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	<title>Blog de Maurílio &#187; Tecnologia</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>De olho no mercado móvel, Microsoft lança linha de smartphones Kin</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sob o slogan &#8220;É Tempo de Compartilhar&#8221;, a Microsoft lançou sua linha de smartphones Kin, cujo enfoque é o público jovem usuário de redes sociais, na tarde desta segunda-feira (12). Simultaneamente ao lançamento, o site dos aparelhos já estava no ar: www.kin.com. Os modelos dos smartphones chegam às lojas dos EUA em maio. Não foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title=" Sob o slogan &quot;É Tempo de Compartilhar&quot;, a Microsoft lançou sua linha de smartphones Kin, cujo enfoque é o público jovem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2203fxt7kgwq_b" alt="Sob o slogan &quot;É Tempo de Compartilhar&quot;, a Microsoft lançou sua linha de smartphones Kin, cujo enfoque é o público jovem" width="550" height="376" /><p class="wp-caption-text"> Sob o slogan &quot;É Tempo de Compartilhar&quot;, a Microsoft lançou sua linha de smartphones Kin, cujo enfoque é o público jovem</p></div>
<p>Sob o slogan &#8220;É Tempo de Compartilhar&#8221;, a Microsoft lançou sua linha de smartphones Kin, cujo enfoque é o público jovem usuário de redes sociais, na tarde desta segunda-feira (12). Simultaneamente ao lançamento, o site dos aparelhos já estava no ar: <a href="http://www.kin.com/" target="_blank">www.kin.com</a>.</p>
<p>Os modelos dos smartphones chegam às lojas dos EUA em maio. Não foram informadas datas precisas de lançamento, contudo &#8211;tampouco os preços dos novos aparelhos.</p>
<p>A manobra é uma clara inserção da companhia em um mercado no qual ela tem desempenho irrisório &#8211;e que vem sendo cada vez mais preenchido por empresas de tecnologia, como a Apple e o Google.</p>
<p>Com design arrojado, o Kin tem dois modelos sensíveis ao toque, descritos como Kin One e Kin Two, e que terão o Bing como site de buscas, lançado pela companhia lançado no ano passado. Ambos são 3G &#8211;a conexão à rede será fornecida pela Verizon nos EUA.</p>
<p>O Kin One (veja foto abaixo) tem um diferente formato arredondado com teclado deslizante, está disponível com memória de 4 Gbytes. O teclado é compacto para aqueles que têm hábito de digitar apenas com uma mão. A tela é composta para navegação com o polegar, segundo a companhia. A câmera tem 5 Mpixels, e também produz vídeos.</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2204fnr49jgb_b" alt="Kin One, modelo do novo smartphone apresentado pela Microsoft nesta segunda; enfoque do aparelho é voltado a redes sociais" width="396" height="295" /> Kin One, modelo do novo smartphone apresentado pela Microsoft hoje; aparelho é voltado a redes sociais</p>
<p>Já o Kin Two (veja foto abaixo) tem teclado mais amplo, em posicionamento horizontal, para digitação com as duas mãos. Mais ampla, a tela se volta para navegação e para vídeos. A câmera tem 8.0 Mpixels, e a memória tem 8 Gbytes, segundo informa a companhia.</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2205nd6dh9gv_b" alt="Kin Two, modelo do novo smartphone apresentado pela Microsoft hoje; aparelho é voltado a redes sociais" width="384" height="306" /> Kin Two, novo smartphone apresentado pela Microsoft hoje; aparelho tem teclado mais amplo que o One</p>
<p>Os dois vêm com um aplicativo para execução de músicas, o Zune Tuned.</p>
<p>&#8220;Acho que o melhor caminho de contar esta história é ir aos consumidores. Gastamos centenas de horas com eles para entender suas necessidades antes de escrevermos uma única linha de código [do sistema operacional]&#8220;, afirmou Robbie Bach, executivo da companhia.</p>
<p>Procurada pela Folha sobre datas de um possível lançamento no Brasil, a assessoria da Microsoft informou que ainda não há previsão de que os aparelhos cheguem ao país</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Twitter ajuda a disseminar dados incorretos sobre antibióticos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter, rede social em que os participantes publicam mensagens curtas, vem sendo usado para disseminar informações incorretas sobre o uso de remédios, principalmente antibióticos, revela uma pesquisa da Universidade Columbia, publicada no &#8220;American Journal of Infection Control&#8221;. Embora muitos profissionais e instituições utilizem o serviço da internet para divulgar informações sérias, o objetivo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><img title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2186czbqk2c7_b" alt="" width="468" height="329" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p>O Twitter, rede social em que os participantes publicam mensagens curtas, vem sendo usado para disseminar informações incorretas sobre o uso de remédios, principalmente antibióticos, revela uma pesquisa da Universidade Columbia, publicada no &#8220;American Journal of Infection Control&#8221;.</p>
<p>Embora muitos profissionais e instituições utilizem o serviço da internet para divulgar informações sérias, o objetivo dos pesquisadores era explorar evidências de uso inadequado de medicamentos e avaliar como as pessoas partilham esse tipo de informação no Twitter.</p>
<p>Entre março e julho de 2009, eles analisaram o conteúdo de mais de 50 mil &#8220;tweets&#8221;, ou mensagens, que mencionavam a palavra antibióticos. Depois, selecionaram mil deles, que foram categorizados em grupos conforme o assunto abordado &#8211;como uso geral, efeitos colaterais e conselhos sobre tratamentos. Indícios de mau uso foram detectados a partir da busca de combinações de palavras como gripe e antibióticos ou resfriado e antibióticos -o uso de antibióticos não é recomendado nesses casos porque são doenças virais.</p>
<p>Entre os exemplos de mau uso dos antibióticos, os pesquisadores observaram mensagens contendo conselhos como &#8220;tome antibióticos se a doença for séria&#8221;. Os autores alertam que esses dados podem se espalhar rapidamente para uma grande audiência.</p>
<p>&#8220;Isso é gravíssimo. Trata-se de automedicação irresponsável&#8221;, diz a presidente do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo, Raquel Rizzi. Segundo ela, a automedicação é um hábito do brasileiro, que costuma tomar remédios sem indicação médica ou por conselho de amigos e parentes. &#8220;Isso pode mascarar sintomas, trazer sérios efeitos colaterais e causar resistência bacteriana&#8221;, alerta ela. &#8220;Mesmo diante de um simples resfriado, a pessoa deve procurar orientação de um profissional da saúde.&#8221;</p>
<p>&#8220;O problema é que todo mundo acredita em tudo o que está na internet e ela virou uma espécie de comadre fofoqueira&#8221;, diz Paulo Olzon, chefe da disciplina de clínica médica da Universidade Federal de São Paulo. &#8220;Isso cria uma desconfiança em relação às informações sérias.&#8221;</p>
<p>Para o endocrinologista Marcio Mancini, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, muitos usam o microblog como bate-papo, e não como fonte de informação. Ele costuma postar no Twitter informações sobre pesquisas e notícias médicas relevantes.</p>
<p>Em sua opinião, a possibilidade de selecionar a informação que a pessoa quer receber e passar adiante deveria ser usada para dados confiáveis. A FDA (agência americana que regula alimentos e remédios) estuda regras para redes sociais e propaganda na internet.</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Até os joguinhos mais populares da internet provocam dependência</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Há três anos, o psicólogo Cristiano Nabuco atende viciados em internet, no Hospital das Clínicas de SP. &#8220;Achávamos que sexo lideraria os problemas, mas as redes de relacionamento são responsáveis pela maioria das dependências&#8221;, diz. Uma das novas &#8220;drogas&#8221; é o &#8220;Farmville&#8221;, aplicativo mais popular do site social Facebook, com quase 90 milhões de usuários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img title="Jogos online viciam" src="http://www.astatix.com/i/pool-3.jpg" alt="http://www.astatix.com/i/pool-3.jpg" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Jogos online viciam</p></div>
<p>Há três anos, o psicólogo Cristiano Nabuco atende viciados em internet, no Hospital das Clínicas de SP. &#8220;Achávamos que sexo lideraria os problemas, mas as redes de relacionamento são responsáveis pela maioria das dependências&#8221;, diz.</p>
<p>Uma das novas &#8220;drogas&#8221; é o &#8220;Farmville&#8221;, aplicativo mais popular do site social Facebook, com quase 90 milhões de usuários no mundo e mais de 1 milhão de fazendeiros virtuais no Brasil.</p>
<p>Parecem inofensivos. Mas esses novos jogos reúnem todas as características favoráveis à dependência: aumentam a autoestima, propiciam uma ascensão rápida (ainda que virtual), tornam-se mais difíceis nas fases seguintes.</p>
<p>Dessa forma, alerta o psicólogo, exercem mecanismos semelhantes aos de vícios em outros tipos de entretenimento: o usuário busca esse mundo para fugir dos problemas e simular uma vida social bem-sucedida.</p>
<p>&#8220;No tratamento, buscamos fazer um paralelo com o paciente para mostrar o quanto a internet não é uma opção, mas uma rota de escape de uma vida empobrecida&#8221;, diz Nabuco.<br />
Leia a seguir trechos da entrevista concedida à Folha.</p>
<p>FOLHA &#8211; Que riscos os jogos virtuais trazem?</p>
<p>CRISTIANO NABUCO &#8211; Quando analisamos seus efeitos negativos, a primeira coisa que vem à mente são os de combate. Eles favorecem a ascensão rápida nas fases iniciais para mexer com o ego do jogador e, depois, exibem dificuldades. Um dos poucos estudos sobre o assunto mostrou que, após dez minutos de jogo, há liberação de dopamina, neurotransmissor que motiva e aumenta a atenção.</p>
<p>FOLHA &#8211; Esses mecanismos também são encontrados nos jogos do Facebook e do Orkut?</p>
<p>NABUCO &#8211; Nos jogos mais recentes, como o &#8220;Farmville&#8221;, há uma mescla de rede social com a perspectiva de poder administrar sua &#8220;propriedade&#8221;. Ainda não temos fundamentos para explicar quais mudanças bioquímicas ocorrem. Mas, diferentemente de destruir, você passa a dividir, doar, construir. É como se a sua generosidade fosse praticada virtualmente.</p>
<p>FOLHA &#8211; Mas isso não seria bom?</p>
<p>NABUCO &#8211; A princípio, esses jogos seriam inofensivos. Mas veja este exemplo: atendi uma senhora de 52 anos que não tinha disposição para sair e estava com problemas de desempenho no trabalho. Parecia depressão até que, no quinto encontro, ela me contou que se cansava por causa dos horários em que ficava na internet. &#8220;Tenho uma fazenda, doutor. Quer ver no seu computador? Tenho de acordar às 4h da manhã para colher os morangos, senão eles estragam.&#8221; Parecia uma menina mostrando sua Barbie nova! Tinha a fazenda mais bonita da comunidade virtual e não poderia correr o risco de perder esse &#8220;título&#8221;.</p>
<p>FOLHA &#8211; Onde esses diferentes tipos de jogos se encontram no que diz respeito à dependência?</p>
<p>NABUCO &#8211; Todos promovem o aumento da autoestima. Para pessoas com depressão, fobia social ou um problema psicológico pontual, a perspectiva de &#8220;controlar&#8221; um ambiente se torna uma porta de fuga de realidades mal vividas. Essa paciente descrevia uma qualidade de vida muito ruim e tinha uma vida virtual muito boa.</p>
<p>FOLHA &#8211; Como ocorre essa promoção da autoestima?<br />
