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	<title>Blog de Maurílio &#187; Pesquisas</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Célula-tronco adulta não remonta coração, mostra estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sebastian Kaulitzki/Shutterstock &#8211; Vista em raios-X do coração humano; célula-tronco adulta não o remonta, ao contrário do esperado, e trabalho ainda é necessário Uma análise dos resultados conseguidos até agora com o uso de células-tronco para tratar doenças cardíacas mostra que ainda vai ser preciso muito trabalho para que seja possível falar em curas. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="Sebastian Kaulitzki/Shutterstock - Vista em raios-X do coração humano; célula-tronco adulta não o remonta, ao contrário do esperado, e trabalho ainda é necessário" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2241dff5nc3_b" alt="Vista em raios-X do coração humano; célula-tronco adulta não o remonta, ao contrário do esperado, e trabalho ainda é necessário" width="330" height="220" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Sebastian Kaulitzki/Shutterstock &#8211; Vista em raios-X do coração humano; célula-tronco adulta não o remonta, ao contrário do esperado, e trabalho ainda é necessário</dd>
</dl>
</div>
<p><strong>Uma análise dos resultados conseguidos até agora com o uso de células-tronco para tratar doenças cardíacas mostra que ainda vai ser preciso muito trabalho para que seja possível falar em curas. </strong></p>
<p>As células-tronco adultas, por exemplo, revelaram-se incapazes de reconstruir o tecido do coração, ao contrário do que se esperava, e o uso de outros tipos celulares em pessoas ainda está distante.</p>
<p>&#8220;Eu não diria que se trata de uma avaliação pessimista, embora, de fato, ela seja bastante crítica&#8221;, disse à Folha o médico José Eduardo Krieger, do Incor (Instituto do Coração). &#8220;O importante é que o campo está mais maduro.</p>
<p>E é claro que a gente não conseguiria saber onde a coisa não funcionou, e como melhorar, sem esses oito anos de tentativas&#8221;, afirma Krieger, que assina a análise junto com colegas da Holanda no periódico científico &#8220;Science Translational Medicine&#8221;.</p>
<p>No caso das células-tronco adultas, em geral obtidas do próprio paciente que vai ser tratado, o balde de água fria é mais dolorido porque elas chegaram rápido aos testes com pacientes humanos.</p>
<p><strong>Rejeição</strong></p>
<p>Isso aconteceu porque o transplante desse tipo de célula, ao ocorrer dentro do mesmo organismo, por assim dizer, não traz riscos de rejeição. Havia a expectativa de que ao menos algumas delas pudessem ter grande versatilidade, assumindo o papel das células do coração e reconstruindo o órgão.</p>
<p>Esse potencial de &#8220;curinga&#8221; é real no caso das células-tronco embrionárias. Mas, no caso das adultas, a coisa se revelou mais complexa. &#8220;Elas não são o curinga do baralho, como a gente acreditava na fase inicial, mais ingênua, da pesquisa&#8221;, diz Krieger.</p>
<p>Administrá-las até melhora um pouco a atividade cardíaca, aparentemente porque elas produzem substâncias que levam o órgão a se regenerar em parte, além de facilitarem o surgimento de vasos sanguíneos, o que também ajuda.</p>
<p>Conforme os testes clínicos foram abarcando mais pacientes, as supostas melhoras dramáticas dos primeiros doentes foram ficando menos impressionantes. &#8220;Nesses casos, é provável que o efeito placebo [a simples influência psicológica positiva do tratamento sobre o doente] tenha agido.&#8221;</p>
<p><strong>Novos rumos</strong></p>
<p>As decepções, contudo, devem trazer correções de rumo. Para Krieger, as células adultas podem virar a abordagem indicada para prevenir problemas mais sérios, como infartos, em certos pacientes.</p>
<p>No caso de pessoas com o coração &#8220;crescido&#8221; por problemas como o mal de Chagas, mesmo as células embrionárias não serão capazes de corrigir o formato do órgão -uma cirurgia de reconstrução é indispensável.</p>
<p>&#8220;E, em outros casos, precisamos gerar novas células cardíacas, e para isso um caminho é reprogramar células adultas para que elas se comportem como embrionárias&#8221;, diz ele, referindo-se às chamadas células iPS, uma das grandes promessas do ramo hoje.</p>
<p>Também pode-se buscar as poucas células do coração com capacidade de se regenerarem e transplantá-las.</p>
<p>Folha online</p>
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		<title>Restrição ao cigarro reduz internações hospitalares, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 16:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
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		<category><![CDATA[Restrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram analisados estudos internacionais que descreviam proibições legislativas ao fumo Uma revisão de 50 estudos internacionais sobre os efeitos da proibição do fumo em locais públicos indica que esse tipo de medida reduz a exposição ao fumo passivo e as internações hospitalares por problemas cardíacos. O trabalho, encabeçado pela pesquisadora Joanne E. Callinan, do Centro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/cigarro-maleficios-010408.jpg" alt="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/cigarro-maleficios-010408.jpg" /></p>
<p><strong>Foram analisados estudos internacionais que descreviam proibições legislativas ao fumo</strong></p>
<p>Uma revisão de 50 estudos internacionais sobre os efeitos da proibição do fumo em locais públicos indica que esse tipo de medida reduz a exposição ao fumo passivo e as internações hospitalares por problemas cardíacos. O trabalho, encabeçado pela pesquisadora Joanne E. Callinan, do Centro de Saúde Milford, na Irlanda, foi realizado para a Cochrane Colaboration, uma organização sem fins lucrativos de levantamento de informações médicas.</p>
<p>&#8220;Houve evidência consistente da redução de internações hospitalares por eventos cardíacos, bem como a melhoria de alguns indicadores de saúde&#8221; após a proibição do fumo, escrevem os autores num resumo do trabalho.</p>
<p>Foram analisados estudos que descreviam proibições legislativas ao fumo, e que tivessem um período de acompanhamento de pelo menos seis meses das mudanças nos comportamentos relativos ao tabaco.</p>
<p>Os pesquisadores não encontraram variações expressivas no fumo passivo dentro de automóveis ou em residências, mas &#8220;evidência consistente&#8221; de queda no fumo passivo em locais de trabalho, restaurantes, bares e áreas públicas.</p>
<p>Os autores concluem que a imposição de leis proibindo o fumo leva a uma redução da exposição ao fumo passivo. A população mais beneficiada, segundo o levantamento, foram os funcionários da indústria da hospitalidade, como hotéis e restaurantes.</p>
<p>Há pouca evidência do impacto dessas medidas no fumo ativo, mas a tendência, diz o trabalho, é de queda. Os autores também notam que o apoio popular às proibições cresce depois que são implementadas.</p>
<p>estadao.com.br</p>
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		<title>Cariocas e gaúchas usam anticoncepcional por mais tempo, diz Ibope</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Anticoncepcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cariocas]]></category>
		<category><![CDATA[Gaúchas]]></category>
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		<description><![CDATA[As mulheres de Porto Alegre e do Rio de Janeiro utilizam a pílula anticoncepcional por períodos maiores do que as brasileiras de outras capitais. A informação é da pesquisa Ibope encomendada pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) para o projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcionais). Foram ouvidas 500 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2226g9bk6ffm_b" alt="" width="550" height="330" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p>As mulheres de Porto Alegre e do Rio de Janeiro utilizam a pílula anticoncepcional por períodos maiores do que as brasileiras de outras capitais. A informação é da pesquisa Ibope encomendada pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) para o projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcionais).</p>
