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	<title>Blog de Maurílio &#187; Economia</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Aos 50 anos, Brasília vive ‘boom’ imobiliário</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 10:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[50 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Cidade registrou crescimento de mais de 80% em cinco anos. Foco do setor é expandir para cidades satélites e entorno. Aos 50 anos, Brasília vive um crescimento acelerado do setor imobiliário. Apesar das limitações impostas pelo plano arquitetônico da capital, que proíbe a construção de prédios com mais de seis andares e impede a modificação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Super Quadra no Plano PIloto (Foto: G1)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2248d4vbsbw5_b" alt="Brasilia - SuperQuadra" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Super Quadra no Plano PIloto (Foto: G1)</p></div>
<p>Cidade registrou crescimento de mais de 80% em cinco anos.<br />
Foco do setor é expandir para cidades satélites e entorno.</p>
<p><a name="graphic03"></a> Aos 50 anos, Brasília vive um crescimento acelerado do setor imobiliário. Apesar das limitações impostas pelo plano arquitetônico da capital, que proíbe a construção de prédios com mais de seis andares e impede a modificação do desenho original da cidade, o ramo cresceu mais 80% nos últimos cinco anos. A estimativa é da Associação do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi). Para atender a procura por imóveis, o foco, segundo empresários do setor, é expandir para cidades satélites, como Samambaia e Ceilândia.</p>
<p>Com o déficit de oferta no Plano Piloto- zona central do DF- e o consequente aumento dos preços dos imóveis, a classe média procura apartamentos espaçosos e mais baratos, mesmo que mais distantes do centro. A expectativa para 2010 é um avanço de 20% no setor imobiliário, segundo o presidente da Ademi, Alberto Valadao.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Área onde será o Noroeste (Foto: G1)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2249hm7hw8cf_b" alt="Brasilia - Noroeste" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Área onde será o Noroeste (Foto: G1)</p></div>
<p style="text-align: center;"><a name="graphic04"></a></p>
<p>“O mercado do Distrito Federal é muito aquecido. A estratégia agora é expandir para as cidades satélites, com prédios modernos, áreas de lazer, e mais baratos”, disse. O preço em conta, no entanto, não costuma durar muito. Quando os primeiros apartamentos de luxo foram lançados no bairro de Águas Claras, a 19 km de Brasília, o metro quadrado custava R$ 1,5 mil. Cerca de cinco anos depois, o preço passou para R$ 4 mil.</p>
<p>O mais novo empreendimento da capital é o Setor Noreste, que oferece projetos de apartamentos de luxo com amplo complexo de lazer. O novo bairro, lançado em junho de 2008, ainda está em construção, mas o preço dos apartamentos tem aumentado de forma acelerada. O metro quadrado já custa entre R$ 8,5 mil e R$ 14 mil.</p>
<p>Investir em imóveis em Brasília é lucro certo. Não tem como perder dinheiro, é um investimento seguro. Os preços tendem a aumentar porque a procura é maior do que a oferta&#8221;</p>
<p>“Investir em imóveis em Brasília é lucro certo. Não tem como perder dinheiro, é um investimento seguro. Os preços tendem a aumentar porque a procura é maior do que a oferta”, explicou o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, Hermes Alcântara Filho.</p>
<p>O presidente da Ademi também reforça que a capital oferece condições seguras de investimento. Segundo Valadão, o mercado imobiliário foi pouco afetado pela crise financeira internacional. Vários funcionários públicos moram na cidade, que possui a maior renda per capita do país. “O funcionário público tem convicção de que não vai perder o emprego ou ter o salário reduzido. Por isso, durante uma crise, não deixa de comprar”, afirma Valadão.</p>
<p>Crédito imobiliário<br />
Um dos fatores da expansão do setor imobiliário no DF é o aumento do crédito concedido por bancos tanto para o financiamento de construções, quanto para a compra. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, passou de um empréstimo ao setor de R$ 142,2 milhões, em 2005, para R$ 1,79 bilhões em 2009. A expectativa do banco para 2010 é disponibilizar R$ 1,95 bilhões.</p>
<p>A tendência é o aumento continuado do crédito, que vai provocar aquecimento da demanda e da oferta. Os preços, no entanto, devem continuar a subir, porque a procura ainda é maior e deve continuar assim&#8221;</p>
<p>O Banco do Brasil começou a fornecer crédito imobiliário no DF em julho de 2008 e já pretende empresar R$ 7 bilhões para o setor ao longo de 2010. Já o Banco de Brasília, que também começou a atuar na área há dois anos, passou de um financiamento de R$ 136,1 milhões, em 2008, destinados compra e construção de imóveis, para R$ 187,66, em 2009.</p>
<p>Segundo Alcântara Filho, o aumento da concessão de crédito estimulou tanto a procura quanto a oferta. “A tendência é o aumento continuado do crédito, que vai provocar aquecimento da demanda e da oferta. Os preços, no entanto, devem continuar a subir, porque a procura ainda é maior e deve continuar assim”, disse.</p>
<p>Do G1, em Brasília</p>
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		<title>Regulamentação da profissão de diarista passa na Comissão de Assuntos Sócias do Senado</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 10:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[O blog em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Diarista]]></category>
		<category><![CDATA[Leis]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os diaristas que prestarem serviço por mais de dois dias por semana poderão ter o vínculo empregatício reconhecido. O PLS 160/09, projeto de lei que regulamenta a profissão de diarista, foi aprovado nesta quarta-feira, 14, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS). Como tramita terminativamente, a matéria deverá ser enviada à Câmara dos Deputados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os diaristas que prestarem serviço por mais de dois dias por semana poderão ter o vínculo empregatício reconhecido. O <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=90739">PLS 160/09</a>, projeto de lei que regulamenta a profissão de diarista, foi aprovado nesta quarta-feira, 14, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS). Como <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm">tramita terminativamente</a>, a matéria deverá ser enviada à Câmara dos Deputados. Uma das principais medidas previstas trata do vínculo empregatício de diaristas.</p>
<p>A autora do projeto é a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT). O relator foi o senador Flávio Arns (PSDB-PR), que substituiu Lobão Filho (PMDB-MA). Lobão Filho havia sugerido mudanças na proposta, mas Flávio Arns defendeu a retomada do <a href="http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/57068.pdf">texto original</a> &#8211; decisão que foi acatada pela comissão.</p>
<p>De acordo com o projeto, que contém três artigos, se o serviço se limitar a dois dias por semana, a empregada (ou o empregado) será considerada oficialmente diarista e o empregador não terá de pagar as contribuições ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Nesse caso, a diarista terá de contribuir de forma autônoma e informar o empregador sobre esse pagamento.</p>
<p>Quanto apresentou a proposta, no ano passado, Serys argumentou que a iniciativa tem objetivo de &#8220;acabar com a indefinição que tanto prejudica contratantes e trabalhadores, pois [a definição da situação jurídica] fica ao critério da sentença de cada juiz do Trabalho&#8221;.</p>
<p>Segundo Flávio Arns, o projeto, se convertido em lei, &#8220;vai dar mais tranquilidade para as pessoas no momento da contratação, porque elas saberão que não será necessário registro se o trabalho for de até dois dias por semana, mas que, nesse caso, o diarista terá de fazer a contribuição autônoma e deverá ser orientado, para isso, pelo empregador&#8221;.</p>
<p>Agência Senado</p>
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		<title>Projeto permite ao trabalhador usar FGTS para pagamento de casa do filho</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 10:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Casa Própria]]></category>
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		<description><![CDATA[O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) apresentou um projeto de lei que cria mais uma possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): quando o trabalhador quiser utilizar esses recursos para ajudar seu filho ou sua filha a comprar a casa própria. Esse projeto (PLS 375/09) foi aprovado nesta quarta-feira, 14, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://insightpublicidade.files.wordpress.com/2008/09/fgts.jpg" alt="http://insightpublicidade.files.wordpress.com/2008/09/fgts.jpg" /></p>
<p>O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) apresentou um projeto de lei que cria mais uma possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS): quando o trabalhador quiser utilizar esses recursos para ajudar seu filho ou sua filha a comprar a casa própria. Esse projeto (<a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=92904">PLS 375/09</a>) foi aprovado nesta quarta-feira, 14, pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) e, agora, deverá ser enviado à Câmara dos Deputados.</p>
<p>De acordo com o texto, o trabalhador poderá movimentar o FGTS com esse objetivo desde que seu filho ou sua filha se enquadrem em uma série de condições: não for proprietário ou &#8220;promitente&#8221; comprador de imóvel, for maior de 21 anos e tenha vínculo matrimonial ou comprovada união estável, entre outros. Se as condições forem respeitadas, o FGTS poderá ser utilizado para pagar prestações, amortização extraordinária ou liquidação de saldo devedor.</p>
<p>Em seu <a href="http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/75437.pdf">relatório</a> sobre a matéria, a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) defendeu a aprovação do projeto &#8211; que altera a Lei nº 8.036, de 1990.</p>
<p>Agência Senado</p>
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		<title>Uso do FGTS por aposentados que continuam a trabalhar passa na CAS</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 10:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A proposta que permite o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelos aposentados que continuam ou voltam a trabalhar foi aprovada em primeiro turno pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal nesta quarta-feira, 14. Os saques ao FGTS, nesse caso, poderiam ser feitos a cada 12 meses. Essa proposta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.iadb.org/idbamerica/archive/art/photos/F2000/f80024.jpg" alt="http://www.iadb.org/idbamerica/archive/art/photos/F2000/f80024.jpg" /></p>
