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	<title>Blog de Maurílio &#187; Comportamento</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Engarrafamento de 100 km chega ao fim após nove dias na China</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 10:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Engarrafamento]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[O congestionamento foi registrado em um trecho da Via Pequim-Tibete. Ele foi causado por caminhões que passavam devagar por trecho em obras. Um engarrafamento em um trecho de uma rodovia próxima a Pequim ficou tão ruim que durou nove dias e chegou a ter 100 quilômetros, informou a mídia estatal nesta segunda-feira (23). O congestionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img id="il_fi" title="Brasil: engarrafamento na BR 234 " src="http://2.bp.blogspot.com/_BBN2pfnfTgw/S-h_gXg2T1I/AAAAAAAADF8/UNkgzb10AXo/s1600/128794.jpg" alt="" width="650" height="425" /><p class="wp-caption-text">Brasil: engarrafamento na BR 234 </p></div>
<h2>O congestionamento foi registrado  em um trecho da Via Pequim-Tibete. Ele foi causado por caminhões que passavam devagar por trecho em obras.</h2>
<p>Um engarrafamento em um trecho de uma  rodovia próxima a Pequim ficou tão ruim que durou nove dias e chegou  a ter 100 quilômetros, informou a mídia estatal nesta segunda-feira  (23).</p>
<p>O congestionamento foi registrado em  um trecho da Via Expressa Pequim-Tibete, que liga Pequim à província  vizinha de Hebei e Mongólia Interior. Ele teve início em 14 de agosto,  quando caminhões<br />
que iam para a capital, muitos deles transportando carvão, começaram  a diminuir a velocidade para passar por um trecho de estrada em construção</p>
<p>O problema foi agravado pela quebra de  veículos parados no engarrafamento</p>
<p>Moradores da região em que o engarrafamento  se formou aproveitaram a situação para vender comida a preços inflacionados.</p>
<p>Nove dias depois do início do engarrafamento,  as autoridades de trânsito finalmente conseguiram colocar os veículos  em movimento novamente, e o fluxo começou a voltar ao normal.</p>
<p>Do G1, com informações da Globo  News</p>
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		<title>Danny Glover é detido durante manifestação nos EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 11:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Glover]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Ator norte-americano foi algemado na rua. Ele foi liberado, mas pode ser condenado a 90 dias de cadeia. O ator norte-americano Danny Glover e outras 11 pessoas foram detidas nesta sexta-feira (16), em Maryland, durante uma manifestação diante da sede de uma rede francesa de restaurantes nos Estados Unidos. O grupo acabou detido ao desobedecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 562px"><img title="Danny Glover é detido durante manifestação nos EUA. (Foto: AFP Photo)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2251f5pxdr78_b" alt="Danny Glover é detido durante manifestação nos EUA." width="552" height="414" /><p class="wp-caption-text">Danny Glover é detido durante manifestação nos EUA. (Foto: AFP Photo)</p></div>
<p><strong>Ator norte-americano foi algemado na rua.<br />
Ele foi liberado, mas pode ser condenado a 90 dias de cadeia.</strong></p>
<p>O ator norte-americano Danny Glover e outras 11 pessoas foram detidas nesta sexta-feira (16), em Maryland, durante uma manifestação diante da sede de uma rede francesa de restaurantes nos Estados Unidos. O grupo acabou detido ao desobedecer ordens da polícia.</p>
<p>A manifestação ocorreu porque a empresa de distribuição de alimentos é acusada de submeter seus trabalhadores a maus tratos.</p>
<p>Glover foi algemado ao romper uma barreira policial que impedia a circulação no perímetro do prédio da companhia.</p>
<p>· <a href="http://danny%20glover%20participa%20de%20mostra%20de%20cinema%20negro%20no%20rio/">Danny Glover participa de mostra de cinema negro no Rio</a></p>
<p>O ator e os outros detidos foram liberados, mas podem ser obrigados a pagar uma multa ou a cumprir pena de prisão de 90 dias, segundo fontes judiciais.</p>
<p>O protesto reuniu trabalhadores temporários, estudantes e líderes sindicais de Grã-Bretanha e França, que viajaram para apoiar a manifestação.</p>
<p>Glover, de 63 anos, atuou em sucessos do cinema como “Máquina Mortífera” e “A cor púrpura”.</p>
<p>* Com informações das agências de notícias Efe e France Presse</p>
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		<title>Tempo dedicado aos filhos está aumentando, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Pais que trabalham fora vivem sofrendo porque não veem seus filhos o suficiente. Mas um novo e surpreendente estudo descobriu que mães e pais estão se saindo melhor do que eles mesmos pensam, passando muito mais tempo com suas famílias do que os pais de gerações anteriores. O estudo, realizado por dois economistas da Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_x0cNvHLRgVk/Ss3i_0sUXQI/AAAAAAAAPvc/0P58dF4OTcs/s320/Pais_e_filhos.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_x0cNvHLRgVk/Ss3i_0sUXQI/AAAAAAAAPvc/0P58dF4OTcs/s320/Pais_e_filhos.jpg" /></p>
<p><strong>Pais que trabalham fora vivem sofrendo porque não veem seus filhos o suficiente. Mas um novo e surpreendente estudo descobriu que mães e pais estão se saindo melhor do que eles mesmos pensam, passando muito mais tempo com suas famílias do que os pais de gerações anteriores. </strong></p>
<p>O estudo, realizado por dois economistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, analisa uma dúzia de pesquisas de como os americanos afirmam usar seu tempo, realizadas em diferentes períodos entre 1965 e 2007. O estudo relata que a quantidade de tempo dedicado aos cuidados com as crianças por parte dos pais em todos os níveis de renda &#8211;e especificamente para as pessoas com nível universitário&#8211; aumentou &#8220;dramaticamente&#8221; desde meados da década de 1990 (as descobertas feitas pelos economistas Garey Ramey e Valerie A. Ramey, marido e mulher, aparecem num artigo apresentado em março numa conferência do Brookings Institution, em Washington).</p>
<p>Antes de 1995, as mães passavam uma média de 12 horas por semana atendendo às necessidades dos filhos. Até 2007, esse número tinha aumentado para 21,2 horas por semana para mulheres com instrução universitária e 15,9 horas para aquelas sem formação superior.</p>
<p>Embora as mães ainda sejam responsáveis por grande parte das tarefas de cuidar dos filhos, os pais também registraram ganhos acentuados: passaram para 9,6 horas semanais para homens com educação universitária, mais que o dobro do número de 4,5 horas de antes de 1995; e para 6,8 horas para os demais homens, contra 3,7 anteriormente, segundo uma análise adicional de Betsey Stevenson e Dan Sacks, economistas do Wharton School, da Universidade da Pensilvânia.</p>
