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	<title>Blog de Maurílio &#187; Câncer</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Novo tratamento contra câncer de mama limita radioterapia a uma sessão</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 20:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Quimioterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Espécie de &#8216;bola de gude&#8217; é introduzida onde havia tumor e emite radiação. Resultados de teste, realizado por dez anos, serão apresentados em junho. Um tratamento pioneiro para o câncer de mama, que permite reduzir a radioterapia a uma sessão de meia hora, está dando bons resultados nos testes com pacientes, indicam médicos do University [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.larazon.es/images/uploads/image/filename/187484/c617x266_cancermama.jpg?1269850751" alt="http://www.larazon.es/images/uploads/image/filename/187484/c617x266_cancermama.jpg?1269850751" /></p>
<p><strong>Espécie de &#8216;bola de gude&#8217; é introduzida onde havia tumor e emite radiação.<br />
Resultados de teste, realizado por dez anos, serão apresentados em junho.</strong></p>
<p>Um tratamento pioneiro para o câncer de mama, que permite reduzir a radioterapia a uma sessão de meia hora, está dando bons resultados nos testes com pacientes, indicam médicos do University College de Londres.</p>
<p>O tratamento, utilizado após a extração do tumor em casos nos quais o câncer não está em fase avançada, mata as células cancerígenas que podem ficar com uma emissão concentrada de radiação.</p>
<hr /><strong>Aparelho custa mais de R$ 800 mil </strong></p>
<hr />Atualmente, as mulheres com câncer de mama se submetem a cinco sessões de radioterapia que duram por volta de seis semanas depois da cirurgia, que conserva a maior parte do peito, ao contrário da mastectomia.</p>
<hr /><strong>De 77 pacientes que participam de testes clínicos, 2 voltaram a ter câncer de mama no mesmo local </strong></p>
<hr />Os médicos confiam que, assim que forem publicados os resultados dos testes no final deste ano, seja possível oferecer um só tratamento de radiação (conhecido pela sigla em inglês como IORT). É o que ressalta a equipe de pesquisadores liderada pelo oncologista Michael Baum, cujos estudos são publicados nesta segunda-feira (29) pelo jornal &#8220;The Times&#8221;.</p>
<p>O procedimento consiste na introdução de um aparelho esférico &#8211; do tamanho de uma bola de gude &#8211; na área onde estava o tumor, por meio da incisão criada durante a operação.</p>
<p>O aparelho propaga uma dose constante de radiação ao redor do leito tumoral, de acordo com os médicos.</p>
<p>Segundo o &#8220;The Times&#8221;, os resultados do teste, que levou dez anos, serão apresentados em junho na conferência da Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Chicago (EUA).</p>
<p>Os pesquisadores esperam mostrar que o IORT é seguro e efetivo como as sessões convencionais de radioterapia.</p>
<p>Até o momento, na terceira fase dos testes clínicos participaram 77 pacientes no Reino Unido, Alemanha e Austrália.</p>
<p>Dessas mulheres, apenas duas &#8211; de idade média de 66 anos &#8211; voltaram a ter câncer de mama no mesmo local.</p>
<p>O oncologista afirmou que o aparelho custa em torno de 300 mil libras (mais de R$ 800 mil) e é portátil. Por isso, seu acesso pode ser oferecido a mulheres que vivem longe das unidades de radioterapia, sobretudo no mundo em desenvolvimento.</p>
<p>Da EFE</p>
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		<title>Júri nos EUA concede US$ 26,6 mi à viúva de fumante morto por câncer</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Viúva]]></category>

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		<description><![CDATA[Culpa pela morte foi dividida pelo júri entre duas fabricantes de cigarro e o próprio fumante Um júri do estado norte-americano da Flórida condenou na quarta-feira, 24, as empresas R.J. Reynolds e Philip Morris a pagarem indenização de US$ 26,6 milhões à viúva de um fumante morto por câncer no pulmão, em mais um veredicto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Arquivo/AE  Milhares de processos de indenização ainda tramitam na Justiça dos Estados Unidos" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2089f9fwc2sc_b" alt="Arquivo/AE" width="300" height="255" /><p class="wp-caption-text">Milhares de processos de indenização ainda tramitam na Justiça dos Estados Unidos - Foto: Arquivo/AE  </p></div>
<p><strong>Culpa pela morte foi dividida pelo júri entre duas fabricantes de cigarro e o próprio fumante</strong></p>
<p>Um júri do estado norte-americano da Flórida condenou na quarta-feira, 24, as empresas R.J. Reynolds e Philip Morris a pagarem indenização de US$ 26,6 milhões à viúva de um fumante morto por câncer no pulmão, em mais um veredicto contra fabricantes de cigarros. O veredicto do júri da corte do Condado Broward, em Fort Lauderdale, beneficia Robin Cohen, cujo marido, Nathan, morreu em 1994, aos 68 anos.</p>
<p>O júri concedeu uma indenização compensatória de US$ 10 milhões e dividiu a culpa pela morte de Nathan Cohen igualmente entre a Philip Morris (subsidiária do grupo Altria), a R.J. Reynolds, subsidiária da Reynolds American, e o próprio Cohen.</p>
<p>Mas o júri também determinou US$ 20 milhões em indenizações punitivas, sendo 10 milhões de cada fábrica, o que eleva o total a US$ 26,6 milhões, ou US$ 13,3 milhões de cada empresa, caso o veredicto seja mantido após o recurso.</p>
<p>A Philip Morris disse que vai recorrer, entendendo que o tribunal abandonou o princípio de que o ônus da prova cabe ao acusador. A R.J. Reynolds não se pronunciou, mas no passado anunciou que recorreria de sentenças adversas nos ditos casos da &#8220;prole Engle&#8221;.</p>
<p>Esses casos derivam do histórico processo intitulado Engle versus R.J. Reynolds, aberto em 1994. Em 2000, um júri da Flórida aceitou a tese de que o tabaco causa câncer de pulmão e outras doenças, e determinou que as empresas do setor pagassem US$ 145 bilhões em indenizações a fumantes doentes.</p>
<p>Em 2006, a Suprema Corte da Flórida revogou a indenização e cancelou o processo coletivo que envolvia cerca de 700 mil fumantes da Flórida. Processos individuais, no entanto, foram mantidos, e milhares deles tramitam na Justiça dos EUA.</p>
<p>Nos últimos 13 meses, os chamados casos da &#8220;prole Engle&#8221; resultaram em 13 veredictos, sendo que em 11 casos (inclusive o de Cohen) a vitória foi dos autores das ações, segundo Edward Sweda, advogado do Projeto de Responsabilização dos Produtos do Tabaco.</p>
<p>&#8220;Antevemos ainda mais vitórias para os autores de ações nesses processos da Flórida nas próximas semanas e meses&#8221;, disse ele.</p>
<p>Um porta-voz da Philip Morris disse que todos os processos levados a julgamento desde a decisão da Suprema Corte da Flórida despertam a mesma dúvida constitucional, já que os tribunais permitiram que as conclusões de um júri anterior isentem os autores dos processos do ônus da prova.</p>
<p>Reuters</p>
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		<title>Droga faz câncer envelhecer e morrer</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/droga-faz-cancer-envelhecer-e-morrer/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 16:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores testam medicamento que impede a multiplicação das células de tumor; estudo em humanos ainda está em fase inicial cancerígenas a envelhecer e morrer está em fase inicial de testes em seres humanos. A pesquisa foi destaque na edição mais recente da revista Nature e promete ser mais uma arma no arsenal contra o câncer. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Esta imagem, captada pelo Instituto de Pesquisa para o Câncer da Grã-Bretanha, mostra uma célula cancerígena em movimento.  Foto: Anne Weston" src="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/838_ciencia/485419_c7300.jpg" alt="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/838_ciencia/485419_c7300.jpg" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagem captada pelo Instituto de Pesquisa para o Câncer da Grã-Bretanha, mostra uma célula cancerígena em movimento.  Foto: Anne Weston</p></div>
<p>Pesquisadores testam medicamento que impede a multiplicação das células de tumor; estudo em humanos ainda está em fase inicial</p>
<p>cancerígenas a envelhecer e morrer está em fase inicial de testes em seres humanos. A pesquisa foi destaque na edição mais recente da revista Nature e promete ser mais uma arma no arsenal contra o câncer.</p>
<p>A capacidade de se dividir indefinidamente permite às células tumorais crescer e se espalhar pelo corpo. Mas, de acordo com estudos realizados em ratos, o bloqueio de um gene chamado Skp2 forçou essas células a iniciar um processo de envelhecimento conhecido como senescência. Esse processo ocorre, por exemplo, quando o corpo tenta se livrar de células da pele danificadas pela exposição excessiva ao sol.</p>
<p>&#8220;Se você bloqueia o Skp2 em células cancerígenas, o processo de envelhecimento é desencadeado&#8221;, explica Pier Paolo Pandolfi, da Harvard Medical School, nos Estados Unidos. &#8220;Descobrimos que se você danifica as células, elas ficam irreversivelmente impedidas de crescer. E a droga experimental MLN4924 parece ter o poder de fazer exatamente isso&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p>O medicamento, que está sendo desenvolvido pela Takeda Pharmaceutical, está na primeira fase de testes clínicos em seres humanos. Essa etapa abrange um pequeno grupo de voluntários e busca avaliar os principais efeitos colaterais e definir a dosagem segura.</p>
