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	<title>Blog de Maurílio &#187; Turismo</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Conheça programas para aproveitar Nova York na primavera</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[NOva York]]></category>

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		<description><![CDATA[Em qualquer época do ano, Nova York oferece uma infinidade de passeios culturais e programas gastronômicos que entretém qualquer turista. A estação da primavera, no entanto, pode ser uma opção bastante agradável para visitar a cidade norte-americana, que se apresenta tomada por árvores floridas e menos fria. Para quem pretende dar uma voltinha por ali [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Escultura de Alberto Giacometti no MoMA, New York. " src="http://farm3.static.flickr.com/2201/1628506565_eccdc898dc.jpg" alt="http://farm3.static.flickr.com/2201/1628506565_eccdc898dc.jpg" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Escultura de Alberto Giacometti no MoMA, New York.  (Foto: caspermoller / Creative Commons)</p></div>
<p>Em qualquer época do ano, Nova York oferece uma infinidade de passeios culturais e programas gastronômicos que entretém qualquer turista. A estação da primavera, no entanto, pode ser uma opção bastante agradável para visitar a cidade norte-americana, que se apresenta tomada por árvores floridas e menos fria. Para quem pretende dar uma voltinha por ali nos próximos meses, a jornalista Maria Luiza Porto, que visita Nova York em abril, dá algumas dicas. Confira:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 303px"><img title="&quot;O Menino com Pregos nos Olhos&quot; (foto) está na mostra que vai até 26 de abril no MoMA" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2246ghqcbsgs_b" alt="&amp;quot;O Menino com Pregos no Olhos&amp;quot;, uma das obras de Tim Burton em exposição no MoMA" width="293" height="293" /><p class="wp-caption-text">&quot;O Menino com Pregos nos Olhos&quot; (foto) está na mostra que vai até 26 de abril no MoMA</p></div>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p>Até 26 de abril, o MoMA exibe a mostra sobre o cineasta Tim Burton. Segundo Maria Luiza, a procura pelos ingressos é tão grande que a fila começa a se formar antes de a bilheteria abrir e chega a dar a volta no quarteirão. Para organizar a entrada, foram estabelecidos horários de visitação, assim a jornalista adquiriu seu ticket às 11h e só pode conhecer a exposição às 15h. O passeio, no entanto, é &#8220;obrigatório&#8221;, afirma. &#8220;O mais interessante são os itens de arquivo, os desenhos e redações do colégio que já mostravam o humor negro afiadíssimo de Tim Burton. É uma verdadeira jornada através da mente criativa do artista&#8221;, conta.</p>
<p>Quem passar pelo local também pode desfrutar, até 31 de maio, da mostra &#8220;Marina Abramovic: The Artist Is Present&#8221; (Marina Abramovic: a artista está presente). O acervo reúne registros de intervenções, vídeos, performances e fotografias da artista plástica. Com sorte, é possível se deparar com ações da própria Marina por ali. Na tarde em que Maria Luiza esteve no MoMA, Abramovic ficava no pátio principal encarando os visitantes que se dispusessem a sentar de frente a ela.</p>
<p>The Museum of Modern Art &#8211; 11 West 53 Street, Nova York, NY. (212) 708-9400. Seg., qua., qui., sáb. e dom.: 10h30 às 17h30. Sex.: 10h30 às 20h. Fechado às terças-feiras. Ingr.: até US$ 20. <a href="http://www.moma.org/" target="_blank">www.moma.org</a></p>
<p><strong>Gastronomia</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 658px"><img title="Restaurante I Tre Merli " src="http://www.nybarolo.com/ITMpic2.jpg" alt="http://www.nybarolo.com/ITMpic2.jpg" width="648" height="486" /><p class="wp-caption-text">Restaurante I Tre Merli </p></div>
<p>O bairro do SoHo guarda alguns dos restaurantes mais charmosos de Nova York. A dica de Maria Luiza Porto é o italiano I Tre Merli, &#8220;que impressiona por seu pé direito altíssimo, belas paredes com tijolos aparentes e iluminação indireta por conta de luminárias penduradas&#8221;, conta. As mesas espaçadas e os sofás de couro vermelho contribuem ainda para o estilo descolado e moderno do local.</p>
<p>Entre as bebidas, a carta de vinhos dispõe de opções de taça a uma média de US$ 9. Para a entrada, Maria Luiza recomenda a terrine de foie gras, a US$ 10. Já para o prato principal, o visitante pode provar criações como o ravióli de cogumelos selvagens com molho de trufas, por US$ 14, ou o penne à la vodca, pelo mesmo valor.</p>
<p>O restaurante tem outras unidades na Itália e na própria cidade de Nova York.</p>
<p>I Tre Merli &#8211; 463 West Broadway. (212) 254-8699. <a href="http://www.itremerli.com/" target="_blank">www.itremerli.com</a></p>
<p><strong>Noite</strong></p>
<p>Para quem não dispensa uma balada, a sugestão é a Happy Ending, em Chinatown. O letreiro da entrada, que diz &#8220;Xie He Health Club&#8221;, mascara o espaço, mas o interior revela um clube que ocupa uma antiga casa de massagem, com as salas de sauna aparentes. Para entrar na casa de iluminação colorida e sofisticada, não é preciso pagar nem encarar a temida seleção de um &#8220;door&#8221; &#8211;figura que analisa, nas casas noturnas de Nova York, quem pode entrar.</p>
<p>A música é dançante e mescla hits antigos a atuais, incluindo Michael Jackson, The Ting Tings e The Gossip. Os drinques ficam na faixa de US$ 9 e são mais um motivo para que o público composto por jovens de vinte e tantos anos se joguem na pista de dança até as 4h.</p>
<p>Happy Ending &#8211; 302 Broome St (entre a Forsyth Street e a Eldridge Street). (212) 334-9676. Ter.: 22h às 4h. Qua. a sáb.: 19h às 4h. <a href="http://happyendinglounge.com/" target="_blank">www.happyendinglounge.com</a></p>
<p>Folha online</p>
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		<title>Belezas naturais do Arizona vão além do Grand Canyon</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/belezas-naturais-do-arizona-vao-alem-do-grand-canyon/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:21:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Grand Canyon]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa terra conhecida pela profusão de cânions, a fama e o gigantismo do maior deles, o Grand Canyon, tendem a eclipsar outras atrações do Arizona.
O Grand Canyon é tido como uma das sete maravilhas do planeta, mas o Colorado também divide outras formas naturais esculpidas na paisagem com o sul de Utah e o Arizona.
Visitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Curva do rio Colorado com formas antropomórficas ao centro, no Parque Nacional Canyonlands - Pedro Carrilho/Folha Imagem " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2243fcjfsvct_b" alt="Curva do rio Colorado com formas antropomórficas ao centro,no Horseshoe Canyon do Parque Nacional Canyonlands, no Arizona" width="550" height="475" /><p class="wp-caption-text">Curva do rio Colorado com formas antropomórficas ao centro, no Parque Nacional Canyonlands - Pedro Carrilho/Folha Imagem </p></div>
<p>Numa terra conhecida pela profusão de cânions, a fama e o gigantismo do maior deles, o Grand Canyon, tendem a eclipsar outras atrações do Arizona.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Cachoeira de Shoshone / Foto: Alaskan Dude (Creative Commons)" src="http://farm4.static.flickr.com/3556/3597418334_ce8488c9df.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3556/3597418334_ce8488c9df.jpg" width="500" height="321" /><p class="wp-caption-text">Cachoeira de Shoshone / Foto: Alaskan Dude (Creative Commons)</p></div>
<p>O Grand Canyon é tido como uma das sete maravilhas do planeta, mas o Colorado também divide outras formas naturais esculpidas na paisagem com o sul de Utah e o Arizona.</p>
<p>Visitar o Grand Canyon, no entanto, dificilmente é uma experiência solitária, pois o parque nacional recebe 5 milhões de visitantes por ano. Mas existem formas para fugir do movimento da margem sul.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4054/4427747702_baec7be580.jpg" alt="http://farm5.static.flickr.com/4054/4427747702_baec7be580.jpg" /></p>
<p>Uma é conhecer o lado oposto, a margem norte. Apesar das margens distarem 13 quilômetros em linha reta, a viagem por estrada percorre 350 quilômetros &#8211;e dura sete horas.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class=" " title="Skywalk, passarela transparente" src="http://farm1.static.flickr.com/228/494111473_157abff0c9.jpg" alt="http://farm1.static.flickr.com/228/494111473_157abff0c9.jpg" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Skywalk, passarela transparente Foto: Sid/Stephen (Creative Commons)</p></div>
<p>A margem norte é mais alta e a mais fria. Ela recebe só 10% dos visitantes do parque, mas a vista a partir dela é igualmente incrível. Ao contrário da margem sul, a norte fecha nos meses mais frios do inverno.</p>
<p>Quem planeja ir à margem sul de qualquer forma, e ainda assim busca um pouco de sossego, há um mirante mantido em segredo pela administração do parque: o Shoshone Point. Para chegar lá, caminha-se 1.500 metros desde a estrada que margeia o desfiladeiro.</p>
<p>Esse mirante é usado para cerimônias de casamento e eventos reservados, quando se pede ao visitante que respeite a privacidade e não tome a trilha caso haja muitos carros estacionados na discreta entrada.</p>
<p>Se o caminho estiver livre, há a possibilidade de observar o cair da tarde sozinho.</p>
<p>Seguir as principais trilhas cânion abaixo (e depois acima!) seja a pé ou de burro, é uma alternativa para quem tem bom preparo físico. As temperaturas no verão beiram o insuportável e o desnível do topo ao fundo é um perigoso obstáculo para os visitantes sedentários.</p>
<p>Como as hospedagens próximas ao cânion são poucas e mais caras, a dica é usar a cidadezinha de William, por onde se cruza um trecho remanescente da Rota 66, como base.</p>
<p>A região do Grand Canyon tem ainda outras áreas visitáveis. Entre elas, o mirante de Toroweep &#8211;um dos mais espetaculares, tem acesso difícil, por longas estradas de terra&#8211;; o Skywalk, passarela transparente construída há pouco; e, acima de todas, as cachoeiras de Havasupai, um éden em terras indígenas num afluente do Colorado, onde só se chega a pé ou de helicóptero.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Refúgio a 200 km de Londres, Sherborne tem castelos e piratas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
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		<description><![CDATA[A 200 km de Londres, imagine uma viagem avistando castelos, jardins debruçados em lagos e uma abadia do século 16, cujas origens mergulham até o ano 705 d.C., onde a luz interna é filtrada por vitrais ancestrais.