<p>Pesquisadores sobre a família afirmam que a notícia deveria trazer alívio para pais que trabalham fora e se sentem culpados.</p>
<p>&#8220;Os pais sentem que não passam tempo suficiente com as crianças&#8221;, afirmou Ellen Galinsky, presidente do Families and Work Institute, em Nova York, que conduz pesquisas sobre a força de trabalho. &#8220;Eles temem que estejam em falta com os filhos. Nunca encontrei um grupo de pais que acredita passar tempo suficiente com as crianças&#8221;.</p>
<p>Embora estudos anteriores tenham mostrado um aumento no tempo passado pelos pais com seus filhos na década de 1990, o estudo dos Ramey é importante porque associa muitas pesquisas sobre o uso do tempo e também desmembra dados por idade da criança e nível de instrução.</p>
<p>O aumento do tempo dedicado aos filhos é apenas um dos aspectos da família americana que está mudando. Os casais estão, em geral, esperando mais tempo para se casar e começar a ter filhos. Os índices de divórcio estão caindo geração após geração.</p>
<p><strong>Casamento moderno</strong></p>
<p>É notável o fato de que as crianças não são mais amplamente vistas como essenciais para um casamento feliz. Em 1990, 65% dos americanos disseram que as crianças eram &#8220;muito importantes&#8221; para um casamento de sucesso, mas até 2007 o número de adultos que concordaram com essa frase tinha caído para 41%, segundo uma pesquisa do Pew Research Center.</p>
<p>Na verdade, o aumento no tempo dedicado aos filhos diz mais sobre o casamento moderno do que sobre práticas modernas de cuidados com as crianças, disse Stevenson. Ela observa que, entre os pais com educação superior, duas horas ou duas horas e meia do tempo aumentado dedicado às crianças ocorrem quanto ambos os pais estão presentes. &#8220;Todos entram no carro&#8221;, ela disse, &#8220;e mãe e pai animam a criança&#8221;.</p>
<p>Isso pode refletir um aumento no que Stevenson chama de &#8220;casamento hedonista&#8221;, no qual os casais dividem responsabilidades do lar e de trabalho para que possa passar mais tempo junto.</p>
<p>Em contraste, casais de gerações anteriores geralmente tinham papéis &#8220;especializados&#8221; que tendiam a separá-los &#8211;o marido trabalhava fora para sustentar a família e a mulher ficava em casa para cuidar das crianças.</p>
<p>&#8220;Estamos vendo um aumento de casamentos onde se escolhe pessoas com as quais gostamos de fazer atividades&#8221;, disse Stevenson. &#8220;Então, não é surpresa que comecemos a ver que algumas atividades que queremos fazer juntos envolvam nossos filhos&#8221;.</p>
<p><strong>Outras tarefas</strong></p>
<p>Mas de onde vem esse tempo extra com os filhos? As mulheres, especificamente, estão passando menos tempo cozinhando e limpando a casa, enquanto os homens estão trabalhando menos horas no escritório. Um relatório de 2007 do &#8220;The Quarterly Journal of Economics&#8221; mostrou que o tempo de lazer entre homens e mulheres aumentou de quatro para oito horas semanais, entre 1965 e 2003.</p>
<p>Notavelmente, os dados do estudo do casal Ramey não contabiliza as horas que as mães e os pais passavam &#8220;perto&#8221; dos filhos &#8211;na mesa de jantar, por exemplo, ou quando as crianças brincavam sozinhas. Em vez disso, a pesquisa rastreia atividades específicas nas quais o pai ou mãe está diretamente envolvido com a criança.</p>
<p>&#8220;É levá-las para a escola, ajudar com a lição de casa, dar banho, brincar de pega-pega no quintal&#8221;, disse um coautor do artigo sobre o tempo de lazer, Erik Hurst, economista da University of Chicago Booth School of Business. &#8220;Essas são as atividades que aumentaram nos últimos 15 ou 20 anos.&#8221;</p>
<p>Galinsky observa que, embora pais que trabalham fora normalmente se sintam culpados por não passar mais tempo em casa, as crianças muitas vezes têm uma reação diferente. Num estudo publicado como &#8220;Pergunte às Crianças&#8221; (Harper, 2000), ela perguntou a mais de mil crianças sobre seu &#8220;maior desejo&#8221; em relação aos pais. Embora os pais esperassem que seus filhos pedissem mais tempo em família, as crianças queriam algo diferente.</p>
<p>&#8220;As crianças tiveram maior probabilidade de desejar que os pais estivessem menos cansados e menos estressados&#8221;, afirmou Galinsky.</p>
<p>New York Times</p>
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		<title>Cariocas e gaúchas usam anticoncepcional por mais tempo, diz Ibope</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Anticoncepcionais]]></category>
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		<description><![CDATA[As mulheres de Porto Alegre e do Rio de Janeiro utilizam a pílula anticoncepcional por períodos maiores do que as brasileiras de outras capitais. A informação é da pesquisa Ibope encomendada pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) para o projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcionais). Foram ouvidas 500 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img title="Editoria de Arte/Folha Imagem" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2226g9bk6ffm_b" alt="" width="550" height="330" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folha Imagem</p></div>
<p>As mulheres de Porto Alegre e do Rio de Janeiro utilizam a pílula anticoncepcional por períodos maiores do que as brasileiras de outras capitais. A informação é da pesquisa Ibope encomendada pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) para o projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcionais).</p>
<p>Foram ouvidas 500 mulheres das classes A/B de cinco capitais (São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre) com idades entre 15 e 45 anos, usuárias de pílula (81%) ou que utilizaram o método nos 12 meses anteriores às entrevistas (19%), realizadas em maio do ano passado.</p>
<p><strong>Os dados indicam que a maioria das gaúchas (56%) adeptas do anticoncepcional toma pílula há mais de dez anos. Entre as cariocas, o percentual é de 47%.</strong></p>
<p>Para Nílson Roberto de Melo, presidente da Febrasgo, os números apontam a tendência de se usar a pílula por um tempo cada vez maior. &#8220;Hoje, a mulher está postergando a gravidez devido à vida profissional e está mais informada. Ela sabe dos benefícios extra-contraceptivos do método, como a redução do risco de câncer de ovário e de endométrio, a diminuição dos cistos e a melhora da pele e do ciclo menstrual&#8221;, afirma o médico.</p>
<p>A evolução da pílula também a tornou mais aceitável. Cinquenta anos atrás, as primeiras gerações tinham até dez vezes mais estrogênio e cerca de 150 vezes mais derivado da progesterona do que os contraceptivos atuais. &#8220;Atualmente temos uma série de produtos com as mais variadas doses e componentes&#8221;, diz Melo.</p>
