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	<title>Blog de Maurílio &#187; Natureza</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>País pobre vê &#8220;chantagem&#8221; financeira de rico no clima</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Era para ser um encontro de reconciliação. Mas a primeira rodada de negociações sobre o clima após a fracassada conferência de Copenhague terminou neste domingo (11) em Bonn, Alemanha, com países desenvolvidos e em desenvolvimento se acusando mutuamente de &#8220;oportunistas&#8221; e &#8220;chantagistas&#8221;. O pomo da discórdia, mais uma vez, é o controverso Acordo de Copenhague, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" alt="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" /></p>
<p>Era para ser um encontro de reconciliação. Mas a primeira rodada de negociações sobre o clima após a fracassada conferência de Copenhague terminou neste domingo (11) em Bonn, Alemanha, com países desenvolvidos e em desenvolvimento se acusando mutuamente de &#8220;oportunistas&#8221; e &#8220;chantagistas&#8221;.</p>
<p>O pomo da discórdia, mais uma vez, é o controverso Acordo de Copenhague, o documento produzido na conferência de dezembro passado, acalentado pelos Estados Unidos e achincalhado por países pobres.</p>
<p>Os Estados Unidos e outros países ricos, como a Dinamarca, negaram auxílio financeiro imediato até 2012 &#8211;o chamado &#8220;fast money&#8221;&#8211; a projetos ligados ao aquecimento global a nações que não assinaram o acordo, como a Bolívia e o Equador.</p>
<p>A informação, divulgada pelo diário americano &#8220;The Washington Post&#8221; no fim-de-semana, elevou a tensão.</p>
<p>A Bolívia é um dos maiores opositores do acordo, resultado da conferência do clima da Dinamarca.</p>
<p><strong>Voluntariado</strong></p>
<p>O documento é uma declaração política que não recebeu o aval de todos os países da conferência e que não diz como quer limitar o aumento da temperatura global a 2 ºC.</p>
<p>Além disso, ele prevê que países proponham metas de redução de emissões poluentes de forma voluntária, ao contrário do atual Protocolo de Kyoto, que obriga países ricos a reduzirem suas emissões. Esse compromisso termina em 2012, e a ONU tenta negociar um novo acordo obrigatório.</p>
<p>O embaixador boliviano junto à ONU, Pablo Solón, disse em entrevista à Folha que a tática &#8220;é quase uma chantagem&#8221;. &#8220;Ajuda financeira é obrigação deles.</p>
<p>Eles são os responsáveis [pelo aquecimento global]&#8220;, disse o diplomata. Segundo Solón, também a Dinamarca teria cortado auxílio financeiro à Bolívia, ao dizer que vai distribuir ajuda em outras regiões.</p>
<p>O Secretário-Executivo da Convenção, Yvo de Boer, afirmou à Folha que não acha que &#8220;assédio&#8221; seja &#8220;eficaz para convencer as pessoas&#8221;. A questão agora, continuou, é se concentrar nos elementos do Acordo que podem ser usados para avançar nas negociações.</p>
<p>Segundo o último balanço da ONU, 113 dos 192 países da Convenção do Clima aderiram ao Acordo de Copenhague.</p>
<p><strong>&#8220;Oportunistas&#8221;</strong></p>
<p>Já os Estados Unidos veem o auxílio financeiro ao clima e o Acordo de Copenhague como pacote único. &#8220;Para os EUA, o &#8220;fast money&#8221; foi uma criação específica do Acordo de Copenhague.</p>
<p>Os países que fazem parte do acordo podem esperar o financiamento. Se não fazem parte do acordo, não estamos interessados em priorizar esses pedidos&#8221;, disse Jonathan Pershing, negociador norte-americano. &#8220;Não é um processo para oportunistas.&#8221;</p>
<p>Martin Khor, diretor-executivo da organização não-governamental South Centre, acha que a medida contraria as regras da Convenção do Clima. &#8220;A convenção prevê auxílio para países em desenvolvimento que tomarem certas ações. Não é preciso assinar nenhum documento&#8221;, disse.</p>
<p>A retomada das negociações em Bonn, sede da Convenção do Clima das Nações Unidas, foi noite adentro diante do desacordo sobre os próximos passos até a cúpula de Cancún, no México, onde os países em desenvolvimento esperam fechar um tratado legal para combater o aquecimento global.</p>
<p>Muitos países pobres temem que o Acordo de Copenhague se torne a única base para as negociações daqui em diante, deixando de lado o caminho trilhado até agora pela convenção.</p>
<p>Mas os países decidiram tomar como base todos os textos negociados até agora, incluindo talvez o acordo. Deve haver entre duas e três reuniões até o México, para tentar fechar um tratado em Cancún. De Boer descarta a possibilidade.</p>
<p>RENATE KRIEGER<br />
colaboração para a Folha, em Bonn (Alemanha)</p>
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		<title>GM mostra veículo movido a biodiesel na Índia</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[GM]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa mantém parceria para desenvolver variedades do combustível. Novas regras de emissões entraram em vigor na Índia no dia 1º de abril. A General Motors apresentou nesta segunda-feira (12) em Ahmedabad, na Índia, um modelo do Chevrolet Tavera que utiliza como combustível o biodiesel. A filial da GM no país asiático afirmou que a montadora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img title="Chevrolet Tavera movido a biodiesel é apresentado na China (Foto: AFP)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2209dhn65hhs_b" alt="Foto: AFP" width="516" height="368" /><p class="wp-caption-text">Chevrolet Tavera movido a biodiesel é apresentado na China (Foto: AFP)</p></div>
<p>Empresa mantém parceria para desenvolver variedades do combustível.<br />
Novas regras de emissões entraram em vigor na Índia no dia 1º de abril.</p>
<p>A General Motors apresentou nesta segunda-feira (12) em Ahmedabad, na Índia, um modelo do Chevrolet Tavera que utiliza como combustível o biodiesel.</p>
<p>A filial da GM no país asiático afirmou que a montadora mantém uma parceria com o Departamento de Energia dos Estados Unidos e com um instituto de pesquisa indiano para desenvolver variedades do biodiesel.</p>
<p>Novas regras de emissões de poluentes entraram em vigor na Índia no dia 1º de abril em cidades grandes. Em cidades pequenas, os novos limites passam a valer até o final do ano.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Grupo encontra vulcões subaquáticos mais profundos já vistos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcão]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcões Subaquáticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os vulcões subaquáticos mais profundos já vistos foram encontrados por uma expedição britânica. As chaminés submarinas, como são conhecidas, localizam-se a 5.000 metros de profundidade, no mar do Caribe. A descoberta foi feita por uma equipe do NOC (Centro Oceanográfico Nacional) do Reino Unido, usando um submarino robótico remotamente controlado. O robô localizou as finas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title=" Chaminé submarina mais profunda já descoberta; temperatura da água expelida pelo vulcão derrete chumbo" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2171rhm8kkd9_b" alt="Primeira foto da chaminé submarina mais profunda já descoberta; a temperatura da água expelida pelo vulcão subaquático derrete chumbo" width="550" height="309" /><p class="wp-caption-text"> Chaminé submarina mais profunda já descoberta; temperatura da água expelida pelo vulcão derrete chumbo</p></div>
<p>Os vulcões subaquáticos mais profundos já vistos foram encontrados por uma expedição britânica. As chaminés submarinas, como são conhecidas, localizam-se a 5.000 metros de profundidade, no mar do Caribe.</p>
<p>A descoberta foi feita por uma equipe do NOC (Centro Oceanográfico Nacional) do Reino Unido, usando um submarino robótico remotamente controlado. O robô localizou as finas torres de minério de cobre e ferro no fundo do mar, expelindo água e minerais a mais de 300ºC.</p>
<p>Esse tipo de vulcão submarino é conhecido há três décadas, mas a maioria deles se situa a 2.000 metros ou 3.000 metros de profundidade, informou o NOC em comunicado à imprensa.</p>
<p>As chaminés submarinas exercem fascínio sobre os cientistas porque a água fervente expelida por elas nutre colônias de criaturas que ninguém achava que pudessem viver em tal ambiente, como moluscos gigantes e vermes em forma de tubo.</p>
<p>Estudar esses organismos, chamados genericamente de extremófilos (&#8220;amigos do extremo&#8221;), pode ajudar a entender a vida marinha em outras partes do mundo e até a inferir hipóteses sobre a vida em outros planetas.</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Estudo revela como surgiu cordilheira dos Andes</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cordilheira dos Andes]]></category>