<p>A equipe usou para o estudo ratos geneticamente modificados que desenvolveram uma forma de câncer de próstata. Em alguns deles, os cientistas tornaram inativo o gene Skp2. Quando o rato atingiu seis meses de vida, eles descobriram que os portadores de Skp2 inativo não desenvolveram tumores, ao contrário dos outros ratos da pesquisa. Ao analisar os tecidos de nódulos linfáticos e da próstata, descobriram que muitas células tinham começado a envelhecer e notaram uma lentidão na divisão de células. Já nos ratos com a função normal do Skp2 isso não aconteceu.</p>
<p>Os cientistas obtiveram efeito semelhante quando usaram a droga MLN4924 no bloqueio do Skp2 em culturas de laboratório de células de câncer da próstata.</p>
<p>Alternativas. Há diversas linhas de pesquisa que buscam combater o câncer por meio do nocaute de genes essenciais ao crescimento e à sobrevivência das células tumorais, afirma a coordenadora do setor de Oncologia Clínica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Maria del Pilar Estevez Diz. &#8220;Há por exemplo uma linha grande de inibidores da angiogênese, moléculas que afetam os vasos responsáveis pelo aporte sanguíneo do tumor&#8221;, explica.</p>
<p>Como há diversos tipos diferentes de câncer e nenhuma droga é eficaz contra todos eles, diz Maria del Pilar, é preciso explorar novas vias de ação. &#8220;Ainda é cedo para saber se essa estratégia é mais ou menos promissora do que as já conhecidas e contra quais tipos de tumor ela será eficaz, mas é um novo caminho que se abre no combate à doença.&#8221;<br />
PARA ENTENDER</p>
<p>1.Como foi conduzida a experiência?</p>
<p>Os cientistas alteraram geneticamente alguns ratos, que desenvolveram uma forma de câncer de próstata. Observaram que, ao chegarem aos 6 meses de idade, os ratos que tiveram o gene Skp2 desativado não desenvolviam tumores. Quando analisaram os tecidos dos gânglios linfáticos e a próstata, descobriram que muitas células tinham envelhecido e que havia uma baixa taxa de divisão celular.</p>
<p>2.O processo afetou outras células?<br />
Não. Esse processo de envelhecimento ficou restrito às células cancerígenas.</p>
<p>Com Reuters</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mulheres morrem mais de crises cardíacas, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque Cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Coração]]></category>

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		<description><![CDATA[Elas não fazem tantos exames quanto os homens. Pesquisa foi feita na França com 3 mil pessoas. As mulheres morrem mais de crises cardíacas, porque raramente se beneficiam das análises e tratamentos aplicados rotineiramente aos homens, segundo um estudo francês divulgado nesta terça-feira (16) nos Estados Unidos. A pesquisa &#8211; realizada com 3 mil mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.abril.com.br/imagem/ataque-cardiaco-homem-436.jpg" alt="http://www.abril.com.br/imagem/ataque-cardiaco-homem-436.jpg" /></p>
<p><strong>Elas não fazem tantos exames quanto os homens.<br />
Pesquisa foi feita na França com 3 mil pessoas.</strong></p>
<p>As mulheres morrem mais de crises cardíacas, porque raramente se beneficiam das análises e tratamentos aplicados rotineiramente aos homens, segundo um estudo francês divulgado nesta terça-feira (16) nos Estados Unidos.</p>
<p>A pesquisa &#8211; realizada com 3 mil mulheres que tinham sofrido crise cardíaca na região francesa de Franche-Comte em 2006 e 2007 &#8211; descobriu que poucas vezes essas mulheres realizavam angiografia para estudar os vasos sanguíneos. Também não realizavam angioplastia, que implica em dilatar uma artéria coronária por meio de um pequeno stent que é inserido para manter a artéria aberta.</p>
<p>Os autores concluíram que as mulheres têm duas vezes mais riscos de morrer de infarto que os homens nos 30 dias posteriores a um ataque cardíaco.</p>
<p>&#8220;Isso sugere que poderíamos reduzir a mortalidade entre as pacientes mulheres usando procedimentos mais invasivos&#8221;, declarou François Schiele, chefe de cardiologia da Universidade Hospital de Besancon, na conferência anual do American College of Cardiology, em Atlanta.</p>
<p>&#8220;Se não existirem contraindicações evidentes, as mulheres deveriam ser tratadas com todas as estratégias recomendadas, inclusive as mais invasivas&#8221;, completou.</p>
<p>Da France Presse</p>
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		<title>Princípio ativo da vitamina B6 reduz risco de câncer de cólon</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 11:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Vitaminas]]></category>

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		<description><![CDATA[O fosfato de piridoxal, princípio ativo de uma enzima contida na vitamina B6, parece ter um papel benéfico na prevenção do câncer de cólon, segundo um estudo publicado na edição desta terça-feira do &#8220;Journal of the American Medical Association&#8221; (&#8220;Jama&#8221;, jornal da Associação Médica Americana), dedicada ao câncer. A pesquisa sintentiza outros 13 estudos americanos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/ff/Pyridoxine_structure_ver2.svg"><img title="Fórmula da Vitamina B6" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/ff/Pyridoxine_structure_ver2.svg/750px-Pyridoxine_structure_ver2.svg.png" alt="Ficheiro:Pyridoxine structure ver2.svg" width="500" /></a><p class="wp-caption-text">Fórmula da Vitamina B6</p></div>
<p>O fosfato de piridoxal, princípio ativo de uma enzima contida na vitamina B6, parece ter um papel benéfico na prevenção do câncer de cólon, segundo um estudo publicado na edição desta terça-feira do &#8220;Journal of the American Medical Association&#8221; (&#8220;Jama&#8221;, jornal da Associação Médica Americana), dedicada ao câncer.</p>
<p>A pesquisa sintentiza outros 13 estudos americanos, europeus e asiáticos feitos entre 2002 e 2009.</p>
<p>O resultado é que um aumento do nível de fosfato de piridoxal, o princípio ativo da vitamina B6, tem um efeito no sangue que protege contra o câncer de cólon.</p>
<p>&#8220;As conclusões desta meta-análise mostram que um aumento no nível do fosfato de piridoxal está associado a uma redução do risco de câncer colo-retal&#8221;, explicou uma das autoras da pesquisa, Susanna Larsson, do National Institute of Environmental Medicine de Estocolmo.</p>
<p>&#8220;O risco de câncer de cólon diminui 49% a cada aumento da taxa de fosfato de piridoxal no sangue numa proporção de 100-pmol/ml&#8221;, destacou o estudo.</p>
<p>Os resultados são mais heterogêneos sobre as pesquisas que analisam unicamente a ingestão de vitamina B6. Os autores estimam que estes estudos podem levar a distorções, já que os indivíduos que tomam vitamina B6 tendem a ser pessoas que já têm um estilo de vida saudável, livres de álcool, cigarros e que fazem exercícios.</p>
<p>Uma parte dos estudos que compara o consumo de doses baixas e altas de vitamina B6 mostram, no entanto, &#8220;uma redução estatisticamente significativa de 21% no risco de câncer de cólon&#8221;, indicam os autores.</p>
<p>A vitamina B6 é encontrada nos cereais, na carne, no frango e no peixe, bem como em algumas frutas, como banana e abacate.</p>
<p>Nos Estados Unidos, segundo o &#8220;Jama&#8221;, 20% dos homens e 40% das mulheres com mais de 50 anos têm carência de vitamina B6.</p>
<p>da France Presse</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Chá de papaia possui alto poder anticancerígeno, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Chá de Papaia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa utilizou extrato de folhas de mamão papaya. (Foto: Vasant Dave/stock.xchng) Estudo mostrou que substância reduz crescimento de tumores. Extrato do mamão praticamente não tem efeitos tóxicos. O chá do extrato de e folha de papaia contém propriedades que combatem com grande poder os vários tipos de câncer e não deixa sequelas de nenhuma toxidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="Pesquisa utilizou extrato de folhas de mamão papaya. (Foto: Vasant Dave/stock.xchng) " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1975gbxv8cdn_b" alt="Foto: Vasant Dave/stock.xchng" width="595" height="424" /></dt>
<dd>Pesquisa utilizou extrato de folhas de mamão papaya. (Foto: Vasant Dave/stock.xchng) </dd>
</dl>
</div>
<p><strong>Estudo mostrou que substância reduz crescimento de tumores.<br />
Extrato do mamão praticamente não tem efeitos tóxicos.</strong></p>
<p>O chá do extrato de e folha de papaia contém propriedades que combatem com grande poder os vários tipos de câncer e não deixa sequelas de nenhuma toxidade, como ocorre com outras terapias, segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida (UF) divulgada nesta terça-feira (9).</p>
<p>O pesquisador Nam Dang da UF e um grupo de cientistas japoneses documentaram os poderosos efeitos anticancerígenos da papaia sobre o câncer de útero, de mama, fígado, pulmão e pâncreas, através de testes em laboratório com uma ampla variedade de tumores.</p>