<p>Nas outras capitais pesquisadas o quadro se inverte: as &#8220;usuárias recentes&#8221; detêm os maiores percentuais. Em Belo Horizonte, 49% declararam fazer uso do método há menos de cinco anos. Em São Paulo, esse índice ficou em 45% e, em Recife, 39%.</p>
<p>A pesquisa mostrou ainda que 85% estão satisfeitas com o medicamento que usam, 86% pretendem continuar usando-o e 70% não têm intenção de mudar de método contraceptivo.</p>
<p><strong>Vida sexual</strong></p>
<p>O desejo sexual permanece inalterado para 72% das usuárias da pílula. Na opinião de 16%, o desejo diminui e, para 11%, aumenta. A vida sexual de um modo geral não sofre mudanças com a utilização do contraceptivo para a maioria (53%) das mulheres &#8211;38% disseram haver impacto positivo.</p>
<p>O projeto R.O.S.A. deve usar os dados para compor as ações de sua primeira fase, que foca na sexualidade e já promoveu encontros para ginecologistas. &#8220;É preciso educar os médicos em sexualidade, pois há essa lacuna na graduação e na pós-graduação tradicionais&#8221;, considera Gérson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da Febrasgo. &#8220;Infelizmente, os medicos não abordam a sexualidade quando fazem a orientação contraceptiva.&#8221;</p>
<p>Para o especialista, uma das consequências práticas desse aprendizado é levar também o homem ao consultório do ginecologista. &#8220;O casal tem de chegar a uma resolução conjunta sobre o método contraceptivo.&#8221;</p>
<p><strong>Folhaonline</strong></p>
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		<title>Esquecer causa da tristeza pode piorar sentimento, indica estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 16:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas com memória ruim sentem-se tristes mesmo quando esquecem o que as deixou assim &#8211;sugerindo que emoções e memória não são tão conectados quanto se pensava&#8211;, mostra um novo estudo realizado nos Estados Unidos. Justin Feinstein, neurocientista da Universidade de Iowa, mostrou uma compilação de trechos comoventes de filmes, incluindo &#8220;Forrest Gump &#8211; O Contador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://richkleber.com/family/rich/moviereviews/moviereviews/movieimages/forrestgump.jpg" alt="http://richkleber.com/family/rich/moviereviews/moviereviews/movieimages/forrestgump.jpg" height="450" /></p>
<p><strong>Pessoas com memória ruim sentem-se tristes mesmo quando esquecem o que as deixou assim &#8211;sugerindo que emoções e memória não são tão conectados quanto se pensava&#8211;, mostra um novo estudo realizado nos Estados Unidos. </strong></p>
<p>Justin Feinstein, neurocientista da Universidade de Iowa, mostrou uma compilação de trechos comoventes de filmes, incluindo &#8220;Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias&#8221;, a cinco pessoas incapazes de formar novas memórias devido a danos no hipocampo (região do cérebro importante para a formação da memória). Dez minutos depois, a equipe do pesquisador avaliou as memórias desses pacientes e as de um grupo de cinco pessoas com funções cerebrais normais.</p>
<p>Os que sofriam de amnésia sentiram uma tristeza hesitante mesmo que tivessem dificuldades para lembrar os mais simples detalhes dos trechos, enquanto aqueles com memória normal sentiram-se bem.</p>
<p>&#8220;Estou surpreso que a emoção tenha durado tanto nos pacientes com problemas de memória&#8221;, afirma Feinstein.</p>
<p>A explicação pode estar na habilidade de guardar e processar eventos emocionais, que &#8220;alivia alguns sentimentos ruins ou a maioria deles &#8220;, de acordo com Todd Sacktor, do Downstate Medical Center, em Nova York.</p>
<p>A equipe de Feinstein também apresentou aos dois grupos diversos clipes bem-humorados e encontrou uma relação similar de respostas, apesar de haver uma diferenciação menos explícita entre os dois grupos. &#8220;A tristeza dura mais&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p>Os resultados evidenciam a importância de se manter o respeito com pessoas que sofrem de Alzheimer e outros problemas de memória, continua o neurocientista. Mesmo que essas pessoas não se lembrem de terem sido vítimas de um comportamento insensível, elas podem sentir-se estressadas &#8211;e por mais tempo do que os outros.</p>
<p>Também é possível que o uso de terapia para bloquear memórias ruins em pessoas com síndrome de estresse pós-traumático na verdade prejudique a recuperação, diz Feinstein. &#8220;Ao não ter aquela memória, você pode prolongar o sofrimento emocional.&#8221;</p>
<p><strong>New Scientist</strong></p>
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		<title>Empatia e violência passam pelos mesmos circuitos no cérebro, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Estímulos em uma direção reduziriam a atividade contrária. ‘Encorajar empatia também é processo biológico’, avalia cientista. “Todos sabemos que encorajar a empatia tem um efeito inibidor sobre a violência; isso pode não ser apenas questão social, mas também biológica&#8221; Estudo publicado na edição mais recente da “Revista de Neurología” afirma que córtex pré-frontal e temporal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img title="Love and peace mode on - Impulsos de agressão e empatia passam pelos mesmos circuitos neuronais (Foto: reprodução)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2183ctdsr4gx_b" alt="Foto: reprodução" width="480" height="342" /><p class="wp-caption-text">Love and peace mode on - Impulsos de agressão e empatia passam pelos mesmos circuitos neuronais (Foto: reprodução)</p></div>
<p><strong>Estímulos em uma direção reduziriam a atividade contrária.<br />
‘Encorajar empatia também é processo biológico’, avalia cientista.</strong></p>
<p>“Todos sabemos que encorajar a empatia tem um efeito inibidor sobre a violência; isso pode não ser apenas questão social, mas também biológica&#8221;</p>
<p>Estudo publicado na edição mais recente da “Revista de Neurología” afirma que córtex pré-frontal e temporal, amígdala cerebral e outras estruturas do sistema límbico são palco de impulsos neuronais vinculados tanto à violência quanto à empatia. Segundo o pesquisador Luis Moya Albiol, da Fundação Espanhola para Ciência e Tecnologia, esses circuitos cerebrais sobrepõem sinais agressivos e solidários “de um modo supreendente”.</p>
<p>&#8220;Todos sabemos que encorajar a empatia tem um efeito inibidor sobre a violência, mas isso pode não ser apenas uma questão social, mas também biológica”, afirma Albiol. O estímulo dos circuitos em uma direção reduziria a atividade em outro sentido. Assim, seria biologicamente mais difícil para um cérebro empático comportar-se de modo violento.</p>
