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	<title>Blog de Maurílio</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Designer cria celular touch screen para cegos</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/09/designer-cria-celular-touch-screen-para-cegos/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 11:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Aparelho funciona com impulsos elétricos

 Da redação 
 

O designer Nikko van Stolk desenvolveu um aparelho celular inovador, chamado Tactile, que funciona com um sistema de textura digital. O telefone envia as informações das funções requeridas pelo usuário como pulsos (batidas) de eletricidade na ponta dos dedos do mesmo, método que foi criado para simular uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://revistapegn.globo.com/Revista/Pegn/foto/0,,43097612,00.jpg" alt="  Divulgação" width="650" height="400" /></p>
<h2>Aparelho funciona com impulsos elétricos</h2>
<p><!-- Créditos --><br />
<address> Da redação </address>
<p> <!-- Corpo - página da matéria --></p>
<div><!-- foto650 --></div>
<p>O <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML13182-17149,00-DESIGN.html">designer </a>Nikko van Stolk desenvolveu um aparelho <strong>celular</strong> inovador, chamado Tactile, que funciona com um sistema de <strong>textura digital</strong>. O telefone envia as informações das funções requeridas pelo usuário como pulsos (batidas) de eletricidade na ponta dos <strong>dedos</strong> do mesmo, método que foi criado para simular uma textura. O produto foi  desenvolvido para permitir o acesso de cegos a uma infinidade de  recursos oferecidos pelas modernas multi-touch telefones celulares, como  e-mail, mensagens multimídia, discagem por voz, agenda telefônica,  processadores de texto.</p>
<div><img src="http://revistapegn.globo.com/Revista/Pegn/foto/0,,43097613,00.jpg" alt="  Divulgação" width="650" height="400" /> <!-- foto650 --></div>
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		<title>Mistério de chuva de fezes intriga cidade na França</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 19:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Excrementos de animais vêm caindo  constantemente sobre vilarejo desde maio; cientistas não conseguiram  identificar procedência.


BBC




Uma misteriosa &#8220;chuva&#8221; de excrementos intriga os habitantes do vilarejo  de Saint-Pandelon, no sudoeste da França. Desde meados de maio, eles se  queixam de &#8220;gotas&#8221; marrons que caem do céu, com cheiro e textura de  matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="750 habitantes da localidade estão aterrorizados: 'chuva'  deixou  partes de Saint-Pandelon com ar irrespirável" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/30/franca_300_400.jpg" alt="750 habitantes da localidade estão aterrorizados: 'chuva'  deixou  partes de Saint-Pandelon com ar irrespirável" width="300" height="400" /><p class="wp-caption-text">750 habitantes da localidade estão aterrorizados: &#39;chuva&#39; deixou partes de Saint-Pandelon com ar irrespirável (Foto: reprodução Le Post)</p></div>
<h2>Excrementos de animais vêm caindo  constantemente sobre vilarejo desde maio; cientistas não conseguiram  identificar procedência.</h2>
<div>
<div>
<p>BBC</p>
</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<p>Uma misteriosa &#8220;chuva&#8221; de excrementos intriga os habitantes do vilarejo  de Saint-Pandelon, no sudoeste da França. Desde meados de maio, eles se  queixam de &#8220;gotas&#8221; marrons que caem do céu, com cheiro e textura de  matéria fecal.</p>
<p>O prefeito do vilarejo, Jean-Pierre Boiselle, afirmou que uma &#8220;chuva de  cocô&#8221; passou a cair durante o dia e também à noite no município.</p>
<p>Se no início a história fazia os 750 habitantes da localidade sorrirem,  eles passaram a ficar aterrorizados com a chuva de excrementos, que  deixou partes da cidade com ar irrespirável.</p>
<p>As crianças não podem mais brincar fora de casa e os moradores hesitam  em comer as frutas e legumes das hortas locais. Eles também não fazem  mais churrascos ao ar livre nesse período de verão na Europa.</p>
<p>Teorias<br />
As &#8220;gotas&#8221; marrons, quase do tamanho de uma unha do dedo mínimo, sujam  os carros, móveis de jardim e as roupas secando nos varais.</p>
<p>A primeira hipótese levantada pelos moradores para explicar o fenômeno  foi a de que aviões estariam despejando o conteúdo de seus banheiros  sobre a região.</p>
<p>Mas isso seria impossível, afirmou a Direção Geral da Aviação Civil da  França, acrescentando que &#8220;os aviões de linha são pressurizados e não é  possível despejar o conteúdo de banheiros ou de nenhuma outra coisa&#8221;.</p>
<p>Após investigações, a polícia militar francesa declarou que a &#8220;chuva&#8221;  de fezes poderia ser causada por aves migratórias, da espécie conhecida  como andorinhões, que se instalaram na região nesta estação.</p>
<p>&#8220;Esse pássaro tem a particularidade de voar o tempo todo e se alimentar  em pleno voo. Por isso as fezes caem durante o dia e à noite&#8221;, afirmou o  capitão Michel Brethes, da polícia militar de Dax, nos arredores do  vilarejo de Saint-Pandelon.</p>
<p>Exames<br />
Um laboratório da região realizou neste mês pesquisas científicas com o  material coletado e confirmou que as &#8220;gotas&#8221; que cairam do céu são  excrementos de origem animal, mas não conseguiu solucionar totalmente o  mistério.</p>
<p>&#8220;Nas amostras analisadas, não encontramos bactérias específicas das  fezes humanas. Mas não podemos dizer a qual tipo de animal esses  excrementos correspondem&#8221;, afirmou Alain Mesplède, diretor do  laboratório de análises científicas da região.</p>
<p>&#8220;Apenas confirmamos a presença de bactérias típicas a todas as espécies  animais&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p>Sem saber ao certo se as fezes seriam realmente de pássaros, os  moradores de Saint-Pandelon esperam que a &#8220;chuva&#8221; fedorenta não caia  novamente em outras estações.</p>
</div>
</div>
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		<title>Teste durante trabalho de parto prevê  qual mãe precisa de cesariana</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Desenvolvido na  Suécia,   um teste realizado durante o trabalho de parto  pode prever  qual mãe  precisa de cesariana
Um teste desenvolvido na Suécia pode  poupar as mulheres que esperam conceber naturalmente após horas de  trabalho de parto, apenas para evitar uma cesariana. A medida já está  sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://www.andreiamattiuci.net/images/gravidez.jpg?554" alt="" width="560" height="373" /></p>
<p><span><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Desenvolvido na  Suécia,   um teste realizado durante o trabalho de parto  pode prever  qual mãe  precisa de cesariana</strong></span></strong></span></p>
<p>Um teste desenvolvido na Suécia pode  poupar as mulheres que esperam conceber naturalmente após horas de  trabalho de parto, apenas para evitar uma cesariana. A medida já está  sendo implementada em alguns hospitais europeus. A informação foi  publicada no site da &#8220;BBC News&#8221;.</p>
<p>Os pesquisadores demonstraram que quando  os níveis elevados de ácido láctico são medidos no líquido amniótico,  é improvável que a mãe tenha parto natural. Medir este ácido pode  ajudar a decidir se encerram o trabalho de parto antes e optam por uma  cesárea.</p>
<p>Trabalhos prolongados que acabam em  cesariana  são considerados por muitas como o pior dos pesadelos.</p>
<p>No Reino Unido, mais de metade das  cesarianas  são procedimentos de emergência, em que a mãe frequentemente sofre  um trabalho longo e doloroso antes de uma operação de urgência,  considerada  necessária para proteger a saúde dela e de seu bebê.</p>
<p>O teste foi desenvolvido pela empresa  sueca Obstecare durante uma investigação conduzida pela Universidade  de Liverpool e pelo Hospital de Mulheres de Liverpool.</p>
<p>Os estudos mostraram que o útero produz  ácido lático da mesma forma que os outros músculos do corpo quando  trabalham duro, mas quando se atinge um determinado nível, a substância  começa a inibir as contrações.</p>
<p>O hormônio oxitocina é geralmente  administrado em casos de trabalhos lentos para estimular a contração  do útero, mas nem todas as mulheres respondem a ele.</p>
<p>Johan Ubby, de Obstecare, diz que o teste   deve ajudar os médicos a determinar quais mulheres podem ter parto  normal, pois os baixos níveis de ácido láctico sugerem que o útero  ainda poderia produzir as contrações necessário para empurrar o bebê.</p>
<p>&#8220;Mas um alto nível de ácido láctico  no líquido amniótico indica que o útero está esgotado. Para  estimular este tipo de trabalho com uma infusão de oxitocina seria  como pedir a um maratonista para executar um extra de 10.000 metros  depois que ele ou ela passou a linha de chegada&#8221;, associa.</p>
<p>Ele diz que o sistema de teste, que já  começou em hospitais na Suécia, Noruega e Bélgica, deve reduzir o  número de cesarianas em mulheres que não precisam delas e acelerá-las  nas que fazem para &#8220;evitar o risco de complicações de um longo  nascimento e limitar o sofrimento desnecessário&#8221;.</p>
<p>O professor Donald Peebles, porta-voz  do Royal College de Obstetras e Ginecologistas e consultor na University   College, em Londres, descreveu o teste como uma &#8220;ideia legal&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu posso definitivamente ver a  lógica e seria simples de executar. Eu estaria interessado em ver um  grande estudo, onde seria possível ver o impacto sobre a gestão do  trabalho de parto e se os resultados melhoraram mundialmente.&#8221;</p>
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		<title>Pesquisa questiona função da margarina de proteger coração</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/09/pesquisa-questiona-funcao-da-margarina-de-proteger-coracao/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os cremes vegetais que prometem auxiliar  nos cuidados com o coração não servem para todo mundo.
Estudo publicado no &#8220;New England  Medical Journal&#8221; mostrou que a suplementação com baixos teores  de ômega 3, presente nesses produtos, não evita novos infartos em  cardíacos.
Por 40 meses, pesquisadores holandeses  deram quatro tipos de margarina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://nutribrazil.com/wp-content/uploads/2010/01/manteiga-margarina-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<p>Os cremes vegetais que prometem auxiliar  nos cuidados com o coração não servem para todo mundo.</p>
<p>Estudo publicado no &#8220;New England  Medical Journal&#8221; mostrou que a suplementação com baixos teores  de ômega 3, presente nesses produtos, não evita novos infartos em  cardíacos.</p>
<p>Por 40 meses, pesquisadores holandeses  deram quatro tipos de margarina para 4.837 pessoas, a maioria homens  de 60 e 80 anos.</p>
<p>Três produtos tinham ácidos graxos  como ômega 3, derivado de peixe, ou de origem vegetal. O quarto era  placebo. Cada um consumiu 18,8 gramas por dia.</p>
<p>Nenhuma margarina reduziu o número de  infartos.</p>
<p>O diretor do departamento de hipertensão  da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcus Vinícius Malachias,  afirma que essas margarinas não são para todo mundo.</p>
<p>Malachias ressalva que todos os  participantes  do estudo tomavam remédios para baixar o colesterol e contra  hipertensão.  &#8220;São pacientes muito medicados, idosos e de alto risco&#8221;,  diz. Ele afirma que uma pesquisa com gente mais jovem poderia medir  a eficácia como prevenção.</p>
<p>Para o cardiologista, é melhor  que cada pessoa consulte o médico sobre o uso desses produtos. &#8220;É  preciso conter o afã das pessoas, que podem estar gastando muito  dinheiro com algo que não vai beneficiá-las.&#8221;</p>
<p>O médico ressalva que há evidências  sobre os efeitos do ômega 3, e que esse suplemento pode ser usado com  o remédio anticolesterol, para reduzir triglicérides e aumentar o  colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>
<p>De acordo com o cardiologista e nutrólogo   Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, o resultado da pesquisa não  significa que o uso de margarina deva ser descartado. Porém, sozinho,  o alimento não faz milagre.</p>
<p>&#8220;O consumo de fitoesterol pode reduzir  cerca de 8% do colesterol total&#8221;, diz, referindo-se a outro tipo  de substância vegetal usada em margarinas à venda no Brasil.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Enxaqueca com aura eleva risco de morte por doença cardíaca ou qualquer outra</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas que sofrem de enxaqueca com aura  -quando a dor vem acompanhada de sintomas visuais- têm mais risco de  morrer de qualquer causa do que aquelas que não têm dores de cabeça  crônicas ou que sofrem do tipo sem aura.