E considere passear em ruazinhas de traçado medieval em que o casario de pedra cinzenta divide espaço com canteiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100331-sherborne.shtml"><img title="O jardim Stourhead, um dos mais belos da Inglaterra, com ponte refletida em espelho d'água artificial" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2207d4zns4gb_b" alt="O jardim Stourhead, um dos mais belos da Inglaterra, com ponte refletida em espelho d'água artificial; clique e veja" width="550" height="366" /></a><p class="wp-caption-text">O jardim Stourhead, um dos mais belos da Inglaterra, com ponte refletida em espelho d&#39;água artificial</p></div>
<p>A 200 km de Londres, imagine uma viagem avistando castelos, jardins debruçados em lagos e uma abadia do século 16, cujas origens mergulham até o ano 705 d.C., onde a luz interna é filtrada por vitrais ancestrais.</p>
<p>E considere passear em ruazinhas de traçado medieval em que o casario de pedra cinzenta divide espaço com canteiros e árvores centenárias.</p>
<p>Os ingleses se jactam da beleza de sua paisagem campestre &#8211;o &#8220;countryside&#8221;&#8211;, e Sherborne, na região de Dorset, cidade de 9.300 habitantes margeada pelo rio Yeo, a sudoeste de Londres, conserva os marcos arquitetônicos, as iguarias, os hábitos do passado e, de quebra, é sede de animadas mostras de flores, jardinagem, música, cinema, carros antigos etc.</p>
<p>Reserve de dois a três dias para essa viagem. Além de visitar a abadia e os castelos de Sherborne -cujas histórias de algum modo são ligadas ao aventureiro sir Walter Raleigh-, veja, nos arredores, o aristocrático jardim de Stourhead, um dos mais belos da Inglaterra.</p>
<p><strong>Os lares do pirata</strong></p>
<p>Os castelos de Sherborne são dois. O mais velho, uma imponente fortaleza em ruínas, atravessou todas as fases da história da cidade e da própria Inglaterra: edificado no século 12, foi presenteado a Raleigh pela rainha Elizabeth 1ª, em 1594, e, em 1618, invadido por Oliver Cromwell na Guerra Civil Inglesa (1641-1651).</p>
<p>Reza a lenda local que, ao ocupar essa velha propriedade, há mais de 400 anos, Walter Raleigh olhou pela janela e, do outro lado do lago adjacente, vislumbrou numa casinha de caça o lugar onde construiria seu &#8220;novo&#8221; Sherborne Castle.</p>
<p>SILVIO CIOFFI hospedou-se em Londres a convite do VisitBritain (<a href="http://www.visitbritain.com.br/" target="_blank">www.visitbritain.com.br</a>)</p>
<p>SILVIO CIOFFI<br />
Editor de Turismo da Folha</p>
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		<title>Dicas de Paris</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 02:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>

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Aristeu Plácido postou matéria sobre Paris que foi muito elogiada no PROGRAMA GERALDO FREIRE.
Como viajo sempre a PARIS e conheço muito a cidade, me permitiria enriquecer a matéria de Aristeu falando do restaurante que freqüento toda noite que estou na capital francesa: LE PROCOPE , na Rue de l´ANCIENNE COMEDIE ,no coração do famoso QUARTIER [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg53/' title='restaurant_resto4_BG53'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG53-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG53" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/procope2/' title='procope2'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="procope2" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/procope3/' title='procope3'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="procope3" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/procope4/' title='procope4'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="procope4" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/procope/' title='procope'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="procope" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg41/' title='restaurant_resto4_BG41'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG41-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG41" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg43/' title='restaurant_resto4_BG43'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG43-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG43" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg44/' title='restaurant_resto4_BG44'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG44-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG44" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg45/' title='restaurant_resto4_BG45'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG45-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG45" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg47/' title='restaurant_resto4_BG47'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG47-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG47" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg48/' title='restaurant_resto4_BG48'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG48-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG48" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg50/' title='restaurant_resto4_BG50'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG50-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG50" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg51/' title='restaurant_resto4_BG51'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG51-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG51" /></a>
<a href='http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/dicas-de-paris/restaurant_resto4_bg52/' title='restaurant_resto4_BG52'><img width="150" height="150" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/restaurant_resto4_BG52-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="restaurant_resto4_BG52" /></a>

<p><a href="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5403" title="procope" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Aristeu Plácido postou matéria sobre Paris que foi muito elogiada no PROGRAMA GERALDO FREIRE.</p>
<p>Como viajo sempre a PARIS e conheço muito a cidade, me permitiria enriquecer a matéria de Aristeu falando do restaurante que freqüento toda noite que estou na capital francesa: <strong>LE PROCOPE</strong> , na Rue de l´ANCIENNE COMEDIE ,no coração do famoso QUARTIER LATIN .</p>
<p>Este restaurante foi fundado em 1683 e é o mais antigo restaurante de Paris e creio que do mundo.</p>
<p>No térreo do restaurante vemos nas paredes as placas de bronze, junto às mesas indicando a mesa favorita de VOLTAIRE, ROUSSEAU e dos famosos ENCICLOPEDISTAS.</p>
<p>LE PROCOPE foi também o restaurante preferido dos líderes da REVOLUÇAO FRANCESA, ROBESPIERRE, DANTON.</p>
<p><a href="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5401" title="procope3" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope3.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>O 1° andar é de uma suntuosidade real e aristocrática inigualável no mundo. É como se estivéssemos jantando em um salão privado do REI SOL, LOUIS XIV. Se saímos pela porta contrária a entrada principal, desembocamos em uma estreita rua, com calçamento de paralelepípedo datando da Idade média, cujas pedras de tanto serem pisadas, apesar de irregulares são mais lisas e brilhantes que azulejos bem polidos.</p>
<p><a href="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5402" title="procope4" src="http://maurilioferreiralima.com.br/wp-content/uploads/2010/03/procope4.jpg" alt="" width="600" height="401" /></a></p>
<p>Toda essa rua é constituída de minúsculas e preciosas galerias de artes e antiguidades. A entrada principal fica em frente de várias ruas, aonde se situam os mais chics e pequenos Teatros de Paris. Os bares são freqüentados a noite pelos artistas que estão representando, com riquíssimas vestes teatrais. É comum vermos nas mesas tomando vinho tinto, fregueses vestidos de mosqueteiros, reis e rainhas e até o corcunda de NOTRE DAME .</p>
<p>Quando você, leitor, for a Paris, um jantar no LE PROCOPE é indispensável. Peça uma garrafa do vinho tinto da casa que parece o néctar dos deuses . Abraços e bom proveito.</p>
<p>MAURÍLIO FERREIRA LIMA.</p>
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		<title>Edifícios da capital alemã sinalizam a ruptura com o passado</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 10:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanhã]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não é preciso entender de arquitetura para fazer um prazeroso roteiro pela história alemã observando seus edifícios. 
Vale elaborar uma programação pelos principais marcos arquitetônicos de Berlim -como o museu Judaico, de Daniel Libeskind, o Reitchstag, de Norman Foster, e a Torre de TV, construção mais alta da cidade e hoje considerada símbolo da Alemanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2015c7gn4tff_b" alt="Vale a pena visitar o Reitchstag, de Norman Foster, um dos marcos arquitetônicos de Berlim; cidade é destaque do caderno de Turismo" width="552" height="368" /></p>
<p><strong>Não é preciso entender de arquitetura para fazer um prazeroso roteiro pela história alemã observando seus edifícios. </strong></p>
<p>Vale elaborar uma programação pelos principais marcos arquitetônicos de Berlim -como o <a href="http://www.juedisches-museum-berlin.de/" target="_blank">museu Judaico</a>, de Daniel Libeskind, o Reitchstag, de Norman Foster, e a <a href="http://www.tv-turm.de/" target="_blank">Torre de TV</a>, construção mais alta da cidade e hoje considerada símbolo da Alemanha reunificada, em Alexanderplatz.</p>
<p>Mas arrisque-se também por pontos não tão populares, como a Kaiser-Wilhelm-Gedächtnis-Kirche, igreja projetada por <a href="http://www.gedaechtniskirche.com/" target="_blank">Franz Heirich Schwechten</a> há cerca de 120 anos. Bombardeada na Segunda Guerra (1939 -1945), foi reconstruída nos anos 50 pelo arquiteto berlinense Egon Eiermann (1904-1970).</p>
<p>Em Tiegarten, na parte ocidental de Berlim, o visitante faz ainda uma viagem a obras de arquitetos como o brasileiro Oscar Niemeyer, 102, o dinamarquês Arne Jacobsen (1902 -1971) e o franco-suíço Le Corbusier (1887-1965).</p>
<p>Luisa Alcantara e Silva/Folha Imagem -Vale a pena visitar o Reitchstag, de Norman Foster, um dos marcos arquitetônicos de Berlim; cidade é destaque do caderno de Turismo</p>
<p>Diferentes</p>
<p>A reconstrução da Berlim devastada no pós-guerra aconteceu de maneira diferenciada do lado ocidental e do lado oriental. Seja qual for seu roteiro, não deixe de decifrar a cidade neste contexto arquitetônico.</p>
<p>Do lado ocidental, muitos monumentos foram reconstruídos, mais ou menos na forma original. No oriental, os edifícios destruídos foram substituídos por construções de arquitetura stalinista, de inspiração moderna, mas pobre de soluções e algo monótona.</p>
<p>Para Pedro Paulo Funari, do departamento de história da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a diferença se explica pelo fato de o governo da Alemanha ocidental ter optado por preservar os antigos edifícios da cidade, enquanto o da parte oriental, comunista e mais industrial, optava por construções monumentais e modernistas, características dominantes da época em que Joseph Stalin foi o ditador soviético -fase que vai de 1929 até a sua morte, em 1953.</p>
<p>&#8220;Não é difícil identificar a parte oriental de Berlim. Há muitos edifícios populares. São aqueles prédios baixinhos, retangulares, quase não encontrados na parte ocidental.&#8221;</p>
<p>Tendência</p>
<p>O professor atenta para o trabalho realizado desde a unificação alemã, há cerca de 20 anos, nos prédios antigos.<br />
Para ele, o que ocorreu não foi uma restauração, mas uma mudança arquitetônica que visava jogar um olhar mais sobre o futuro do que sobre o passado.</p>
<p>Como exemplos, cita o Parlamento e o Museu Judaico. &#8220;O Parlamento visitado hoje não tem nada a ver com o Parlamento antigo [referindo-se principalmente à cupula de vidro de Norman Foster]. Inclusive na parte interna, esse prédio é bem moderno&#8221;, diz.</p>
<p>Para ele, algo parecido acontece com o Museu Judaico, que representa o passado com uma arquitetura pós-moderna, mostrando os judeus como partícipes da história da Alemanha. &#8220;Você entra ali e se depara mais com a contribuição dos judeus para a história e a cultura alemãs do que com uma história de destruição&#8221;, diz Funari.</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2016fvxk7cfw_b" alt="" width="540" height="477" /><br />
Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Até março, Nova York alia charme e liquidações</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nova York, metrópole onde vivem 8,3 milhões de habitantes &#8211;40% deles são estrangeiros&#8211;, cria e protagoniza, absorve e irradia, e finalmente vence crise após crise, mantendo a efervescência.