NABUCO &#8211; Ela é construída sobre dois pilares: capacidade de controlar a frustração e de mudar o que está em seu entorno. Imagine um obeso que não consegue tolerar a frustração de ser gordo nem dizer aos colegas &#8220;não gosto disso&#8221; quando sofre uma brincadeira de mau gosto. Na internet, é só deletar quem os atinge. Lá, ele é o que não consegue ser de fato.</p>
<p>FOLHA &#8211; O &#8220;Farmville&#8221; e outros jogos complementam essa estrutura?</p>
<p>NABUCO &#8211; Dão chances de o indivíduo realizar sonhos muito rapidamente, desejos e fantasias que não conseguiria de outra forma. E, de quebra, gera a expectativa de ser admirado.</p>
<p>FOLHA &#8211; Esse bem-estar persiste por muito tempo?</p>
<p>NABUCO &#8211; Quem joga por horas seguidas se sente melhor, mas isso é pouco consistente, porque sabe que o sucesso está restrito à vida virtual.</p>
<p>FOLHA &#8211; O Brasil figura entre os maiores usuários das redes de relacionamento. Esses fatores teriam alguma relação?</p>
<p>NABUCO &#8211; Talvez você consiga igualar as pessoas por meio da internet, o que tem impacto por aqui. O menino da periferia pode ser ouvido em seu jogo da mesma forma que alguém em melhor posição social.</p>
<p>FOLHA &#8211; As redes sociais também são agentes da dependência?</p>
<p>NABUCO &#8211; Ninguém chega no meio de uma sala e diz &#8220;Pessoal, saí com fulano&#8221;, porque é ridículo, mas muitos publicam isso em sites de relacionamento para milhões lerem. Para que você seja legitimado entre os demais, tem de ter sua página virtual. As pessoas estão viciadas em se relacionar pela internet. As redes dão um grau de satisfação e aceitabilidade que elas não teriam no mundo real.</p>
<p>FOLHA &#8211; O dependente é sempre mal resolvido com a vida?</p>
<p>NABUCO &#8211; Os profundamente dependentes perdem a habilidade de manejar o tempo que passam na vida virtual. Em 99% dos dependentes, há depressão, fobia social ou transtorno bipolar. Geralmente, há questões mal trabalhadas, como problemas familiares.</p>
<p>FOLHA &#8211; Mas, então, essa dependência é sintoma de outra doença?</p>
<p>NABUCO &#8211; Acreditou-se nisso por muito tempo. Mas observamos hoje comportamentos nesses pacientes que levam ao diagnóstico de dependência.</p>
<p>FOLHA &#8211; Quais são esses critérios?</p>
<p>NABUCO &#8211; Falar só de Orkut e de jogo, ter noção de que faz uso excessivo, mas não conseguir reduzir o tempo, apresentar depressão ou ansiedade, tender a mentir sobre uso abusivo, sofrer impacto na vida profissional e social e ter oscilações de humor se não acessa a internet.</p>
<p>FOLHA &#8211; Muitos correm o risco de perder a noção do real e do virtual?</p>
<p>NABUCO &#8211; O jovem não dá o telefone na balada, passa o MSN. Não liga, manda torpedo. Até a comunicação sofre interferências do mundo virtual. Quanto mais eu fico na internet, mais ocupo meu cérebro com essa vida virtual. Ele perde momentaneamente a habilidade de discernir o que é virtual do que é realidade.</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Existe um mouse para o pé</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mouse]]></category>

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		<description><![CDATA[Tecnologia é desenvolvida para facilitar o uso de computadores por deficientes físicos Como seria trabalhar num mundo totalmente informatizado sem mobilidade nas mãos ou mesmo sem elas? A designer Liu Yi pensou sobre o assunto e encontrou uma solução para o problema: um mouse óptico para os pés. O formato lembra um pouco o de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img title="Divulgação" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2179fmpgr7g2_b" alt="Editora Globo" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Divulgação</p></div>
<h2>Tecnologia é desenvolvida para facilitar o uso de computadores por deficientes físicos</h2>
<p>Como seria trabalhar num mundo totalmente informatizado sem mobilidade nas mãos ou mesmo sem elas? A designer Liu Yi pensou sobre o assunto e encontrou uma solução para o problema: um mouse óptico para os pés.</p>
<p>O formato lembra um pouco o de chinelo de dedos, mas é perfeitamente ajustado à anatomia de cada pé. Basta encaixar uma tira central entre os dedos e mover o mouse exatamente como você faria com as mãos. Até os botões direito e esquerdo estão na mesma posição do mouse tradicional de mão. E devem ser pressionados com o dedão e o segundo dedo.</p>
<p>Parece complicado demais? Segundo o <a href="http://www.wired.com/gadgetlab/2010/04/toe-mouse-for-foot-controlled-computing/" target="_blank">Blog Gadget Lab</a>, da Revista Wired, ao contrário do esperado, o mouse é muito fácil de usar e obedece bem aos comandos. Ele só tem um pequeno problema: não é lavável &#8211; é, você vai ter que aturar um mouse com chulé.</p>
<p>por Redação Galileu</p>
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		<title>Grupo estuda usar etanol com água oxigenada para lançar foguetes no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 20:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Foguetes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ideia é desenvolver combustível menos tóxico que o usado atualmente. Testes já foram feitos com pequenos propulsores. Um grupo de pesquisadores brasileiros está  tentando criar um combustível verde e seguro para usar em foguetes nacionais. Os primeiros testes, realizados com sucesso, utilizaram peróxido de hidrogênio – popularmente conhecido como água oxigenada – e etanol em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Grupo está testando propulsores de foguetes utilizando combustíveis líquidos. (Foto: Divulgação)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,39216273-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,39216273-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Grupo está testando propulsores de foguetes utilizando combustíveis líquidos. (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Ideia é desenvolver combustível menos tóxico que o usado atualmente.<br />
Testes já foram feitos com pequenos propulsores.</p>
<p>Um grupo de pesquisadores brasileiros está  tentando criar um combustível verde e seguro para usar em foguetes nacionais. Os primeiros testes, realizados com sucesso, utilizaram peróxido de hidrogênio – popularmente conhecido como água oxigenada – e etanol em um pequeno motor.</p>
<p>Há 15 anos o Brasil tenta descobrir como colocar no ar foguetes movidos a combustíveis líquidos, em especial o álcool  nacional. A ideia é substituir a hidrazina, combustível sólido corrosivo e tóxico usado atualmente.</p>
<p>“Os propelentes líquidos usados atualmente no Brasil estão restritos à aplicação no controle de altitude de satélites e à injeção orbital. Eles têm como base a hidrazina e o tetróxido de nitrogênio, ambos importados, caros e tóxicos”, afirma o engenheiro José Miraglia, professor da Faculdade de Tecnologia da Informação (FIAP) e líder do grupo particular que pesquisa combustíveis para foguetes.</p>
<p>Na primeira fase do projeto, o grupo testou motores e foguetes de propulsão líquida com impulso de 10 newtons (N) – força equivalente ao peso de um objeto de um quilo –, com o objetivo de avaliar propelentes líquidos pré-misturados à base de peróxido de hidrogênio combinado com etanol ou querosene. Os estudos foram feitos em parceria com uma empresa brasileira que fabrica artefatos de metal.</p>
<p>“Os testes mostraram que o projeto é viável tecnicamente. Os propulsores movidos com uma mistura de peróxido de hidrogênio e etanol, ambos produzidos em larga escala no Brasil e a baixo custo, apresentaram o melhor rendimento”, disse.</p>
<p>Na segunda fase do projeto, o grupo pretende construir dois motores para foguetes de maior porte, com 100 N e 1000 N. “Nossa intenção é construir um foguete suborbital de sondagem que atinja os 100 quilômetros de altitude e sirva para demonstrar a tecnologia”, disse.</p>
<p>A empresa também está em negociações para uma eventual parceria com o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) no projeto Sara (Satélite de Reentrada Atmosférica), cujo objetivo é enviar ao espaço um satélite para o desenvolvimento de pesquisas em diversas áreas e especialidades, como biologia, biotecnologia, medicina, materiais, combustão e fármacos.</p>
<p>“Nosso motor seria utilizado na operação de reentrada para desacelerar a cápsula quando ela ingressar na atmosfera. Atualmente, não existe no Brasil foguete de sondagem a propelente líquido. Todos utilizam propelentes sólidos”, disse.</p>
<p>Foguetes para pesquisas<br />
O grupo também pretende produzir motores para foguetes de sondagem que tenham baixo custo. “Eles seriam importantes para as universidades, com aplicações em estudos em microgravidade e pesquisas atmosféricas, por exemplo”, disse Miraglia.</p>
<p>Em trabalhos de biotecnologia em microgravidade, por exemplo, pesquisas com enzimas são fundamentais para elucidar processos ligados a reações, fenômenos de transporte de massa e calor e estabilidade das enzimas. Tais processos são muito utilizados nas indústrias de alimentos, farmacêutica e química fina, entre outras.</p>
<p>“Queremos atingir alguns nichos, ou seja, desenvolver um foguete movido a propelente líquido que se possa ajustar à altitude e ser reutilizável. Esse é outro ponto importante, porque normalmente um foguete, depois de lançado, é descartado”, disse.</p>
<p>*Com informações da <a href="http://www.agencia.fapesp.br/">Agência Fapesp </a>, por Alex Sander Alcântara</p>
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		<title>&#8220;GPS&#8221; russo busca parceria com empresas brasileiras</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 17:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Russia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma alternativa russa ao GPS (Sistema de Posicionamento Global), que ficou abandonada com o fim da Guerra Fria e agora está ressurgindo das cinzas, foi apresentada a empresários brasileiros como uma oportunidade para novos negócios, em reunião organizada ontem pelas agências espaciais do Brasil e da Rússia. O Glonass, como é conhecido o GPS russo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 230px"><img title="Foguete russo Proton decola levando um dos satélites para o sistema Glonass, novo &quot;GPS&quot;" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2155g5dhxxck_b" alt="Foguete russo Proton decola levando um dos satélites para o sistema Glonass, novo &quot;GPS&quot;" width="220" height="330" /><p class="wp-caption-text">Foguete russo Proton decola levando um dos satélites para o sistema Glonass, novo &quot;GPS&quot;</p></div>
<p>Uma alternativa russa ao GPS (Sistema de Posicionamento Global), que ficou abandonada com o fim da Guerra Fria e agora está ressurgindo das cinzas, foi apresentada a empresários brasileiros como uma oportunidade para novos negócios, em reunião organizada ontem pelas agências espaciais do Brasil e da Rússia.</p>
<p>O Glonass, como é conhecido o GPS russo, já tem 21 dos 24 de seus satélites previstos em funcionamento e deve chegar ao final deste ano com capacidade de operação praticamente completa.</p>
<p>A delegação da Roscosmos (a agência russa) defendeu durante o encontro em São Paulo que há espaço para a cooperação com empresas brasileiras na criação de aplicações do sistema, como monitoramento de estradas, controle de tráfego urbano e otimização de atendimento de emergência.</p>
