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	<title>Blog de Maurílio &#187; saúde</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Célula-tronco adulta não remonta coração, mostra estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Células-tronco]]></category>
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		<description><![CDATA[Sebastian Kaulitzki/Shutterstock &#8211; Vista em raios-X do coração humano; célula-tronco adulta não o remonta, ao contrário do esperado, e trabalho ainda é necessário Uma análise dos resultados conseguidos até agora com o uso de células-tronco para tratar doenças cardíacas mostra que ainda vai ser preciso muito trabalho para que seja possível falar em curas. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="Sebastian Kaulitzki/Shutterstock - Vista em raios-X do coração humano; célula-tronco adulta não o remonta, ao contrário do esperado, e trabalho ainda é necessário" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2241dff5nc3_b" alt="Vista em raios-X do coração humano; célula-tronco adulta não o remonta, ao contrário do esperado, e trabalho ainda é necessário" width="330" height="220" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Sebastian Kaulitzki/Shutterstock &#8211; Vista em raios-X do coração humano; célula-tronco adulta não o remonta, ao contrário do esperado, e trabalho ainda é necessário</dd>
</dl>
</div>
<p><strong>Uma análise dos resultados conseguidos até agora com o uso de células-tronco para tratar doenças cardíacas mostra que ainda vai ser preciso muito trabalho para que seja possível falar em curas. </strong></p>
<p>As células-tronco adultas, por exemplo, revelaram-se incapazes de reconstruir o tecido do coração, ao contrário do que se esperava, e o uso de outros tipos celulares em pessoas ainda está distante.</p>
<p>&#8220;Eu não diria que se trata de uma avaliação pessimista, embora, de fato, ela seja bastante crítica&#8221;, disse à Folha o médico José Eduardo Krieger, do Incor (Instituto do Coração). &#8220;O importante é que o campo está mais maduro.</p>
<p>E é claro que a gente não conseguiria saber onde a coisa não funcionou, e como melhorar, sem esses oito anos de tentativas&#8221;, afirma Krieger, que assina a análise junto com colegas da Holanda no periódico científico &#8220;Science Translational Medicine&#8221;.</p>
<p>No caso das células-tronco adultas, em geral obtidas do próprio paciente que vai ser tratado, o balde de água fria é mais dolorido porque elas chegaram rápido aos testes com pacientes humanos.</p>
<p><strong>Rejeição</strong></p>
<p>Isso aconteceu porque o transplante desse tipo de célula, ao ocorrer dentro do mesmo organismo, por assim dizer, não traz riscos de rejeição. Havia a expectativa de que ao menos algumas delas pudessem ter grande versatilidade, assumindo o papel das células do coração e reconstruindo o órgão.</p>
<p>Esse potencial de &#8220;curinga&#8221; é real no caso das células-tronco embrionárias. Mas, no caso das adultas, a coisa se revelou mais complexa. &#8220;Elas não são o curinga do baralho, como a gente acreditava na fase inicial, mais ingênua, da pesquisa&#8221;, diz Krieger.</p>
<p>Administrá-las até melhora um pouco a atividade cardíaca, aparentemente porque elas produzem substâncias que levam o órgão a se regenerar em parte, além de facilitarem o surgimento de vasos sanguíneos, o que também ajuda.</p>
<p>Conforme os testes clínicos foram abarcando mais pacientes, as supostas melhoras dramáticas dos primeiros doentes foram ficando menos impressionantes. &#8220;Nesses casos, é provável que o efeito placebo [a simples influência psicológica positiva do tratamento sobre o doente] tenha agido.&#8221;</p>
<p><strong>Novos rumos</strong></p>
<p>As decepções, contudo, devem trazer correções de rumo. Para Krieger, as células adultas podem virar a abordagem indicada para prevenir problemas mais sérios, como infartos, em certos pacientes.</p>
<p>No caso de pessoas com o coração &#8220;crescido&#8221; por problemas como o mal de Chagas, mesmo as células embrionárias não serão capazes de corrigir o formato do órgão -uma cirurgia de reconstrução é indispensável.</p>
<p>&#8220;E, em outros casos, precisamos gerar novas células cardíacas, e para isso um caminho é reprogramar células adultas para que elas se comportem como embrionárias&#8221;, diz ele, referindo-se às chamadas células iPS, uma das grandes promessas do ramo hoje.</p>
<p>Também pode-se buscar as poucas células do coração com capacidade de se regenerarem e transplantá-las.</p>
<p>Folha online</p>
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		<title>Chocolate pode ser bom remédio para doentes hepáticos</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/chocolate-pode-ser-bom-remedio-para-doentes-hepaticos/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Chocolote]]></category>
		<category><![CDATA[Fígado]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatite]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>

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		<description><![CDATA[Os resultados foram apresentados no encontro anual da Associação Europeia para o Estudo do Fígado O chocolate amargo, rico em cacau, poderá no futuro ser prescrito às pessoas com cirrose hepática, seguindo a mais recente pesquisa para demonstrar os possíveis benefícios do chocolate à saúde. Pesquisadores espanhóis disseram na quinta-feira que comer chocolate amargo combateu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://camilabononiblog.zip.net/images/Chocolate.png" alt="http://camilabononiblog.zip.net/images/Chocolate.png" /></p>
<p><strong>Os resultados foram apresentados no encontro anual da Associação Europeia para o Estudo do Fígado </strong></p>
<p>O chocolate amargo, rico em cacau, poderá no futuro ser prescrito às pessoas com cirrose hepática, seguindo a mais recente pesquisa para demonstrar os possíveis benefícios do chocolate à saúde.</p>
<p>Pesquisadores espanhóis disseram na quinta-feira que comer chocolate amargo combateu o habitual aumento da pressão arterial no abdome, capaz de atingir níveis perigosos em pacientes com cirrose e, em diversos casos, levar ao rompimento de vasos sanguíneos.</p>
<p>Acredita-se que os antioxidantes chamados flavonóis encontrados no cacau sejam o motivo pelo qual o chocolate é bom para a pressão arterial porque essas substâncias químicas ajudam a relaxar e a aumentar as células do músculo liso dos vasos sanguíneos.</p>
<p>Um estudo com 21 pacientes com doença hepática terminal verificou que os que recebiam uma refeição contendo chocolate amargo com 85 por cento de cacau apresentavam marcadamente menor pressão arterial no fígado &#8212; a chamada hipertensão portal &#8212; em relação aos os que recebiam chocolate branco.</p>
<p>&#8220;Esse estudo mostra uma associação clara entre comer chocolate amargo e hipertensão portal (menor) e demonstra a importância potencial de melhorias no controle de pacientes cirróticos&#8221;, disse Mark Thursz, professor de hepatologia no Imperial College, de Londres.</p>
<p>Os resultados foram apresentados no encontro anual da Associação Europeia para o Estudo do Fígado em Viena e seguem-se a uma série de estudos científicos sugerindo que o chocolate amargo também promove a saúde do coração.</p>
<p>Cirrose é a cicatrização do fígado resultante de uma lesão no longo prazo. Ela é causada por diversos fatores, incluindo hepatite e abuso de álcool.</p>
<p>REUTERS</p>
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		<title>Cirurgiões plásticos tentam reduzir riscos com novos critérios</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>