O prefeito Michael R. Bloomberg estima que a Big Apple receberá, em 2010, 46,7 milhões de turistas (entre estrangeiros e norte-americanos) colocando Nova York no topo da lista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 466px"><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"><img title="Na face sul do Central Park, rinque de patinação diante de prédios e hotéis de luxo; veja mais imagens de NY - Pedro Carrilho/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1914g97fhmhm_b" alt="Na face sul do Central Park, rinque de patinação diante de prédios e hotéis de luxo; veja mais imagens de NY" width="456" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Na face sul do Central Park, rinque de patinação diante de prédios e hotéis de luxo; veja mais imagens de NY - Pedro Carrilho/Folha Imagem</p></div>
<p>Nova York, metrópole onde vivem 8,3 milhões de habitantes &#8211;40% deles são estrangeiros&#8211;, cria e protagoniza, absorve e irradia, e finalmente vence crise após crise, mantendo a efervescência.</p>
<p>O prefeito Michael R. Bloomberg estima que a Big Apple receberá, em 2010, 46,7 milhões de turistas (entre estrangeiros e norte-americanos) colocando Nova York no topo da lista de destinos mais populares dos Estados Unidos pela primeira vez em duas décadas.</p>
<p>Para o visitante, qualquer estação do ano costuma ser boa o bastante para explorar a metrópole -faça sol ou caia neve. Os que aguentam o frio aproveitam dois períodos em que a metrópole parece transbordar mais charme por suas ruas e avenidas: o outono e o inverno, que agora está chegando ao fim.</p>
<p>São duas estações tipicamente nova-iorquinas, cada qual com seus atrativos. E é no Central Park, projetado em 1858, que essas estações se mostram em cada detalhe.</p>
<p>Passado o verão às vezes sufocante, durante o qual o parque exerce na sua plenitude a função de espaço público, os dias começam a ficar mais curtos e os nova-iorquinos se prepararam para o rigoroso inverno.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"><img title="Barcos a remo no lago do Central Park, que é considerado o coração verde da cidade de Nova York; veja mais imagens - Pedro Carrilho/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1915fx89k7c9_b" alt="Barcos a remo no lago do Central Park, que é considerado o coração verde da cidade de Nova York; veja mais imagens" width="330" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Barcos a remo no lago do Central Park, que é considerado o coração verde da cidade de Nova York; veja mais imagens - Pedro Carrilho/Folha Imagem</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Antes dele, porém, Nova York e o parque despedem-se do calor com temperaturas amenas e do contraste das cores outonais.</p>
<p>Não tarda e, com o fim do ano, chega o inverno. Os ventos sopram gelados, as folhas caem nas calçadas e nas trilhas, e o que antes dava brilho às árvores é rapidamente varrido até se completar o ciclo anual.</p>
<p>Começa aí o período que talvez seja o mais característico da cidade, que se decora em tons de vermelho, monta rinques de patinação e põe de pé imensas árvores de Natal para as datas festivas do final de ano.</p>
<p>Esse momento já passou e o inverno no hemisfério Norte chegará ao fim em março. Logo se percebe que os dias claros são mais traiçoeiros, com sol, tímido, orbitando baixo, nunca distante do horizonte. Ele não é páreo para a fúria dos ventos que deixam a temperatura negativa por dias -a sensação térmica pode ir a 20 negativos.</p>
<p>É nessa época que os habitantes enfrentam o que para os visitantes não acostumados é a difícil arte de manter a elegância sob camadas de roupas. Para muitos brasileiros -há oito voos diários partindo de São Paulo para Nova York-, a mudança de hemisfério e o radical choque térmico são argumentos para fazer as malas para aproveitar, no final de inverno, outra onda da Big Apple: a onda de liquidações.</p>
<p>SILVIO CIOFFI<br />
editor de Turismo da Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Entre percalços, Nova York se reinventa</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[NOva York]]></category>

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		<description><![CDATA[A Nova York do início do século 19 era até que sonolenta: a metrópole que nunca dorme tinha, então, pouco mais de 35 mil habitantes. E, em 1898, menos de um século depois, com seus cinco bairros unificados, a população, engrossada por contingentes de imigrantes italianos, chineses e russos, saltou para 3,4 milhões de pessoas.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"><img title="Rinque do Rockefeller Center, com a estátua de Prometeu, é um dos mais tradicionais; veja imagens da cidade - Pedro Carrilho/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1917cdrfm8hg_b" alt="Rinque do Rockefeller Center, com a estátua de Prometeu, é um dos mais tradicionais; veja imagens da cidade" width="550" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Rinque do Rockefeller Center, com a estátua de Prometeu, é um dos mais tradicionais; veja imagens da cidade - Pedro Carrilho/Folha Imagem</p></div>
<p>A Nova York do início do século 19 era até que sonolenta: a metrópole que nunca dorme tinha, então, pouco mais de 35 mil habitantes. E, em 1898, menos de um século depois, com seus cinco bairros unificados, a população, engrossada por contingentes de imigrantes italianos, chineses e russos, saltou para 3,4 milhões de pessoas.</p>
<p>O incêndio medonho de 1835 acabou abrindo caminho para o progresso urbano -e logo surgiram milionários, alguns chamados de &#8220;robber barons&#8221; (ou &#8220;barões-ladrões&#8221;). Empresários e financistas como Cornelius Vanderbilt, J.P.Morgan e Jay Gould e, depois, John D. Rockefeller, ajudaram a transformar a cidade em metrópole. O mecenato de figuras inclusive controvertidas fez surgir museus como o Metropolitan (<a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">www.metmuseum.org</a>), de 1880; a Ópera, de 1883; e o Museu de História Natural (<a href="http://www.amnh.org/" target="_blank">www.amnh.org</a>), de 1877.</p>
<p>Mais um século se passou e, em 1980, quando foi criada a campanha &#8220;I love NY&#8221;, em que o logotipo de Michel Glaser incorporava o símbolo de um coração, Nova York (<a href="http://www.nycgo.com/" target="_blank">www.nycgo.com</a> e <a href="http://www.newyork-visit.com/" target="_blank">www.newyork-visit.com</a>), a metrópole já tinha perto de 700 museus.</p>
<p><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"></a></p>
<p>Em 11 de setembro de 2001, Nova York foi indelevelmente abalada quando as torres gêmeas do World Trade Center solaparam diante de atentados terroristas. Soube reinventar atrações nos anos seguintes, atingiu níveis de visitação pré-atentados e, no lugar das cicatrizes, construiu um memorial.</p>
<p>Nos limites do Central Park, onde a frenética Nova York passeia e se diverte, surgiram, na época dos atentados, outro par de torres idênticas, o Time Warner Building, projeto de David M. Childs, do escritório de arquitetura Skidmore, Owings &amp; Merrill.</p>
<p>Diante da rotatória marcada pela estátua de Cristóvão Colombo, que descobriu a América em 1492, esse prédio cujo endereço é 80, em Columbus Circle, na esquina com a rua 60, abriga, do 35º ao 42º andar, um hotel Mandarin Oriental (<a href="http://www.mandarinoriental.com/" target="_blank">www.mandarinoriental.com</a>), em cujo Lobby Lounge vale tomar um drinque.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><a href="http://www.folha.uol.com.br/folha/galeria/galeria-20100224-ny.shtml"><img title="Estátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova YorkEstátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova York - Silvio Cioffi/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1918dhv3b7d5_b" alt="Estátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova York" width="330" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Estátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova YorkEstátua de Cristóvão Colombo no Columbus Circle vista através de vidro do Time Warner Center; veja mais imagens de Nova York - Silvio Cioffi/Folha Imagem</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Dentro, há supermecado -coisa rara lá, onde a comida é vendida em mercearias-, lojas, clube de jazz e restaurantes como o Per Se (<a href="http://www.perseny.com/" target="_blank">www.perseny.com</a>), de Thomas Keller. Reservas são indispensáveis e o céu é o limite para contas do Per Se, onde se gasta ao menos US$ 250 por pessoa.</p>
<p>Hoje, entre bistrôs luxuosos e pés-sujos, Nova York tem uns 18 mil restaurantes. Provocador, seu mais temido crítico gastronômico, o novaiorquino Tim Zagat, 69, costuma dizer que &#8220;não liga para estrelas&#8221;, numa evidente provocação ao guia francês Michelin.</p>
<p>Nos guias Zagat, um sistema dá notas de zero a 30 para mercadoria, apresentação e serviço, classificando o custo com os conceitos I (barato, ou &#8220;inexpensive&#8221;), M (moderado, ou &#8220;moderate&#8221;), E (caro ou &#8220;expensive&#8221;) e VE (&#8220;very expensive&#8221;, ou bem caro). E não há praticamente nenhum estabelecimento de Nova York que não ostente na vitrina o adesivo &#8220;Zagat Rated&#8221;.</p>
<p>SILVIO CIOFFI<br />
editor de Turismo da Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Autor mapeia passos de protagonista de Salinger em NY</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 15:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[J. D. Salinger]]></category>
		<category><![CDATA[NOva York]]></category>

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		<description><![CDATA[Diante do lago do Central Park, é bem provável que fãs ferrenhos de &#8220;O Apanhador no Campo de Centeio&#8221; &#8211;clássico do autor americano J.D. Salinger, morto em 27 de janeiro-se perguntem o que acontece com os patos dali no inverno. 