<p>Foram ouvidas 500 mulheres das classes A/B de cinco capitais (São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre) com idades entre 15 e 45 anos, usuárias de pílula (81%) ou que utilizaram o método nos 12 meses anteriores às entrevistas (19%), realizadas em maio do ano passado.</p>
<p><strong>Os dados indicam que a maioria das gaúchas (56%) adeptas do anticoncepcional toma pílula há mais de dez anos. Entre as cariocas, o percentual é de 47%.</strong></p>
<p>Para Nílson Roberto de Melo, presidente da Febrasgo, os números apontam a tendência de se usar a pílula por um tempo cada vez maior. &#8220;Hoje, a mulher está postergando a gravidez devido à vida profissional e está mais informada. Ela sabe dos benefícios extra-contraceptivos do método, como a redução do risco de câncer de ovário e de endométrio, a diminuição dos cistos e a melhora da pele e do ciclo menstrual&#8221;, afirma o médico.</p>
<p>A evolução da pílula também a tornou mais aceitável. Cinquenta anos atrás, as primeiras gerações tinham até dez vezes mais estrogênio e cerca de 150 vezes mais derivado da progesterona do que os contraceptivos atuais. &#8220;Atualmente temos uma série de produtos com as mais variadas doses e componentes&#8221;, diz Melo.</p>
<p>Nas outras capitais pesquisadas o quadro se inverte: as &#8220;usuárias recentes&#8221; detêm os maiores percentuais. Em Belo Horizonte, 49% declararam fazer uso do método há menos de cinco anos. Em São Paulo, esse índice ficou em 45% e, em Recife, 39%.</p>
<p>A pesquisa mostrou ainda que 85% estão satisfeitas com o medicamento que usam, 86% pretendem continuar usando-o e 70% não têm intenção de mudar de método contraceptivo.</p>
<p><strong>Vida sexual</strong></p>
<p>O desejo sexual permanece inalterado para 72% das usuárias da pílula. Na opinião de 16%, o desejo diminui e, para 11%, aumenta. A vida sexual de um modo geral não sofre mudanças com a utilização do contraceptivo para a maioria (53%) das mulheres &#8211;38% disseram haver impacto positivo.</p>
<p>O projeto R.O.S.A. deve usar os dados para compor as ações de sua primeira fase, que foca na sexualidade e já promoveu encontros para ginecologistas. &#8220;É preciso educar os médicos em sexualidade, pois há essa lacuna na graduação e na pós-graduação tradicionais&#8221;, considera Gérson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da Febrasgo. &#8220;Infelizmente, os medicos não abordam a sexualidade quando fazem a orientação contraceptiva.&#8221;</p>
<p>Para o especialista, uma das consequências práticas desse aprendizado é levar também o homem ao consultório do ginecologista. &#8220;O casal tem de chegar a uma resolução conjunta sobre o método contraceptivo.&#8221;</p>
<p><strong>Folhaonline</strong></p>
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		<title>Esquecer causa da tristeza pode piorar sentimento, indica estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas com memória ruim sentem-se tristes mesmo quando esquecem o que as deixou assim &#8211;sugerindo que emoções e memória não são tão conectados quanto se pensava&#8211;, mostra um novo estudo realizado nos Estados Unidos. Justin Feinstein, neurocientista da Universidade de Iowa, mostrou uma compilação de trechos comoventes de filmes, incluindo &#8220;Forrest Gump &#8211; O Contador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://richkleber.com/family/rich/moviereviews/moviereviews/movieimages/forrestgump.jpg" alt="http://richkleber.com/family/rich/moviereviews/moviereviews/movieimages/forrestgump.jpg" height="450" /></p>
<p><strong>Pessoas com memória ruim sentem-se tristes mesmo quando esquecem o que as deixou assim &#8211;sugerindo que emoções e memória não são tão conectados quanto se pensava&#8211;, mostra um novo estudo realizado nos Estados Unidos. </strong></p>
<p>Justin Feinstein, neurocientista da Universidade de Iowa, mostrou uma compilação de trechos comoventes de filmes, incluindo &#8220;Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias&#8221;, a cinco pessoas incapazes de formar novas memórias devido a danos no hipocampo (região do cérebro importante para a formação da memória). Dez minutos depois, a equipe do pesquisador avaliou as memórias desses pacientes e as de um grupo de cinco pessoas com funções cerebrais normais.</p>
<p>Os que sofriam de amnésia sentiram uma tristeza hesitante mesmo que tivessem dificuldades para lembrar os mais simples detalhes dos trechos, enquanto aqueles com memória normal sentiram-se bem.</p>
<p>&#8220;Estou surpreso que a emoção tenha durado tanto nos pacientes com problemas de memória&#8221;, afirma Feinstein.</p>
<p>A explicação pode estar na habilidade de guardar e processar eventos emocionais, que &#8220;alivia alguns sentimentos ruins ou a maioria deles &#8220;, de acordo com Todd Sacktor, do Downstate Medical Center, em Nova York.</p>
<p>A equipe de Feinstein também apresentou aos dois grupos diversos clipes bem-humorados e encontrou uma relação similar de respostas, apesar de haver uma diferenciação menos explícita entre os dois grupos. &#8220;A tristeza dura mais&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p>Os resultados evidenciam a importância de se manter o respeito com pessoas que sofrem de Alzheimer e outros problemas de memória, continua o neurocientista. Mesmo que essas pessoas não se lembrem de terem sido vítimas de um comportamento insensível, elas podem sentir-se estressadas &#8211;e por mais tempo do que os outros.</p>
<p>Também é possível que o uso de terapia para bloquear memórias ruins em pessoas com síndrome de estresse pós-traumático na verdade prejudique a recuperação, diz Feinstein. &#8220;Ao não ter aquela memória, você pode prolongar o sofrimento emocional.&#8221;</p>
<p><strong>New Scientist</strong></p>
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		<title>Quem dorme mal consome mais calorias, mostra estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Calorias]]></category>
		<category><![CDATA[Insônia]]></category>
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		<description><![CDATA[Não é só  impressão: dormir mal aumenta o apetite no dia seguinte. Alguns estudos já mostraram a associação entre má qualidade de sono e obesidade, mas um trabalho publicado na última edição do &#8220;American Journal of Clinical Nutrition&#8221; é o primeiro a investigar o que ocorre no padrão da alimentação de pessoas que passam a dormir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://tenisvelho.files.wordpress.com/2009/01/insonia.jpg?w=226&amp;h=280" alt="http://tenisvelho.files.wordpress.com/2009/01/insonia.jpg?w=226&amp;h=280" /></p>
<p>Não é só  impressão: dormir mal aumenta o apetite no dia seguinte. Alguns estudos já mostraram a associação entre má qualidade de sono e obesidade, mas um trabalho publicado na última edição do &#8220;American Journal of Clinical Nutrition&#8221; é o primeiro a investigar o que ocorre no padrão da alimentação de pessoas que passam a dormir menos.</p>
<p>Pesquisadores franceses avaliaram 12 homens com peso normal e idade média de 22 anos durante dois ciclos de 48 horas. No primeiro período, usado como controle, os voluntários mantiveram sua rotina normal de sono, alimentação e atividades. Na segunda etapa, dormiram oito horas na primeira noite (da meia-noite às 8h) e quatro horas na segunda (das 2h às 6h). Eles podiam comer o que quisessem.</p>
<p>Depois da noite mais curta, eles consumiram 22% mais calorias. Foram ingeridas, em média, 560 calorias a mais -o que poderia levar ao ganho de meio quilo em uma semana.</p>
<p>Uma das explicações dos pesquisadores se relaciona aos mecanismos de sobrevivência criados ao longo da evolução. Humanos tendem a comer mais após uma noite mal dormida porque os mamíferos aprenderam a estocar calorias no verão, quando as noites são mais curtas e há mais comida.</p>
<p>&#8220;Não existe um único culpado. A explicação simplista é que o maior tempo acordado aumenta as chances de comer&#8221;, diz Márcio Mancini, endocrinologista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.</p>