O dado é de um estudo que acompanhou  quase 20.000 homens e mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><img style="border: 0pt none;" title="Editoria de Arte/Folhapress" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/10243158.gif" border="0" alt="" width="635" height="510" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folhapress</p></div>
<p>Pessoas que sofrem de enxaqueca com aura  -quando a dor vem acompanhada de sintomas visuais- têm mais risco de  morrer de qualquer causa do que aquelas que não têm dores de cabeça  crônicas ou que sofrem do tipo sem aura.</p>
<p>O dado é de um estudo que acompanhou  quase 20.000 homens e mulheres durante, em média, 26 anos na Islândia,  publicado no &#8220;British Medical Journal&#8221;.</p>
<p>Vários estudos têm sugerido uma  associação  entre enxaqueca, particularmente a do tipo com aura, e um aumento de  risco para doenças cardiovasculares. No entanto, segundo o artigo,  poucos trabalhos têm avaliado a relação da doença com a mortalidade  por qualquer causa.</p>
<p>De acordo com os autores, vários  mecanismos  podem estar por trás do efeito, mas nenhum foi comprovado.</p>
<p>Um desses mecanismos sugere uma relação  genética entre enxaqueca e problemas circulatórios, outros apontam  a enxaqueca como uma doença sistêmica, que pode levar a comprometimentos   vasculares.</p>
<p>MAIS SENSIBILIDADE</p>
<p>Segundo o neurologista Abouch  Krymchantowski,  do Centro de Avaliação e Tratamento da Dor de Cabeça, no Rio de Janeiro,   na enxaqueca com aura há alteração no funcionamento dos vasos. &#8220;Os  pacientes com essa forma de enxaqueca têm maior sensibilidade a  fenômenos  isquêmicos. Quem tem esse diagnóstico não deve fumar, usar pílula  nem ser obeso e sedentário. Além disso, deve fazer acompanhamento  com neurologista.&#8221;</p>
<p>&#8220;Essa é uma relação conhecida.  A enxaqueca tem vários genes envolvidos com potencial lesivo aos vasos.  Por isso quem tem enxaqueca tem mais risco de AVC ou de demência  vascular&#8221;,  completa o vice-coordenador do departamento de cefaleias da Associação  Brasileira de Neurologia, Claudio Brito.</p>
<p>No entanto, os próprios autores  reconhecem  que a dor é um fator de risco cardiovascular menos importante  do que os outros já estabelecidos, como tabagismo, diabetes ou  pressão alta.</p>
<p>Estima-se que a enxaqueca atinja 20%  das mulheres e 10% dos homens. Um estudo recente, feito no Brasil,  revelou  uma prevalência de cerca de 15%. Mulheres são a enorme maioria das  vítimas.</p>
<p>A enxaqueca com aura acomete cerca de  14% dos portadores de enxaqueca.</p>
<p>ELO GENÉTICO DA ENXAQUECA</p>
<p>Um time de pesquisadores anunciou ter  descoberto um fator de risco genético associado a enxaquecas. Eles  avaliaram dados de 50.000 europeus e descobriram uma variação no DNA  ligada ao controle dos níveis de um neurotransmissor no cérebro. A  descoberta pode abrir caminhos para novas drogas.</p>
<p>Folha Online</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mais da metade das famílias tem dívidas, mostra Ipea</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/09/mais-da-metade-das-familias-tem-dividas-mostra-ipea/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Famílias de baixa renda têm menor grau  de endividamento.
Pesquisa diz que brasileiros estão otimistas com  situação socioeconômica.


Do G1, em São Paulo


Mais da metade das famílias brasileiras possui algum tipo de dívida,  segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).  Entre os 3,8 mil domicílios pesquisados em 214 municípios, cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img title="Endividamento das famílias" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/30/endividados320x280.jpg" alt="Endividamento das famílias" width="320" height="280" /><p class="wp-caption-text">Endividamento das famílias (Foto: Editoria de Arte/G1)</p></div>
<h2>Famílias de baixa renda têm menor grau  de endividamento.<br />
Pesquisa diz que brasileiros estão otimistas com  situação socioeconômica.</h2>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
</div>
<p>Mais da metade das famílias brasileiras possui algum tipo de dívida,  segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).  Entre os 3,8 mil domicílios pesquisados em 214 municípios, cerca de 54%  declararam ter dívidas.</p>
<p>Do conjunto das famílias, pouco mais de 11% responderam estar muito  endividadas. Outras 16,82% declararam estar mais ou menos endividadas, e  26,25%, pouco endividadas. Entre as famílias endividadas, a dívida  média é de R$ 5.426,59.</p>
<p>“Aproximadamente 15% das famílias endividadas têm uma dívida de cerca  de até metade do rendimento familiar mensal; 21% têm dívida entre 0,50 e  1 vez a renda mensal; 23,5% têm entre 1 e 2 vezes a renda mensal; 16%  têm entre 2 e 5 vezes; e 23% têm dívidas de mais de 5 vezes o valor da  renda familiar mensal”, diz o Ipea em nota.</p>
<p>Em todo o país, cerca de 20% das famílias possuem alguma conta atrasada  – destas, 60% acreditam que conseguirão quitar essas contas total ou  parcialmente no mês seguinte.</p>
<p>O menor grau de endividamento foi verificado entre as famílias com  renda de até um salário mínimo: nessa faixa de renda, 58,54% declararam  não ter dívidas. Entre as famílias com renda superior a dez salários  mínimos, essa taxa cai para 36,92%.</p>
<p>Na divisão por faixa etária, são os adultos entre 30 e 50 anos aqueles  que mais se percebem muito endividados, enquanto as pessoas com mais de  60 são as que têm menos dívidas.</p>
<p>Por regiões, há maior proporção de famílias sem dívidas no Nordeste e  Centro-Oeste (53% e 55%, respectivamente), enquanto na região Norte  apenas 16% das famílias declararam não possuir dívidas.</p>
<div><img title="Ipea - Otimismo" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/30/320x250graficoipea.gif" alt="Ipea - Otimismo" width="320" height="250" />Quanto mais  próximo de cem, maior o otimismo<br />
(Foto: Editoria de Arte/G1)</div>
<p>Otimismo<br />
A pesquisa do Ipea apontou que os brasileiros estão otimistas com a  situação socioeconômica do país. A pontuação da expectativa das famílias  para os próximos 12 meses ficou em 62,75 pontos em agosto, em uma  escala de zero (grande pessimismo) a cem (grande otimismo).</p>
<p>O Centro-Oeste teve a maior pontuação entre as regiões, de 68,14,  enquanto a região Sudeste registra a menor (59,09), indicando grau de  moderação para a situação socioeconômica nacional.</p>
<p>Para os próximos 12 meses, 58,03% das famílias acreditam que o Brasil  passará por melhores momentos. Para os próximos cinco anos, 55,4% das  famílias crêem a mesma coisa. A proporção de famílias que acreditam que o  país atravessará piores momentos é de 19,24% e 15,09%, para o curto e  médio prazos, respectivamente.</p>
<p>O grau de confiança é maior entre as famílias com maior rendimento, bem  como para os mais jovens. Também demonstram maior otimismo com a  economia do país os homens, os de ensino superior incompleto, os  autodeclarados negros e aqueles que recebem algum benefício do governo.</p>
<p>Situação financeira<br />
Em agosto, 73% das famílias pesquisadas disseram estar melhor  financeiramente hoje do que estavam há um ano. Na outra ponta, 20% se  vêem em pior situação.</p>
<p>Cerca de 77% das famílias creem que estarão em melhores condições  financeiras daqui a um ano, enquanto somente 8% projetam expectativa de  estarem pior. A expectativa das famílias sobre o futuro próximo é mais  otimista na região Norte, onde mais de 87% delas acreditam que estarão  melhor.No Sudeste, a proporção de famílias que acreditam que estarão  melhor é de 71%.</p>
<p>Consumo<br />
De acordo com o Ipea, o otimismo das famílias é menor quando se  consideram as expectativas sobre o consumo. Entre as famílias  pesquisadas, 53% acreditam que o momento é ideal para comprar bens  duráveis, enquanto 37% não acreditam que o momento seja apropriado.</p>
<p>O otimismo é maior na região Nordeste, onde 64% das famílias acreditam  que o momento seja adequado para a compra. Nas regiões Norte e Sul há  mais famílias receosas em consumir do que otimistas (51% contra 47%; e  49% contra 42%, respectivamente).</p>
<p>Controle de gastos</p>
<p><a href="http://www.baixatudo.com.br/meu-bolso-em-dia-tabela-mes-a-mes">Tabela  ajuda a controlar gastos; baixe agora</a>.</p>
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		<title>Pesquisa desvenda mecanismo das formas mais graves de asma</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Um estudo em camundongos mostrou em  detalhe  o mecanismo dos ataques severos de asma, criando condições para uma  futura terapia dessa forma da doença.
Na variante severa da asma há grande  produção da interleucina IL-17, molécula inflamatória ligada à  ativação de uma célula de defesa do organismo, o neutrófilo.