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		<description><![CDATA[A SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) prepara um documento com novas normas de segurança para o paciente. Entre as principais mudanças estão a limitação de número de procedimentos em uma só cirurgia; a definição de exames a serem exigidos antes da operação; as restrições para a cirurgia em adolescentes e a especificação do tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2237hbnsdgfx_b" alt="" width="650" height="538" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p><span style="font-size: small;">A SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) prepara um documento com novas normas de segurança para o paciente. Entre as principais mudanças estão a limitação de número de procedimentos em uma só cirurgia; a definição de exames a serem exigidos antes da operação; as restrições para a cirurgia em adolescentes e a especificação do tipo de anestesia para cada caso. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O último documento do CFM (Conselho Federal de Medicina) sobre a especialidade é de 2003. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">As novidades tecnológicas e o aumento do número de procedimentos justificam, segundo os médicos, a revisão de normas definidas há sete anos. A estimativa é que sejam feitas 700 mil cirurgias estéticas por ano no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Além disso, mortes recentes durante esse tipo de cirurgia tornaram o tema prioritário. &#8220;Queremos colocar na mesa um guia explicitando as normas de segurança do paciente. É em cima dessas regras claras que podemos cobrar o médico e diminuir a margem de risco das cirurgias. As mortes [durante as cirurgias plásticas] trazem o assunto à tona, mas já estávamos trabalhando esse tema antes dos últimos acontecimentos&#8221;, diz Sebastião Nelson Edy Guerra, presidente da SBCP. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em janeiro deste ano, a jornalista Lanusse Barbosa, 27, morreu durante procedimento de lipoaspiração feita em clínica de Brasília. O médico tinha título de especialista pela SBCP. No último dia 2/4, Kelma Macedo Ferreira Gomes, 33, assessora do ministro das Cidades, morreu sete dias após ter feito uma lipoescultura em um hospital de Goiânia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo Guerra, a maioria dos problemas relacionados à cirurgia plástica ocorre nos procedimentos feitos com médicos que não têm o título de especialista: &#8220;Dados do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) mostram que 97% dos erros foram feitos por profissionais que não eram cirurgiões plásticos&#8221;, diz. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O presidente da SBPC afirma que a sociedade vai pressionar as autoridades para impedir que médicos não capacitados realizem esse tipo de cirurgia. Não há lei impedindo que um médico de outra especialidade faça cirurgia plástica. &#8220;Há curso de lipoaspiração de um final de semana. Isso não qualifica ninguém&#8221;, diz Pinheiro. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A revisão dos critérios para a elaboração de um protocolo, que deve ser seguido por todos os cirurgiões plásticos, é uma forma de diminuir a margem de erro nos procedimentos feitos pelos especialistas. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">&#8220;Estamos discutindo nas reuniões como serão essas normas&#8221;, diz Osvaldo Saldanha, diretor científico da SBCP. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">É isso que será feito na Jornada Sul Brasileira de Cirurgia Plástica, aberta hoje </span><span style="font-size: small;">em Curitiba. A</span><span style="font-size: small;"> segurança do paciente também foi discutida no Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, realizado em março </span><span style="font-size: small;">em São Paulo</span><span style="font-size: small;">, e na Jornada Centro-Oeste de Cirurgia Plástica, que ocorreu </span><span style="font-size: small;">em Campo Grande</span><span style="font-size: small;"> neste mês. A finalização do protocolo deve ocorrer até o final do ano, quando será realizado o Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica. </span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img class="  " title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2238cwcpx3mf_b" alt="" width="650" height="643" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p><strong><span style="font-size: small;">IARA BIDERMAN</span></strong><br />
<strong><span style="font-size: small;">colaboração para a </span></strong><strong><span style="font-size: small;">Folha</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pâncreas artificial ajuda 11 pacientes com diabetes a regular açúcar</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Pâncreas Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[O teste de um &#8220;pâncreas artificial&#8221; que monitora o nível de açúcar no sangue e administra insulina e um hormônio regulador chamado glucagon ajudou pacientes com diabetes a terem níveis quase normais de açúcar no sangue durante mais de 24 horas, disseram pesquisadores dos EUA nesta quarta-feira (14). O sistema, constituído por um monitor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.plenamulher.com.br/plena/userfiles/image/noticias/pancreas-artifical.jpg" alt="http://www.plenamulher.com.br/plena/userfiles/image/noticias/pancreas-artifical.jpg" /></p>
<p>O teste de um &#8220;pâncreas artificial&#8221; que monitora o nível de açúcar no sangue e administra insulina e um hormônio regulador chamado glucagon ajudou pacientes com diabetes a terem níveis quase normais de açúcar no sangue durante mais de 24 horas, disseram pesquisadores dos EUA nesta quarta-feira (14).</p>
<p>O sistema, constituído por um monitor de glicose, duas bombas e um laptop, é feito para melhor imitar o mecanismo natural do organismo para controlar o excesso ou falta de açúcar no sangue.</p>
<p>Em testes anteriores de sistemas equivalentes ao pâncreas, mas que administravam apenas insulina, alguns pacientes ficaram com uma grave hipoglicemia (baixo grau de açúcar no sangue).</p>
<p>O acréscimo de pequenas doses de glucagon, um hormônio liberado pelo pâncreas para aumentar o nível de açúcar no sangue, ajudou a superar isso, segundo o estudo publicado na revista &#8220;Science Translational Medicine&#8221;.</p>
<p>Após alguns ajustes para um programa sofisticado de computador que faz o papel do cérebro no sistema, todos os 11 adultos envolvidos no estudo tinham um bom controle de açúcar no sangue, sem hipoglicemia, mesmo depois de consumirem três refeições ricas em carboidratos.</p>
<p><strong>Primeiro</strong></p>
<p>&#8220;Este é o primeiro dispositivo de pâncreas artificial que usa tanto a insulina quanto o glucagon&#8221;, disse Steven Russell, do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, um dos chefes do estudo.</p>
<p>Existe atualmente uma espécie de corrida pelo desenvolvimento do primeiro pâncreas artificial funcional, o que seria útil para vítimas do diabete tipo 1, doença autoimune em que o organismo destrói sua própria capacidade de produzir insulina e sintetizar o açúcar.</p>
<p>Há sistemas que monitoram constantemente a glicose e injetam insulina automaticamente, mas o risco de hipoglicemia permanece, pois, em pessoas com diabete tipo 1, o glucagon não funciona direito.</p>
<p>O novo sistema foi desenvolvimento no laboratório de Edward Damiano, engenheiro biomédico da Universidade de Boston, e pai de um menino que tem diabete tipo 1.</p>
<p>Em fevereiro, pesquisadores britânicos testaram um sistema semelhante em 17 crianças e concluíram que ele mantinha seus níveis de açúcar próximos a níveis normais em 60% do tempo.</p>
<p><strong>JULIE STEENHUYSEN<br />
da Reuters, em Chicago </strong></p>
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		<title>Restrição ao cigarro reduz internações hospitalares, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 16:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Restrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram analisados estudos internacionais que descreviam proibições legislativas ao fumo Uma revisão de 50 estudos internacionais sobre os efeitos da proibição do fumo em locais públicos indica que esse tipo de medida reduz a exposição ao fumo passivo e as internações hospitalares por problemas cardíacos. O trabalho, encabeçado pela pesquisadora Joanne E. Callinan, do Centro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/cigarro-maleficios-010408.jpg" alt="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/cigarro-maleficios-010408.jpg" /></p>
<p><strong>Foram analisados estudos internacionais que descreviam proibições legislativas ao fumo</strong></p>
<p>Uma revisão de 50 estudos internacionais sobre os efeitos da proibição do fumo em locais públicos indica que esse tipo de medida reduz a exposição ao fumo passivo e as internações hospitalares por problemas cardíacos. O trabalho, encabeçado pela pesquisadora Joanne E. Callinan, do Centro de Saúde Milford, na Irlanda, foi realizado para a Cochrane Colaboration, uma organização sem fins lucrativos de levantamento de informações médicas.</p>
<p>&#8220;Houve evidência consistente da redução de internações hospitalares por eventos cardíacos, bem como a melhoria de alguns indicadores de saúde&#8221; após a proibição do fumo, escrevem os autores num resumo do trabalho.</p>
<p>Foram analisados estudos que descreviam proibições legislativas ao fumo, e que tivessem um período de acompanhamento de pelo menos seis meses das mudanças nos comportamentos relativos ao tabaco.</p>