<p>A proposta que permite o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelos aposentados que continuam ou voltam a trabalhar foi aprovada em primeiro turno pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal nesta quarta-feira, 14. Os saques ao FGTS, nesse caso, poderiam ser feitos a cada 12 meses.</p>
<p>Essa proposta foi elaborada pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) a partir de outros três projetos de lei: o <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=81030" target="_blank">PLS 255/07</a>, do senador Neuto de Conto (PMDB-SC); o <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=81079" target="_blank">PLS 263/07</a>, do senador Paulo Paim (PT-RS); e o <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=89657" target="_blank">PLS 55/09</a>, do senador Raimundo Colombo (DEM-SC). Azeredo é o relator dos três textos.</p>
<p>Ao apresentar seu projeto, em 2007, Neuto de Conto ressaltou que a Caixa Econômica Federal já havia reconhecido o direito à movimentação do FGTS para aqueles que, após a aposentadoria, continuavam a trabalhar na mesma empresa. Mas ele observa que, até aquela época, ainda não havia sido reconhecido o direito daqueles que passam a trabalhar em outra empresa &#8211; daí a sua iniciativa.</p>
<p>Idade mínima</p>
<p>Uma das principais modificações feitas por Azeredo foi o acréscimo de um dispositivo que reduz para 65 anos a idade mínima a partir da qual os idosos podem sacar seus recursos do fundo. Atualmente, o trabalhador que possui conta no FGTS ganha o direito de usar seu saldo em diversas situações &#8211; e uma delas ocorre quando ele completa 70 anos. No ano passado, o Senado aprovou outro projeto de lei que também reduz a idade mínima para o uso do FGTS: o <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=79585">PLS 322/06</a>, que atualmente tramita na Câmara.</p>
<p>Em outra modificação importante, Azeredo eliminou o item, previsto tanto no PLS 255/07 como no PLS 55/09, que permitia aos aposentados que continuam a trabalhar realizar saques mensais no FGTS. Também eliminou o item do PLS 263/07 que permitia saques &#8220;a qualquer tempo&#8221;. Ele argumentou que esses essas medidas provocariam &#8220;custos excessivos ao fundo&#8221; e o transformaria em &#8220;ponto de passagem de recursos&#8221;. Azeredo substituiu esses itens pela possibilidade de saques a cada 12 meses.</p>
<p>Devido a essas e outras alterações, a proposta terá de passar por mais uma votação &#8211; em turno suplementar &#8211; na CAS. A decisão nessa comissão será <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm">terminativa</a>. Portanto, se a aprovação for confirmada, a matéria poderá ser enviada em seguida à Câmara dos Deputados.</p>
<p>Nova função do FGTS</p>
<p>Em seu <a href="http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/73299.pdf">relatório</a>, Azeredo diz que os três projetos analisados por ele se inserem em uma tendência de mudança dos propósitos e dos critérios de uso do FGTS. Ele argumenta que &#8220;hoje, com o envelhecimento relativo da população, [o FGTS] é mais um instrumento de auxílio ao trabalhador em períodos de eventual dificuldade financeira&#8221; e, por isso, &#8220;é justa a inclusão de uma hipótese de movimentação ao trabalhador que, muitas vezes, se vê forçado a se manter no mercado de trabalho, mesmo após sua aposentadoria&#8221;.</p>
<p>Agência Senado</p>
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		<title>Projeto acaba com contribuição paga por aposentados que continuam a trabalhar</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 10:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[O blog em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (7) o PLS 56/09. Esse projeto de lei isenta das contribuições previdenciárias os aposentados pelo Regime Geral da Previdência Social que continuam &#8211; ou voltam &#8211; a trabalhar em atividade abrangida por esse regime. Como a matéria foi aprovada em decisão terminativa, deverá ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.correiolageano.com.br/galeria/08399.jpg" alt="http://www.correiolageano.com.br/galeria/08399.jpg" /></p>
<p>A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (7) o <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=89655">PLS 56/09</a>. Esse projeto de lei isenta das contribuições previdenciárias os aposentados pelo Regime Geral da Previdência Social que continuam &#8211; ou voltam &#8211; a trabalhar em atividade abrangida por esse regime. Como a matéria foi aprovada em <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm">decisão terminativa</a>, deverá ser enviado à Câmara dos Deputados.</p>
<p>O autor do projeto é o senador Raimundo Colombo (DEM-SC).</p>
<p>Relator da matéria, o senador Paulo Duque (PMDB-RJ) apresentou seis emendas em seu <a href="http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/73359.pdf">relatório</a>. Em uma delas, ele estende a isenção aos servidores públicos aposentados filiados a regime próprio. Em outra emenda, determina que as contribuições recolhidas desde 1995 (quando passou a vigorar uma norma que Paulo Duque considera inconstitucional) sejam devolvidas sob a forma de &#8220;pecúlio&#8221;.</p>
<p>Agência Senado</p>
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		<title>País pobre vê &#8220;chantagem&#8221; financeira de rico no clima</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP 15]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Era para ser um encontro de reconciliação. Mas a primeira rodada de negociações sobre o clima após a fracassada conferência de Copenhague terminou neste domingo (11) em Bonn, Alemanha, com países desenvolvidos e em desenvolvimento se acusando mutuamente de &#8220;oportunistas&#8221; e &#8220;chantagistas&#8221;. O pomo da discórdia, mais uma vez, é o controverso Acordo de Copenhague, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" alt="http://foradapauta.files.wordpress.com/2009/11/cop15-logo-small.jpg" /></p>
<p>Era para ser um encontro de reconciliação. Mas a primeira rodada de negociações sobre o clima após a fracassada conferência de Copenhague terminou neste domingo (11) em Bonn, Alemanha, com países desenvolvidos e em desenvolvimento se acusando mutuamente de &#8220;oportunistas&#8221; e &#8220;chantagistas&#8221;.</p>
<p>O pomo da discórdia, mais uma vez, é o controverso Acordo de Copenhague, o documento produzido na conferência de dezembro passado, acalentado pelos Estados Unidos e achincalhado por países pobres.</p>
<p>Os Estados Unidos e outros países ricos, como a Dinamarca, negaram auxílio financeiro imediato até 2012 &#8211;o chamado &#8220;fast money&#8221;&#8211; a projetos ligados ao aquecimento global a nações que não assinaram o acordo, como a Bolívia e o Equador.</p>
<p>A informação, divulgada pelo diário americano &#8220;The Washington Post&#8221; no fim-de-semana, elevou a tensão.</p>
<p>A Bolívia é um dos maiores opositores do acordo, resultado da conferência do clima da Dinamarca.</p>
<p><strong>Voluntariado</strong></p>
<p>O documento é uma declaração política que não recebeu o aval de todos os países da conferência e que não diz como quer limitar o aumento da temperatura global a 2 ºC.</p>
<p>Além disso, ele prevê que países proponham metas de redução de emissões poluentes de forma voluntária, ao contrário do atual Protocolo de Kyoto, que obriga países ricos a reduzirem suas emissões. Esse compromisso termina em 2012, e a ONU tenta negociar um novo acordo obrigatório.</p>
<p>O embaixador boliviano junto à ONU, Pablo Solón, disse em entrevista à Folha que a tática &#8220;é quase uma chantagem&#8221;. &#8220;Ajuda financeira é obrigação deles.</p>
<p>Eles são os responsáveis [pelo aquecimento global]&#8220;, disse o diplomata. Segundo Solón, também a Dinamarca teria cortado auxílio financeiro à Bolívia, ao dizer que vai distribuir ajuda em outras regiões.</p>
<p>O Secretário-Executivo da Convenção, Yvo de Boer, afirmou à Folha que não acha que &#8220;assédio&#8221; seja &#8220;eficaz para convencer as pessoas&#8221;. A questão agora, continuou, é se concentrar nos elementos do Acordo que podem ser usados para avançar nas negociações.</p>
<p>Segundo o último balanço da ONU, 113 dos 192 países da Convenção do Clima aderiram ao Acordo de Copenhague.</p>
<p><strong>&#8220;Oportunistas&#8221;</strong></p>
<p>Já os Estados Unidos veem o auxílio financeiro ao clima e o Acordo de Copenhague como pacote único. &#8220;Para os EUA, o &#8220;fast money&#8221; foi uma criação específica do Acordo de Copenhague.</p>
<p>Os países que fazem parte do acordo podem esperar o financiamento. Se não fazem parte do acordo, não estamos interessados em priorizar esses pedidos&#8221;, disse Jonathan Pershing, negociador norte-americano. &#8220;Não é um processo para oportunistas.&#8221;</p>
<p>Martin Khor, diretor-executivo da organização não-governamental South Centre, acha que a medida contraria as regras da Convenção do Clima. &#8220;A convenção prevê auxílio para países em desenvolvimento que tomarem certas ações. Não é preciso assinar nenhum documento&#8221;, disse.</p>
<p>A retomada das negociações em Bonn, sede da Convenção do Clima das Nações Unidas, foi noite adentro diante do desacordo sobre os próximos passos até a cúpula de Cancún, no México, onde os países em desenvolvimento esperam fechar um tratado legal para combater o aquecimento global.</p>
<p>Muitos países pobres temem que o Acordo de Copenhague se torne a única base para as negociações daqui em diante, deixando de lado o caminho trilhado até agora pela convenção.</p>
<p>Mas os países decidiram tomar como base todos os textos negociados até agora, incluindo talvez o acordo. Deve haver entre duas e três reuniões até o México, para tentar fechar um tratado em Cancún. De Boer descarta a possibilidade.</p>
<p>RENATE KRIEGER<br />
colaboração para a Folha, em Bonn (Alemanha)</p>
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		<title>GM mostra veículo movido a biodiesel na Índia</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