<p>Sabe-se também que a secreção de alguns hormônios está relacionada ao sono e, quando há privação desse descanso, podem ocorrer mudanças que contribuem para o aumento no consumo de alimentos.</p>
<p>Há redução de leptina &#8211;hormônio relacionado à saciedade e que também facilita o gasto de energia pelo organismo. Quando se dorme menos, ocorre ainda o aumento na secreção de grelina, substância responsável por estimular o apetite.</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Castanhas, nozes e peixe reduzem riscos de desenvolver Alzheimer, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga aumentam riscos. Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica &#8220;Archives of Neurology&#8221;. O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.blogdomadeira.com.br/wp-content/uploads/2008/03/pintado_creme.jpg" alt="http://www.blogdomadeira.com.br/wp-content/uploads/2008/03/pintado_creme.jpg" width="468" height="325" /></p>
<p><strong>Laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga aumentam riscos.</strong></p>
<p>Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica &#8220;Archives of Neurology&#8221;.</p>
<p>O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, em Nova York, Estados Unidos, analisaram as dietas de 2.148 adultos em idade de se aposentar vivendo em Nova York.</p>
<p>Durante os quatro anos de duração do estudo, 253 dos adultos do grupo desenvolveram Alzheimer.</p>
<p>Quando os pesquisadores estudaram em detalhe as dietas de todos os participantes no estudo, perceberam um padrão.</p>
<p>Adultos cujas dietas incluíam mais frutos oleaginosos, peixe, aves, frutas e verduras e menos laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga apresentaram muito menos chances de sofrer de demência.</p>
<p><strong>Influência </strong></p>
<p>Os pesquisadores acreditam que o segredo esteja nos diferentes níveis de nutrientes específicos que essa combinação de alimentos oferece.</p>
<p>Por exemplo, dietas ricas em ácidos graxos (como Ômega 3), vitamina E e folatos (como o ácido fólico), mas pobres em gorduras saturadas, parecem ser as melhores.</p>
<p>Há muito se suspeita de que nutrientes podem influenciar os riscos de demência.</p>
<p>Os folatos reduzem os níveis do aminoácido homocisteína (que foi associado, em estudos anteriores, ao Mal de Alzheimer) na circulação sanguínea.</p>
<p>Da mesma maneira, a vitamina E pode oferecer proteção devido ao seu forte efeito antioxidante.</p>
<p>Por outro lado, ácidos graxos saturados e monoinsaturados podem aumentar os riscos de demência ao encorajar a formação de coágulos no sangue, dizem os pesquisadores.</p>
<p>Comentando o estudo, Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer&#8217;s Research Trust, disse: &#8220;Entender a conexão entre dieta e os riscos de demência pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças como o Mal de Alzheimer em algumas pessoas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Adaptar nosso estilo de vida à medida em que ficamos mais velhos &#8211; fazendo exercícios regularmente, prestando atenção à nossa dieta e mantendo uma vida social ativa &#8211; pode reduzir os riscos de demência&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas infelizmente&#8221;, acrescentou Wood, &#8220;não há dieta ou estilo de vida que elimine esses riscos por completo&#8221;.</p>
<p>Na opinião da especialista, com 35 milhões de pessoas sofrendo de demência no mundo hoje, é importante que as pesquisas sejam direcionadas para a criação de novos tratamentos.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Vacina que não dói tem entre 100 e 300 microagulhas</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criação de japoneses evita contato com terminações nervosas. Remédio solidificado fica na forma da ponta da agulha e se dissolve. A Universidade Farmacêutica de Kyoto, no Japão, está desenvolvendo uma injeção que não dói. Para quem tem medo, pode parecer assustador: em vez de uma agulha, são usadas de cem a trezentas, conforme o remédio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Criação de japoneses evita contato com terminações nervosas.<br />
Remédio solidificado fica na forma da ponta da agulha e se dissolve.</strong></p>
<p>A Universidade Farmacêutica de Kyoto, no Japão, está desenvolvendo uma injeção que não dói. Para quem tem medo, pode parecer assustador: em vez de uma agulha, são usadas de cem a trezentas, conforme o remédio injetado. Mas são tão pequenas que não atingem as terminações nervosas, portanto não causam dor. Elas ficam presas a um disco, do tamanho de uma moeda. O método também não usa seringa.</p>
<p>As microagulhas desenvolvidas pela equipe do professor Kanji Takada tem meio milímetro de altura. A metade superior é formada pelo remédio solidificado, que fica na forma da ponta da agulha. Quando elas são injetadas, o remédio se dissolve e penetra no organismo.</p>
<p>Os pesquisadores garantem que não dói. Então, a reportagem do Jornal Nacional se submeteu a um teste. O disco precisa ficar grudado à pele de 1 a 3 minutos. De fato, não se sente nada. A sensação é como se houvesse uma lixa bem fina sobre a pele. Fica apenas uma pequena marca.</p>
<p>Nos testes com um corante azul, a pele do voluntário ficou cheia de pontinhos. Aos poucos o corante foi se dissolvendo e, 24 horas depois, não havia mais nenhum vestígio.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, ainda não foram injetados medicamentos em humanos – isso começa a ser feito até o ano que vem. Mas nos testes em animais, a agulha se mostrou eficiente para injetar insulina e remédios para câncer.</p>
<p>Teoricamente, a agulha pode ser usada para quase todos os remédios e vacinas, com exceção daqueles que precisam ser aplicados em grande quantidade e de uma vez só. Há outra vantagem: o disco não entra em contato com o sangue e é feito de material biodegradável. Pode ser jogado no lixo comum sem o risco de contaminação.</p>
<p>Do G1, com informações do Jornal Nacional</p>
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		<title>EUA alertam contra droga proibida que &#8220;dissolve&#8221; gordura</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) fez ontem um alerta contra tratamentos que prometem dissolver gordura, mas não têm eficácia comprovada, e notificou uma empresa brasileira que importa e distribui produtos para esse fim nos EUA. Editoria de Arte/Folha Imagem Os procedimentos, chamados de lipodissolução e mesoterapia, usam injeções das drogas fosfatidilcolina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) fez ontem um alerta contra tratamentos que prometem dissolver gordura, mas não têm eficácia comprovada, e notificou uma <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u717940.shtml">empresa brasileira</a> que importa e distribui produtos para esse fim nos EUA.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2"></td>
<td>Editoria de Arte/Folha Imagem</td>
<td rowspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2214fkhcb3hn_b" alt="" width="650" height="511" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os procedimentos, chamados de lipodissolução e mesoterapia, usam injeções das drogas fosfatidilcolina (lipostabil) e desoxicolato de sódio (lipoblaste). Ambas são proibidas para uso estético aqui e nos EUA, mas são vendidas ilegamente.</p>
<p>A empresa brasileira notificada tem sede em Fortaleza (CE) e vende as drogas em dois sites em inglês, hospedados no Brasil. A FDA fez um alerta à empresa para impedir a importação e distribuição dos produtos nos EUA e afirmou que vai fazer uma notificação às autoridades brasileiras reguladoras.</p>
<p>Mesmo sem ter recebido o comunicado oficial da FDA, a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) disse que, como o site tem domínio brasileiro, vai fazer uma autuação à empresa para que ela retire a propaganda e a venda das substâncias, já que o produto não cumpre as exigências sanitárias.</p>