<p>Os pesquisadores não encontraram variações expressivas no fumo passivo dentro de automóveis ou em residências, mas &#8220;evidência consistente&#8221; de queda no fumo passivo em locais de trabalho, restaurantes, bares e áreas públicas.</p>
<p>Os autores concluem que a imposição de leis proibindo o fumo leva a uma redução da exposição ao fumo passivo. A população mais beneficiada, segundo o levantamento, foram os funcionários da indústria da hospitalidade, como hotéis e restaurantes.</p>
<p>Há pouca evidência do impacto dessas medidas no fumo ativo, mas a tendência, diz o trabalho, é de queda. Os autores também notam que o apoio popular às proibições cresce depois que são implementadas.</p>
<p>estadao.com.br</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Esquecer causa da tristeza pode piorar sentimento, indica estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas com memória ruim sentem-se tristes mesmo quando esquecem o que as deixou assim &#8211;sugerindo que emoções e memória não são tão conectados quanto se pensava&#8211;, mostra um novo estudo realizado nos Estados Unidos. Justin Feinstein, neurocientista da Universidade de Iowa, mostrou uma compilação de trechos comoventes de filmes, incluindo &#8220;Forrest Gump &#8211; O Contador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://richkleber.com/family/rich/moviereviews/moviereviews/movieimages/forrestgump.jpg" alt="http://richkleber.com/family/rich/moviereviews/moviereviews/movieimages/forrestgump.jpg" height="450" /></p>
<p><strong>Pessoas com memória ruim sentem-se tristes mesmo quando esquecem o que as deixou assim &#8211;sugerindo que emoções e memória não são tão conectados quanto se pensava&#8211;, mostra um novo estudo realizado nos Estados Unidos. </strong></p>
<p>Justin Feinstein, neurocientista da Universidade de Iowa, mostrou uma compilação de trechos comoventes de filmes, incluindo &#8220;Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias&#8221;, a cinco pessoas incapazes de formar novas memórias devido a danos no hipocampo (região do cérebro importante para a formação da memória). Dez minutos depois, a equipe do pesquisador avaliou as memórias desses pacientes e as de um grupo de cinco pessoas com funções cerebrais normais.</p>
<p>Os que sofriam de amnésia sentiram uma tristeza hesitante mesmo que tivessem dificuldades para lembrar os mais simples detalhes dos trechos, enquanto aqueles com memória normal sentiram-se bem.</p>
<p>&#8220;Estou surpreso que a emoção tenha durado tanto nos pacientes com problemas de memória&#8221;, afirma Feinstein.</p>
<p>A explicação pode estar na habilidade de guardar e processar eventos emocionais, que &#8220;alivia alguns sentimentos ruins ou a maioria deles &#8220;, de acordo com Todd Sacktor, do Downstate Medical Center, em Nova York.</p>
<p>A equipe de Feinstein também apresentou aos dois grupos diversos clipes bem-humorados e encontrou uma relação similar de respostas, apesar de haver uma diferenciação menos explícita entre os dois grupos. &#8220;A tristeza dura mais&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p>Os resultados evidenciam a importância de se manter o respeito com pessoas que sofrem de Alzheimer e outros problemas de memória, continua o neurocientista. Mesmo que essas pessoas não se lembrem de terem sido vítimas de um comportamento insensível, elas podem sentir-se estressadas &#8211;e por mais tempo do que os outros.</p>
<p>Também é possível que o uso de terapia para bloquear memórias ruins em pessoas com síndrome de estresse pós-traumático na verdade prejudique a recuperação, diz Feinstein. &#8220;Ao não ter aquela memória, você pode prolongar o sofrimento emocional.&#8221;</p>
<p><strong>New Scientist</strong></p>
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		<item>
		<title>Quem dorme mal consome mais calorias, mostra estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Calorias]]></category>
		<category><![CDATA[Insônia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é só  impressão: dormir mal aumenta o apetite no dia seguinte. Alguns estudos já mostraram a associação entre má qualidade de sono e obesidade, mas um trabalho publicado na última edição do &#8220;American Journal of Clinical Nutrition&#8221; é o primeiro a investigar o que ocorre no padrão da alimentação de pessoas que passam a dormir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://tenisvelho.files.wordpress.com/2009/01/insonia.jpg?w=226&amp;h=280" alt="http://tenisvelho.files.wordpress.com/2009/01/insonia.jpg?w=226&amp;h=280" /></p>
<p>Não é só  impressão: dormir mal aumenta o apetite no dia seguinte. Alguns estudos já mostraram a associação entre má qualidade de sono e obesidade, mas um trabalho publicado na última edição do &#8220;American Journal of Clinical Nutrition&#8221; é o primeiro a investigar o que ocorre no padrão da alimentação de pessoas que passam a dormir menos.</p>
<p>Pesquisadores franceses avaliaram 12 homens com peso normal e idade média de 22 anos durante dois ciclos de 48 horas. No primeiro período, usado como controle, os voluntários mantiveram sua rotina normal de sono, alimentação e atividades. Na segunda etapa, dormiram oito horas na primeira noite (da meia-noite às 8h) e quatro horas na segunda (das 2h às 6h). Eles podiam comer o que quisessem.</p>
<p>Depois da noite mais curta, eles consumiram 22% mais calorias. Foram ingeridas, em média, 560 calorias a mais -o que poderia levar ao ganho de meio quilo em uma semana.</p>
<p>Uma das explicações dos pesquisadores se relaciona aos mecanismos de sobrevivência criados ao longo da evolução. Humanos tendem a comer mais após uma noite mal dormida porque os mamíferos aprenderam a estocar calorias no verão, quando as noites são mais curtas e há mais comida.</p>
<p>&#8220;Não existe um único culpado. A explicação simplista é que o maior tempo acordado aumenta as chances de comer&#8221;, diz Márcio Mancini, endocrinologista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.</p>
<p>Sabe-se também que a secreção de alguns hormônios está relacionada ao sono e, quando há privação desse descanso, podem ocorrer mudanças que contribuem para o aumento no consumo de alimentos.</p>
<p>Há redução de leptina &#8211;hormônio relacionado à saciedade e que também facilita o gasto de energia pelo organismo. Quando se dorme menos, ocorre ainda o aumento na secreção de grelina, substância responsável por estimular o apetite.</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Castanhas, nozes e peixe reduzem riscos de desenvolver Alzheimer, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga aumentam riscos. Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica &#8220;Archives of Neurology&#8221;. O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.blogdomadeira.com.br/wp-content/uploads/2008/03/pintado_creme.jpg" alt="http://www.blogdomadeira.com.br/wp-content/uploads/2008/03/pintado_creme.jpg" width="468" height="325" /></p>
<p><strong>Laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga aumentam riscos.</strong></p>
<p>Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica &#8220;Archives of Neurology&#8221;.</p>
<p>O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, em Nova York, Estados Unidos, analisaram as dietas de 2.148 adultos em idade de se aposentar vivendo em Nova York.</p>
<p>Durante os quatro anos de duração do estudo, 253 dos adultos do grupo desenvolveram Alzheimer.</p>
<p>Quando os pesquisadores estudaram em detalhe as dietas de todos os participantes no estudo, perceberam um padrão.</p>
<p>Adultos cujas dietas incluíam mais frutos oleaginosos, peixe, aves, frutas e verduras e menos laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga apresentaram muito menos chances de sofrer de demência.</p>
<p><strong>Influência </strong></p>
<p>Os pesquisadores acreditam que o segredo esteja nos diferentes níveis de nutrientes específicos que essa combinação de alimentos oferece.</p>
<p>Por exemplo, dietas ricas em ácidos graxos (como Ômega 3), vitamina E e folatos (como o ácido fólico), mas pobres em gorduras saturadas, parecem ser as melhores.</p>
<p>Há muito se suspeita de que nutrientes podem influenciar os riscos de demência.</p>
<p>Os folatos reduzem os níveis do aminoácido homocisteína (que foi associado, em estudos anteriores, ao Mal de Alzheimer) na circulação sanguínea.</p>
<p>Da mesma maneira, a vitamina E pode oferecer proteção devido ao seu forte efeito antioxidante.</p>
<p>Por outro lado, ácidos graxos saturados e monoinsaturados podem aumentar os riscos de demência ao encorajar a formação de coágulos no sangue, dizem os pesquisadores.</p>