<p>Técnicas para mensurar a atividade cerebral humana &#8220;in vivo&#8221;, como a ressonância magnética funcional, têm tornado possível vislumbrar novas estruturas que regulam comportamentos e processos psicológicos.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Até os joguinhos mais populares da internet provocam dependência</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[Vício]]></category>

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		<description><![CDATA[Há três anos, o psicólogo Cristiano Nabuco atende viciados em internet, no Hospital das Clínicas de SP. &#8220;Achávamos que sexo lideraria os problemas, mas as redes de relacionamento são responsáveis pela maioria das dependências&#8221;, diz. Uma das novas &#8220;drogas&#8221; é o &#8220;Farmville&#8221;, aplicativo mais popular do site social Facebook, com quase 90 milhões de usuários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img title="Jogos online viciam" src="http://www.astatix.com/i/pool-3.jpg" alt="http://www.astatix.com/i/pool-3.jpg" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Jogos online viciam</p></div>
<p>Há três anos, o psicólogo Cristiano Nabuco atende viciados em internet, no Hospital das Clínicas de SP. &#8220;Achávamos que sexo lideraria os problemas, mas as redes de relacionamento são responsáveis pela maioria das dependências&#8221;, diz.</p>
<p>Uma das novas &#8220;drogas&#8221; é o &#8220;Farmville&#8221;, aplicativo mais popular do site social Facebook, com quase 90 milhões de usuários no mundo e mais de 1 milhão de fazendeiros virtuais no Brasil.</p>
<p>Parecem inofensivos. Mas esses novos jogos reúnem todas as características favoráveis à dependência: aumentam a autoestima, propiciam uma ascensão rápida (ainda que virtual), tornam-se mais difíceis nas fases seguintes.</p>
<p>Dessa forma, alerta o psicólogo, exercem mecanismos semelhantes aos de vícios em outros tipos de entretenimento: o usuário busca esse mundo para fugir dos problemas e simular uma vida social bem-sucedida.</p>
<p>&#8220;No tratamento, buscamos fazer um paralelo com o paciente para mostrar o quanto a internet não é uma opção, mas uma rota de escape de uma vida empobrecida&#8221;, diz Nabuco.<br />
Leia a seguir trechos da entrevista concedida à Folha.</p>
<p>FOLHA &#8211; Que riscos os jogos virtuais trazem?</p>
<p>CRISTIANO NABUCO &#8211; Quando analisamos seus efeitos negativos, a primeira coisa que vem à mente são os de combate. Eles favorecem a ascensão rápida nas fases iniciais para mexer com o ego do jogador e, depois, exibem dificuldades. Um dos poucos estudos sobre o assunto mostrou que, após dez minutos de jogo, há liberação de dopamina, neurotransmissor que motiva e aumenta a atenção.</p>
<p>FOLHA &#8211; Esses mecanismos também são encontrados nos jogos do Facebook e do Orkut?</p>
<p>NABUCO &#8211; Nos jogos mais recentes, como o &#8220;Farmville&#8221;, há uma mescla de rede social com a perspectiva de poder administrar sua &#8220;propriedade&#8221;. Ainda não temos fundamentos para explicar quais mudanças bioquímicas ocorrem. Mas, diferentemente de destruir, você passa a dividir, doar, construir. É como se a sua generosidade fosse praticada virtualmente.</p>
<p>FOLHA &#8211; Mas isso não seria bom?</p>
<p>NABUCO &#8211; A princípio, esses jogos seriam inofensivos. Mas veja este exemplo: atendi uma senhora de 52 anos que não tinha disposição para sair e estava com problemas de desempenho no trabalho. Parecia depressão até que, no quinto encontro, ela me contou que se cansava por causa dos horários em que ficava na internet. &#8220;Tenho uma fazenda, doutor. Quer ver no seu computador? Tenho de acordar às 4h da manhã para colher os morangos, senão eles estragam.&#8221; Parecia uma menina mostrando sua Barbie nova! Tinha a fazenda mais bonita da comunidade virtual e não poderia correr o risco de perder esse &#8220;título&#8221;.</p>
<p>FOLHA &#8211; Onde esses diferentes tipos de jogos se encontram no que diz respeito à dependência?</p>
<p>NABUCO &#8211; Todos promovem o aumento da autoestima. Para pessoas com depressão, fobia social ou um problema psicológico pontual, a perspectiva de &#8220;controlar&#8221; um ambiente se torna uma porta de fuga de realidades mal vividas. Essa paciente descrevia uma qualidade de vida muito ruim e tinha uma vida virtual muito boa.</p>
<p>FOLHA &#8211; Como ocorre essa promoção da autoestima?<br />
NABUCO &#8211; Ela é construída sobre dois pilares: capacidade de controlar a frustração e de mudar o que está em seu entorno. Imagine um obeso que não consegue tolerar a frustração de ser gordo nem dizer aos colegas &#8220;não gosto disso&#8221; quando sofre uma brincadeira de mau gosto. Na internet, é só deletar quem os atinge. Lá, ele é o que não consegue ser de fato.</p>
<p>FOLHA &#8211; O &#8220;Farmville&#8221; e outros jogos complementam essa estrutura?</p>
<p>NABUCO &#8211; Dão chances de o indivíduo realizar sonhos muito rapidamente, desejos e fantasias que não conseguiria de outra forma. E, de quebra, gera a expectativa de ser admirado.</p>
<p>FOLHA &#8211; Esse bem-estar persiste por muito tempo?</p>
<p>NABUCO &#8211; Quem joga por horas seguidas se sente melhor, mas isso é pouco consistente, porque sabe que o sucesso está restrito à vida virtual.</p>
<p>FOLHA &#8211; O Brasil figura entre os maiores usuários das redes de relacionamento. Esses fatores teriam alguma relação?</p>
<p>NABUCO &#8211; Talvez você consiga igualar as pessoas por meio da internet, o que tem impacto por aqui. O menino da periferia pode ser ouvido em seu jogo da mesma forma que alguém em melhor posição social.</p>
<p>FOLHA &#8211; As redes sociais também são agentes da dependência?</p>
<p>NABUCO &#8211; Ninguém chega no meio de uma sala e diz &#8220;Pessoal, saí com fulano&#8221;, porque é ridículo, mas muitos publicam isso em sites de relacionamento para milhões lerem. Para que você seja legitimado entre os demais, tem de ter sua página virtual. As pessoas estão viciadas em se relacionar pela internet. As redes dão um grau de satisfação e aceitabilidade que elas não teriam no mundo real.</p>
<p>FOLHA &#8211; O dependente é sempre mal resolvido com a vida?</p>
<p>NABUCO &#8211; Os profundamente dependentes perdem a habilidade de manejar o tempo que passam na vida virtual. Em 99% dos dependentes, há depressão, fobia social ou transtorno bipolar. Geralmente, há questões mal trabalhadas, como problemas familiares.</p>
<p>FOLHA &#8211; Mas, então, essa dependência é sintoma de outra doença?</p>
<p>NABUCO &#8211; Acreditou-se nisso por muito tempo. Mas observamos hoje comportamentos nesses pacientes que levam ao diagnóstico de dependência.</p>
<p>FOLHA &#8211; Quais são esses critérios?</p>
<p>NABUCO &#8211; Falar só de Orkut e de jogo, ter noção de que faz uso excessivo, mas não conseguir reduzir o tempo, apresentar depressão ou ansiedade, tender a mentir sobre uso abusivo, sofrer impacto na vida profissional e social e ter oscilações de humor se não acessa a internet.</p>