É isso o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://www.mulherbeleza.com.br/wp-content/uploads/2009/09/asma.jpg" alt="" width="305" height="229" /></p>
<p>Um estudo em camundongos mostrou em  detalhe  o mecanismo dos ataques severos de asma, criando condições para uma  futura terapia dessa forma da doença.</p>
<p>Na variante severa da asma há grande  produção da interleucina IL-17, molécula inflamatória ligada à  ativação de uma célula de defesa do organismo, o neutrófilo.</p>
<p>É isso o que fez o novo trabalho na  revista &#8220;Nature Immunology&#8221;: explicar o excesso de neutrófilos  nos pulmões dos pacientes.</p>
<p>Marsha Wills-Karp e seus colegas do  Hospital  da Criança de Cincinnati (EUA) demonstraram como certas linhagens de  camundongos sofrem mais de asma severa do que outras, combinada com  infiltração pulmonar de neutrófilos, e vincularam o processo à IL-17.</p>
<p>Outra descoberta foi o papel, na produção   das interleucinas, de duas moléculas ligadas a outro mecanismo de defesa   do corpo, o chamado sistema complemento.</p>
<p>&#8220;Se o achado se confirmar em humanos,  vai abrir a porta para o desenvolvimento de terapias tendo como alvo  esses mediadores&#8221;, declarou Wills-Karp à Folha de São Paulo.</p>
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		<title>Pioneira da inclusão do deficiente visual morre aos 91 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dorina Nowill estava internada havia  15 dias em hospital de São Paulo; corpo será  velado na sede da fundação que leva seu nome
SÃO PAULO &#8211; A professora Dorina de Gouvêa   Nowill, uma das maiores ativistas pela inclusão dos deficientes visuais  no País, morreu neste domingo, 29, aos 91 anos. Segundo informações  de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.estadao.com.br/fotos/Dorina_d-p.jpg" alt="Valéria Gonçalvez/AE - 29/1/2009" /></p>
<p>Dorina Nowill estava internada havia  15 dias em hospital de São Paulo; corpo será  velado na sede da fundação que leva seu nome</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; A professora Dorina de Gouvêa   Nowill, uma das maiores ativistas pela inclusão dos deficientes visuais  no País, morreu neste domingo, 29, aos 91 anos. Segundo informações  de familiares, ela estava internada havia cerca de 15 dias no Hospital  Santa Isabel, na zona oeste, para tratar uma infecção, mas acabou  sofrendo parada cardíaca. O velório deve ser realizado na  segunda-feira, na  sede da fundação que leva seu nome.</p>
<p>Dorina foi a primeira aluna cega a  matricular-se numa escola regular em São Paulo</p>
<p>&#8220;Foi uma morte praticamente natural&#8221;,  afirma seu filho Alexandre Nowill, que também era seu médico. Dorina,  que era casada com Edward Hubert, deixa outros quatro filhos &#8211;  Cristiano,  Denise, Dorininha e Márcio Manuel -, além de 12 netos.</p>
<p>A professora ficou cega aos 17 anos por  causa de uma doença que os médicos nunca conseguiram entender. Decidiu  então dedicar a vida à luta pela inclusão de pessoas na mesma  condição.</p>
<p>Com um grupo de amigas, criou em 1946  a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, que em 1991 recebeu seu  nome. Junto com o Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, a  Fundação Dorina Nowill Para Cegos foi uma das pioneiras na produção  de livros em Braille, na distribuição gratuita dessas obras para  deficientes  visuais e no desenvolvimento de técnicas mais modernas para que o cego  consiga ler &#8211; como livros falados e vozes sintetizadas no computador.</p>
<p>Superação.  Dorina foi a primeira aluna cega a matricular-se numa escola regular  em São Paulo. Na época, deficientes visuais praticamente não tinham  acesso à cultura e à informação por causa da falta de livros adaptados.</p>
<p>Em 1945, conseguiu convencer a Escola  Caetano de Campos, onde cursava o magistério, a implantar o primeiro  curso de especialização de professores para o ensino de cegos. Após  diplomar-se, viajou para os Estados Unidos com uma bolsa de estudos  paga pelo governo americano para frequentar um curso de especialização  na área de deficiência visual, na Universidade de Columbia.</p>
<p>Quando regressou ao Brasil, concentrou  esforços na fundação da primeira imprensa Braille de grande porte  do País. Hoje, a editora é uma das principais fontes de renda  da fundação e produz 80% dos livros do Ministério da Educação para  deficientes visuais e encomendas especiais de cardápios para  restaurantes,  instruções de segurança de companhias aéreas, best-sellers, etc.</p>
<p>Dorina dedicou-se também à  regulamentação da educação para cegos. Na Secretaria de Estado da  Educação de São Paulo, foi responsável pela criação do Departamento  de Educação Especial para Cegos. Em 1961, graças a seu empenho, o  direito à educação ao cego virou lei.</p>
<p>Em Brasília. Entre 1961 a 1973,  Dorina dirigiu o primeiro órgão nacional de educação de cegos no  Brasil, criado pelo Ministério da Educação, Cultura e Desportos.  Realizou programas e projetos que implantaram serviços para cegos em  diversos Estados, além de eventos e campanhas para a prevenção da  cegueira.</p>
<p>Em 1979, a professora foi eleita  presidente  do Conselho Mundial dos Cegos. Em 1981, Ano Internacional da Pessoa  Deficiente, ela falou na Assembleia Geral das Nações Unidas como  representante  brasileira. Dorina também trabalhou intensamente para a criação da  União Latino Americana de Cegos e foi diversas vezes premiada por seu  trabalho.</p>
<p>Em 1989, o Congresso Nacional ratificou  a Convenção 1599 da Organização Internacional do Trabalho (OIT),  que trata da reabilitação, treinamento e profissionalização de cegos.  Esse foi mais um desdobramento do trabalho que Dorina havia começado  18 anos antes, com o primeiro centro de reabilitação para cegos criado  por sua fundação.</p>
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		<title>NOVO ESCRITOR PERNAMBUCANO</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreiou  com  merecido   sucesso  como  escritor , JOÃO  BRAGA , EX DEPUTADO ,  EX  SECRETARIO  DE  SEGURANÇA , MUITOS  TITULOS  EX  E   AGORA  COM  UM  DEFINITIVO  E   IGUAL  A  EMBAIXADOR ,   SERÁ   UM  TITULO  DEFINITIVO  NA  SUA  VIDA .  ESCRITOR  .  SEU  LIVRO ,  POSTO  DE  ESCUTA  NÃO  É  SÓ  GOSTOSO  DE  LER .É  DE  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estreiou  com  merecido   sucesso  como  escritor , JOÃO  BRAGA , EX DEPUTADO ,  EX  SECRETARIO  DE  SEGURANÇA , MUITOS  TITULOS  EX  E   AGORA  COM  UM  DEFINITIVO  E   IGUAL  A  EMBAIXADOR ,   SERÁ   UM  TITULO  DEFINITIVO  NA  SUA  VIDA .  ESCRITOR  .  SEU  LIVRO ,  POSTO  DE  ESCUTA  NÃO  É  SÓ  GOSTOSO  DE  LER .É  DE  UMA  GRANDE  CRIATIVIDADE ,COM  UMA  TRAMA  INTELIGENTE  QUE  DIFICULTA  O  ABANDONO  DA  LEITURA . VALE   REALÇAR  A   GRANDE  PRESENÇA  DA  MITOLOGIA  GREGA   NO   RELATO .  UMA  LEITURA  QUE  SERÁ  TAÕ  ETERNA  ENQUANTO  DURAR  VIDA  HUMANA  NO  PLANETA  , É   A MITOLOGIA   GREGA .  O  SUCESSO   DE  BRAGA  COMO  ESCRITOR  NÃO  SURPREENDE ,  PORQUE  ELE  SEMPRE   FOI  UM  CRATIVO  OBSTINADO .</p>
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		<title>Cientistas identificam 8 sintomas para prever risco de câncer</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 10:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Segundo a publicação, sintomas ajudariam  a prever a presença de um tumor de forma certeira
LONDRES &#8211; Cientistas britânicos identificaram  oito dos sintomas mais comumente relacionados com o câncer, como presença  de sangue na urina e anemia, segundo publica nesta sexta-feira, 27,  a revista &#8220;British Journal of General Practice&#8221;.
Segundo a publicação, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://www.saude.pe.gov.br/imgNoticias/cancer%282%29.jpg" alt="" width="320" height="330" /></p>
<p>Segundo a publicação, sintomas ajudariam  a prever a presença de um tumor de forma certeira</p>
<p>LONDRES &#8211; Cientistas britânicos identificaram  oito dos sintomas mais comumente relacionados com o câncer, como presença  de sangue na urina e anemia, segundo publica nesta sexta-feira, 27,  a revista &#8220;British Journal of General Practice&#8221;.</p>
<p>Segundo a publicação, em certos grupos  de idade estes sintomas ajudariam a prever a presença de um tumor de  forma tão certeira que, se não houver outra explicação mais plausível,  o paciente deveria ser avaliado por um especialista.</p>
<p>Sangue no reto, nódulos nas mamas, tosse  acompanhada de sangue, dificuldade ao engolir, sangramento vaginal depois  da menopausa e resultados anômalos nas revisões de próstata completam  a lista de sintomas a serem levados em conta.</p>
<p>Os pesquisadores buscavam sintomas que  fossem indicativos de ter um câncer em pelo menos um em cada 20 casos.</p>
<p>Embora a presença de sintomas ainda  represente uma possibilidade muito reduzida de ter um tumor, qualquer  deles é motivo suficiente para que o paciente seja avaliado por um  especialista e submetido a mais testes para que seja diagnosticado o  mais rápido possível.</p>
<p>Para elaborar esta lista os cientistas  cruzaram os resultados de 25 estudos anteriores que lhes permitiram  concluir que no caso das pessoas menores de 55 anos só dois destes  sintomas &#8211; resultados anômalos nas revisões de próstata e nódulos  no peito &#8211; indicavam um risco de 5% de ter câncer.</p>
<p>Depois dos 55, embora apenas no caso  dos homens, a dificuldade para tragar seria significativa de um câncer  de esôfago, enquanto a presença de sangue na urina se transforma em  um sintoma de especial preocupação entre homens e mulheres a partir  dos 60 anos.</p>
<p>Mark Shapley, especialista que liderou  a pesquisa, recomenda &#8220;mais investigação para desenvolver um  tipo de programas de informática que alertem os médicos de família  que eles têm que enviar o paciente para um especialista quando estes  sintomas surgem em certos grupos de risco&#8221;.</p>
<p>Um porta-voz da &#8220;Cancer Research  UK&#8221;, a organização que se encarrega das pesquisas sobre câncer  no Reino Unido, advertiu que estes sintomas não são os únicos que  indicariam um possível câncer.</p>
<p>&#8220;Os sintomas que aqui se destacam  já eram considerados sinais potenciais de um tumor, mas existem  pelo menos 200 tipos de câncer diferentes, por isso que a sintomatologia  é muito ampla&#8221;, explicou.</p>
<p>O porta-voz aconselhou procurar um especialista  &#8220;perante qualquer mudança no corpo fora do comum e persistente&#8221;,  já que o tratamento do câncer tem maior probabilidade de sucesso quanto  mais cedo for diagnosticado.</p>
<p>Efe</p>
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		<title>Em 20 anos, número de fumantes caiu 45% no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 10:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em 1989, 33% dos brasileiros maiores  de 18 anos fumavam, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer).  Hoje essa proporção é de 18%, concluiu a Pesquisa Especial de  Tabagismo divulgada hoje pelo instituto. A queda foi de 45%.