<p>Comentando o estudo, Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer&#8217;s Research Trust, disse: &#8220;Entender a conexão entre dieta e os riscos de demência pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças como o Mal de Alzheimer em algumas pessoas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Adaptar nosso estilo de vida à medida em que ficamos mais velhos &#8211; fazendo exercícios regularmente, prestando atenção à nossa dieta e mantendo uma vida social ativa &#8211; pode reduzir os riscos de demência&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas infelizmente&#8221;, acrescentou Wood, &#8220;não há dieta ou estilo de vida que elimine esses riscos por completo&#8221;.</p>
<p>Na opinião da especialista, com 35 milhões de pessoas sofrendo de demência no mundo hoje, é importante que as pesquisas sejam direcionadas para a criação de novos tratamentos.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Receitas naturais reduzem TPM, que piora humor de 56% das brasileiras</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A gangorra hormonal antes da menstruação inferniza a vida de seis em cada dez brasileiras &#8211;para não falar nos homens à sua volta, que muitas vezes sofrem por tabela os efeitos da coisa. A popularidade da tensão pré-menstrual, ou simplesmente TPM, está cientificamente comprovada: a expressão faz parte do vocabulário de quase todas as mulheres. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 230px"><img title="Ioga atenua o desconforto físico e a instabilidade emocional na época da TPM -  Eduardo Knapp/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2217hcppqkd2_b" alt="Ioga atenua o desconforto físico e a instabilidade emocional na época da TPM" width="220" height="330" /><p class="wp-caption-text">Ioga atenua o desconforto físico e a instabilidade emocional na época da TPM -  Eduardo Knapp/Folha Imagem</p></div>
<p>A gangorra hormonal antes da menstruação inferniza a vida de seis em cada dez brasileiras &#8211;para não falar nos homens à sua volta, que muitas vezes sofrem por tabela os efeitos da coisa. A popularidade da tensão pré-menstrual, ou simplesmente TPM, está cientificamente comprovada: a expressão faz parte do vocabulário de quase todas as mulheres.</p>
<p>Nervosismo e ansiedade são os principais sintomas relatados por elas: 76,4% das mulheres que têm TPM sofrem esse tipo de problema. Mais da metade delas têm alterações de humor e crises de choro, a metade delas sente cólicas fortes e pouco mais de um terço relata dor e inchaço nos seios.</p>
<p><a name="graphic03"></a></p>
<p>As constatações são de um estudo feito pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e pelo Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas. Durante pouco mais de um ano, os pesquisadores entrevistaram pessoalmente 1.053 mulheres entre 18 e 40 anos, de seis capitais brasileiras.</p>
<p>Os resultados foram publicados na revista científica &#8220;International Journal of Gynecology and Obstetrics&#8221; e mostram uma realidade que não poderia ser diferente: 65,4% das entrevistadas consideraram que todas as mulheres em algum momento da vida já experimentaram a TPM e 87,5% confirmaram que os sintomas acontecem antes da menstruação.</p>
<p>Hipócrates, o médico grego, relatou as alterações hormonais no ano 400 a.C., mas as primeiras descrições oficiais da TPM só apareceram em 1931. Estudos epidemiológicos brasileiros nunca foram feitos -o que havia até agora eram pequenos trabalhos localizados.</p>
<p>&#8220;O ineditismo desse trabalho está em traçar o perfil da mulher moderna. Trata-se de um raio-x sério do problema, que foi feito com rigor científico e incluiu mulheres de todas as regiões do país&#8221;, diz o ginecologista Carlos Alberto Petta, professor da Unicamp e autor principal do levantamento.</p>
<p>Alternativas</p>
<p>O problema é comum, mas não dá para generalizar. Há mulheres que não têm TPM. Segundo a pesquisa, essas sortudas são 40% da população.</p>
<p>Existem três graus do problema: leve (45% das mulheres), moderado (45%) e intenso (10%). Nesse último grau, a TPM também é chamada de transtorno disfórico e considerada uma doença, que necessariamente deve ser tratada com medicamentos.</p>
<p>Mas esse tipo de distúrbio intenso &#8211;tratado em geral com antidepressivos e anticoncepcionais&#8211;, é raro. Na maioria dos casos, dá muito bem para aliviar os sintomas que aparecem nos dias que antecedem a menstruação com uma série de atitudes simples relacionadas a alimentação, atividades físicas e outras saídas naturais.</p>
<p><a name="graphic04"></a><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2218cwvz4mgd_b" alt="" width="550" height="307" /></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">ISTO AJUDA </span></strong></p>
<p><strong>Chá de camomila</strong><br />
E de maracujá são consagrados para aliviar crises nervosas e promover uma sensação de relaxamento. São ideais para mulheres com sintomas de ansiedade e nervosismo. Já a erva-de-são-joão (<em>Hypericum perforatum</em>) é indicada para mulheres que apresentam sintomas depressivos.</p>
<p><strong>Óleo de prímula</strong><br />
Seu princípio ativo é o ácido linoleico, um tipo de ácido graxo essencial para o bom funcionamento do organismo. Mesmo sem comprovação científica dos benefícios, é um produto natural, que melhora o trânsito intestinal e diminui o inchaço do corpo. É administrado em cápsulas.</p>
<p><strong>Castanhas</strong><br />
São uma importante fonte de ácidos graxos ômega-3, 6 e 9. Também são ricas em vitamina B6, um nutriente que tem participação no controle dos níveis de serotonina, neurotransmissor relacionado ao bem-estar, além de combater as náuseas, a acne, as dores de cabeça e a irritabilidade.</p>
<p><strong>Frutas</strong><br />
Mulheres com tensão pré-menstrual podem apresentar níveis baixos de magnésio. A ingestão de alimentos ricos nesse nutriente, como a banana, o figo e os frutos do mar, nesse período, podem contribuir para compensar essas deficiências ao elevar os níveis de serotonina.</p>
<p><strong>Ioga</strong><br />
A prática de ioga atenua o desconforto físico e a instabilidade emocional. Há posições que relaxam e abrem a região do ventre, facilitando o fluxo menstrual e aliviando as cólicas. Anderson Allegro, da escola Aruna Yoga, diz que a instabilidade emocional pode ser contornada com a técnica de Yoga Nidra, o relaxamento profundo.</p>
<p>Uma série de exercícios respiratórios (os pranayamas) também reduz o desconforto. &#8220;Inspiramos contando de um a três, retemos o ar contando de um a três novamente. Expiramos contando, agora, de um a seis&#8221;, ensina. A prática regular da ioga também ajuda a equilibrar o sistema endócrino, fazendo com que as alterações hormonais se tornem menos intensas, diz Allegro.</p>
<p><strong>Bolsa de água quente</strong><br />
Conforto que passa de mãe para filha, a bolsa reduz dores e desconfortos abdominais, como a cólica menstrual, relatada por 45% das mulheres. &#8220;Ela proporciona uma sensação de relaxamento semelhante a um banho morno&#8221;, diz o ginecologista Cláudio Basbaum, do hospital São Luiz.</p>
<p><strong>Verduras</strong><br />
Não existem evidências científicas sobre efeitos específicos desses alimentos. Mas ingerir folhas escuras, nozes e cereais integrais (todos ricos em magnésio) pode provocar um aumento da serotonina, neurotransmissor que está em baixa durante a TPM e que contribui para a melhoria da autoestima e das oscilações do humor.</p>
<p><strong>Acupuntura</strong><br />
Entre as alternativas não-medicamentosas para o alívio da TPM, a acupuntura é a mais recomendada. Segundo a médica acupunturista Angela Tabosa, da Unifesp, ela atua de duas formas: energicamente &#8211;as cólicas seriam uma estagnação de energia na pelve e, assim, a acupuntura restabeleceria a circulação energética, diminuindo a dor&#8211; e por meio da ação analgésica, que possui resultados científicos comprovados.</p>
<p><strong>Fibras</strong><br />
Alimentos como arroz integral, aveia, gérmen de trigo e pães integrais ajudam a regular o intestino e proporcionam a sensação de saciedade. Assim, segundo a nutricionista Thaís Seabra, a mulher acaba consumindo menos açúcares simples e gorduras &#8211;alimentos que, em excesso, colaboram para piorar os sintomas da TPM.</p>
<p><strong>Exercícios aeróbicos</strong><br />
A prática regular de atividades físicas também ajuda a driblar a TPM. Fazer exercícios aeróbicos (correr, dançar, pedalar) três vezes por semana por ao menos 30 minutos tem um resultado próximo ao dos medicamentos: alivia em cerca de 40% os sintomas, diz Aline Polanczyk, do ambulatório de TPM da PUC- RS. As atividades de ritmo aceleram o metabolismo e aumentam a produção de endorfinas &#8211;que trazem relaxamento e bem-estar.</p>