<p>FOLHA &#8211; Muitos correm o risco de perder a noção do real e do virtual?</p>
<p>NABUCO &#8211; O jovem não dá o telefone na balada, passa o MSN. Não liga, manda torpedo. Até a comunicação sofre interferências do mundo virtual. Quanto mais eu fico na internet, mais ocupo meu cérebro com essa vida virtual. Ele perde momentaneamente a habilidade de discernir o que é virtual do que é realidade.</p>
<p>Folhaonline</p>
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		<title>Novo Código de Ética define como dever do médico garantir &#8216;morte digna&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 11:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Código]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuidados paliativos são voltados a pacientes sem perspectiva de cura. Código é válido para todo o país e entra em vigor na terça-feira (13). Em cima da mesa de Maria Goretti Maciel está a história de alguns dos pacientes que passaram pela Enfermaria de Cuidados Paliativos do Hospital do Servidor Público Estadual. São dois cadernos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><img title="Dez quartos do Hospital do Servidor Público Estadual, em São Paulo, são reservados para pacientes que recebem cuidados paliativos (Foto: Emilio Sant`Anna)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2173gm2ch3fz_b" alt="Foto: Emilio Sant`Anna" width="468" height="333" /><p class="wp-caption-text">Dez quartos do Hospital do Servidor Público Estadual, em São Paulo, são reservados para pacientes que recebem cuidados paliativos (Foto: Emilio Sant`Anna)</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">Cuidados paliativos são voltados a pacientes sem perspectiva de cura.<br />
Código é válido para todo o país e entra em vigor na terça-feira (13).</span></strong></p>
<p><a name="graphic07"></a></p>
<p>Em cima da mesa de Maria Goretti Maciel está a história de alguns dos pacientes que passaram pela Enfermaria de Cuidados Paliativos do Hospital do Servidor Público Estadual. São dois cadernos em que médicos, enfermeiros e os próprios pacientes escrevem um pouco do que vivem entre os dez quartos daquele corredor. São quase dez anos de um serviço pioneiro em São Paulo que se reafirma com o novo Código de Ética Médica que passa a valer em todo o país a partir de terça-feira (13).</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">“Quem diz que não tem mais nada o que fazer por algum paciente e</span></strong><strong><span style="font-size: medium;"> manda ele voltar para casa é porque não conhece os cuidados paliativos&#8221; </span></strong></p>
<p>Cuidados paliativos são um conjunto de técnicas médicas voltadas para pacientes com doenças graves, com o objetivo de diminuir o sofrimento físico, psicológico e espiritual. A atenção integral ao doente é o primeiro fundamento da prática que está diretamente ligada à ortotanásia e envolve médicos, enfermeiros, psicólogos e terapeutas ocupacionais.</p>
<p>Desde 2006, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autoriza a ortotanásia  &#8211; que diferentemente da eutanásia não prevê a interrupção da vida do paciente, mas estabelece uma série de preocupações, como a utilização dos cuidados paliativos, para garantir a morte digna. Ou seja, mesmo que a doença não tenha mais cura, o paciente continua a ser cuidado, ouvido, aliviado de sua dor e confortado.</p>
<p>Há vinte anos a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar que pacientes de câncer fossem tratados com os cuidados paliativos sempre que a doença não respondesse mais aos tratamentos que tentam a cura. Mas o Código de Ética Médica brasileiro não é alterado há mais tempo, desde 1988.</p>
<p>Agora, entre os 118 artigos que fixam os deveres dos médicos, ao lado de itens como os vetos à manipulação genética, à escolha do sexo do embrião e a qualquer tipo de relação comercial com empresas farmacêuticas, pela primeira vez os cuidados paliativos aparecem claramente.</p>
<p>O texto do novo código foi debatido durante mais de dois anos em audiências públicas promovidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A inclusão dos cuidados paliativos é resultado do trabalho da Câmara Técnica sobre Terminalidade da Vida e Cuidados Paliativos, da qual Maria Goretti fez parte.</p>
<p>O texto afirma que &#8220;é vedado ao médico abreviar a vida do paciente, ainda que a pedido deste ou de seu representante legal. Nos casos de doença incurável e terminal, deve o médico oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis sem empreender ações diagnósticas ou terapêuticas inúteis ou obstinadas, levando sempre em consideração a vontade expressa do paciente ou, na sua impossibilidade, a de seu representante legal.&#8221;</p>
<p>Recomendação</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 405px"><img title="Experiência dos médicos e pacientes na enfermaria é escrita em dois cadernos (Foto: Emilio Sant`Anna)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2175dv5bngft_b" alt="-EX,00.jpg" width="395" height="263" /><p class="wp-caption-text">Experiência dos médicos e pacientes na enfermaria é escrita em dois cadernos (Foto: Emilio Sant`Anna)</p></div>
<p style="text-align: center;"><a name="graphic08"></a><a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,39290083-EX,00.jpg"> </a><a name="graphic09"></a> <span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p>Apesar da OMS já recomendar o uso dos cuidados paliativos há bastante tempo, a prática só passou a ser mais difundida a partir de 2002 quando a organização refez a recomendação e estendeu o uso dos cuidados paliativos para todas as doenças que ameaçam a vida e não podem mais ser curadas.</p>
<p>Maria Goretti afirma que mesmo assim muitos médicos não fazem o que agora o Conselho Federal de Medicina estabelece como um dever ético dos profissionais e um direito do paciente. Ela diz que ainda hoje são comuns os casos em que os hospitais mandam pacientes de câncer para casa e dizem &#8220;não temos mais o que fazer&#8221;. “Quem diz que não tem mais nada o que fazer por algum paciente e manda ele voltar para casa é porque não conhece os cuidados paliativos”, diz a médica.<br />
Ela conta que saber a verdade sobre o diagnóstico é fundamental para o paciente. Para 50% dos que passam pela porta do ambulatório, a morte será o desfecho de uma luta que geralmente já se estendeu por meses e acabou com as forças dos doentes e seus familiares.</p>
<p>Mesmo assim, ser internado no local não significa um caminho sem volta. Para os outros 50%, o tempo de permanência no ambulatório é de uma semana. “Eles voltam para casa, mas voltam assistidos”, explica a médica.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">“</span></strong><strong><span style="font-size: medium;">Incrível, eles sempre trazem os travesseiros de casa&#8221; </span></strong></p>