Mulheres começam a fumar  antes que homens, segundo pesquisa do Inca
Brasileiros com menor  renda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/sardinhainnaldo.spaceblog.com.br/images/gd/1260454968/ESTUDO-INDICA-QUIE-TOTAL-DE-FUMANTES-NO-PAIS-CAIU-47-EM-19-ANOS.png" alt="" width="457" height="318" /></p>
<p>Em 1989, 33% dos brasileiros maiores  de 18 anos fumavam, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer).  Hoje essa proporção é de 18%, concluiu a Pesquisa Especial de  Tabagismo divulgada hoje pelo instituto. A queda foi de 45%.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791062-mulheres-comecam-a-fumar-antes-que-homens-segundo-pesquisa-do-inca.shtml" target="_blank">Mulheres começam a fumar  antes que homens, segundo pesquisa do Inca</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791044-brasileiros-com-menor-renda-fumam-mais-segundo-pesquisa-do-inca.shtml" target="_blank">Brasileiros com menor  renda fumam mais</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791051-fumantes-gastam-cerca-de-r-1500-em-cigarro-por-ano-diz-estudo.shtml" target="_blank">Fumantes gastam cerca  de R$ 1.500 em cigarro por ano, diz estudo</a></p>
<p>A pesquisa, realizada a partir de 2008,  entrevistou 39.425 brasileiros com mais de 15 anos. Desses, 17,5% fumam.  Outros 13 países estão realizando a mesma pesquisa, mas nem todos  divulgaram dados _a pesquisa mundial termina em outubro.</p>
<p>Na América, a pesquisa também incluiu  o Uruguai, onde 25% da população com mais de 15 anos fuma, e o México,  onde o número de fumantes a partir dessa idade é menor do que  no Brasil: 15,9%.</p>
<p>&#8220;Já conseguimos reduzir bastante  o número de fumantes, mas precisamos continuar a briga. A indústria  do tabaco primeiro focou as mulheres, e o resultado já pode ser  constatado: o número de mulheres que começa a fumar antes dos 15 anos  é 22% maior do que a dos homens, segundo a pesquisa. Agora, o  foco da indústria são os jovens. Essa é a principal faixa etária  em que devemos trabalhar, porque é a idade em que é mais fácil abandonar  o vício, também&#8221;, diz Liz Maria de Almeida, gerente da Divisão  de Epidemiologia do Inca e responsável pela apresentação da pesquisa,  hoje, na sede do instituto, no Rio.</p>
<p>MULHERES COMEÇAM A FUMA ANTES QUE  HOMENS</p>
<p>Os dados da pesquisa ainda mostram que  a proporção de jovens do sexo feminino que começa a fumar antes dos  15 anos é 22% maior do que a dos homens, em todas as regiões do país.</p>
<p>Segundo o Inca, a geração de brasileiros  nascidos a partir da década de 80 &#8211;ou seja, que hoje tem até  30 anos&#8211;, começa a fumar aos 17 anos, em média. No Nordeste e no  Centro-Oeste, a proporção de jovens que começa a fumar antes dos  15 anos é maior do que nas outras regiões.</p>
<p>Os jovens são a parcela da população  que menos procurou algum tipo de ajuda para deixar de fumar, de acordo  com o estudo, apesar de 48% das pessoas dessa faixa etária terem relatado  pelo menos uma tentativa de parar de fumar nos últimos 12 meses.</p>
<p>Entre os jovens, chama a atenção o  fato de os homens fumarem 2,5 vezes mais do que as mulheres. Entre as  outras faixas etárias da população essa proporção é menor.  Uma das explicações para isso é o fato de que as mulheres param de  fumar numa proporção duas vezes maior do que a dos homens.</p>
<p>A pesquisa ainda constatou que os jovens  são mais sensíveis à propaganda pró-tabaco do que os adultos  &#8211;48,6% dos jovens relataram ter percebido propaganda pró-tabaco ante  38,7% dos adultos.</p>
<p>Esse resultado pode indicar que existe  um esforço da indústria para atingir os indivíduos com 24 anos de  idade ou menos nas ações de promoção e propaganda de produtos do  tabaco. Isso fortalece a necessidade de criar estratégias de informação  sobre controle do tabaco junto aos jovens por meio de formatos e conteúdos  diversificados.</p>
<p>A pesquisa mostrou que o nível de dependência  severa de nicotina dos jovens foi 50% menor do que a dos adultos. Isso  mostra a importância do estímulo à cessação entre essa população,  e principalmente da prevenção, para evitar que comecem a fumar.</p>
<p>O nível de dependência foi medido na  PETab por meio de duas perguntas: o número de cigarros fumados por  dia e o tempo que a pessoa leva para acender o primeiro cigarro após  acordar. O cruzamento dessas respostas determina o nível de dependência,  que pode ser baixa, elevada ou moderada.</p>
<p>FUMANTES GASTA CERCA DE R$ 1.500 EM  CIGARRO POR ANO</p>
<p>Além de prejudicar a saúde, o cigarro  causa forte impacto no orçamento doméstico. Dados da PETab revelaram  que uma família composta por um casal de fumantes, entre 45 e 64 anos,  residente em uma cidade do Sudeste do país gasta, por mês, R$ 128,60  somente com a compra de cigarros. Por ano, a despesa chega a R$ 1.543,20.</p>
<p>O gasto com cigarro para um casal de  fumantes de qualquer região do país chega a R$ 1.495,20 por ano. Todos  os valores foram calculados com base em 2008. Naquele ano, o valor do  salário mínimo era R$ 415,00, o que levaria esse gasto com cigarro  a quase quatro salários mínimos por ano.</p>
<p>O valor gasto pelo casal do Sudeste com  cigarro seria suficiente para comprar hoje, agosto de 2010, uma TV de  LCD de 32 polegadas (R$ 1.469,00, preço médio), um computador (R$  1.300,00), ou uma geladeira duplex (R$ 1.400,00), segundo o estudo.</p>
<p>A PETab revelou ainda que o gasto médio  mensal com cigarros industrializados de fumantes acima dos 15 anos no  Brasil foi de R$ 55,50.</p>
<p>Considerando o preço médio do cigarro  no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e o salário  mínimo de setembro de 2008, era possível para um fumante de baixa  renda comprar 150 maços ao mês, contra 83 maços, em 1996, e 112 maços,  em janeiro de 2003. Ou seja, com o passar do tempo, ficou mais fácil  para pessoas de baixa renda comprarem mais maços de cigarros.</p>
<p>BRASILEIROS COM MENOR RENDA FUMAM  MAIS</p>
<p>O estudo indica que os brasileiros com  menor renda fumam mais. Segundo os dados da PETab, os maiores percentuais  de fumantes no Brasil, entre ambos os sexos, foram encontrados na população  sem instrução (25,7%) e entre as pessoas de menor renda (21,3%), o  que corresponde à população que ganhava menos de meio salário mínimo  por mês.</p>
<p>A análise dos dados da PETab foi realizada  como parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2008, do IBGE,  e tem por objetivo fornecer informações para subsidiar a política  nacional de controle do tabaco.</p>
<p>A pesquisa foi feita em 51.011 domicílios,  entrevistando fumantes, não fumantes e ex-fumantes. O trabalho foi  realizado em outros 13 países. Internacionalmente, é conhecido como  Global Adult Tobacco Survey (Pesquisa Global de Tabagismo).</p>
<p>Apesar da queda no consumo de tabaco  nas últimas décadas, o número de fumantes no país ainda é  elevado: cerca de 25 milhões com idade igual ou superior a 15 anos.  Contudo, 45,6% dos fumantes tentaram parar de fumar nos últimos 12  meses, o que corresponde a cerca de 12 milhões de pessoas.</p>
<p>A PETab confirmou a urgência de reforçar  as recomendações da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco,  um tratado de saúde pública, ratificado por 168 países-membros da  OMS (Organização Mundial de Saúde), de um total de 192. Entre outras  coisas, o texto determina ações específicas de proteção ao tabagismo  passivo.</p>
<p>A pesquisa ainda apontou que uma em cada  cinco pessoas foi exposta à fumaça do cigarro em locais públicos  em geral. Isso correspondeu a cerca de 26 milhões de pessoas, das quais  22 milhões eram não fumantes. Os jovens foram mais 10% expostos ao  fumo passivo em locais públicos do que os adultos, totalizando 6,2  milhões de jovens.</p>
<p>&#8220;É preciso que a legislação  em vigor, que ainda permite fumódromos, seja alterada para impedir  100% o uso de produtos do tabaco que emitem fumaça em ambientes coletivos  e fechados&#8221;, alerta Liz Maria de Almeida, gerente de Divisão de  Epidemiologia do Inca.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Cigarro vicia mais que maconha, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 10:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[


Editoria de Arte/Folhapress






Maconha é coisa de jovem: o usuário típico deixa a erva conforme vai  envelhecendo, diz um estudo internacional que revisou os principais  trabalhos já feitos sobre o tema.
Psiquiatra afirma que a legalização aumentaria o uso
De acordo com o &#8220;Cannabis Policy&#8221;, publicação de 300 páginas lançada nos  EUA, a droga ganha [...]]]></description>
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<tbody>
<tr>
<td>Editoria de Arte/Folhapress</td>
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<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/10242240.gif" border="0" alt="" /></td>
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<p>Maconha é coisa de jovem: o usuário típico deixa a erva conforme vai  envelhecendo, diz um estudo internacional que revisou os principais  trabalhos já feitos sobre o tema.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/790975-psiquiatra-afirma-que-a-legalizacao-da-maconha-aumentaria-o-uso.shtml">Psiquiatra afirma que a legalização aumentaria o uso</a></p>
<p>De acordo com o &#8220;Cannabis Policy&#8221;, publicação de 300 páginas lançada nos  EUA, a droga ganha do álcool e do tabaco em segurança. Nove por cento  dos que experimentam maconha tornam-se dependentes, contra 32% do tabaco  e 15% do álcool.</p>
<p>Segundo os dados de Robin Room, da University of Melbourne, líder do  trabalho, a droga causa relativamente poucos acidentes de trânsito.  &#8220;Essa é a principal preocupação relacionada aos efeitos agudos da  maconha&#8221;, escreve Room, &#8220;porque ela reduz a atenção e a coordenação  motora&#8221;.</p>
<p>Dados mais recentes mostram que a maconha duplica a chance de acidentes.  O álcool é pior: aumenta mais de dez vezes o risco. &#8220;Aparentemente, os  motoristas que fumaram maconha dirigem mais devagar.&#8221;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td></td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>FAZ MAL, MAS QUANTO?</strong></p>
<p>O estudo de Room esteve no centro de uma polêmica entre dois cientistas  brasileiros. Ronaldo Laranjeira, da Unifesp, citou o trabalho em artigo  nesta Folha, listando doenças relacionadas à erva e argumentando que é  falácia dizer que ela é segura.</p>
<p>Em resposta, Sidarta Ribeiro, da Universidade Federal do Rio Grande do  Norte, acusou o colega de distorcer o estudo, que sugere a legalização  da droga, porque &#8220;seus danos são modestos&#8221;. Ambos elogiam o currículo de  Room e seu trabalho.</p>
<p>O &#8220;Cannabis Policy&#8221; lista problemas relacionados ao uso contínuo da  maconha, mas faz considerações sobre a limitação do seu impacto.</p>
<p>Relata a relação entre seu uso na gravidez e a redução do peso do bebê  ao nascer, mas menos do que no caso do tabaco. Cita ansiedade e insônia  como sintomas comuns de viciados que tentam abandonar a erva.</p>
<p>Usuários têm mais chance de ter bronquite e câncer no pulmão. Room  estima que um homem de 44 anos que fumou maconha por toda a vida  diariamente tem 3% mais risco de sofrer infarto.</p>
<p>A maconha aumenta em mais de duas vezes o risco de esquizofrenia. Ainda  assim, cientistas calculam que, para evitar um caso da doença entre  jovens adultos, seria preciso fazer com que 5.000 pessoas não fumassem a  erva.</p>
<p>O risco de depressão é mais de duas vezes maior. Mas não há como excluir  a hipótese de que depressivos fumem como automedicação -é difícil saber  qual a causa e qual a consequência.</p>
<p>O mesmo ocorre com a evasão escolar. É a erva que deixa os adolescentes  desanimados com a vida ou jovens sem rumo procuram mais as drogas?</p>
<p>Mesmo assim, Room acredita que a erva não é especialmente problemática.  &#8220;Os riscos à saúde do tabaco e do álcool são muito maiores.&#8221;</p>
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		<title>Casais de fumantes gastam quase R$ 1.500 com cigarro por ano no País</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 10:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valor no Sudeste  é suficiente para comprar TV de LCD de 32&#8221;, computador ou geladeira  duplex
RIO DE JANEIRO &#8211; Dados da Pesquisa Especial  de Tabagismo (PETab) revelam que uma família composta por um casal  de fumantes, entre 45 e 64 anos, residente em uma cidade da Região  Sudeste gasta, por mês, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Werther Santana/AE Werther Santana/AE Gasto médio mensal por pessoa é de R$ 55,50" src="http://www.estadao.com.br/fotos/cigarro_werther_santana_ae.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/fotos/cigarro_werther_santana_ae.jpg" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Werther Santana/AE Werther Santana/AE Gasto médio mensal por pessoa é de R$ 55,50</p></div>
<p>Valor no Sudeste  é suficiente para comprar TV de LCD de 32&#8221;, computador ou geladeira  duplex</p>
<p>RIO DE JANEIRO &#8211; Dados da Pesquisa Especial  de Tabagismo (PETab) revelam que uma família composta por um casal  de fumantes, entre 45 e 64 anos, residente em uma cidade da Região  Sudeste gasta, por mês, somente com a compra de cigarros, R$ 128,60.  Por ano, a despesa chega a R$ 1.543,20.</p>
<p>Gasto médio mensal com cigarros por  pessoa é de R$ 55,50</p>
<p>O gasto com cigarro para um casal de  fumantes de qualquer região do País chega a R$ 1.495,20 por ano. Todos  os valores foram calculados com base em 2008. Naquele ano, o valor do  salário mínimo era de R$ 415, o que levaria esse gasto com cigarro  a quase quatro salários mínimos por ano.</p>
<p>O valor gasto pelo casal do Sudeste com  cigarro seria suficiente para comprar hoje, agosto de 2010, uma TV de  LCD de 32 polegadas (R$ 1.469, preço médio), um computador (R$ 1.300)  ou uma geladeira duplex (R$ 1.400).</p>
<p>A PETab revelou ainda que o gasto médio  mensal com cigarros industrializados de fumantes acima dos 15 anos no  Brasil foi de R$ 55,50. Considerando o preço médio do cigarro no Índice  Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o salário mínimo  de setembro de 2008, era possível para um fumante de baixa renda comprar  150 maços ao mês, contra os 83 maços, em 1996, e 112 maços, em janeiro  de 2003.</p>
<p>Ou seja, com o passar do tempo, ficou  mais fácil para pessoas de baixa renda comprarem mais maços de cigarros.</p>
<p>Jornal Estadão</p>
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		<title>Em 20 anos, número de fumantes caiu 45% no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 19:02:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Em 1989, 33% dos brasileiros maiores  de 18 anos fumavam, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer).  Hoje essa proporção é de 18%, concluiu a Pesquisa Especial de  Tabagismo divulgada hoje pelo instituto. A queda foi de 45%.