A questão é uma dúvida recorrente do protagonista do livro, Holden Caulfield, em suas andanças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 502px"><img title=" Central Park, em Nova York, visto do observatório do Rocke Bebeto Matthews/AP feller Center – " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1912fvmk2zfc_b" alt="Central Park, em Nova York, visto do observatório do Rockefeller Center" width="492" height="328" /><p class="wp-caption-text"> Central Park, em Nova York, visto do observatório do Rocke Bebeto Matthews/AP feller Center – </p></div>
<p><strong>Diante do lago do Central Park, é bem provável que fãs ferrenhos de <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1023122/o-apanhador-no-campo-de-centeio">&#8220;O Apanhador no Campo de Centeio&#8221;</a> &#8211;clássico do autor americano J.D. Salinger, morto em 27 de janeiro-se perguntem o que acontece com os patos dali no inverno. </strong></p>
<p>A questão é uma dúvida recorrente do protagonista do livro, Holden Caulfield, em suas andanças sem destino por Manhattan &#8211;transformadas em mapa por Peter Beidler, autor de &#8220;A Reader&#8217;s Companion to J.D.Salinger&#8217;s Catcher in the Rye&#8221; (<a href="http://coffeetownpress.com/" target="_blank">coffeetownpress.com</a>), sem lançamento no Brasil. Veja o mapa em infográfico interativo do &#8220;New York Times&#8221; em <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2010/01/28/nyregion/20100128-salinger-map.html" target="_blank">www.nytimes.com</a>.</p>
<p>Leia abaixo trechos da entrevista que Beidler, professor de inglês da universidade Lehigh, na Pensilvânia, concedeu à Folha, por e-mail.</p>
<p>Folha &#8211; Por que um mapa traçando os passos de Holden Caulfield para acompanhar o livro?</p>
<p>Peter Beidler &#8211; A maioria dos leitores não conhece Nova York o suficiente para seguir a trilha de Holden em Manhattan. Quis dar aos leitores uma ideia da geografia do lugar. No fim, o mapa acabou sendo uma das coisas mais úteis no livro.</p>
<p>Folha &#8211; É possível ler o livro como um guia daquela parte da cidade?</p>
<p>Beidler &#8211; Claro! Especialmente a área do Central Park e redondezas. O guia pode estar um pouco ultrapassado, mas a cidade é essencialmente a mesma. A estação Penn como Holden a conheceu não existe mais, mas outra foi construída. Não há mais compartimentos para bagagem na Grand Central Station, e por aí vai. Seria mais correto dizer que o livro é um guia exato para a Nova York de 1949, mas a cidade não mudou tanto. Claro que Salinger inventou o hotel Edmont. Da mesma maneira, ele deixa de fora Wall Street, a estátua da Liberdade&#8230; Então, diria que é um guia exato, mas incompleto.</p>
<p>Folha &#8211; Como o senhor definiu os locais inventados?</p>
<p>Beidler &#8211; Lendo o livro com cuidado e consultando um mapa de Manhattan. Salinger dá várias pistas. O melhor exemplo é o hotel Edmont. Ele nos conta um pouco da rota do táxi que leva Holden dali até a estação Penn. Diz que fica a 41 quarteirões de Greenwich Village. Com essas pistas é possível apontar o local com precisão razoável.</p>
<p>Folha &#8211; Como o senhor vê os questionamentos de Holden sobre os patos no contexto do livro?</p>
<p>Beidler &#8211; Vejo a preocupação de Holden sobre o destino dos patos quando o lago congela como um reflexo de sua preocupação sobre para onde ele irá agora que foi chutado da escola e sente que não pode voltar para casa, ou ficar em casa. Eu li que, por causa do livro, perguntam bastante aos representantes do parque para onde vão os patos no inverno. A resposta é que eles ficam ali mesmo. Eu vi alguns sobre o gelo em um dia frio de inverno, mas eles também ficam na terra ou em seus ninhos. Os patos sabem cuidar de si mesmos. Holden, não.</p>
<p>MARINA DELLA VALLE<br />
da Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Paisagens selvagens em Banff</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Banff]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>

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		<description><![CDATA[Três estações dividem parte da área do parque nacional, um Patrimônio da Unesco
BANFF &#8211; Na terra dos caubóis, fincada entre as regiões mais frias do Canadá habitável, o esqui ganha ares de grande aventura na neve, com sensação térmica que em alguns momentos pode ser de 40 graus negativos. Lake Louise, Mount Norquay e Sunshine [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Três estações dividem parte da área do parque nacional, um Patrimônio da Unesco</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="As montanhas de Banff" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1875dpd854fn_b" alt="As montanhas de Banff" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">As montanhas de Banff Foto: Marc Adamus/Reuters  </p></div>
<p>BANFF &#8211; Na terra dos caubóis, fincada entre as regiões mais frias do Canadá habitável, o esqui ganha ares de grande aventura na neve, com sensação térmica que em alguns momentos pode ser de 40 graus negativos. Lake Louise, Mount Norquay e Sunshine Village dividem parte da área do majestoso Parque Nacional de Banff, com paisagens declaradas Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1985.</p>
<p>Sempre citada na lista dos melhores cenários para esquiar na América do Norte, Lake Louise (www.skilouise.com) conta com 139 pistas &#8211; 45% do terreno é voltado para atletas de nível intermediário. Para os mais experientes, o grande desafio é descer em áreas acidentadas, típicas das Montanhas Rochosas, na província de Alberta.</p>
<p>DOG SLED</p>
<p>A pouco mais de 50 quilômetros de Lake Louise, o povoado de Banff abriga os visitantes da estação. A vila é a única permitida dentro do parque e não pode exceder 8 mil habitantes fixos, para não interferir no meio ambiente. Por isso mesmo, não se surpreenda ao ver animais selvagens, como veados, circulando em meio às casas.<br />
Uma boa forma de conhecer a natureza da região é fazer um passeio de trenó, puxado por cachorros, em plena floresta (fique tranquilo, os ursos-negros permanecem hibernados até o fim de abril). No dog sledding, a temperatura polar e a paisagem de árvores cobertas pela neve oferecem uma sensação de paz surreal.</p>
<p>A experiência em Alberta não será plena sem a tradicional carne de bisão, espécie de búfalo. E o lugar para degustar a maciez da iguaria deve ser o Glacier Saloon, restaurante inspirado no Velho Oeste. Para esticar sem perder o tema, termine a noite em um karaokê na modesta avenida principal, onde a música country predomina.</p>
<p>Norquay: o menor resort da região é também o mais perto do centro. Com boa estrutura para receber famílias, tem a maior parte das pistas para iniciantes e intermediários ( <a href="http://www.banffnorquay.com/">www.banffnorquay.com</a> )</p>
<p>Sunshine Village: rodeada por três montanhas &#8211; Goat&#8221;s Eye, Mount Standish e Lookout Mountain -, a estação conta com mais de cem pistas, a maioria de nível intermediário ( <a href="http://www.skybanff.com/">www.skybanff.com</a> )</p>
<p>O Estado de S.Paulo</p>
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		<title>Nas ruas de Montreal, boas doses de Europa</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Dividida por franceses e ingleses, Montreal conseguiu a proeza de selecionar o melhor das duas culturas. Do requinte da gastronomia ao agito dos pubs, não faltam opções nessa que é considerada uma das cidades mais europeias da América. Quando as pernas cansarem de tanto esquiar, siga para lá.