<p><strong>Leite e derivados</strong><br />
São ricos em cálcio e ajudam a reduzir o desconforto e as dores no corpo. Ingerir leite e derivados favorece a absorção de magnésio &#8211;o que eleva os níveis de serotonina no organismo. Mas há um porém. Queijos muito gordurosos e salgados (como parmesão, gongonzola e brie) são desaconselhados. Os mais indicados são ricota fresca e minas.</p>
<p><strong>Massagem e drenagem</strong><br />
Um dos nós da TPM é a retenção de líquido. A drenagem linfática é uma massagem que estimula a circulação da linfa (que carrega as toxinas acumuladas), para que ela seja eliminada pelo suor ou pela urina. &#8220;Além de auxiliar na eliminação do líquido, a drenagem também é relaxante. Muitas mulheres aumentam o número de sessões quando entram no período da TPM&#8221;, diz a fisioterapeuta Maria Teresa Bicca Dode, da Clínica Hara.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">ISTO ATRAPALHA </span></strong></p>
<p><strong>Sal</strong><br />
O excesso de sal favorece a retenção de líquido e o inchaço, o que contribui para sintomas clássicos da TPM. Alguns alimentos, como melancia, agrião e aspargo, ajudam a eliminar água do corpo, reduzindo o inchaço.</p>
<p><strong>Álcool</strong><br />
Além de aumentar a instabilidade emocional, o consumo de bebidas alcoólicas também pode elevar a probalidade de a mulher apresentar dor de cabeça, fadiga, insônia e até mesmo depressão.</p>
<p><strong>Chocolate</strong><br />
Apesar de proporcionar uma sensação de bem-estar no início (devido ao aumento da serotonina), o excesso de chocolate tem efeito contrário e piora os sintomas (porque tem substâncias comprovadamente excitantes).</p>
<p><strong>Cafeína</strong><br />
Café, chá-preto e alguns refrigerantes aumentam a ansiedade, a insônia e a instabilidade emocional. Assim, recomenda-se evitar esse tipo de bebida, pois elas são excitantes do sistema nervoso central.</p>
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		<title>Liverpool pode proibir termo &#8216;obesidade&#8217; em material para crianças</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Entidade que reúne menores disse que termo é ofensivo e pediu proibição. O conselho municipal de Liverpool, no norte da Inglaterra, vai analisar uma proposta de proibir o uso da palavra &#8220;obesidade&#8221; em material informativo destinado a crianças. Órgão quer que se use a expressão &#8216;peso insalubre&#8217; Um órgão formado por menores matriculados nas escolas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://diganaoaerotizacaoinfantil.files.wordpress.com/2007/10/obesidade-infantil.jpg" alt="http://diganaoaerotizacaoinfantil.files.wordpress.com/2007/10/obesidade-infantil.jpg" /></p>
<p><strong>Entidade que reúne menores disse que termo é ofensivo e pediu proibição.</strong></p>
<p>O conselho municipal de Liverpool, no norte da Inglaterra, vai analisar uma proposta de proibir o uso da palavra &#8220;obesidade&#8221; em material informativo destinado a crianças.</p>
<p>Órgão quer que se use a expressão &#8216;peso insalubre&#8217;</p>
<p>Um órgão formado por menores matriculados nas escolas da cidade, o Parlamento de Escolas de Liverpool, pediu que a palavra seja substituída pela expressão &#8220;peso insalubre&#8221;.</p>
<p>Seus integrantes, que têm de 9 a 11 anos de idade, acreditam que o termo é ofensivo e pode desmotivar crianças com o peso acima do normal a emagrecer.</p>
<p>Um porta-voz do conselho disse que a proposta será analisada nos próximos dois meses e pode ser adotada como parte da estratégia oficial para melhorar a vida das crianças na cidade nos próximos dois anos.</p>
<p>&#8220;Nós não podemos mudar a terminologia do governo ou dos médicos, mas podemos mudar a forma como informamos questões ligadas ao peso em relatórios do conselho e em nossa comunicação com crianças&#8221;, disse o porta-voz.</p>
<p>O Parlamento de Escolas de Liverpool é consultado pelo conselho sobre questões ligadas a crianças e a jovens.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		</item>
		<item>
		<title>EUA alertam contra droga proibida que &#8220;dissolve&#8221; gordura</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) fez ontem um alerta contra tratamentos que prometem dissolver gordura, mas não têm eficácia comprovada, e notificou uma empresa brasileira que importa e distribui produtos para esse fim nos EUA. Editoria de Arte/Folha Imagem Os procedimentos, chamados de lipodissolução e mesoterapia, usam injeções das drogas fosfatidilcolina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) fez ontem um alerta contra tratamentos que prometem dissolver gordura, mas não têm eficácia comprovada, e notificou uma <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u717940.shtml">empresa brasileira</a> que importa e distribui produtos para esse fim nos EUA.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2"></td>
<td>Editoria de Arte/Folha Imagem</td>
<td rowspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2214fkhcb3hn_b" alt="" width="650" height="511" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os procedimentos, chamados de lipodissolução e mesoterapia, usam injeções das drogas fosfatidilcolina (lipostabil) e desoxicolato de sódio (lipoblaste). Ambas são proibidas para uso estético aqui e nos EUA, mas são vendidas ilegamente.</p>
<p>A empresa brasileira notificada tem sede em Fortaleza (CE) e vende as drogas em dois sites em inglês, hospedados no Brasil. A FDA fez um alerta à empresa para impedir a importação e distribuição dos produtos nos EUA e afirmou que vai fazer uma notificação às autoridades brasileiras reguladoras.</p>
<p>Mesmo sem ter recebido o comunicado oficial da FDA, a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) disse que, como o site tem domínio brasileiro, vai fazer uma autuação à empresa para que ela retire a propaganda e a venda das substâncias, já que o produto não cumpre as exigências sanitárias.</p>
<p>A fosfatidilcolina era, originalmente, usada para tratamento de embolia gordurosa, mas, segundo a Anvisa, não há informações sobre a segurança do produto na dissolução de gorduras localizadas e, por isso, o uso e a fabricação foram proibidos em 2003.</p>
<p>Já o desoxicolato de sódio, que age da mesma forma, pode ser encontrado na composição de alguns remédios, mas não tem autorização para uso estético, de acordo com a agência.</p>
<p>&#8220;A ação era a mesma, mas ele provocava mais reações, como dor e inchaço&#8221;, diz a dermatologista Andréia Moreira, coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia.</p>
<p>Venda ilegal</p>
<p>Apesar da proibição da venda das substâncias, a Folha encontrou clínicas em São Paulo e no Rio que confirmaram oferecer tratamento com o desoxicolato de sódio. A reportagem também encontrou ao menos quatro comunidades do Orkut que vendem os medicamentos. A Anvisa disse que fará uma análise desse comércio e poderá autuar clínicas e farmácias de manipulação. A multa varia entre R$ 2.000 e R$ 1,5 milhão.</p>
<p>MARIANA VERSOLATO<br />
Colaboração para a Folha</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cientistas descobrem conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/cientistas-descobrem-conexao-biologica-entre-estresse-ansiedade-e-depressao/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo canadense criou inibidor molecular, testado em cobaias. Distúrbios estão entre principais causas de doenças crônicas, diz OMS. Cientistas da Universidade de Ontario Ocidental, no Canadá, identificaram pela primeira vez uma conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão. O grupo, liderado por Stephen Ferguson, demonstrou em artigo publicado na revista “Nature Neuroscience” como estresse e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://concursowebmaster.com/user/projects/-2008823735/img/stress.jpg" alt="http://concursowebmaster.com/user/projects/-2008823735/img/stress.jpg" /></p>
<p><strong>Grupo canadense criou inibidor molecular, testado em cobaias.<br />
Distúrbios estão entre principais causas de doenças crônicas, diz OMS.</strong></p>
<p>Cientistas da Universidade de Ontario Ocidental, no Canadá, identificaram pela primeira vez uma conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão. O grupo, liderado por Stephen Ferguson, demonstrou em artigo publicado na revista “Nature Neuroscience” como estresse e ansiedade podem levar à depressão.</p>