<p>&#8220;Na Rússia, as colaborações com a indústria são, na melhor das hipóteses, PPPs [parcerias público-privadas]&#8220;, diz Raimundo Mussi, coordenador técnico-científico da AEB (Agência Espacial Brasileira).</p>
<p>&#8220;Aqui, a chance deles de trabalhar com a iniciativa privada para valer é muito maior, e as nossas empresas têm capacitação para isso&#8221;, afirma Mussi.</p>
<p>Embora o GPS seja um sistema estabelecido e usado largamente mundo afora, há argumentos estratégicos para não excluir a utilização de sistemas alternativos, como o Glonass e o europeu Galileo (esse, ainda relativamente incipiente, só deve entrar em operação a partir de 2014).</p>
<p>&#8220;No caso do GPS, nós não temos a chave&#8221;, diz Mussi, referindo-se ao fato de que, por ser gerido pelas Forças Armadas dos EUA, o sistema americano pode, em tese, sofrer alterações por causa de necessidades militares.</p>
<p>&#8220;Durante a invasão do Iraque, foi possível sentir problemas com o GPS&#8221;, lembra Cileneu Nunes, representante da empresa de rastreamento Zatix, que compareceu ao encontro e se disse &#8220;bem impressionado&#8221; com as propostas russas.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2"></td>
<td>Editoria de Arte/Folha Imagem</td>
<td rowspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2156cxc7f3ck_b" alt="" width="650" height="340" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>&#8220;Cru&#8221;</strong></p>
<p>&#8220;Estive em Moscou há três anos, quando o sistema ainda estava muito cru. Eles avançaram muito&#8221;, afirma Nunes.</p>
<p>Na tentativa de tornar seu sistema mais sedutor, os russos também planejam oferecer, de graça, a resolução mais apurada de rastreamento, na escala de decímetros (décimos de metro).</p>
<p>&#8220;Pode não fazer diferença numa estrada, mas faria diferença para você estacionar, por exemplo&#8221;, diz Mussi.</p>
<p>Segundo ele, o GPS não libera essa precisão para uso civil, e os europeus planejam fazê-lo apenas para os usuários que pagarem.</p>
<p>Além disso, ter sistemas que &#8220;falem&#8221; com mais de uma rede de navegação &#8220;aumenta a confiabilidade, porque mais satélites &#8220;enxergam&#8221; você&#8221;, lembra Fernando Walter, do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).</p>
<p>Gilberto Câmara, diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), diz que considera baixa a chance de que surjam restrições ao uso do sinal do GPS para o Brasil.</p>
<p>&#8220;Também é preciso lembrar que tecnologias como as dos smartphones vêm dos EUA e usam o GPS. Portanto, o desenvolvimento de novos produtos com o Glonass teria de levar isso em conta&#8221;, afirma Câmara</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Pela primeira vez, acesso a web em casa supera lan houses no Brasil, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 16:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador. Conexão a internet está presente em 27% dos lares. Pela primeira vez, os brasileiros acessaram a internet com mais frequência em suas casas do que nas lan houses do país, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (6) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img title="Lan Houses vêm perdendo espaço" src="http://samarabrandao.files.wordpress.com/2009/02/lan-house1.jpg" alt="http://samarabrandao.files.wordpress.com/2009/02/lan-house1.jpg" width="650" height="412" /><p class="wp-caption-text">Lan Houses vêm perdendo espaço</p></div>
<p><strong>36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador.<br />
Conexão a internet está presente em 27% dos lares.</strong></p>
<p>Pela primeira vez, os brasileiros acessaram a internet com mais frequência em suas casas do que nas lan houses do país, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (6) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).</p>
<p>A quinta edição da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios) aponta que 48% dos acessos em 2009 foram feitos em casa e 45% em lan houses. Em 2008, 47% dos entrevistados afirmaram utilizar o centro pago para se conectar, índice superior aos que acessam de casa, que foi de 43%.</p>
<p>O estudo indica ainda que 36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador – em 2008, o índice era de 28%. O acesso a internet, porém, está disponível em 27%, sete pontos percentuais a mais do que em 2008.</p>
<p>“Apesar do menor número no total Brasil, o papel desempenhado pelos centros de acesso tanto pagos como gratuitos, continua sendo de extrema importância para a inclusão digital, principalmente na área rural”, diz Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.</p>
<p>O número de lares com computador atingiu seu maior nível desde o início da pesquisa, mas o acesso à rede não acompanhou o aumento. Isso se deve porque há muitos lares com PC em casa, mas eles não tem acesso à internet por conta do alto custo do serviço. A pesquisa do NIC.br ainda revelou que a banda larga está presente em 66% das residências com conexão à internet.</p>
<p>A TV está presente 98% das residências pesquisadas, o rádio em 86% e o celular em 78%. A pesquisa realizada com 21.498 entrevistas, entre 21 de setembro e 27 de outubro do ano passado, contempla pela segunda vez a área rural do país.</p>
<p>O comércio eletrônico cresceu três pontos percentuais de 2008 para 2009, passando de 16% para 19%. A consulta de preços na internet subiu de 44% para 52%. De acordo com a pesquisa, o principal fator que impede um crescimento maior no setor é a motivação cultural do brasileiro. Cerca de 56% dos entrevistados afirmaram que preferem comprar um produto pessoalmente, pois preferem vê-lo antes de efetuar a compra. Ao mesmo tempo, 39% afirmam não ter necessidade ou interesse de comprar on-line, 26% alegam se preocupar com segurança.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Prefeitos travam disputa inusitada por internet ultrarrápida do Google nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<description><![CDATA[Topeka, no Kansas, mudou de nome para &#8216;Google&#8217; por um mês. Dirigente de Duluth, em Minessotta, mergulhou em lago gelado. “Independentemente de onde decidamos construir, esperamos aprender lições que ajudem a melhorar o acesso à internet em todas as partes&#8221; Prefeitos de cidades americanas estão fazendo de tudo para atrair a atenção do Google, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img title="Don Ness mergulhou em lago gelado e postou vídeo no YouTube. (Foto: Reprodução)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2130cj65fncd_b" alt="Foto: Reprodução" width="595" height="424" /><p class="wp-caption-text">Don Ness mergulhou em lago gelado e postou vídeo no YouTube. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><strong>Topeka, no Kansas, mudou de nome para &#8216;Google&#8217; por um mês.<br />
Dirigente de Duluth, em Minessotta, mergulhou em lago gelado.</strong></p>
<p>“Independentemente de onde decidamos construir, esperamos aprender lições que ajudem a</p>
<p>melhorar o acesso à internet em todas as partes&#8221;</p>
<p>Prefeitos de cidades americanas estão fazendo de tudo para atrair a atenção do Google, que deve testar neste ano uma rede experimental de banda larga em cerca de cem cidades.</p>
<p>No começo de março, o prefeito de Topeka, no estado do Kansas, anunciou que a localidade se chamaria &#8220;Google, Kansas&#8221; por um mês. Mas não foi único município do país a tomar uma atitude dessas.</p>
<p>Cerca de 1.100 municípios se inscreveram no concurso e durante os próximos meses, o Google estudará cada uma das solicitações para, no final de ano – não há uma data concreta – anunciar os ganhadores.</p>
<p>Nas cidades escolhidas, será instalada uma rede experimental de fibra óptica já conhecida como &#8220;Fibra Google&#8221; que fornecerá internet a seus cidadãos a uma velocidade de um gigabit por segundo, cem vezes mais rápida que a atual.</p>
<p>Topeka mudou seu nome pelo de &#8220;Google, Kansas&#8221;, da mesma forma que Sarasota, na Flórida, que nomeou &#8220;Google Island&#8221; uma parte da cidade cujo prefeito, além disso, mergulhou em um tanque cheio de tubarões como apelo publicitário.</p>
<p>Don Ness, principal dirigente de Duluth, em Minnesota, mergulhou nas gélidas águas do lago Superior e colocou depois o vídeo no YouTube – propriedade do Google – como parte da campanha da localidade para ganhar uma das instalações de fibra óptica.</p>
<p>Ness prometeu em outro vídeo chamar de &#8220;Google Fiber&#8221; (&#8220;Fibra Google&#8221;, em português) os primeiros bebês homens nascidos na localidade e &#8220;Googlette Fiber&#8221; as primeiras meninas, mas tudo se tratava, certamente, de uma piada.</p>
<p>Stephanie Rawlings-Blake, prefeita de Baltimore, Maryland, nomeou um empresário da internet local chamado Tom Loveland como &#8220;Czar Google&#8221; da localidade, cargo que lhe dá competências nos assuntos relacionados à candidatura do município.</p>
<p>Como outras cidades participantes, Baltimore também abriu uma página de apoio ao projeto, perfis no Facebook e no Twitter e um canal no YouTube.</p>
<p>As redes sociais são também uma ferramenta fundamental na candidatura de Boulder, Colorado, que pediu a seus cidadãos que &#8220;façam vídeos, enviem tweets, escrevam blogs e mudem a cada hora seu status no Facebook&#8221; para mostrar o quanto que uma conexão rápida à internet é importante na cidade.</p>
<p>Na corrida para ganhar os favores do Google há também localidades como San Francisco, Seattle, Filadélfia e Nova Orleans, apesar destas grandes cidades</p>
<p>estão pior posicionadas que as cidades pequenas porque o buscador assinalou que favorecerá comunidades com acesso deficiente à internet ou &#8220;sem acesso de nenhum tipo&#8221;.</p>
<p>Entre os especialistas do setor foram iniciadas as apostas para ver que municípios serão os escolhidos. David Greiner, da empresa de consultoria tecnológica Steketee Greiner and Co., elaborou um estudo para medir a popularidade de cada candidata baseando-se nas &#8220;conversas on-line&#8221; &#8211; comentários em blogs ou presença em redes sociais, por exemplo &#8211; sobre cada uma delas.</p>
<p>Google quer beneficiar de 50 mil e 500 mil americanos<br />
A primeira era Duluth, em Minnesota; seguida de Grand Rapids, em Michigan; Topeka, no Kansas; Fresno, na Califórnia; e Sarasota na Flórida.</p>
<p>Em seu blog corporativo, o Google agradeceu a todos seus esforços e assegurou que o objetivo é beneficiar entre 50 mil e 500 mil cidadãos com esse projeto.</p>
<p>&#8220;Independentemente de onde decidamos construir, esperamos aprender lições que ajudem a melhorar o acesso à internet em todas as partes. Após tudo, ninguém deveria ter de saltar em lagos gelados ou piscinas cheias de tubarões para ter conexão de banda larga&#8221;, acrescentou o Google.</p>
<p>Da EFE</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aparelhos de posicionamento global vão além de mostrar o melhor caminho</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/aparelhos-de-posicionamento-global-vao-alem-de-mostrar-o-melhor-caminho/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 20:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Testes]]></category>

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		<description><![CDATA[G1 testa principais modelos disponíveis no mercado. Saiba qual a melhor opção de GPS para seu perfil de uso. Os aparelhos de posicionamento global (GPS) para veículos se popularizaram bastante e tiveram seus custos reduzidos nos últimos anos. Para auxiliar o leitor interessado na compra de um aparelho novo, o G1 procurou testar os aparelhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>G1 testa principais modelos disponíveis no mercado.<br />