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		<description><![CDATA[Empresa mantém parceria para desenvolver variedades do combustível. Novas regras de emissões entraram em vigor na Índia no dia 1º de abril. A General Motors apresentou nesta segunda-feira (12) em Ahmedabad, na Índia, um modelo do Chevrolet Tavera que utiliza como combustível o biodiesel. A filial da GM no país asiático afirmou que a montadora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img title="Chevrolet Tavera movido a biodiesel é apresentado na China (Foto: AFP)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2209dhn65hhs_b" alt="Foto: AFP" width="516" height="368" /><p class="wp-caption-text">Chevrolet Tavera movido a biodiesel é apresentado na China (Foto: AFP)</p></div>
<p>Empresa mantém parceria para desenvolver variedades do combustível.<br />
Novas regras de emissões entraram em vigor na Índia no dia 1º de abril.</p>
<p>A General Motors apresentou nesta segunda-feira (12) em Ahmedabad, na Índia, um modelo do Chevrolet Tavera que utiliza como combustível o biodiesel.</p>
<p>A filial da GM no país asiático afirmou que a montadora mantém uma parceria com o Departamento de Energia dos Estados Unidos e com um instituto de pesquisa indiano para desenvolver variedades do biodiesel.</p>
<p>Novas regras de emissões de poluentes entraram em vigor na Índia no dia 1º de abril em cidades grandes. Em cidades pequenas, os novos limites passam a valer até o final do ano.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Projeto que aumenta a idade de dependentes para declaração de IR passa na CAS</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 10:46:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (7) o PLS 145/08, projeto de lei que aumenta de 21 para 28 anos a idade dos dependentes cujas despesas podem ser deduzidas do Imposto de Renda. Esse projeto também prevê que as deduções podem continuar até os 32 anos, caso o dependente ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://mob532.photobucket.com/albums/ee323/mundodastribos/TabelaIR2010.jpg?t=1256732082" alt="http://mob532.photobucket.com/albums/ee323/mundodastribos/TabelaIR2010.jpg?t=1256732082" /></p>
<p>A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira (7) o <a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=84750">PLS 145/08</a>, projeto de lei que aumenta de 21 para 28 anos a idade dos dependentes cujas despesas podem ser deduzidas do Imposto de Renda. Esse projeto também prevê que as deduções podem continuar até os 32 anos, caso o dependente ainda esteja estudando em faculdade ou escola técnica de ensino médio.</p>
<p>O autor da matéria é o senador Neuto de Conto (PMDB-SC). A relatora é a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS).</p>
<p>Neuto de Conto afirma, no texto do projeto, que atualmente a idade de dependência dos filhos não termina mais logo após os vinte anos, mas ao redor dos trinta anos. Ela argumenta que uma das razões desse fenômeno é a maior exigência em relação à qualificação dos trabalhadores, que os obriga a ampliar sua vida acadêmica e, portanto, a retardar seu ingresso no mercado de trabalho. &#8220;Isso afeta a renda disponível do responsável, que é o fato gerador do imposto de renda&#8221;, conclui o senador.</p>
<p>Em seu <a href="http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/74293.pdf">relatório</a>, Marisa Serrano defendeu a aprovação da matéria &#8211; que altera o artigo 35 da Lei nº 9.250, de 1995.</p>
<p>O projeto ainda terá de ser votado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE). Se for aprovado na CAE, onde receberá <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm">decisão terminativa</a>, o texto deverá ser enviado à Câmara dos Deputados.</p>
<p>Agência Senado</p>
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		<title>Empregador que se apropriar de gorjetas de garçons poderá ser punido com até quatro anos de cadeia</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 10:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A apropriação, pelo empregador, da gorjeta concedida ao trabalhador pelo cliente do serviço prestado poderá passar a ser crime punido com multa de um a quatro anos de reclusão e multa. Proposta que tipifica essa conduta como crime no Código Penal foi aprovada nesta quarta-feira (7) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.quebarato.com.br/photos/big/E/D/403DED_2.jpg" alt="http://images.quebarato.com.br/photos/big/E/D/403DED_2.jpg" /></p>
<p>A apropriação, pelo empregador, da gorjeta concedida ao trabalhador pelo cliente do serviço prestado poderá passar a ser crime punido com multa de um a quatro anos de reclusão e multa. Proposta que tipifica essa conduta como crime no Código Penal foi aprovada nesta quarta-feira (7) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).</p>
<p>O projeto (<a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=93763" target="_blank">PLS 471/09</a>), do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), acrescenta a punição no artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que já prevê que as gorjetas fazem parte da remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, além do salário devido e pago pelo empregador. A punição, segundo o projeto, será a do artigo 168 do Código Penal, que prevê a punição de um a quatro anos para quem &#8220;apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção&#8221;.</p>
<p>Segundo Crivella, há inúmeros processos ajuizados por garçons que são obrigados a aceitar acordos desvantajosos para poderem receber a contraprestação de seu trabalho.</p>
<p>- O apossamento desse valor importa em dupla infração, haja vista que, a par do empregador apropriar-se, indevidamente, do que foi destinado ao seu empregado, ainda integra-o ao seu patrimônio sem recolher os tributos devidos &#8211; afirmou Crivella.</p>
<p>Emenda do relator, senador Pedro Simon (PMDB-RS), determina ainda que o empregador deverá devolver a gorjeta ao empregado em até 48 horas, com acréscimo cumulativo de 50% desse valor a cada novas 48 horas.</p>
<p>- Essa medida vai deixar claro que a gorjeta é do garçon que recebeu diretamente o dinheiro &#8211; explicou Pedro Simon durante a discussão da matéria.</p>
<p>O senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que foi o relator substituto da matéria, observou que a apropriação da gorjeta pelos empregadores &#8220;é inaceitável&#8221;. Já Romeu Tuma (PTB-SP) lembrou que a gorjeta não é contabilizada para efeitos de cálculos de indenização, contrariando a Súmula 290 do Tribunal Superior do Trabalho (TCT).</p>
<p>A matéria segue para exame e votação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm">terminativa</a>.</p>
<p>Agência Senado</p>
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		<title>Aprovadas regras para restringir corte de água e luz em casas de saúde, escolas e famílias de baixa renda</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 10:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Baixa Renda]]></category>
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		<description><![CDATA[A interrupção do fornecimento de energia elétrica, água e outros serviços públicos para famílias de baixa renda, casas de saúde, escolas, presídios e centros de internação de menores, motivada por inadimplência, deverá obedecer a regras que preservem a manutenção mínima das atividades realizadas e a saúde das pessoas atingidas. Isso é o que garante projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_CcoVrXKWO3M/ShfeUvwmbMI/AAAAAAAABZY/rDkRTJrvEvU/s400/corte+de+luz.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_CcoVrXKWO3M/ShfeUvwmbMI/AAAAAAAABZY/rDkRTJrvEvU/s400/corte+de+luz.jpg" /></p>
<p>A interrupção do fornecimento de energia elétrica, água e outros serviços públicos para famílias de baixa renda, casas de saúde, escolas, presídios e centros de internação de menores, motivada por inadimplência, deverá obedecer a regras que preservem a manutenção mínima das atividades realizadas e a saúde das pessoas atingidas. Isso é o que garante projeto de lei (<a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=84985" target="_blank">PLS 178/08</a>) do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) aprovado em <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm">decisão terminativa</a>, nesta quarta-feira (7), pela Comissão de Constituição Justiça e Cidadania (CCJ).</p>
<p>O projeto altera a Lei 8.987/95, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. Pela proposta, se tornam obrigatórios a notificação prévia &#8211; com pelo menos 30 dias de antecedência &#8211; do corte do serviço e o detalhamento ao consumidor do valor consolidado do débito.</p>
<p>No parecer favorável, com emenda, ao PLS 178/08, o relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), recusou a proibição de registro da inadimplência em cadastros de devedores. Na sua avaliação, os cadastros de inadimplentes desempenham papel fundamental na proteção ao crédito, elemento que considera de grande importância para o desenvolvimento da economia do país.</p>
<p>Valadares resolveu apresentar a proposta motivado por notícias sobre cortes nos serviços de água, energia e telefonia em Santas Casas de Misericórdia, estabelecimentos que atendem prioritariamente pacientes carentes. Essa situação de inadimplência teria sido causada, inclusive, por atraso no repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>&#8220;O princípio da solidariedade exige que as empresas concessionárias, efetivamente e sem o marketing da mera propaganda de consciência social, cumpram com parcela de uma função social que todos nós temos&#8221;, justificou Valadares no projeto.</p>
<p>Simone Franco e Denise Costa / Agência Senado</p>
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		<title>&#8220;GPS&#8221; russo busca parceria com empresas brasileiras</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 17:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma alternativa russa ao GPS (Sistema de Posicionamento Global), que ficou abandonada com o fim da Guerra Fria e agora está ressurgindo das cinzas, foi apresentada a empresários brasileiros como uma oportunidade para novos negócios, em reunião organizada ontem pelas agências espaciais do Brasil e da Rússia. O Glonass, como é conhecido o GPS russo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 230px"><img title="Foguete russo Proton decola levando um dos satélites para o sistema Glonass, novo &quot;GPS&quot;" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2155g5dhxxck_b" alt="Foguete russo Proton decola levando um dos satélites para o sistema Glonass, novo &quot;GPS&quot;" width="220" height="330" /><p class="wp-caption-text">Foguete russo Proton decola levando um dos satélites para o sistema Glonass, novo &quot;GPS&quot;</p></div>
<p>Uma alternativa russa ao GPS (Sistema de Posicionamento Global), que ficou abandonada com o fim da Guerra Fria e agora está ressurgindo das cinzas, foi apresentada a empresários brasileiros como uma oportunidade para novos negócios, em reunião organizada ontem pelas agências espaciais do Brasil e da Rússia.</p>