Pela manhã 
Uma bom ponto de partida é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.incentours.com/images/stories/Montreal_01.jpg" alt="http://www.incentours.com/images/stories/Montreal_01.jpg" /></p>
<p>Dividida por franceses e ingleses, Montreal conseguiu a proeza de selecionar o melhor das duas culturas. Do requinte da gastronomia ao agito dos pubs, não faltam opções nessa que é considerada uma das cidades mais europeias da América. Quando as pernas cansarem de tanto esquiar, siga para lá.</p>
<p><strong>Pela manhã </strong></p>
<p>Uma bom ponto de partida é a parte histórica, Vieux-Montréal (vieux.montreal.qc.ca), que tem no antigo porto sua principal atração. Perto dali, a grandiosa Basílica de Notre Dame (basiliquenddm.org), inspirada na construção parisiense e com interior decorado com ouro, é uma visita obrigatória. Almoce no Restaurant Holder (restaurantholder.com), que tem clima dos antigos e elegantes cafés franceses. Peça o sensacional filé de salmão fresco.</p>
<p><strong>À tarde</strong></p>
<p>Após essa viagem ao passado, volte às benesses da modernidade com um tour de compras pela Avenida Saint-Catherine. As grandes lojas de departamento ficam por lá. Quando o sol começar a se pôr, reserve um tempinho para conhecer a romântica vizinhança de The Plateau. Reduto de estudantes e artistas, é formada por encantadoras e coloridas casinhas de três pisos. Ali, 90% dos moradores usam bicicleta para chegar a livrarias, cafés e ateliês.</p>
<p><strong>À noite</strong></p>
<p>O jantar no La Fabrique Bistrot (bistrotlafabrique.com) é um belo aperitivo para os embalos noturnos. Entre os pratos, preparados de maneira performática na cozinha aberta, destaque para carne de vitela e de pato.</p>
<p>Turbinada por estudantes das seis universidades locais, a noite de Montreal costuma começar cedo e vai, no máximo, até as 3 horas. Basta um passeio a pé pela Ruas Crescent Street, na Vieux-Montréal, e Saint-Laurent, que corta a cidade, para decidir entre as muitas opções de pubs irlandeses e shows de música ao vivo. B.D.</p>
<p><strong>MONTREAL &#8211; O Estado de S.Paulo </strong></p>
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		<title>Programas para a família. Na neve e longe dela</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Mont Tremblant]]></category>
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Quem está distante de ser expert tem espaço garantido em Mont Tremblant
No chamado French Canada, o esqui é o pano de fundo para uma experiência valiosa também em termos de cultura e gastronomia. O refinado vilarejo de Mont Tremblant, separado de Montreal (leia mais abaixo) por razoáveis 130 quilômetros, tem infraestrutura voltada a famílias e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://cache.virtualtourist.com/2408343-Mont_Tremblant-Mont_Tremblant.gif" alt="http://cache.virtualtourist.com/2408343-Mont_Tremblant-Mont_Tremblant.gif" /></p>
<p><strong>Quem está distante de ser expert tem espaço garantido em Mont Tremblant</strong></p>
<p>No chamado French Canada, o esqui é o pano de fundo para uma experiência valiosa também em termos de cultura e gastronomia. O refinado vilarejo de Mont Tremblant, separado de Montreal (leia mais abaixo) por razoáveis 130 quilômetros, tem infraestrutura voltada a famílias e casais, e surge como alternativa para iniciantes e esquiadores de nível intermediário, que têm à disposição metade do complexo.</p>
<p>Isso em parte por causa da altitude das montanhas, cujos topos não passam de 875 metros. Por lá, a neve começa a cair em novembro e fica em boas condições até o fim de abril, cobrindo 78 quilômetros esquiáveis de extensão, divididos em 95 trilhas.</p>
<p>Quem se cansar de esquiar pode se aventurar em outras atividades, como snowshoeing (caminhada com sapatos de neve), escalada e patinação no gelo. As crianças também contam com programação intensa, que inclui aulas dos esportes e atividades com monitores.</p>
<p>Após a prática de exercícios, o momento relax ocorre no Scandinave Spa. Trata-se, na verdade, de outro teste de coragem. Imagine entrar, sob um frio de 10 graus negativos, em uma água literalmente congelando: esse é o chamado banho escandinavo. Após o rápido mergulho &#8211; nem os mais bravos aguentam mais do que 20 segundos &#8211; para ativar a circulação, uma piscina de água quente, logo ao lado, é a salvação.</p>
<p>Relaxou demais? Confira sua sorte no cassino do complexo. Mas não se esqueça que está gastando em dólares canadenses, e não em real.</p>
<p><strong>ESTRELA</strong></p>
<p>As casas e prédios com telhados coloridos lembram a parte histórica da cidade de Quebec &#8211; 90% das 9 mil pessoas que moram em Tremblant têm o francês como primeira língua. Embora o vilarejo não faça parte do circuito oficial da badalação na neve, estrelas de Hollywood não são raras por lá: Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones têm uma mansão ali perto.</p>
<p>O local é repleto de lojas, algumas de grife, que oferecem de equipamentos esportivos bem caros a souvenirs. No caminho para as montanhas, não esqueça a pausa para se aquecer com um delicioso chocolate quente caseiro, como o servido no Crème de la Crème. Ou invista no bem servido fondue do La Savoie, acompanhado de algum rótulo da variada carta de vinhos da casa. B.D.</p>
<p><strong>MONTREAL &#8211; O Estado de S.Paulo </strong></p>
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		<title>Um dia para curtir a urbana Vancouver</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Vancouver]]></category>

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		<description><![CDATA[
Abençoada por incríveis montanhas cobertas de neve e adoráveis ilhotas, ninguém duvida do potencial natural de Vancouver. Mas o diferencial da cidade é o contexto urbano. Bairros ocupados por pessoas de diversas nacionalidades só fazem crescer sua vocação cultural e multiétnica. É possível sentir o gostinho da cidade em um dia.
Pela Manhã
Há bons locais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://mauro.assis.zip.net/images/CA1.jpg" alt="http://mauro.assis.zip.net/images/CA1.jpg" /></p>
<p>Abençoada por incríveis montanhas cobertas de neve e adoráveis ilhotas, ninguém duvida do potencial natural de Vancouver. Mas o diferencial da cidade é o contexto urbano. Bairros ocupados por pessoas de diversas nacionalidades só fazem crescer sua vocação cultural e multiétnica. É possível sentir o gostinho da cidade em um dia.</p>
<p><strong>Pela Manhã</strong></p>
<p>Há bons locais de esqui além de Whistler. As pistas de Grouse Mountain (grousemountain.com), Mount Seymour (mountseymour.com) e Cypress Mountain (cypressmountain.com) ficam a apenas 27 quilômetros do centro. Para os experts, esta última é a mais desafiadora &#8211; além de proporcionar uma vista magnífica de toda Vancouver. Se sobrar tempo, faça um passeio pela trilha que leva a Hollyburn Lodge, (hollyburnheritagesociety.ca) uma casa de madeira construída em 1926.</p>
<p><strong>À tarde</strong></p>
<p>Caso seu bolso permita, almoce no Vij&#8221;s (vijs.ca), um dos melhores indianos do mundo. Para uma refeição mais em conta, pare na porta ao lado, no irmão Rangoli Vij&#8221;s (vijsrangoli.ca). Combinações memoráveis mesclam carne de cabra e jaca ao curry (US$ 15,50 ou R$ 27).</p>
<p>Depois, curta a cidade ao ar livre no bairro Mount Pleasant. Butiques se espalham por ali e jovens se reúnem no Centro Cultural Western Front. Se estiver lá antes do anoitecer, olhe para cima: as montanhas North Shore vão surgindo na paisagem.</p>
<p><strong>À noite</strong></p>
<p>Vancouver não é uma cidade de baladas fortes. Então, fique com um bom drinque. Invista na novidade de Gastown, o Alibi Room (alibi.ca). Se preferir uma taça de vinho, experimente a degustação do Salt Room (salttastingroom.com), um bar adega que traz no cardápio queijos e carnes exóticas.</p>
<p>Denny Lee, THE NEW YORK TIMES, VANCOUVER &#8211; O Estado de S.Paulo</p>
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		<title>Roteiro para turistas iniciantes mostra o fundamental de NY</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[New York]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegar com programação numa metrópole como NY é tão importante quanto levar sapatos confortáveis. 
Há uma infinidade de roteiros possíveis para tirar uma boa fatia de Nova York. A seguir, veja sugestões e sites de uma programação de quatro dias na Big Apple (site: nycgo.com).