Saiba qual a melhor opção de GPS para seu perfil de uso.</strong></p>
<p>Os aparelhos de posicionamento global (GPS) para veículos se popularizaram bastante e tiveram seus custos reduzidos nos últimos anos. Para auxiliar o leitor interessado na compra de um aparelho novo, o G1 procurou testar os aparelhos da maneira mais realista possível e se colocou no lugar do usuário, fazendo testes em campo em situações reais. Nesta reportagem você pode conferir o resultado.</p>
<p><strong>Aparelhos testados:</strong></p>
<p><strong>– Garmin Nuvi 205<br />
– Tomtom XL<br />
– Aquarius Discovery Channel<br />
– Airis E430/P500</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img title="Tela inicial do Nüvi 205. (Foto: Reprodução)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35849252-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35849252-EX,00.jpg" width="600" height="425" /><p class="wp-caption-text">Tela inicial do Nüvi 205. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><strong>Iluminação e processamento</strong></p>
<p>Apesar da tela de 3,5 polegadas do Nuvi 205, os ícones são grandes e de fácil visualização e o controle de brilho permite que se veja a tela mesmo em condições de muito sol. A sensibilidade ao toque não deixa a desejar, com pronta resposta.</p>
<p>O modelo da Aquarius possui um fotômetro que ajusta de maneira automática a intensidade do brilho do visor de acordo com a luz do ambiente.</p>
<p>Com processadores de 333 a 500 MHz, a resposta ao zoom foi muito boa e, mesmo na configuração de exibir o mapa com maior nível de detalhe, todos montam a tela numa velocidade bastante razoável. O recálculo de rotas também acontece rapidamente.</p>
<p><span id="more-5376"></span></p>
<p><strong>Sinal</strong><br />
Nenhum dos modelos testados teve problema para pegar o sinal e apontar a localização. Em menos de dois minutos todos já tinham se achado. Esse tempo é excelente, dado que em muitos casos pode-se levar de cinco a 15 minutos, o que é ainda é considerado normal.</p>
<p>Com o céu limpo e nublado não houve problemas com a recepção. De qualquer forma, é recomendado ficar parado até ele reconhecer os satélites, tarefa que pode demorar muito mais se estiver em movimento ou embaixo de árvores.</p>
<p><strong>Digitando o destino</strong><br />
Alguns teclados virtuais para GPS clareiam (e tiram atenção) das teclas que não formam parte do endereço definido como destino. Isso facilita bastante na hora de digitar na tela, principalmente em movimento. No Nuvi, porém, 205 isso não acontece. Elas ficam lá todas acessas até ser possível &#8220;adivinhar&#8221; o endereço e ser exibida uma lista dos mais prováveis.</p>
<p>No Aquarius e no Airis, na hora de teclar o endereço de destino, somente os caracteres possíveis à formação dos nomes das ruas é que ficam acesos. Isso facilita a digitação e reduz a chance de teclar uma letra errada.</p>
<p>No Tomtom, além de se possível escolher o tamanho, grande ou pequeno, ainda tem a opção de modo: ABCD, QWERTY ou AZERTY. Certamente agradará a todos os públicos, desde aqueles que não fazem a menor ideia da disposição das teclas àqueles que já se acostumaram ao QWERTY nosso de cada dia.<br />
<strong><br />
Calculando a rota</strong><br />
No Tomtom, se o destino for selecionado quando o aparelho está numa área sem sinal, como dentro de casa, por exemplo, não é possível calcular a rota. Para conseguir isso, é necessário usar o recurso de cálculo de itinerário e definir o destino como ponto de passagem e mandar concluir. Muitas voltas pra uma coisa simples. Para compensar, ele avisa se na rota existe pedágio e pergunta se quer evitá-lo. Aconselha-se cautela, pois, dependendo da região, a rota alternativa pode ser tornar extremamente longa e mais custosa.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38583622-EX,00.jpg"> </a></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Software pergunta se deseja evitar pedágio. (Foto: Reprodução)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38583622-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38583622-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Software pergunta se deseja evitar pedágio. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p>No Nuvi acontece o mesmo. Para traçar o destino nesse caso, é necessário habilitar o &#8220;Simulador GPS&#8221;, que calculará a rota e fará uma simulação do trajeto. Nos demais, com o software da Nav N Go, isso não acontece.</p>
<p>O tempo de cálculo em todos os modelos testados é bom. Para percursos urbanos de vinte ou quarenta quilômetros é quase imediato, e mesmo para distâncias de 200 km ou mais, não é enfadonho esperar pelo processamento.</p>
<p>Todos os modelos contam com a opção de voz em português do Brasil, apesar de  português de Portugal aparecer nos títulos de algumas funções. Um recurso interessante do modelo da Tomtom é o de poder escolher vozes além das convencionais. Um bom exemplo disso é a voz de um gaúcho, que fala: -&#8221;Bah! Chegastes a teu destino, tchê. Trouxeste a carne?&#8221;. É possível que com o tempo, enjoe, mas ao menos você curtiu a brincadeira e, a qualquer momento, pode alterar para a voz que quiser, inclusive para outro idioma.</p>
<p><strong>Radares<br />
O modelo Nuvi 205 não conta base de radares.</strong></p>
<p>O Tomtom, passando pelo caminho que vai da Zona Sul para a Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, apesar de três pardais bastante conhecidos e estarem na via há tempos, não alertou sobre a presença deles. Porém, os da orla da Zona Sul foram reportados em sua maioria.</p>
<p>Entretanto, na tela do mapa do modelo XL, fica um botão para adicionar radares que não estejam previamente cadastrados. Assim, com um simples toque, ele marca o local do radar e pergunta qual o tipo: fixo ou móvel. Dessa forma, alertará na próxima vez que passar pelo mesmo ponto.</p>
<p>Aquarius e Airis não erraram um radar, mesmo os móveis, com um porém: nem sempre a velocidade máxima informada pelo GPS correspondia à do radar. Ainda assim, ambos também têm opção de adicionar (ou editar) manualmente qualquer radar que for encontrado pelo caminho, não tão facilmente como no Tomtom.</p>
<p>A partir da publicação da Resolução 242/2007 do Contran, passou a ser autorizado o uso de geradores de imagem cartográfica com interface de geo processamento (GPS).</p>
<p>Consultado sobre o aviso de radares, o Denatran informou que &#8220;(&#8230;) o equipamento não identifica o radar, e sim, longitude e latitude de um determinado ponto especificado pelo o usuário. Não há nada que proíba o mapeamento dos trajetos das vias, que possua ou não fiscalização eletrônica.&#8221;</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35850775-EX,00.jpg"><img title="Tela touch com respostas rápidas. (Foto: Reprodução)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35850775-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35850775-EX,00.jpg" width="600" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Tela touch com respostas rápidas. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><strong>Rotas</strong></p>
<p>Um detalhe que, por vezes passa despercebido, é como se dá uma instrução para entrar nesta ou naquela rua. É interessante falar primeiro a quantos metros vai se dar a manobra para, depois, falar se é à esquerda ou à direita que se deve entrar. Isso evita que o motorista se confunda e ache que o &#8220;entre à direita&#8221; é agora, e não a 300 metros, por exemplo. Felizmente, todos os softwares dos aparelhos têm essa boa prática de falar primeiro a quantos metros se dará a conversão.</p>
<p>Porém, no Nuvi, caso seja necessário virar logo para um sentido após o outro, ele dá a informação rápido demais, na mesma frase: &#8220;vire a direita, vire à esquerda&#8221;. Se houvesse ao menos um &#8220;depois, vire à esquerda&#8221;, evitaria-se a dúvida do motorista que pode achar que a informação está sendo repetida ou corrigida.</p>
<p>Também, no Nuvi, houve uma ocorrência em que a informação no mapa indicava o caminho certo, mas a voz informava outro caminho. Então é importante observar a tela pra ver se realmente &#8220;as ideias correspondem aos fatos&#8221;.</p>
<p>Pra compensar, o modelo da Garmin foi o único que considerou que a Rua Raimundo Corrêa em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, já foi conectada com a Av. N. Sra. de Copacabana (algo que ocorreu há mais de um ano). Todos os outros, mesmo atualizados, ainda mostram que é uma rua sem saída e sugerem outro trajeto, mais longo, por conta disso.</p>
<p>Para casos como esse, o Tomtom tem uma função bastante interessante: a possibilidade de editar o mapa. Bloquear ou desbloquear uma rua; inverter a direção do tráfego; alterar as restrições de direção e a velocidade da via e até mudar o nome das ruas, tudo pode ser feito diretamente no aparelho, sem esperar por futuras atualizações.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Recurso para ajudar na economia de combustível. (Foto: Reprodução)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35846658-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35846658-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Recurso para ajudar na economia de combustível. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><strong>Tudo pela economia</strong></p>
<p>Um diferencial no software do Nuvi é a opção EcoRoute, onde pode-se informar o valor do combustível e o consumo médio do veículo e o programa irá estimular uma condução econômica e informará, ao final do percurso, o gasto total estimado em reais.</p>
<p>Esse recurso vai além de simplesmente informar a rota mais econômica, ele desafia o motorista a dirigir economicamente e mostra o quanto ele está gastando por quilômetro rodado.</p>
<p><strong>Navegação</strong><br />
O Aquarius e o Airis, com software baseado no I Go da Nav N&#8217; Go, possuem um recurso bem interessante que é o de alternar para o modo noite quando entra num túnel, voltando ao modo normal (dia, se for o caso) após sair. Se os túneis forem extensos e sem sinal GPS em seu interior, o programa simula o deslocamento baseado na velocidade que você estava na hora da entrada.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Carregar o aparelho no bolso não é tão desconfortável. (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38586135-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38586135-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Carregar o aparelho no bolso não é tão desconfortável. (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)</p></div>
<p><strong>Em qualquer lugar</strong></p>
<p>Apesar de maior que os modelos de 3,5 polegadas, o Aquarius Discovery não pesa muito na hora de carregar, por ter um design mais fino.</p>
<p>Por ser pequeno, ligeiramente maior que um celular e menor que um smartphone, ao sair do carro o usuário poderá levar o Nuvi 205 consigo, no bolso, sem ser incomodado pelo volume.</p>
<p><strong>Facilidades</strong><br />
O software do GPS Garmin é bastante intuitivo e simples de usar. É voltado para quem só quer saber como chegar a algum lugar. Para aquelas pessoas que não precisam, não gostam, ou não querem entender os recursos mais avançados, o modelo Nuvi 205 dá conta do recado e é uma boa opção.</p>
<p>O mesmo acontece com a versão E430 do Airis, chamado de Easy (fácil), que é voltada para usuário que quer ir direto ao ponto e não quer se distrair com recursos mais avançado. O E430 exibe na mesma tela as opções de rota fácil, econômica, curta ou rápida, tornando a comparação bastante simples de ser visualizada.</p>