<p>O Glonass, como é conhecido o GPS russo, já tem 21 dos 24 de seus satélites previstos em funcionamento e deve chegar ao final deste ano com capacidade de operação praticamente completa.</p>
<p>A delegação da Roscosmos (a agência russa) defendeu durante o encontro em São Paulo que há espaço para a cooperação com empresas brasileiras na criação de aplicações do sistema, como monitoramento de estradas, controle de tráfego urbano e otimização de atendimento de emergência.</p>
<p>&#8220;Na Rússia, as colaborações com a indústria são, na melhor das hipóteses, PPPs [parcerias público-privadas]&#8220;, diz Raimundo Mussi, coordenador técnico-científico da AEB (Agência Espacial Brasileira).</p>
<p>&#8220;Aqui, a chance deles de trabalhar com a iniciativa privada para valer é muito maior, e as nossas empresas têm capacitação para isso&#8221;, afirma Mussi.</p>
<p>Embora o GPS seja um sistema estabelecido e usado largamente mundo afora, há argumentos estratégicos para não excluir a utilização de sistemas alternativos, como o Glonass e o europeu Galileo (esse, ainda relativamente incipiente, só deve entrar em operação a partir de 2014).</p>
<p>&#8220;No caso do GPS, nós não temos a chave&#8221;, diz Mussi, referindo-se ao fato de que, por ser gerido pelas Forças Armadas dos EUA, o sistema americano pode, em tese, sofrer alterações por causa de necessidades militares.</p>
<p>&#8220;Durante a invasão do Iraque, foi possível sentir problemas com o GPS&#8221;, lembra Cileneu Nunes, representante da empresa de rastreamento Zatix, que compareceu ao encontro e se disse &#8220;bem impressionado&#8221; com as propostas russas.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2"></td>
<td>Editoria de Arte/Folha Imagem</td>
<td rowspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2156cxc7f3ck_b" alt="" width="650" height="340" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>&#8220;Cru&#8221;</strong></p>
<p>&#8220;Estive em Moscou há três anos, quando o sistema ainda estava muito cru. Eles avançaram muito&#8221;, afirma Nunes.</p>
<p>Na tentativa de tornar seu sistema mais sedutor, os russos também planejam oferecer, de graça, a resolução mais apurada de rastreamento, na escala de decímetros (décimos de metro).</p>
<p>&#8220;Pode não fazer diferença numa estrada, mas faria diferença para você estacionar, por exemplo&#8221;, diz Mussi.</p>
<p>Segundo ele, o GPS não libera essa precisão para uso civil, e os europeus planejam fazê-lo apenas para os usuários que pagarem.</p>
<p>Além disso, ter sistemas que &#8220;falem&#8221; com mais de uma rede de navegação &#8220;aumenta a confiabilidade, porque mais satélites &#8220;enxergam&#8221; você&#8221;, lembra Fernando Walter, do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).</p>
<p>Gilberto Câmara, diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), diz que considera baixa a chance de que surjam restrições ao uso do sinal do GPS para o Brasil.</p>
<p>&#8220;Também é preciso lembrar que tecnologias como as dos smartphones vêm dos EUA e usam o GPS. Portanto, o desenvolvimento de novos produtos com o Glonass teria de levar isso em conta&#8221;, afirma Câmara</p>
<p>Folha Online</p>
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		<item>
		<title>Pela primeira vez, acesso a web em casa supera lan houses no Brasil, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 16:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Larga]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Lan House]]></category>

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		<description><![CDATA[36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador. Conexão a internet está presente em 27% dos lares. Pela primeira vez, os brasileiros acessaram a internet com mais frequência em suas casas do que nas lan houses do país, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (6) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img title="Lan Houses vêm perdendo espaço" src="http://samarabrandao.files.wordpress.com/2009/02/lan-house1.jpg" alt="http://samarabrandao.files.wordpress.com/2009/02/lan-house1.jpg" width="650" height="412" /><p class="wp-caption-text">Lan Houses vêm perdendo espaço</p></div>
<p><strong>36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador.<br />
Conexão a internet está presente em 27% dos lares.</strong></p>
<p>Pela primeira vez, os brasileiros acessaram a internet com mais frequência em suas casas do que nas lan houses do país, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (6) pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).</p>
<p>A quinta edição da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios) aponta que 48% dos acessos em 2009 foram feitos em casa e 45% em lan houses. Em 2008, 47% dos entrevistados afirmaram utilizar o centro pago para se conectar, índice superior aos que acessam de casa, que foi de 43%.</p>
<p>O estudo indica ainda que 36% dos domicílios brasileiros possuem microcomputador – em 2008, o índice era de 28%. O acesso a internet, porém, está disponível em 27%, sete pontos percentuais a mais do que em 2008.</p>
<p>“Apesar do menor número no total Brasil, o papel desempenhado pelos centros de acesso tanto pagos como gratuitos, continua sendo de extrema importância para a inclusão digital, principalmente na área rural”, diz Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.</p>
<p>O número de lares com computador atingiu seu maior nível desde o início da pesquisa, mas o acesso à rede não acompanhou o aumento. Isso se deve porque há muitos lares com PC em casa, mas eles não tem acesso à internet por conta do alto custo do serviço. A pesquisa do NIC.br ainda revelou que a banda larga está presente em 66% das residências com conexão à internet.</p>
<p>A TV está presente 98% das residências pesquisadas, o rádio em 86% e o celular em 78%. A pesquisa realizada com 21.498 entrevistas, entre 21 de setembro e 27 de outubro do ano passado, contempla pela segunda vez a área rural do país.</p>
<p>O comércio eletrônico cresceu três pontos percentuais de 2008 para 2009, passando de 16% para 19%. A consulta de preços na internet subiu de 44% para 52%. De acordo com a pesquisa, o principal fator que impede um crescimento maior no setor é a motivação cultural do brasileiro. Cerca de 56% dos entrevistados afirmaram que preferem comprar um produto pessoalmente, pois preferem vê-lo antes de efetuar a compra. Ao mesmo tempo, 39% afirmam não ter necessidade ou interesse de comprar on-line, 26% alegam se preocupar com segurança.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Cientistas suecos propõem criação de imposto sobre o açúcar</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Imposto]]></category>

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		<description><![CDATA[Objetivo é reduzir o índice de consumo de balas e doces no país, um dos mais alto do mundo. Cientistas do prestigiado Instituto Karolinska, da Suécia, decidiram propor a criação de um &#8220;imposto do açúcar&#8221; no país, a fim de reduzir o índice de consumo de balas e doces pela população &#8211; que seria, segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i.olhares.com/data/big/34/346839.jpg" alt="http://i.olhares.com/data/big/34/346839.jpg" /></p>
<p><strong>Objetivo é reduzir o índice de consumo de balas e doces no país, um dos mais alto do mundo.</strong></p>
<p>Cientistas do prestigiado Instituto Karolinska, da Suécia, decidiram propor a criação de um &#8220;imposto do açúcar&#8221; no país, a fim de reduzir o índice de consumo de balas e doces pela população &#8211; que seria, segundo eles, o mais alto do mundo.</p>
<p>&#8220;Já é hora de a Suécia debater um imposto do açúcar, e usar o dinheiro arrecadado para reduzir os preços de frutas e verduras&#8221;, dizem os pesquisadores, em artigo publicado nesta semana no jornal sueco Dagens Nyheter.</p>
<p>O texto afirma que os suecos são os maiores consumidores globais de balas, doces e chocolates. O total seria de quase 17 quilos por pessoa ao ano. Também a cada ano, os suecos consomem em média 90 litros de refrigerantes e outras bebidas à base de açúcar.</p>
<p>Em entrevista à BBC Brasil, o cientista Lennart Levi, um dos autores do artigo e também deputado do Parlamento sueco, afirmou que levará a proposta de criação do imposto do açúcar ao governo sueco. Segundo ele, o objetivo central é alertar as pessoas sobre as consequências graves do alto consumo de açúcar:</p>
<p>&#8220;As pessoas gostam de coisas doces, mas é impressionante a ignorância generalizada de que o consumo elevado de balas, doces, refrigerantes e bebidas à base de açúcar representam uma exposição desnecessária ao risco de morte prematura como resultado de diabetes, câncer e ataques cardíacos&#8221;, ressaltou Levi, Professor Emérito do Instituto Karolinska.</p>
<p>&#8216;Proposta realista&#8217;</p>
<p>Segundo ele, não se trata de proibir, e sim reduzir o consumo de açúcar. De acordo com os cientistas, o exemplo do tabaco e do fumo é prova do êxito da iniciativa de aplicar mecanismos de preço e impostos para reduzir o consumo.</p>
<p>Na Suécia, a introdução de altas taxas sobre os cigarros fez o país conquistar um dos mais baixos índices de fumantes do mundo, em torno de 12% da população.</p>
<p>&#8220;O governo tem vários instrumentos à sua disposição para alterar padrões indesejáveis de consumo: informação, impostos e subvenções, leis e normas, apoio direto, pesquisa científica e educação. No trabalho contra o consumo de cigarros e álcool, o governo usou todos estes instrumentos. O mesmo deve ser feito contra a obesidade e seus riscos&#8221;, diz o artigo, observando que os preços de balas e refrigerantes não aumentaram tanto quanto os de frutas e verduras entre 1985 e 2008.</p>
<p>Para Lennart Levi, a proposta do imposto sobre o açúcar é &#8220;realista&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não é nada muito dramático. Basta introduzir um elevado imposto sobre balas, doces, refrigerantes e outras bebidas à base de açúcar&#8221;, disse ele.</p>
<p>No artigo do jornal Dagens Nyheter, os autores indicam que Noruega, Dinamarca e Islândia já introduziram algum tipo de imposto sobre refrigerantes e determinados alimentos de alto teor de açúcar, e que a Finlândia planeja fazer o mesmo ainda este ano.</p>
<p>Na Suécia, de acordo com os autores do artigo, a população consome o dobro da média europeia de balas e doces.</p>
<p>Segundo estatísticas do Instituto Nacional de Saúde Pública da Suécia (Folkhälsöinstitutet), mais de dez por cento da população adulta do país é classificada como obesa. Entre as crianças, o índice é de três a cinco por cento &#8211; o dobro dos números registrados em 1990.</p>