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		<description><![CDATA[Montanhas cresceram de forma gradual, diz pesquisador. Análises foram feitas a partir de moléculas de oxigênio. A cordilheira dos Andes, que vai da Venezuela até o extremo sul do Chile, teve um nascimento gradual e não abrupto, revelou um estudo divulgado hoje pela revista &#8220;Science&#8221;. O maior núcleo montanhoso do mundo foi um tema polêmico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img title="Cordilheira dos Andes vista a partir de Santiago, no Chile. Cientistas contestam teoria de que montanhas teriam crescido rapidamente. (Foto: Juan Carlos Labbe/Flickr - Creative Commons by 2.0)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2127g84v96c6_b" alt="Foto: Juan Carlos Labbe/Flickr - Creative Commons by 2.0" width="516" height="368" /><p class="wp-caption-text">Cordilheira dos Andes vista a partir de Santiago, no Chile. Cientistas contestam teoria de que montanhas teriam crescido rapidamente. (Foto: Juan Carlos Labbe/Flickr - Creative Commons by 2.0)</p></div>
<p><strong>Montanhas cresceram de forma gradual, diz pesquisador.<br />
Análises foram feitas a partir de moléculas de oxigênio.</strong></p>
<p>A cordilheira dos Andes, que vai da Venezuela até o extremo sul do Chile, teve um nascimento gradual e não abrupto, revelou um estudo divulgado hoje pela revista &#8220;Science&#8221;.</p>
<p>O maior núcleo montanhoso do mundo foi um tema polêmico entre os geólogos, e muitos deles argumentam que seu crescimento a uma altura média de 3.950 metros foi abrupto, ou seja, ocorreu em cerca de três milhões de anos.</p>
<p>Outros cientistas argumentam que foi muito mais lento, e aconteceu depois de várias dezenas de milhões de anos.</p>
<p>Segundo o climatólogo Christopher Poulsen, cientista da Universidade de Michigan, a teoria do crescimento violento dos Andes se baseia em dados que não foram interpretados corretamente.</p>
<p>&#8220;O que alguns geólogos interpretam como sinais de uma elevação repentina são na realidade indicações de antigas mudanças climáticas&#8221;, afirmou.</p>
<p>A confusão surge da análise da proporção entre os isótopos oxigênio-18 e oxigênio-16, que ao se depositar nas rochas são usados para calcular as elevações antigas das montanhas.</p>
<p>O cientista explicou que o isótopo oxigênio-18 é mais pesado e, portanto, o primeiro a cair com a chuva sobre as das montanhas. Assim, quanto mais alta é a montanha menor é a proporção do isótopo oxigênio-16.</p>
<p>No entanto, esse fator se vê alterado pela origem do vapor de água da chuva e a quantidade de precipitação pluvial, porque quanto mais intensa, maior é a alteração isotópica.</p>
<p>Segundo Poulsen, os modelos desenvolvidos por sua equipe revelam que a mudança da proporção não registrou um aumento abrupto da elevação das montanhas, mas uma intensificação da precipitação pluvial.</p>
<p>O cientista manifestou que as conclusões de que a elevação das montanhas foi um fenômeno gradual estão comprovadas por dados geoquímicos e sedimentários.</p>
<p>Também participaram do estudo, financiado pela Fundação Nacional das Ciências, cientistas da Universidade de Tuebingen, na Alemanha.</p>
<p>Da EFE</p>
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		<title>59% dos brasileiros acreditam em Deus e também em Darwin</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Darwin]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao investigar as convicções sobre o desenvolvimento da espécie humana, pesquisa Datafolha mostrou que a maioria crê em Deus e em Darwin. Para 59%, o homem resulta de milhões de anos de evolução, mas guiada por um ente supremo, informa reportagem de Hélio Schwartsman publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://adventismoemfoco.files.wordpress.com/2009/03/92395450mm.jpg" alt="http://adventismoemfoco.files.wordpress.com/2009/03/92395450mm.jpg" /></p>
<p>Ao investigar as convicções sobre o desenvolvimento da espécie humana, pesquisa Datafolha mostrou que a maioria crê em Deus e em Darwin. Para 59%, o homem resulta de milhões de anos de evolução, mas guiada por um ente supremo, informa reportagem de Hélio Schwartsman publicada nesta sexta-feira pela Folha (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0204201010.htm">íntegra</a> disponível para assinantes do UOL e do jornal).</p>
<p>Um em cada quatro brasileiros, porém, acredita que o ser humano foi criado por Deus há menos de 10 mil anos. Para 8%, a evolução se dá sem interferência divina.</p>
<p>Os índices variam segundo a classe social e a educação. Quanto maiores a renda e a instrução, maior é a parcela de darwinistas e menor a de criacionistas, que dão mais peso à ação divina.</p>
<p>Os resultados se assemelham aos da Europa e contrastam com os dos EUA. Segundo pesquisa Gallup de 2008, lá os criacionistas somam 44%. Os evolucionistas com Deus, 36%, e os darwinistas &#8220;puros&#8221;, 14%.</p>
<p>O Datafolha ouviu 4.158 pessoas com mais de 16 anos. A margem de erro é de dois pontos.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Aquecimento global coloca Amazônia em risco, diz Banco Mundial</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>

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		<description><![CDATA[O aquecimento global pode provocar a drástica extinção da floresta amazônica e uma escassez de água que afetará 77 milhões de pessoas na América Latina e Caribe em 2020, segundo um relatório do Banco Mundial apresentado nesta quinta-feira (25) em Lima, Peru. &#8220;O impacto mais desastroso poderá ser a extinção dramática da floresta amazônica e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://360graus.terra.com.br/ecologia/images/w_h/w_h_queimada560.2.jpg" alt="http://360graus.terra.com.br/ecologia/images/w_h/w_h_queimada560.2.jpg" /></p>
<p><strong>O aquecimento global pode provocar a drástica extinção da floresta amazônica e uma escassez de água que afetará 77 milhões de pessoas na América Latina e Caribe em 2020, segundo um relatório do Banco Mundial apresentado nesta quinta-feira (25) em Lima, Peru. </strong></p>
<p>&#8220;O impacto mais desastroso poderá ser a extinção dramática da floresta amazônica e a transformação dessa área em grandes extensões de savana, com graves consequências para o clima da região, e talvez do mundo&#8221;, informa o documento apresentado pelo colombiano Felipe Jaramillo, diretor regional do BM para Equador, Bolívia, Peru e Venezuela.</p>
<p>O relatório &#8220;Desenvolvimento Mundial 2010: Desenvolvimento e Mudança Climática&#8221; adverte que os ecossistemas mais importantes estão sendo ameaçados nas nações latino-americanas e caribenhas.</p>
<p>O Bird destaca que ninguém está imune aos efeitos das variações do clima, mas que os países em desenvolvimento serão mais vulneráveis. Segundo as estimativas, esses países deverão arcar com de 75% a 80% dos custos causados pelos danos provocados pelo fenômeno.</p>
<p>Para os países dessa região, as mudanças climáticas representam &#8220;a ameaça de multiplicar as vulnerabilidades, destruindo os progressos conseguidos com tanto esforço e prejudicando fortemente as perspectivas de desenvolvimento&#8221;.</p>
<p>Diante desse fenômeno, o Bird declarou que o problema das mudanças climáticas deve ser encarado com urgência e que não poderá ser resolvido se os países não cooperarem em escala mundial para melhorar a eficiência energética, desenvolver tecnologias limpas e ampliar os mecanismos que permitam absorver os gases de efeito estufa para proteger o meio ambiente.</p>
<p>Apoio</p>
<p>A instituição adverte que os países desenvolvidos devem liderar esses esforços e reduzir abruptamente suas próprias emissões em 80% até 2050, assim como colocar no mercado novas tecnologias e ajudar a financiar a transição dos países em desenvolvimento rumo à energia limpa.</p>
<p>O relatório prevê também que a região dos Andes será afetada, &#8220;o que modificaria a quantidade de água à disposição de diversos países e provocaria falta d&#8217;água a pelo menos 77 milhões de pessoas em 2020&#8243;.</p>
<p>Para o Banco Mundial, isso representa também uma ameaça para a energia hidrelétrica, fonte de eletricidade dominante em muitos países da América do Sul.</p>
<p>&#8220;O aquecimento e a maior acidez dos oceanos podem causar a extinção progressiva dos recifes do Caribe, que abrigam aproximadamente 65% das espécies de peixes da bacia&#8221;, afirma o Bird.</p>
<p>Esses corais, completa, oferecem proteção natural frente às tormentas marítimas e são fundamentais para o turismo.</p>
<p>As mudanças climáticas também provocarão danos no Golfo do México, o que tornará essa costa mais &#8220;vulnerável a furacões mais fortes e mais frequentes&#8221;, completa o estudo.</p>
