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	<title>Blog de Maurílio &#187; Carnaval</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Carnaval alemão luta para manter tradição em Colônia</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O carnaval renano, que viveu nesta segunda-feira o seu apogeu em Colônia (oeste da Alemanha), é apenas uma sombra do que foi, devido ao mar de fantasias importadas da Ásia que estrangulam a tradição regional. Preparados com esmero, os cem carros com suntuosas decorações do desfile desta segunda-feira das Rosas e seus 10.200 participantes fantasiados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1783dfnfb8dk_b" alt="Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad" width="550" height="345" /><p class="wp-caption-text">Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad</p></div>
<p><span style="font-size: small;">O carnaval renano, que viveu nesta segunda-feira o seu apogeu em Colônia (oeste da Alemanha), é apenas uma sombra do que foi, devido ao mar de fantasias importadas da Ásia que estrangulam a tradição regional. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Preparados com esmero, os cem carros com suntuosas decorações do desfile desta segunda-feira das Rosas e seus 10.200 participantes fantasiados contrastam com os espectadores, poucos usando trajes feitos artesanalmente. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Há 50 anos era completamente diferente. Cada um confeccionava seus trajes sozinho&#8221;, lembra Dieter Tschorn, 69, porta-voz da seção de Carnaval da Federação Alemã de Brinquedos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em 2008 e 2009 foram vendidas 39 milhões de máscaras, perucas e narizes de palhaço na Alemanha &#8211;ou seja, 19 milhões a mais do que no período anterior, segundo a federação, que calcula um volume de negócios de 290 milhões de euros (quase R$ 740 milhões). Mas o mercado e a diversidade não andam de mãos dadas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1784jqwc2hg3_b" alt="Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: small;">Os milhões de trajes vendidos não brilham pela sua originalidad</span></p>
<p><span style="font-size: small;">e, ao se inspirarem em personagens dos últimos sucessos do cinema. &#8220;Com toda a oferta, poucos elaboram suas próprias fantasias. Além disso, quem tem hoje em dia uma máquina de costura em casa?&#8221;, lamenta Tschorn. Como consequência, desde a década de 1990 impera o &#8220;made in China&#8221; barato, lembra Thorsten Heinrich, 26, vice-diretor de uma empresa de fantasias de Sarrebruck (sudoeste). </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em Colônia, alguns &#8220;loucos&#8221; impõem resistência por respeito às tradições. Stephan Kommer, 32, se fantasiou de boneco de neve com três enormes luzes brancas de jardim. &#8220;Tive esta ideia na semana passada. Tem muita neve na minha casa e sou jardineiro&#8221;, explica. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Harribert Schulmeyer, um cinquentão, e seus amigos se fantasiaram de criadores de pássaros. &#8220;Você ganha em autenticidade quando está bem fantasiado&#8221;, afirma, ostentando uma pomba de papel machê sobre a cabeça. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Tóxico</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Alguns advertem que muitas máscaras de plástico fabricadas na Ásia, como as do presidente norte-americano Barack Obama, muito popular este ano, contêm substâncias tóxicas, inclusive cancerígenas, segundo a Associação Alemã de Consumidores Öko-Test. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Esse problema não preocupa muito os profissionais do Carnaval. &#8220;Essas máscaras não são proibidas, respeitam as normas europeias&#8221;, afirma Heinrich. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;É muito difícil verificar todos os componentes de cada produto fabricado na China. Isso aumentaria consideravelmente os custos&#8221;, pondera Tschorn</span><span style="font-size: small;">.</span><br />
<strong><span style="font-size: small;">France Presse</span></strong><span style="font-size: small;">, em Colônia (Alemanha) </span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade só em Pernambuco (III)</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 03:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Festa sem censuras, as sátiras políticas encontram-se muito presentes no carnaval de Olinda, tanto na forma de marchas, quanto na de bonecos e fantasias. Nos últimos anos, tornou-se bastante comum a presença de ícones como Osama Bin Laden, George Bush, Lula e outras figuras que são destaque no noticiário nacional e internacional. Os blocos carnavalescos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Homem da Meia Noite" src="http://farm4.static.flickr.com/3347/3236834622_2549266953.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3347/3236834622_2549266953.jpg" width="500" height="337" /><p class="wp-caption-text">Homem da Meia Noite</p></div>
<p>Festa sem censuras, as sátiras políticas encontram-se muito presentes no carnaval de Olinda, tanto na forma de marchas, quanto na de bonecos e fantasias. Nos últimos anos, tornou-se bastante comum a presença de ícones como Osama Bin Laden, George Bush, Lula e outras figuras que são destaque no noticiário nacional e internacional. Os blocos carnavalescos da cidade concentram-se na esquina conhecida como “Quatro Cantos”, localizada entre as ruas Prudente de Moraes, do Amparo, Bernardo Vieira de Melo e Ladeira da Misericórdia.</p>
<p>Ao som de orquestras de frevo, maracatu, coco-de-roda, pau-e-corda, ciranda e caboclinho, Olinda se transforma em um grande baile a céu aberto, atraindo pierrôs, colombinas e bonecos gigantes para a festa.Datados das procissões do século XV, os bonecos gigantes são herança européia e, enquanto lá, acompanhavam os cortejos religiosos, aqui, enfeitam a maior festa pagã. A cada ano, são criados bonecos de novos tipos e, atualmente, totalizam mais de cem personagens pelas ladeiras da cidade. Na Terça-Feira Gorda, assim chamada por ser o último dia antes do início da Quaresma, os bonecos gigantes, com mais de 3 metros de altura, se reúnem entre os largos de Guadalupe e do Varadouro, encontro que atrai a atenção de milhares de foliões e acrescenta originalidade e animação à festa. São os personagens mais famosos do carnaval de Olinda e considerados uma marca da festa na cidade.</p>
<p>O boneco mais famoso de Olinda, o “Homem da Meia-Noite”, foi o primeiro a sair às ruas, em 1932. Comandou a festa sozinho até 1967, ano em que surgiu a “Mulher do Dia”, sua companheira, dando espaço para, em 1974, ser criado o “Menino da tarde”, completando a família. Atualmente, o “Homem da Meia-Noite” é o responsável por dar início ao carnaval olindense à zero hora do sábado de Zé Pereira, que passou a ser assim nomeado ainda no Brasil Colônia, quando grupos de portugueses, os “Zés Pereiras”, saíam às ruas tocando grandes tambores e anunciando o começo da festa.</p>
