p>
<p>As simulações de Oleson e equipe indicam uma redução de 33% da temperatura com todas as coberturas possíveis e imagináveis pintadas de branco.</p>
<p>Mas não é para sair pintando tudo: dependendo do clima local, habitantes de cidades mais frescas aumentariam o consumo de energia para aquecimento de ambientes internos. Sistemas de condicionamento de ar que usam gás ou carvão (combustíveis fósseis vilões do aquecimento global) tornariam todo o esforço absolutamente inútil.</p>
<p>O modelo computacional desenvolvido por Oleson avalia o impacto de fatores como a influência de telhados, paredes e áreas verdes nas temperaturas locais. Mas o sistema ainda não é capaz de replicar arquitetura, plano urbanístico etc. de cidades específicas. Em vez disso, foram criadas metrópoles abstratas, com diversos parâmetros de densidade populacional e padrões de uso do solo.</p>
<p>“É fundamental compreender como a mudança climática vai afetar áreas urbanas vulneráveis, o lar da maior parte da população mundial”, afirmou Gordon Bonan, coautor do estudo.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		</item>
		<item>
		<title>FMI anuncia criação de Fundo Verde de US$ 100 bi contra mudança climática</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 20:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>

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		<description><![CDATA[Objetivo é financiar os países pobres, segundo o organismo. Formas de financiamento ainda vão ser detalhadas. O Fundo Monetário Internacional (FMI) trabalha na criação de um Fundo Verde de US$ 100 bilhões para ajudar os países pobres a enfrentar os efeitos da mudança climática, anunciou a entidade em um comunicado publicado neste domingo (31) em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.itec.al.gov.br/meioambiente/meioambiente/noticias/conama-apresenta-acoes-para-enfrentamento-das-mudancas-climaticas/image" alt="http://www.itec.al.gov.br/meioambiente/meioambiente/noticias/conama-apresenta-acoes-para-enfrentamento-das-mudancas-climaticas/image" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Objetivo é financiar os países pobres, segundo o organismo.</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: medium;">Formas de financiamento ainda vão ser detalhadas.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">O Fundo Monetário Internacional (FMI) trabalha na criação de um Fundo Verde de US$</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">100 bilhões para ajudar os países pobres a enfrentar os efeitos da mudança climática, anunciou a entidade em um comunicado publicado neste domingo (31)</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">em seu site.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, afirmou durante uma sessão do Fórum Econômico Mundial de Davos (WEF) que é necessário ser criativo quanto ao tema do aquecimento global, já que os países em desenvolvimento não têm meios para lutar contra suas consequências, principalmente diante dos problemas orçamentários causados pela crise econômica mundial. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Devemos então encontrar maneiras inovadoras de financiar a luta contra os efeitos da mudança climática. Vamos dar idéias, construída em torno de um Fundo Verde dedicado a financiar US$ 100 bilhões por ano &#8211; que é cifra aceita de forma comum para fazer frente ao problema&#8221;, afirmou ainda, destacando que este fundo se baseará na capitalização procedente dos bancos centrais, apoiada com direitos especiais de giro emitidos pelo próprio fundo. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os direitos especiais de giro são uma reserva internacional criada pelo FMI em 1969 como suplemento às reservas oficiais dos Estados membros e podem ser trocados por divisas correntes. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O FMI anunciou no sábado que vai elaborar um informe detalhando as idéias de como esse fundo será financiado.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Da AFP</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Falta consenso sobre três pontos do acordo climático, diz UE</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 14:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[União Européia]]></category>