<p>O artigo observa ainda que, de acordo com a Agência Nacional de Alimentos (Livsmedelsverket), quase 25 por cento da energia consumida por crianças de até 15 anos de idade provém de alimentos ricos em gordura e açúcar e de baixo teor de nutrição.</p>
<p>&#8220;É claro que praticar exercícios é importante, mas na realidade a questão é reduzir o consumo deste tipo de alimentos&#8221;, observa o artigo.</p>
<p>Além de Lennart Levi, o artigo é assinado pelos cientistas Claude Marcus e Stephan Rössner. O artigo teve ainda a contribuição de André Persson e Thomas Hedlund, autores do popular livro Godis år folket (&#8220;Balas para o povo&#8221;, em tradução livre).</p>
<p>BBC E G1</p>
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		<title>Aparelhos de posicionamento global vão além de mostrar o melhor caminho</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 20:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Testes]]></category>

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		<description><![CDATA[G1 testa principais modelos disponíveis no mercado. Saiba qual a melhor opção de GPS para seu perfil de uso. Os aparelhos de posicionamento global (GPS) para veículos se popularizaram bastante e tiveram seus custos reduzidos nos últimos anos. Para auxiliar o leitor interessado na compra de um aparelho novo, o G1 procurou testar os aparelhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>G1 testa principais modelos disponíveis no mercado.<br />
Saiba qual a melhor opção de GPS para seu perfil de uso.</strong></p>
<p>Os aparelhos de posicionamento global (GPS) para veículos se popularizaram bastante e tiveram seus custos reduzidos nos últimos anos. Para auxiliar o leitor interessado na compra de um aparelho novo, o G1 procurou testar os aparelhos da maneira mais realista possível e se colocou no lugar do usuário, fazendo testes em campo em situações reais. Nesta reportagem você pode conferir o resultado.</p>
<p><strong>Aparelhos testados:</strong></p>
<p><strong>– Garmin Nuvi 205<br />
– Tomtom XL<br />
– Aquarius Discovery Channel<br />
– Airis E430/P500</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img title="Tela inicial do Nüvi 205. (Foto: Reprodução)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35849252-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35849252-EX,00.jpg" width="600" height="425" /><p class="wp-caption-text">Tela inicial do Nüvi 205. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><strong>Iluminação e processamento</strong></p>
<p>Apesar da tela de 3,5 polegadas do Nuvi 205, os ícones são grandes e de fácil visualização e o controle de brilho permite que se veja a tela mesmo em condições de muito sol. A sensibilidade ao toque não deixa a desejar, com pronta resposta.</p>
<p>O modelo da Aquarius possui um fotômetro que ajusta de maneira automática a intensidade do brilho do visor de acordo com a luz do ambiente.</p>
<p>Com processadores de 333 a 500 MHz, a resposta ao zoom foi muito boa e, mesmo na configuração de exibir o mapa com maior nível de detalhe, todos montam a tela numa velocidade bastante razoável. O recálculo de rotas também acontece rapidamente.</p>
<p><span id="more-5376"></span></p>
<p><strong>Sinal</strong><br />
Nenhum dos modelos testados teve problema para pegar o sinal e apontar a localização. Em menos de dois minutos todos já tinham se achado. Esse tempo é excelente, dado que em muitos casos pode-se levar de cinco a 15 minutos, o que é ainda é considerado normal.</p>
<p>Com o céu limpo e nublado não houve problemas com a recepção. De qualquer forma, é recomendado ficar parado até ele reconhecer os satélites, tarefa que pode demorar muito mais se estiver em movimento ou embaixo de árvores.</p>
<p><strong>Digitando o destino</strong><br />
Alguns teclados virtuais para GPS clareiam (e tiram atenção) das teclas que não formam parte do endereço definido como destino. Isso facilita bastante na hora de digitar na tela, principalmente em movimento. No Nuvi, porém, 205 isso não acontece. Elas ficam lá todas acessas até ser possível &#8220;adivinhar&#8221; o endereço e ser exibida uma lista dos mais prováveis.</p>
<p>No Aquarius e no Airis, na hora de teclar o endereço de destino, somente os caracteres possíveis à formação dos nomes das ruas é que ficam acesos. Isso facilita a digitação e reduz a chance de teclar uma letra errada.</p>
<p>No Tomtom, além de se possível escolher o tamanho, grande ou pequeno, ainda tem a opção de modo: ABCD, QWERTY ou AZERTY. Certamente agradará a todos os públicos, desde aqueles que não fazem a menor ideia da disposição das teclas àqueles que já se acostumaram ao QWERTY nosso de cada dia.<br />
<strong><br />
Calculando a rota</strong><br />
No Tomtom, se o destino for selecionado quando o aparelho está numa área sem sinal, como dentro de casa, por exemplo, não é possível calcular a rota. Para conseguir isso, é necessário usar o recurso de cálculo de itinerário e definir o destino como ponto de passagem e mandar concluir. Muitas voltas pra uma coisa simples. Para compensar, ele avisa se na rota existe pedágio e pergunta se quer evitá-lo. Aconselha-se cautela, pois, dependendo da região, a rota alternativa pode ser tornar extremamente longa e mais custosa.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38583622-EX,00.jpg"> </a></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Software pergunta se deseja evitar pedágio. (Foto: Reprodução)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38583622-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38583622-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Software pergunta se deseja evitar pedágio. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p>No Nuvi acontece o mesmo. Para traçar o destino nesse caso, é necessário habilitar o &#8220;Simulador GPS&#8221;, que calculará a rota e fará uma simulação do trajeto. Nos demais, com o software da Nav N Go, isso não acontece.</p>
<p>O tempo de cálculo em todos os modelos testados é bom. Para percursos urbanos de vinte ou quarenta quilômetros é quase imediato, e mesmo para distâncias de 200 km ou mais, não é enfadonho esperar pelo processamento.</p>
<p>Todos os modelos contam com a opção de voz em português do Brasil, apesar de  português de Portugal aparecer nos títulos de algumas funções. Um recurso interessante do modelo da Tomtom é o de poder escolher vozes além das convencionais. Um bom exemplo disso é a voz de um gaúcho, que fala: -&#8221;Bah! Chegastes a teu destino, tchê. Trouxeste a carne?&#8221;. É possível que com o tempo, enjoe, mas ao menos você curtiu a brincadeira e, a qualquer momento, pode alterar para a voz que quiser, inclusive para outro idioma.</p>
<p><strong>Radares<br />
O modelo Nuvi 205 não conta base de radares.</strong></p>
<p>O Tomtom, passando pelo caminho que vai da Zona Sul para a Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, apesar de três pardais bastante conhecidos e estarem na via há tempos, não alertou sobre a presença deles. Porém, os da orla da Zona Sul foram reportados em sua maioria.</p>
<p>Entretanto, na tela do mapa do modelo XL, fica um botão para adicionar radares que não estejam previamente cadastrados. Assim, com um simples toque, ele marca o local do radar e pergunta qual o tipo: fixo ou móvel. Dessa forma, alertará na próxima vez que passar pelo mesmo ponto.</p>
<p>Aquarius e Airis não erraram um radar, mesmo os móveis, com um porém: nem sempre a velocidade máxima informada pelo GPS correspondia à do radar. Ainda assim, ambos também têm opção de adicionar (ou editar) manualmente qualquer radar que for encontrado pelo caminho, não tão facilmente como no Tomtom.</p>
<p>A partir da publicação da Resolução 242/2007 do Contran, passou a ser autorizado o uso de geradores de imagem cartográfica com interface de geo processamento (GPS).</p>
<p>Consultado sobre o aviso de radares, o Denatran informou que &#8220;(&#8230;) o equipamento não identifica o radar, e sim, longitude e latitude de um determinado ponto especificado pelo o usuário. Não há nada que proíba o mapeamento dos trajetos das vias, que possua ou não fiscalização eletrônica.&#8221;</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35850775-EX,00.jpg"><img title="Tela touch com respostas rápidas. (Foto: Reprodução)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35850775-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35850775-EX,00.jpg" width="600" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Tela touch com respostas rápidas. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><strong>Rotas</strong></p>
<p>Um detalhe que, por vezes passa despercebido, é como se dá uma instrução para entrar nesta ou naquela rua. É interessante falar primeiro a quantos metros vai se dar a manobra para, depois, falar se é à esquerda ou à direita que se deve entrar. Isso evita que o motorista se confunda e ache que o &#8220;entre à direita&#8221; é agora, e não a 300 metros, por exemplo. Felizmente, todos os softwares dos aparelhos têm essa boa prática de falar primeiro a quantos metros se dará a conversão.</p>
<p>Porém, no Nuvi, caso seja necessário virar logo para um sentido após o outro, ele dá a informação rápido demais, na mesma frase: &#8220;vire a direita, vire à esquerda&#8221;. Se houvesse ao menos um &#8220;depois, vire à esquerda&#8221;, evitaria-se a dúvida do motorista que pode achar que a informação está sendo repetida ou corrigida.</p>
<p>Também, no Nuvi, houve uma ocorrência em que a informação no mapa indicava o caminho certo, mas a voz informava outro caminho. Então é importante observar a tela pra ver se realmente &#8220;as ideias correspondem aos fatos&#8221;.</p>
<p>Pra compensar, o modelo da Garmin foi o único que considerou que a Rua Raimundo Corrêa em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, já foi conectada com a Av. N. Sra. de Copacabana (algo que ocorreu há mais de um ano). Todos os outros, mesmo atualizados, ainda mostram que é uma rua sem saída e sugerem outro trajeto, mais longo, por conta disso.</p>
<p>Para casos como esse, o Tomtom tem uma função bastante interessante: a possibilidade de editar o mapa. Bloquear ou desbloquear uma rua; inverter a direção do tráfego; alterar as restrições de direção e a velocidade da via e até mudar o nome das ruas, tudo pode ser feito diretamente no aparelho, sem esperar por futuras atualizações.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Recurso para ajudar na economia de combustível. (Foto: Reprodução)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35846658-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,35846658-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Recurso para ajudar na economia de combustível. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><strong>Tudo pela economia</strong></p>