<p>O mecanismo de conexão descoberto envolve a interação entre o receptor de fator de liberação de corticotropina 1 (CRFR1, cuja ativação leva à ansiedade em resposta ao estresse) e tipos específicos de receptores do neutrotransmissor serotonina (5-HTR, que induz ao estado depressivo). O CRFR1 atua no aumento do número de 5-HTR em superfícies de células no cérebro.</p>
<p>Os pesquisadores desenvolveram um inibidor molecular que, testado em camundongos, bloqueou o circuito. O inibidor ainda não chegou ao estágio de agente farmacológico eficaz para tratamento de humanos. A próxima fase da pesquisa vai tentar justamente alcançar esse patamar.</p>
<p>“De acordo com a Organização Mundial da Saúde, depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento estão entre as causas mais prevalentes de doenças crônicas. Ao explorar o potencial da biologia molecular, Ferguson e colegas mostraram novos caminhos que poderão se mostrar importantes para a melhoria das vidas de muitas pessoas que sofrem com esses problemas”, disse Anthony Phillips, diretor dos Institutos Canadenses de Pesquisa em Saúde, que financiou a pesquisa.</p>
<p>O artigo “CRF receptor 1 regulates anxiety behavior via sensitization of 5-HT2 receptor signaling” foi publicado na edição mais recente da revista científica “Nature Neuroscience”.</p>
<p>*Com informações da <a href="http://www.agencia.fapesp.br/" target="_blank">Agência Fapesp</a></p>
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		<title>Novos testes podem confirmar eficácia de vacina contra câncer de pele</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas fazem 3ª etapa de testes com vacina contra herpes usada contra melanomas. Cientistas dos Estados Unidos estão iniciando novos testes com uma vacina normalmente utilizada para combater o herpes e que mostrou ter efeitos positivos no tratamento do melanoma, o tipo mais perigoso de câncer de pele. Os especialistas do centro médico da Rush [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cientistas fazem 3ª etapa de testes com vacina contra herpes usada contra melanomas.</strong></p>
<p>Cientistas dos Estados Unidos estão iniciando novos testes com uma vacina normalmente utilizada para combater o herpes e que mostrou ter efeitos positivos no tratamento do melanoma, o tipo mais perigoso de câncer de pele.</p>
<p>Os especialistas do centro médico da Rush University, em Chicago, já realizaram duas fases de testes com a vacina, chamada OncoVEX.</p>
<p>Na segunda fase, dos 50 pacientes submetidos ao tratamento, oito se recuperaram completamente do câncer, enquanto outros quatro tiveram uma reação positiva parcial e puderam se curar com uma cirurgia.</p>
<p>Pacientes com estágios avançados do câncer de pele costumam ter um prognóstico ruim de sobrevivência. Por isso, tal resultado foi considerado bom pelos cientistas.</p>
<p>&#8220;Atualmente existem poucas alternativas de tratamento para pacientes com melanoma avançado, nenhuma delas satisfatórias. Por isso oncologistas ficaram muito animados com os resultados obtidos&#8221;, disse Howard Kaufman, diretor do programa de câncer da Rush University e chefe da equipe que realiza os testes.</p>
<p><strong>Descoberta acidental </strong></p>
<p>Cientistas descobriram que a OncoVEX tinha efeito sobre tecido canceroso quando a vacina foi acidentalmente aplicada em uma amostra de células de tumor.</p>
<p>A vacina inclui um vírus que foi modificado e convertido em um agente que atinge essas células sem afetar células saudáveis.</p>
<p>A droga também possui agentes biológicos que ajudariam a resposta do sistema imunológico ao melanoma.</p>
<p>Segundo, a Rush University, a vacina é injetada diretamente nas lesões.</p>
<p>&#8220;O que nos surpreendeu e incentivou foi o fato de a vacina ter funcionado não somente nas células injetadas, mas também em lesões em outras partes do corpo que não poderíamos alcançar&#8221;, afirmou Kaufman.</p>
<p>&#8220;A vacina gerou uma resposta imunológica que circulou pela corrente sanguínea até locais remotos.&#8221;</p>
<p>A terceira fase dos testes deve envolver 430 pacientes em todos os Estados Unidos. Cada um vai receber uma injeção nos tumores a cada duas semanas por até 24 sessões, e será acompanhado por dois anos.</p>
<p>O melanoma é o tipo mais raro, mas mais letal de câncer de pele, por causa da alta possibilidade de metástase.</p>
<p>Segundo o Instituto Nacional do Câncer brasileiro, em 2008 houve uma média de aproximadamente 6 mil novos casos, entre homens e mulheres.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Ausência de &#8220;faxina cerebral&#8221; caracteriza doença de Huntington</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas da Escola de Medicina Albert Einstein de Nova York deram um importante passo para conhecer melhor as causas da doença de Huntington, uma patologia hereditária, mortal e sem cura, que degenera o cérebro e se manifesta em pessoas relativamente jovens. &#8220;Há apenas 15 anos não se sabia que a causa estava em uma mutação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://media.rd.com/rd/images/rdc/mag0703/brain-biology-medical-research-biology-01-af.jpg" alt="http://media.rd.com/rd/images/rdc/mag0703/brain-biology-medical-research-biology-01-af.jpg" /></p>
<p><strong>Cientistas da Escola de Medicina Albert Einstein de Nova York deram um importante passo para conhecer melhor as causas da doença de Huntington, uma patologia hereditária, mortal e sem cura, que degenera o cérebro e se manifesta em pessoas relativamente jovens.</strong></p>
<p>&#8220;Há apenas 15 anos não se sabia que a causa estava em uma mutação na proteína huntingtina, que se torna tóxica, tende a se acumular na célula cerebral e acaba matando-a. Agora descobrimos que sua elevada toxicidade ocorre porque interfere nos mecanismos que mantêm as células limpas&#8221;, informou a espanhola Ana María Cuervo, que comanda a pesquisa.</p>
<p>A revista &#8220;Nature&#8221; publicou em seu site os resultados desse estudo que exigirá três anos de pesquisas em colaboração com a Universidade de Columbia de Nova York e que serão importantes para definir estratégias de pesquisa para uma possível cura da doença, da qual sofrem entre quatro e oito pessoas em cada 100 mil.</p>
<p>&#8220;É uma doença parecida com o Parkinson ou com o Alzheimer, mas totalmente genética e afeta gente muito mais jovem, de 30 ou 40 anos. Seus primeiros sintomas consistem em impulsos involuntários, mas os doentes acabam perdendo mobilidade e memória até ficarem totalmente incapacitados&#8221;, explicou Cuervo.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a incapacidade do organismo de se livrar da acumulação das proteínas mutantes provocadas pela doença se deve a falhas em um mecanismo das células para reconhecer e reunir o material que devem eliminar periodicamente.</p>
<p>&#8220;As células necessitam se manter limpas. O que descobrimos é que a proteína mutante interfere no processo de limpeza, tanto da própria proteína tóxica como de outros materiais que devem ser expulsos da célula&#8221;, detalhou Cuervo.</p>
<p>Na América Latina, cerca de 8.000 pessoas sofrem da doença de Huntington, com mais prevalência entre as que têm origem europeia. Nos Estados Unidos, o número de portadores da doença chega a aproximadamente 25 mil.</p>
<p>Da Efe, em Nova York</p>
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		<title>Com metade do corpo, homem de 35 anos pratica esportes e está noivo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:25:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vida de Kevin Easterday é tema de documentário na TV americana. Ele sofre de agenesia sacral, uma grave atrofia congênita da coluna. Kevin Easterday tem 35 anos de idade e metade do corpo. Portador de uma rara condição, chamada agenesia sacral, sua expectativa de vida, diziam os médicos, era de 21 anos. O documentário “The [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img title="Kevin rejeitou uso de próteres quando ainda era criança. Hoje, joga boliche e bilhar (Ao fundo, sua noiva Nikki) (crédito: TLC - reprodução)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2191gdx6jpc3_b" alt="Foto: TLC reprodução" width="595" height="298" /><p class="wp-caption-text">Kevin rejeitou uso de próteres quando ainda era criança. Hoje, joga boliche e bilhar (Ao fundo, sua noiva Nikki) (crédito: TLC - reprodução)</p></div>
<p><strong>Vida de Kevin Easterday é tema de documentário na TV americana.<br />
Ele sofre de agenesia sacral, uma grave atrofia congênita da coluna.</strong></p>
<p>Kevin Easterday tem 35 anos de idade e metade do corpo. Portador de uma rara condição, chamada agenesia sacral, sua expectativa de vida, diziam os médicos, era de 21 anos.</p>