<p>Quando estão internados, os cuidados não se traduzem apenas nos rituais médicos e em comprimidos que aliviam a dor. Muitas vezes, dor maior é a incerteza do que virá.</p>
<p>Nesta hora vale tudo para dar o conforto espiritual que os pacientes procuram. No entanto, saber ouvir o que eles têm a dizer é a primeira lição que Maria Goretti ensina para suas alunas de residência – que passaram a procurar o ambulatório com maior frequência nos últimos anos.</p>
<p>A expectativa dos médicos é agora transformar os cuidados paliativos em especialidade médica, assim como a cardiologia ou a pediatria, por exemplo. A médica Amanda Baptista Aranha é uma das estagiárias que foram procurar no Hospital do Servidor Público Estadual a formação que lhe falta para concluir a residência em geriatria no Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p>Ela conta que o hospital, ligado à Unifesp, tem o serviço de cuidados paliativos, mas ainda não está estruturado da mesma forma que no Servidor Público Estadual. Maria Goretti explica que o diferencial do hospital é ter uma enfermaria inteira dedicada aos cuidados com pacientes com doenças em estágio avançado sem prognóstico de cura. No entanto, ela espera que com o novo código mais hospitais criem serviços similares.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">A expectativa dos médicos é agora transformar os cuidados paliativos em especialidade médica </span></strong></p>
<p>Na ala criada por ela, os estagiários passam cerca de dois meses com o acompanhamento de médicos preceptores, como nas outras residências médicas. No Servidor Público Estadual, esse trabalho fica sob a responsabilidade da médica SAR Krasilic.<a name="graphic0A"></a> Travesseiros</p>
<p>Formada em 1983, Maria Goretti é uma pernambucana de riso fácil. O temperamento parece contrastar com a rotina que experimenta. Ao seu lado, é como se a morte não fosse ocorrência tão comum em sua vida. Enquanto conversa com a reportagem, interrompe a entrevista para observar um senhor que faz parte dos 50% que vão para casa.</p>
<p>Amparado por uma filha, ele vence o longo corredor da enfermaria com um guarda-chuva numa das mãos e o travesseiro embaixo do braço. “Incrível, eles sempre trazem os travesseiros de casa”, conta.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><img title="Maria Goretti Maciel e a residente em geriatria Amanda Baptista Aranha (Foto: Emilio Sant`Anna)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2177gf96kfdb_b" alt="-EX,00.jpg" width="270" height="169" /><p class="wp-caption-text">Maria Goretti Maciel e a residente em geriatria Amanda Baptista Aranha (Foto: Emilio Sant`Anna)</p></div>
<p style="text-align: center;"><a name="graphic0B"></a><a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,39290081-EX,00.jpg"> </a><a name="graphic0C"></a> <span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p>Avessa a qualquer tipo de crença ou “misticismo”, ela diz preferir encarar a morte como uma chance de dar dignidade ao fim dos pacientes. “Um doente morrer não significa que fracassamos com ele”, afirma.</p>
<p>Ela diz ser difícil saber quantos já assistiu nos últimos momentos, mas alguns são mais difíceis ainda de esquecer. Um dos pacientes mais novos que já foram tratados ali tinha 21 anos e um tumor de cérebro agressivo. “Ele tinha uma banda com o irmão e quando já estava em coma, a banda inteira veio e tocou para ele, baixinho é claro. Não sei se ele percebeu, mas foi como o irmão quis se despedir dele”, diz.</p>
<p>Em cima da mesa da médica, os dois livros revelam algumas dessas histórias. Mas só uma frase dita a Maria Goretti pela mulher de um paciente condensa todas: “Ela veio se despedir de mim e disse ‘nunca imaginei que morrer pudesse ser tão simples’.”</p>
<p>CFM</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">“A relação médico-paciente é base</span></strong><strong><span style="font-size: medium;">ada na confiança, se isso é quebrado ofende a classe como um todo&#8221; </span></strong></p>
<p>O novo Código de Ética Médica é resultado de mais de dois anos de trabalho do Conselho Federal de Medicina. Contou com  a participação de representantes do Ministério Público Federal, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e entidades como as associações de pacientes.</p>
<p>De acordo com o presidente do CFM, Roberto Luiz d&#8217;Avila, a carta de princípios para os profissionais deve ser encarada como um &#8220;contrato social&#8221;. &#8220;A relação médico-paciente é baseada na confiança, se isso é quebrado ofende a classe como um todo&#8221;, afirma d&#8217;Avila.</p>
<p>O documento é dividido em princípios gerais, direitos e deveres dos médicos. São 118 deveres dos médicos, entre eles itens que colocam as obrigações éticas em compasso com o avanço da medicina, como a proibição da manipulação genética e a escolha do sexo do bebê durante o processo de reprodução assistida.</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">O texto do novo código foi debatido durante mais de dois anos em audiências públicas</span></strong></p>
<p>Porém, o fato de estar claro no novo código não garante que essas práticas serão coibidas. Para isso, a participação da população é fundamental. &#8220;A sexagem (escolha do sexo do bebê) já era proibida por resolução do CFM, agora está mais claro. No entanto, quem denuncia?&#8221;, pergunta.</p>
<p>Outra proibição do novo código é a implantação de embriões supranumerários durante a reprodução assistida. Para aumentar a probabilidade de sucesso, há denúncias de que alguns médicos implantem mais do que quatro embriões a cada tentativa. &#8220;Há um consenso internacional que estabelece no máximo quatro embriões&#8221;, diz d&#8217;Avila.</p>
<p>O resultado é que começaram a aparecer gestações de gêmeos e trigêmeos em excesso, resultantes de reprodução assistida.</p>
<p>D&#8217;Avila diz que espera ver o novo código popularizado não só  entre os médicos, mas também entre os usuários dos sistemas público e privado. Para isso, afirma que o CFM não mede esforços para investigar e punir os médicos quando a falta ética é comprovada. &#8220;Entre 60 e 70 médicos que são julgados todos os meses pelo conselho, 50% deles são punidos&#8221;, diz.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Emilio Sant&#8217;Anna</span></strong> <span style="font-size: small;">Do G1, em São Paulo</span></p>
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		<title>Divórcio pode ser facilitado em caso de separação consensual</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 10:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[O blog em Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[Separação]]></category>