Dia 1
Comece pela famosíssima Times Square (entre a 6ª e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Chegar com programação numa <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u585026.shtml">metrópole como NY</a> é tão importante quanto levar sapatos confortáveis. </strong></p>
<p>Há uma infinidade de roteiros possíveis para tirar uma boa fatia de Nova York. A seguir, veja sugestões e sites de uma programação de quatro dias na Big Apple (site: <a href="http://nycgo.com/" target="_blank">nycgo.com</a>).</p>
<p>Dia 1</p>
<p>Comece pela famosíssima Times Square (entre a 6ª e a 7ª avenidas e intersecção com a Broadway). Dali, estará a uma quadra da também essencial Quinta avenida. Para chegar aos quarteirões mais famosos, rume para o norte. Na altura da rua 49, vai encontrar um ícone, a butique Saks Fifth Avenue (<a href="http://saksfifthavenue.com/" target="_blank">saksfifthavenue.com</a>), e, no quarteirão seguinte, a catedral St. Patrick (diariamente, das 6h30 às 20h45). Devore um cachorro-quente de rua e reserve parte da tarde ao MoMA &#8211; Museum of Modern Art (rua 53 com 5ª av.; das 10h30 às 17h30; sáb. até as 20h; fecha às ter.; US$ 20).</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Times Square é local de teatros e diversão noturna em Nova York - Silvio Cioffi/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1844fjm23k4k_b" alt="Times Square é local de teatros e diversão noturna em Nova York" width="550" height="367" /><p class="wp-caption-text">Times Square é local de teatros e diversão noturna em Nova York - Silvio Cioffi/Folha Imagem</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>A pequena livraria-tesouro Rizzoli (rua 57 oeste com 5ª av.; <a href="http://rizzoliusa.com/" target="_blank">rizzoliusa.com</a>), a loja de brinquedos F.A.O. Schwarz (5ª av. com rua 58; <a href="http://fao.com/" target="_blank">fao.com</a>) e a de eletrônicos Apple Store (5ª av., entre ruas 58 e 59) são bons passeios para compras. Termine o dia caminhando pelo Central Park.</p>
<p>Dia 2</p>
<p>Passe o dia no entorno do Central Park. Vale provar o brunch do Sarabeth&#8217;s (av. Central Park South, entre 5ª e 6ª av.; tel.: 00/xx/212/826-5959; <a href="http://www.sarabethscps.com/" target="_blank">www.sarabethscps.com</a>). Do lado direito do parque, na altura da rua 82, está o Metropolitan Museum of Art ( das 9h30 às 17h30; sex. e sáb., até as 21h; fecha seg.; <a href="http://www.metmuseum.org/" target="_blank">www.metmuseum.org</a>; tel.: 00/xx/212/535-7710; US$ 20), que possui um dos maiores acervos de arte do mundo. Mais para frente, na esquina com a rua 88, fica o museu Guggenhein (das 10h às 17h45; sáb. até as 19h45; fecha às qui.; entrada: US$ 18; <a href="http://www.guggenheim.org/" target="_blank">www.guggenheim.org</a>).</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><img title="Central Park é o pulmão da metrópole; local convida turista a caminhadas - Bebeto Matthews/AP" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1845f2xcrnx3_b" alt="Central Park é o pulmão da metrópole; local convida turista a caminhadas" width="497" height="331" /><p class="wp-caption-text">Central Park é o pulmão da metrópole; local convida turista a caminhadas - Bebeto Matthews/AP</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Para fazer uma boquinha, há um restaurante despretensioso, mas com bons vinhos, atrás do museu, o E.A.T. (Madison av., entre ruas 80 e 81, tel.: 00/xx/212/ 772-0022). Prove a quiche de siri, por US$ 19. Depois, é só escolher se a caminhada de volta será pelo Central Park ou pela própria avenida Madison, cheia de lojas.</p>
<p>Dia 3</p>
<p>No SoHo, perca-se pelos pequenos cafés e lojas alternativas. O pontapé inicial pode ser a Magnolia Bakery (Bleecker st com Bank st; tel.: 00/xx/212/ 462-2572), cujos muffins ficaram famosos por causa da série &#8220;Sex and The City&#8221;. Você já estará na rua mais divertida, a Bleecker. É só bater perna por ela até a avenida West Broadway.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 483px"><img title="Interior da Apple Store, no badalado SoHo novaiorquino - Seth Wenig/AP" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_18468dd4z8d5_b" alt="Interior da Apple Store, no badalado SoHo novaiorquino" width="473" height="353" /><p class="wp-caption-text">Interior da Apple Store, no badalado SoHo novaiorquino - Seth Wenig/AP</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>Experimente um brunch bem novaiorquino no restaurante Five Points (rua Great Johns, 31, com Broadway; tel.: 00/xx/212/253-5700; US$ 18 por pessoa).</p>
<p>Siga até a avenida The Bowery, onde abriu recentemente o ousado New Museum (em frente à rua Prince; das 12h às 18h; sex. e sáb. até as 21h; fecha às seg. e ter.; US$ 12). O quarteirão em frente ao museu é a parte interessante de outro pequeno bairro por onde vale andar, o Nolita.</p>
<p>Para a noite, a pedida é o Meatpacking district. A região, onde antigamente funcionavam frigoríficos, foi restaurada e tornou-se um &#8220;point hype&#8221;, cheio de restaurantes e baladas do momento. Novaiorquinos adoram o francês Pastis (9th av. com 12th st.; tel.: 00/xx/212/929-5676; o coq au vin custa US$ 24).</p>
<p>Dia 4</p>
<p>Faz parte visitar o Ground Zero, local onde ficavam as Torres Gêmeas. No térreo do edifício World Financial Center (rua Vesey, 220), na face voltada para o rio Hudson, fica a lanchonete P.J. Clark&#8217;s. Boa pedida para o almoço pelo hambúrguer aclamado e pela vista, que tem bem ao fundo a estátua da Liberdade.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><img title="Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001 - Henny Ray Abrams/Efe" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1847gb49h8gc_b" alt="Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001" width="497" height="344" /><p class="wp-caption-text">Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001 - Henny Ray Abrams/Efe</p></div>
<p style="text-align: center;">
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td></td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="  " title="Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001 Foto:Henny Ray Abrams/Efe" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_18485hj44wdp_b" alt="Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001" width="550" height="381" /><p class="wp-caption-text">Ground Zero marca o local onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas nos atentados terroristas de 2001 Foto:Henny Ray Abrams/Efe</p></div></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Caminhar pela esplanada do Battery Park, à beira do rio, é um bom jeito de chegar até esse cartão-postal, que fica em uma ilha bem ao sul de Manhattan. Dá para pegar uma balsa até ela, que sai do píer do Battery Park e chega em 15 minutos, por US$ 8 (<a href="http://statuecruises.com/" target="_blank">statuecruises.com</a>).</p>
<p>Ao sul fica ainda o centro financeiro, Wall Street. É em uma travessa da avenida West Broadway que você encontra a New York Stock Exchange (Bolsa de Valores de Nova York), o Federal Reserve Bank (Banco Central Americano) e a Trinity Church.</p>
<p>Para finalizar, confira um espetáculo da Broadway. Entre os destaques do ano, a nova montagem do musical &#8220;Hair&#8221; (Al Hirschfeld Theatre, 302 W 45th St; <a href="http://hairbroadway.com/" target="_blank">hairbroadway.com</a>).</p>
<p><strong>ISABEL MALZONI<br />
colaboração para a Folha de S.Paulo</strong></p>
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		<title>Carnaval alemão luta para manter tradição em Colônia</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanhã]]></category>
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		<description><![CDATA[O carnaval renano, que viveu nesta segunda-feira o seu apogeu em Colônia (oeste da Alemanha), é apenas uma sombra do que foi, devido ao mar de fantasias importadas da Ásia que estrangulam a tradição regional. 
Preparados com esmero, os cem carros com suntuosas decorações do desfile desta segunda-feira das Rosas e seus 10.200 participantes fantasiados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1783dfnfb8dk_b" alt="Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad" width="550" height="345" /><p class="wp-caption-text">Carro alegórico traz bonecos dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad</p></div>
<p><span style="font-size: small;">O carnaval renano, que viveu nesta segunda-feira o seu apogeu em Colônia (oeste da Alemanha), é apenas uma sombra do que foi, devido ao mar de fantasias importadas da Ásia que estrangulam a tradição regional. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Preparados com esmero, os cem carros com suntuosas decorações do desfile desta segunda-feira das Rosas e seus 10.200 participantes fantasiados contrastam com os espectadores, poucos usando trajes feitos artesanalmente. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Há 50 anos era completamente diferente. Cada um confeccionava seus trajes sozinho&#8221;, lembra Dieter Tschorn, 69, porta-voz da seção de Carnaval da Federação Alemã de Brinquedos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em 2008 e 2009 foram vendidas 39 milhões de máscaras, perucas e narizes de palhaço na Alemanha &#8211;ou seja, 19 milhões a mais do que no período anterior, segundo a federação, que calcula um volume de negócios de 290 milhões de euros (quase R$ 740 milhões). Mas o mercado e a diversidade não andam de mãos dadas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1784jqwc2hg3_b" alt="Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Colônia tem o maior desfile de Carnaval da Alemanha; parada da segunda-feira das Rosas reuniu centenas de milhares de pessoas</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: small;">Os milhões de trajes vendidos não brilham pela sua originalidad</span></p>
<p><span style="font-size: small;">e, ao se inspirarem em personagens dos últimos sucessos do cinema. &#8220;Com toda a oferta, poucos elaboram suas próprias fantasias. Além disso, quem tem hoje em dia uma máquina de costura em casa?&#8221;, lamenta Tschorn. Como consequência, desde a década de 1990 impera o &#8220;made in China&#8221; barato, lembra Thorsten Heinrich, 26, vice-diretor de uma empresa de fantasias de Sarrebruck (sudoeste). </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em Colônia, alguns &#8220;loucos&#8221; impõem resistência por respeito às tradições. Stephan Kommer, 32, se fantasiou de boneco de neve com três enormes luzes brancas de jardim. &#8220;Tive esta ideia na semana passada. Tem muita neve na minha casa e sou jardineiro&#8221;, explica. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Harribert Schulmeyer, um cinquentão, e seus amigos se fantasiaram de criadores de pássaros. &#8220;Você ganha em autenticidade quando está bem fantasiado&#8221;, afirma, ostentando uma pomba de papel machê sobre a cabeça. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Tóxico</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Alguns advertem que muitas máscaras de plástico fabricadas na Ásia, como as do presidente norte-americano Barack Obama, muito popular este ano, contêm substâncias tóxicas, inclusive cancerígenas, segundo a Associação Alemã de Consumidores Öko-Test. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Esse problema não preocupa muito os profissionais do Carnaval. &#8220;Essas máscaras não são proibidas, respeitam as normas europeias&#8221;, afirma Heinrich. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;É muito difícil verificar todos os componentes de cada produto fabricado na China. Isso aumentaria consideravelmente os custos&#8221;, pondera Tschorn</span><span style="font-size: small;">.</span><br />
<strong><span style="font-size: small;">France Presse</span></strong><span style="font-size: small;">, em Colônia (Alemanha) </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vistos para viagens aos EUA deverão passar a ser de 10 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 10:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Pública]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Visto]]></category>

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		<description><![CDATA[
A validade dos vistos para viagens aos Estados Unidos deverá ser estendida de cinco para dez anos. A medida consta de acordo bilateral aprovado nesta quinta-feira (11) pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado Fedeeral, sob a forma do Projeto de Decreto Legislativo 1034/09, que ainda será submetido ao Plenário antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://familiascania.files.wordpress.com/2009/04/visto-americano-12.jpg" alt="http://familiascania.files.wordpress.com/2009/04/visto-americano-12.jpg" /></p>