<p>No Tomtom, uma das facilidades é o suporte para o para-brisa. Ele é acoplado diretamente no aparelho e é dobrável, com ajustes para cima ou para baixo e para os lados, com fácil fixação e sensação de estabilidade. Também é possível retirá-lo da traseira do aparelho para não atrapalhar ao carregar no bolso, por exemplo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Suporte inovador é fácil de prender ao para-brisa. (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38584955-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38584955-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Suporte inovador é fácil de prender ao para-brisa. (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)</p></div>
<p><strong>Extras</strong><br />
No Nuvi205, além de mostrar as rotas, ainda é possível usar o GPS como calculadora, conversor de unidades, visualizador de imagens ou como relógio mundial.</p>
<p>Para usuário avançados, a versão de cinco polegadas (P500) do Airis, com suporte a bluetooth, também conta com entrada de vídeo. Dessa forma, é possível conectar a câmera de ré do veículo ao aparelho, ou ainda o DVD player, sendo que o som, ficaria por conta do player, pois GPS não tem entrada de áudio, apenas saída. De qualquer forma, se a ideia é entreter os passageiros, é possível carregar seu SD Card com músicas e filmes. A quantidade vai depender só da capacidade do cartão de memória.</p>
<p>O Aquarius tem bluetooth também na versão com tela de 4,3 polegadas, além de computador de bordo; media player – inclusive com suporte a filmes em DivX –; visualizador de imagens e jogos. O aparelho funciona como um centro de entretenimento para os passageiros, contando ainda, com saída para fone de ouvido.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 519px"><img title="Navegação em 3D, MP3 player, visualizador de fotos e jogos são alguns dos recursos do E430. (Foto: Divulgação) " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2115z5qjwtf6_b" alt="Indisponivel/Indisponivel" width="509" height="363" /><p class="wp-caption-text">Navegação em 3D, MP3 player, visualizador de fotos e jogos são alguns dos recursos do E430. (Foto: Divulgação) </p></div>
<p>Para transferir as músicas, filmes e fotos, basta conectá-lo ao PC. No entanto, é importante ressaltar que, por possuir o Windows CE Net na versão 6.0 como sistema operacional, é provável que o <a href="http://www.baixatudo.com.br/activesync" target="_blank">ActiveSync</a> no Windows XP não o reconheça. Recomenda-se usar o <a href="http://www.baixatudo.com.br/windows-mobile-device-center" target="_blank">Windows Mobile Device Center</a> no Vista ou no 7.</p>
<p><strong>Pontos de Interesse (POI) e atualizações</strong><br />
O destaque dos modelos da Airis são os pontos de interesse do Guia da Semana onde é possível encontrá-los qualificados e categorizados nas principais capitais brasileiras.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 459px"><img title="Eventos culturais podem ser baixados semanalmente. (Foto: Reprodução)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2116dg3xknhd_b" alt="Indisponivel/Indisponivel" width="449" height="320" /><p class="wp-caption-text">Eventos culturais podem ser baixados semanalmente. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p>No TomTom, você consegue obter as atualizações feitas pelo usuários. Então, sempre que alguém corrigir uma rota, ou sentido da rua, você também irá receber essa atualização gratuitamente. A TomTom oferece a última atualização do mapa de graça: quando o cliente compra o aparelho, tem 30 dias para obter o mapa mais atual, independentemente do tempo em que o aparelho tenha ficado na loja.<br />
Se você gosta de muitos recursos e não quer esperar atualizações do fabricante, com o modelo XL do Tomtom é possível fazer na hora as alterações no mapa e, só depois, compartilhar com outras pessoas as suas modificações.</p>
<p>O Aquarius também é uma boa opção para quem se interessa por saber o que tem por perto do seu destino ou no caminho. Conta com cerca de um milhão de pontos de interesse (POIs), espalhados por todo o Brasil. As atualizações de radares são gratuitas, porém, para os mapas, é cobrado R$ 199,00 por atualização anual.</p>
<p>A Garmin oferece atualização gratuita por 1 ano, através de download no site <a href="http://www.autoguiagps.com.br/">www.autoguiagps.com.br</a>. O usuário conta com novas versões a cada 20 dias.</p>
<p><strong>Condições do trânsito</strong><br />
Hoje, cerca de 80% dos equipamentos vendidos no Brasil têm suporte para o serviço de TMC (condições do trânsito), porém todos necessitam de uma antena receptora deste sinal.</p>
<p>Atualmente apenas uma empresa vende esse serviço em SP e no RJ, mas não são informações oficiais e sim conteúdo coletado pelas rádios de trânsito das cidades, que elas transmitem aos receptores (antena TMC) acoplados aos GPS.</p>
<p><strong>Entenda seu perfil para fazer a escolha certa </strong><br />
Por fim, antes de adquirir um GPS é importante avaliar quais os recursos você mais precisa para, então, escolher o melhor modelo que se adeque ao seu perfil de uso. Há quem use somente por causa do aviso dos radares e não se importa que tenha bluetooth ou jogos.</p>
<p>Quem tem crianças e costuma viajar com frequência, um aparelho que reproduza filmes, música e venha com mais opções de entretenimento, é mais indicado. Também é importante ficar de olho na política de atualizações de mapas, POIs e radares.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,39090386-FMM,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,39090386-FMM,00.jpg" width="595" height="424" /></p>
<p>Do G1, no Rio</p>
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		<title>Xbox 360 ganha suporte para dispositivos de armazenamento com memória flash</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualização que permitirá compatibilidade será lançada no dia 6 de abril. Jogadores poderão armazenar dados de jogos e demonstrações de games. A partir do dia 6 de abril, os donos do Xbox 360 poderão utilizar dispositivos de armazenamento flash como HDs externos e pendrives com conexão USB para guardar dados dos games. De acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://burningcokeman.files.wordpress.com/2008/09/xbox360premium5fd.jpg" alt="http://burningcokeman.files.wordpress.com/2008/09/xbox360premium5fd.jpg" width="450" height="601" /></p>
<p><strong>Atualização que permitirá compatibilidade será lançada no dia 6 de abril.<br />
Jogadores poderão armazenar dados de jogos e demonstrações de games.</strong></p>
<p>A partir do dia 6 de abril, os donos do Xbox 360 poderão utilizar dispositivos de armazenamento flash como HDs externos e pendrives com conexão USB para guardar dados dos games. De acordo com a Microsoft, o serviço estará disponível por meio de uma atualização de sistema.</p>
<p>Poderão ser utilizados HDs externos com memória flash e pendrives. Entretanto, no máximo, 16 GB destes dispositivos poderão ser usados. A companhia afirmou, também, que discos rígidos com conexão USB serão compatíveis, mas não são recomendados. Dois drives poderão ser utilizados simultaneamente, permitindo um aumento de 32 GB de memória no Xbox 360.</p>
<p>Entretanto, não será possível armazenar qualquer conteúdo nos pendrives ou nos dispositivos com memória flash. Apenas conteúdo da Xbox Live, dados do progresso nos games e demos de jogos poderão serão guardados. Ainda, o jogador deverá configurar os dispositivos no Xbox 360, que irá criar uma partição de 16 GB para a utilização. O restante da memória estará livre para o uso em PCs e Macs.</p>
<p>A Microsoft afirmou, também, que fez uma parceria com a fabricante SanDisk para lançar memórias flash com a marca Xbox.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Brasil lidera ranking mundial de spams com 14% de envio</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 03:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Spam]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é só projeção internacional positiva que o Brasil tem ganhado com sua ascensão econômica. O país é agora o campeão mundial de spams, tendo sido a origem de 14% do lixo virtual que entupiu caixas de e-mail pelo mundo nos dois primeiros meses do ano. E o principal foco é fraude bancária. Os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://midiaville.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/imagem_spam.jpg" alt="http://midiaville.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/imagem_spam.jpg" /></p>
<p>Não é só projeção internacional positiva que o Brasil tem ganhado com sua ascensão econômica. O país é agora o campeão mundial de spams, tendo sido a origem de 14% do lixo virtual que entupiu caixas de e-mail pelo mundo nos dois primeiros meses do ano. E o principal foco é fraude bancária.</p>
<p>Os dados estão em um levantamento apresentado ontem pela multinacional espanhola de segurança na rede Panda Security. Segundo os responsáveis pelo PandaLabs, braço de pesquisa da empresa, a proliferação de spams e cibercrimes é resultado direto do desempenho da economia brasileira.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Editoria de Arte/Folha Imagem</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/informatica/images/10084110.gif" border="0" alt="Veja o ranking dos países que mais mandam spam, segundo multinacional espanhola" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Veja o ranking dos países que mais mandam spam, segundo multinacional espanhola</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#8220;A questão da lei é delicada, mas a razão para tantos cibercrimes no Brasil é porque lá há dinheiro&#8221;, disse à Folha por telefone Luiz Corrons, diretor técnico do PandaLabs. &#8220;O cibercriminoso quer dinheiro.&#8221;</p>
<p>O levantamento, feito por meio da análise de 5 milhões de e-mails de spam em janeiro e fevereiro, mostra que saem do Brasil quase 14% dos spams do mundo. O vice-campeão é outro emergente, a Índia, proveniência de 11% dos spams, seguida pela Coreia do Sul. Os EUA, antes líderes, aparecem só em quinto, após o Vietnã.</p>
<p>O estudo do PandaLabs é o primeiro da série. Mas um relatório da multinacional americana Cisco Systems divulgado em dezembro mostra que em 2009 o Brasil foi, pela primeira vez, o campeão de spams, com 7,7 trilhões de e-mails do tipo.</p>
<p><strong>Phishing</strong></p>
<p>Segundo o PandaLabs, a maior parte dos spams brasileiros é de trojans que contêm softwares para phishing &#8211;traduzindo: e-mails com arquivos executáveis e links, disfarçados como mensagens de bancos ou mesmo anexos de fotos, que se instalam no computador, roubam senhas e outros dados.</p>
<p>Um exemplo são os e-mails que usam nomes de bancos. &#8220;Tem tanto, mas tanto spam de banco brasileiro que criamos aqui na empresa uma categoria de spam só para isso, chamada Banbras&#8221;, disse um funcionário do setor de comunicação.</p>
<p>Corrons afirma que um dos motivos para a proliferação dos cibercrimes é a falta de uma legislação internacional uniforme. Pior, diz: &#8220;Não há nenhum país que tenha hoje uma legislação que abranja todos os setores na internet&#8221;. &#8220;Coordenar as leis e a polícia de tantos países para combater esse tipo de crime é quase impossível.&#8221;</p>
<p>A empresa alerta também que uma parcela significativa dos spams é disparada de unidades escravizadas (computadores infectados por trojans).</p>