<p>Os pesquisadores utilizaram um extrato de folhas secas de papaia e os efeitos anticancerígenos eram mais fortes quando as células recebiam maiores doses de chá, disse a UF.</p>
<p>Pela primeira vez, um estudo comprovou que o extrato de folha de papaia estimula a produção de moléculas essenciais do tipo citoquinas Th1.</p>
<p>Esta regulação do sistema imunológico, junto ao combate direto do tumor em vários tipos de câncer, sugerem possíveis estratégias terapêuticas utilizadas pelo sistema imunológico para combater o câncer, acrescentou a Universidade.</p>
<p>Além disso, o fato de o extrato de papaia não possuir nenhum efeito tóxico nas células normais evita uma consequência devastadora comum em muitas terapias anticancerígenas, indicou.</p>
<p>Os cientistas utilizaram dez tipos diferentes de células cancerígenas e as expuseram a quatro graus de concentração de extrato de papaia durante 24 horas, medindo seus efeitos após esse tempo.</p>
<p>A concentração reduziu o crescimento dos tumores em todos os cultivos, segundo o estudo. A pesquisa também foi publicada na edição de fevereiro do Jornal de Etnofarmacologia, informou a UF.</p>
<p>Da France Presse</p>
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		<title>Cigarro é vilão em 95% dos casos de câncer de cabeça e pescoço, diz Icesp</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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		<description><![CDATA[Cerca de 95% dos pacientes que desenvolvem tumores de cabeça e pescoço tem histórico de tabagismo ou são fumantes ativos. O dado é alarmante, segundo o setor de oncologia clínica do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), responsável pelo levantamento. O estudo foi realizado com 327 pacientes tratados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://comuniquec.files.wordpress.com/2009/10/cigarro-maleficios-010408.jpg?w=480&amp;h=342" alt="http://comuniquec.files.wordpress.com/2009/10/cigarro-maleficios-010408.jpg?w=480&amp;h=342" /></p>
<p>Cerca de 95% dos pacientes que desenvolvem tumores de cabeça e pescoço tem histórico de tabagismo ou são fumantes ativos. O dado é alarmante, segundo o setor de oncologia clínica do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), responsável pelo levantamento.</p>
<p>O estudo foi realizado com 327 pacientes tratados na especialidade de cabeça e pescoço do setor de oncologia e divulgado nesta terça-feira. A pesquisa revelou, também, que os homens são os mais atingidos pelos tumores nessa região, representando aproximadamente 90% dos pacientes atendidos.</p>
<p>Outro dado apurado foi que em 60% das pessoas atendidas, as neoplasias (tumores) estão localizadas na boca ou na faringe, o que também pode estar vinculado ao cigarro. &#8220;Outros fatores de risco importantes são o etilismo (consumo de bebidas alcoólicas em excesso) e infecção por papilomavírus humano (HPV)&#8221;, informou o oncologista clínico do Icesp Gilberto Castro, por meio de assessoria.</p>
<p>O Icesp, que é ligado à Secretaria de Estado da Saúde, recebe semanalmente de cinco a dez novos casos de câncer na região da cabeça e pescoço. O número é considerado alto pelo especialista. Apesar desses tumores poderem ser diagnosticados precocemente, por estarem em locais visíveis, a maioria dos pacientes descobre a doença em estágio avançado, segundo o órgão.</p>
<p>Prevenção</p>
<p>Segundo o Icesp, alguns dos sintomas manifestados por esses tipos de cânceres podem ser manchas brancas na boca, dor, lesão ulcerada ou com sangramento e cicatrização demorada, nódulo no pescoço presente por mais de duas semanas, mudanças na voz ou rouquidão persistente e dificuldade para engolir.</p>
<p>A doença pode ser evitada com medidas simples, como não fumar nem consumir bebidas alcoólicas em excesso e dar preferência aos alimentos pobres em gordura e ricos em fibras. De acordo com o Instituo, também é importante que as pessoas criem o hábito de examinar a boca diante do espelho à procura de caroços, aftas, manchas brancas e outros ferimentos. Além disso, cuidar da higiene bucal e visitar o dentista periodicamente ajudam a detectar precocemente um câncer.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Experiência com célula-tronco reverte envelhecimento em doença</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[WASHINGTON - Em um resultado surpreendente que pode ajudar na compreensão do câncer e do envelhecimento, pesquisadores que trabalham com um tipo alterado de célula-tronco disseram ter revertido o processo de envelhecimento associado a uma rara doença genética. A equipe do Children&#8217;s Hospital, de Boston, e do Instituto da Célula-Tronco de Harvard trabalhava com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/09/Induction_of_iPS_cells.svg"><img title="Um esquema de geração de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS). (1)As células doadoras são isoladas e cultivadas. (2)Transferem-se os genes das células-tronco associadas para as células doadoras por meio de vetores virais. As células vermelhas indicam as células que manifestam os genes exógenos. (3)As células cultivadas são colhidas de acordo com estratégias de cultivo de células-tronco, pela utilização de fibroblastos mitoticamente inativos (cor cinza claro) (4)Um pequeno subgrupo dessas células transfectadas tornam-se células-tronco pluripotente induzidas e a partir desse momento produzem colônias de células-tronco." src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/09/Induction_of_iPS_cells.svg/800px-Induction_of_iPS_cells.svg.png" alt="Ficheiro:Induction of iPS cells.svg" width="600" /></a><p class="wp-caption-text">Um esquema de geração de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS). (1)As células doadoras são isoladas e cultivadas. (2)Transferem-se os genes das células-tronco associadas para as células doadoras por meio de vetores virais. As células vermelhas indicam as células que manifestam os genes exógenos. (3)As células cultivadas são colhidas de acordo com estratégias de cultivo de células-tronco, pela utilização de fibroblastos mitoticamente inativos (cor cinza claro) (4)Um pequeno subgrupo dessas células transfectadas tornam-se células-tronco pluripotente induzidas e a partir desse momento produzem colônias de células-tronco.</p></div>
<p><span style="font-size: small;">WASHINGTON</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Em um resultado surpreendente que pode ajudar na compreensão do câncer e do envelhecimento, pesquisadores que trabalham com um tipo alterado de célula-tronco disseram ter revertido o processo de envelhecimento associado a uma rara doença genética. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A equipe do Children&#8217;s Hospital, de Boston, e do Instituto da Célula-Tronco de Harvard trabalhava com um novo tipo de célula chamada célula-tronco pluripotente induzida (ou iPS, na sigla em inglês), muito parecida com as células-tronco embrionárias, mas feitas com células cutâneas comuns. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Eles queriam estudar uma rara doença que causa envelhecimento precoce, a disceratose congênita, um distúrbio da medula óssea que provoca sintomas da velhice como cabelos brancos e unhas tortas, além de um risco mais elevado de câncer. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Raríssima, a doença costuma ser diagnosticada entre os 10 e 30 anos de idade. Em cerca de metade dos pacientes a medula óssea deixa de produzir sangue e células imunológicas de forma adequada. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Um dos benefícios das células-tronco e das células iPS é que os pesquisadores podem obtê-la de uma pessoa com uma doença para estudar a enfermidade </span><span style="font-size: small;">em laboratório. George Daley</span><span style="font-size: small;">, de Harvard, e seus colegas estavam produzindo células iPS de vítimas de disceratose congênita para estudar o problema. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mas, segundo relato na edição de quinta-feira da revista Nature, o próprio processo de fabricação das células iPS pareceu reverter um dos principais sintomas celulares da doença &#8211;a perda da telomerase, uma enzima que ajuda a manter os telômeros (as &#8220;pontas&#8221; no fim dos cromossomos que carregam o DNA). Quando o telômero se decompõe, a célula envelhece, o que leva a doenças e à morte. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">No câncer, no entanto, a telomerase parece ajudar as células tumorais a se tornarem imortais e a se replicarem descontroladamente. Alguns medicamentos experimentais contra o câncer atacam a telomerase. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Um gene chamado Terc ajuda a restaurar os telômeros, e a equipe de Daley disse que talvez as células tumorais usem o Terc para se tornarem imortais. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ao produzir células iPS e fazê-las crescerem em laboratório, a equipe de Daley descobriu que elas tinham o triplo de Terc do que as células doentes das quais foram obtidas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A mera transformação das células cutâneas em células iPS ajudava a restaurar os telômeros danificados, disse a equipe de Daley. Isso, na teoria, paralisa também um importante componente do processo de envelhecimento. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Não estamos dizendo que encontramos a fonte da juventude, mas o processo de criar células iPS recapitula parte da biologia que a nossa espécie usa para se rejuvenescer a cada geração&#8221;, disse Suneet Agarwal, colega de Daley, </span><span style="font-size: small;">em nota. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Tratamentos</span><span style="font-size: small;"> para restaurar o gene Terc podem ajudar pacientes com disceratose congênita, disse a equipe. Agarwal afirmou que a busca agora é por verbas para continuar os estudos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong><strong><span style="font-size: small;">REUTERS </span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Radioterapia mais curta também é eficaz contra câncer de mama</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 09:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>