<p>A fosfatidilcolina era, originalmente, usada para tratamento de embolia gordurosa, mas, segundo a Anvisa, não há informações sobre a segurança do produto na dissolução de gorduras localizadas e, por isso, o uso e a fabricação foram proibidos em 2003.</p>
<p>Já o desoxicolato de sódio, que age da mesma forma, pode ser encontrado na composição de alguns remédios, mas não tem autorização para uso estético, de acordo com a agência.</p>
<p>&#8220;A ação era a mesma, mas ele provocava mais reações, como dor e inchaço&#8221;, diz a dermatologista Andréia Moreira, coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia.</p>
<p>Venda ilegal</p>
<p>Apesar da proibição da venda das substâncias, a Folha encontrou clínicas em São Paulo e no Rio que confirmaram oferecer tratamento com o desoxicolato de sódio. A reportagem também encontrou ao menos quatro comunidades do Orkut que vendem os medicamentos. A Anvisa disse que fará uma análise desse comércio e poderá autuar clínicas e farmácias de manipulação. A multa varia entre R$ 2.000 e R$ 1,5 milhão.</p>
<p>MARIANA VERSOLATO<br />
Colaboração para a Folha</p>
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		<title>Cientistas descobrem conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Stress]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo canadense criou inibidor molecular, testado em cobaias. Distúrbios estão entre principais causas de doenças crônicas, diz OMS. Cientistas da Universidade de Ontario Ocidental, no Canadá, identificaram pela primeira vez uma conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão. O grupo, liderado por Stephen Ferguson, demonstrou em artigo publicado na revista “Nature Neuroscience” como estresse e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://concursowebmaster.com/user/projects/-2008823735/img/stress.jpg" alt="http://concursowebmaster.com/user/projects/-2008823735/img/stress.jpg" /></p>
<p><strong>Grupo canadense criou inibidor molecular, testado em cobaias.<br />
Distúrbios estão entre principais causas de doenças crônicas, diz OMS.</strong></p>
<p>Cientistas da Universidade de Ontario Ocidental, no Canadá, identificaram pela primeira vez uma conexão biológica entre estresse, ansiedade e depressão. O grupo, liderado por Stephen Ferguson, demonstrou em artigo publicado na revista “Nature Neuroscience” como estresse e ansiedade podem levar à depressão.</p>
<p>O mecanismo de conexão descoberto envolve a interação entre o receptor de fator de liberação de corticotropina 1 (CRFR1, cuja ativação leva à ansiedade em resposta ao estresse) e tipos específicos de receptores do neutrotransmissor serotonina (5-HTR, que induz ao estado depressivo). O CRFR1 atua no aumento do número de 5-HTR em superfícies de células no cérebro.</p>
<p>Os pesquisadores desenvolveram um inibidor molecular que, testado em camundongos, bloqueou o circuito. O inibidor ainda não chegou ao estágio de agente farmacológico eficaz para tratamento de humanos. A próxima fase da pesquisa vai tentar justamente alcançar esse patamar.</p>
<p>“De acordo com a Organização Mundial da Saúde, depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento estão entre as causas mais prevalentes de doenças crônicas. Ao explorar o potencial da biologia molecular, Ferguson e colegas mostraram novos caminhos que poderão se mostrar importantes para a melhoria das vidas de muitas pessoas que sofrem com esses problemas”, disse Anthony Phillips, diretor dos Institutos Canadenses de Pesquisa em Saúde, que financiou a pesquisa.</p>
<p>O artigo “CRF receptor 1 regulates anxiety behavior via sensitization of 5-HT2 receptor signaling” foi publicado na edição mais recente da revista científica “Nature Neuroscience”.</p>
<p>*Com informações da <a href="http://www.agencia.fapesp.br/" target="_blank">Agência Fapesp</a></p>
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		<title>Novos testes podem confirmar eficácia de vacina contra câncer de pele</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Pele]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas fazem 3ª etapa de testes com vacina contra herpes usada contra melanomas. Cientistas dos Estados Unidos estão iniciando novos testes com uma vacina normalmente utilizada para combater o herpes e que mostrou ter efeitos positivos no tratamento do melanoma, o tipo mais perigoso de câncer de pele. Os especialistas do centro médico da Rush [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cientistas fazem 3ª etapa de testes com vacina contra herpes usada contra melanomas.</strong></p>
<p>Cientistas dos Estados Unidos estão iniciando novos testes com uma vacina normalmente utilizada para combater o herpes e que mostrou ter efeitos positivos no tratamento do melanoma, o tipo mais perigoso de câncer de pele.</p>
<p>Os especialistas do centro médico da Rush University, em Chicago, já realizaram duas fases de testes com a vacina, chamada OncoVEX.</p>
<p>Na segunda fase, dos 50 pacientes submetidos ao tratamento, oito se recuperaram completamente do câncer, enquanto outros quatro tiveram uma reação positiva parcial e puderam se curar com uma cirurgia.</p>
<p>Pacientes com estágios avançados do câncer de pele costumam ter um prognóstico ruim de sobrevivência. Por isso, tal resultado foi considerado bom pelos cientistas.</p>
<p>&#8220;Atualmente existem poucas alternativas de tratamento para pacientes com melanoma avançado, nenhuma delas satisfatórias. Por isso oncologistas ficaram muito animados com os resultados obtidos&#8221;, disse Howard Kaufman, diretor do programa de câncer da Rush University e chefe da equipe que realiza os testes.</p>
<p><strong>Descoberta acidental </strong></p>
<p>Cientistas descobriram que a OncoVEX tinha efeito sobre tecido canceroso quando a vacina foi acidentalmente aplicada em uma amostra de células de tumor.</p>
<p>A vacina inclui um vírus que foi modificado e convertido em um agente que atinge essas células sem afetar células saudáveis.</p>
<p>A droga também possui agentes biológicos que ajudariam a resposta do sistema imunológico ao melanoma.</p>
<p>Segundo, a Rush University, a vacina é injetada diretamente nas lesões.</p>
<p>&#8220;O que nos surpreendeu e incentivou foi o fato de a vacina ter funcionado não somente nas células injetadas, mas também em lesões em outras partes do corpo que não poderíamos alcançar&#8221;, afirmou Kaufman.</p>
<p>&#8220;A vacina gerou uma resposta imunológica que circulou pela corrente sanguínea até locais remotos.&#8221;</p>
<p>A terceira fase dos testes deve envolver 430 pacientes em todos os Estados Unidos. Cada um vai receber uma injeção nos tumores a cada duas semanas por até 24 sessões, e será acompanhado por dois anos.</p>
<p>O melanoma é o tipo mais raro, mas mais letal de câncer de pele, por causa da alta possibilidade de metástase.</p>
<p>Segundo o Instituto Nacional do Câncer brasileiro, em 2008 houve uma média de aproximadamente 6 mil novos casos, entre homens e mulheres.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Bactéria ajuda japonês a digerir sushi melhor do que ocidental</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Bactérias]]></category>
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		<description><![CDATA[A alga marinha que envolve o sushi pode ser igualmente saborosa para um japonês ou um ocidental. Mas o nipônico vai retirar muito mais nutrição dela do que qualquer outro ser humano. Centenas de anos de consumo de algas marinhas alteraram o organismo dos japoneses a ponto de facilitar a digestão desse ingrediente. As responsáveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Maurício Kanno/Folha Online" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2197kznsctgz_b" alt="Sushi de Pepino, &quot;kappamaki&quot; em japonês; bactéria do intestino ajuda japoneses a digerir alga do sushi melhor do que ocidental" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Maurício Kanno/Folha Online</p></div>
<p>A alga marinha que envolve o sushi pode ser igualmente saborosa para um japonês ou um ocidental. Mas o nipônico vai retirar muito mais nutrição dela do que qualquer outro ser humano.</p>
<p>Centenas de anos de consumo de algas marinhas alteraram o organismo dos japoneses a ponto de facilitar a digestão desse ingrediente.</p>