<p>O nome spam vem de um esquete do grupo Monty Python dos anos 70, no qual os clientes de um restaurante eram inundados com pratos e sugestões de spam &#8211;um tipo de carne processada e enlatada popular na Inglaterra pós-guerra. O esquete pode ser visto neste <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/www.youtube.com/watch?v=3kjdrl6qjwY">link</a>.</p>
<p>LUCIANA COELHO<br />
da Folha de S. Paulo, em Genebra</p>
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		<title>Dell também cogita sair da China, afirma jornal indiano</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 03:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Dell]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma extensa cobertura feita pelo jornal &#8220;Hindustan Times&#8221; sobre a possível saída do Google na China trazia uma informação que &#8220;talvez seja outra ainda maior&#8221;, nas palavras do blog de tecnologia Engadget : a fabricantes de computadores Dell estaria cogitando sair da China. A eventual saída ocorreria porque a companhia deseja um lugar &#8220;mais seguro&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://goingglobal.corante.com/archives/dell_cn_detail.jpg" alt="http://goingglobal.corante.com/archives/dell_cn_detail.jpg" /></p>
</div>
<p>Uma extensa cobertura feita pelo jornal &#8220;Hindustan Times&#8221; sobre a possível saída do Google na China trazia uma informação que &#8220;talvez seja outra ainda maior&#8221;, nas palavras do blog de tecnologia <a href="http://www.engadget.com/" target="_blank">Engadget</a> : a fabricantes de computadores Dell estaria cogitando sair da China.</p>
<p>A eventual saída ocorreria porque a companhia deseja um lugar &#8220;mais seguro&#8221; para abrigar um patrimônio de investimento que chega a US$ 25 bilhões neste ano. Para corroborar a informação, o jornal menciona o primeiro-ministro indiano Manmohan Singh &#8211;que teria se encontrado com o executivo-chefe da empresa, Michael Dell.</p>
<p>&#8220;Nesta manhã, encontrei o presidente da Dell. Ele me disse que estão comprando equipamentos e peças de US$ 25 bilhões da China. Eles</p>
<p>gostariam de mudar para um ambiente mais seguro, com clima propício aos empreendimento e com a segurança de um sistema jurídico.&#8221;</p>
<p>O Engadget classifica como &#8220;interessante&#8221; a descoberta sobre como o alto executivo supostamente vê o clima de insegurança legal na China.</p>
<p>&#8220;Parece que a disputa do Google com a China forçou os executivos de tecnologia a reavaliar a forte aposta na China, e os efeitos a longo prazo poderiam certamente desencadear mudanças, ou pelo menos a diversificação, na produção distante na terra natal de Yao [Ming, jogador de maior estatura na liga norte-americana NBA]&#8220;.</p>
<p>A informação do jornal, entretanto, não está confirmada. Ontem, a companhia anunciou que as vendas da Dell na China saltaram 81% no ano passado, estimuladas por incentivos do governo direcionados para o aumento do consumo, especialmente em cidades menores.</p>
<p>da Folha Online</p>
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		<title>Liga metálica superelástica pode melhorar edifícios contra terremotos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Metálica]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma liga metálica criada por japoneses bateu o recorde de elasticidade para esse tipo de material, atingindo uma combinação sem precedentes de flexibilidade e resistência. O novo composto suporta deformações de até 15% em sua estrutura e depois é capaz de retomar à forma original. A invenção pode ganhar aplicações que vão desde prédios imunes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://eds.salles.blog.uol.com.br/images/Terremoto.jpg" alt="http://eds.salles.blog.uol.com.br/images/Terremoto.jpg" /></p>
<p><strong>Uma liga metálica criada por japoneses bateu o recorde de elasticidade para esse tipo de material, atingindo uma combinação sem precedentes de flexibilidade e resistência. </strong></p>
<p>O novo composto suporta deformações de até 15% em sua estrutura e depois é capaz de retomar à forma original. A invenção pode ganhar aplicações que vão desde prédios imunes a terremotos até aparatos médicos microscópicos.</p>
<p>Ainda sem nome comercial, o material foi criado por físicos da Universidade Tohoku, em Sendai, no Japão. Para fazer o composto, usaram como base o ferro e o misturaram com níquel, cobalto, alumínio e tântalo, produzindo uma estrutura cristalina complexa.</p>
<p>O material obtido é quase duas vezes mais flexível que o nitinol &#8211;liga metálica de titânio e níquel que é a mais elástica até agora&#8211;, além de ser um pouco mais forte.</p>
<p>As propriedades da nova liga, à qual os físicos se referem como tendo &#8220;memória de formato&#8221;, estão descritos em estudo na revista &#8220;Science&#8221;.</p>
<p>Aplicações</p>
<p>Cientistas já especulam o que podem fazer com sua nova liga de ferro, batizada provisoriamente com a sigla NCATB. Uma aplicação quase certa será a produção de &#8220;stents&#8221;, os tubos de armação de arame que cirurgiões usam para restaurar vasos sanguíneos flácidos e deteriorados.</p>
<p>&#8220;Hoje, os stents cardíacos são instalados com o uso de níquel-titânio, mas o diâmetro da armação é grande demais para entrar em vasos do cérebro&#8221;, afirma Toshihiro Omori, um dos autores do estudo sobre o material. &#8220;A solução para isso será a liga de ferro [NCATB].&#8221;</p>
<p>O cientista também aposta no material como um produto útil na construção civil. &#8220;Quando um prédio fosse deformado por um terremoto, uma liga superelástica poderia devolvê-lo à sua forma normal&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a NCATB também possui propriedades magnéticas únicas para uma liga metálica superelástica, a que a torna candidata a uso em dispositivos especiais de geração de energia, como recarregadores de bateria que produzem eletricidade a partir do movimento do corpo.</p>
<p>Apesar de promissor, porém, o material ainda precisa superar &#8220;vários desafios técnicos e econômicos&#8221; antes de ser comercializado, diz Ji Ma, físico da Universidade A&amp;M do Texas que comenta o estudo dos japoneses. &#8220;Felizmente, há mais maneiras de otimizar essa liga&#8221;.</p>
<p>Com Reuters e Folha de S. Paulo</p>
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		<title>Nintendo anuncia portátil com tecnologia 3D que não exige uso de óculos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Nitendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Videogame Nintendo 3DS deve chegar ao mercado até março de 2011. Jogos lançados para os modelos anteriores serão compatíveis. A Nintendo anunciou nesta terça-feira (23) que planeja lançar um novo modelo de seu portátil de duas telas, o Nintendo DS, com capacidade de oferecer jogos em três dimensões sem o uso de óculos especiais. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><img title="O DSi XL, com tela de 4,2 polegadas, foi o último modelo lançado do portátil da Nintendo. (Foto: Divulgação ) " src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,31919628-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,31919628-EX,00.jpg" width="375" height="495" /><p class="wp-caption-text">O DSi XL, com tela de 4,2 polegadas, foi o último modelo lançado do portátil da Nintendo. (Foto: Divulgação ) </p></div>
<p><strong>Videogame Nintendo 3DS deve chegar ao mercado até março de 2011.<br />
Jogos lançados para os modelos anteriores serão compatíveis.</strong></p>
<p>A Nintendo anunciou nesta terça-feira (23) que planeja lançar um novo modelo de seu portátil de duas telas, o Nintendo DS, com capacidade de oferecer jogos em três dimensões sem o uso de óculos especiais. O nome provisório do aparelho é Nintendo 3DS.</p>
<p>A empresa japonesa afirmou que o novo portátil terá uma tecnologia nova, permitindo rodar games feitos especialmente para ele em 3D. No aparelho, os óculos não serão necessários. Os jogos produzidos para os modelos anteriores do DS (o DS, DS Lite, DSi e DSi XL) serão compatíveis com o novo portátil, que deverá lançado no ano fiscal que vai de abril de 2010 a março de 2011.</p>
<p>A Nintendo, que compete com a Sony e a Microsoft no ramo dos videogames, não divulgou mais detalhes como preço ou data de lançamento, mas afirmou que mais informações serão anunciadas na feira de videogames Electronic Entertainment Expo (E3), que será realizada em Los Angeles, nos EUA, em junho.</p>
<p>A Sony planeja lançar títulos 3D para seu console PlayStation 3 quando os televisores 3D forem lançados em junho. A empresa já possui uma extensa lista de games que serão lançados para a tecnologia e permitirá, também, que alguns games já lançados rodem em 3D. A Microsoft ainda não anunciou uma tecnologia de três dimensões para o seu console Xbox 360.</p>
<p>Antes do anúncio, as ações da Nintendo fecharam em alta de 0,3 por cento, a 27,97 ienes. A empresa afirma que o Nintendo 3DS será o sucessor da linha DS que, em dezembro do ano passado, vendeu mais de 125 milhões de portáteis no mundo.</p>
<p>Rumores sobre o lançamento de um novo portátil eram fortes. O presidente da Nintendo, Satoru Iwata, afirmou recentemente ao jornal japonês Asaiu Shimbun que a companhia trabalhava no sucessor do Nintendo DS que traria gráficos bastante detalhados e que teria um sensor que leria os movimentos dos jogadores.</p>
<p>Do G1, com informações da Reuters</p>
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		<title>Embrapa desenvolve tabaco e soja transgênicas para uso medicinal</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 11:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Equipe de pesquisadores trabalham com molécula que poderá combater doenças como o câncer A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com outros institutos de pesquisa do Brasil, Estados Unidos e Europa está trabalhando em uma pesquisa para desenvolver soja e tabaco transgênicos capazes de produzir em grande escala uma molécula com potencial medicinal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Arquivo/AE  Plantas transgênicas podem servir de incubadoras de moléculas com potencial medicinal" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2067hj48786x_b" alt="Arquivo/AE" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Arquivo/AE  Plantas transgênicas podem servir de incubadoras de moléculas com potencial medicinal</p></div>
<p><strong>Equipe de pesquisadores trabalham com molécula que poderá combater doenças como o câncer</strong></p>
<p>A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com outros institutos de pesquisa do Brasil, Estados Unidos e Europa está trabalhando em uma pesquisa para desenvolver soja e tabaco transgênicos capazes de produzir em grande escala uma molécula com potencial medicinal, inclusive de combate ao câncer.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100224/not_imp515259,0.php">País é o 2º produtor de transgênicos </a></p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2068chs2jxc8_b" alt="link" width="10" height="10" /><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,greenpeace-alerta-que-china-ja-vende-arroz-transgenico-nos-supermercados,524907,0.htm">Greenpeace alerta que China já vende arroz transgênico nos supermercados </a></p>
<p>O pesquisador de recursos genéticos e biotecnológicos da Embrapa, Elíbio Rech, informou que as plantas transgênicas não são medicinais, nem devem ser consumidas com fins terapêuticos. Elas servem apenas como incubadoras para ampliar a produção de moléculas.</p>