<p>A folia termina na quarta-feira, com o tradicional desfile do bloco “Bacalhau do Batata”, fundado em 1965. Sua origem é ligada ao garçom Isaías Ferreira da Silva, o Batata, que achava justo poder brincar o carnaval após quatro dias de trabalho. O bloco percorre as ruas de Olinda até a Praça da Prefeitura e, tradicionalmente, sempre reuniu profissionais que trabalharam durante os quatro dias do carnaval, como taxistas, faxineiros, policiais e motoristas de ônibus. Apesar de Isaías ter falecido no ano de 1993, sua idéia vingou e, atualmente, grande parte da classe média integra o bloco, que continua mantendo a mesma animação.</p>
<h2><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #000040;"><strong><em><span style="font-size: small;">“</span></em></strong></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><em><span style="font-size: small;">Carnaval: história e atualidade</span></em></strong></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><em><span style="font-size: small;">”</span></em></strong></span></span></h2>
<h2><span style="font-family: arial;"><strong><em><span style="font-size: small;">Pesquisas Barsa © Editorial Barsa Planeta</span></em></strong></span><span style="font-family: arial;"><strong><em><span style="font-size: small;"> -</span></em></strong></span></h2>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: small;">“Carnaval em Pernambuco</span></strong></span></span> <span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: small;">“ </span></strong></span></span> <span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><em><span style="font-size: small;">Texto de Natália Boaventura e Isabella Verdolin</span></em></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: small;">Do Blog Escritório de Histórias</span></strong></span></span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade só em Pernambuco (II)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 03:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde a abertura até a quarta-feira de cinzas, o comando da folia fica a cargo dos foliões, embalados pelos blocos de diversos ritmos. No cais da rua Alfândega, às margens do rio Capibaribe, localiza-se o palco do “Festival Rec Beat”, no Pólo Mangue, que promove o encontro da músicas tradicional com tendências modernas. Outro evento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Olinda é só para os olhos, não se apalpa, é só desejo. Ninguém diz: é lá que eu moro. Diz somente: é lá que eu vejo" src="http://farm4.static.flickr.com/3439/3196562305_b51ed2106c.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3439/3196562305_b51ed2106c.jpg" width="500" height="337" /><p class="wp-caption-text">Olinda é só para os olhos, não se apalpa, é só desejo. Ninguém diz: é lá que eu moro. Diz somente: é lá que eu vejo</p></div>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Desde a abertura até a quarta-feira de cinzas, o comando da folia fica a cargo dos foliões, embalados pelos blocos de diversos ritmos. No cais da rua Alfândega, às margens do rio Capibaribe, localiza-se o palco do “Festival Rec Beat”, no Pólo Mangue, que promove o encontro da músicas tradicional com tendências modernas. Outro evento bastante apreciado pelos foliões e que chama a atenção da mídia é a “Noite dos Tambores Silenciosos”, no Pólo Afro, em que é realizada uma homenagem aos escravos por meio da mistura do candomblé e dos maracatus.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">O Frevo em todas as suas formas é o mais reconhecido dos ritmos do carnaval pernambucano, reunindo multidões que dançam ao som da orquestra. A palavra vem de “ferver”, que na linguagem simples do povo, era pronunciada “frever”, mas sempre significou agitação, fervura, efervescência. Seja “Frevo de Rua” (somente instrumental), “Frevo Canção” (típico frevo de rua, com andamento melódico) ou “Frevo de Bloco” (com orquestra de pau e cordas), a agitação toma conta de Recife e Olinda, atraindo foliões de todas as partes do Brasil e do mundo, sem deixar de ter espaço para os habitantes de Pernambuco, com presença de artistas locais, nacionais e internacionais e grandes orquestras.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Na cidade de Olinda, o carnaval atinge um caráter ainda mais popular do que em Recife, preservando as mais puras tradições da folia pernambucana e nordestina. Desde </span></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">1977, a</span></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"> comissão julgadora, a passarela e o palanque das autoridades foram abolidos do carnaval da cidade, o que permitiu à festa assumir o perfil eminentemente popular que a caracteriza hoje. Todos os anos, centenas de agremiações carnavalescas e foliões desfilam pelas ruas e ladeiras da cidade.</span></span></span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade só em Pernambuco (I)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 03:00:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O carnaval do Brasil é famoso pela variedade de ritmos, cores e etnias. Ao contrário das festas no Rio de Janeiro e Salvador, que trazem consigo um discreto viés comercial, o carnaval comemorado em Recife e Olinda é centralmente popular. Não existe nenhuma espécie de sambódromo e escolas de samba. Grupos formados por amigos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Foto: Ádria de Souza/Prefeitura de Olinda www.olinda.pe.gov.br " src="http://farm4.static.flickr.com/3389/3308893683_92266b3c18.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3389/3308893683_92266b3c18.jpg" width="500" height="337" /><p class="wp-caption-text">Foto: Ádria de Souza/Prefeitura de Olinda www.olinda.pe.gov.br </p></div>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">O carnaval do Brasil é famoso pela variedade de ritmos, cores e etnias. Ao contrário das festas no Rio de Janeiro e Salvador, que trazem consigo um discreto viés comercial, </span></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: medium;">o carnaval comemorado em Recife e Olinda é centralmente popular</span></strong></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">. Não existe nenhuma espécie de sambódromo e escolas de samba. Grupos formados por amigos e familiares, conhecidos como troças, saem às ruas. Todos os eventos são gratuitos, não existem abadás e o circuito a ser percorrido não é previamente estabelecido, havendo apenas os dias para o começo e fim. Além disso, os ritmos são basicamente tocados pelos próprios foliões que, como bom carnavalescos, “dançam conforme a música”.