<p><span style="font-size: small;">A validade dos vistos para viagens aos Estados Unidos deverá ser estendida de cinco para dez anos. A medida consta de acordo bilateral aprovado nesta quinta-feira (11) pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE)</span><span style="font-size: small;"> do Senado Fedeeral</span><span style="font-size: small;">, sob a forma do Projeto de Decreto Legislativo 1034/09, que ainda será submetido ao Plenário antes de ser enviado à promulgação.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo o acordo, a ampliação do período de validade dos vistos valerá tanto para os brasileiros que viajarem aos Estados Unidos quanto para os cidadãos norte-americanos que viajarem ao Brasil. O período de 10 anos, de acordo com o documento, passará a valer para os que viajam a turismo ou a negócio, &#8220;para ingressar, transitar, permanecer e deixar o território do outro Estado, dentro de períodos de permanência definidos em suas respectivas legislações nacionais&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">- Trata-se de acordo destinado a facilitar o fluxo de viajantes entre os dois países, com a adoção de medida de caráter prático e que irá beneficiar significativos contingentes de pessoas, obrigadas a constantes deslocamentos entre os dois países &#8211; disse o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), relator do projeto e presidente da comissão.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na opinião do senador, a ampliação do prazo de validade dos vistos permitirá maior intercâmbio entre os dois países e tornará mais fácil a atividade de &#8220;inúmeros agentes econômicos&#8221; que circulam entre o Brasil e os Estados Unidos. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O acordo possibilitará ainda, para Azeredo, o início de uma &#8220;distensão bilateral em relação às políticas nacionais adotadas pelos dois países, agravadas pela exigência brasileira de vistos para cidadãos norte-americanos e pela rigorosa forma de admissão de brasileiros em território norte-americano&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Marcos Magalhães / Agência Senado</span><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
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		<title>Três formas de conhecer o mais fabuloso caos</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Caos]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>

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		<description><![CDATA[Na garupa de um riquixá, a pé ou no lombo de um elefante, a Índia é pura e simplesmente arrebatadora
 
As três formas de conhecer o país
NOVA DÉLHI - Por enquanto, a rua é larga e o apito ardente da buzina não cessa. Da garupa do riquixá, vejo o motorista jovem e franzino levantar, fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Camila Anauate/AE" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1740cm85c946_b" alt="As três formas de conhecer o país" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Camila Anauate/AE</p></div>
<p><strong>Na garupa de um riquixá, a pé ou no lombo de um elefante, a Índia é pura e simplesmente arrebatadora</strong></p>
<p><strong><span style="font-size: large;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">As três formas de conhecer o país</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">NOVA DÉLHI</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Por enquanto, a rua é larga e o apito ardente da buzina não cessa. Da garupa do riquixá, vejo o motorista jovem e franzino levantar, fazer uma força quase sobrenatural e pedalar. Levanta e pedala e tira fino dos carros, das motos, das bicicletas. Da vaca. Não, a mãe vaca é sagrada. Para, dá a preferência. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nem pense em fechar os olhos, leitor, isso é melhor que montanha-russa. Os tuc tucs passam a milhão. Buzinam para as charretes, para as pessoas levando mercadorias na cabeça. Para fazer graça. Pedestres atravessam e nem olham. O condutor levanta, quase tomba para a direita, desvia rapidamente. E isso na mão inglesa que eles adotaram </span><span style="font-size: small;">em Nova Délhi. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fica</span><span style="font-size: small;"> fácil entender por que os guias insistem em dizer que para dirigir na Índia é preciso bons freios, boa buzina e boa sorte. Acrescente jogo de cintura. Tudo anda junto &#8211; e misturado. Semáforos? Para quê? Se estão lá, são meros figurantes. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O condutor franzino vira bruscamente à esquerda e entra nos becos de Chandni Chowk, no coração de Old Délhi. Carros não passam nas ruas minúsculas da região, mas o congestionamento impressiona. É como se os 17 milhões de habitantes da capital estivessem todos ali. Nas casas, nos barracos, nas lojas, sob o novelo de fios elétricos. O riquixá segue entre sáris, bananas e moscas. Uma profusão de cores. E cheiros. Do incenso ao escapamento.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">As vielas de Chandni Chowk formam um imenso bazar. Conforme o condutor pedala, vitrines lotadas de pashminas, tapetes, turbantes e ouro, muito ouro, passam como borrões. Hindus e muçulmanos acenam, sentados à porta das lojas, comendo samosa e bebendo tchai. Dá vontade de pular do riquixá e começar logo a pechincha, hábito secular. Na verdade, nem precisa descer do veículo. Se você esticar o braço, consegue agarrar aquele lenço de seda em troca de pouquíssimas rupias jogadas ao vendedor. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Aos poucos, o riquixá vai se desvencilhando desse nó. As cores, os cheiros, o barulho, a buzina. Tudo perde força. Um último suspiro diante da Mesquita Jama Masjid. Há um certo controle no caos.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">MAIS UMA VOLTA</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Já que o passeio termina diante da maior mesquita da Índia, tire os sapatos e cubra-se para conhecer seu interior. Quando chegar ao último degrau da escadaria, o espanto será inevitável. Um grande pátio com pilares e arcos rodeia os três domos de mármore e os dois minaretes da Jama Masjid. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Fiéis lavam os pés na dukka antes dos rituais. Outros sentam nos corredores esperando esmolas. A revoada de pombas faz barulho. Depois de dar uma volta, tudo o que dá para fazer é subir no minarete. Dali, sim, uma vista incrível dos becos de Old Délhi. E da confusão em que você se meteu de riquixá. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Lá embaixo, o condutor ainda está aguardando. Por mais gorjeta ou outra volta. Siga com ele para o bairro de Nova Délhi. Mas combine o preço antes: 100 rupias é um valor médio para qualquer canto da cidade. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Pelo caminho, mesquitas, monumentos e mil outros riquixás. Alguns passam lotados de crianças uniformizadas. Além de perua escolar, o veículo serve de casa. A maioria dos motoristas aluga as bicicletas e suas carrocerias para trabalhar e dormir &#8211; Nova Délhi tem o metro quadrado mais caro do país. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A voltinha </span><span style="font-size: small;">em Nova Délhi</span><span style="font-size: small;"> é outra experiência. Uma Índia como nunca se imagina. Avenidas largas e arborizadas, hotéis de luxo, mansões inglesas da década 1930. Tem até um Arco do Triunfo (Porta da Índia) e um templo em formato de lótus. Mas nada com tanta graça. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">NA INTERNET</span></strong> <span style="font-size: medium;"> </span><br />
<span style="font-size: small;">No completíssimo www.incredibleindia.org você encontra todas as informações necessárias para organizar a viagem e alguns vídeos interessantes sobre o país. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nós já visitamos outras regiões da Índia, como Mumbai, coração de Bollywood, e Goa, que mais parece um pedacinho de Portugal. Reportagens e fotos estarão disponíveis hoje no blog do Viagem: blogs.estadao.com.br/viagem</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">O Estado de S.Paulo</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A pé na cidade do Taj Mahal</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Agra]]></category>
		<category><![CDATA[Taj Mahal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Agra vive à sombra do monumento, que levou 16 anos para ser 
 
PINTURA &#8211; cercada por 2,5 km de fortes muralhas, fortaleza esconde palácios e mesquitas
AGRA - Só caminhando para ver, ouvir e sentir o contraste chamado Agra. Das ruelas cobertas de lixo ao luxo das suítes de US$ 6 mil. Becos sujos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1736gh34gsf2_b" alt="PINTURA - cercada por 2,5 km de fortes muralhas, fortaleza esconde palácios e mesquitas" width="280" height="268" /></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Agra vive à sombra do monumento, que </span><span style="font-size: small;">levou 16 anos para ser </span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">PINTURA &#8211; cercada por </span><span style="font-size: small;">2,5 km</span><span style="font-size: small;"> de fortes muralhas, fortaleza esconde palácios e mesquitas</span></p>
<p><span style="font-size: small;">AGRA</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Só caminhando para ver, ouvir e sentir o contraste chamado Agra. Das ruelas cobertas de lixo ao luxo das suítes de US$ 6 mil. Becos sujos e hotéis cinco-estrelas com a mesma vista incrível para o Taj Mahal. Agra e seus moradores, é bem verdade, vivem à sombra desse valioso Patrimônio da Humanidade. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Então vamos até ele. Andando, mesmo porque os carros são obrigados a parar a bons metros de distância ? tudo para evitar a poluição. Ainda não são 9 horas e os termômetros ultrapassam os 30 graus. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Vendedores muito chatos (per)seguem você até a entrada do complexo. Pendurados até o nariz de badulaques e bugigangas, insistem, negociam, oferecem o que não têm. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Irritado com o assédio, inconformado com tanta diferença, você vai entrando. E derretendo. Sem se dar conta de que um dos monumentos mais maravilhosos do planeta está logo ali. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Mas basta ultrapassar o portal e o mundo se cala. Parece miragem, sonho, poesia, não sei. Um colosso de mármore branco com proporções exageradamente simétricas. E um jardim à imagem do paraíso. E um espelho d&#8221;água que reflete tudo. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A multidão, os vendedores, o calor, nada mais incomoda. Sobe e desce escada, anda para lá e para cá, observa aqui e ali em busca do melhor ângulo, do sári mais colorido para contrastar com o branco. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A essa altura, sol a pino, você começa a achar graça dos indianos que imploram por uma foto sua. Homens, mulheres, crianças. Você é diferente, oras, e merece tanta atenção quanto um astro da cinematográfica Bollywood.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">ETERNO</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Passos adiante, os detalhes do Taj começam a saltar aos olhos. Pedras preciosas incrustadas nas paredes em forma de flor, milhares de arabescos, palavras do Alcorão. Tudo esculpido à mão, com a delicadeza digna de um amor eterno. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O Taj Mahal é a promessa cumprida do imperador mongol Shah Jahan. Um presente para sua mulher preferida, Mumtaz Mahal, que morreu no parto do 14º filho, no já muito distante ano de 1630.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Antes de entrar no mausoléu, é preciso colocar uma proteção nos sapatos, para não arranhar o piso. Lá dentro, estão as réplicas do túmulo do casal. E muitos outros detalhes nas paredes. Mas o ambiente é escuro e não se pode fotografar. Melhor curtir a beleza do monumento iluminado de sol.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">À saída, com um sorriso envergonhado, os indianos vão pedir outra foto, mas também a proteção para os pés. Eles pagam menos ingresso, mas são obrigados a entrar descalços. O chão está fervendo.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Antes de virar as costas, uma última mirada, e a história repassa pela cabeça. Foram necessários 16 anos, 41 milhões de rupias, 500 quilos de ouro e 22 mil homens para erguer o Taj Mahal. Artesãos e materiais trazidos de todas as partes da Ásia sobre o lombo de elefantes. Obsessão que só poderia terminar em loucura.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Antes que o imperador Shah Jahan construísse para ele um mausoléu igual, mas de mármore preto, acabou preso pelo próprio filho. E foi das torres do Forte de Agra, a dois quilômetros dali, que ele passou seus últimos meses de vida, admirando sua obra megalomaníaca e sofrendo pela mulher amada.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">NO FORTE</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Dá-lhe mais perna para visitar o Forte de Agra, outro Patrimônio da Humanidade, cercado por </span><span style="font-size: small;">2,5 quilômetros</span><span style="font-size: small;"> de pesadas muralhas. A imponente construção de arenito vermelho ficou pronta em 1573 e passou pelas mãos de diversos imperadores mongóis. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A visita no complexo passa por palácios que parecem saídos de contos de fadas ? como o Jahangir e o Khas Mahal ?, mesquitas e halls inteiros de mármore. Também pelo harém. Tudo forrado de ouro e pedras preciosas. Nos corredores repletos de pilares, dá para sentar alguns minutos. Mulheres de sári e homens barbudos passam e reparam e sorriem. Pelos arcos vê-se o Taj Mahal, imponente, luxuoso, em meio ao lixo. Respire ? e tome um farto gole de água. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong><strong><span style="font-size: small;">O Estado de S.Paulo</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carnaval de Veneza encanta turistas</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Veneza]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os foliões seguem tradições antigas de quando o samba nem tinha sido inventado.