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		<description><![CDATA[Reduções de emissões, financiamento e transparência nos compromissos ainda estão pendentes na discussão COPENHAGUE &#8211; Há ainda três importantes temas pendentes nas negociações sobre um acordo climático global em Copenhague, no último dia do encontro, segundo a Suécia, país que mantém a presidência rotativa da União Europeia (UE). &#8220;Eles são relativos a reduções de emissões, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" alt="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" /></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Reduções de emissões, financiamento e transparência nos </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">compromissos ainda estão pendentes na discussão</span></strong></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p>COPENHAGUE &#8211; Há ainda três importantes temas pendentes nas negociações sobre um acordo climático global em Copenhague, no último dia do encontro, segundo a Suécia, país que mantém a presidência rotativa da União Europeia (UE). &#8220;Eles são relativos a reduções de emissões, financiamento e transparência nos diferentes compromissos que os países prometem&#8221;, afirmou o primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt.</p>
<p>&#8220;Os líderes europeus e africanos discutirão o tema do financiamento, e a presidência (da cúpula) já deixou claro que a redução das emissões dos Estados Unidos deve ser incluída em um apêndice especial&#8221;, afirmou Reinfeldt, em comunicado.</p>
<p>Pouco antes, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que a cúpula sobre o clima não resultará no acordo que se esperava anteriormente. Ainda assim, Barroso ressalvou que houve avanços em algumas áreas. &#8220;É óbvio agora que nós não obteremos tudo que esperávamos&#8221;, afirmou. As informações são da Dow Jones.</p>
<p>AE &#8211; Agencia Estado</p>
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		<title>Conheça as transformações climáticas pelas quais a Terra passa</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 10:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>

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		<description><![CDATA[A mudança climática está conosco. Uma década atrás, tratava-se de uma conjectura. Agora, o futuro está se revelando diante dos nossos olhos. Esquimós do Canadá veem isso no desaparecimento do gelo do Ártico e do permafrost (tipo de solo de grandes altitudes e altas latitudes também, formado por gelo, terras e rochas, e que geralmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img title=" Pessoas do mundo todo estão causando a mudança climática pela" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1472d3k9s4f3_b" alt="Pessoas estão causando a mudança climática pela queima de reservas naturais de carvão, petróleo e gás natural" width="480" height="320" /><p class="wp-caption-text"> Pessoas do mundo todo estão causando a mudança climática pela</p></div>
<p><span style="font-size: small;">A mudança climática está conosco. Uma década atrás, tratava-se de uma conjectura. Agora, o futuro está se revelando diante dos nossos olhos. Esquimós do Canadá veem isso no desaparecimento do gelo do Ártico e do permafrost (tipo de solo de grandes altitudes e altas latitudes também, formado por gelo, terras e rochas, e que geralmente permanece congelado). Moradores de localidades mais pobres na América Latina e no Sul da Ásia percebem isso em tempestades e inundações letais. Europeus, por sua vez, verificam em desaparecimentos glaciais, incêndios de florestas e ondas de calor fatais. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Já os cientistas percebem em estudos que têm como objeto anéis de árvores, corais antigos e bolhas de ar presas em profundas camadas de gelo. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Tudo isso revela que o mundo jamais foi tão quente quanto agora, por um milênio ou mais. Os dois anos mais quentes registrados ocorreram desde 1998 (o outro é 2002), </span><span style="font-size: small;">19 a</span><span style="font-size: small;"> 20 vezes mais quentes do que 1980. E a Terra provavelmente nunca aqueceu tão rápido quanto nos últimos 30 anos &#8211;um período em que influências naturais na temperatura, como ciclos solares e vulcões, tiveram uma diminuição. Estudos sobre a inércia térmica dos oceanos sugerem que há mais aquecimento por vir. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Climatologistas disseram, em relatórios para o Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês), que estamos presenciando de fato o aquecimento global causado por atividades humanas. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Estufa global</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Pessoas estão causando a mudança climática pela queima de reservas naturais de carvão, petróleo e gás natural. Isso lança bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO</span><sub><span style="font-size: xx-small;">2</span></sub><span style="font-size: small;">) todos os anos, embora as mudanças possam realmente terem começado com o surgimento da agricultura, segundo afirmam alguns cientistas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O CO</span><sub><span style="font-size: xx-small;">2</span></sub><span style="font-size: small;"> é um gás de efeito estufa que retém a radiação solar na troposfera, a camada da atmosfera mais baixa. Ele se acumulou junto a outros gases-estufa emitidos pelo homem, como metano e clorofluorcarbonetos (CFCs). </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Se as tendências atuais continuarem, vamos aumentar as concentrações atmosféricas de CO</span><sup><span style="font-size: xx-small;">2</span></sup><span style="font-size: small;"> para o dobro dos níveis pré-industriais durante este século. Isso provavelmente é o suficiente para aumentar a temperatura global entre 2ºC e 5ºC. Algum aquecimento é certo &#8211;mas o grau será determinado pelas reações que envolvem derretimento de gelo, oceanos, vapor-d&#8217;água, nuvens e mudanças na vegetação. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O aquecimento está trazendo outras mudanças imprevisíveis. O derretimento das geleiras e a precipitação estão causando transbordamento de rios, enquanto a evaporação esvazia os outros. Doenças (a dengue, por exemplo) se espalham com mais facilidade. Algumas plantações crescem mais rapidamente, enquanto outras veem sua colheita reduzida pelas pragas e pela seca. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Furacões estão se tornando mais frequentes e destrutivos &#8211;como o Katrina, em 2005. O gelo do mar do Ártico está derretendo mais rápido a cada ano, e há crescentes temores de que as correntes oceânicas se interrompam e mantenham a Europa quente. Confrontos sobre a diminuição dos recursos de água devem causar conflitos em muitas regiões. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Como ecossistemas naturais &#8211;recifes de corais, por exemplo&#8211; são interrompidos, a biodiversidade é reduzida. A maioria das espécies não pode migrar com rapidez suficiente para se manter, embora algumas já estejam evoluindo como resposta ao aquecimento global. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A expansão térmica dos oceanos, combinada com o derretimento do gelo na terra, também está elevando o nível do mar. Neste século, a atividade humana poderia provocar um degelo irreversível do gelo da Groenlândia e as geleiras da Antártida. Isso seria condenar o mundo a um aumento do nível do mar de seis metros &#8211;o suficiente para inundar terras ocupadas por milhares de milhões de pessoas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O aquecimento global seria maior se não fosse por partículas de enxofre e outros poluentes que bloqueiam a luz solar, e porque as florestas e os oceanos absorvem cerca de metade do CO</span><sub><span style="font-size: xx-small;">2</span></sub><span style="font-size: small;"> que produzimos. Mas a taxa de acúmulo de CO</span><sub><span style="font-size: xx-small;">2</span></sub><span style="font-size: small;"> na atmosfera tem aumentado desde 2001 &#8211;sugerindo que a capacidade da natureza de absorver o gás pode ter chegado ao limite. Pesquisas recentes sugerem que &#8220;absorventes&#8221; naturais de C02, como pântanos e florestas, estão começando a liberar o gás. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Medidas de reversão</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com o IPCC, o mundo precisa melhorar rapidamente a eficiência de seu uso de energia e desenvolver combustíveis renováveis que não façam uso do carbono, como energia eólica, solar, das marés e talvez a energia nuclear. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Significa, também, desenvolver novos métodos de conversão dessa energia limpa em força motriz, como células combustíveis de hidrogênio para carros. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Outras soluções menos convencionais incluem ideias para evitar o aquecimento por &#8220;megaengenharia&#8221; do planeta com espelhos gigantes para desviar os raios do Sol, semear oceanos com ferro para proliferar algas, ou enterrar gases de efeito estufa abaixo do mar. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O ponto principal é que vamos ter de cortar as emissões de CO</span><sub><span style="font-size: xx-small;">2</span></sub><span style="font-size: small;"> em 70% a 80%, apenas para estabilizar as concentrações do gás na atmosfera &#8211;e, assim, as temperaturas. Quanto mais rápido fizermos isso, menos insuportavelmente quente nosso mundo será no futuro. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">FRED PEARCE</span><br />