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		<description><![CDATA[A separação consensual poderá ser convertida em divórcio por meios administrativos. Assim, será necessário apenas o acordo entre as partes formalizado em cartório, e não mais uma decisão judicial. Projeto nesse sentido foi aprovado em decisão terminativa, nesta quarta-feira (7), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Trata-se do projeto (PLS 95/07) do senador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.anunciame.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/02/separacao.jpg" alt="http://www.anunciame.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/02/separacao.jpg" /></p>
<p>A separação consensual poderá ser convertida em divórcio por meios administrativos. Assim, será necessário apenas o acordo entre as partes formalizado em cartório, e não mais uma decisão judicial. Projeto nesse sentido foi aprovado em <a href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/infos/Infoterminativo_.htm">decisão terminativa</a>, nesta quarta-feira (7), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Trata-se do projeto (<a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=80160">PLS 95/07</a>) do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), que altera dispositivo do Código de Processo Civil (CPC).</p>
<p>Segundo explicou o presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), a legislação já permite que os procedimentos de separação e divórcio sejam feitos em cartório, desde que haja acordo entre as partes. No entanto, a lei em vigor ainda não prevê a conversão administrativa da separação consensual em divórcio, que ainda precisa ser feita por via judicial.</p>
<p>Na justificação do PLS 95/07, Valadares observou que a <a href="http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaTextoIntegral.action?id=234250">Lei 11.441/07</a>, por meio de acréscimo ao CPC, foi responsável por abrir a possibilidade de realização de separação e divórcio consensuais em cartório. Mas, por um lapso, não estendeu essa permissão para a conversão da separação consensual em divórcio.</p>
<p>Nesses processos, o recurso à via administrativa é admitido legalmente quando não há filhos menores ou incapazes do casal. Na escritura pública, conforme prevê o CPC, deverão constar as disposições relativas à descrição e à partilha dos bens comuns e à pensão alimentícia, além de acordo quanto à retomada, pelo cônjuge, de seu nome de solteiro ou à manutenção do nome adotado quando se deu o casamento.</p>
<p><strong>Agência Senado </strong></p>
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		<title>Travestis podem usar nome social nas chamadas escolares em 9 estados</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/travestis-podem-usar-nome-social-nas-chamadas-escolares-em-9-estados/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Descriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Travesti]]></category>

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		<description><![CDATA[Identificação será feita nas cadernetas, históricos e certificados. Medida já foi aprovada em SC, PR, SP, RJ, BA, AL, PB, PA e GO. O desconforto que travestis e transexuais passam quando estão em sala de aula e têm de responder à tradicional chamada de presença com o nome de batismo está com os dias contados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 405px"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,39083456-EX,00.jpg"><img title="Bianca disse que abandonou os estudos por causa do preconceito em sala de aula (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2139ddqv7ndf_b" alt="Foto: Divulgação/Arquivo pessoal" width="395" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Bianca disse que abandonou os estudos por causa do preconceito em sala de aula (Foto: Divulgação/Arquivo pessoal)</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,39083456-EX,00.jpg"> </a></p>
<p><strong>Identificação será feita nas cadernetas, históricos e certificados.<br />
Medida já foi aprovada em SC, PR, SP, RJ, BA, AL, PB, PA e GO.</strong></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/foto/0,,39083456-EX,00.jpg"> </a></p>
<p>O desconforto que travestis e transexuais passam quando estão em sala de aula e têm de responder à tradicional chamada de presença com o nome de batismo está com os dias contados em pelo menos nove estados brasileiros. A medida vale para os alunos com mais de 18 anos.</p>
<p>Esse é o caso de Abimael de Lima Alves, 26 anos, que estuda na Escola Estadual Maria Ivone, em Maceió, e vai passar a responder como Bianca. &#8220;Sofri muito em ser chamada pelo meu nome de batismo. Fiquei muitos anos sem ir à escola por causa do preconceito. Agora que estou voltando aos estudos, ser tratada pelos professores como Bianca vai ser ótimo, muito mais agradável e gentil comigo&#8221;. Alagoas está entre os estados mais violentos contra homossexuais. (leia mais abaixo)</p>
<p>“Sofri muito por ser chamada pelo meu nome de batismo. Ser tratada pelos professores como Bianca vai ser ótimo, muito mais agradável e gentil comigo.&#8221;</p>
<p>Segundo a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), as secretarias estaduais de Educação de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba, Pará, Goiás e Alagoas já permitem que o aluno tenha o nome social escrito em sua documentação escolar. &#8220;Em alguns lugares só está faltando pequenos ajustes para isso entrar em prática&#8221;, disse o Toni Reis, presidente da associação, lembrando que nem todos os estados já regulamentaram a maneira como isso será feito durante o ano letivo.</p>
<p>Bianca disse que sua sexualidade começou a se transformar aos 14 anos. &#8220;Pouco tempo depois, fiquei três anos sem estudar. Eu tentava voltar para a escola, mas tinha de parar no meio do ano por causa da violência que eu sofria, sem falar do preconceito, tanto dos alunos como dos professores. Fisicamente,  tenho cabelos compridos, uso maquiagem, mas ainda não tenho silicone. Não sou tão diferente assim.&#8221;</p>
<p>Toni Reis disse que o uso do nome social nas escolas será uma importante ferramenta para diminuir a falta de inclusão dos transexuais e travestis na sociedade. &#8220;Percebemos que muitos deles têm baixa escolaridade, o que inevitavelmente acabava levando essas pessoas para a prostituição. Quando o preconceito deixar de existir nas escolas, não tenho dúvidas que veremos travestis e transexuais com formação superior, com títulos de mestre e de doutor.&#8221;</p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="5"><strong><span style="font-size: large;">Número de homossexuais assassinados em 2009 no Brasil</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Estado</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: small;">Gays</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: small;">Travestis</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: small;">Lésbicas</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: small;">Total</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Bahia</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">21</span></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">25</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Paraná</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">8</span></td>