<p>As responsáveis foram agora identificadas por uma equipe de pesquisadores na França: bactérias do intestino que adquiriram genes comuns em suas primas que vivem nos oceanos.</p>
<p>Sushi de Pepino, &#8220;kappamaki&#8221; em japonês; bactéria do intestino ajuda japoneses a digerir alga do sushi melhor do que ocidental</p>
<p>Os genes são a receita para a produção de enzimas que facilitam a digestão das algas pelas bactérias &#8211;no mar ou na barriga de um japonês.</p>
<p>Os trilhões de bactérias presentes no intestino são os amigos mais próximos e mais úteis dos seres humanos.</p>
<p>Como lembra o grupo de Mirjam Czjzek, da Universidade de Paris 6, em um artigo na edição de hoje da revista científica &#8220;Nature&#8221;, esses micróbios suprem seus hospedeiros com energia ao usar enzimas que estes não fabricam para quebrar alimentos.</p>
<p>Evolução conjunta</p>
<p>Bactérias intestinais e humanos têm evoluído juntos, em benefício mútuo. Uma estratégia de sucesso no ecossistema do intestino é se tornar proficiente em usar os nutrientes que o hospedeiro consome.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Bactéria do intestino ajuda japonês a digerir sushi melhor do que ocidental; ela possui genes comuns de suas primas dos oceanos" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2198hjr27ndq_b" alt="Bactéria do intestino ajuda japonês a digerir sushi melhor do que ocidental; ela possui genes comuns de suas primas dos oceanos" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Bactéria do intestino ajuda japonês a digerir sushi melhor do que ocidental; ela possui genes comuns de suas primas dos oceanos</p></div>
<p>Foi o que fez uma bactéria &#8220;esperta&#8221;, a Bacteroides plebeius. Ela adquiriu genes para digerir as algas marinhas do gênero Porphyra. Nenhuma outra bactéria do mesmo gênero consegue fazer isso.</p>
<p>Os cientistas concluíram que a Bacteroides plebeius obteve os genes por &#8220;transferência lateral&#8221; &#8211;o empréstimo um trecho de DNA adquirido diretamente- de bactérias marinhas presentes nas algas.</p>
<p>O resultado é um elegante exemplo da importância de hábitos culturais na evolução biológica. As bactérias se adaptaram ao ambiente intestinal repleto de uma fonte nova de alimento.</p>
<p>E tinha que ser no Japão. Registros indicam que as algas já eram usadas ali no século 8º. E o japonês de hoje consome 14 gramas de algas por dia, um recorde mundial.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Ausência de &#8220;faxina cerebral&#8221; caracteriza doença de Huntington</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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		<description><![CDATA[Cientistas da Escola de Medicina Albert Einstein de Nova York deram um importante passo para conhecer melhor as causas da doença de Huntington, uma patologia hereditária, mortal e sem cura, que degenera o cérebro e se manifesta em pessoas relativamente jovens. &#8220;Há apenas 15 anos não se sabia que a causa estava em uma mutação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://media.rd.com/rd/images/rdc/mag0703/brain-biology-medical-research-biology-01-af.jpg" alt="http://media.rd.com/rd/images/rdc/mag0703/brain-biology-medical-research-biology-01-af.jpg" /></p>
<p><strong>Cientistas da Escola de Medicina Albert Einstein de Nova York deram um importante passo para conhecer melhor as causas da doença de Huntington, uma patologia hereditária, mortal e sem cura, que degenera o cérebro e se manifesta em pessoas relativamente jovens.</strong></p>
<p>&#8220;Há apenas 15 anos não se sabia que a causa estava em uma mutação na proteína huntingtina, que se torna tóxica, tende a se acumular na célula cerebral e acaba matando-a. Agora descobrimos que sua elevada toxicidade ocorre porque interfere nos mecanismos que mantêm as células limpas&#8221;, informou a espanhola Ana María Cuervo, que comanda a pesquisa.</p>
<p>A revista &#8220;Nature&#8221; publicou em seu site os resultados desse estudo que exigirá três anos de pesquisas em colaboração com a Universidade de Columbia de Nova York e que serão importantes para definir estratégias de pesquisa para uma possível cura da doença, da qual sofrem entre quatro e oito pessoas em cada 100 mil.</p>
<p>&#8220;É uma doença parecida com o Parkinson ou com o Alzheimer, mas totalmente genética e afeta gente muito mais jovem, de 30 ou 40 anos. Seus primeiros sintomas consistem em impulsos involuntários, mas os doentes acabam perdendo mobilidade e memória até ficarem totalmente incapacitados&#8221;, explicou Cuervo.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a incapacidade do organismo de se livrar da acumulação das proteínas mutantes provocadas pela doença se deve a falhas em um mecanismo das células para reconhecer e reunir o material que devem eliminar periodicamente.</p>
<p>&#8220;As células necessitam se manter limpas. O que descobrimos é que a proteína mutante interfere no processo de limpeza, tanto da própria proteína tóxica como de outros materiais que devem ser expulsos da célula&#8221;, detalhou Cuervo.</p>
<p>Na América Latina, cerca de 8.000 pessoas sofrem da doença de Huntington, com mais prevalência entre as que têm origem europeia. Nos Estados Unidos, o número de portadores da doença chega a aproximadamente 25 mil.</p>
<p>Da Efe, em Nova York</p>
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		<title>Férias trazem mais satisfação do que bens materiais, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Satisfação]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo cientistas americanos, pessoas tendem a comparar menos suas experiências com a de outros. Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que gastar dinheiro em &#8220;experiências&#8221;, como férias ou festas, faz as pessoas mais felizes do que a compra de bens materiais. Em artigo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, psicólogos da Cornell [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://studiofm.com.br/blogs/regisportanova/files/ferias.jpg" alt="http://studiofm.com.br/blogs/regisportanova/files/ferias.jpg" /></p>
<p><strong>Segundo cientistas americanos, pessoas tendem a comparar menos suas experiências com a de outros.</strong></p>
<p>Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que gastar dinheiro em &#8220;experiências&#8221;, como férias ou festas, faz as pessoas mais felizes do que a compra de bens materiais.</p>
<p>Em artigo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, psicólogos da Cornell University, em Nova York, dizem que ao avaliar outras oito pesquisas, perceberam que o ser humano tende a comparar seus bens com os de outras pessoas.</p>
<p>Por isso, segundo os cientistas, as experiências trazem mais satisfação, já que são mais pessoais e difíceis de serem comparadas.</p>
<p>&#8220;Imagine que você compra uma TV de tela plana, e está  feliz com ela. Mas aí você vem à minha casa e eu tenho uma TV com uma imagem maior e melhor. Isso vai decepcionar e chatear você&#8221;, explicou Thomas Gilovich, um dos autores do estudo.</p>
<p>&#8220;Mas se você for de férias para o Caribe e eu também, você tem as suas memórias &#8211; sua conexão única com o Caribe &#8211; que ninguém mais tem e que fez as suas férias especiais&#8221;, afirma.</p>
<p>Ainda segundo o estudo, a decisão de gastar dinheiro com uma &#8220;experiência&#8221; é mais fácil de ser tomada do que a de um bem material.</p>
<p>Além disso, de acordo com os autores, quando as pessoas compram algo, elas tendem a ficar ruminado sobre as outras alternativas de que tinham à disposição ou a continuar comparando o que têm com o que não puderam comprar.</p>
<p>&#8220;Os resultados que obtivemos mostram que a compra de uma &#8216;experiência&#8217; leva mais à sensação de bem-estar&#8221;, disse Gilovich.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Consumo regular de refrigerante cresce 13%</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Índice diz respeito a brasileiros que ingerem a bebida pelo menos 5 vezes por semana; pesquisa também mostra que menos pessoas comem feijão Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que o número de brasileiros que consomem regularmente refrigerantes e sucos artificiais aumentou 13,4 % em um ano. Em 2008, 24,6% da população fazia uso das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ynaflores.com.br/images/RefrigeranteLata.jpg" alt="http://www.ynaflores.com.br/images/RefrigeranteLata.jpg" /></p>