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Recife é conhecida como a capital multicultural brasileira, abrigando, em seu carnaval de rua, músicas e danças provindas do frevo, maracatu, caboclinho, ciranda, coco-de-roda, samba, afoxé, rock, reggae e manguebeat. Graças à harmoniosa combinação entre diversidade, história, lirismo e irreverência, as festas pernambucanas estão cada vez mais sendo reconhecidas como de grande importância turística e cultural no Brasil.Com muita animação, o carnaval começa uma semana antes da data oficial. A festa é aberta com a entrega simbólica da chave da cidade ao Rei Momo e à Rainha do carnaval na Praça do Marco Zero. No dia seguinte, logo no começo da manhã, mais de um milhão de foliões reúnem-se no centro da capital com o tradicional bloco Galo da Madrugada, o maior do mundo segundo o </span></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><em><span style="font-size: medium;">Guiness Book</span></em></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">. Fundado em janeiro de 1978, o bloco surgiu com base na idéia de resgatar o carnaval de rua, que nessa época havia perdido força e adeptos.</span></span></span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade (VI)</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 03:01:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até 1932, quando foi organizado o primeiro desfile, as escolas limitavam-se a percorrer livremente as ruas, acompanhadas por populares. Naquele ano, o jornal Mundo Esportivo organizou um desfile na praça Onze, de que participaram dezenove escolas, saindo vitoriosa a Estação Primeira de Mangueira. No ano seguinte o número de concorrentes subiu para 29 e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="O Carnaval em Pernambuco sempre foi o mais democrático do país" src="http://novo.almanaquebrasil.com.br/wp-content/uploads/2008/11/especial54.jpg" alt="http://novo.almanaquebrasil.com.br/wp-content/uploads/2008/11/especial54.jpg" width="300" height="405" /><p class="wp-caption-text">O Carnaval em Pernambuco sempre foi o mais democrático do país</p></div>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Até 1932, quando foi organizado o primeiro desfile, as escolas limitavam-se a percorrer livremente as ruas, acompanhadas por populares. Naquele ano, o jornal Mundo Esportivo organizou um desfile na praça Onze, de que participaram dezenove escolas, saindo vitoriosa a Estação Primeira de Mangueira. No ano seguinte o número de concorrentes subiu para 29 e o desfile foi promovido pelo jornal O Globo, saindo vitoriosa novamente a Mangueira. Em 1934, ano em que foi fundada a União Geral das Escolas de Samba, a competição foi realizada no dia 20 de janeiro, em homenagem ao prefeito Pedro Ernesto, e a Mangueira alcançou o tricampeonato. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">O interesse em fomentar a competição com atração turística começou em 1935, quando o certame foi apoiado pelo Conselho de Turismo da Prefeitura do então Distrito Federal, obtendo a Portela sua primeira vitória, ainda com o nome de Vai Como Pode. A partir daí, já estabelecido como promoção oficial do carnaval carioca, o desfile foi realizado sem interrupção, exceto nos anos de 1938 e 1952, quando as chuvas impediram a promoção. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">O modelo se estendeu a todas as capitais brasileiras, excetuando-se duas: Salvador da Bahia e o conjunto Recife-Olinda, em Pernambuco. </span></span></span><br />
<strong> </strong><br />
<span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: medium;">Carnaval de Pernambuco e Bahia.</span></strong></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"> O carnaval pernambucano, especialmente em Olinda e Recife, é um dos mais animados do país, e essa característica cresceu paralelamente à extinção do carnaval de rua na maior parte das cidades brasileiras, por causa do desfile das escolas de samba. As principais atrações do carnaval pernambucano — cujos bailes também são os mais animados — são, na rua, o frevo, o maracatu, as agremiações de caboclinhos, a imensa participação popular nos blocos (reminiscências modernizadas dos antigos &#8220;cordões&#8221;) e os clubes de frevo. Em Recife e Olinda os foliões cantam e dançam, mesmo sem uniformes ou fantasias, ao som das orquestras e bandas que fazem a festa. Os conjuntos de frevo mais animados eram os Vassourinhas, Toureiros, Lenhadores e outros. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Lembrando, pela cadência, os velhos ranchos, os maracatus estão ligados às tradições afro-brasileiras. Já os caboclinhos constituem outro tipo de agremiação folclórica, cujos desfiles são apenas vistos e aplaudidos. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">A outra cidade em que a participação popular é costumeira, e onde todos cantam, dançam e brincam é Salvador. Uma invenção surgida na década de 1970 e que, à diferença do frevo, conseguiu contagiar outros estados e cidades, foi o trio elétrico — um caminhão monumental no qual se instalam aparelhos de som, equipados com poderosos alto-falantes que reproduzem continuamente as composições carnavalescas gravadas. Há ainda, como em Recife e Olinda, muitos populares que improvisam fantasias simples mas também adotam a postura galhofeira e vestem os disfarces de cinqüenta ou cem anos atrás. Tudo isto traduz bem o espírito momesco irreverente que impele a multidão à descontração total. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Músicas de carnaval. Durante o império, as músicas cantadas no período carnavalesco, no Brasil, eram árias de operetas, depois lundus, tanguinhos, polcas e até valsas. No início do século XX, predominaram, nas ruas, as cantigas de cordões e ranchos e, nos bailes, chorinhos lentos, polcas-chulas, marchas, fados, polcas-tangos, toadas e canções. Logo após a primeira guerra mundial, os palcos dos teatros-de-revista tornaram-se os lançadores das músicas de carnaval e iniciou-se, então, o domínio das marchinhas, maxixes, marchas-chulas, cateretês e batucadas. E também do samba, que, na era do rádio, entre 1930 e 1960, dividiu os louros com a marchinha, embora às vezes cedesse ao sucesso de um jongo, de uma valsa ou de uma batucada. O samba, nos salões e na rua, era absoluto. Mas desde fins do decênio de 1960, com a consolidação do desfile das escolas de samba, o samba e a marcha mergulharam no ostracismo, trocados pelo samba-enredo das escolas de samba. </span></span></span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade (V)</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 03:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quase conseqüência do corso — que desapareceu com o advento das limusines e carros fechados — as batalhas de confete ocorriam em locais determinados que possuíssem torcidas bairristas organizadas ou blocos fortes para desenvolver a disputa — uma competição de canto, dança na rua e corso (nem sempre). Nas semanas ou meses que antecediam o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Ismael Silva e as &quot;sementes&quot; da Deixa Falar." src="http://www.almanaquebrasil.com.br/wp-content/uploads/2009/03/fotoismael.jpg" alt="http://www.almanaquebrasil.com.br/wp-content/uploads/2009/03/fotoismael.jpg" width="300" height="220" /><p class="wp-caption-text">Ismael Silva e as &quot;sementes&quot; da Deixa Falar.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Quase conseqüência do corso — que desapareceu com o advento das limusines e carros fechados — as batalhas de confete ocorriam em locais determinados que possuíssem torcidas bairristas organizadas ou blocos fortes para desenvolver a disputa — uma competição de canto, dança na rua e corso (nem sempre). Nas semanas ou meses que antecediam o tríduo de Momo, essas torcidas ou blocos organizavam as festas em que se gastavam quilos de confete e serpentina, litros de lança-perfume, e em que se dava a disputa entre as preferidas de cada agremiação. Tais batalhas se prolongavam, às vezes, até o amanhecer, algumas superando a empolgação dos dias de carnaval &#8220;legítimo&#8221;. Pois ali se exibiam os blocos, os ranchos e os foliões avulsos. </span></span></span><br />