Mulheres começam a fumar   antes que homens, segundo pesquisa do Inca
Brasileiros com menor  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2009/11/fumante.jpg" alt="" width="535" height="335" /></p>
<p>Em 1989, 33% dos brasileiros maiores  de 18 anos fumavam, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer).  Hoje essa proporção é de 18%, concluiu a Pesquisa Especial de  Tabagismo divulgada hoje pelo instituto. A queda foi de 45%.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791062-mulheres-comecam-a-fumar-antes-que-homens-segundo-pesquisa-do-inca.shtml" target="_blank">Mulheres começam a fumar   antes que homens, segundo pesquisa do Inca</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791044-brasileiros-com-menor-renda-fumam-mais-segundo-pesquisa-do-inca.shtml" target="_blank">Brasileiros com menor  renda fumam mais</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791051-fumantes-gastam-cerca-de-r-1500-em-cigarro-por-ano-diz-estudo.shtml" target="_blank">Fumantes gastam cerca  de R$ 1.500 em cigarro por ano, diz estudo</a></p>
<p>A pesquisa, realizada a partir de 2008,  entrevistou 39.425 brasileiros com mais de 15 anos. Desses, 17,5% fumam.   Outros 13 países estão realizando a mesma pesquisa, mas nem todos  divulgaram dados _a pesquisa mundial termina em outubro.</p>
<p>Na América, a pesquisa também incluiu  o Uruguai, onde 25% da população com mais de 15 anos fuma, e o México,  onde o número de fumantes a partir dessa idade é menor do que  no Brasil: 15,9%.</p>
<p>&#8220;Já conseguimos reduzir bastante  o número de fumantes, mas precisamos continuar a briga. A indústria  do tabaco primeiro focou as mulheres, e o resultado já pode ser  constatado: o número de mulheres que começa a fumar antes dos 15 anos  é 22% maior do que a dos homens, segundo a pesquisa. Agora, o  foco da indústria são os jovens. Essa é a principal faixa etária  em que devemos trabalhar, porque é a idade em que é mais fácil abandonar   o vício, também&#8221;, diz Liz Maria de Almeida, gerente da Divisão  de Epidemiologia do Inca e responsável pela apresentação da pesquisa,  hoje, na sede do instituto, no Rio.</p>
<p>MULHERES COMEÇAM A FUMA ANTES QUE  HOMENS</p>
<p>Os dados da pesquisa ainda mostram que  a proporção de jovens do sexo feminino que começa a fumar antes dos  15 anos é 22% maior do que a dos homens, em todas as regiões do país.</p>
<p>Segundo o Inca, a geração de brasileiros  nascidos a partir da década de 80 &#8211;ou seja, que hoje tem até  30 anos&#8211;, começa a fumar aos 17 anos, em média. No Nordeste e no  Centro-Oeste, a proporção de jovens que começa a fumar antes dos  15 anos é maior do que nas outras regiões.</p>
<p>Os jovens são a parcela da população  que menos procurou algum tipo de ajuda para deixar de fumar, de acordo  com o estudo, apesar de 48% das pessoas dessa faixa etária terem  relatado  pelo menos uma tentativa de parar de fumar nos últimos 12 meses.</p>
<p>Entre os jovens, chama a atenção o  fato de os homens fumarem 2,5 vezes mais do que as mulheres. Entre as  outras faixas etárias da população essa proporção é menor.  Uma das explicações para isso é o fato de que as mulheres param de  fumar numa proporção duas vezes maior do que a dos homens.</p>
<p>A pesquisa ainda constatou que os jovens  são mais sensíveis à propaganda pró-tabaco do que os adultos  &#8211;48,6% dos jovens relataram ter percebido propaganda pró-tabaco ante  38,7% dos adultos.</p>
<p>Esse resultado pode indicar que existe  um esforço da indústria para atingir os indivíduos com 24 anos de  idade ou menos nas ações de promoção e propaganda de produtos do  tabaco. Isso fortalece a necessidade de criar estratégias de informação  sobre controle do tabaco junto aos jovens por meio de formatos e  conteúdos  diversificados.</p>
<p>A pesquisa mostrou que o nível de  dependência  severa de nicotina dos jovens foi 50% menor do que a dos adultos. Isso  mostra a importância do estímulo à cessação entre essa população,  e principalmente da prevenção, para evitar que comecem a fumar.</p>
<p>O nível de dependência foi medido na  PETab por meio de duas perguntas: o número de cigarros fumados por  dia e o tempo que a pessoa leva para acender o primeiro cigarro após  acordar. O cruzamento dessas respostas determina o nível de dependência,   que pode ser baixa, elevada ou moderada.</p>
<p>FUMANTES GASTA CERCA DE R$ 1.500 EM  CIGARRO POR ANO</p>
<p>Além de prejudicar a saúde, o cigarro  causa forte impacto no orçamento doméstico. Dados da PETab revelaram  que uma família composta por um casal de fumantes, entre 45 e 64 anos,  residente em uma cidade do Sudeste do país gasta, por mês, R$ 128,60  somente com a compra de cigarros. Por ano, a despesa chega a R$  1.543,20.</p>
<p>O gasto com cigarro para um casal de  fumantes de qualquer região do país chega a R$ 1.495,20 por ano. Todos  os valores foram calculados com base em 2008. Naquele ano, o valor do  salário mínimo era R$ 415,00, o que levaria esse gasto com cigarro  a quase quatro salários mínimos por ano.</p>
<p>O valor gasto pelo casal do Sudeste com  cigarro seria suficiente para comprar hoje, agosto de 2010, uma TV de  LCD de 32 polegadas (R$ 1.469,00, preço médio), um computador (R$  1.300,00), ou uma geladeira duplex (R$ 1.400,00), segundo o estudo.</p>
<p>A PETab revelou ainda que o gasto médio  mensal com cigarros industrializados de fumantes acima dos 15 anos no  Brasil foi de R$ 55,50.</p>
<p>Considerando o preço médio do cigarro  no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e o salário  mínimo de setembro de 2008, era possível para um fumante de baixa  renda comprar 150 maços ao mês, contra 83 maços, em 1996, e 112 maços,  em janeiro de 2003. Ou seja, com o passar do tempo, ficou mais fácil  para pessoas de baixa renda comprarem mais maços de cigarros.</p>
<p>BRASILEIROS COM MENOR RENDA FUMAM  MAIS</p>
<p>O estudo indica que os brasileiros com  menor renda fumam mais. Segundo os dados da PETab, os maiores  percentuais  de fumantes no Brasil, entre ambos os sexos, foram encontrados na  população  sem instrução (25,7%) e entre as pessoas de menor renda (21,3%), o  que corresponde à população que ganhava menos de meio salário mínimo  por mês.</p>
<p>A análise dos dados da PETab foi  realizada  como parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2008, do IBGE,  e tem por objetivo fornecer informações para subsidiar a política  nacional de controle do tabaco.</p>
<p>A pesquisa foi feita em 51.011  domicílios,  entrevistando fumantes, não fumantes e ex-fumantes. O trabalho foi  realizado em outros 13 países. Internacionalmente, é conhecido como  Global Adult Tobacco Survey (Pesquisa Global de Tabagismo).</p>
<p>Apesar da queda no consumo de tabaco  nas últimas décadas, o número de fumantes no país ainda é  elevado: cerca de 25 milhões com idade igual ou superior a 15 anos.  Contudo, 45,6% dos fumantes tentaram parar de fumar nos últimos 12  meses, o que corresponde a cerca de 12 milhões de pessoas.</p>
<p>A PETab confirmou a urgência de reforçar  as recomendações da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco,  um tratado de saúde pública, ratificado por 168 países-membros da  OMS (Organização Mundial de Saúde), de um total de 192. Entre outras  coisas, o texto determina ações específicas de proteção ao tabagismo  passivo.</p>
<p>A pesquisa ainda apontou que uma em cada  cinco pessoas foi exposta à fumaça do cigarro em locais públicos  em geral. Isso correspondeu a cerca de 26 milhões de pessoas, das quais  22 milhões eram não fumantes. Os jovens foram mais 10% expostos ao  fumo passivo em locais públicos do que os adultos, totalizando 6,2  milhões de jovens.</p>
<p>&#8220;É preciso que a legislação  em vigor, que ainda permite fumódromos, seja alterada para impedir  100% o uso de produtos do tabaco que emitem fumaça em ambientes  coletivos  e fechados&#8221;, alerta Liz Maria de Almeida, gerente de Divisão de  Epidemiologia do Inca.</p>
<p>Folha Online</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Você  confia nas ervas medicinais?</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/08/voce-confia-nas-ervas-medicinais/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Drauzio Varella, o médico mais popular do  Brasil, questiona a eficácia das plantas e dos fitoterápicos e cria uma  enorme polêmica
Cristiane Segatto e Aline Ribeiro
  

EM CAMPO
Drauzio Varella na Amazônia, onde há 15 anos coleta plantas para  testá-las contra o câncer. “Se eu usasse esses extratos nos meus  pacientes, seria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Drauzio Varella, o médico mais popular do  Brasil, questiona a eficácia das plantas e dos fitoterápicos e cria uma  enorme polêmica</strong></div>
<div>Cristiane Segatto e Aline Ribeiro</div>
<p><!-- ARTICLE CONTENT --> <!-- MATERIA CONTAINER --> <!-- %=corpoPagina%--></p>
<div><img src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,43063258,00.jpg" alt="Rodrigo Baleia" width="280" height="400" /></p>
<div><strong>EM CAMPO</strong><br />
Drauzio Varella na Amazônia, onde há 15 anos coleta plantas para  testá-las contra o câncer. “Se eu usasse esses extratos nos meus  pacientes, seria criminoso”, diz</div>
<p><!-- foto280 --></div>
<p>O uso de plantas medicinais é um dos traços da cultura brasileira.  Todo mundo já ouviu falar sobre os benefícios de determinado chá ou de  medicamentos à base de plantas, os fitoterápicos. E não só no Brasil. Os  fitoterápicos movimentam no mundo US$ 14 bilhões por ano. São obtidos  de plantas e vendidos em forma de extrato, tintura, óleo etc. Estima-se  que no Brasil esse mercado gire em torno de US$ 400 milhões por ano e  empregue 100 mil pessoas. De todos os remédios colocados nas prateleiras  das farmácias brasileiras, 2,8% são feitos de vegetais. E as vendas  crescem em torno de 12% ao ano, segundo a consultoria do setor  farmacêutico IMS Health. No setor dos medicamentos sintéticos, chamados  de alopáticos, o crescimento é menor, de 5%.</p>
<p>Os consumidores  de ervas medicinais e fitoterápicos acreditam que eles são tão seguros e  eficazes quanto as drogas convencionais vendidas nas farmácias ou  distribuídas nos postos de saúde. Mas talvez não sejam. É o que Drauzio  Varella, o médico mais popular do Brasil, promete discutir na série “É  bom pra quê?”, que estreia neste domingo no Fantástico.</p>