<span style="font-size: small;">da </span><span style="font-size: small;">New Scientist</span></p>
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		<title>As ilusões desapareçam mas os sonhos continuam</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 22:57:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Terminou a reunião de Copenhague com um resultado pífio. Nem a evidência de destruição da vida no Planeta levou os líderes mundiais a encontrarem um caminho correto para neutralizar o efeito estufa e o aquecimento global. O único acordo possível ,que não obriga ninguém foi aprovado .No mundo hoje os sonhos podem se tornar ilusões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 506px"><img title="COP 15" src="http://en.cop15.dk/files/images/Blogs/behind%20the%20scenes/Malk_496.jpg" alt="" width="496" height="321" /><p class="wp-caption-text">A COP 15 foi encerrado com um concerto ao vivo na praça central </p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Terminou a reunião de Copenhague com um resultado pífio. Nem a evidência de destruição da vida no Planeta levou os líderes mundiais a encontrarem um caminho correto para neutralizar o efeito estufa e o aquecimento global. O único acordo possível ,que não obriga ninguém foi aprovado .No mundo hoje os sonhos podem se tornar ilusões mas não podem desaparecer . A gente pode cair, mas nunca deveremos nos conformar em ficar no chão. Vamos levantar com mais vigor ,para podermos impedir que os sonhos sejam destruídos .Novas lutas nos esperam . A pior coisa que pode acontecer a alguém é envelhecer. Envelhecer não é ter rugas, perder forças e vigor e ter mais doenças. Envelhecer é deixar que nossas idéias envelheçam ou morram. No mundo de hoje o maior desafio é sermos contemporâneos, mas com tolerância, respeitando a diversidade e não sendo aprisionados por convicções conseguiremos ser contemporâneos. Vamos em frente.</p>
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		<title>A diferença entre o dinheiro para o FMI e o dinheiro para o Fundo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 17:21:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lula anunciou a participação do Brasil no Fundo contra o aquecimento global em um valor que pode chegar a 5 bilhões de dólares. Marina da Silva e Serra que sempre defenderam essa participação alegavam que o Brasil tinha emprestado 10 bilhões ao FMI. É verdade mas é um empréstimo que vai render juros e será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="COP 15" src="http://www.primeiraedicao.com.br/fck_upload/Image/meio%20ambiente/Dezembro/climate.jpg" alt="" width="300" height="150" /></p>
<p>Lula anunciou a participação do Brasil no Fundo contra o aquecimento global em um valor que pode chegar a 5 bilhões de dólares. Marina da Silva e Serra que sempre defenderam essa participação alegavam que o Brasil tinha emprestado 10 bilhões ao FMI. É verdade mas é um empréstimo que vai render juros e será pago pelo FMI .O dinheiro voltará aos cofres brasileiros . O dinheiro para o Fundo contra o aquecimento não renderá juros nem será pago ou devolvido. È uma doação do Brasil para tirar o mundo de um impasse. Se o Brasil vai doar 5 bilhões , a China ,hoje o maior poluidor do mundo deveria doar no mínimo 100 bilhões e os americanos , europeus e japoneses que foram os responsáveis pela atual poluição e aquecimento deveriam doar no mínimo 500 bilhões . A atual situação crítica do Planeta não se resolve com menos de 500 bilhões. Esse dinheiro brasileiro desfalcará nossas reservas cambiais. É a contribuição brasileira para salvar do fracasso a Conferencia de Copenhague.</p>
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		<title>A Bagunça em Copenhague</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 10:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As cenas mostradas pela TV sobre a reunião de Copenhague revelam uma profunda desorganização e amadorismo na organização de uma reunião mundial de inigualável importância no mundo e realizados em um dos países ricos e desenvolvidos do planeta. Comparada com reuniões e eventos que fizemos no Brasil com enorme sucesso e grande competência, ficamos com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img title="COP 15" src="http://www.expressomt.com.br/adminPortal/e_newsPortal/galeriaFotos/galeria/50562/g/prot.jpg" alt="Polícia prende manifestantes ecológicos em Copenhague, capital da Dinamarca, neste domingo (13), um dia depois de pesados confrontos paralelos à conferência do clima da ONU. (Foto:expresso MT)" width="350" height="350" /><p class="wp-caption-text">Polícia prende manifestantes ecológicos em Copenhague, capital da Dinamarca, neste domingo (13), um dia depois de pesados confrontos paralelos à conferência do clima da ONU. (Foto:expresso MT)</p></div>