 
Na Europa já é carnaval, pelo menos em Veneza, onde os turistas festejam durante dez dias. A festa é um luxo, as fantasias são exuberantes, até cachorrinhos ajudam a compor o visual. 
Os turistas também capricham na maquiagem e nas máscaras. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://formatohibrido.zip.net/images/veneza.jpg" alt="http://formatohibrido.zip.net/images/veneza.jpg" /></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Os foliões seguem tradições antigas de quando o samba nem tinha sido inventado.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na Europa já é carnaval, pelo menos em Veneza, onde os turistas festejam durante dez dias. A festa é um luxo, as fantasias são exuberantes, até cachorrinhos ajudam a compor o visual. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os turistas também capricham na maquiagem e nas máscaras. Os bailes de carnaval acontecem dentro dos palácios venezianos, alguns do século doze. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A arquitetura, as roupas e até a música dão a sensação de uma viagem à outra época. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Os turistas gostam dessa brincadeira e a cidade fatura alto. Só o ingresso para o baile custa 250 euros, cerca de 640 reais. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quem não pode pagar, brinca o carnaval na famosa Praça San Marcos ou nos canais de Veneza.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Jornal Hoje</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em Bonito (MS), Carnaval dá lugar aos esportes radicais</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Bonito]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>

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		<description><![CDATA[Natureza exuberante, cachoeiras de água cristalina e espécies raras de peixes, aves e mamíferos fazem de Bonito, no Mato Grosso do Sul, (www.portalpublicobonitoms.com.br) um dos paraísos ecológicos mais procurados por visitantes do mundo todo (veja pacotes para Bonito). 
O entorno da cidade, que curiosamente tem nome derivado de Fazenda Rincão Bonito, guarda santuários como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title=" Peixes no rio Olho D'Água, em Bonito, no Mato Grosso do Sul" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_16922rsmbd6_b" alt="Peixes no rio Olho D'Água, em Bonito, no Mato Grosso do Sul" width="550" height="413" /><p class="wp-caption-text"> Peixes no rio Olho D&#39;Água, em Bonito, no Mato Grosso do Sul</p></div>
<p><span style="font-size: medium;">Natureza exuberante, cachoeiras de água cristalina e espécies raras de peixes, aves e mamíferos fazem de Bonito, no Mato Grosso do Sul, (</span><a href="http://www.portalpublicobonitoms.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.portalpublicobonitoms.com.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">) um dos paraísos ecológicos mais procurados por visitantes do mundo todo (</span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u690962.shtml"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">veja pacotes para Bonito</span></span></a><span style="font-size: medium;">). </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O entorno da cidade, que curiosamente tem nome derivado de Fazenda Rincão Bonito, guarda santuários como o Aquário Natural, a gruta do Lago Azul e rios como o da Prata. Por ali, o Carnaval costuma se resumir à apresentação de algumas bandas no centrinho de Bonito. A melhor pedida é mesmo curtir a natureza. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Quem gosta de esportes radicais pode fazer rapel na cachoeira Boca da Onça, com cerca de </span><span style="font-size: medium;">156 m</span><span style="font-size: medium;"> de altura. Outra boa opção para os aventureiros é flutuar no rio Sucuri, cujas águas estão entre as mais claras da região. A sensação de nadar entre cardumes coloridos e a vegetação aquática é única. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">As piscinas naturais, que se formam à beira do rio Formoso, guardam piraputangas, curimbas e dourados, além de muitas cachoeiras. Imperdível. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Antes de visitar cavernas e cachoeiras, atenção: é preciso fazer reservas e respeitar os horários de visita. Bonito tem turismo controlado para evitar danos às riquezas locais. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Passar o Carnaval em Bonito (MS) custa a partir de R$ 1.556 com aéreo </span></strong></p>
<p><span style="font-size: medium;">Veja abaixo pacotes para Bonito (MS). </span></p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1693dh5whxdf_b" alt="Fenda na rocha do abismo Anhumas, que fica a 22 quilômetros de Bonito (MS)" width="444" height="296" /> <strong><span style="font-size: small;">Fenda na rocha do abismo Anhumas, que fica a </span></strong><strong><span style="font-size: small;">22 quilômetros</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> de Bonito (MS)</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">PREÇO POR PESSOA </span></strong><strong><span style="font-size: medium;">EM APARTAMENTO DUPLO</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">COM AÉREO</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$1.556</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Três noites no Cabanas Hotel, com café da manhã. Na MGM: 0/ xx/11/3266-3844; </span><a href="http://www.mgmoperadora.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.mgmoperadora.com.br</span></span></a></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$ 2.280</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Quatro noites na pousada Gira Sol, com café. Inclui visitas à gruta do lago Azul e mergulho no rio da Prata, entre outros. Na Pisa Trekking: 0/xx/11/5052-4085; </span><a href="http://www.pisa.tur.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.pisa.tur.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$ 2.588</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Quatro noites no Wetiga Hotel em apartamento luxo, com café. Inclui passeios à gruta do lago Azul e à estância Mimosa, entre outros. Na Freeway: 0/xx/11/ </span><span style="font-size: medium;">5088-0999</span><span style="font-size: medium;">; </span><a href="http://www.freeway.tur.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.freeway.tur.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$ 3.720</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Pacote de sete noites- no Indaiá Park Hotel, </span><span style="font-size: medium;">em Campo Grande</span><span style="font-size: medium;"> e no Wetiga Hotel, </span><span style="font-size: medium;">em Bonito. Inclui</span><span style="font-size: medium;"> visitas à gruta do lago Azul e passeio no buraco das Araras, entre outros. Na Adventure Club: 0/xx/11/5573-4142; </span><a href="http://www.adventureclub.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.adventureclub.com.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">R$ 3.808</span></strong><br />
<span style="font-size: medium;">Quatro noites na pousada Marruá, com café da manhã. Inclui passeios à gruta Azul e prática de boia-cross, entre outros. Na Flot: 0/xx/11/4504-4544; </span><a href="http://www.flot.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;">www.flot.com.br</span></span></a><span style="font-size: medium;">. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Folha de S.Paulo</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></p>
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		<title>Visita de brasileiros a Buenos Aires cresce 50% em janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 12:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A chegada de turistas brasileiros a Buenos Aires aumentou 50% em janeiro passado em relação ao mesmo mês de 2009, segundo os responsáveis pelo controle de passageiros do principal aeroporto da capital argentina.
Também foi verificado um aumento na quantidade de chineses (40%) e chilenos (16%) que decidiram visitar a capital argentina, como publica o jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title=" Ponte da Mulher, projeto do espanhol Santiago Calatrava, é um dos destaques do bairro Puerto Madero, em Buenos Aires" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1677c5qr6fcj_b" alt="Ponte da Mulher, projeto do espanhol Santiago Calatrava, é um dos destaques do bairro Puerto Madero, em Buenos Aires" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text"> Ponte da Mulher, projeto do espanhol Santiago Calatrava, é um dos destaques do bairro Puerto Madero, em Buenos Aires</p></div>
<p><span style="font-size: medium;">A chegada de turistas brasileiros a Buenos Aires aumentou 50% em janeiro passado em relação ao mesmo mês de 2009, segundo os responsáveis pelo controle de passageiros do principal aeroporto da capital argentina.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Também foi verificado um aumento na quantidade de chineses (40%) e chilenos (16%) que decidiram visitar a capital argentina, como publica o jornal local &#8220;Crítica&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A taxa de câmbio favorável e as várias opções turísticas de Buenos Aires e do resto da Argentina são as principais razões para o aumento da presença de estrangeiros no país. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Em dezembro passado, o secretário de Turismo da Argentina, Enrique Meyer, disse que até março o país poderá registrar um movimento turístico recorde. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A entrada de turistas na Argentina no verão subiu 32% de </span><span style="font-size: medium;">2003 a</span><span style="font-size: medium;"> 2009. </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Efe</span></strong><strong><span style="font-size: small;">, </span></strong><strong><span style="font-size: small;">em Buenos Aires</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
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