<p>&#8220;As plantas são usadas somente para produzir aquele medicamento. Você coloca uma molécula dentro da planta, e como ela se multiplica por sementes ou por propagação vegetativa, você tem uma massa muito grande, e daquela massa você purifica. As plantas não são plantas medicinais. E elas não vão ser consumidas in natura. Não é para usar a soja nem o tabaco na alimentação, e aí você vai administrar o medicamento&#8221;.</p>
<p>Segundo o pesquisador, a primeira fase da pesquisa já foi concluída e agora o grupo trabalha com os testes. &#8220;Vamos retirar uma pequena quantidade para fazer um teste contra células cancerígenas. Essa é a etapa que nós precisamos cumprir durante esse ano&#8221;.</p>
<p>De acordo com Elíbio Rech, as plantas serão tratadas como medicamentos e por isso não serão produzidas no meio ambiente, e sim sob contenção, para evitar a contaminação da cadeia alimentar.</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Internet é ameaça a espécies raras, alertam conservacionistas</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 11:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo ativistas, compradores e vendedores tiram vantagem do anonimato da rede. A internet está se tornando uma das maiores ameaças às espécies de animais em perigo, alertaram conservacionistas no encontro da Convenção Internacional de Comércio de Espécies em Perigo (Cites), da ONU, em Doha, no Catar. Segundo ativistas, graças à internet nunca foi tão fácil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://maggieli.files.wordpress.com/2009/10/asian-lion-baby.jpg" alt="http://maggieli.files.wordpress.com/2009/10/asian-lion-baby.jpg" /></p>
<p><strong>Segundo ativistas, compradores e vendedores tiram vantagem do anonimato da rede.</strong></p>
<p>A internet está se tornando uma das maiores ameaças às espécies de animais em perigo, alertaram conservacionistas no encontro da Convenção Internacional de Comércio de Espécies em Perigo (Cites), da ONU, em Doha, no Catar.</p>
<p>Segundo ativistas, graças à internet nunca foi tão fácil comercializar qualquer coisa &#8211; desde filhotes de leão a peles de urso polar &#8211; em sites de leilões e salas de conversa na internet.</p>
<p>Várias propostas para restringir o comércio de espécies em perigo foram derrotadas durante o encontro da Cites, que reúne 175 países.</p>
<p>Ainda nesta semana, os representantes dos países vão votar mudanças no comércio do marfim.</p>
<p><strong>Efeito da rede </strong></p>
<p>Cientistas afirmam que a internet está tornando o comércio internacional ilegal de espécies protegidas mais fácil do que nunca, disse a enviada especial da BBC ao encontro de Doha Stephanie Hancock.</p>
<p>Milhares de espécies em perigo são comercializadas regularmente pela internet, com compradores e vendedores tirando vantagem do anonimato da rede e do grande mercado global que ela oferece.</p>
<p>&#8220;A internet está se tornando o fator dominante no comércio global das espécies em perigo&#8221;, disse Paul Todd, do Fundo Internacional para o Bem-estar Animal, segundo a agência de notícias Associated Press.</p>
<p>Ativistas e responsáveis por monitorar o comércio ilegal afirmam que é quase impossível estimar o tamanho do problema, mas afirmam que tudo &#8211; desde bebês de leões até vinho feito com ossos de tigres &#8211; já foram comercializados online.</p>
<p>Eles afirmam que os Estados Unidos são o maior mercado, mas que Europa, China, Rússia e Austrália também desempenham importante papel.</p>
<p>Os cientistas que tentam obter maior proteção para as espécies em perigo já sofreram algumas decepções em Doha, afirma Hancock.</p>
<p>No domingo, delegados votaram por proibir totalmente o comércio internacional de um raro tipo de salamandra pintada, encontrada apenas no Irã, que segundo o WWF, Fundo Mundial para a Vida Selvagem, foi devastada pelo comércio na internet.</p>
<p>Mas outras tentativas de proibir o comércio de ursos polares, atum-rabilho e raros corais fracassaram no encontro em Doha.</p>
<p>Uma proposta dos Estados Unidos e da Suécia para regular o comércio dos corais rosa e vermelho &#8211; usados na fabricação de caras joias e amplamente vendidos na internet &#8211; foi derrotada.</p>
<p>Os delegados derrubaram a proposta alegando preocupação com os efeitos dos restritivos regulamentos sobre comunidades pesqueiras pobres.</p>
<p>G1 E BBC</p>
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		<title>Hospital de Londres oferece tratamento para viciados em tecnologia</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 11:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Vício]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa personalizado vista atender jovens que passam muito tempo jogando games online ou em sites de relacionamento. Um hospital de Londres está oferecendo um tratamento personalizado para os viciados em tecnologia. O programa, que dura cerca de 28 dias, visa atender jovens que passam muitas horas por dia jogando games por computador ou em sites [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://jahmusic.zip.net/images/internet01.jpg" alt="http://jahmusic.zip.net/images/internet01.jpg" /></p>
<p><strong>Programa personalizado vista atender jovens que passam muito tempo jogando games online ou em sites de relacionamento.</strong></p>
<p>Um hospital de Londres está oferecendo um tratamento personalizado para os viciados em tecnologia.</p>
<p>O programa, que dura cerca de 28 dias, visa atender jovens que passam muitas horas por dia jogando games por computador ou em sites de relacionamento.</p>
<p>De acordo com o criador do tratamento, Richard Graham, quando privados de seus jogos ou sites, estes jovens ficam &#8220;cronicamente agitados e irritáveis&#8221;.</p>
<p>Graham disse à BBC que o tratamento não tem o objetivo afastar completamente o paciente da tecnologia. &#8220;Não é realista impor um programa de abstinência (de tecnologia)&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8216;A preocupação (dos pacientes) em acessar sites e responder a mensagens é tão forte que vira prioridade&#8217;</p>
<p>O médico afirma que o que o motivou a criar o tratamento foi a preocupação com as características &#8220;compulsivas e viciantes&#8221; dos jogos, redes sociais e telefones celulares.</p>
<p>&#8220;A preocupação (dos pacientes) em acessar sites e responder a mensagens é tão forte que vira prioridade&#8230; e pode ter impacto em outras áreas da vida, prejudicando a habilidade destes jovens de participar de outras atividades&#8221;, disse.</p>
<p>Por enquanto, o tratamento está disponível apenas para pacientes do sistema privado de saúde no hospital Capio Nightingale, onde Graham trabalha.</p>
<p><strong>Três fases </strong></p>
<p>O tratamento criado por Graham tem três fases. A inicial começa com psicoterapia, que tem o objetivo de tratar os problemas do paciente com relacionamentos pessoais.</p>
<p>O próximo estágio é desfazer o relacionamento destes pacientes com a tecnologia e encorajá-los a desligar seus aparelhos. Finalmente, eles são encorajados a participar de exercícios físicos e atividades com a família e amigos.</p>
<p>A clínica de Graham não tem presença online fora do site do hospital. Mas os visitantes da página podem fazer testes online para medir o nível de vício em tecnologia, respondendo questões sobre seus hábitos online.</p>
<p>&#8220;Qualquer terapia deve tratar de controle do comportamento&#8221;, afirmou Mark Griffiths, professor em estudos sobre jogos e apostas na Universidade de Nottingham Trent, na Grã-Bretanha. &#8220;Você não pode evitar a internet, não pode evitar a tecnologia.&#8221;</p>
<p><strong>Jogos e apostas online </strong></p>
<p>Para Mark Griffiths, os jogos online representam um perigo maior do que os videogames.</p>
<p>&#8220;O número de verdadeiros viciados em tecnologia é relativamente baixo, mas pode aumentar com os games online que, ao contrário dos videogames, nunca param&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;A maioria dos comportamentos ligados ao vício tem seu auge durante a juventude e maior probabilidade de ocorrer entre homens. Mas a internet é neutra em termos de gênero. Mulheres podem não ir até uma casa de apostas real, por exemplo, mas você pode fazer o que quiser online.&#8221;</p>
<p>Outras clínicas de tratamento de viciados em apostas online já apareceram no sudeste da Ásia, por exemplo, onde grandes quantidades de dinheiro gasto no mundo virtual causam problemas graves na vida dos viciados.</p>
<p>Um exemplo recente de vício na vida online foi o do casal da Coreia do Sul que deixou o bebê morrer de fome enquanto jogavam. O casal teria ficado obcecado em criar uma menina virtual chamada Anima, no popular jogo Prius Online.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Pornografia cresce na web e consumo afeta felicidade, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Pornografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Consumidores são menos felizes e produtivos, aponta estudo. Pesquisa diz que mulher se sente traída se marido consome pornografia. As novas tecnologias dispararam a procura por pornografia, sobretudo na internet, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (17) que adverte para o impacto negativo nas relações, na produtividade e na felicidade entre consumidores desses produtos. Estes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_HCgzX40gy9c/SqlkCZ5zv7I/AAAAAAAAGIw/rJV3g-i76FE/s320/Sexo+tabu+para+os+gigantes+da+web.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_HCgzX40gy9c/SqlkCZ5zv7I/AAAAAAAAGIw/rJV3g-i76FE/s320/Sexo+tabu+para+os+gigantes+da+web.jpg" /></p>
<p><strong>Consumidores são menos felizes e produtivos, aponta estudo.<br />
Pesquisa diz que mulher se sente traída se marido consome pornografia.</strong></p>
<p>As novas tecnologias dispararam a procura por pornografia, sobretudo na internet, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (17) que adverte para o impacto negativo nas relações, na produtividade e na felicidade entre consumidores desses produtos.</p>
<p>Estes são alguns dos custos sociais detectados pelo grupo de pesquisadores multidisciplinar do &#8220;The social cost of pornography: A statement of findings and recommendations&#8221;, publicado pelo Instituto Witherspoon.</p>
<p>&#8220;Desde o começo da era da internet, as pessoas consomem mais pornografia do que nunca e seu conteúdo se tornou cada vez mais gráfico&#8221;, afirmou a pesquisadora do centro Hoover Institution, Mary Eberstadt.</p>
<p>&#8220;Os que veem pornografia acreditam que sua vida sexual vai ser melhor, mas tem ejaculação precoce, mais disfunções e problemas para se relacionar&#8221;, afirma Mary Anne Layden, coautora e diretora do programa de traumas sexuais e psicopatologia da Universidade da Pensilvânia.</p>
<p>Segundo Layden, a exposição em massa a conteúdos pornográficos leva a mudanças de crenças e atitudes sociais. Por exemplo, se aumenta a insensibilidade com relação às mulheres, se reduz o apoio ao movimento de libertação feminina e se perde a noção de que estes conteúdos devem ser restringidos para menores.</p>
<p>Vários estudos, como o &#8220;Romantic Partners Use of Pornography; Its significance for Women&#8221; do médico A.J. Bridges, assinalam que a mulher que sabe que seu marido consome pornografia se sente traída e não confia no parceiro.</p>
<p>Os custos psicológicos a que fazem referência os autores em situações como esta podem desencadear outras consequências no casal, como o divórcio.</p>