<p>Há  duas semanas, Drauzio falou sobre o assunto a ÉPOCA On-line. Criticou a  falta de sólidas evidências científicas que poderiam justificar o uso  de fitoterápicos. Condenou a política do Ministério da Saúde de  distribuição de medicamentos fitoterápicos no SUS e a lista de 66  plantas medicinais preparada pela Anvisa para orientar o uso de chás. A  reação foi imediata. Drauzio foi acusado de ser mal-intencionado, de  estar a serviço da indústria farmacêutica, de tentar atrapalhar a  candidatura de Dilma Rousseff. A polêmica explodiu, envolvendo médicos,  consumidores e até o Ministério da Saúde.</p>
<p>Jaldo de Souza  Santos, presidente do Conselho Federal de Farmácia, publicou uma carta  aberta atacando o médico do Fantástico. “Achamos precipitada a sua  opinião ao afirmar que a indicação de plantas e fitoterápicos é um  erro”, disse ele. Drauzio respondeu: “Condeno a falta de estudos  clínicos dignos desse nome. Enquanto admitirmos esse empirismo  irresponsável, a fitoterapia jamais será levada a sério no Brasil.” No  site de ÉPOCA, houve mais de 240 comentários sobre o assunto, a maioria  esmagadora atacando Drauzio. No Twitter, foi criado um movimento Cala a  Boca, Drauzio.</p>
<p>“Pelo conteúdo das críticas que recebi  depois da publicação da entrevista, posso antever o que acontecerá  quando a série for ao ar. Paciência”, disse o médico. Drauzio pesquisa o  potencial farmacológico das plantas há 15 anos. Faz expedições à  Amazônia em busca de substâncias que possam demonstrar alguma eficácia  contra o câncer. É um trabalho demorado. Até agora, as plantas coletadas  deram origem a 2.200 extratos. Desses, 190 apresentaram alguma  atividade contra células tumorais e oito serão testados em animais. Daí a  desenvolver uma droga útil para seres humanos há um longo caminho. “Se  eu tratasse meus pacientes de câncer com os extratos que mostraram  atividade contra células malignas em nosso laboratório, seria  considerado criminoso”, diz. “Por que essa regra não vale para os que  receitam produtos que não passaram pelos estudos de toxicidade e pelas  avaliações clínicas exigidas dos medicamentos convencionais?” Esse é o  cerne da controvérsia. ÉPOCA investigou os fatos e os mitos que animam a  discussão do assunto.</p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<div><img src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,43063417,00.jpg" alt="Stéfano Martini" width="200" height="300" /></p>
<div><strong>ELA ACREDITA</strong><br />
Maria de Fátima e o suco de berinjela que toma todos os dias:  “Melhorei a alimentação, mas o que baixou meu colesterol foi ele”</div>
<p><!-- foto200 --></div>
<p><strong>Fitoterápicos são remédios iguais aos outros?</strong><br />
Não. Ervas e chás são usados há milhares de anos. À medida que a  química foi se desenvolvendo, os pesquisadores começaram a isolar das  plantas os princípios ativos responsáveis pela ação medicinal. Essas  substâncias foram sintetizadas em laboratório. Ou seja: foram criadas a  partir da imitação da estrutura química das plantas. Deram origem a  drogas importantíssimas, alopáticas, como a morfina e a aspirina.  Diferentemente das ervas, os fitoterápicos são classificados como  remédios. São obtidos exclusivamente de vegetais e vendidos em forma de  extrato, tintura, óleo, cápsulas etc. Para conseguir registrá-los como  medicamentos, os fabricantes devem provar que conseguem manter a  qualidade e a concentração do princípio ativo presente na planta. “Não é  fácil manter a qualidade de um fitoterápico porque ele contém centenas  de substâncias”, diz João Ernesto de Carvalho, coordenador da divisão de  farmacologia e toxicologia do Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e  Agrícolas da Unicamp. Quem toma 100 miligramas de aspirina sabe que  está tomando 100 miligramas de ácido acetilsalicílico. Com os  fitoterápicos é diferente. “Dependendo da época do ano e do tipo de  extrato, é difícil manter a quantidade e a mesma concentração do  princípio ativo”, diz Carvalho.</p>
<p><strong>Fitoterápicos passam pelos mesmos testes científicos das drogas alopáticas?<br />
</strong>Em  termos. Existem milhares de estudos feitos com espécies usadas em  fitoterapia, entre as quais as oito distribuídas no SUS: alcachofra,  aroeira, cáscara-sagrada, garra-do-diabo, guaco, isoflavonas da soja e  unha-de-gato. A maioria dos estudos, porém, foi feita em animais ou com  pequeno número de pacientes, por curtos períodos. Os poucos estudos  feitos com centenas de pacientes não trazem conclusões inequívocas sobre  a eficácia das substâncias. Se o fabricante de uma nova droga sintética  tentasse aprová-la com base nesse tipo de evidência, não conseguiria. O  desenvolvimento de uma nova droga sintética consome cinco etapas, cerca  de dez anos de pesquisa e milhões de dólares. Na chamada fase III, a  droga em investigação é comparada ao tratamento existente. Para ser  aprovada, precisa comprovar que é tão boa ou melhor que o remédio já  disponível. Nessa fase, a droga é testada em um grupo de até 1.000  voluntários. “Pesquisamos as evidências científicas relacionadas aos  oito fitoterápicos oferecidos no SUS. Não encontramos estudos desse  tipo”, diz Daniel Deheinzelin, professor da Faculdade de Medicina da  USP.Se os benefícios das ervas medicinais não foram comprovados pela  ciência ocidental, significa que eles não existem?Não. É possível que  existam benefícios não comprovados, a julgar pelo uso tradicional e  milenar de ervas no cuidado da saúde. É razoável supor que existam fatos  verdadeiros sobre nosso corpo que não possam ser comprovados sequer  pelo método adotado nos estudos clínicos mais confiáveis. Isso significa  que devemos propagar todas as crendices que aparecem? Não. Uma das  histórias mais populares no Brasil é a de que suco de berinjela reduz o  colesterol. Depois que uma experiência de laboratório foi mostrada num  programa de TV, há mais de dez anos, o “remédio” natural ganhou, para  muita gente, status de verdade científica. A dona de casa Maria de  Fátima Farias Bosco, de 51 anos, mora em Macaé, Rio de Janeiro, e usa  vários ingredientes naturais para cuidar da saúde. Seu colesterol baixou  de 258 para 191 depois que ela reduziu os doces e a carne vermelha e  começou a tomar suco de berinjela. Quem levou a fama de santo remédio? A  berinjela, é claro. “Descobri o suco no Dr. Google. Foi um ótimo  remédio, mas minha médica não acreditou”, diz. Indivíduos têm o direito  de acreditar no que bem entendem. A situação fica perigosa quando a  crendice é chancelada pelas autoridades. Foi o que aconteceu na África  do Sul, onde 18% da população adulta tem o vírus da aids. O  ex-presidente Thabo Mbeki pregava o combate à doença com uma dieta à  base de beterraba, batata, suco de limão e alho. A doença se espalhou.</p>
<p><strong>A fitoterapia e as ervas medicinais são recursos para os pobres?</strong><br />
Em termos. A diretora da Organização Mundial de Saúde (OMS),  Margaret Chan, disse, recentemente, que a medicina tradicional baseada  em ervas tem seu valor e reduz o sofrimento de milhões de pessoas nos  países em desenvolvimento. “Essa é a realidade, mas não é o ideal”,  afirmou. “Estimamos que 60% das crianças que vivem em alguns países  africanos recebem ervas para tratar a febre provocada pela malária. Mas a  malária pode matar em 24 horas e as drogas modernas melhoram  enormemente as chances de sobrevivência.” Os remédios naturais  desempenham importante papel social, mas a adoção deles pelos governos  de países como o Brasil pode ser questionada. “Não cabe às autoridades  responsáveis pela saúde adotar métodos de tratamento que não têm  eficácia demonstrada. Elas não podem criar uma medicina para rico e  outra para pobre, baseada em tratamentos baratinhos e sem ação”, afirma  Drauzio. Ele diz ter visitado em Belém uma “farmácia viva”, nome dado  aos locais de cultivo e distribuição de plantas medicinais. “Lá existe  uma plantinha que chamam de insulina. Chega uma pessoa pobre e ignorante  e mandam tomar a planta, em vez do remédio receitado pelo médico”,  afirma. O Ministério da Saúde diz estar trabalhando num projeto de  regulamentação das farmácias vivas para coibir práticas inadequadas.  Segundo o ministério, os fitoterápicos e as ervas não substituem o  modelo de assistência farmacêutica baseado nos medicamentos  convencionais. Seriam apenas mais uma opção de tratamento entre as  oferecidas pelo SUS.</p>
<p>Fitoterápicos, ademais, não são  usados apenas por pobres. Representam a primeira escolha de milhões de  pessoas em países desenvolvidos como a Alemanha e os Estados Unidos. Os  adeptos enxergam duas grandes vantagens. Primeira: os remédios costumam  ser mais baratos que os alopáticos. Segunda: os profissionais que  receitam esse tipo de tratamento têm mais disposição para ouvir  angústias. Se muitos alopatas nem sequer olham os doentes nos olhos, a  atenção que os especialistas em fitoterapia oferecem faz toda a  diferença.</p>
<div><img src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,43063408,00.jpg" alt="Rogério Cassimiro" width="200" height="300" /></p>
<div><strong>ELE ALERTA</strong><br />
O farmacêutico Roberto Adati, fotografado em São Paulo. Ele  sofreu uma reação alérgica: “Não é verdade que tudo o que é natural não  faz mal”</div>
<p><!-- foto200 --></div>
<p><strong>O que é natural não faz mal?</strong><br />
Errado. A natureza tem venenos poderosos. É importante que o  médico saiba quando o paciente está em tratamento alopático e, ao mesmo  tempo, toma ervas ou fitoterápicos. O farmacêutico Roberto Adati, de 41  anos, acredita no valor dessas substâncias. Tem mestrado e doutorado no  tema. Ainda assim foi surpreendido por uma manifestação inesperada. Há  cinco anos, estava meio abatido e pediu ao médico uma alternativa  natural. Começou a tomar cápsulas de erva-de-são-joão, usada para  combater sinais de depressão leve. Depois de 20 dias, surgiram sintomas  de alergia: pele vermelha e irritada e edemas. Em outra ocasião, usou  unha-de-gato para aliviar dores musculares. Também sofreu alergia.  “Vegetais têm princípios ativos e químicos que estimulam o sistema  biológico, e podem levar a efeitos adversos como qualquer medicamento.”</p>
<p><strong>Doenças graves podem ser curadas com fitoterápicos e plantas medicinais?</strong><br />
Não. Nenhum chá, erva, alimento ou fitoterápico é capaz de curar  a aids, o diabetes, o câncer. O uso desses produtos pode aliviar  sintomas. O problema é que também pode atrasar o diagnóstico de  problemas graves. No caso do câncer, há outro complicador. Muitos  pacientes abandonam os alopáticos ou usam produtos alternativos junto  com o tratamento convencional. Em geral, a doença avança. “O potencial  das plantas é grande, mas ainda é preciso avançar uma série de degraus  na pesquisa científica para ter certeza de que são eficazes”, diz José  Augusto Rinck Júnior, oncologista do Hospital do Câncer A.C. Camargo, em  São Paulo.</p>