<p><strong>Índice diz respeito a brasileiros que ingerem a bebida pelo menos 5 vezes por semana; pesquisa também mostra que menos pessoas comem feijão</strong><br />
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que o número de brasileiros que consomem regularmente refrigerantes e sucos artificiais aumentou 13,4 % em um ano. Em 2008, 24,6% da população fazia uso das bebidas cinco ou mais vezes na semana. Ano passado, o índice subiu para 27,9%.</p>
<p>&#8220;É preocupante, sobretudo pela velocidade do crescimento&#8221;, afirmou Deborah Malta, coordenadora-geral de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis.</p>
<p>Refrigerantes estão associados a obesidade. A bebida, além do açúcar, apresenta altas taxas de sódio ? o que aumenta o risco para quem tem hipertensão e problemas renais. &#8220;Por isso, no trabalho, não perguntamos se a bebida é light ou não. Nenhuma faz bem&#8221;, completou a coordenadora, uma das responsáveis pela pesquisa, batizada de Vigitel.</p>
<p>A pesquisa revela outro dado preocupante: o gradativo abandono do feijão. Em 2006, 71,9% dos ouvidos comiam pelo menos cinco vezes por semana o alimento. Ano passado esse índice caiu para 65,8% ? queda de 8,4%. &#8220;O feijão é considerado um fator de proteção. Fonte de ferro e fibras, ele forma uma dupla imbatível com arroz&#8221;, disse Deborah.</p>
<p>Baseado em entrevista com 54.367 pessoas entre 12 de janeiro e 22 de dezembro de 2009, o Vigitel detectou problemas, mas também uma mudança positiva. Em três anos (2006 a 2009), cresceu o consumo recomendado de frutas e verduras. A Organização Mundial da Saúde considera que é preciso ingerir diariamente cinco ou mais porções de frutas e hortaliças. Em 2006, apenas 7,1% da população seguia a recomendação. Ano passado, esse porcentual passou para 18,9%.</p>
<p>O almoço do eletricista César Marcon, de 22 anos, sempre tem verduras. Para acompanhar, refrigerante. &#8220;Bebo pelo menos 1 litro por dia&#8221;, diz. &#8220;É muito mais fácil que tomar suco.&#8221; O assistente de arte Felipe Volpato, de 26, diz-se &#8220;viciado&#8221; em refrigerante. Não faz atividade física &#8220;por falta de tempo&#8221; e toda sexta-feira é &#8220;dia sagrado de comer hambúrguer&#8221;. &#8220;Tenho vontade de mudar&#8221;, conta ele, que parou de tomar refrigerante de manhã.</p>
<p>&#8220;O Vigitel revela que há avanços ? como o aumento de consumo de hortaliças ? e recuos, como a redução do uso do feijão&#8221;, observou Deborah. Ela acrescenta que, mesmo com as melhoras, o brasileiro está longe do padrão ideal. &#8220;O consumo de frutas e verduras ainda é baixo. Sem falar que o consumo de carnes gordurosas e de leite com gordura é muito significativo.&#8221;</p>
<p>O estudo mostra que, quanto maior a escolaridade, melhor os hábitos: consumo regular de frutas, menor uso de carnes e leite com alto teor de gordura e menor consumo de refrigerantes. A exceção fica por conta do feijão: entre os mais escolarizados, o uso do alimento é menor.</p>
<p>Sedentarismo. A pesquisa também analisou dados sobre atividade física e sedentarismo. O trabalho indica baixos níveis de atividade física, a exemplo de outros estudos, como o revelado semana passada pelo IBGE.</p>
<p>O trabalho divulgado ontem mostra que apenas 14,7% dos adultos fazem atividades físicas com a regularidade recomendada ? 30 minutos diários, pelo menos cinco vezes por semana. E que o número de sedentários aumentou 24% em três anos. Em 2006, 13,2% dos adultos estavam inativos; no ano passado, o índice passou para 16,4%. Uma das explicações é o aumento do sedentarismo entre mulheres.</p>
<p>&#8220;Entre os fatores considerados, está a atividade doméstica. Percebemos uma redução desse tipo de prática entre mulheres nos últimos anos&#8221;, completou. São Paulo é a capital onde se pratica menos a atividade física. A campeã de atividades é Vitória (ES). &#8220;Exercícios não estão associados apenas à vontade. É preciso que haja espaços, praças, parques iluminados&#8221;, completa a coordenadora. / COLABOROU CARLOS LORDELO</p>
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		<title>Médicos retiram trompa de paciente fazendo apenas corte no umbigo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 20:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Normalmente, cirurgia exige quatro cortes na barriga. Com nova técnica, dores e tempo de recuperação diminuem. Teve alta do Hospital das Clínicas, em São Paulo, uma paciente que passou por uma cirurgia inédita na América Latina. Nesta terça-feira (6), médicos retiraram as trompas da diarista Elisabete Moreira de Melo através de um pequeno corte no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2009/08/cirurgia-de-catarata.jpg" alt="http://todaperfeita.com.br/wp-content/uploads/2009/08/cirurgia-de-catarata.jpg" /></p>
<p><strong>Normalmente, cirurgia exige quatro cortes na barriga.<br />
Com nova técnica, dores e tempo de recuperação diminuem.</strong></p>
<p>Teve alta do Hospital das Clínicas, em São Paulo, uma paciente que passou por uma cirurgia inédita na América Latina. Nesta terça-feira (6), médicos retiraram as trompas da diarista Elisabete Moreira de Melo através de um pequeno corte no umbigo, e hoje ela já está em casa.</p>
<p>Apenas um dia depois de passar pela cirurgia para retirar as trompas, Elisabete ainda está surpresa. &#8220;Não imaginava que pelo umbigo dava pra fazer tanta coisa. Eu não esperava mesmo, pra mim foi surpresa&#8221;</p>
<p>Normalmente, na cirurgia de laparoscopia é feito um corte no umbigo e outros três pequenos cortes no abdômen, por onde vão passar uma câmera e três pequenas pinças. Com a nova técnica é feito apenas um corte de um centímetro e meio no umbigo. Além das trompas, o método também pode ser usado para retirada dos ovários, de cistos e de miomas.</p>
<p>Agora, Elisabete não vai mais sofrer com as inflamações e, como ela queria, também não vai ter mais filhos. Nesta quarta-feira ela pôde caminhar e fazer atividades leves, e deve voltar ao trabalho nos próximos dias.</p>
<p>&#8220;Não estou sentindo nada. Só sinto como se tivesse feito ginástica, uma pequena pressão na barriga, só.&#8221;, conta.</p>
<p>Com a nova técnica, o tempo de recuperação cai pela metade, e as dores depois da cirurgia também diminuem. O método já é usado nos Estados Unidos e na Coreia.</p>
<p><strong>Custos</strong></p>
<p>&#8220;Há um menor custo tanto para paciente quanto para as fontes pagadoras, quer seja o sistema público de saúde, quer seja o sistema privado de saúde&#8221;, afirma o médico Sérgio Conti Ribeiro, que participou da cirurgia.</p>
<p>Ele acrescenta que ainda serão necessários cerca de três anos para que os hospitais estejam equipados e os profissionais treinados para aplicar o novo método. Quando isso acontecer, a rede pública estadual poderá atender até 40 mil mulheres por ano.</p>
<p>Do G1, com informações do SPTV</p>
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		<title>Consumo de hortaliças e sedentarismo sobem entre brasileiros, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 20:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Ministério da Saúde ouviu 50 mil pessoas sobre hábitos saudáveis. 16,4% da população adulta não faz nenhum tipo de exercício. Ao mesmo tempo em que passou a colocar mais hortaliças em seu prato, o brasileiro começou a fazer menos atividades físicas, mostra uma pesquisa divulgada em Brasília nesta quarta-feira (7) pelo Ministério da Saúde. Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2geografia/2hortali.jpg" alt="http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2geografia/2hortali.jpg" /></p>
<p><strong>Ministério da Saúde ouviu 50 mil pessoas sobre hábitos saudáveis.<br />