<p>As cenas mostradas pela TV sobre a reunião de Copenhague revelam uma profunda desorganização e amadorismo na organização de uma reunião mundial de inigualável importância no mundo e realizados em um dos países ricos e desenvolvidos do planeta. Comparada com reuniões e eventos que fizemos no Brasil com enorme sucesso e grande competência, ficamos com pena dos dinamarqueses. Entretanto vamos ver as realidades brasileiras e da Dinamarca. Nós somos um País tropical. Não há frio nem neve nas ruas. Podemos armar enormes tendas com telões. Milhares de pessoas podem assistir tudo de short, de calção sem problema. A Dinamarca é um dos países mais frios da Europa .Céu azul e sol só alguns dias do final de julho e meados de agosto .Nesta época a temperatura mais amena é menos 5º. Não tem como fazer telões e tendas nessa temperatura. O local fechado da reunião só cabe 15 mil. Irresponsavelmente deram entrada para 45 mil. Na rua ninguém pode ficar. Uma reunião dessas atrai toda a fauna humana do planeta: Lésbicas, gays, punks, anarquistas, índios, aborígenes da Austrália, hippies de todas as idades. Essa bagunça é o charme da reunião. Acho que lá eles não conhecem nem devem existir em quantidade suficiente banheiros químicos para toda essa gente. Portanto sejamos generosos na apreciação da reunião.</p>
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		<title>A posição do Governo Brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 11:40:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Presidente Lula defende a seguinte posição. O gelo dos Andes e Himalaia, calotas polares e Groelândia não estão derretendo por que Brasil e países assemelhados começaram a poluir. Esse derretimento foi provocado por um longo processo gerado pelos países ricos. Se foram problemas criados por eles, eles devem pagar a conta sozinhos. O que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/ambiente/governo-adia-definicao-de-proposta-brasileira-para-conferencia-do-clima/image_preview" alt="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/ambiente/governo-adia-definicao-de-proposta-brasileira-para-conferencia-do-clima/image_preview" /></p>
<p>O Presidente Lula defende a seguinte posição. O gelo dos Andes e Himalaia, calotas polares e Groelândia não estão derretendo por que Brasil e países assemelhados começaram a poluir. Esse derretimento foi provocado por um longo processo gerado pelos países ricos. Se foram problemas criados por eles, eles devem pagar a conta sozinhos. O que o Brasil vai fazer é pagar sozinho a conta de conservação da floresta amazônica e redução de outras fontes poluidoras. Não queremos receber um tostão desse fundo, mas se vamos gastar uma fortuna para resolvermos sozinha a poluição brasileira, essa é a nossa contribuição a luta mundial contra o efeito estufa. E Lula deu ordem a Dilma Rousseff, chefe da delegação brasileira e ao Ministro Carlos Minc para defender esta posição do Brasil.</p>
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		<title>Ou controlamos o efeito estufa ou destruíremos o Planeta</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 11:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Especial]]></category>

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		<description><![CDATA[Após vários alertas os líderes mundiais despertaram para o risco de destruição do planeta Terra e resolveram enfrentar o problema. O palco é a reunião de Copenhague, na Dinamarca. Qualquer solução custa muito dinheiro e a questão é saber quem vai pagar a conta. Os países ricos, maiores poluidores, E.E.U.U , Europa e Japão não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="COP 15" src="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" alt="" width="400" height="312" /></p>
<p>Após vários alertas os líderes mundiais despertaram para o risco de destruição do planeta Terra e resolveram enfrentar o problema. O palco é a reunião de Copenhague, na Dinamarca. Qualquer solução custa muito dinheiro e a questão é saber quem vai pagar a conta. Os países ricos, maiores poluidores, E.E.U.U , Europa e Japão não querem pagar a conta sozinhos e afirmam que o Brasil , Índia , China e Rússia são grandes poluidores e também devem pagar a conta, participando de um Fundo Universal de bilhões de dólares para descobrir novas energias e ajudar os países pobres.</p>
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