<p>Um diferencial no software do Nuvi é a opção EcoRoute, onde pode-se informar o valor do combustível e o consumo médio do veículo e o programa irá estimular uma condução econômica e informará, ao final do percurso, o gasto total estimado em reais.</p>
<p>Esse recurso vai além de simplesmente informar a rota mais econômica, ele desafia o motorista a dirigir economicamente e mostra o quanto ele está gastando por quilômetro rodado.</p>
<p><strong>Navegação</strong><br />
O Aquarius e o Airis, com software baseado no I Go da Nav N&#8217; Go, possuem um recurso bem interessante que é o de alternar para o modo noite quando entra num túnel, voltando ao modo normal (dia, se for o caso) após sair. Se os túneis forem extensos e sem sinal GPS em seu interior, o programa simula o deslocamento baseado na velocidade que você estava na hora da entrada.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Carregar o aparelho no bolso não é tão desconfortável. (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38586135-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38586135-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Carregar o aparelho no bolso não é tão desconfortável. (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)</p></div>
<p><strong>Em qualquer lugar</strong></p>
<p>Apesar de maior que os modelos de 3,5 polegadas, o Aquarius Discovery não pesa muito na hora de carregar, por ter um design mais fino.</p>
<p>Por ser pequeno, ligeiramente maior que um celular e menor que um smartphone, ao sair do carro o usuário poderá levar o Nuvi 205 consigo, no bolso, sem ser incomodado pelo volume.</p>
<p><strong>Facilidades</strong><br />
O software do GPS Garmin é bastante intuitivo e simples de usar. É voltado para quem só quer saber como chegar a algum lugar. Para aquelas pessoas que não precisam, não gostam, ou não querem entender os recursos mais avançados, o modelo Nuvi 205 dá conta do recado e é uma boa opção.</p>
<p>O mesmo acontece com a versão E430 do Airis, chamado de Easy (fácil), que é voltada para usuário que quer ir direto ao ponto e não quer se distrair com recursos mais avançado. O E430 exibe na mesma tela as opções de rota fácil, econômica, curta ou rápida, tornando a comparação bastante simples de ser visualizada.</p>
<p>No Tomtom, uma das facilidades é o suporte para o para-brisa. Ele é acoplado diretamente no aparelho e é dobrável, com ajustes para cima ou para baixo e para os lados, com fácil fixação e sensação de estabilidade. Também é possível retirá-lo da traseira do aparelho para não atrapalhar ao carregar no bolso, por exemplo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title="Suporte inovador é fácil de prender ao para-brisa. (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38584955-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,38584955-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text">Suporte inovador é fácil de prender ao para-brisa. (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)</p></div>
<p><strong>Extras</strong><br />
No Nuvi205, além de mostrar as rotas, ainda é possível usar o GPS como calculadora, conversor de unidades, visualizador de imagens ou como relógio mundial.</p>
<p>Para usuário avançados, a versão de cinco polegadas (P500) do Airis, com suporte a bluetooth, também conta com entrada de vídeo. Dessa forma, é possível conectar a câmera de ré do veículo ao aparelho, ou ainda o DVD player, sendo que o som, ficaria por conta do player, pois GPS não tem entrada de áudio, apenas saída. De qualquer forma, se a ideia é entreter os passageiros, é possível carregar seu SD Card com músicas e filmes. A quantidade vai depender só da capacidade do cartão de memória.</p>
<p>O Aquarius tem bluetooth também na versão com tela de 4,3 polegadas, além de computador de bordo; media player – inclusive com suporte a filmes em DivX –; visualizador de imagens e jogos. O aparelho funciona como um centro de entretenimento para os passageiros, contando ainda, com saída para fone de ouvido.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 519px"><img title="Navegação em 3D, MP3 player, visualizador de fotos e jogos são alguns dos recursos do E430. (Foto: Divulgação) " src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2115z5qjwtf6_b" alt="Indisponivel/Indisponivel" width="509" height="363" /><p class="wp-caption-text">Navegação em 3D, MP3 player, visualizador de fotos e jogos são alguns dos recursos do E430. (Foto: Divulgação) </p></div>
<p>Para transferir as músicas, filmes e fotos, basta conectá-lo ao PC. No entanto, é importante ressaltar que, por possuir o Windows CE Net na versão 6.0 como sistema operacional, é provável que o <a href="http://www.baixatudo.com.br/activesync" target="_blank">ActiveSync</a> no Windows XP não o reconheça. Recomenda-se usar o <a href="http://www.baixatudo.com.br/windows-mobile-device-center" target="_blank">Windows Mobile Device Center</a> no Vista ou no 7.</p>
<p><strong>Pontos de Interesse (POI) e atualizações</strong><br />
O destaque dos modelos da Airis são os pontos de interesse do Guia da Semana onde é possível encontrá-los qualificados e categorizados nas principais capitais brasileiras.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 459px"><img title="Eventos culturais podem ser baixados semanalmente. (Foto: Reprodução)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2116dg3xknhd_b" alt="Indisponivel/Indisponivel" width="449" height="320" /><p class="wp-caption-text">Eventos culturais podem ser baixados semanalmente. (Foto: Reprodução)</p></div>
<p>No TomTom, você consegue obter as atualizações feitas pelo usuários. Então, sempre que alguém corrigir uma rota, ou sentido da rua, você também irá receber essa atualização gratuitamente. A TomTom oferece a última atualização do mapa de graça: quando o cliente compra o aparelho, tem 30 dias para obter o mapa mais atual, independentemente do tempo em que o aparelho tenha ficado na loja.<br />
Se você gosta de muitos recursos e não quer esperar atualizações do fabricante, com o modelo XL do Tomtom é possível fazer na hora as alterações no mapa e, só depois, compartilhar com outras pessoas as suas modificações.</p>
<p>O Aquarius também é uma boa opção para quem se interessa por saber o que tem por perto do seu destino ou no caminho. Conta com cerca de um milhão de pontos de interesse (POIs), espalhados por todo o Brasil. As atualizações de radares são gratuitas, porém, para os mapas, é cobrado R$ 199,00 por atualização anual.</p>
<p>A Garmin oferece atualização gratuita por 1 ano, através de download no site <a href="http://www.autoguiagps.com.br/">www.autoguiagps.com.br</a>. O usuário conta com novas versões a cada 20 dias.</p>
<p><strong>Condições do trânsito</strong><br />
Hoje, cerca de 80% dos equipamentos vendidos no Brasil têm suporte para o serviço de TMC (condições do trânsito), porém todos necessitam de uma antena receptora deste sinal.</p>
<p>Atualmente apenas uma empresa vende esse serviço em SP e no RJ, mas não são informações oficiais e sim conteúdo coletado pelas rádios de trânsito das cidades, que elas transmitem aos receptores (antena TMC) acoplados aos GPS.</p>
<p><strong>Entenda seu perfil para fazer a escolha certa </strong><br />
Por fim, antes de adquirir um GPS é importante avaliar quais os recursos você mais precisa para, então, escolher o melhor modelo que se adeque ao seu perfil de uso. Há quem use somente por causa do aviso dos radares e não se importa que tenha bluetooth ou jogos.</p>
<p>Quem tem crianças e costuma viajar com frequência, um aparelho que reproduza filmes, música e venha com mais opções de entretenimento, é mais indicado. Também é importante ficar de olho na política de atualizações de mapas, POIs e radares.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,39090386-FMM,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,39090386-FMM,00.jpg" width="595" height="424" /></p>
<p>Do G1, no Rio</p>
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		<item>
		<title>Selo da cana</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/selo-da-cana/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Cana de Açucar]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Selo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um projeto está mudando a rotina em fazendas de cana-de-açúcar de São Paulo. Com medidas de proteção ao ambiente e melhoria das condições de trabalho, usineiros e produtores procuram abrir portas no mercado internacional. Em todo o país, são sete milhões de hectares cobertos pela cana-de-açúcar, que este ano devem render quase 700 milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ecodebate.com.br/foto/cana2.jpg" alt="http://www.ecodebate.com.br/foto/cana2.jpg" /></p>
<p><strong>Um projeto está mudando a rotina em fazendas de cana-de-açúcar de São Paulo. Com medidas de proteção ao ambiente e melhoria das condições de trabalho, usineiros e produtores procuram abrir portas no mercado internacional. </strong></p>
<p>Em todo o país, são sete milhões de hectares cobertos pela cana-de-açúcar, que este ano devem render quase 700 milhões de toneladas.</p>
<p>O Brasil é o maior produtor mundial de cana e mais da metade da área plantada se concentra em São Paulo. No Estado, é comum encontrar municípios como Bariri, a 300 quilômetros da capital, onde os canaviais encostam na área urbana. Com 30 mil habitantes, Bariri é uma cidade tranquila. Lá está começando uma experiência pioneira.</p>
<p>Para conhecer a novidade, visitamos a propriedade de 67 hectares dos irmãos João e Luiz Ticianelli. Antes de plantar cana, o seu João e o seu Luiz viviam da criação de gado. Atualmente, eles mantêm apenas 30% do rebanho. O pasto chegava até próximo ao córrego.</p>
<p>No lugar, sempre teve fartura de água. Mas de uns tempos para cá, a situação mudou. &#8220;Ela veio diminuindo. Depois, tem duas nascente aí em cima, duas minas grandes e uma secou. E foi aí que até o vizinho precisou vir buscar água na minha propriedade. Não tinha nem água para os bois dele. Uns falam que a água está acabando por consequência do próprio decorrer do tempo, porque estão secando os poços. Então, vieram uns técnicos da Esalq e disseram que se arborizar, futuramente ela volta ao normal. Então foi que levou a gente a se reunir e fechar&#8221;, explica o agricultor João Ticianelli.</p>
<p>Isso aconteceu há quatro anos. O seu João e o seu Luiz cercaram o riacho e começaram a plantar árvores nativas em volta. Eles mal sabiam, mas estavam dando o primeiro passo rumo a um projeto de certificação sócio-ambiental do canavial, já que essa é uma das normas.</p>