<p>O órgão multilateral informa que à medida que o planeta esquenta, há mudanças no calendário das chuvas e se multiplicam os episódios extremos, como as secas, inundações e incêndios florestais.</p>
<p>France Presse</p>
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		<item>
		<title>Vulcões ajudaram dinossauros a dominar a Terra, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:13:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Animais pre-históricos]]></category>
		<category><![CDATA[Dinossauros]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcão]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 200 milhões de anos, um longo período de atividades vulcânicas em massa teria eliminado os concorrentes dos dinossauros. Um estudo de pesquisadores dos Estados Unidos e de Taiwan apontou que imensas atividades vulcânicas há cerca de 200 milhões de anos permitiram que os dinossauros se tornassem os seres dominantes na Terra. Os dinossauros foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_RjbLwQ-XiV4/SxVKL9GvPLI/AAAAAAAAAAg/TsadnwPGjGo/s1600/A8FBA.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_RjbLwQ-XiV4/SxVKL9GvPLI/AAAAAAAAAAg/TsadnwPGjGo/s1600/A8FBA.jpg" /></p>
<p><strong>Há 200 milhões de anos, um longo período de atividades vulcânicas em massa teria eliminado os concorrentes dos dinossauros.</strong></p>
<p>Um estudo de pesquisadores dos Estados Unidos e de Taiwan apontou que imensas atividades vulcânicas há cerca de 200 milhões de anos permitiram que os dinossauros se tornassem os seres dominantes na Terra.</p>
<p>Os dinossauros foram os vertebrados terrestres dominantes por mais de 135 milhões de anos.</p>
<p>Se, por um lado, é amplamente aceito que um asteroide teria causado sua extinção, não há consenso sobre os fatores que permitiram sua ascensão.</p>
<p>Segundo o estudo publicado na revista acadêmica americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), um período de 600 mil anos de constantes erupções vulcânicas alterou o clima, causando a extinção em massa dos principais competidores dos dinossauros e abrindo o caminho para a sua hegemonia.</p>
<p>Essa revolução climática ocorreu há 200 milhões de anos, no final do período Triássico.</p>
<p>Até então, grande parte dos continentes terrestres estava unida, formando o continente conhecido como Pangeia. Mas, quando a América do Norte e a África começaram a se separar, a Terra passou a enfrentar esse período de 600 mil anos de erupções vulcânicas.</p>
<p>Nessa fase de atividade dos vulcões, 50% dos animais de quatro patas, 50% das plantas terrestres e 20% das famílias marinhas foram extintas.</p>
<p>Mudança climática</p>
<p>Os cientistas relacionaram a ascensão dos dinossauros a esse período de extinção em massa na Terra com base em estudos de plantas e animais fossilizados que datam dessa era vulcânica.</p>
<p>A análise desse material indicou que os níveis de gases de efeito estufa no planeta aumentaram conforme as erupções dos vulcões cresciam, causando alterações climáticas extraordinárias. Ao mesmo tempo, os registros de pegadas de répteis como os dinossauros aumentavam.</p>
<p>&#8220;Nós estamos mostrando que esses eventos são sincronizados&#8221;, disse a paleobiologista Jessica Whiteside ao repórter da BBC News Paul Rincon.</p>
<p>A líder da pesquisa explica que não está claro por que os dinossauros sobreviveram a essa fase de extinção, mas acredita que pode ter sido por sorte.</p>
<p>&#8220;(Os dinossauros) tiveram a sorte de estar involuntariamente adaptados para sobreviver a essa catástrofe climática&#8221;, explicou Whiteside.</p>
<p>O que o estudo aponta é que as erupções em massa e as consequentes mudanças climáticas eliminaram muitos dos rivais dos dinossauros, incluindo os animais do grupo Crurotarsi.</p>
<p>Durante o período Triássico, esses animais, que seriam os antepassados dos crocodilos, disputavam com os dinossauros o domínio do ambiente terrestre.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Internet é ameaça a espécies raras, alertam conservacionistas</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 11:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo ativistas, compradores e vendedores tiram vantagem do anonimato da rede. A internet está se tornando uma das maiores ameaças às espécies de animais em perigo, alertaram conservacionistas no encontro da Convenção Internacional de Comércio de Espécies em Perigo (Cites), da ONU, em Doha, no Catar. Segundo ativistas, graças à internet nunca foi tão fácil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://maggieli.files.wordpress.com/2009/10/asian-lion-baby.jpg" alt="http://maggieli.files.wordpress.com/2009/10/asian-lion-baby.jpg" /></p>
<p><strong>Segundo ativistas, compradores e vendedores tiram vantagem do anonimato da rede.</strong></p>
<p>A internet está se tornando uma das maiores ameaças às espécies de animais em perigo, alertaram conservacionistas no encontro da Convenção Internacional de Comércio de Espécies em Perigo (Cites), da ONU, em Doha, no Catar.</p>
<p>Segundo ativistas, graças à internet nunca foi tão fácil comercializar qualquer coisa &#8211; desde filhotes de leão a peles de urso polar &#8211; em sites de leilões e salas de conversa na internet.</p>
<p>Várias propostas para restringir o comércio de espécies em perigo foram derrotadas durante o encontro da Cites, que reúne 175 países.</p>
<p>Ainda nesta semana, os representantes dos países vão votar mudanças no comércio do marfim.</p>
<p><strong>Efeito da rede </strong></p>
<p>Cientistas afirmam que a internet está tornando o comércio internacional ilegal de espécies protegidas mais fácil do que nunca, disse a enviada especial da BBC ao encontro de Doha Stephanie Hancock.</p>
<p>Milhares de espécies em perigo são comercializadas regularmente pela internet, com compradores e vendedores tirando vantagem do anonimato da rede e do grande mercado global que ela oferece.</p>
<p>&#8220;A internet está se tornando o fator dominante no comércio global das espécies em perigo&#8221;, disse Paul Todd, do Fundo Internacional para o Bem-estar Animal, segundo a agência de notícias Associated Press.</p>
<p>Ativistas e responsáveis por monitorar o comércio ilegal afirmam que é quase impossível estimar o tamanho do problema, mas afirmam que tudo &#8211; desde bebês de leões até vinho feito com ossos de tigres &#8211; já foram comercializados online.</p>
<p>Eles afirmam que os Estados Unidos são o maior mercado, mas que Europa, China, Rússia e Austrália também desempenham importante papel.</p>
<p>Os cientistas que tentam obter maior proteção para as espécies em perigo já sofreram algumas decepções em Doha, afirma Hancock.</p>
<p>No domingo, delegados votaram por proibir totalmente o comércio internacional de um raro tipo de salamandra pintada, encontrada apenas no Irã, que segundo o WWF, Fundo Mundial para a Vida Selvagem, foi devastada pelo comércio na internet.</p>
<p>Mas outras tentativas de proibir o comércio de ursos polares, atum-rabilho e raros corais fracassaram no encontro em Doha.</p>
<p>Uma proposta dos Estados Unidos e da Suécia para regular o comércio dos corais rosa e vermelho &#8211; usados na fabricação de caras joias e amplamente vendidos na internet &#8211; foi derrotada.</p>
<p>Os delegados derrubaram a proposta alegando preocupação com os efeitos dos restritivos regulamentos sobre comunidades pesqueiras pobres.</p>
<p>G1 E BBC</p>
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		<title>Planta &#8216;carnívora&#8217; na verdade só come fezes de pequenos mamíferos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Mamíferos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Imaginava-se que a ‘Nepenthes rajah’ ingeria musaranhos e ratos. Espécie nativa de Bornéu atrai os bichos para servir como privada. A maior planta carnívora da Terra não foi desenhada para almoçar pequenos animais e sim para comer suas fezes. A descoberta um tanto desconcertante ocorre 150 anos depois da descoberta pelos botânicos da espécie Nepenthes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Cai um mito - Botânicos demoraram um século e meio para perceber que a planta carnívora não come mamíferos. O cardápio é outro (crédito: Eric in SF - flickr) " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2045dz3xzchm_b" alt="reprodução /Reprodução" width="550" height="725" /><p class="wp-caption-text">Cai um mito - Botânicos demoraram um século e meio para perceber que a planta carnívora não come mamíferos. O cardápio é outro (crédito: Eric in SF - flickr) </p></div>
<p><strong>Imaginava-se que a ‘Nepenthes rajah’ ingeria musaranhos e ratos.<br />
Espécie nativa de Bornéu atrai os bichos para servir como privada.</strong></p>