<p><strong>Falta investimento na pesquisa de fitoterápicos?</strong><br />
Sim. O Brasil tem atualmente 119 laboratórios produzindo  medicamentos fitoterápicos. Há 512 remédios feitos de vegetais aprovados  pela Anvisa, derivados de 162 espécies. É pouco, diante da  biodiversidade do país. Das 250 mil plantas catalogadas no mundo, 55 mil  estão aqui. A Europa toda tem só 11 mil ervas registradas. “Não é só um  patrimônio genético. É também um patrimônio cultural”, diz Roberto  Boorhem, presidente da Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit).  Segundo ele, as grandes multinacionais não se interessam pelos  fitoterápicos porque eles não geram patente. Já os pequenos produtores  de fitoterápicos não têm condições de investir no estudo de ervas  desconhecidas. “Não temos fôlego financeiro para aplicar em produtos  novos”, diz a empresária Poliana Emília Botelho Silva, da Associação  Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas  Especialidades (Abifina). Se testados com rigor científico e usados com  critério, os fitoterápicos e as plantas medicinais podem contribuir para  melhorar as condições de saúde da população. E também para o  crescimento econômico do Brasil. Nesse ponto, não há controvérsia.</p>
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		<title>Cientistas inventam &#8220;água seca&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Testes mostram que produto em pó pode ser útil na absorção de gases  que causam o efeito estufa, ajudando a reduzir os efeitos da poluição

 Por 					 					Época NEGÓCIOS Online 


 
 

SAIBA MAIS
Cientistas da Universidade de Liverpool apresentaram  hoje o que parece uma contradição, mas é um grande invento: a ‘água  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Testes mostram que produto em pó pode ser útil na absorção de gases  que causam o efeito estufa, ajudando a reduzir os efeitos da poluição</h2>
<p><!-- Créditos --><br />
<address> Por 					 					Época NEGÓCIOS Online </address>
<address>
</address>
<p> <!-- Corpo - página da matéria --></p>
<div><img src="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,43054306,00.jpg" alt="  Reprodução/DailyMail" width="650" height="450" /> <!-- foto650 --></div>
<div></div>
<div><strong>SAIBA MAIS</strong></div>
<p>Cientistas da <strong>Universidade de Liverpool </strong>apresentaram  hoje o que parece uma contradição, mas é um grande invento: a ‘água  seca’. Cada molécula do produto contém a fórmula da água convencional  (H20) revestida por uma camada sílica. No total, o produto é feito com  95% de água.</p>
<p>+ <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI122701-16381,00-CIENTISTAS+DESENVOLVEM+PLASTICO+A+PARTIR+DE+GRAMA.html">Cientistas desenvolvem plástico a partir de grama</a></p>
<p>Segundo o Daily Mail, a invenção é capaz de absorver gases  nocivos ao ar, o que poderia ser útil no retardamento aquecimento  global. O pesquisador responsável pela água em pó também afirma que a  descoberta acelera a reação entre hidrogênio e ácido málico, que cria um  outro ácido muito usado na indústria farmacêutica.</p>
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		<title>Estudo encontra primeira ligação genética para enxaqueca</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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Uma equipe internacional de cientistas  identificou pela primera vez um fator genético de risco associado à  enxaqueca comum e informou que a descoberta pode abrir caminho para  novos tratamentos de prevenção contra ataques da doença.
Pesquisadores que analisaram dados genéticos  de 50 mil pessoas da Finlândia, Alemanha e Holanda descobriram que  pacientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://melhoragora.org/wp-content/uploads/2008/01/dor_de_cabeca4.jpg" alt="http://melhoragora.org/wp-content/uploads/2008/01/dor_de_cabeca4.jpg" /></p>
<p>Uma equipe internacional de cientistas  identificou pela primera vez um fator genético de risco associado à  enxaqueca comum e informou que a descoberta pode abrir caminho para  novos tratamentos de prevenção contra ataques da doença.</p>
<p>Pesquisadores que analisaram dados genéticos  de 50 mil pessoas da Finlândia, Alemanha e Holanda descobriram que  pacientes com determinadas variações de DNA que afetam a regulagem  de uma substância química particular do cerébro estão mais propensos  ao risco de desenvolver enxaqueca.</p>
<p>Os resultados sugerem que um composto  dessa substância, chamada glutamato, pode desempenhar um papel no mecanismo  da exaqueca.</p>
<p>&#8220;Esta é a primera vez que  podemos examinar os genomas de milhares de pessoas e encontrar indícios  genéticos para compreender a enxaqueca&#8221;, disse Aarno Palotie,  presidente da sociedade internacional sobre dores de cabeça genéticas  do Trust Sanger Institute na Grã-Bretanha, que conduziu o estudo.</p>
<p>Atualmente, cerca de uma a cada seis  mulheres e um a cada 12 homens sofre de exaqueca, uma das complicações  neurológicas mais caras para a sociedade na União Europeia e nos Estados  Unidos.</p>
<p>REUTERS</p>
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		<title>Inflamação no cérebro pode acarretar obesidade e diabetes tipo 2</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Especialista da Unicamp estuda relação  entre hipotálamo e insulina.
Gorduras saturadas prejudicam o equilíbrio para evitar as doenças.
Uma relação pouco cogitada há  15 anos ganha cada vez mais força no estudo das causas da obesidade:  a inflamação do hipotálamo &#8211; uma estrutura com 1,5 cm³ que compõe  o cérebro e é responsável pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><img id="il_fi" src="http://2.bp.blogspot.com/_NnMv2zUerC8/ShVhV5rnc3I/AAAAAAAAARA/lb8SjCFBcbU/s320/cerebro.jpg" alt="" width="320" height="320" /></h2>
<h2>Especialista da Unicamp estuda relação  entre hipotálamo e insulina.<br />
Gorduras saturadas prejudicam o equilíbrio para evitar as doenças.</h2>
<p>Uma relação pouco cogitada há  15 anos ganha cada vez mais força no estudo das causas da obesidade:  a inflamação do hipotálamo &#8211; uma estrutura com 1,5 cm³ que compõe  o cérebro e é responsável pela regulação da fome e do gasto de  energia &#8211; pode ser causada pela ingestão de gorduras saturadas e não  somente pelo hábito de comer muito.</p>
<p>Como se não fosse suficiente, a alteração  do órgão, apontada como uma das principais causas para a obesidade,  também pode levar à alteração da função do pâncreas, local  responsável pela produção de insulina. A substância transporta a  glicose presente no sangue para dentro das células, permitindo a produção  de energia, vital para o corpo sobreviver.</p>
<p>O pesquisador Lício Velloso, do departamento  de Clínica Médica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp),  estuda há dez anos a ligação entre a comida ingerida pelas pessoas  com o ganho de peso e testou ratos em laboratórios para notar qual  o efeito da mudança no hipotálamo para a regulação do peso.</p>
<p>As descobertas vão desde a identificação  do órgão como responsável direto pelo ganho de peso até a ligação  da inflamação com a falência das células pancreáticas em garantir  ao corpo a insulina. O final da história é o aparecimento de diabetes  tipo 2.</p>
<p><strong>Apoptose</strong><br />
Inflamações no corpo são sempre indícios da possibilidade de apoptose,  uma espécie de morte programada das células no corpo, segundo Lício.  Durante o trabalho com camundongos swiss, com maior tendência a engordar,  e wistar, menos propensos à doença, o pesquisador e sua equipe notaram  que ocorre maior taxa de morte celular de neurônios inibidores no primeiro  grupo. “A diferença foi de 6% a 7% entre os dois tipos de roedores”,  afirma Velloso.</p>
<p>É a união de dois problemas: o hipotálamo  não controla mais a fome e a pessoa fica obesa e, por outro lado, ainda  atrapalha a função do pâncreas para secreção da insulina&#8221;</p>
<p><strong>Lício Velloso, da Unicamp</strong></p>
<p>O efeito vem da inflamação do hipotálamo,  causada pela presença de longas cadeias de ácidos graxos saturados,  com mais de 14 átomos de carbono. O sistema imunológico do cérebro  é ativado na presença dessas substâncias por serem parecidas com  as encontradas em bactérias.</p>
<p>“O organismo é levado a pensar que  há uma ameaça e então uma inflamação do órgão acontece”, explica  o especialista. “Com a produção de citocinas para defesa do corpo,  a função de um neurotransmissor do hipotálamo é afetada.”</p>
<p><strong>Neurotransmissor</strong><br />
Velloso faz referência ao alfa-MSH, estrutura responsável por mandar  sinais para inibir a fome e acelerar as atividades de gasto de energia.  Localizado na região do núcleo arqueado do hipotálamo, o neurotransmissor  responde à presença de insulina e leptina, ordenando o organismo a  cessar a vontade de comer.</p>
<p>A prática clínica ensina que recomendar  dietas a obesos, pura</p>
<p>e simplesmente, não adianta.</p>
<p>É preciso mudar o padrão dos nossos  alimentos&#8221;</p>
<p><strong>Lício Velloso</strong></p>
<p>Mas a presença de processos inflamatórios  faz com que o alfa-MSH desenvolva resistência às substâncias que  alertam sobre as condições de reserva de energia disponíveis no organismo.  “Com citocinas como a tumor necrosis factor (TNF), a vida dos neurônios  é atrapalhada”, afirma Velloso.</p>
<p><strong>Diabetes 2</strong><br />
A falência das células-beta das ilhotas de Langerhans, localizadas  no pâncreas, levam ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, junto com  a resistência do corpo à insulina. A causa para a exaustão das estruturas  responsáveis pela secreção de substância também está ligada à  inflamação do hipotálamo.</p>
<p>“É a união de dois problemas: o hipotálamo  não controla mais a fome e a pessoa fica obesa e, por outro lado, ainda  atrapalha a função do pâncreas para secreção da insulina”, explica  o pesquisador da Unicamp.</p>
<p>Sem a secreção, a glicose presente  no sangue não consegue entrar nas células para produção de energia  na forma de ATP.</p>
<p><strong>Soluções</strong><br />