<p>Para conseguir a certificação é preciso seguir um protocolo que prevê uma série de exigências elaboradas pelo órgão credenciado. O selo da cana chegou a Bariri através da OIA, Organização Internacional Agropecuária, uma empresa privada que certifica vários produtos, inclusive orgânicos. Foi contratada pela Assobari, a associação dos produtores.</p>
<p>O auditor Edegar de Oliveira da OIA e agrônomo Reinaldo Schiavon, da Associação de Produtores de Bariri, fazem a última visita à fazenda para verificar se os irmãos Ticianelli podem receber o selo.</p>
<p>A primeira vistoria aconteceu há um ano. Por causa do protocolo, a propriedade tem hoje uma reserva legal e uma APP, Área de Preservação Permanente, num total de 4,5 hectares.</p>
<p>A cana ocupa 45 hectares. O uso correto dos agrotóxicos é outra preocupação. Como não havia na fazenda um depósito adequado para guardar o agrotóxico, foi preciso construir um quartinho. Para entrar nele, o seu Luiz veste calça, botas, óculos, tudo apropriado. É o EPI, Equipamento de Proteção Individual. &#8220;Antes a gente lidava com o agrotóxico sem nenhuma proteção”, disse.</p>
<p>A documentação da fazenda também tem que estar em dia. Os documentos vão desde o mapeamento da propriedade e comprovantes das benfeitorias até o rastreamento da produção.</p>
<p>O seu João e o seu Luiz já estão prontos para receber o certificado? &#8220;Quase prontos. Eles já cumpriram com 99% do protocolo. Está sendo deixado para eles um relatório onde consta as não conformidades da propriedade. Com base nisso, eles tem que corrigir para então serem certificados. Eu acredito que eles vão conseguir essa certificação&#8221;, afirma o agrônomo Edegar de Oliveira.</p>
<p>Saímos da propriedade dos Ticianelli para acompanhar a colheita em uma área de usina, que também participa do projeto. As mudanças exigidas pela certificação não ficam só no manejo dos canaviais.</p>
<p>O protocolo também estabelece 40 normas de relações de trabalho. São itens de segurança, de bem-estar do trabalhador. Olhando a colheita, a gente se pergunta: como as pessoas fazem para se alimentar, usar o banheiro ou simplesmente tomar um copo de água no meio do expediente?</p>
<p>Primeira exigência: é obrigatório ter banheiro a menos de 500 metros do local da colheita, com sabão e papel higiênico. A empresa resolveu o problema instalando banheiros dentro de um ônibus, que acompanha os cortadores em todos os canaviais.</p>
<p>Os cortadores de cana também devem dispor de água potável à vontade e de um refeitório com toldo, mesas e cadeiras.</p>
<p>Os trabalhadores têm pausas para descanso durante a jornada. &#8220;Agora já tem meia hora de almoço. Tem meio-dia, 11h tem dez minutos. Às 15h tem uns minutos também. Então, facilitou muito o trabalho da gente porque o corte da cana é meio forçado, pesado. Agora dá para ir&#8221;, conta o trabalhador rural, Manoel Pereira.</p>
<p>&#8220;Antes a gente trabalhava mais. Hoje, não. Você tem que vir ao ônibus, almoçar aqui na área da convivência, então tudo isso é muito importante. Você para, descansa&#8221;, afirma a trabalhadora rural, Marta dos Santos.</p>
<p>Outra exigência é a adesão ao programa de redução da queima da cana. Nas partes mecanizáveis, já em 2010, só será permitido queimar 30% da área. Até 2014, a eliminação total da queima. Nas partes não mecanizáveis, eliminação total em 2017.</p>
<p>Para conseguir a certificação, a usina também teve que instalar torres de resfriamento de água e conseguiu diminuir em 50% a captação dessa água, que vem do açude.</p>
<p>Passou a utilizar toda a vinhaça, resíduo produzido depois da destilação do álcool, como ferti-irrigação. A vinhaça, rica em minerais, é jogada em tanques e bombeada por canos subterrâneos até o canavial. Com isso, evita-se que o líquido contamine os rios e a vida aquática.</p>
<p>Nesta safra, a previsão é que a usina produza 93 milhões de litros de álcool, com 25 milhões certificados. Mas, por enquanto, ninguém vai receber mais por isso: nem o produtor nem o trabalhador da colheita nem a usina. Então, qual a vantagem?</p>
<p>&#8220;Muitos países existe até um preconceito do produto brasileiro, achando que está comprando um produto que degrada o meio ambiente quanto não é verdade. Eu entendo que novos mercados poderão surgir e despertar o interesse para esse produto, por saber que é bem diferente daquilo que eles estão pensando e daquilo que o próprio consumidor está imaginando&#8221;.</p>
<p>A iniciativa pioneira de Bariri é muito mais que uma aposta, revela uma visão do futuro. Quando cuidar do meio ambiente e das relações de trabalho será condição fundamental para qualquer negócio tanto no mercado internacional quanto no Brasil.</p>
<p>Trinta e nove propriedades de cana-de-açúcar já conquistaram este tipo de certificação socioambiental. Outras 70 fazendas estão em fase de implementação do programa. Todas ficam no estado de São Paulo.</p>
<p>Globo Rural</p>
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		<title>Dell também cogita sair da China, afirma jornal indiano</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 03:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Dell]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma extensa cobertura feita pelo jornal &#8220;Hindustan Times&#8221; sobre a possível saída do Google na China trazia uma informação que &#8220;talvez seja outra ainda maior&#8221;, nas palavras do blog de tecnologia Engadget : a fabricantes de computadores Dell estaria cogitando sair da China. A eventual saída ocorreria porque a companhia deseja um lugar &#8220;mais seguro&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://goingglobal.corante.com/archives/dell_cn_detail.jpg" alt="http://goingglobal.corante.com/archives/dell_cn_detail.jpg" /></p>
</div>
<p>Uma extensa cobertura feita pelo jornal &#8220;Hindustan Times&#8221; sobre a possível saída do Google na China trazia uma informação que &#8220;talvez seja outra ainda maior&#8221;, nas palavras do blog de tecnologia <a href="http://www.engadget.com/" target="_blank">Engadget</a> : a fabricantes de computadores Dell estaria cogitando sair da China.</p>
<p>A eventual saída ocorreria porque a companhia deseja um lugar &#8220;mais seguro&#8221; para abrigar um patrimônio de investimento que chega a US$ 25 bilhões neste ano. Para corroborar a informação, o jornal menciona o primeiro-ministro indiano Manmohan Singh &#8211;que teria se encontrado com o executivo-chefe da empresa, Michael Dell.</p>
<p>&#8220;Nesta manhã, encontrei o presidente da Dell. Ele me disse que estão comprando equipamentos e peças de US$ 25 bilhões da China. Eles</p>
<p>gostariam de mudar para um ambiente mais seguro, com clima propício aos empreendimento e com a segurança de um sistema jurídico.&#8221;</p>
<p>O Engadget classifica como &#8220;interessante&#8221; a descoberta sobre como o alto executivo supostamente vê o clima de insegurança legal na China.</p>
<p>&#8220;Parece que a disputa do Google com a China forçou os executivos de tecnologia a reavaliar a forte aposta na China, e os efeitos a longo prazo poderiam certamente desencadear mudanças, ou pelo menos a diversificação, na produção distante na terra natal de Yao [Ming, jogador de maior estatura na liga norte-americana NBA]&#8220;.</p>
<p>A informação do jornal, entretanto, não está confirmada. Ontem, a companhia anunciou que as vendas da Dell na China saltaram 81% no ano passado, estimuladas por incentivos do governo direcionados para o aumento do consumo, especialmente em cidades menores.</p>
<p>da Folha Online</p>
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		<title>Preços de material para construção têm maior alta desde 2008, aponta FGV</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 03:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alta de Preços]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Material de Construção]]></category>

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		<description><![CDATA[Os preços dos materiais e equipamentos para construção subiram 0,45% em março, registando o maior aumento desde novembro de 2008, segundo os dados do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). No acumulado dos últimos 12 meses, o índice apresenta deflação (0,82%), mas a tendência é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.mvpedras.com.br/album/material/material02.jpg" alt="http://www.mvpedras.com.br/album/material/material02.jpg" /></p>
</div>
<p>Os preços dos materiais e equipamentos para construção subiram 0,45% em março, registando o maior aumento desde novembro de 2008, segundo os dados do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).</p>
<p>No acumulado dos últimos 12 meses, o índice apresenta deflação (0,82%), mas a tendência é que volte a ter aumento quando as taxas mensais negativas em 2009 &#8211;entre março e setembro &#8211; forem sendo substituídas por variações positivas no decorrer deste ano.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u712322.shtml">Preços na construção sobem 4,12% nos últimos 12 meses, aponta FGV</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u712434.shtml">Indústria cresce sem pressionar inflação, aponta CNI</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u712283.shtml">Relatório de Inflação vai tornar ata do Copom mais clara, diz Meirelles</a></p>
<p>Segundo Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da FGV, esse grupo será &#8220;o grande elemento surpresa&#8221;. Um dos fatores que deve influenciar a variação desses itens é a desoneração de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para material de construção, que acaba em junho.</p>
<p>&#8220;O cenário para este ano é bem diferente do ano passado, quando a Caixa sustentou o mercado&#8221;, completa Ana Maria. Em 2009, ressalta, houve queda no consumo das famílias para fazer puxadinhos, reformas ou manutenção.</p>
<p>A pressão sobre os preços desses produtos com o aumento da demanda deve ser atenuada pela ampliação da capacidade instalada. De acordo com uma pesquisa da FGV, os empresários da construção civil preveem uma expansão de 11,8% neste ano e, para o triênio até 2012, de 18,8%.</p>
<p>O grupo materiais e equipamentos tem um peso de 41,4% na formação do INCC, que subiu <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u712322.shtml">0,45% em março</a>. Entre as cinco maiores influências para essa alta, aparecem vergalhões e arames de aço ao carbono (0,82%) e tubos e conexões de PVC (2,23%).</p>
<p>TATIANA RESENDE<br />
da Folha Online</p>