<p>A maior planta carnívora da Terra não foi desenhada para almoçar pequenos animais e sim para comer suas fezes. A descoberta um tanto desconcertante ocorre 150 anos depois da descoberta pelos botânicos da espécie Nepenthes rajah, nativa da região montanhosa de Bornéu, na Indonésia.</p>
<p>Em forma de jarro, a planta tem uma embocadura do tamanho exato do corpo de musaranhos-da-árvore (Tupaia glis). Mas a entrada não tem diâmetro suficiente para engolir os bichos, eis a verdade. O mesmo vale para ratos.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 543px"><img title="Um lugar para aliviar suas necessidades - Musaranhos, como o da foto acima, eram vistos como vítimas preferenciais da temida planta carnívora 'Nepenthes rajah'. Na verdade, eles vão lá para fazer cocô (ainda por cima sob efeito de um néctar agradável, cortesia da planta) (Foto: Mehgan Murphy, Smithsonian’s National Zoo)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2046cpdncvhd_b" alt="Foto: Mehgan Murphy, Smithsonian’s National Zoo" width="533" height="380" /><p class="wp-caption-text">Um lugar para aliviar suas necessidades - Musaranhos, como o da foto acima, eram vistos como vítimas preferenciais da temida planta carnívora &#39;Nepenthes rajah&#39;. Na verdade, eles vão lá para fazer cocô (ainda por cima sob efeito de um néctar agradável, cortesia da planta) (Foto: Mehgan Murphy, Smithsonian’s National Zoo)</p></div>
<p>Diante das limitações de design, a N. rajah contenta-se em usar um néctar agradável para atrair os musaranhos. Aí sim: a “privada” natural tem a abertura perfeita para coletar os dejetos do mamífero.</p>
<p>Detalhes da descoberta, noticiada pelo site BBC Earth News, foram publicados no periódico científico “New Phytologist”.</p>
<p>Além de cocô, a dieta da N. rajah é rica em formigas e aranhas, que fornecem nitrogênio e fósforo para seu organismo. Seu reservatório (o local onde ficaria a água da privada, mal comparando) chega a comportar 2 litros de um fluido que dissolve vítimas e dejetos em geral.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Greenpeace alerta que China já vende arroz transgênico nos supermercados</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
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		<description><![CDATA[Ambientalistas afirmam que comercialização do produto fere a lei; governo questiona relatório A organização ambientalista Greenpeace afirma que China já vende arroz transgênico em supermercados, segundo estudo realizado na província de Hunan (centro do país), enquanto o Ministério da Agricultura chinês nega, segundo o jornal oficial &#8220;China Daily&#8221;. Arroz transgênico chinês seria resistente às pragas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Arquivo/AE" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2038gtqmsvfh_b" alt="Arquivo/AE" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Arquivo/AE</p></div>
<p><strong>Ambientalistas afirmam que comercialização do produto fere a lei; governo questiona relatório</strong></p>
<p>A organização ambientalista Greenpeace afirma que China já vende arroz transgênico em supermercados, segundo estudo realizado na província de Hunan (centro do país), enquanto o Ministério da Agricultura chinês nega, segundo o jornal oficial &#8220;China Daily&#8221;.</p>
<p>Arroz transgênico chinês seria resistente às pragas da bactéria Bacillus Thuringiensis</p>
<p>O Greenpeace assegurou que os supermercados Wal-Mart e Zhongbai em Hunan vendem arroz transgênico ou geneticamente modificado (GM) sob as marcas &#8220;Maoya&#8221; e &#8220;Xueyou&#8221;.</p>
<p>&#8220;A análise do arroz Maoya mostra que ele é resistente às pragas BT, bactéria Bacillus Thuringiensis&#8221;, disse a porta-voz do programa de alimentos e agricultura do Greenpeace, Wang Weikang.</p>
<p>Uma das características dos alimentos transgênicos é que precisam de 80% menos pesticidas, um dos poluentes mais utilizados na China.</p>
<p>Esta modificação genética é denunciada pelos ambientalistas, que consideram que ainda não houve investigação suficiente sobre este tipo de alimentos nem sobre suas consequências em longo prazo na saúde dos humanos.</p>
<p>&#8220;A venda de arroz transgênico é uma atitude contra a Lei, e poderia provocar efeitos negativos na saúde dos consumidores&#8221;, disse Weikang.</p>
<p>O Greenpeace apresentou seu estudo, elaborado durante novembro do ano passado em nove supermercados de oito cidades diferentes, ao Ministério da Agricultura do país. O Ministério garantiu que &#8220;a China tem um sistema e leis para supervisionar e regular os alimentos GM&#8221; e afirmou que nunca recebeu informações sobre estes casos.</p>
<p>&#8220;Não acho que este relatório seja de confiança, mas o Ministério está disposto a abrir uma investigação com a condição prévia de que este estudo esteja baseado em dados científicos&#8221;, assinalou um membro do Comitê de Biossegurança da pasta de agricultura, Huang Dafang.</p>
<p>Em dezembro, o Ministério da Agricultura da China publicou em seu site que o Comitê tinha dado o sinal verde, pela primeira vez, à produção de dois tipos de arroz e uma de milho transgênico.</p>
<p>A necessidade de mais alimentos, assim como o suposto impacto no meio ambiental pela redução de uso de pesticidas e o maior benefício previsto para os agricultores são algumas das vantagens da decisão.</p>
<p>Efe</p>
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		<title>Usando a internet, índios combatem desmatamento na Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmantamento]]></category>
		<category><![CDATA[Índios]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa pioneira usa a rede para promover valorização cultural e denunciar derrubada ilegal. Para os índios Suruí, que vivem na reserva indígena Sete de Setembro, na divisa entre os Estados de Rondônia e Acre, levar uma vida tradicional na floresta não é incongruente com as modernas tecnologias &#8211; ao contrário, uma fortalece a outra. &#8220;Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Alex Pankararu conheceu a internet em 2000 (Foto: Divulgação/Índios Online)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,14473603-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,14473603-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Alex Pankararu conheceu a internet em 2000 (Foto: Divulgação/Índios Online)</p></div>
<p><strong>Iniciativa pioneira usa a rede para promover valorização cultural e denunciar derrubada ilegal.</strong></p>
<p>Para os índios Suruí, que vivem na reserva indígena Sete de Setembro, na divisa entre os Estados de Rondônia e Acre, levar uma vida tradicional na floresta não é incongruente com as modernas tecnologias &#8211; ao contrário, uma fortalece a outra.</p>
<p>&#8220;Eu acho que nossa aliança com a internet é muito importante porque facilita e possibilita que a comunicação fortaleça politicamente nosso povo&#8221;, diz o líder indígena Almir Surui, de 35 anos.</p>
<p>&#8220;O meu povo pode falar da ameaça da floresta, do desenvolvimento da floresta, da valorização cultural do povo Suruí.&#8221;</p>
<p>Por iniciativa de Almir, a relação que os Suruí têm desenvolvido com a internet, esta &#8220;ferramenta dos brancos&#8221;, é uma inovadora tentativa de fazer com que o contato reforce &#8211; ao invés de corromper &#8211; a cultura e o modo de vida nativos.</p>
<p>A ideia de usar a internet para valorizar sua cultura e combater o desmatamento nasceu em 2007, quando Almir teve seu primeiro contato com o Google Earth e fez o que todo mundo faz: procurou ver sua casa do satélite.</p>
<p>A vista aérea da reserva Sete de Setembro, um polígono verde de 248 mil hectares no centro de um entorno quase totalmente desmatado, representado em cor marrom, deixou o líder chocado.</p>
<p>Mas, ao mesmo tempo, ele percebeu que a mesma internet que expunha os problemas também poderia representar uma solução.</p>
<p>&#8220;Eu disse ao Vasco (van Roosmalen, da ONG Equipe de Conservação da Amazônia, ACT-Brasil, parceira dos indígenas em diversos projetos) que queria um encontro com o Google, e ele achava que era impossível&#8221;, conta.</p>
<p>&#8220;Insisti e consegui uma reunião de 30 minutos. Passamos três horas, de tão interessados que eles ficaram.&#8221;</p>
<p><strong>Menina dos olhos </strong></p>
<p>Hoje, a parceria do Google Outreach &#8211; o braço social do Google &#8211; com os Suruí é uma espécie de menina dos olhos da companhia.</p>
<p>Ao saber desta reportagem da BBC Brasil, a diretora mundial do projeto, Rebecca Moore, fez questão de colaborar, por meio de uma videoconferência da sede da empresa em San Francisco.</p>
<p>&#8220;Pelo chefe Almir, tudo&#8221;, brincou Rebecca, antes do início da entrevista. Ela diz que se convenceu pela descrição &#8220;categórica e potente&#8221; que Almir fez da realidade amazônica.</p>