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		<description><![CDATA[Para pesquisador, estudo vai alterar práticas médicas atuais. Conclusões estão em artigo no &#8216;New England Journal of Medicine&#8217;. Uma radioterapia intensiva durante três semanas é tão eficaz e segura entre mulheres com câncer de mama detectado precocemente quanto os tratamentos radiológicos habituais de cinco semanas, indicou um estudo clínico realizado no Canadá e publicado nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img title="A mamografia é realizada em um aparelho de raio X apropriado, onde a mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens. (Foto: Femama/Divulgação)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1768twkntxw3_b" alt="Foto: Femama/Divulgação" width="595" height="424" /><p class="wp-caption-text">A mamografia é realizada em um aparelho de raio X apropriado, onde a mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens. (Foto: Femama/Divulgação)</p></div>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Para pesquisador, estudo vai alterar práticas médicas atuais.</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: medium;">Conclusões estão em artigo no &#8216;New England Journal of Medicine&#8217;</span></strong><span style="font-size: large;">.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Uma radioterapia intensiva durante três semanas é tão eficaz e segura entre mulheres com câncer de mama detectado precocemente quanto os tratamentos radiológicos habituais de cinco semanas, indicou um estudo clínico realizado no Canadá e publicado nesta</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">semana nos Estados Unidos.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">As mulheres submetidas à radioterapia mais curta são expostas a um risco menor de reincidência do câncer até 12 anos depois do tratamento, além de sofrerem menos efeitos colaterais, explicou Tim Whelan, oncologista da Faculdade de Medicina da Universidade McMaster em Ontario (Canadá), o principal autor da pesquisa.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Acima de tudo, é tão eficaz quanto uma radioterapia padrão de cinco semanas, após a extirpação cirúrgica do tumor, acrescentou.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Whelan, a conclusão da pesquisa modificará as práticas médicas atuais para o tratamento do câncer de mama nos primeiros estágios da doença, tanto no Canadá quanto em toda a América do Norte e no mundo.</span><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os resultados</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">foram publicados no &#8220;New England Journal of Medicine&#8221; , e são objeto de apresentação na conferência da American Society for Therapeutic Radiology and Oncology.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Da France Presse</span></strong></p>
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		<title>Consumo de bebidas açucaradas é ligado ao câncer de pâncreas, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Pâncreas]]></category>

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		<description><![CDATA[Risco é maior para quem bebe suco diariamente, diz pesquisa. Cientistas, contudo, não descobriram como surge a doença. O consumo de bebidas açucaradas aumenta o risco de câncer de pâncreas, de acordo com um estudo norte-americano divulgado nesta segunda-feira (8). Os autores desta pesquisa estudaram os dados sobre consumo de bebidas açucaradas e sucos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Consumo" src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,36023963-EX,00.jpg" alt="Pesquisa descobriu que risco de câncer é mais alto entre pessoas que consomem pelo menos duas vezes por dia bebidas com adição de açúcar. (Foto: Pauls Wansen/Flickr - Creative Commons by-nd 2.0) " width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Pesquisa descobriu que risco de câncer é mais alto entre pessoas que consomem pelo menos duas vezes por dia bebidas com adição de açúcar. (Foto: Pauls Wansen/Flickr - Creative Commons by-nd 2.0) </p></div>
<p><strong><span style="font-size: large;">Risco é maior para quem bebe suco diariamente, diz pesquisa.</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: large;">Cientistas, contudo, não descobriram como surge a doença</span></strong><span style="font-size: large;">.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">O consumo de bebidas açucaradas aumenta o risco de câncer de pâncreas, de acordo com um estudo norte-americano divulgado nesta segunda-feira (8). </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os autores desta pesquisa estudaram os dados sobre consumo de bebidas açucaradas e sucos de frutas de 60.524 pessoas que participaram do estudo em Cingapura, conhecido como Singapore Chinese Health Study. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os pesquisadores identificaram os casos de câncer de pâncreas e as mortes relacionadas a essa doença em meio as pessoas submetidas ao acompanhamento. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Descobriram que o risco de câncer de pâncreas era mais alto entre os que consumiam pelo menos duas bebidas diárias com adição de açúcar do que entre os demais, segundo seus estudos divulgados na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Não se descobriu, no entanto, uma relação entre o consumo de sucos de frutas e o câncer de pâncreas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O estudo Singapore Chinese Health Study realiza há 14 anos um acompanhamento da dieta, das atividades físicas, da evolução demográfica e da saúde de 63.000 habitantes de Cingapura.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Da France Presse</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Enxaguante bucal favorece câncer de boca</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/02/enxaguante-bucal-favorece-cancer-de-boca/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Bucal]]></category>

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		<description><![CDATA[O uso de enxaguatórios bucais no Brasil cresceu 2.277% de 1992 a 2007, mostra um levantamento realizado pelo cirurgião-dentista Marco Antônio Manfredini, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), baseado em informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. De 2002 a 2007, o aumento foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Não essencial à higiene oral, enxaguante é indicado para pessoas com muitas cárie e doenças de gengiva e após cirurgias na boca" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1702dsttnqcx_b" alt="Não essencial à higiene oral, enxaguante é indicado para pessoas com muitas cárie e doenças de gengiva e após cirurgias na boca" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Não essencial à higiene oral, enxaguante é indicado para pessoas com muitas cárie e doenças de gengiva e após cirurgias na boca</p></div>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: small;">O uso de enxaguatórios bucais no Brasil cresceu 2.277% de </span><span style="font-size: small;">1992 a</span><span style="font-size: small;"> 2007, mostra um levantamento realizado pelo cirurgião-dentista Marco Antônio Manfredini, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), baseado em informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. De </span><span style="font-size: small;">2002 a</span><span style="font-size: small;"> 2007, o aumento foi de 190%. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para Manfredini, o incentivo ao consumo indiscriminado de enxaguatórios deve ser criticado. &#8220;Observamos um grande investimento na indução ao uso do produto. E é importante dizer que, ao contrário da pasta, d</span><span style="font-size: small;">a escova e do fio dental, o colutório não tem indicação universal. É preciso concentrar a utilização para casos específicos.&#8221; </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Além de não ser essencial à saúde oral, o uso frequente de enxaguatórios bucais com álcool aumenta os riscos de câncer de boca e da faringe.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Uma revisão científica publicada no fim de 2008 na revista da Academia Dental Australiana compilou estudos do mundo todo que encontraram essa relação. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com os pesquisadores, há evidências suficientes para aceitar a ideia de que enxaguatórios bucais com álcool contribuem para aumentar a taxa de câncer oral. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Grande parte dos produtos comercializados no Brasil contém álcool. Um estudo brasileiro realizado com 309 pacientes e publicado no ano passado na &#8220;Revista de Saúde Pública&#8221; também encontrou a mesma associação. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Algumas marcas chegam a ter 26% de álcool, e há pessoas que usam todos os dias. Hoje existem produtos no mercado sem álcool, que devem ser os escolhidos&#8221;, diz o oncologista Luiz Paulo Kowalski, diretor do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital A. C. Camargo e um dos autores do trabalho. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), fabricantes são obrigados a informar na embalagem a presença de álcool na composição. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O álcool presente nos enxaguantes contribui para o aumento das taxas de câncer oral de forma similar às bebidas alcoólicas &#8211;e sabe-se que o álcool é o segundo fator de risco para a doença, depois do tabagismo, aumentando de cinco a nove vezes os riscos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Brinco que a pessoa bebe sem usufruir da parte boa da bebida. O produto tem álcool não porque é um antisséptico, mas porque é um veículo muito eficiente, industrialmente conveniente e muito barato. Por isso as versões sem álcool tendem a ser mais caras&#8221;, explica o dentista Alberto Consolaro, professor de patologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O álcool não é um agente causador de câncer isoladamente, mas uma enzima do organismo o transforma em acetaldeído, substância que pode alterar as células da boca e causar tumores na região. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;O problema é usar diariamente o produto, pois o dano constante não dá tempo de as células se repararem. O uso de enxaguatórios bucais [com álcool] precisa ser mais estudado, mas é algo parecido com o que ocorre com o cigarro: quanto mais exposição, maior o risco&#8221;, diz Kowalski. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Por isso, dentistas recomendam o uso do produto sem álcool, seja manipulado, seja de marca. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;O produto é um bom auxiliar na limpeza da boca, mas não deve conter álcool. As pessoas acham que um enxágue que queima a boca é melhor, mas produto bom não precisa dar essa sensação. A substância antisséptica não é o álcool&#8221;, diz Consolaro. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Indicações</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Dentistas recomendam o uso de enxaguatórios após cirurgias, raspagem de dente, casos de alta incidência de cárie, doenças da gengiva e para pessoas que não têm coordenação motora para realizar uma boa escovação. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para o restante da população, o uso é opcional, apesar de boa parte da publicidade desse tipo de produto sugerir que ele combate mau hálito. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Do ponto de vista da higiene bucal, não é necessário. Quem tem boa higiene bucal geralmente não tem halitose &#8211;e, se tiver, não será o enxaguatório que vai resolver o problema&#8221;, afirma Manfredini. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Especialistas ouvidos pela </span><strong><span style="font-size: small;">Folha</span></strong><span style="font-size: small;"> criticam a falta de controle desse tipo de produto por parte da vigilância sanitária. Os enxaguatórios são registrados como cosméticos na Anvisa, e fabricantes de produtos que não contêm flúor, ação antiplaca nem antisséptica não são obrigados a registrá-los &#8211;somente notificá-los à agência. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">JULLIANE SILVEIRA</span></strong><br />
<span style="font-size: x-small;">da </span><strong><span style="font-size: x-small;">Folha de S.Paulo</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mil pênis são amputados por ano no país devido a câncer, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 17:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao menos mil pênis são amputados por ano no Brasil em razão do câncer, revela levantamento da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), com base nos dados do DataSUS. A entidade iniciou ontem uma campanha de esclarecimento sobre a doença e a importância de o homem visitar um urologista em todas as fases da vida. Apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1679hjqwkscm_b" alt="" width="550" height="860" /></p>
<p><span style="font-size: small;">Ao menos mil pênis são amputados por ano no Brasil em razão do câncer, revela levantamento da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), com base nos dados do DataSUS. A entidade iniciou ontem uma campanha de esclarecimento sobre a doença e a importância de o homem visitar um urologista em todas as fases da vida. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Apesar de a maioria dos casos de tumor peniano se concentrar </span><span style="font-size: small;">em São Paulo</span><span style="font-size: small;"> (24,26%), os especialistas dizem que muitas das vítimas vêm das regiões Norte e Nordeste &#8211;que juntas respondem por mais de 50% dos registros. &#8220;Há mais casos </span><span style="font-size: small;">em São </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Paulo</span><span style="font-size: small;"> por causa da migração e da facilidade de registro de doença aqui&#8221;, diz o urologista Marcelo Wroclawski, do hospital Albert Einstein. </span></p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: small;">A doença, que soma 2% dos tumores em homens, atinge os que têm mais de 40 anos (81,6%), brancos, de baixa renda e não circuncidados. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;É uma doença que não precisaria existir, uma das mais evitáveis do mundo. Ela praticamente não ocorre nos EUA e na Europa. Nossos números estão compatíveis com os de países da África, do Egito. É uma vergonha&#8221;, afirma o urologista Aguinaldo Nardi, coordenador de campanhas públicas da SBU. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os primeiros sintomas do câncer peniano são pequenas feridas que demoram muito para cicatrizar. &#8220;Toda lesão no pênis que não sara no prazo de 15 dias deve ser vista por um médico. Na fase inicial, o tratamento é muito simples, bastando tirar a lesão e o paciente fica curado&#8221;, explica Nardi. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nos casos mais avançados, o tumor pode pode evoluir atacando os canais linfáticos, o que pode ocasionar não só a amputação do pênis como também a dos membros inferiores. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Há pelo menos três fatores que predispõem o homem a desenvolver esse tipo de câncer: a falta de uma boa higiene do órgão genital, a fimose (que dificulta a limpeza do pênis) e as doenças sexualmente transmissíveis, como o HPV. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;A relação entre HPV e câncer de pênis ainda é bastante controversa. O que se sabe é que alguns pacientes que têm câncer de pênis também têm HPV&#8221;, diz Wroclawski. De acordo com a literatura médica, de 30% a 50% dos casos de tumor são associados ao vírus. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo Nardi, outro projeto da SBU é treinar médicos do Programa de Saúde da Família e de postos de saúde a identificar o câncer peniano mais precocemente, além de multiplicar as medidas preventivas. &#8220;Os pais devem ensinar as crianças a higienizar o pênis. Os homens devem lavar o órgão diariamente e principalmente após relações sexuais.&#8221; </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Estudo</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">No sábado, ainda como parte da campanha, a SBU, em parceria com os patologistas do Hospital A. C. Camargo, </span><span style="font-size: small;">em São Paulo</span><span style="font-size: small;">, iniciam um estudo inédito sobre o câncer de pênis. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Haverá um mutirão de cirurgias de fimose nas capitais das regiões Norte e Nordeste, e o material colhido será analisado para verificar a existência de lesões pré-cancerosas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A expectativa dos médicos é de realizar 500 cirurgias. O objetivo da pesquisa é analisar as causas da doença &#8211;por relação com HPV ou falta de higiene&#8211; e conhecer os tipos desse câncer. Assim, fica mais fácil identificar o melhor tratamento para aquele tumor específico. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo Nardi, há ainda poucos estudos no mundo sobre o câncer de pênis, sobretudo porque os países que realizam mais pesquisas registram raríssimos casos da doença. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Folha de S.Paulo</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Descoberto mecanismo que origina o câncer de estômago</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 17:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde. Medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo foi publicado na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos WASHINGTON - O câncer de estômago é causado por uma enzima ativada pela Helicobacter pylori, uma bactéria que sobrevive aos ácidos estomacais e é a origem da gastrenterite, revelou um estudo publicado na quinta-feira, 7, pela revista &#8220;Proceedings&#8221; da Academia Nacional de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.vitadiagnosticos.com.br/Research-in-a-genetic-engineering-laboratory.jpg" alt="http://www.vitadiagnosticos.com.br/Research-in-a-genetic-engineering-laboratory.jpg" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Estudo foi publicado na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">WASHINGTON</span><span style="font-size: medium;"> </span><span style="font-size: medium;">-</span><span style="font-size: medium;"> </span><span style="font-size: medium;">O câncer de estômago é causado por uma enzima ativada pela Helicobacter pylori, uma bactéria que sobrevive aos ácidos estomacais e é a origem da gastrenterite, revelou um estudo publicado na quinta-feira, 7, pela revista &#8220;Proceedings&#8221; da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Segundo cientistas da Universidade de Urbana (Illinois, EUA), já se sabia que as infecções crônicas causadas pela bactéria induziam o desenvolvimento de diversos tipos de câncer estomacal. O que se desconhecia eram os mecanismos e os fatores bacterianos que contribuíam ao desenvolvimento da doença.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O estudo, segundo indicado, é o primeiro que demonstra que um fator produzido pela bactéria ativa diretamente a enzima poli-polimerasa (PARP-1), que está no núcleo das células.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A enzima regula a reação e a morte celulares que são típicas da infecção da bactéria. Além disso, é parte da maquinaria celular que repara o DNA.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">No entanto, em certos tipos de câncer a célula impulsiona a sobrevivência dos tumores e freia a quimioterapia que combate as células cancerígenas.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Além disso, os cientistas assinalaram que uma de suas provas clínicas determinou que os medicamentos que inibiam a enzima reduziam o crescimento dos tumores em pacientes de câncer de mama.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Essas pacientes tinham mutações em certos genes encarregados da reparação do DNA, que estão também vinculados ao maior risco de câncer estomacal.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">&#8220;Este tipo de estudos proporciona uma vinculação molecular direta entre a infecção do H. pylori e a ativação do fator que, se sabe, está envolvido n sobrevivência das células cancerígenas&#8221;, indica Steven Blanke, professor de microbiologia e coordenador da pesquisa.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Efe</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hormônios produzidos durante gravidez inibem câncer de mama</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores norte-americanos estudam manipulação desses hormônios para futuros tratamentos da doença WASHINGTON &#8211; Os hormônios produzidos durante a gravidez induzem uma proteína que inibe o crescimento do câncer de mama, segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira, 25, pela revista Cancer Prevention Research. &#8220;Os hormônios, como o estrogênio, induzem a alfa-fetoproteína (AFP) que poderia ser um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Cancer" src="http://genoma.ib.usp.br/noticias/images/img-mayana-veja090123.jpg" alt="" width="396" height="327" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><span style="color: #000000; font-family: Arial;"><strong><span style="font-size: medium;">Pesquisadores norte-americanos estudam manipulação desses hormônios para futuros tratamentos da doença</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt;">WASHINGTON &#8211; Os hormônios produzidos durante a gravidez induzem uma proteína que inibe o crescimento do câncer de mama, segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira, 25, pela revista Cancer Prevention Research. &#8220;Os hormônios, como o estrogênio, induzem a alfa-fetoproteína (AFP) que poderia ser um agente bem tolerado para o tratamento e a prevenção do câncer de mama&#8221;, disse Herbert Jacobson, que liderou a pesquisa.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Jacobson é pesquisador no Centro para Doenças Imunológicas e Microbianas no Departamento de Obstetrícia, Ginecologia e Ciências Reprodutivas do Colégio Médico Albany, em Nova York. &#8220;O corpo tem sistemas naturais de defesa contra o câncer de mama. O que se precisa é o manejo seguro da AFP e seu desenvolvimento em um composto que possa ser usado para proteger as mulheres do câncer de mama&#8221;, disse.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Estudos recentes mostraram que os hormônios liberados durante a gravidez, como o estrogênio, progesterona e a gonadotrofina coriônica humana, reduzem o risco de que a mulher desenvolva câncer de mama. A AFP é uma proteína produzida normalmente pelo fígado e pela vesícula vitelina que envolve e nutre o feto nas primeiras semanas de sua gestação.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Jacobson e seus colegas procuraram determinar se a administração de hormônios da gravidez a ratas expostas a agentes cancerígenos as levava à produção da AFP, o que, por sua vez, causa o efeito protetor.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Os resultados do estudo mostraram que o tratamento com estrogênio e progesterona, estrogênio sozinho ou gonadotrofina coriônica humana reduz a incidência de câncer de mama nos ratos.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Além disso, os pesquisadores notaram que cada um destes tratamentos elevou o nível de AFP no sangue e inibia diretamente o crescimento das células de câncer de mama em cultivos, o que indica que estes hormônios da gravidez servem para prevenir essa doença.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<p style="margin: 5pt 0pt;">Powel Brown, editor da publicação da Associação Americana para a Prevenção do Câncer, disse que &#8220;os pesquisadores não mostraram diretamente a atividade preventiva do câncer da AFP, mas encontraram uma associação destes hormônios na prevenção dos tumores de mama&#8221;.</p>
<p style="margin: 15pt 0pt;"><strong>Efe &#8211; Estadão</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mulheres devem fazer mamografia a partir dos 35 anos, diz médico</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 03:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo americano recomenda exame a partir dos 50 anos. Em 2008, 49.400 casos de câncer de mama foram registrados no Brasil. A recomendação de seis grupos independentes de pesquisa americanos de que a mamografia comece a ser feita apenas a partir dos 50 anos não deve ser seguida no Brasil, diz o ginecologista e mastologista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 5pt 0pt; text-align: center;">
<div id="attachment_3248" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-3248" title="mamografia" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mamografia.jpg" alt="Hospital Santa Rita/Secom" width="450" height="251" /><p class="wp-caption-text">Foto: Hospital Santa Rita/Secom</p></div>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Estudo americano recomenda exame a partir dos 50 anos.<br />
Em 2008, 49.400 casos de câncer de mama foram registrados no Brasil.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">A recomendação de seis grupos independentes de pesquisa americanos de que a mamografia comece a ser feita apenas a partir dos 50 anos não deve ser seguida no Brasil, diz o ginecologista e mastologista do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Roberto Hegg.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">“A população brasileira é diferente da americana e infelizmente ainda temos um número alto de casos de câncer de mama diagnosticados tardiamente.”</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
O câncer de mama é o principal tipo de câncer entre as brasileiras. Em 2008, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), eram esperados 49.400 novos casos no Brasil. O número representa um risco estimado de 51 casos a cada 100 mil mulheres.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt 5pt 36pt;">“A população brasileira é diferente da americana e infelizmente ainda temos um número alto de casos de câncer de mama diagnosticados tardiamente&#8221;</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">A conclusão dos pesquisadores americanos deve ser examinada com cuidado, diz Hegg. De acordo com a recomendação, publicada na revista &#8220;Annals of Internal Medicine&#8221;, os exames de mama bienais em mulheres entre 50 e 74 anos são tão vantajosos quanto os exames anuais a partir dos 40, sem suas desvantagens.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
As desvantagens, dizem os grupos de pesquisas, seriam os altos índices de exames que apresentam o chamado “falso positivo”, o que além de representar um estresse desnecessário para as pacientes tem impactos nos gastos dos sistemas de saúde.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