<p>Segundo dados da Sociedade Americana de Advogados Matrimoniais, que inclui 1,6 mil profissionais de todo o país, 56% dos 350 casos atendidos em 2003 tinham relação com o interesse obsessivo de um dos parceiros por sites pornográficos.</p>
<p><strong>Consumo pode gerar patologias</strong></p>
<p>O consumo contínuo desses produtos frequentemente acaba em alguma patologia, assinalou Layden. Ela lembrou que pela primeira vez o DSM 5, manual utilizado para fazer diagnósticos psiquiátricos, vai incluir como doenças as dependências de sexo e da pornografia.</p>
<p>Para os especialistas, o consumo de pornografia não é visto como um problema grave na sociedade. Por isso, eles reivindicam uma maior atenção sobre o assunto e pedem mais proteção, sobretudo para crianças e adolescentes.</p>
<p>“A presença da pornografia na vida de muitos meninos e meninas adolescentes é muito mais significativa do que a maioria dos adultos acha&#8221;</p>
<p>Segundo Layden, &#8220;um software para bloquear as páginas com conteúdos pornográficos na internet não é suficiente&#8221;, já que as crianças têm a seu alcance outros sites onde podem encontrar o código para desbloquear o filtro.</p>
<p>A pesquisadora exige à indústria do entretenimento que deixe de &#8220;fazer dinheiro ferindo crianças&#8221;.</p>
<p>&#8220;A presença da pornografia na vida de muitos meninos e meninas adolescentes é muito mais significativa do que a maioria dos adultos acha&#8221;, apontou. Layden lamenta que a pornografia &#8220;deforme o desenvolvimento sexual saudável dos jovens&#8221;.</p>
<p>Para Eberstadt, é preciso &#8220;mudar o que socialmente não está visto como algo mau&#8221; e perceber o tema como algo que afeta a sociedade em seu conjunto. Dessa forma será possível criar um movimento contra a pornografia.</p>
<p>O Witherspoon é um centro de pesquisa independente que promove a aplicação dos princípios fundamentais do Governo republicano e, segundo seu site, trabalha para melhorar os fundamentos morais das sociedades democráticas.</p>
<p>Da EFE</p>
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		<title>Japão tem &#8216;estacionamento solar&#8217; para aluguel de bicicletas</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicletas]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[No local, painéis captam energia solar para os veículos. Novidade é resultado de parceria com empresa de eletrônicos. Do G1, em São Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img title="Moradores de Setagaya, em Tóquio (Japão), podem alugar bicicletas elétricas abastecidas com energia solar. Em parceria com a empresa de eletrônicos Sanyo, foi instalado um 'estacionamento solar' para as biciletas, próximo a uma estação de trem (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2035gwwzg5r5_b" alt="Foto: Yoshikazu Tsun/AFP" width="595" height="424" /><p class="wp-caption-text">Moradores de Setagaya, em Tóquio (Japão), podem alugar bicicletas elétricas abastecidas com energia solar. Em parceria com a empresa de eletrônicos Sanyo, foi instalado um &#39;estacionamento solar&#39; para as biciletas, próximo a uma estação de trem (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)</p></div>
<p><strong>No local, painéis captam energia solar para os veículos.<br />
Novidade é resultado de parceria com empresa de eletrônicos.</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 567px"><img title="No local, cem biciletas são abastecidas pela energia captada por painéis solares e armazenada em sistemas de baterias especiais. (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2036dkx2b7dj_b" alt="Foto: Yoshikazu Tsun/AFP" width="557" height="397" /><p class="wp-caption-text">No local, cem biciletas são abastecidas pela energia captada por painéis solares e armazenada em sistemas de baterias especiais. (Foto: Yoshikazu Tsun/AFP)</p></div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Usando a internet, índios combatem desmatamento na Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmantamento]]></category>
		<category><![CDATA[Índios]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa pioneira usa a rede para promover valorização cultural e denunciar derrubada ilegal. Para os índios Suruí, que vivem na reserva indígena Sete de Setembro, na divisa entre os Estados de Rondônia e Acre, levar uma vida tradicional na floresta não é incongruente com as modernas tecnologias &#8211; ao contrário, uma fortalece a outra. &#8220;Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Alex Pankararu conheceu a internet em 2000 (Foto: Divulgação/Índios Online)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,14473603-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,14473603-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Alex Pankararu conheceu a internet em 2000 (Foto: Divulgação/Índios Online)</p></div>
<p><strong>Iniciativa pioneira usa a rede para promover valorização cultural e denunciar derrubada ilegal.</strong></p>
<p>Para os índios Suruí, que vivem na reserva indígena Sete de Setembro, na divisa entre os Estados de Rondônia e Acre, levar uma vida tradicional na floresta não é incongruente com as modernas tecnologias &#8211; ao contrário, uma fortalece a outra.</p>
<p>&#8220;Eu acho que nossa aliança com a internet é muito importante porque facilita e possibilita que a comunicação fortaleça politicamente nosso povo&#8221;, diz o líder indígena Almir Surui, de 35 anos.</p>
<p>&#8220;O meu povo pode falar da ameaça da floresta, do desenvolvimento da floresta, da valorização cultural do povo Suruí.&#8221;</p>
<p>Por iniciativa de Almir, a relação que os Suruí têm desenvolvido com a internet, esta &#8220;ferramenta dos brancos&#8221;, é uma inovadora tentativa de fazer com que o contato reforce &#8211; ao invés de corromper &#8211; a cultura e o modo de vida nativos.</p>
<p>A ideia de usar a internet para valorizar sua cultura e combater o desmatamento nasceu em 2007, quando Almir teve seu primeiro contato com o Google Earth e fez o que todo mundo faz: procurou ver sua casa do satélite.</p>
<p>A vista aérea da reserva Sete de Setembro, um polígono verde de 248 mil hectares no centro de um entorno quase totalmente desmatado, representado em cor marrom, deixou o líder chocado.</p>
<p>Mas, ao mesmo tempo, ele percebeu que a mesma internet que expunha os problemas também poderia representar uma solução.</p>
<p>&#8220;Eu disse ao Vasco (van Roosmalen, da ONG Equipe de Conservação da Amazônia, ACT-Brasil, parceira dos indígenas em diversos projetos) que queria um encontro com o Google, e ele achava que era impossível&#8221;, conta.</p>
<p>&#8220;Insisti e consegui uma reunião de 30 minutos. Passamos três horas, de tão interessados que eles ficaram.&#8221;</p>
<p><strong>Menina dos olhos </strong></p>
<p>Hoje, a parceria do Google Outreach &#8211; o braço social do Google &#8211; com os Suruí é uma espécie de menina dos olhos da companhia.</p>
<p>Ao saber desta reportagem da BBC Brasil, a diretora mundial do projeto, Rebecca Moore, fez questão de colaborar, por meio de uma videoconferência da sede da empresa em San Francisco.</p>
<p>&#8220;Pelo chefe Almir, tudo&#8221;, brincou Rebecca, antes do início da entrevista. Ela diz que se convenceu pela descrição &#8220;categórica e potente&#8221; que Almir fez da realidade amazônica.</p>
<p>&#8220;Ouvimos histórias sobre as ameaças representadas por madeireiras ilegais e mineradoras, sobre pessoas assassinadas, sobre o fato de existir inclusive uma recompensa pela cabeça do próprio Almir, por liderar seu povo e resistir às madeireiras&#8221;, contou.</p>
<p>&#8220;Ficou claro que ele tem uma ideia muito sofisticada de como a tecnologia moderna pode ajudar os povos tradicionais a se fortalecer, fortalecer sua cultura, proteger e preservar suas terras, e preencher uma lacuna entre modos tradicionais e modernos.&#8221;</p>
<p><strong>Suruí on-line </strong></p>
<p>O primeiro passo da parceria entre a gigante de internet e a associação indígena Metareilá, firmado em 2008, foi a disponibilização do chamado &#8220;mapa cultural&#8221; dos Suruí, que antes só existia em papel, no Google Earth.</p>
<p>Feito a partir de uma metodologia que a ACT-Brasil cedeu aos indígenas, o mapa mostra, por exemplo, os locais onde se desenrolaram batalhas históricas dos Suruí contra outras tribos ou contra as expedições não indígenas.</p>
<p>Em outro clique, o usuário fica sabendo que, para os Suruí, o canto do tucano pressagia as más notícias, e que as penas do animal são utilizadas por guerreiros durante a celebração do Mapimaim, em homenagem à criação do mundo.</p>
<p>Como parte da parceria, a empresa providenciou treinamento de informática para cerca de 20 indígenas na sede da associação Metareilá, em Cacoal, onde fica a reserva.</p>
<p>O gerente de produtos da empresa, Marcelo Quintella, um dos que providenciaram o treinamento na ocasião, diz que se surpreendeu com o nível de familiaridade de muitos jovens indígenas com as novas tecnologias.</p>
<p>&#8220;Metade nunca tinha mexido em um mouse. Mas, dos outros dez, uns cinco sabiam usar o computador &#8211; não eram usuários diários de internet, mas sabiam &#8211; e outros cinco tinham até e-mail e (perfil no) Orkut&#8221;, contou.</p>
<p><strong>Combate ao desmatamento </strong></p>
<p>Agora, os Suruí querem embarcar no mais ambicioso objetivo da &#8220;parceria&#8221;, como diz Almir, com a internet: o combate ao desmatamento da reserva Sete de Setembro, em tempo real.</p>
<p>Eles aguardam a chegada dos primeiros aparelhos smartphones equipados com o sistema operacional Android, da Google, que lhes permitirá tirar fotografar imagens do desmatamento em tempo real, postar na internet e enviar para o mundo e as autoridades competentes.</p>
<p>&#8220;Não é somente eles dizendo que existe (o desmatamento), é todo mundo vendo que existe. O poder de convencimento muda&#8221;, avalia Quintella.</p>
<p>A aldeia de Lapetanha, a mais próxima de Cacoal, a 500 km de Porto Velho, ainda não tem internet.</p>
<p>Mas os dois computadores na pequena sala que funciona como ponto de cultura servem para que os jovens indígenas que estudam na escola da aldeia comecem desde cedo a se interessar pela tecnologia e pelas possibilidades de acesso à informação que ela abre.</p>
<p>&#8220;Essas são realmente nossas ferramentas de diálogo para construir um mundo melhor&#8221;</p>
<p>Almir diz que os planos são ter a rede por meio de uma antena a ser instalada até o fim do ano. Isto pouparia o trabalho de ir até Cacoal para acessar a internet e facilitaria a comunicação com outras partes do mundo &#8211; essa que ele diz &#8220;fortalecer politicamente&#8221; os Suruí.</p>
<p>A &#8220;frase da vez&#8221; em Lapetanha é que os Suruí estão &#8220;trocando o arco-e-flecha pelo laptop&#8221; para combater o desmatamento.</p>
<p>Mas Almir, chefe do clã Gamebey, responsável por tratar dos assuntos ligados à guerra, à diplomacia e ao meio ambiente entre os Suruí, diz que as novas &#8220;armas&#8221; não invalidam as antigas.</p>
<p>&#8220;Nossos arcos e flechas estão guardados em casa, cada um tem seu arco e flecha guardado em casa. Mas, ao mesmo tempo, a gente está usando notebooks&#8221;, ele diz, e para, tirando um pequeno telefone do bolso: &#8220;iPhone&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Hoje, essas são realmente nossas ferramentas de diálogo para construir um mundo melhor.&#8221;</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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