<p>&#8220;Ouvimos histórias sobre as ameaças representadas por madeireiras ilegais e mineradoras, sobre pessoas assassinadas, sobre o fato de existir inclusive uma recompensa pela cabeça do próprio Almir, por liderar seu povo e resistir às madeireiras&#8221;, contou.</p>
<p>&#8220;Ficou claro que ele tem uma ideia muito sofisticada de como a tecnologia moderna pode ajudar os povos tradicionais a se fortalecer, fortalecer sua cultura, proteger e preservar suas terras, e preencher uma lacuna entre modos tradicionais e modernos.&#8221;</p>
<p><strong>Suruí on-line </strong></p>
<p>O primeiro passo da parceria entre a gigante de internet e a associação indígena Metareilá, firmado em 2008, foi a disponibilização do chamado &#8220;mapa cultural&#8221; dos Suruí, que antes só existia em papel, no Google Earth.</p>
<p>Feito a partir de uma metodologia que a ACT-Brasil cedeu aos indígenas, o mapa mostra, por exemplo, os locais onde se desenrolaram batalhas históricas dos Suruí contra outras tribos ou contra as expedições não indígenas.</p>
<p>Em outro clique, o usuário fica sabendo que, para os Suruí, o canto do tucano pressagia as más notícias, e que as penas do animal são utilizadas por guerreiros durante a celebração do Mapimaim, em homenagem à criação do mundo.</p>
<p>Como parte da parceria, a empresa providenciou treinamento de informática para cerca de 20 indígenas na sede da associação Metareilá, em Cacoal, onde fica a reserva.</p>
<p>O gerente de produtos da empresa, Marcelo Quintella, um dos que providenciaram o treinamento na ocasião, diz que se surpreendeu com o nível de familiaridade de muitos jovens indígenas com as novas tecnologias.</p>
<p>&#8220;Metade nunca tinha mexido em um mouse. Mas, dos outros dez, uns cinco sabiam usar o computador &#8211; não eram usuários diários de internet, mas sabiam &#8211; e outros cinco tinham até e-mail e (perfil no) Orkut&#8221;, contou.</p>
<p><strong>Combate ao desmatamento </strong></p>
<p>Agora, os Suruí querem embarcar no mais ambicioso objetivo da &#8220;parceria&#8221;, como diz Almir, com a internet: o combate ao desmatamento da reserva Sete de Setembro, em tempo real.</p>
<p>Eles aguardam a chegada dos primeiros aparelhos smartphones equipados com o sistema operacional Android, da Google, que lhes permitirá tirar fotografar imagens do desmatamento em tempo real, postar na internet e enviar para o mundo e as autoridades competentes.</p>
<p>&#8220;Não é somente eles dizendo que existe (o desmatamento), é todo mundo vendo que existe. O poder de convencimento muda&#8221;, avalia Quintella.</p>
<p>A aldeia de Lapetanha, a mais próxima de Cacoal, a 500 km de Porto Velho, ainda não tem internet.</p>
<p>Mas os dois computadores na pequena sala que funciona como ponto de cultura servem para que os jovens indígenas que estudam na escola da aldeia comecem desde cedo a se interessar pela tecnologia e pelas possibilidades de acesso à informação que ela abre.</p>
<p>&#8220;Essas são realmente nossas ferramentas de diálogo para construir um mundo melhor&#8221;</p>
<p>Almir diz que os planos são ter a rede por meio de uma antena a ser instalada até o fim do ano. Isto pouparia o trabalho de ir até Cacoal para acessar a internet e facilitaria a comunicação com outras partes do mundo &#8211; essa que ele diz &#8220;fortalecer politicamente&#8221; os Suruí.</p>
<p>A &#8220;frase da vez&#8221; em Lapetanha é que os Suruí estão &#8220;trocando o arco-e-flecha pelo laptop&#8221; para combater o desmatamento.</p>
<p>Mas Almir, chefe do clã Gamebey, responsável por tratar dos assuntos ligados à guerra, à diplomacia e ao meio ambiente entre os Suruí, diz que as novas &#8220;armas&#8221; não invalidam as antigas.</p>
<p>&#8220;Nossos arcos e flechas estão guardados em casa, cada um tem seu arco e flecha guardado em casa. Mas, ao mesmo tempo, a gente está usando notebooks&#8221;, ele diz, e para, tirando um pequeno telefone do bolso: &#8220;iPhone&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Hoje, essas são realmente nossas ferramentas de diálogo para construir um mundo melhor.&#8221;</p>
<p>Da BBC E G1</p>
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		<title>Carro de Fórmula 3 é movido a chocolate, cenoura, amido de batata e linho</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Carro de Fórmula 3]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>

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		<description><![CDATA[Modelo adaptado por universidade faz 0 a 100 km/h em 2,5 s. Velocidade máxima do protótipo é de 217 quilômetros por hora. Cientistas da Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha, adaptaram um carro de Fórmula 3 para que funcionasse com um combustível inovador: restos de chocolate, cenoura, amido de batata e fibra de linho. O modelo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 442px"><img title="(Foto: Adam Hunger / Reuters)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1977d8ksg4cw_b" alt="Foto: Adam Hunger / Reuters" width="432" height="308" /><p class="wp-caption-text">(Foto: Adam Hunger / Reuters)</p></div>
<p><strong>Modelo adaptado por universidade faz 0 a 100 km/h em 2,5 s.<br />
Velocidade máxima do protótipo é de 217 quilômetros por hora.</strong></p>
<p>Cientistas da Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha, adaptaram um carro de Fórmula 3 para que funcionasse com um combustível inovador: restos de chocolate, cenoura, amido de batata e fibra de linho. O modelo, apresentado no MIT Energy Conference em Boston, Massachusetts (EUA), chega a 217 quilômetros por hora e faz 0 a quase 100 km/h em 2,5 segundos.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Em 6 anos, caatinga tem desmatada área equivalente a quase 3 vezes o DF</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Total devastado subiu de 43,38% para 45,39% entre 2002 e 2008. Produção de lenha e carvão vegetal são principal causa, aponta o MMA. O desmatamento na caatinga entre 2002 e 2008 foi de 16.576 quilômetros quadrados, o equivalente a quase três vezes o Distrito Federal, segundo divulgou nesta terça-feira (2) o Ministério do Meio Ambiente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Caatinga foi desmatada a um ritmo de 2.763 km² ao ano entre 2002 e 2008. (Foto: Reprodução/TV Globo)" src="http://g1.globo.com/Amazonia/foto/0,,37040620-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Amazonia/foto/0,,37040620-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Caatinga foi desmatada a um ritmo de 2.763 km² ao ano entre 2002 e 2008. (Foto: Reprodução/TV Globo)</p></div>
<p><strong>Total devastado subiu de 43,38% para 45,39% entre 2002 e 2008.<br />
Produção de lenha e carvão vegetal são principal causa, aponta o MMA.</strong></p>
<p>O desmatamento na caatinga entre 2002 e 2008 foi de 16.576 quilômetros quadrados, o equivalente a quase três vezes o Distrito Federal, segundo divulgou nesta terça-feira (2) o Ministério do Meio Ambiente. O total desmatado da caatinga saltou de 43,38% para 45,39% nesse período.</p>
<p>A taxa anual média de desmatamento nos seis anos foi de 2.763 quilômetros quadrados &#8211; o equivalente às áreas dos municípios de São Paulo e Rio de Janeiro somadas. &#8220;Os números são assustadores. É muito. Isso tem de ser reduzido&#8221;, diz o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.</p>
<p>De acordo com os dados do monitoramento divulgados pelo MMA, a principal causa da destruição da caatinga deve-se à extração da mata nativa para produção de lenha e carvão vegetal destinados principalmente aos pólos gesseiro e cerâmico do Nordeste e ao setor siderúrgico de Minas Gerais e do Espírito Santo. Outros fatores apontados foram as áreas criadas para biocombustíveis e pecuária bovina. O uso do carvão em indústrias de pequeno e médio porte e em residências também aparece entre as causas da devastação.</p>
<p>Municípios</p>
<p>Da lista de dez municípios brasileiros que mais desmataram a caatinga nesses seis anos, quatro estão no Ceará (Acopiara, Tauá, Boa Viagem e Crateús), quatro na Bahia (Bom Jesus da Lapa, Campo Formoso, Tucano e Mucugê) e dois em Pernambuco (Serra Talhada e São José do Belmonte). Segundo o ministério, a emissão média anual de dióxido de carbono (CO2) durante esse período, devido ao desmatamento da caatinga, foi de 25 milhões de toneladas.</p>
<p>Minc destacou que o desmatamento da caatinga é pulverizado, o que significa que não se concentra em uma determinada área, o que torna mais difícil combatê-lo. Entre as principais causas do desmatamento da caatinga estão o uso da mata nativa para lenha e carvão e o avanço de polos agrícola e pecuário.</p>
<p>Do Globo Amazônia, em São Paulo*</p>
<p>*Com informações da Agência Estado</p>