Enquanto a recomendação americana é discutida por especialistas, a indicação da mamografia para as mulheres brasileiras continua a mesma.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
<p style="margin: 0pt; text-align: center;">Entre 35 e 40 anos, as mulheres devem realizar o exame pelo menos uma vez</p>
<p style="margin: 0pt; text-align: center;">
<p style="margin: 5pt 0pt;">Entre os 40 e 50 anos, a cada dois anos. E a partir dos 50 anos, a mamografia deve ser feita pelo menos uma vez por ano, explica o médico.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">
No caso de mulheres com histórico familiar de casos de câncer de mama, a recomendação de Hegg é que estejam mais atentas e realizem com frequência o auto-exame das mamas.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Para mulheres com menos de 35 anos nesta condição, o exame mais indicado é o ultrassom da mama. “Antes dos 30 ou 35 anos, a mama da mulher é mais densa, por isso a mamografia não tem tanta efetividade”, diz Hegg.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;"><strong>Emilio Sant&#8217;Anna Do G1, em São Paulo</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cientistas desenvolvem técnica para regenerar mama afetada por câncer</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/cientistas-desenvolvem-tecnica-para-regenerar-mama-afetada-por-cancer/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 18:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Mama]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas australianos anunciaram nesta quinta-feira (12) a criação de uma técnica cirúrgica, ainda em fase experimental, que permitirá às mulheres que tiveram extirpado uma mama regenerar o peito sem necessidade de reconstrução ou implantes. Phillip Marzella, médico do Instituto de Microcirugia Bernard O&#8217;Brien da cidade de Melbourne, explicou através da rádio &#8220;ABC&#8221; que, após o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Mama" src="http://genoma.ib.usp.br/noticias/images/img-mayana-veja090123.jpg" alt="" width="396" height="327" /></p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Cientistas australianos anunciaram nesta quinta-feira (12) a criação de uma técnica cirúrgica, ainda em fase experimental, que permitirá às mulheres que tiveram extirpado uma mama regenerar o peito sem necessidade de reconstrução ou implantes.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Phillip Marzella, médico do Instituto de Microcirugia Bernard O&#8217;Brien da cidade de Melbourne, explicou através da rádio &#8220;ABC&#8221; que, após o êxito dos testes pré-clínicos com porcos, que regeneraram a mama em seis semanas, o próximo passo será realizar os experimentos em humanos.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Dentro de seis meses, pelo menos seis pacientes receberão o molde sintético com a forma do peito que estará conectado a um copo sanguíneo com células que permitem a geração controlada de gordura internamente.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Segundo Marzella, o peito cresceria entre seis e oito meses, e depois, naturalmente, o molde se dissolveria, evitando uma segunda intervenção cirúrgica para extraí-lo.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Nos próximos dois anos, os cientistas esperam desenvolver o protótipo e conseguir que o molde seja biodegradável.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Por enquanto, os especialistas não sabem quanto tempo seria necessário para o corpo gerar a gordura suficiente para preencher o peito, resposta que os cientistas esperam ter em no máximo quatro meses.</p>
<p style="margin: 5pt 0pt;">Se ficar demonstrado que funciona, o projeto será ampliado para criar outros órgãos utilizando o mesmo princípio.</p>
<p style="margin: 0pt;">da Efe, em Sydney (Austrália)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nos EUA, 100 mil novos casos de câncer são relacionados à obesidade</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/11/nos-eua-100-mil-novos-casos-de-cancer-sao-relacionados-a-obesidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 25% dos americanos são obesos. Obesidade desregula a produção de insulina. A obesidade causa mais de 100 mil casos de câncer por ano nos Estados Unidos, afirmaram nesta quinta-feira (5) cientistas do Instituto Americano de Pesquisa de Câncer. Mais de 25% dos americanos são obesos. O excesso de peso está ligado a quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="http://trueslant.com/daviddisalvo/files/2009/10/guy-with-fat-belly.jpg" src="http://trueslant.com/daviddisalvo/files/2009/10/guy-with-fat-belly.jpg" alt="" height="500" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Mais de 25% dos americanos são obesos.<br />
Obesidade desregula a produção de insulina.</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">A obesidade causa mais de 100 mil casos de câncer por ano nos Estados Unidos, afirmaram nesta quinta-feira (5) cientistas do Instituto Americano de Pesquisa de Câncer. Mais de 25% dos americanos são obesos.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O excesso de peso está ligado a quase a metade dos casos de câncer de endométrio, a camada que reveste o útero, e a um terço dos registros de câncer de esôfago.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O câncer é a segunda causa de morte entre os americanos, ficando atrás apenas dos ataques cardíacos, apontam os cientistas.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
Os pesquisadores descobriram que a obesidade desencadeia e desregula a produção de insulina e de alguns hormônios aumentando o risco de câncer.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
Donna Ryan, oncologista e presidente da Sociedade Americana de Obesidade, afirma que a insulina é provavelmente a ligação entre a obesidade e os casos de câncer. “Os níveis elevados do hormônio frequentemente são observadas em pessoas obesas. A insulina é um poderoso acelerador do crescimento das células e isso afeta os tumores”, diz.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
A obesidade eleva o nível de estrogênio, o hormônio feminino circulando no sangue, o que pode levar a doença.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Os outros tipos de câncer mais ligados a obesidade são o câncer de rim, do colo e do reto, do pâncreas e da vesícula.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Os pesquisadores querem mostrar também a importância da prevenção da obesidade, que pode evitar muitas mortes e também um gasto astrônomico para o governo.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Todos os anos a Casa Branca gasta o equivalente a R$ 258 bilhões na saúde, com problemas relacionados ao excesso de peso.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
Anne Mc Tiernan, diretora do Centro de Prevenção do Centro de Pesquisas de Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, diz que a melhor forma de manter o risco de desenvolver câncer sob controle é perder peso, ter uma dieta saudável e praticar exercícios.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Do G1, com informações do Jornal Nacional</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores identificam sintomas de câncer de ovário</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2009/10/pesquisadores-identificam-sintomas-de-cancer-de-ovario/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Ovário]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo feito na Inglaterra relacionou o câncer de ovário a pequenas mudanças no organismo da mulher que muitas vezes passam despercebidas. O câncer de ovário é uma doença que pode ser tratada e curada mais facilmente se for descoberta no começo. Um estudo feito na Inglaterra relacionou o câncer de ovário a pequenas mudanças no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ovario" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/51/imagens/30_1.jpg" alt="" width="300" height="826" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Estudo feito na Inglaterra relacionou o câncer de ovário a pequenas mudanças no organismo da mulher que muitas vezes passam despercebidas.</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O câncer de ovário é uma doença que pode ser tratada e curada mais facilmente se for descoberta no começo.</p>
<p>Um estudo feito na Inglaterra relacionou o câncer de ovário a pequenas mudanças no organismo da mulher que muitas vezes passam despercebidas, mas podem servir como sinais de alerta.</p>
<p>Uma dorzinha incômoda na barriga e aumento na vontade de urinar. “Pensei que pudesse ser bexiga, não ovário, jamais pensei que fosse ovário”, fala Maria Margarete Palomares Jacobs, dentista.</p>
<p>Era câncer de ovário. Quando recebeu o diagnóstico Margarete já estava com vários tumores. Passou por cirurgia e fez quimioterapia.</p>
<p>Muitos casos de câncer de ovário são descobertos num estágio já avançado. E isso diminui as chances de cura. Para os médicos esta é uma doença que dá poucos sinais de alerta. Mas agora, pesquisadores conseguiram identificar alguns sintomas que podem ajudar num diagnóstico mais rápido.</p>
<p>Um estudo feito na Inglaterra mostrou que antes da doença ser diagnosticada, as pacientes com câncer de ovário se queixaram de:</p>
<p>- dor no abdome<br />
- inchaço no abdome<br />