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		<title>Pornografia cresce na web e consumo afeta felicidade, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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		<category><![CDATA[Pornografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Consumidores são menos felizes e produtivos, aponta estudo. Pesquisa diz que mulher se sente traída se marido consome pornografia. As novas tecnologias dispararam a procura por pornografia, sobretudo na internet, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (17) que adverte para o impacto negativo nas relações, na produtividade e na felicidade entre consumidores desses produtos. Estes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_HCgzX40gy9c/SqlkCZ5zv7I/AAAAAAAAGIw/rJV3g-i76FE/s320/Sexo+tabu+para+os+gigantes+da+web.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_HCgzX40gy9c/SqlkCZ5zv7I/AAAAAAAAGIw/rJV3g-i76FE/s320/Sexo+tabu+para+os+gigantes+da+web.jpg" /></p>
<p><strong>Consumidores são menos felizes e produtivos, aponta estudo.<br />
Pesquisa diz que mulher se sente traída se marido consome pornografia.</strong></p>
<p>As novas tecnologias dispararam a procura por pornografia, sobretudo na internet, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (17) que adverte para o impacto negativo nas relações, na produtividade e na felicidade entre consumidores desses produtos.</p>
<p>Estes são alguns dos custos sociais detectados pelo grupo de pesquisadores multidisciplinar do &#8220;The social cost of pornography: A statement of findings and recommendations&#8221;, publicado pelo Instituto Witherspoon.</p>
<p>&#8220;Desde o começo da era da internet, as pessoas consomem mais pornografia do que nunca e seu conteúdo se tornou cada vez mais gráfico&#8221;, afirmou a pesquisadora do centro Hoover Institution, Mary Eberstadt.</p>
<p>&#8220;Os que veem pornografia acreditam que sua vida sexual vai ser melhor, mas tem ejaculação precoce, mais disfunções e problemas para se relacionar&#8221;, afirma Mary Anne Layden, coautora e diretora do programa de traumas sexuais e psicopatologia da Universidade da Pensilvânia.</p>
<p>Segundo Layden, a exposição em massa a conteúdos pornográficos leva a mudanças de crenças e atitudes sociais. Por exemplo, se aumenta a insensibilidade com relação às mulheres, se reduz o apoio ao movimento de libertação feminina e se perde a noção de que estes conteúdos devem ser restringidos para menores.</p>
<p>Vários estudos, como o &#8220;Romantic Partners Use of Pornography; Its significance for Women&#8221; do médico A.J. Bridges, assinalam que a mulher que sabe que seu marido consome pornografia se sente traída e não confia no parceiro.</p>
<p>Os custos psicológicos a que fazem referência os autores em situações como esta podem desencadear outras consequências no casal, como o divórcio.</p>
<p>Segundo dados da Sociedade Americana de Advogados Matrimoniais, que inclui 1,6 mil profissionais de todo o país, 56% dos 350 casos atendidos em 2003 tinham relação com o interesse obsessivo de um dos parceiros por sites pornográficos.</p>
<p><strong>Consumo pode gerar patologias</strong></p>
<p>O consumo contínuo desses produtos frequentemente acaba em alguma patologia, assinalou Layden. Ela lembrou que pela primeira vez o DSM 5, manual utilizado para fazer diagnósticos psiquiátricos, vai incluir como doenças as dependências de sexo e da pornografia.</p>
<p>Para os especialistas, o consumo de pornografia não é visto como um problema grave na sociedade. Por isso, eles reivindicam uma maior atenção sobre o assunto e pedem mais proteção, sobretudo para crianças e adolescentes.</p>
<p>“A presença da pornografia na vida de muitos meninos e meninas adolescentes é muito mais significativa do que a maioria dos adultos acha&#8221;</p>
<p>Segundo Layden, &#8220;um software para bloquear as páginas com conteúdos pornográficos na internet não é suficiente&#8221;, já que as crianças têm a seu alcance outros sites onde podem encontrar o código para desbloquear o filtro.</p>
<p>A pesquisadora exige à indústria do entretenimento que deixe de &#8220;fazer dinheiro ferindo crianças&#8221;.</p>
<p>&#8220;A presença da pornografia na vida de muitos meninos e meninas adolescentes é muito mais significativa do que a maioria dos adultos acha&#8221;, apontou. Layden lamenta que a pornografia &#8220;deforme o desenvolvimento sexual saudável dos jovens&#8221;.</p>
<p>Para Eberstadt, é preciso &#8220;mudar o que socialmente não está visto como algo mau&#8221; e perceber o tema como algo que afeta a sociedade em seu conjunto. Dessa forma será possível criar um movimento contra a pornografia.</p>
<p>O Witherspoon é um centro de pesquisa independente que promove a aplicação dos princípios fundamentais do Governo republicano e, segundo seu site, trabalha para melhorar os fundamentos morais das sociedades democráticas.</p>
<p>Da EFE</p>
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		<title>Greenpeace alerta que China já vende arroz transgênico nos supermercados</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambientalistas afirmam que comercialização do produto fere a lei; governo questiona relatório A organização ambientalista Greenpeace afirma que China já vende arroz transgênico em supermercados, segundo estudo realizado na província de Hunan (centro do país), enquanto o Ministério da Agricultura chinês nega, segundo o jornal oficial &#8220;China Daily&#8221;. Arroz transgênico chinês seria resistente às pragas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Arquivo/AE" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2038gtqmsvfh_b" alt="Arquivo/AE" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Arquivo/AE</p></div>
<p><strong>Ambientalistas afirmam que comercialização do produto fere a lei; governo questiona relatório</strong></p>
<p>A organização ambientalista Greenpeace afirma que China já vende arroz transgênico em supermercados, segundo estudo realizado na província de Hunan (centro do país), enquanto o Ministério da Agricultura chinês nega, segundo o jornal oficial &#8220;China Daily&#8221;.</p>
<p>Arroz transgênico chinês seria resistente às pragas da bactéria Bacillus Thuringiensis</p>
<p>O Greenpeace assegurou que os supermercados Wal-Mart e Zhongbai em Hunan vendem arroz transgênico ou geneticamente modificado (GM) sob as marcas &#8220;Maoya&#8221; e &#8220;Xueyou&#8221;.</p>
<p>&#8220;A análise do arroz Maoya mostra que ele é resistente às pragas BT, bactéria Bacillus Thuringiensis&#8221;, disse a porta-voz do programa de alimentos e agricultura do Greenpeace, Wang Weikang.</p>
<p>Uma das características dos alimentos transgênicos é que precisam de 80% menos pesticidas, um dos poluentes mais utilizados na China.</p>
<p>Esta modificação genética é denunciada pelos ambientalistas, que consideram que ainda não houve investigação suficiente sobre este tipo de alimentos nem sobre suas consequências em longo prazo na saúde dos humanos.</p>
<p>&#8220;A venda de arroz transgênico é uma atitude contra a Lei, e poderia provocar efeitos negativos na saúde dos consumidores&#8221;, disse Weikang.</p>
<p>O Greenpeace apresentou seu estudo, elaborado durante novembro do ano passado em nove supermercados de oito cidades diferentes, ao Ministério da Agricultura do país. O Ministério garantiu que &#8220;a China tem um sistema e leis para supervisionar e regular os alimentos GM&#8221; e afirmou que nunca recebeu informações sobre estes casos.</p>
<p>&#8220;Não acho que este relatório seja de confiança, mas o Ministério está disposto a abrir uma investigação com a condição prévia de que este estudo esteja baseado em dados científicos&#8221;, assinalou um membro do Comitê de Biossegurança da pasta de agricultura, Huang Dafang.</p>
<p>Em dezembro, o Ministério da Agricultura da China publicou em seu site que o Comitê tinha dado o sinal verde, pela primeira vez, à produção de dois tipos de arroz e uma de milho transgênico.</p>
<p>A necessidade de mais alimentos, assim como o suposto impacto no meio ambiental pela redução de uso de pesticidas e o maior benefício previsto para os agricultores são algumas das vantagens da decisão.</p>
<p>Efe</p>
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		<title>Grã-Bretanha ganha hospital para paciente se recuperar mais rápido</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>

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		<description><![CDATA[Prédio inaugurado em Bath foi projetado por Norman Foster e parece um hotel de luxo. Um hospital projetado pelo premiado arquiteto britânico Norman Foster foi inaugurado nos arredores da cidade de Bath com o objetivo de ajudar os pacientes a se recuperarem mais rápido. Com ambientes de estilo &#8220;clean&#8221; e moderno, que mais lembram um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 543px"><img title="Circle Bath Hospital foi projetado pelo arquiteto Norman Foster (Foto: BBC)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2031ctjpjvf3_b" alt="Foto: BBC" width="533" height="380" /><p class="wp-caption-text">Circle Bath Hospital foi projetado pelo arquiteto Norman Foster (Foto: BBC)</p></div>
<p><strong> Prédio inaugurado em Bath foi projetado por Norman Foster e parece um hotel de luxo.</strong></p>
<p>Um hospital projetado pelo premiado arquiteto britânico Norman Foster foi inaugurado nos arredores da cidade de Bath com o objetivo de ajudar os pacientes a se recuperarem mais rápido.</p>
<p>Com ambientes de estilo &#8220;clean&#8221; e moderno, que mais lembram um hotel, o Circle Bath Hospital é privado, mas vai atender pacientes encaminhados pelo serviço público de saúde.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 567px"><img title="Pacientes mais relaxados tendem a precisar de menos anestesia em uma cirurgia (Foto: BBC)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2032f5xsmddk_b" alt="Foto: BBC" width="557" height="397" /><p class="wp-caption-text">Pacientes mais relaxados tendem a precisar de menos anestesia em uma cirurgia (Foto: BBC)</p></div>
<p>Pesquisas recentes mostram que os pacientes se recuperam melhor em um ambiente calmo, agradável e com bastante luz natural.</p>
<p>Segundo o cirurgião ortopedista Neil Bradbury, que atua no hospital, pacientes mais relaxados tendem a precisar de menos anestesia em uma cirurgia e acordam mais bem dispostos.</p>
<p>A tese já vem sendo defendida pela Comission for Achitecture and the Built Environment, agência governamental que supervisiona obras públicas.</p>
<p>Nos últimos anos, novos hospitais em Londres e no interior chegaram a ser premiados por introduzirem ambientes mais arejados e iluminados.</p>
<p>Mas outras obras construídas com o orçamento de 12 bilhões de libras destinado a hospitais não utilizaram o mesmo conceito.</p>
<p>Os defensores da ideia argumentam que o investimento vale a pena, pois quanto mais rápida a recuperação de um paciente, mais pessoas poderão ser atendidas.</p>
<p>Da BBC E G1</p>
]]></content:encoded>
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