Enquanto remédios para diminuir ou eliminar a condição adversa no  hipotálamo não surgem, Velloso acredita que a solução possa estar  na mudança de práticas por parte dos fabricantes de comida. “Políticas  de nutrição do governo precisam estimular a indústria alimentícia  a substituir, nos alimentos industrializados, gorduras saturadas por  insaturadas”, diz o especialista. “É o caso da troca do que faz  mal ao corpo por ômega 3 e 9, por exemplo.”</p>
<p>Segundo Velloso, mesmo uma mulher  com 1,70 metro e 65 quilos, ao ganhar 4 quilos, pode quase dobrar as  chances de desenvolver diabetes tipo 2. O padrão também serve  para os homens, ainda que de forma mais discreta.</p>
<p>“Há apenas 20 anos a OMS passou a  encarar a obesidade como doença. Os passos são lentos, mas agora,  pelo menos, nós sabemos que a causa está no hipotálamo”, diz Velloso.  “A prática clínica ensina que recomendar dietas a obesos, pura e  simplesmente, não adianta. É preciso mudar o padrão dos nossos alimentos.”</p>
<p>G1</p>
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		<item>
		<title>Olhar mais jovem</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnicas que rejuvenescem as pálpebras  sem deixar marcas e garantem resultado mais natural ganham espaço na  plástica
O rejuvenescimento da região dos olhos  é fundamental para manter a juventude de todo o rosto. Por isso,  qualquer intervenção nesta área da face precisa ser muito benfeita,  apresentar um resultado eficiente e – tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 308px"><img title="  Blefaroplastia: cirurgia plástica corrige as deformidades ou flacidez das pálpebras" src="http://estilo.ig.com.br/images/450/199/98/639726.homem_com_cara_de_preocupado_e_mao_no_olho_atitude_224_298.jpg" alt="http://estilo.ig.com.br/images/450/199/98/639726.homem_com_cara_de_preocupado_e_mao_no_olho_atitude_224_298.jpg" width="298" height="224" /><p class="wp-caption-text">  Blefaroplastia: cirurgia plástica corrige as deformidades ou flacidez das pálpebras</p></div>
<h3>Técnicas que rejuvenescem as pálpebras  sem deixar marcas e garantem resultado mais natural ganham espaço na  plástica</h3>
<p>O rejuvenescimento da região dos olhos  é fundamental para manter a juventude de todo o rosto. Por isso,  qualquer intervenção nesta área da face precisa ser muito benfeita,  apresentar um resultado eficiente e – tão importante quanto isso  – natural. É por esta razão que algumas estratégias ganham mais  atenção dos cirurgiões plásticos. Uma delas é a chamada blefaroplastia  transconjuntival. Trata-se de uma modalidade da blefaroplastia, o nome  médico da cirurgia corretiva de pálpebras. Sua grande vantagem é  que, além de proporcionar ao rosto um ar mais jovial, não deixa cicatrizes.</p>
<p>O procedimento é indicado para  quem deseja retirar as bolsas de gordura embaixo dos olhos que costumam  se formar ao longo do envelhecimento. Há duas maneiras de fazer isso.  Na primeira, o cirurgião faz uma incisão na linha logo abaixo dos  cílios, através da qual extrai o excesso de gordura e também de pele,  se for necessário. O problema é que a marca do corte fica visível,  embora ela tenda a se tornar imperceptível com a passagem dos anos.  Na técnica transconjuntival, o acesso às bolsas é feito por meio  de uma incisão na conjuntiva, a membrana mucosa localizada na parte  interna do olho. Dessa maneira, não há corte aparente. O método,  porém, não é indicado a todos. “É só para quem tem bolsas de  gordura e pouco excesso de pele”, explica o cirurgião plástico Alexandre  Senra, de São Paulo. Isso porque, pela técnica, não é possível  cortar a sobra de pele.</p>
<p>Outro caminho – este em nível de estudos  e tendência – é optar pela remodelação da gordura depositada nas  pálpebras inferiores e não simplesmente retirá-la. “Essa estratégia  representa uma mudança na maneira de pensar sobre as pálpebras”,  explica o cirurgião plástico Santiago Garcia Lamelo, de São Paulo.  “Em vez de mexer nas suas estruturas, as preservamos”, diz.</p>
<p>A verdade é que, desde que benfeitas  e conduzidas por profissionais qualificados e experientes, as intervenções  nas pálpebras resultam em maior qualidade de vida. Esse ganho, inclusive,  foi registrado por uma pesquisa divulgada nos Estados Unidos. Os pesquisadores  analisaram as respostas de 26 pacientes que haviam se submetido à cirurgia  e constataram que eles apresentavam mais satisfação com a própria  aparência e, consequentemente, mantinham uma boa autoestima.</p>
<p>REVISTA ISTOÉ</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Os 6 mitos da saúde dos dentes</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/08/os-6-mitos-da-saude-dos-dentes/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os erros mais comuns que praticamos na hora de cuidar da dentição, segundo estudo americano
Rachel Costa

Quem nunca ouviu falar que cárie é coisa de  criança ou que ela só acontece quando a pessoa come muito açúcar? Pois  afirmações como essas são tão verdadeiras quanto dizer que misturar  manga com leite pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Conheça os erros mais comuns que praticamos na hora de cuidar da dentição, segundo estudo americano</h3>
<p>Rachel Costa</p>
<div id="divCompleta">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 569px"><img title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_4838650071496054.jpg" alt="img.jpg" width="559" height="450" /><p class="wp-caption-text">HÁBITO Depois de comer, Theo e Mirella sempre cuidam da higiene da boca</p></div>
<p>Quem nunca ouviu falar que cárie é coisa de  criança ou que ela só acontece quando a pessoa come muito açúcar? Pois  afirmações como essas são tão verdadeiras quanto dizer que misturar  manga com leite pode matar. Preocupada com esses mitos que rondam a  saúde bucal e em como essas informações erradas interferem na prevenção,  a pesquisadora americana Carole Palmer, da Escola de Medicina Oral da  Tufts University, nos Estados Unidos, resolveu reunir em um trabalho os  principais tabus sobre o assunto. O objetivo foi esclarecer, ponto a  ponto, a razão de as ideias serem equivocadas.</p>
<p>No artigo, há a citação dos seguintes  mitos: os cuidados dentários começam com a primeira dentição, cáries  afetam somente a boca, mais açúcar na alimentação significa mais cáries,  não tem problema perder dentes de leite por causa das cáries,  osteoporose não tem nada a ver com os dentes e ter cáries é coisa de  criança. Contra cada um, Carole apresenta evidências consistentes. Um  exemplo é o conceito errado de que indivíduos mais velhos têm menos  risco de apresentar doenças nos dentes. Em geral, os adultos,  principalmente aqueles com idade mais avançada, usam algum tipo de  medicamento. E alguns desses remédios podem reduzir a salivação. Entre  eles estão os antidepressivos, os diuréticos, os anti-histamínicos, os  calmantes ou remédios para dormir. “O problema é que menos saliva  implica mais dificuldade para a limpeza natural da boca”, explicou a  pesquisadora à ISTOÉ. “Por isso, quem faz uso desses medicamentos  precisa ingerir água mais vezes ao dia para compensar o efeito da  droga”, complementou. Também são um problema comum entre essa população  as doenças periodontais, que afetam a gengiva e os ossos de sustentação  dos dentes. “Elas podem favorecer o surgimento de cáries ao longo das  raízes dos dentes”, alertou a especialista.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_4838664743513394.jpg" alt="G_dentes.jpg" /></p>
<p>Outro pensamento – o de que os piores  inimigos dos dentes são os alimentos mais açucarados – é derrubado com a  constatação científica de que, na verdade, o que importa é a quantidade  de tempo em que o dente fica exposto ao açúcar, e não a quantidade do  ingrediente presente na guloseima. Explica-se: a cárie é efeito de uma  alteração no pH da boca. Quando as bactérias que naturalmente habitam a  cavidade bucal entram em contato com açúcares ou carboidratos  fermentáveis presentes nos alimentos, elas consomem essas substâncias,  produzindo ácido. Esse ácido, por sua vez, vai se acumular sobre o  dente, retirando-lhe cálcio e fósforo. Se a pessoa não escova  devidamente seus dentes, eles ficam gradativamente mais porosos. O  resultado é uma sensibilidade aumentada a estímulos que normalmente  existem na região bucal, como o movimento da língua, a salivação ou a  mastigação de alimentos. “Ou seja: a quantidade consumida de açúcar ou  carboidratos fermentáveis não importa. O que leva à cárie é a exposição  constante a essas substâncias”, esclarece Marisa Malt, vice-presidente  da Associação Brasileira de Promoção da Saúde Bucal.</p>
<p>O conceito de que não existe problema em  perder dentes de leite para a cárie – ele ia cair mesmo, pensam muitos  pais –, também traz consequên­cias sérias. “O dente de leite tem  função”, diz a odontopediatra Gabriela Schneider, do Ateliê Oral, de São  Paulo. “Ele auxilia a mastigação, ajuda no desenvolvimento dos músculos  da face e serve como guia para que o dente permanente cresça  corretamente”, explica. Sem ele, o dente permanente pode demorar mais  para nascer ou mesmo nascer torto – o que exigirá, posteriormente, o uso  de aparelhos corretivos (leia mais sobre os mitos no quadro).</p>
<p>A ideia de reunir – e desmistificar – os  tabus surgiu depois de anos nos quais a professora Carole cansou-se de  ouvir enganos sobre a saúde bucal. A experiência lhe permitiu confirmar  que a informação truncada ou insuficiente é uma das razões, por exemplo,  que explicam o crescimento de um problema tão fácil de combater, como a  cárie. Só para ter a dimensão do estrago: a Organização Mundial da  Saúde calcula que, somando-se todos os dentes cariados do mundo e  dividindo-os pelos cerca de 6,8 bilhões de habitantes do planeta,  ter-se-ia uma média de 2,2 cáries por pessoa. “Essa é a doença  infecciosa mais comum em todo o planeta”, disse Carole.</p>
<p>Com a divulgação do trabalho, a  pesquisadora americana espera contribuir para frear essa escalada. De  fato, quanto mais informação, melhor. Na casa da ex-modelo Tatiana  Machado Eiras, 30 anos, em São Paulo, os filhos Theo, 3 anos, e Mirella,  7 anos, são orientados desde bem pequenos. “Levo meus filhos ao  dentista desde quando nasceram os primeiros dentes de leite”, conta  Tatiana. E eles aprenderam direitinho: Theo adora balas, Mirella,  chocolates e biscoitos. Mas, depois de comer, eles vão direto para a pia  com a escova e a pasta de dentes. “O Theo já usa até fio dental”, diz a  mãe. Para ela, o problema com a escovação é bem diferente daquele  enfrentado pela maioria dos pais. “Tenho que ficar em cima para que o  Theo não escove os dentes demais.”</p>
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