<p>O documentário “The Man with Half a Body”, no canal TLC (do grupo Discovery) há uma semana, conta a história do menino de West Virginia que teve as pernas amputadas ainda aos 6 meses de idade porque sua coluna não havia se formado plenamente. Ainda garoto, ele se acostumou a usar um skate para se locomover – porque havia detestado usar próteses para substituir suas pernas.</p>
<p>Ele tem uma noiva, Nikki, e joga boliche e bilhar.</p>
<p><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2192cvbtqmhc_b" alt="Foto: TLC reprodução" width="595" height="298" /></p>
<p>Kevin rejeitou o uso de próteses quando ainda era criança (Foto: TLC reprodução &#8211; programa Inside Edition CBS)</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Mulher com raro tipo de Alzheimer não reconhece filha recém-nascida</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:15:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rebecca Doig teve doença diagnosticada ao mesmo tempo em que soube que estava grávida. Uma australiana de 31 anos de idade, que sofre de uma rara forma do Mal de Alzheimer, não consegue reconhecer a própria filha, uma menina saudável nascida na semana passada. Rebecca Doig foi diagnosticada com a doença em agosto de 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.iwannaticket.com.au/img//Event/486/detail_photo_hero.jpg" alt="http://www.iwannaticket.com.au/img//Event/486/detail_photo_hero.jpg" /></p>
<p><strong>Rebecca Doig teve doença diagnosticada ao mesmo tempo em que soube que estava grávida.</strong></p>
<p>Uma australiana de 31 anos de idade, que sofre de uma rara forma do Mal de Alzheimer, não consegue reconhecer a própria filha, uma menina saudável nascida na semana passada.</p>
<p>Rebecca Doig foi diagnosticada com a doença em agosto de 2009, quando os exames também mostraram que ela estava grávida.</p>
<p>Segundo jornais australianos, acredita-se que ela seja a única mulher a ter sido diagnosticada com esta forma da doença &#8211; semelhante à que atinge os idosos &#8211; causada por mutações no gene PSEN1.</p>
<p>Desde que a filha, Emily Rebecca Doig, nasceu, a mãe não consegue cuidar da bebê e sequer conseguiu segurá-la.</p>
<p>Os primeiros sintomas da doença começaram a surgir em 2008, quando Rebecca esquecia onde tinha colocado a bolsa ou as chaves de casa.</p>
<p>Depois de perder vários empregos por &#8220;cometer erros&#8221;, a jovem passou a se consultar com um psiquiatra e foi diagnosticada com depressão.</p>
<p>Mas sua condição continuou se deteriorando e ela foi diagnosticada com Alzheimer ao mesmo tempo em que soube que seria mãe.</p>
<p>Atualmente, Rebecca Doig precisa de cuidados 24 horas por dia. Seu marido, Scott Doig, disse à imprensa australiana que ela perdeu a memória recente e as emoções.</p>
<p>&#8220;Seus lobos frontal, parietal e temporal encolheram&#8221;, disse ele ao jornal local Hornsby and Upper North Shore Advocate.</p>
<p>Scott Doig descreveu a filha como um &#8220;milagre&#8221;. &#8220;Emily é perfeita&#8221;, disse ele à mídia. &#8220;Ela é uma coisinha linda e muito saudável&#8221;.</p>
<p>A gravidez foi tranqüila e a Emily nasceu de cesariana, pesando 2,82 quilos, na última terça-feira.</p>
<p>O pai, que já cuida da mulher, agora também tem que aprender a cuidar da bebê recém-nascida.</p>
<p>&#8220;O caminho daqui para a frente será extremamente difícil, não há dois modos de se ver isso&#8221;, disse ele, que descreve Rebecca como sendo uma pessoa alegre e extrovertida antes da doença.</p>
<p>A bebê Emily não herdou da mãe o defeito genético que causa a doença.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Twitter ajuda a disseminar dados incorretos sobre antibióticos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:12:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Twitter, rede social em que os participantes publicam mensagens curtas, vem sendo usado para disseminar informações incorretas sobre o uso de remédios, principalmente antibióticos, revela uma pesquisa da Universidade Columbia, publicada no &#8220;American Journal of Infection Control&#8221;. Embora muitos profissionais e instituições utilizem o serviço da internet para divulgar informações sérias, o objetivo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><img title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2186czbqk2c7_b" alt="" width="468" height="329" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p>O Twitter, rede social em que os participantes publicam mensagens curtas, vem sendo usado para disseminar informações incorretas sobre o uso de remédios, principalmente antibióticos, revela uma pesquisa da Universidade Columbia, publicada no &#8220;American Journal of Infection Control&#8221;.</p>
<p>Embora muitos profissionais e instituições utilizem o serviço da internet para divulgar informações sérias, o objetivo dos pesquisadores era explorar evidências de uso inadequado de medicamentos e avaliar como as pessoas partilham esse tipo de informação no Twitter.</p>
<p>Entre março e julho de 2009, eles analisaram o conteúdo de mais de 50 mil &#8220;tweets&#8221;, ou mensagens, que mencionavam a palavra antibióticos. Depois, selecionaram mil deles, que foram categorizados em grupos conforme o assunto abordado &#8211;como uso geral, efeitos colaterais e conselhos sobre tratamentos. Indícios de mau uso foram detectados a partir da busca de combinações de palavras como gripe e antibióticos ou resfriado e antibióticos -o uso de antibióticos não é recomendado nesses casos porque são doenças virais.</p>
<p>Entre os exemplos de mau uso dos antibióticos, os pesquisadores observaram mensagens contendo conselhos como &#8220;tome antibióticos se a doença for séria&#8221;. Os autores alertam que esses dados podem se espalhar rapidamente para uma grande audiência.</p>
<p>&#8220;Isso é gravíssimo. Trata-se de automedicação irresponsável&#8221;, diz a presidente do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo, Raquel Rizzi. Segundo ela, a automedicação é um hábito do brasileiro, que costuma tomar remédios sem indicação médica ou por conselho de amigos e parentes. &#8220;Isso pode mascarar sintomas, trazer sérios efeitos colaterais e causar resistência bacteriana&#8221;, alerta ela. &#8220;Mesmo diante de um simples resfriado, a pessoa deve procurar orientação de um profissional da saúde.&#8221;</p>
<p>&#8220;O problema é que todo mundo acredita em tudo o que está na internet e ela virou uma espécie de comadre fofoqueira&#8221;, diz Paulo Olzon, chefe da disciplina de clínica médica da Universidade Federal de São Paulo. &#8220;Isso cria uma desconfiança em relação às informações sérias.&#8221;</p>
<p>Para o endocrinologista Marcio Mancini, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, muitos usam o microblog como bate-papo, e não como fonte de informação. Ele costuma postar no Twitter informações sobre pesquisas e notícias médicas relevantes.</p>
<p>Em sua opinião, a possibilidade de selecionar a informação que a pessoa quer receber e passar adiante deveria ser usada para dados confiáveis. A FDA (agência americana que regula alimentos e remédios) estuda regras para redes sociais e propaganda na internet.</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Consumo regular de refrigerante cresce 13%</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/consumo-regular-de-refrigerante-cresce-13/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Índice diz respeito a brasileiros que ingerem a bebida pelo menos 5 vezes por semana; pesquisa também mostra que menos pessoas comem feijão Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que o número de brasileiros que consomem regularmente refrigerantes e sucos artificiais aumentou 13,4 % em um ano. Em 2008, 24,6% da população fazia uso das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ynaflores.com.br/images/RefrigeranteLata.jpg" alt="http://www.ynaflores.com.br/images/RefrigeranteLata.jpg" /></p>
<p><strong>Índice diz respeito a brasileiros que ingerem a bebida pelo menos 5 vezes por semana; pesquisa também mostra que menos pessoas comem feijão</strong><br />
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que o número de brasileiros que consomem regularmente refrigerantes e sucos artificiais aumentou 13,4 % em um ano. Em 2008, 24,6% da população fazia uso das bebidas cinco ou mais vezes na semana. Ano passado, o índice subiu para 27,9%.</p>
<p>&#8220;É preocupante, sobretudo pela velocidade do crescimento&#8221;, afirmou Deborah Malta, coordenadora-geral de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis.</p>