16,4% da população adulta não faz nenhum tipo de exercício.</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo em que passou a colocar mais hortaliças em seu prato, o brasileiro começou a fazer menos atividades físicas, mostra uma pesquisa divulgada em Brasília nesta quarta-feira (7) pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Segundo o levantamento, que ouviu 54.367 pessoas ao longo de 2009, 18,9% da população consome cinco ou mais porções diárias de frutas e verduras, número 2,6 vezes maior que o registrado em 2006.</p>
<p>Apesar de revelar uma consciência maior em relação à alimentação, a pesquisa mostra também que a pressa do dia a dia tem piorado a qualidade do que é ingerido. O feijão, por exemplo, faz parte do cardápio de 65,8% dos adultos cinco ou mais vezes na semana. Em 2006, o índice era 71,9%.</p>
<p>A pesquisa revelou que o consumo de refrigerantes e sucos em pó cresceu. Entre os mais jovens, de 18 a 24 anos, 42,1% consomem essas bebidas quase todos os dias, e as versões light ou diet desses produtos só são escolhidas por 15% da população.</p>
<p>Em relação aos exercícios, o estudo mostra que apenas 14,7% dos adultos fazem atividades físicas no tempo livre com a regularidade necessária &#8211; 30 minutos diários, cinco vezes por semana. Considerando aqueles que se deslocam para o trabalho ou para escola a pé ou de bicicleta, o índice sobe para 30,8%.</p>
<p>O número de sedentários – aqueles que não fazem exercícios físicos em nenhuma ocasião – é de 16,4% da população adulta, índice superior ao registrado em 2006, quando havia 13,2% de adultos inativos fisicamente.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Impotência indica risco maior de infarto e derrame, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 20:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Problemas de ereção podem sinalizar risco de morte, de ataque cardíaco, de acidente vascular cerebral e de insuficiência cardíaca. Os urologistas devem estar atentos para a possibilidade de outras complicações nesses pacientes, reforça um estudo publicado no periódico &#8220;Circulation&#8221;, conduzido por pesquisadores da Universidade de Saarland (Alemanha). &#8220;De fato, sabe-se que há coincidências entre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2162f9cjdsgv_b" alt="" width="485" height="1007" /></p>
<p>Problemas de ereção podem sinalizar risco de morte, de ataque cardíaco, de acidente vascular cerebral e de insuficiência cardíaca. Os urologistas devem estar atentos para a possibilidade de outras complicações nesses pacientes, reforça um estudo publicado no periódico &#8220;Circulation&#8221;, conduzido por pesquisadores da Universidade de Saarland (Alemanha).</p>
<p>&#8220;De fato, sabe-se que há coincidências entre os quadros de infarto e de disfunção erétil, porque ambos sinalizam problemas nos vasos&#8221;, explica o cardiologista Carlos Vicente Serrano, do Instituto do Coração, em São Paulo. &#8220;Em alguns casos, a disfunção erétil vem antes, em outros acontece o contrário&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo o cardiologista, o estudo serve de alerta aos urologistas, que devem ir além e investigar doenças cardiovasculares em pacientes portadores de disfunção erétil.</p>
<p>&#8220;Sabe-se que a disfunção erétil é um marcador de doença cardiovascular&#8221;, afirma o urologista Joaquim de Almeida Claro, do Hospital das Clínicas de São Paulo e coordenador do Hospital do Homem, também na capital paulista. &#8220;Ambas são manifestação de doença do endotélio [a parede interna dos vasos]&#8220;, explica. &#8220;Mas não estamos colhendo os frutos dessa informação&#8221;, lamenta.</p>
<p>Para chegar ao resultado, os pesquisadores alemães acompanharam 1.519 homens em 13 países ao longo de cinco anos. Eles constataram que aqueles que apresentavam patologia cardiovascular e disfunção erétil tiveram um risco duas vezes maior de morrer por qualquer doença. Esses homens também tiveram quase o dobro do risco de morrer por doenças cardiovasculares e uma chance duas vezes maior de sofrer um infarto do que aqueles que não relataram dificuldades de ereção.</p>
<p>Segundo os autores, a disfunção erétil é algo que sempre deveria ser investigado porque pode ser um sintoma precoce de aterosclerose -a formação de placas de gordura que leva ao entupimento das artérias.</p>
<p>Mas, segundo Claro, a maioria dos urologistas não orienta esses pacientes a investigar problemas cardiovasculares.</p>
<p>&#8220;Infelizmente a maioria dos médicos que atendem pacientes de risco ignora sinais ou pelo desconforto em mencionar a palavra ereção ou por desconhecimento das consequências de fatores como obesidade, hipertensão, diabetes e alterações no colesterol, que levam à disfunção do endotélio&#8221;, diz Otto Chaves, chefe do departamento de andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia.</p>
<p>Dos participantes envolvidos no estudo, todos eram portadores de doença cardiovascular e mais da metade (55%) tinha disfunção erétil. Os pesquisados com impotência eram mais velhos e tinham maior prevalência de problemas como hipertensão, derrame, diabetes e cirurgias no trato urinário.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2"></td>
<td></td>
<td rowspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Exercícios na gravidez geram bebês mais magros, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mães podem melhorar saúde futura de crianças com atividades leves regulares. Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo estudo realizado conjuntamente por médicos americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica &#8220;Journal of Clinical Endocrinology &#38; Metabolism&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://babytotzone.com/exercise.jpg" alt="http://babytotzone.com/exercise.jpg" /></p>
<p><strong>Mães podem melhorar saúde futura de crianças com atividades leves regulares.</strong></p>
<p>Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo estudo realizado conjuntamente por médicos americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica &#8220;Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism&#8221;.</p>
<p>Uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança</p>
<p>Os pesquisadores das universidades de Auckland e do norte do Arizona analisaram 84 mulheres que passavam por suas primeiras gestações.</p>
<p>Eles pediram para que metade delas se exercitasse semanalmente por 40 minutos em bicicletas, até a 36ª semana de gravidez.</p>
<p>Em média, as mulheres que se exercitaram geraram crianças um pouco mais leves do que as de mães que não se exercitaram.</p>
<p><strong>Chances maiores </strong></p>
<p>Os pesquisadores disseram que o exercício não influenciou no tamanho dos bebês, apenas reduziu sua quantidade de gordura.</p>
<p>A prática também não interferiu na reação das mães ao hormônio insulina, um mecanismo necessário na gravidez para assegurar que o feto seja alimentado adequadamente.</p>
<p>&#8220;Levando em conta que um peso maior ao nascimento é associado com maior risco de obesidade, uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança&#8221;, disse Paul Hofman, médico que liderou a pesquisa.</p>
<p>O estudo se soma a evidências cada vez maiores de que o metabolismo de uma criaça no futuro é influenciado pelo seu ambiente na placenta e que bebês mais pesados em relação à sua altura têm chances maiores de tornarem-se obesos.</p>
<p>Muitos médicos recomendam que as grávidas não se alimentem em demasia e pratiquem exercícios leves regularmente.</p>
<p>Da BBC</p>
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		<title>Bebê gordinho pode não ser tão fofo assim, afirmam cientistas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas cresceu 150%. Ideia de que bebê grande é saudável deve ser repensada, diz médica. As escolas já proíbem salgadinhos, emitem boletins de obesidade e reservam espaço nas cantinas para saladas. Recentemente, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img title="Bebê de 18 meses passa por pediatra em consulta gratuita, em Marselha (França), durante campanha nacional contra a obesidade infantil (Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse -08-01-2005)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2146dh9bfnhj_b" alt="Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse - 08-01-2005" width="516" height="368" /><p class="wp-caption-text">Bebê de 18 meses passa por pediatra em consulta gratuita, em Marselha (França), durante campanha nacional contra a obesidade infantil (Foto: Anne-Christine Poujoulat / France Presse -08-01-2005)</p></div>