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		<title>Cientistas identificam &#8220;supertatu&#8221; nordestino de 100 kg e 10 mil anos</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 11:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chamar o Pachyarmatherium brasiliense de supertatu é licença poética, por mais que o bicho pareça se encaixar na descrição. Na verdade, a criatura de 100 kg é um parente relativamente distante dos tatus atuais. A espécie, recém-descoberta em meio a um material arquivado em Natal (RN), traz pistas sobre como era a fauna gigante do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img title="  	  Editoria de Arte/Folha Imagem" src="http://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1939gfhhvwfv_b" alt="" width="650" height="365" /><p class="wp-caption-text">  	  Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p><strong>Chamar o Pachyarmatherium brasiliense de supertatu é licença poética, por mais que o bicho pareça se encaixar na descrição.</strong></p>
<p>Na verdade, a criatura de 100 kg é um parente relativamente distante dos tatus atuais. A espécie, recém-descoberta</p>
<p>em meio a um material arquivado em Natal (RN), traz pistas sobre como era a fauna gigante do Brasil pré-histórico.<br />
&#8220;O material foi coletado nos anos 1960 e levado para o Museu Câmara Cascudo. Parte ficou na área de exposições, parte no acervo técnico, mas ninguém se interessou por aquilo durante muito tempo&#8221;, diz Kleberson Porpino, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.</p>
<p>Ele descreveu a espécie com Lílian Bergqvist, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Juan Fernicola, do Museu Argentino de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia.</p>
<p>Em artigo na revista científica &#8220;Journal of Vertebrate Paleontology&#8221;, o trio se debruça sobre fragmentos relativamente escassos do bicho, como pedaços da carapaça, vértebras e ossos dos membros, para descrever a &#8220;nova&#8221; espécie, bem maior do que os tatus atuais (os maiores não chegam a 50 kg).</p>
<p><strong>Dobraduras</strong></p>
<p>E são justamente as unidades que formam a carapaça, os osteodermas, que ajudam a entender o comportamento e o &#8220;álbum de família&#8221; da espécie.</p>
<p>Por um lado, os tatus de hoje possuem osteodermas diferenciados, formando bandas de articulação, que dão flexibilidade à armadura.</p>
<p>Exemplo extremo disso é o tatu-bola, que se dobra sobre si mesmo. Já os gliptodontes (mais avantajados entre os parentes extintos dos tatus, podendo ter o tamanho de um Fusca) não possuem tal articulação, tendo a aparência de um pequeno tanque de guerra.</p>
<p>O P. brasiliense estava entre esses dois extremos. &#8220;Não chegava a ser uma faixa flexível, mas havia uma região com algum grau de articulação, mais parecida com uma dobradiça.&#8221;</p>
<p>Se o trio conseguiu entender a armadura do bicho, sua alimentação e locomoção são mais misteriosas por pura falta de dados. O crânio (com os dentes) não foi preservado. &#8220;Os gliptodontes aparentemente eram herbívoros [muitos tatus atuais são comedores de insetos]. No caso do P. brasiliense é difícil afirmar&#8221;, diz Porpino.</p>
<p>A falta de datação precisa do material das cavernas onde o bicho foi achado, em Baraúna (RN), impede que se diga sua idade. Mas os fósseis associados a ele sugerem o finzinho do Pleistoceno (a Era do Gelo), entre 40 mil e 10 mil anos atrás.</p>
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		<title>Brasil se torna o segundo maior produtor de transgênicos do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
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		<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil se tornou, pela primeira vez, o segundo maior produtor de transgênicos no planeta, com 21,4 milhões de hectares plantados, segundo dados fornecidos pelo Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (Isaaa, na sigla em inglês) nesta terça-feira (23). Com isso, o Brasil plantou 16% dos 134 milhões de hectares de transgênicos cultivados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img title=" O Brasil supera Argentina e liderança ainda é dos EUA; milho foi o produto que mais ampliou a oferta " src="http://www.vooz.com.br/imagem/noticias/transgenicos_1ac3381c4a02ca2e47c3a57d43f6e3f2.jpg" alt="http://www.vooz.com.br/imagem/noticias/transgenicos_1ac3381c4a02ca2e47c3a57d43f6e3f2.jpg" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text"> O Brasil supera Argentina e liderança ainda é dos EUA; milho foi o produto que mais ampliou a oferta  Foto: Vooz</p></div>
<p>O Brasil se tornou, pela primeira vez,  o segundo maior produtor de transgênicos no planeta, com 21,4 milhões  de hectares plantados, segundo dados fornecidos pelo Serviço Internacional  para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (Isaaa, na sigla  em inglês) nesta terça-feira (23).</p>
<p>Com isso, o Brasil plantou 16% dos 134  milhões de hectares de transgênicos cultivados em 2009 no mundo.</p>
<p><a name="0.2_graphic02"></a><img src="https://mail.google.com/mail/?name=d33be9805ff33117.jpg&amp;attid=0.2&amp;disp=vahi&amp;view=att&amp;th=127004c0a71273bc" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." width="1" height="1" /> Plantação de soja transgênica na cidade de Ronda Alta, interior  do Rio Grande do Sul</p>
<p>No ranking, feito com dados relativos  ao ano de 2009, o país ultrapassou a Argentina &#8211;cujo plantio chegou  a 21,3 milhões de hectares&#8211; e fica atrás dos Estados Unidos (com  64 milhões).</p>
<p>O crescimento brasileiro foi 35,4% maior  em relação a 2008 (quando o país registrou 5,6 milhões de hectares).</p>
<p>&#8220;Trata-se do maior índice de crescimento  entre os 25 países produtores de transgênicos, especialmente em razão  da rápida adoção do milho transgênico&#8221;, afirma a Isaaa, em  comunicado.</p>
<p>A base de produtos geneticamente modificados  plantados no Brasil reside na soja (71%), no milho (31%) e no algodão  (16%), segundo a entidade.</p>
<p>Os principais Estados produtores que  adotaram tecnologia transgênica são Rio Grande do Sul, Santa Catarina,  Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso,  Goiás, Bahia, Piauí, Maranhão e Tocantins.</p>
<p>&#8220;Em 2009, 14 milhões de agricultores  plantaram 134 milhões de hectares de lavouras transgênicas em 25 países,  bem acima dos 13,3 milhões de agricultores e 125 milhões de hectares  (7%) em 2008. Notadamente, em 2009, treze dos quatorze milhões de agricultores,  ou 90%, foram pequenos agricultores com recursos escassos em países  em desenvolvimento&#8221;, afirma o relatório da Isaaa.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Cientistas dos EUA fazem novo alerta sobre degelo na Antártida</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gelo já apresentou tamanho recuo que ilha Charcot se desconectou da Península Antártica após 200 anos Degelo total da Antártida pode elevar nível global do mar em até 73 metros WASHINGTON &#8211; A mudança climática está acabando com as plataformas flutuantes de gelo em torno da Península Antártica, permitindo que os cientistas prevejam o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1888fwcstnfk_b" alt="Degelo total da Antártida pode elevar nível global do mar em até 73 metros" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Arquivo/AE</p></div>
<p><strong>Gelo já apresentou tamanho recuo que ilha Charcot se desconectou da Península Antártica após 200 anos</strong></p>
<p>Degelo total da Antártida pode elevar nível global do mar em até 73 metros</p>
<p>WASHINGTON &#8211; A mudança climática está acabando com as plataformas flutuantes de gelo em torno da Península Antártica, permitindo que os cientistas prevejam o que poderia acontecer se outras plataformas de gelo do continente desaparecerem, disse na segunda-feira, 22, o Departamento de Pesquisas Geológicas dos EUA (USGS).</p>
<p>O gelo já apresentou tamanho recuo que a ilha Charcot, durante muito tempo conectada à península por uma ponte de gelo, voltou a ficar realmente ilhada no ano passado, segundo uma cientista do USGS.</p>
<p>&#8220;Esta é a primeira vez desde que as pessoas vêm observando a área, desde o século 19, que essa plataforma de gelo não une a ilha Charcot à península&#8221;, afirmou a cientista Jane Ferrigno por telefone.</p>
<p>A Península Antártica é uma protuberância do continente circular na direção da América do Sul, e é mais quente do que o restante da Antártida.</p>
<p>O USGS foi o primeiro instituto a provar que todas as frentes de gelo na parte sul da península recuaram no período de 1947 a 2009, sendo que as mudanças mais dramáticas se deram desde 1990.</p>