<p>Refrigerantes estão associados a obesidade. A bebida, além do açúcar, apresenta altas taxas de sódio ? o que aumenta o risco para quem tem hipertensão e problemas renais. &#8220;Por isso, no trabalho, não perguntamos se a bebida é light ou não. Nenhuma faz bem&#8221;, completou a coordenadora, uma das responsáveis pela pesquisa, batizada de Vigitel.</p>
<p>A pesquisa revela outro dado preocupante: o gradativo abandono do feijão. Em 2006, 71,9% dos ouvidos comiam pelo menos cinco vezes por semana o alimento. Ano passado esse índice caiu para 65,8% ? queda de 8,4%. &#8220;O feijão é considerado um fator de proteção. Fonte de ferro e fibras, ele forma uma dupla imbatível com arroz&#8221;, disse Deborah.</p>
<p>Baseado em entrevista com 54.367 pessoas entre 12 de janeiro e 22 de dezembro de 2009, o Vigitel detectou problemas, mas também uma mudança positiva. Em três anos (2006 a 2009), cresceu o consumo recomendado de frutas e verduras. A Organização Mundial da Saúde considera que é preciso ingerir diariamente cinco ou mais porções de frutas e hortaliças. Em 2006, apenas 7,1% da população seguia a recomendação. Ano passado, esse porcentual passou para 18,9%.</p>
<p>O almoço do eletricista César Marcon, de 22 anos, sempre tem verduras. Para acompanhar, refrigerante. &#8220;Bebo pelo menos 1 litro por dia&#8221;, diz. &#8220;É muito mais fácil que tomar suco.&#8221; O assistente de arte Felipe Volpato, de 26, diz-se &#8220;viciado&#8221; em refrigerante. Não faz atividade física &#8220;por falta de tempo&#8221; e toda sexta-feira é &#8220;dia sagrado de comer hambúrguer&#8221;. &#8220;Tenho vontade de mudar&#8221;, conta ele, que parou de tomar refrigerante de manhã.</p>
<p>&#8220;O Vigitel revela que há avanços ? como o aumento de consumo de hortaliças ? e recuos, como a redução do uso do feijão&#8221;, observou Deborah. Ela acrescenta que, mesmo com as melhoras, o brasileiro está longe do padrão ideal. &#8220;O consumo de frutas e verduras ainda é baixo. Sem falar que o consumo de carnes gordurosas e de leite com gordura é muito significativo.&#8221;</p>
<p>O estudo mostra que, quanto maior a escolaridade, melhor os hábitos: consumo regular de frutas, menor uso de carnes e leite com alto teor de gordura e menor consumo de refrigerantes. A exceção fica por conta do feijão: entre os mais escolarizados, o uso do alimento é menor.</p>
<p>Sedentarismo. A pesquisa também analisou dados sobre atividade física e sedentarismo. O trabalho indica baixos níveis de atividade física, a exemplo de outros estudos, como o revelado semana passada pelo IBGE.</p>
<p>O trabalho divulgado ontem mostra que apenas 14,7% dos adultos fazem atividades físicas com a regularidade recomendada ? 30 minutos diários, pelo menos cinco vezes por semana. E que o número de sedentários aumentou 24% em três anos. Em 2006, 13,2% dos adultos estavam inativos; no ano passado, o índice passou para 16,4%. Uma das explicações é o aumento do sedentarismo entre mulheres.</p>
<p>&#8220;Entre os fatores considerados, está a atividade doméstica. Percebemos uma redução desse tipo de prática entre mulheres nos últimos anos&#8221;, completou. São Paulo é a capital onde se pratica menos a atividade física. A campeã de atividades é Vitória (ES). &#8220;Exercícios não estão associados apenas à vontade. É preciso que haja espaços, praças, parques iluminados&#8221;, completa a coordenadora. / COLABOROU CARLOS LORDELO</p>
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		<title>Erro de sistema na lista de doadores de órgãos pode ter afetado 800 mil britânicos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Erro]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Transplante]]></category>

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		<description><![CDATA[Até 45 pessoas podem ter doado órgãos que não queriam, disse jornal.  Autoridades admitiram erro e afirmaram que caso está sendo apurado. As autoridades britânicas responsáveis pelos transplantes de órgãos informou neste sábado (10) que está investigando erros na lista de doadores no país, cometidos ao longo da última década. A agência afirmou que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://veja.abril.com.br/060808/imagens/fraude2.jpg" alt="http://veja.abril.com.br/060808/imagens/fraude2.jpg" /></p>
<p><strong>Até 45 pessoas podem ter doado órgãos que não queriam, disse jornal.  Autoridades admitiram erro e afirmaram que caso está sendo apurado.</strong></p>
<p>As autoridades britânicas responsáveis pelos transplantes de órgãos informou neste sábado (10) que está investigando erros na lista de doadores no país, cometidos ao longo da última década.</p>
<p>A agência afirmou que os problemas técnicos da lista, que engloba cerca de 14 milhões de pessoas, existem desde 1999 -e que um pequeno grupo de pessoas pode ter tido órgão removidos indevidamente como resultado disso.</p>
<p>O erro do programa fazia, por exemplo, que pessoas que queriam doar pulmões ou pele fossem incorretamente identificadas como pessoas que queriam doar córneas ou o coração.</p>
<p>O jornal &#8220;Sunday Telegraph&#8221; afirmou que o problema afetou cerca de 800 mil pessoas -45 das quais podem ter morrido e doado órgãos que não queriam.</p>
<p>As autoridades não confirmaram nem negaram os números divulgados pelo jornal, mas disseram que o caso está sendo apurado.</p>
<p>O erro vem à tona em um momento em que o governo do Reino Unido tentava aumentar o número de doadores de órgãos no país, que tem um dos piores índices na Europa. Atualmente, cada britânico é considerado automaticamente um não-doador, a não ser que se registre como tal ou que um familiar decida pela doação após a morte.</p>
<p>Da AP</p>
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		<title>Médicos retiram trompa de paciente fazendo apenas corte no umbigo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 20:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Trompas]]></category>

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		<description><![CDATA[Normalmente, cirurgia exige quatro cortes na barriga. Com nova técnica, dores e tempo de recuperação diminuem. Teve alta do Hospital das Clínicas, em São Paulo, uma paciente que passou por uma cirurgia inédita na América Latina. Nesta terça-feira (6), médicos retiraram as trompas da diarista Elisabete Moreira de Melo através de um pequeno corte no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2009/08/cirurgia-de-catarata.jpg" alt="http://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2009/08/cirurgia-de-catarata.jpg" /></p>
<p><strong>Normalmente, cirurgia exige quatro cortes na barriga.<br />
Com nova técnica, dores e tempo de recuperação diminuem.</strong></p>
<p>Teve alta do Hospital das Clínicas, em São Paulo, uma paciente que passou por uma cirurgia inédita na América Latina. Nesta terça-feira (6), médicos retiraram as trompas da diarista Elisabete Moreira de Melo através de um pequeno corte no umbigo, e hoje ela já está em casa.</p>
<p>Apenas um dia depois de passar pela cirurgia para retirar as trompas, Elisabete ainda está surpresa. &#8220;Não imaginava que pelo umbigo dava pra fazer tanta coisa. Eu não esperava mesmo, pra mim foi surpresa&#8221;</p>
<p>Normalmente, na cirurgia de laparoscopia é feito um corte no umbigo e outros três pequenos cortes no abdômen, por onde vão passar uma câmera e três pequenas pinças. Com a nova técnica é feito apenas um corte de um centímetro e meio no umbigo. Além das trompas, o método também pode ser usado para retirada dos ovários, de cistos e de miomas.</p>
<p>Agora, Elisabete não vai mais sofrer com as inflamações e, como ela queria, também não vai ter mais filhos. Nesta quarta-feira ela pôde caminhar e fazer atividades leves, e deve voltar ao trabalho nos próximos dias.</p>
<p>&#8220;Não estou sentindo nada. Só sinto como se tivesse feito ginástica, uma pequena pressão na barriga, só.&#8221;, conta.</p>
<p>Com a nova técnica, o tempo de recuperação cai pela metade, e as dores depois da cirurgia também diminuem. O método já é usado nos Estados Unidos e na Coreia.</p>
<p><strong>Custos</strong></p>
<p>&#8220;Há um menor custo tanto para paciente quanto para as fontes pagadoras, quer seja o sistema público de saúde, quer seja o sistema privado de saúde&#8221;, afirma o médico Sérgio Conti Ribeiro, que participou da cirurgia.</p>
<p>Ele acrescenta que ainda serão necessários cerca de três anos para que os hospitais estejam equipados e os profissionais treinados para aplicar o novo método. Quando isso acontecer, a rede pública estadual poderá atender até 40 mil mulheres por ano.</p>
<p>Do G1, com informações do SPTV</p>
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