- dor constante na região da vagina<br />
- aumento na vontade de urinar várias vezes ao dia<br />
- sangramento<br />
- falta de apetite<br />
- alterações no intestino, como diarreia ou prisão de ventre.</p>
<p>“Esses sintomas, mesmo sendo inespecíficos, que podem estar relacionados com outros problemas eles tem que ser investigados, tem que ser investigados e podem estar relacionados com doenças mais graves como câncer de ovários”, diz Glauco Baiocchi Neto, diretor de ginecologia do Hospital do Câncer.</p>
<p>Um hospital em São Paulo que trata a doença, estima que no Brasil são registrados cerca de nove mil casos de câncer de ovário por ano – 80% conseguem se curar, quando descobrem cedo.</p>
<p>Quando procuram tratamento tarde demais, o índice cai para 25%. Maria Margarete, que está curada, agora fica mais atenta aos sinais do corpo. “Tem que observar seu corpo e qualquer sintoma que saia da normalidade, você deve procurar um médico”.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Do G1</p>
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		<title>Células cancerosas podem passar de mãe para filha</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 20:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas detectam o primeiro caso de transmissão de câncer no útero LONDRES - Uma japonesa passou células cancerosas a sua filha durante a gravidez. É o que aponta um estudo britânico, em que mostra que é o primeiro caso desse tipo de transmissão de câncer no útero, qualificado de extremamente raro pelos cientistas. A mulher, com 28 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="células" src="http://3.bp.blogspot.com/_OYHXorSr--I/SmXjjZ66iuI/AAAAAAAACpI/sL1J11Tx-No/s400/p53.jpg" alt="" width="400" height="293" /></p>
<p>Cientistas detectam o primeiro caso  de transmissão de câncer no útero</p>
<p>LONDRES - Uma japonesa passou células  cancerosas a sua filha durante a gravidez. É o que aponta um estudo britânico, em que  mostra que é o primeiro caso desse tipo de transmissão de câncer  no útero, qualificado de extremamente raro pelos cientistas.</p>
<p>A mulher, com 28 anos, quando deu a luz,  faleceu devido a complicações médicas durante o tratamento contra  a leucemia. No caso de sua filha, que tem quase três anos, a doença  está em retrocesso, diz os médicos.</p>
<p>Na análise das células cancerígenas  da mãe e da filha, foi coordenado pelos cientistas do Instituto de  Investigações sobre o Câncer de Sutton, em Surrey, na Inglaterra.  Os resultados foram publicados na revista norte-americana da Academia  Internacional de Ciências.</p>
<p>De acordo com o coordenador do estudo,  professor Mel Greaves, esse foi o primeiro caso que se determina com  precisão que um câncer foi transmitido entre mãe e feto, embora há  relatos de transmissão de câncer entre mãe e feto, como leucemia  e melanoma.</p>
<p>As análises feitas pelos cientistas  britânicos mostram que as células com leucemia da mãe tinham o mesmo  gene canceroso mutado na filha. Os pesquisadores primeiro estabeleceram  que a filha não havia herdado esse gene da mãe e analisaram como as  células cancerígenas puderam neutralizar o sistema imunológico da  criança.</p>
<p>Assim descobriram que o sistema imunológico  da menina não reconheceu as células cancerígenas como elementos estranhos  e não as atacaram.</p>
<p>&#8220;Parece que neste e em outros casos  similares, as células cancerosas da mãe atravessaram a placenta, entraram  no feto e conseguiram se instalar ali, pois tornaram-se invisíveis  ao sistema imunológico, explica Greaves.</p>
<p>O cientista britânico, Peter Johnson,  do Instituo de Pesquisa de Câncer do Reino Unido, qualificou o caso  como &#8220;uma prova a mais de que os cânceres necessitam burlar o  sistema imunológico para se desenvolver.</p>
<p>&#8220;Se conseguirmos alertar o sistema  imunológico sobre a presença de células cancerosas, talvez podemos  desenvolver novos tipos de tratamento&#8221;, explica Johnson.</p>
<p>Efe</p>
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		<title>Dieta especial ajuda na recuperação de pacientes com câncer</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 20:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Dieta]]></category>

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		<description><![CDATA[Receitas sem sal usam ervas para realçar sabor dos alimentos. Acompanhantes aprendem dicas e &#8216;recarregam baterias&#8217; em aula. Adesão à medicação receitada, consultas frequentes levadas a sério, alimentação balanceada e apoio emocional. Parece uma receita simples, mas para que essa “fórmula” funcione no tratamento contra o câncer é fundamental a participação dedicada de um acompanhante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Dieta" src="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,24866248-EX,00.jpg" alt="" width="450" /></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><strong>Receitas sem sal usam ervas para realçar sabor dos alimentos.<br />
Acompanhantes aprendem dicas e &#8216;recarregam baterias&#8217; em aula.</strong></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Adesão à medicação receitada, consultas frequentes levadas a sério, alimentação balanceada e apoio emocional. Parece uma receita simples, mas para que essa “fórmula” funcione no tratamento contra o câncer é fundamental a participação dedicada de um acompanhante para o paciente.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;"><span id="more-2773"></span></p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">São essas pessoas que vão lidar de perto com sintomas como a depressão, a ansiedade, a perda de peso, e os altos e baixos emocionais por que passa o doente. Elas também são responsáveis por dar uma nova cara aos alimentos que o paciente está cansado de comer e renovar inclusive o sabor da comida, com a ajuda de ingredientes simples, como ervas, que realçam o sabor dos alimentos e fazem a diferença.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">O paciente com câncer não pode consumir muito sal, e a comida sem gosto dificulta ainda mais a alimentação de quem já tem facilidade para perder peso. De acordo com a nutricionista Jane Lopes, responsável pelo acompanhamento de alguns pacientes no ambulatório e em tratamento, a solução é adotar uma dieta saudável, mas altamento calórica, para que o doente consiga manter o peso, mesmo se alimentando pouco.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 279px"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,24866251-EX,00.jpg"><img style="border: 0pt none;" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1055dbpb89gc_b" border="0" alt="Foto: Mateus Mondini/G1" width="269" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Mateus Mondini/G1</p></div>
<p style="background-color: #eeeeee; margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">A dica então é usar óleos, gordura e açúcar para aumentar o valor calórico das refeições. E para ajudar esposas, maridos, pais, filhos e irmãos na tarefa de equilibrar a alimentação dos pacientes, uma equipe multidisciplinar do Instituto do Câncer de São Paulo ensina algumas receitas aos acompanhantes, e mais do que isso, recarrega as baterias dessas peças fundamentais na busca pela cura do câncer.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">É o projeto Cozinha Experimental, com uma aula por mês para acompanhantes que esperam seu paciente durante a sessão de quimioterapia. Em uma aula acompanhada pelo G1, a equipe ensina a preparar azeite aromatizado, batatas com ervas aromáticas e banana com canela e cravo.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">“O câncer não é uma doença que atinge apenas o paciente, mas atinge toda a família. Então é uma luta que todos acabam encarando juntos. É muito importante dar aos acompanhantes esse tempo para se distrair. Além disso, a aula tem outro aspecto. É frustrante para esses cuidadores se dedicarem à comida e notarem que os pacientes não querem comer. Nós tentamos mostrar que isso acontece por causa da doença, e não por culpa deles”, diz ao G1 a gerente de nutrição do Instituto, Suzana Lima.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,24866259-EX,00.jpg"><img class=" " style="border: 0pt none;" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1056hq9n6nrz_b" border="0" alt="Foto: Mateus Mondini/G1" width="270" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Mateus Mondini/G1</p></div>
<p style="background-color: #eeeeee; margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Para a psicóloga Samatha Moreira, que também participa das aulas e acompanha pacientes em quimioterapia, o curso pretende estimular a alimentação do paciente. “Isso é importante pelo fator nutricional, já que uma boa dieta fortalece a imunidade e diminui efeitos colaterais do tratamento, mas também porque a comida é uma forma de vínculo, de manter o contato entre a família na mesa, e é um jeito de o doente não se sentir excluído da vida social”, diz.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Durante 1 hora de papo e risadas, as especialistas ainda dão dicas para o cuidador não exagerar na preocupação e respeitar os momentos de introspecção do paciente.</p>
<p style="margin-left: 0pt; margin-right: 0pt;">Do G1, em São Paulo</p>
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