<p>Um estudo do fenômeno pelo USGS, em colaboração com o Departamento Britânico de Pesquisas Antárticas e com assistência do Instituto Scott de Pesquisas Polares e do Instituto Federal de Cartografia e Geodésia da Alemanha, foi publicado em fevereiro na internet; uma nota à imprensa foi divulgada na segunda-feira.</p>
<p>As plataformas de gelo funcionam como represas que impedem as geleiras continentais de fluírem desimpedidas para o mar. Se todo o gelo sobre a terra antártica derreter, os cientistas estimam que o nível global do mar subiria de 65 a 73 metros, segundo o estudo. Se apenas o gelo da Antártida Ocidental derreter, a elevação dos mares seria de cerca de 6 metros, já suficiente para ameaçar localidades litorâneas e ilhas baixas.</p>
<p>Segundo Ferrigno, o gelo que está sobre a Península Antártica não é suficiente para elevar perceptivelmente o nível do mar. Mas o desaparecimento dramático das plataformas de gelo poderia dar uma pista sobre o que acontecerá se as geleiras puderem escorrer para o mar. De acordo com Ferrigno, a capa de gelo da Antártida contém 91 por cento do gelo de geleiras da Terra.</p>
<p>Ao contrário do que acontece no continente antártico, o gelo que cobre grande parte do oceano Ártico não contribuiria com a elevação do nível dos mares se derretesse, da mesma forma que o derretimento de um cubo de gelo num copo d&#8217;água não faz o copo transbordar.</p>
<p>Tanto o Ártico quanto a Antártida, no entanto, têm grande impacto sobre o clima em partes temperadas do planeta.</p>
<p>Reuters</p>
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		<title>Especialista espera &#8220;previsão do tempo&#8221; para terremotos em alguns anos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Sismologia]]></category>
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		<description><![CDATA[A sismologia, ciência que estuda os terremotos, deve conseguir um grau de confiabilidade semelhante ao da meteorologia dentro de alguns anos, afirma um dos maiores especialistas da área. Segundo Thomas Jordan, diretor do Centro de Terremotos do Sul da Califórnia, a previsão de abalos a longo prazo ainda é um objetivo incerto, mas a detecção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Haitiana caminha por campo de sem-teto na capital Porto Príncipe; terremoto trágico já completou um mês - Ulises Rodríguez-12.fev.10/Efe" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1851dpj52mrq_b" alt="Haitiana caminha por campo de sem-teto na capital Porto Príncipe; terremoto trágico já completou um mês" width="550" height="238" /><p class="wp-caption-text">Haitiana caminha por campo de sem-teto na capital Porto Príncipe; terremoto trágico já completou um mês - Ulises Rodríguez-12.fev.10/Efe</p></div>
<p><strong>A sismologia, ciência que estuda os terremotos, deve conseguir um grau de confiabilidade semelhante ao da meteorologia dentro de alguns anos, afirma um dos maiores especialistas da área. </strong></p>
<p>Segundo Thomas Jordan, diretor do Centro de Terremotos do Sul da Califórnia, a previsão de abalos a longo prazo ainda é um objetivo incerto, mas a detecção de grandes tremores com até alguns minutos de antecedência pode se tornar realidade.</p>
<p>Em palestra neste sábado (20) no encontro anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), em San Diego, o sismólogo usou a comparação com a meteorologia porque hoje a previsão do tempo é relativamente confiável no prazo de poucos dias.</p>
<p>Já prever a hora e localização de uma chuva com um mês de antecedência é algo praticamente impossível.</p>
<p><strong>&#8220;Operacional&#8221;</strong></p>
<p>Em sua apresentação, Jordan elencou quais têm sido os últimos avanços de um campo que os geólogos batizaram de previsão &#8220;operacional&#8221; de terremotos.</p>
<p>A expressão indica que, nessa área, os cientistas têm que extrair o máximo de informação de um número limitado de dados e de estatísticas com alta margem de erro.</p>
<p>&#8220;Se ainda não podemos prever terremotos, já podemos dizer como a probabilidade da ocorrência de um terremoto em determinado local muda com o tempo&#8221;, diz.</p>
<p>&#8220;Há muitos eventos antes do terremoto, que conduzem a ele. Um deles é a sobrecarga sobre placas tectônicas que ocorre à medida que elas se movem e acumulam estresse. Esse estresse se concentra e uma hora irrompe&#8221;, completa ele.</p>
<p>Jordan apresentou resultados das simulações de terremotos que seu grupo faz em computador. Para simular como seria um grande abalo no sul da Califórnia, o cientista usa mapeamentos tridimensionais da falha geológica de San Andreas, que corta a região americana.</p>
<p>Na representação de um terremoto gigantesco, de 7,9 na escala Richter, uma onda corta toda a região desde San Diego até o norte de Los Angeles, levando 85 segundos para percorrer essa área.</p>
<p>Segundo ele, isso mostra que investir em sistemas de alerta para terremotos é importante. Oitenta e cinco segundos parece pouco tempo, mas pode ser suficiente para alguém sair de um prédio, por exemplo. Segundo Jordan, porém, cidades ricas que ficam perto de falhas geológicas não acordam para isso.</p>
<p>&#8220;Em 2008, fizemos no sul da Califórnia o maior exercício de reação de emergência já realizado para terremotos, envolvendo várias agências governamentais e 5 milhões de voluntários registrados&#8221;, conta.</p>
<p>&#8220;O que esse cenário mostrou foi que os planos de emergência para lidar com abalos dessa magnitude são inadequados&#8221;, esclarece.</p>
<p>Quanto mais aumenta o intervalo entre abalos em uma região, maiores tendem a ser suas intensidades, pois o estresse entre placas tectônicas vai se acumulando. &#8220;Mesmo pequenos ganhos em sistemas de alerta podem aumentar nossa resistência a terremotos catastróficos&#8221;, diz o cientista.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px"><img title="Mulher vê carros destruídos por concreto que desabou de prédio atingido por terremoto na Itália, em Áquila - Christiano Chiodi-07.abr.09/Efe" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1852c7v467fm_b" alt="Mulher vê carros destruídos por concreto que desabou de prédio atingido por terremoto na Itália, em Áquila" width="425" height="310" /><p class="wp-caption-text">Mulher vê carros destruídos por concreto que desabou de prédio atingido por terremoto na Itália, em Áquila - Christiano Chiodi-07.abr.09/Efe</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Antes e depois</strong></p>
<p>Uma área de pesquisa que está atraindo a atenção de muitos sismólogos agora, segundo Jordan, é a dos chamados &#8220;fore-shocks&#8221; (algo como &#8220;pré-choques&#8221;, em inglês).</p>
<p>São pequenos terremotos que, em alguns casos, ocorrem antes de um abalo realmente perigoso, em oposição aos &#8220;aftershocks&#8221; (ou &#8220;pós-choques&#8221;), que ocorrem depois.</p>
<p>Cerca de metade dos grandes terremotos surgem acompanhados de &#8220;fore-shocks&#8221;, diz Jordan, mas ninguém ainda sabe explicar o porquê. Esses abalos modestos muitas vezes ocorrem sem despertar tremores grandes.</p>
<p>Experiências recentes, porém, como o terremoto que arrasou a capital do Haiti em janeiro e o abalo do ano passado em Áquila, na Itália, estão ajudando cientistas a estudar esse fenômeno.</p>
<p>No entanto, Jordan alerta que os tremores na Itália e no Haiti seguiram padrões bem diferentes.</p>
<p>&#8220;Em Porto Príncipe, até onde sabemos, não aconteceram &#8216;foreshocks&#8217;. Em Áquila, ocorreu uma sequência muito grande deles&#8221;, explica o pesquisador.</p>
<p>&#8220;Isso reacendeu o debate sobre se um terremoto como esse pode ser previsto&#8221;, ressalta o especialista.<br />
<strong>Folha de S. Paulo</strong></p>
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		<title>Pistas no Oceano Índico ajudam a prever El Niño, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 19:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[El Nino]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores dizem que novos modelos de previsão do tempo podem antecipar 14 meses ações do El Niño HONG KONG - Pesquisar os padrões climáticos do Oceano Índico pode melhorar os sistemas de alerta para o El Niño, ajudando a salvar vidas e bilhões de dólares perdidos todos os anos devido ao mau tempo causado pelo fenômeno. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Fenômeno El Niño provoca fortes chuvas em alguns países e secas intensas em outros" src="http://www.estadao.com.br/fotos/chuva292.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/fotos/chuva292.jpg" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Fenômeno El Niño provoca fortes chuvas em alguns países e secas intensas em outros Foto: Arquivo/AE  </p></div>
<p><strong>Pesquisadores dizem que novos modelos  de previsão do tempo podem antecipar 14 meses ações do El Niño</strong></p>