<span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Blocos, ranchos, grandes sociedades. No carnaval de rua era comum o &#8220;trote&#8221; e os blocos de sujos. O encontro de blocos resultava, às vezes, em batalhas campais de sopapos. Nos desfiles, entre os anos 1919 e 1939, destacavam-se os tradicionais ranchos, que desfilavam às segundas-feiras. Havia ainda as grandes sociedades, com seus carros alegóricos, repletos de mulheres bonitas, alegorias mitológicas, históricas e cívicas; carros de crítica política encerravam, no fim da noite de terça-feira gorda, os festejos. Tais agremiações se chamavam Tenentes do Diabo, Pierrôs da Caverna, Clube dos Democráticos, Fenianos, Congresso dos Fenianos, Clube dos Embaixadores etc. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">A grande concentração popular se fazia na avenida Rio Branco, da Cinelândia até a rua do Ouvidor. A classe média alta preferia as imediações do Jóquei Clube, entre a avenida Almirante Barroso e a rua Araújo Porto Alegre. Alguns levavam seus próprios assentos, cadeiras e banquinhos, mais tarde substituídos por palanques e arquibancadas montados pela prefeitura. A segunda-feira era célebre não só pelo desfile de ranchos — que usavam fogos de artifícios coloridos –, mas também porque os freqüentadores do baile do Municipal eram observados pelo populacho, que ia admirar-lhes as fantasias. A Galeria Cruzeiro, hoje edifício Av. Central, era o ponto focal do trecho entre a rua São José e a avenida Almirante Barroso, a área de maior animação dos carnavalescos tradicionais, que cantavam e dançavam ao som das músicas lançadas nos palcos dos teatros de revista e nas emissoras de rádio. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Escolas de samba. As &#8220;escolas de samba&#8221; nasceram de redutos de diversão das camadas pobres da população do Rio de Janeiro, em sua quase totalidade negros. Reuniam-se para cultivar a música e a dança do samba e outros costumes herdados da cultura africana, e quase sempre enfrentavam ostensiva repressão policial. Para a formação desses redutos contribuiu decisivamente a migração de populações rurais nordestinas, que, atraídas para a capital em fins do século XIX, introduziram um mínimo de organização e de sentido grupal ao carnaval carioca, até então herdeiro do entrudo português</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">No entanto, a denominação &#8220;escola&#8221; só vai surgir em 1928, com a criação da Deixa Falar, no bairro do Estácio. Ismael Silva (1905-1978), seu fundador, explicava o termo como decorrência da proximidade da Escola Normal, no mesmo bairro, o que fazia os sambistas locais serem tratados de &#8220;professor&#8221; ou &#8220;mestre&#8221;. Posteriormente surgem diversas outras escolas, entre as quais Portela, Mangueira e Unidos da Tijuca. No começo, pouco se distinguiam dos blocos e cordões, com ausência de sentido coreográfico e sem qualquer caráter competitivo. Com o tempo, transformam-se em associações recreativas, abertas, cuja finalidade maior é competir nos desfiles carnavalescos, transformados em atração máxima do turismo carioca. De tal forma agigantam-se, que seus encargos — a partir da década de 1960 — equivalem aos de uma empresa, o que as obriga a funcionar por todo o ano, promovendo rodas de samba e &#8220;ensaios&#8221; com entrada paga, maneira de amenizarem os gastos decorrentes da preparação dos desfiles. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Com a oficialização dos desfiles, a partir de 1935, as escolas passam a receber subsídios da prefeitura, transformando-se, a partir de 1952, em sociedades civis, com regulamento e sede, elegendo periodicamente suas diretorias, inclusive um diretor de bateria, que comanda os instrumentos de percussão, e um diretor de harmonia, responsável pelo entrosamento de canto e orquestra. A escola desfila precedida de um abre-alas (faixa que pede passagem e anuncia o enredo) e da comissão de frente (dez a quinze sambistas, representando simbolicamente a diretoria da escola). A seguir, pastoras (antigas dançarinas dos ranchos), fazendo evoluções; mestre-sala e porta-bandeira; destaques; academia (coro masculino e bateria). O restante divide-se em alas, geralmente com coreografias especiais, e carros alegóricos. Apresentam sempre um tema nacional — lenda ou fato histórico — expresso no samba-enredo, base de todo o desfile. </span></span></span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade (III)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 03:00:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As fantasias. O uso de fantasias e máscaras teve, em todo o Brasil, mais de setenta anos de sucesso — de 1870 até início do decênio de 1950. Começou a declinar depois de 1930, quando encareceram os materiais para confeccionar as fantasias — fazendas e ornamentos –, sapatilhas, botinas, quepes, boinas, bonés etc. As roupas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img title="Bloco de carnaval de rua da década de 50" src="http://amemoriaesquecida.files.wordpress.com/2009/03/bloco-de-carnaval.jpg" alt="http://amemoriaesquecida.files.wordpress.com/2009/03/bloco-de-carnaval.jpg" width="600" height="352" /><p class="wp-caption-text">Bloco de carnaval de rua da década de 50</p></div>
<p><span style="font-size: medium;">As fantasias. O uso de fantasias e máscaras teve, em todo o Brasil, mais de setenta anos de sucesso — de 1870 até início do decênio de 1950. Começou a declinar depois de 1930, quando encareceram os materiais para confeccionar as fantasias — fazendas e ornamentos –, sapatilhas, botinas, quepes, boinas, bonés etc. As roupas de disfarce, ou as fantasias que embelezaram rapazes e moças, foram aos poucos sendo reduzidas ao mais sumário possível, em nome da liberdade de movimentos e da fuga à insolação do período mais quente do ano. </span><br />