<p><strong>Porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas cresceu 150%.<br />
Ideia de que bebê grande é saudável deve ser repensada, diz médica.</strong></p>
<p>As escolas já proíbem salgadinhos, emitem boletins de obesidade e reservam espaço nas cantinas para saladas. Recentemente, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil prometeu reformular o almoço das escolas e colocar os jovens para se mexer. Fabricantes de bebidas afirmaram ter reduzido em quase 90% o alto número de calorias fornecidas às escolas nos últimos cinco anos.</p>
<p>No entanto, uma nova pesquisa sugere que intervenções direcionadas a crianças em idade escolar podem ser tardias.</p>
<p>Cada vez mais evidências apontam para eventos muito cedo na vida – quando a criança ainda é pequena, bebê e até mesmo antes do nascimento, no útero da mãe – que podem colocar os pequenos numa trajetória em direção à obesidade muito difícil de ser alterada quando chegam ao jardim de infância. A evidência não é extremamente sólida, mas sugere que esforços preventivos devem começar mais cedo.</p>
<p>Algumas intervenções precoces já são amplamente praticadas. Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho; a amamentação também é recomendada para diminuir o risco de obesidade.</p>
<p>Porém, restrições de peso ou dieta em crianças pequenas têm sido evitadas. “Antes, era um tabu classificar uma criança com menos de 5 anos como acima do peso ou obesa, mesmo que a criança o fosse”, diz Elsie Taveras, da Faculdade de Medicina de Harvard, principal autora de um artigo recente sobre disparidades raciais em fatores de risco precoces. “A ideia era que isso estigmatizava demais a criança.”</p>
<p>A nova evidência “questiona se nossas diretrizes nos últimos dez anos foram suficientes”, diz Elsie. “Não que estivéssemos errados – obviamente, é importante melhorar o acesso a alimentos saudáveis em escolas e aumentar os exercícios físicos. Mas isso pode não ser suficiente.” Grande parte da evidência vem de um estudo incomum de longo prazo de Harvard, liderado por Matthew Gillman, que tem acompanhado mais de 2 mil mulheres e bebês desde o estágio inicial da gravidez.</p>
<p>Assim como as crianças e os adolescentes, os bebês e as criancinhas pequenas estão engordando. Uma em cada dez crianças com menos de 2 anos de idade está acima do peso. A porcentagem de crianças entre 2 e 5 anos que são obesas aumentou de 5% em 1980 para 12,4% em 2006.</p>
<p><strong>Efeitos duradouros</strong></p>
<p>No final do ano passado, um comitê de estudo do Instituto de Medicina foi encarregado, pela primeira vez, de desenvolver recomendações de prevenção à obesidade especificamente para o grupo de crianças de 0 a 5 anos. O relatório, que deverá sair em 18 meses, analisará o papel do sono e dos primeiros padrões de alimentação, assim como a atividade física.</p>
<p>“Todo mundo tem apontado para esse primeiro período, afirmando que aparentemente ocorre algo ali que tem efeitos duradouros na vida da criança”, afirma Leann Birch, diretora do Centro para a Pesquisa de Obesidade Infantil da Universidade Estadual da Pensilvânia e líder do comitê.</p>
<p>Cientistas como Leann temem o que se chama de mudanças epigênicas. Os genes herdados da mãe e do pai podem ser ativados e desativados, e a força de seus efeitos pode ser mudada por condições ambientais nas primeiras fases do desenvolvimento. Muitos médicos estão preocupados com mulheres obesas e pouco saudáveis antes da gravidez porque o útero da mãe é o primeiro ambiente do bebê.</p>
<p><strong>Ponto de saciedade reconfigurado</strong></p>
<p>Um dos estudos mais convincentes sobre a relação entre diabetes gestacional na mãe e diabetes no filho foi realizado quase dez anos atrás com índios pima, da América do Norte. Irmãos nascidos depois que a mãe desenvolveu diabetes tipo 2 tiveram um IMC (índice de massa corpórea) mais alto durante toda a infância e tiveram quase quatro vezes mais probabilidade de desenvolver diabetes, em comparação a irmãos nascidos antes do diagnóstico.</p>
<p>“O ambiente intrauterino de uma mulher com diabetes nutre em excesso o feto”, diz a principal autora do estudo, Dana Dabelea, epidemiologista da Faculdade de Saúde Pública do Colorado. Ela acrescenta que isso “reconfigura o ponto de saciedade do filho e o predispõe a comer mais”.</p>
<p>Especialistas afirmam que a mudança pode exigir o abandono de alguns valores culturais. “A ideia de que um bebê grande é saudável, a ideia de que um bebê que chora provavelmente está com fome e deve ser alimentado, são coisas que precisamos repensar”, desafia Leann.</p>
<p>Do ‘New York Times’</p>
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		<item>
		<title>Idade avançada traz mesmo sabedoria, confirma estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 20:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas mais velhas mostram-se mais capazes de administrar conflitos e de compreender divergências E a vovó estava certa: ouça os mais velhos. Nova pesquisa indica que as pessoas de mais idade são realmente sábias, no sentido de saberem como administrar conflitos humanos e em aceitar as incertezas inevitáveis da vida. Não se trata de quantos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.vereadordavidrios.com.br/boletim/21-12-2009/idoso.jpg" alt="http://www.vereadordavidrios.com.br/boletim/21-12-2009/idoso.jpg" /></p>
<p><strong>Pessoas mais velhas mostram-se mais capazes de administrar conflitos e de compreender divergências</strong></p>
<p>E a vovó estava certa: ouça os mais velhos. Nova pesquisa indica que as pessoas de mais idade são realmente sábias, no sentido de saberem como administrar conflitos humanos e em aceitar as incertezas inevitáveis da vida.</p>
<p>Não se trata de quantos fatos uma pessoa conhece, ou da capacidade de operar um controle remoto universal, mas da capacidade de lidar com desentendimentos &#8211; da sabedoria social.</p>
<p>Pesquisadores liderados por Richard E. Nisbett, da Universidade de Michigan, determinou que os mais velhos têm maior probabilidade, na comparação com jovens e pessoas de meia-idade, de perceber que as pessoas podem ter valores diferentes, reconhecer incertezas, aceitar que as coisas mudam e reconhecer outros pontos de vista.</p>
<p>&#8220;O efeito da idade na sabedoria se mantém em todas as classes sociais, níveis de educação e de QI&#8221;, informam os autores na edição desta terça-feira, 6, da revista  Proceedings of the National Academy of Sciences.</p>
<p>Em uma fase do estudo, os pesquisadores recrutaram 247 pessoas em Michigan e dividiram-nas em grupos de tamanho aproximadamente igual  com idades de 25 a 40, 41 a 59 e de 60 para cima.</p>
<p>Os participantes receberam relatos fictícios sobre conflitos em um país estrangeiro e fizeram uma estimativa de qual seria o resultado.</p>
<p>Por exemplo, um dos relatos afirmava que muitas pessoas do Quirguistão estavam emigrando para o Tajiquistão. E, embora os imigrantes desejem preservar seus costumes, os tajiques exigem que eles se deixem assimilar por completo.</p>
<p>As respostas foram avaliadas por pesquisadores que não sabiam de que faixa etária os relatórios vinham. As notas foram dadas com base em critérios de busca por um acordo, flexibilidade, aceitar a perspectiva do outro e buscar uma solução para o conflito.</p>
<p>Embora os pesquisadores esperassem que a sabedoria aumentasse com a idade, eles ficaram surpresos em ver como os resultados se mostraram fortes na análise de disputas sociais, disse Nisbett. &#8220;Houve uma grande vantagem dos velhos sobre os moços nesse caso&#8221;, disse ele.</p>
<p>Estadão.com</p>
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