<p>HONG KONG - Pesquisar os padrões climáticos  do Oceano Índico pode melhorar os sistemas de alerta para o El Niño,  ajudando a salvar vidas e bilhões de dólares perdidos todos os anos  devido ao mau tempo causado pelo fenômeno.</p>
<p>Em um estudo publicado no jornal Nature  Geoscience, pesquisadores do Japão e da França disseram que seus  novos modelos de previsão do tempo podem antecipar o El Niño 14 meses  antes de ele entrar em ação, muitos meses antes dos atuais métodos.</p>
<p>&#8220;É importante porque ajuda  a melhorar as previsões do El Niño. Isso pode salvar muito dinheiro  na agricultura,&#8221; afirmou por telefone o pesquisador-chefe, Takeshi  Izumo, do Instituto de Pesquisa para o Clima Global em Yokohama, no  Japão.</p>
<p>O fenômeno El Niño é um  padrão climático que ocorre periodicamente sobre o Oceano Pacífico  e é conhecido pela destruição que causa, como enchentes, secas  e outras formas de clima extremo.</p>
<p>Países em desenvolvimento muito dependentes  da agricultura e da pesca são os mais afetados, embora o El Niño de  1997-1998 tenha custado US$ 25 bilhões aos Estados Unidos, de acordo  com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional.</p>
<p>Izumo e seus colegas descobriram que  o dipolo do Oceano Índico (IOD, na sigla em inglês), o equivalente  ao El Niño nas águas situadas ao sul da Ásia, tem um papel na causa  do fenômeno do Pacífico.</p>
<p>&#8220;O IOD influencia grandemente a  causa do El Niño (no ano seguinte). Nesse estudo, fizemos um modelo  simples de previsão, incluímos o índice do IOD e temos uma previsão  muito boa do El Niño para o ano seguinte,&#8221; afirmou Izumo.</p>
<p>A previsão precisa e precoce do El Niño  pode ajudar a abrandar a destruição causada pelo fenômeno. &#8220;Devido  às grandes consequências do El Niño no clima e ecossistemas globais,  e suas fortes consequências socioeconômicas e ecológicas, a previsão  do El Niño é importante para a prevenção de desastres e gerenciamento  de consequências, e ajuda a reduzir as perdas relacionadas ao El Niño,&#8221;  concluiu Izumo.</p>
<p>Reuters e Agência Estado</p>
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		<title>Brasil é o campeão do lixo eletrônico entre emergentes</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 19:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo Eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é também o país emergente que mais toneladas de geladeiras abandona a cada ano, por pessoa GENEBRA - O Brasil é o mercado emergente que gera o maior volume de lixo eletrônico per capita a cada ano. O alerta é da ONU, que nesta segunda-feira, 22, lançou seu primeiro relatório sobre o tema e advertiu que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Lixo Eletrônico" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,11326105-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,11326105-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Lixo Eletrônico Foto: AFP</p></div>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: large;"><strong>O Brasil  é também o país emergente que mais toneladas de geladeiras </strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: large;"><strong>abandona  a cada ano, por pessoa </strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: medium;">GENEBRA - O Brasil é o mercado emergente  que gera o maior volume de lixo eletrônico per capita a cada ano. O  alerta é da ONU, que nesta segunda-feira, 22, lançou seu primeiro  relatório sobre o tema e advertiu que o Brasil não tem nem estratégia  para lidar com o fenômeno, e o tema sequer é prioridade para a indústria. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: medium;">O Brasil é também o país emergente  que mais toneladas de geladeiras abandona a cada ano por pessoa e um  dos líderes em descartar celulares, TVs e impressoras. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: medium;">O estudo foi realizado pelo Programa  da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), diante da constatação de que  o crescimento dos países emergentes de fato gerou maior consumo doméstico,  com uma classe média cada vez mais forte e estabilidade econômica  para garantir empréstimos para a compra de eletroeletrônicos. Mas,  junto com isso, veio a geração sem precedente de lixo. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: medium;">A estimativa é de que, no mundo, 40  milhões de toneladas de lixo eletrônico são geradas por ano. Grande  parte certamente ocorre nos países ricos. Só a Europa seria responsável  por um quarto desse lixo. Mas o que a ONU alerta agora é para a explosão  do fenômeno nos emergentes e a falta de capacidade para lidar com esse  material, muitas vezes perigoso. Para Achim Steiner, diretor-executivo  do Pnuma, Brasil, México, Índia e China serão os países mais afetados  pelo lixo, enfrentando &#8220;crescentes danos ambientais e problemas  de saúde pública&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: medium;">Em meio a críticas ao Brasil, por não  contar com dados sobre o assunto, a ONU optou por fazer sua própria  estimativa. O resultado foi preocupante. Por ano, o Brasil abandona  96,8 mil toneladas métricas de PCs. O volume só é inferior  ao da China, com 300 mil toneladas. Mas, per capita, o Brasil é o líder.  Por ano, cada brasileiro descarta o equivalente a meio quilo desse lixo  eletrônico. Na China, com uma população bem maior, a taxa per capita  é de 0,23 quilo, contra 0,1 quilo na Índia. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo </strong></span></p>
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		<title>Cientista americano cria etanol à base de casca de fruta e jornal</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Fruta]]></category>

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		<description><![CDATA[Produção utiliza combinação de enzimas para transformar os resíduos em açúcar e, depois, ser fermentado Novo tipo de etanol produz menos gases estufa que a gasolina e energia elétrica WASHINGTON &#8211; As cascas de frutas, sobretudo de laranja, e o papel jornal poderiam ser usados na produção de álcool combustível (etanol), revelou um estudo publicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: medium;">Produção utiliza combinação de enzimas para transformar os resíduos em açúcar e, depois, ser fermentado</span></strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Arquivo/AE" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1799g69ff9cs_b" alt="Novo tipo de etanol produz menos gases estufa que a gasolina e energia elétrica" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Arquivo/AE</p></div>
<p><strong>Novo tipo de etanol produz menos gases estufa que a gasolina e energia elétrica</strong></p>
<p>WASHINGTON &#8211; As cascas de frutas, sobretudo de laranja, e o papel jornal poderiam ser usados na produção de álcool combustível (etanol), revelou um estudo publicado nesta quinta-feira, 18, pelo periódico Plant Biotechnology Journal.</p>
<p>Esse tipo de combustível do futuro é mais limpo que o etanol derivado do milho, que, por sua vez, é mais poluente que a gasolina, segundo as pesquisas de Henry Daniell, cientista da Universidade Central da Flórida. Daniell diz que, com o álcool à base de frutas e papel, seria possível &#8220;proteger o ar e o ambiente das próximas gerações&#8221;.</p>
<p>A tecnologia para a produção do combustível, desenvolvida com financiamento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, utiliza uma combinação de enzimas para transformas as cascas de laranja e outros materiais residuais em açúcar, que é fermentado para sua conversão em etanol.</p>
<p>Esse álcool combustível, segundo o artigo publicado, produz menos gases estufa que a gasolina ou a energia elétrica. E como os resíduos usados no processo são abundantes, a produção do etanol de frutas e jornal não comprometeria a de alimentos nem provocaria um aumento nos preços destes.</p>
<p>Só na Flórida, segundo Daniell, seria possível produzir 200 milhões de galões (1 galão = 3,75 litros) de etanol a cada ano a partir de cascas de laranja.</p>
<p>O cientista esclarece que, apesar das conclusões do estudo, são necessárias mais pesquisas até o trabalho desenvolvido em laboratório chegar à indústria. No entanto, outros cientistas que fazem pesquisas sobre biocombustíveis disseram que os resultados obtidos por Daniell são promissores.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma grande conquista&#8221;, declarou Mariam Sticklen, professora de ciências da Universidade de Michigan, que em 2008 recebeu um prêmio internacional pelo estudo de uma enzima do estômago das vacas que poderia ajudar a transformar a planta do milho em combustível.</p>
<p>Efe</p>
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