<span style="font-size: medium;">E foram desaparecendo os disfarces mais famosos do tempo do império e início da </span><span style="font-size: medium;">república, como a caveira, o velho, o burro (com orelhões e tudo), o doutor, o morcego, diabinho e diabão, o pai João, a morte, o príncipe, o mandarim, o rajá, o marajá. E também fantasias clássicas da commedia dell’arte italiana, como dominó, pierrô, arlequim e colombina — de largo emprego entre foliões e que já não tinham razão de ser, depois que a polícia proibiu o uso de máscaras nos salões e nas ruas&#8230; Aliás, desde 1685 as máscaras ora eram proibidas, ora liberadas. E a proibição era séria, bastando dizer que as penas, já no século XVII, eram rigorosíssimas: um proclama do governador Duarte Teixeira Chaves mandava que negros e mulatos mascarados fossem chicoteados em praça pública, e brancos mascarados fossem degredados para</span><span style="font-size: medium;"> fossem </span><span style="font-size: medium;">para a Colônia do Sacramento&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Mas, na década de 1930, muitas daquelas fantasias ainda eram utilizadas, inclusive com máscaras. Entre elas estavam as de apache, gigolô, gigolete, malandro (camiseta de listras horizontais, calça branca, chapéu de palhinha, lenço vermelho no pescoço), dama antiga, espanhola, camponesa, palhaço, tirolesa, havaiana, baiana. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Aos poucos, os homens foram preferindo a calça branca e a camisa-esporte, até chegar à bermuda e ao busto nu, mas isso só depois da década de 1950; as mulheres passaram às fantasias mais leves, atingindo, depois, o maiô de duas peças e alguns colares de enfeite, logo o biquíni, o busto descoberto etc. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Bailes de carnaval. O carnaval europeu começou, na rua, com desfiles de disfarces e carros alegóricos; e, em ambiente fechado, com bailes, fantasias e máscaras. O carnaval carioca, certamente o primeiro do Brasil, surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. A festa durou uma semana, do domingo de Páscoa em diante, com desfile de rua, combates, corridas, blocos de sujos e mascarados. Outro carnaval importante foi o de 1786, que coincidiu com as festas para comemorar o casamento de Dom João com a princesa Carlota Joaquina. Mas o primeiríssimo baile de máscaras aconteceu em </span><span style="font-size: medium;">22 de janeiro de 18</span><span style="font-size: medium;">40, no hotel Itália, no largo do Rocio, no mesmo local em que se ergueria depois o teatro e depois cinema São José, na praça Tiradentes, no Rio. A entrada custava dois mil réis, com direito à ceia. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">No entanto, a voga dos bailes carnavalescos em casas de espetáculos só se generalizou na década de 1870. Aderiram à moda o teatro Pedro II, o teatro Santana, e aí até os estabelecimentos populares entraram na dança, no Skating Rink, o Clube Guanabara, o Clube do Rio Comprido, a Societé Française de Gymnastique, em teatros que se alinhavam ao lado dos bailes públicos, mas em área social selecionada. </span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade (IV)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 03:00:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O carnaval se alastra: surgem &#8220;arrastados&#8221; em casas de família, bailes ao ar livre, bailes infantis e os pré-carnavalescos, bailes em circos, matinês dançantes. Afinal, certos bailes ganharam fama nacional e até internacional, realizados em grandes clubes, hotéis ou teatros: em 1908 houve o primeiro dos bailes do High-Life, que chegaram ao fim nos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img title="Corso" src="http://4.bp.blogspot.com/_P3BvaDvVAyk/SaC510RuqGI/AAAAAAAAA2o/wtbA6uXd1HU/s400/CARNAVAL_-_O_CORSO_-_1907.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_P3BvaDvVAyk/SaC510RuqGI/AAAAAAAAA2o/wtbA6uXd1HU/s400/CARNAVAL_-_O_CORSO_-_1907.jpg" width="400" height="290" /><p class="wp-caption-text">Corso</p></div>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">O carnaval se alastra: surgem &#8220;arrastados&#8221; em casas de família, bailes ao ar livre, bailes infantis e os pré-carnavalescos, bailes em circos, matinês dançantes. Afinal, certos bailes ganharam fama nacional e até internacional, realizados em grandes clubes, hotéis ou teatros: em 1908 houve o primeiro dos bailes do High-Life, que chegaram ao fim nos anos 40; em 1918 iniciou-se a tradição do baile dos Artistas, no teatro Fênix; em 1932, o primeiro grande baile oficializado, o do teatro Municipal, abriu caminho para muitos outros; e logo vieram os do Glória, Palácio Teatro, Copacabana Palace, Palace Hotel, Cassino da Urca, Cassino Atlântico, Cassino Copacabana, Quitandinha (em Petrópolis), Automóvel Clube do Brasil. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Em 1935, o Cordão dos Laranjas construiu um salão, em forma de navio, que &#8220;atracou&#8221; na Esplanada do Castelo, e ali se realizariam alguns dos mais alegres bailes de três ou quatro carnavais. E enquanto o Municipal iniciava concursos de fantasias de luxo (a princípio só femininas, e, depois dos anos 50, masculinas), os bailes que atraíam multidões eram os do Botafogo, Fluminense, Flamengo, Vasco da Gama, América. Bem familiares em suas primeiras versões, reunindo a sociedade abastada em trajes de gala, foram-se tornando cada vez menos bailes de fantasia. Já não se conseguia dançar, apenas pular, e à casaca e ao smoking juntavam-se o traje-esporte e o mulherio semidespido. E existiam os bailes gremiais como o das Atrizes, o Vermelho e Negro, o dos Pierrôs etc. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Banho de mar à fantasia. Nos bailes, as danças variavam, de polca, lundu e tanguinho a sambas, marchinhas, frevos, jongos e cateretês, com todos os participantes cantando, pulando e &#8220;fazendo cordão&#8221;. Já nos banhos de mar à fantasia, porém, os foliões cantavam a plenos pulmões as músicas de sua preferência e também aquelas que eram divulgadas por discos e nos coretos municipais animados por bandas de música. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Os banhos de mar à fantasia criaram hábito no intervalo entre a primeira e a segunda Guerra Mundial. Os blocos e foliões trajavam fantasias de papel crepom e, após desfilarem nas praias, caíam na água, tingindo-a por horas, pois as fantasias de papel desbotavam fortemente. Havia, é claro, outro traje de banho, normal, sob aqueles carnavalescos e efêmeros. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Batalha de confete e corsos. O confete, a serpentina e o lança-perfume — os três elementos que, entre o início do século e a década de 1950 animaram o carnaval brasileiro de salão — também cooperaram para o maior êxito dos corsos que deram vida ao carnaval de rua. E neste, as batalhas de confete constituíam o momento culminante. A moda do corso, iniciada timidamente logo após a chegada dos primeiros automóveis, atingiria seus momentos de glória entre 1928 e a década de 1940. Consistia o corso numa passeata carnavalesca de carros de passeio conversíveis, de capota arriada, enfeitados de panos coloridos e bandeirolas, conduzindo famílias ou grupos de foliões que se sentavam não só nos assentos mas também sobre a capota arriada, sobretudo as moças fantasiadas de saias bem curtas, cantando ou jogando serpentinas e confetes nos pedestres, que se amontoavam nas beiras das calçadas para vê-las passar. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Essa gente motorizada brincava também com os ocupantes dos carros vizinhos e, por vezes, com os veículos rodando lentamente, emendavam o cortejo atirando montes de confete e milhares de metros de serpentina que enlaçavam os carros e se acumulavam no asfalto das avenidas a cada noite. O lança-perfume também era usado em profusão, enquanto a confraternização com os pedestres se ampliava não só através dos jatos de lança-perfume — o que abria caminho para conhecimentos mais íntimos, namoricos etc. — como também de caronas momentâneas na disputa de músicas entoadas por uns e por outros. Cada cidade possuía seu local de corso, e o do Rio de Janeiro ocorria, principalmente, na avenida Rio Branco (antiga avenida Central), mas a certa altura, em vários carnavais o corso se prolongava à avenida Beira-Mar, atingindo o Flamengo e Botafogo até o Pavilhão Mourisco, no final da praia. </span></span></span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade (II)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 03:16:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carnaval no Brasil. Nem um décimo do povo participa hoje ativamente do carnaval— ao contrário do que ocorria em sua época de ouro, do fim do século XIX até a década de 1950. Entretanto, o carnaval brasileiro ainda é considerado um dos melhores do mundo, seja pelos turistas estrangeiros como por boa parte dos brasileiros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/5910774.jpg" alt="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/5910774.jpg" width="600" /></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: medium;">Carnaval no Brasil.</span></strong></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"> Nem um décimo do povo participa hoje ativamente do carnaval— ao contrário do que ocorria em sua época de ouro, do fim do século XIX até a década de 1950. Entretanto, o carnaval brasileiro ainda é considerado um dos melhores do mundo, seja pelos turistas estrangeiros como por boa parte dos brasileiros, principalmente o público jovem que não alcançou a glória do carnaval verdadeiramente popular. Como declarou Luís da Câmara Cascudo, etnólogo, musicólogo e folclorista, &#8220;o carnaval de hoje é de desfile, carnaval assistido, paga-se para ver. O carnaval, digamos, de 1922 era compartilhado, dançado, pulado, gritado, catucado. Agora não é mais assim, é para ser visto&#8221;. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Entrudo. O entrudo, importado dos Açores, foi o precursor das festas de carnaval, trazido pelo colonizador português. Grosseiro, violento, imundo, constituiu a forma mais generalizada de brincar no período colonial e monárquico, mas também a mais popular. Consistia em lançar, sobre os outros foliões, baldes de água, esguichos de bisnagas e limões-de-cheiro (feitos ambos de cera), pó de cal (uma brutalidade, que poderia cegar as pessoas atingidas), vinagre, groselha ou vinho e até outros líquidos que estragavam roupas e sujavam ou tornavam mal-cheirosas as vítimas. Esta estupidez, porém, era tolerada pelo imperador Pedro II e foi praticada com entusiasmo, na Quinta da Boa Vista e em seus jardins, pela chamada nobreza&#8230; E foi livre até o aparecimento do lança-perfume, já no século XX, assim como do confete e da serpentina, trazidos da Europa. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">O Zé-Pereira. Em todo o Brasil, mas sobretudo no Rio de Janeiro, havia o costume de se prestar homenagem galhofeira a notórios tipos populares de cada cidade ou vila do país durante os festejos de Momo. O mais famoso tipo carioca foi um sapateiro português, chamado José Nogueira de Azevedo Paredes. Segundo o historiador Vieira Fazenda, foi ele o introdutor, em 1846, do hábito de animar a folia ao som de zabumbas e tambores, em passeatas pelas ruas, como se fazia em sua terra. O zé-pereira cresceu de fama no fim do século XIX, quando o ator Vasques elogiou a barulhada encenando a comédia carnavalesca O Zé-Pereira, na qual propagava os versos que o zabumba cantava anualmente: E viva o Zé-Pereira/Pois que a ninguém faz mal./Viva a pagodeira/dos dias de Carnaval! A peça não passava de uma paródia de Les Pompiers de Nanterre, encenada em 1896. No início do século XX, por volta da segunda década, a percussão do zé-pereira cedeu a vez a outros instrumentos como o pandeiro, o tamborim, o reco-reco, a cuíca, o triângulo e as &#8220;frigideiras&#8221;. </span></span></span></p>
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		<title>Carnaval: história e atualidade (I)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 03:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carnaval no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Festa popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.fundacaocultural.ba.gov.br/04/revista%20da%20bahia/Imagens/rb%2038%20Aula%20de%20Frevo.jpg" alt="http://www.fundacaocultural.ba.gov.br/04/revista%20da%20bahia/Imagens/rb%2038%20Aula%20de%20Frevo.jpg" width="600" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.fundasantos.org.br/e107_images/newspost_images/carnaval...quem_lembra.jpg" alt="http://www.fundasantos.org.br/e107_images/newspost_images/carnaval...quem_lembra.jpg" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: medium;">Festa popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo o território nacional. </span></strong></span></span></p>
<p style="text-align: left;">
<img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1745gr5s9p52_b" alt="" width="200" height="200" /><br />
<span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: medium;">Conceito e origem.</span></strong></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"> O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">O termo carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como carnem levare ou carnelevarium, palavra dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">A própria origem do carnaval é obscura. É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida. </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: medium;">Período de duração.</span></strong></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"> Os dias exatos do início e fim da estação carnavalesca variam de acordo com as tradições nacionais e locais, e têm-se alterado no tempo. Assim, em Munique e na Baviera (Alemanha), ela começa na festa da Epifania, 6 de janeiro (dia dos Reis Magos), enquanto em Colônia e na Renânia, também na Alemanha, o carnaval começa às </span></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">11h11</span></span></span><span style="font-family: arial;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">min do dia 11 de novembro (undécimo mês do ano). Na França, a celebração se restringe à terça-feira gorda e à mi-carême, quinta-feira da terceira semana da Quaresma. Nos Estados Unidos, festeja-se o carnaval principalmente de 6 de janeiro à terça-feira gorda (mardi-gras em francês, idioma dos primeiros colonizadores de Nova Orleans, na Louisiana), enquanto na Espanha a quarta-feira de cinzas se inclui no período momesco, como lembrança de uma fase em que esse dia não fazia parte da Quaresma. No Brasil, até a década de 1940, sobretudo no Rio de Janeiro, as festas pré-carnavalescas se iniciavam em outubro, na comemoração de N. Sra. da Penha, crescia durante a passagem de ano e atingia o auge nos quatro dias anteriores às Cinzas — sábado, domingo, segunda e terça-feira gorda. Hoje em dia, tanto em Recife (Pernambuco), quanto em Salvador (Bahia), o carnaval inclui a quarta-feira de cinzas e dias subseqüentes, chegando, por vezes, a incluir o sábado de Aleluia. </span></span></span></p>
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		<title>Carnaval de Veneza encanta turistas</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Veneza]]></category>

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		<description><![CDATA[Os foliões seguem tradições antigas de quando o samba nem tinha sido inventado. Na Europa já é carnaval, pelo menos em Veneza, onde os turistas festejam durante dez dias. A festa é um luxo, as fantasias são exuberantes, até cachorrinhos ajudam a compor o visual. Os turistas também capricham na maquiagem e nas máscaras. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://formatohibrido.zip.net/images/veneza.jpg" alt="http://formatohibrido.zip.net/images/veneza.jpg" /></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Os foliões seguem tradições antigas de quando o samba nem tinha sido inventado.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na Europa já é carnaval, pelo menos em Veneza, onde os turistas festejam durante dez dias. A festa é um luxo, as fantasias são exuberantes, até cachorrinhos ajudam a compor o visual. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os turistas também capricham na maquiagem e nas máscaras. Os bailes de carnaval acontecem dentro dos palácios venezianos, alguns do século doze. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A arquitetura, as roupas e até a música dão a sensação de uma viagem à outra época. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os turistas gostam dessa brincadeira e a cidade fatura alto. Só o ingresso para o baile custa 250 euros, cerca de 640 reais. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quem não pode pagar, brinca o carnaval na famosa Praça San Marcos ou nos canais de Veneza.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Jornal Hoje</span></strong></p>
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		<title>Em Bonito (MS), Carnaval dá lugar aos esportes radicais</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bonito]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>

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		<description><![CDATA[Natureza exuberante, cachoeiras de água cristalina e espécies raras de peixes, aves e mamíferos fazem de Bonito, no Mato Grosso do Sul, (www.portalpublicobonitoms.com.br) um dos paraísos ecológicos mais procurados por visitantes do mundo todo (veja pacotes para Bonito). O entorno da cidade, que curiosamente tem nome derivado de Fazenda Rincão Bonito, guarda santuários como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title=" Peixes no rio Olho D'Água, em Bonito, no Mato Grosso do Sul" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_16922rsmbd6_b" alt="Peixes no rio Olho D'Água, em Bonito, no Mato Grosso do Sul" width="550" height="413" /><p class="wp-caption-text"> Peixes no rio Olho D&#39;Água, em Bonito, no Mato Grosso do Sul</p></div>
<p><span style="font-size: medium;">Natureza exuberante, cachoeiras de água cristalina e espécies raras de peixes, aves e mamíferos fazem de Bonito, no Mato Grosso do Sul, (</span><a href="http://www.portalpublicobonitoms.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.portalpublicobonitoms.com.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">) um dos paraísos ecológicos mais procurados por visitantes do mundo todo (</span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u690962.shtml"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">veja pacotes para Bonito</span></span></a><span style="font-size: medium;">). </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O entorno da cidade, que curiosamente tem nome derivado de Fazenda Rincão Bonito, guarda santuários como o Aquário Natural, a gruta do Lago Azul e rios como o da Prata. Por ali, o Carnaval costuma se resumir à apresentação de algumas bandas no centrinho de Bonito. A melhor pedida é mesmo curtir a natureza. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Quem gosta de esportes radicais pode fazer rapel na cachoeira Boca da Onça, com cerca de </span><span style="font-size: medium;">156 m</span><span style="font-size: medium;"> de altura. Outra boa opção para os aventureiros é flutuar no rio Sucuri, cujas águas estão entre as mais claras da região. A sensação de nadar entre cardumes coloridos e a vegetação aquática é única. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">As piscinas naturais, que se formam à beira do rio Formoso, guardam piraputangas, curimbas e dourados, além de muitas cachoeiras. Imperdível. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Antes de visitar cavernas e cachoeiras, atenção: é preciso fazer reservas e respeitar os horários de visita. Bonito tem turismo controlado para evitar danos às riquezas locais. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Passar o Carnaval em Bonito (MS) custa a partir de R$ 1.556 com aéreo </span></strong></p>
<p><span style="font-size: medium;">Veja abaixo pacotes para Bonito (MS). </span></p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1693dh5whxdf_b" alt="Fenda na rocha do abismo Anhumas, que fica a 22 quilômetros de Bonito (MS)" width="444" height="296" /> <strong><span style="font-size: small;">Fenda na rocha do abismo Anhumas, que fica a </span></strong><strong><span style="font-size: small;">22 quilômetros</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> de Bonito (MS)</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">PREÇO POR PESSOA </span></strong><strong><span style="font-size: medium;">EM APARTAMENTO DUPLO</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">COM AÉREO</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$1.556</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Três noites no Cabanas Hotel, com café da manhã. Na MGM: 0/ xx/11/3266-3844; </span><a href="http://www.mgmoperadora.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.mgmoperadora.com.br</span></span></a></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$ 2.280</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Quatro noites na pousada Gira Sol, com café. Inclui visitas à gruta do lago Azul e mergulho no rio da Prata, entre outros. Na Pisa Trekking: 0/xx/11/5052-4085; </span><a href="http://www.pisa.tur.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.pisa.tur.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$ 2.588</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Quatro noites no Wetiga Hotel em apartamento luxo, com café. Inclui passeios à gruta do lago Azul e à estância Mimosa, entre outros. Na Freeway: 0/xx/11/ </span><span style="font-size: medium;">5088-0999</span><span style="font-size: medium;">; </span><a href="http://www.freeway.tur.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.freeway.tur.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$ 3.720</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Pacote de sete noites- no Indaiá Park Hotel, </span><span style="font-size: medium;">em Campo Grande</span><span style="font-size: medium;"> e no Wetiga Hotel, </span><span style="font-size: medium;">em Bonito. Inclui</span><span style="font-size: medium;"> visitas à gruta do lago Azul e passeio no buraco das Araras, entre outros. Na Adventure Club: 0/xx/11/5573-4142; </span><a href="http://www.adventureclub.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.adventureclub.com.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$ 3.808</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Quatro noites na pousada Marruá, com café da manhã. Inclui passeios à gruta Azul e prática de boia-cross, entre outros. Na Flot: 0/xx/11/4504-4544; </span><a href="http://www.flot.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.flot.com.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Folha de S.Paulo</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></p>
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		<title>Turbinar seios às pressas para sambar no carnaval não dá certo, alerta cirurgião</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 12:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Silicone]]></category>

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		<description><![CDATA[Com prótese recém-colocada, foliona só pode ficar na arquibancada. Grandes lipoaspirações também não devem ser feitas em cima da hora. Não há época mais disputada que o Carnaval para mostrar efeitos de cirurgias estéticas, como seios maiores e barrigas de “tanquinho”. A ex-aluna da Uniban Geisy Arruda, por exemplo, tirou cinco litros de gordura em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,35890215-EX,00.jpg"><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1675d6ssz4ds_b" alt="Foto: Sidnei Parraro/G1" width="270" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Sidnei Parraro/G1</p></div>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Com prótese recém-colocada, foliona só pode ficar na arquibancada. </span></strong><br />
<strong><span style="font-size: medium;">Grandes lipoaspirações também não devem ser feitas em cima da hora.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Não há época mais disputada que o Carnaval para mostrar efeitos de cirurgias estéticas, como seios maiores e barrigas de “tanquinho”. A ex-aluna da Uniban Geisy Arruda, por exemplo, tirou cinco litros de gordura em uma lipoaspiração e implantou próteses de silicone (veja vídeo ao lado). Vai desfilar nas escolas Porto da Pedra e Gaviões da Fiel. </span></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,35890215-EX,00.jpg"> </a><br />
<span style="font-size: small;">Quem quiser seguir os passos de Geisy, contudo, vai ter que esperar </span><span style="font-size: small;">2011. A</span><span style="font-size: small;"> hora de fazer grandes transformações já passou para quem quer cair no samba, avisa o cirurgião plástico Marcelo Wulkan, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,35890215-EX,00.jpg"> </a></p>
<p><span style="font-size: small;">Para entrar com as curvas perfeitas na passarela em </span><span style="font-size: small;">2010, a</span><span style="font-size: small;"> modelo Ângela Bismarchi fez sua décima segunda cirurgia plástica. Na foto, desfila pelo Salgueiro em 2009. (Foto: Sidnei Parraro/G1) </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Barriga</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Das cirurgias mais comuns, a lipoaspiração é a que exige maior tempo de recuperação, explica o médico. Nesse caso, só pode “entrar na faca” agora quem quiser passar o carnaval em casa, descansando. “A lipoaspiração pode deixar equimoses [manchas roxas], e no pós-operatório a pessoa pode ficar mais inchada do que antes da cirurgia.” </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para quem vai</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">à praia os cuidados também devem ser redobrados durante o pós-operatório. “O sol pode causar manchas definitivas. Além disso, o calor deixa o corpo mais inchado, tornando a recuperação mais demorada. O ideal é esperar de um a dois meses antes de usar o biquini.”, conta Wulkan. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com o cirurgião, apenas as pequenas retiradas de gordura podem ser feitas em cima da hora, pois não deixam grandes marcas. “São cirurgias em que se tira cem, duzentos mililitros de pessoas magras, que já têm um corpo legal.”</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Seios</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">O implante de silicone nos seios pode até ser feito por quem vai cair na folia,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">mas a pessoa vai ter que assistir a festa da arquibancada, especialmente se a prótese de silicone for grande. “O resultado desse tipo de cirurgia é praticamente imediato. No dia seguinte já pode sair de casa, mas não pode fazer danças muito fortes, balançar muito, pois a mama está se adaptando ao novo formato. Ir para a passarela, só um mês após a cirurgia.”</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Rugas</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Mas nem todas as “recauchutagens” estão proibidas nesta época, conta o cirurgião plástico. Aplicações de botox, substância usada para retirar marcas de expressão, não exigem recuperação e podem ser feitas a qualquer momento. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Outra pequena intervenção permitida para quem deixa tudo para a última hora é o uso do ácido hialurônico. “Ele preenche</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">sulcos, aumenta o lábio, aumenta o volume da bochecha. Se faz em consultório mesmo, não tem período de recuperação”,</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">conta o médico.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Iberê Thenório</span></strong> <strong><span style="font-size: small;">Do G1, </span></strong><strong><span style="font-size: small;">em São Paulo</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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