<td><span style="font-size: small;">15</span></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">25</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">São Paulo</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">7</span></td>
<td><span style="font-size: small;">7</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">14</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Pernambuco</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">10</span></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">14</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Minas Gerais</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">6</span></td>
<td><span style="font-size: small;">8</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">14</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Alagoas</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">7</span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">11</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Goiás</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span></td>
<td><span style="font-size: small;">6</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">9</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Mato Grosso</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">8</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Rio de Janeiro</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">8</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Paraíba</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">5</span></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">8</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Ceará</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">7</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Distrito Federal</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">5</span></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">7</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Rondônia</span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">5</span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">6</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Espírito Santo</span></strong><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">5</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Pará</span></strong><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">5</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Mato Grosso do Sul</span></strong><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Rio Grande do Norte</span></strong><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Amazonas</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Tocantins</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Rio Grande do Sul</span></strong><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">4</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Sergipe</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">3</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Maranhão</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Piauí</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">2</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Roraima</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Santa Catarina</span></strong><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
<td><span style="font-size: small;">1</span><span style="font-size: small;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="font-size: small;">Total</span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: small;">117</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: small;">69</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: small;">9</span></strong></td>
<td><strong><span style="font-size: small;">195</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5"><strong><span style="font-size: small;">Fonte: Grupo Gay da Bahia (GGB) </span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: large;"> </span></p>
<p><strong>“Fisicamente, tenho cabelos compridos, uso maquiagem, mas ainda não tenho silicone. Não sou tão diferente assim.&#8221; </strong></p>
<p><strong>Violência x Inclusão social</strong></p>
<p>Quatro dos nove estados que passarão a usar nome social dos transexuais e travestis nos documentos escolares estão entre os que mais registram casos de homicídio contra homossexuais GLBT. De acordo com pesquisa realizada pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) em 24 estados e o Distrito Federal, foram registrados 195 assassinatos contra gays, travestis e lésbicas em 2009. O levantamento não conta com dados do Acre e do Amapá.</p>
<p>A Bahia contabilizou 21 gays, uma lésbica e três travestis mortos. O Paraná somou oito gays, 15 travestis e duas lésbicas assassinadas. Os dois estados lideram o ranking feito pelo GGB e já autorizaram o uso de nome social nas escolas.</p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong>“É muito importante que isso ocorra no país todo. Só assim poderemos quebrar a barreira do preconceito e da violência, principalmente no ambiente escolar.&#8221; </strong></p>
<p>São Paulo registrou a morte de sete gays e sete travestis. Pernambuco vem em seguida com o assassinato de dez gays, uma lésbica e três travestis. Minas Gerais teve seis mortes de gays e oito travestis. Dos três estados, apenas São Paulo já prevê o uso de nome social nas instituições de ensino.</p>
<p>Alagoas somou sete gays e quatro travestis assassinados no estado em 2009. O estado já está capacitando professores e funcionários de escolas a chamar travestis e transexuais pelo nome escolhidos por eles.</p>
<p>Os profissionais do sexo estão entre os que mais morrem no país, com 37 vítimas no total, ainda segundo a pesquisa do GGB. O levantamento mostra que 13 professores e nove cabeleireiros foram mortos com violência. As vítimas que não tiveram a profissão identificada somaram 71 casos em 2009.<span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong>Capacitação profissional</strong></p>
<p>Segundo Irani da Silva Neves, gerente de Educação Étnicorracial e de Gênero da Secretaria de Educação de Alagoas, o nome social vai ser usado nos livros de chamadas, cadernetas escolares, históricos, certificados e declarações das instituições. “A sociedade já reconhecia a orientação sexual do público GLBT e a escola estava negando esse reconhecimento.&#8221;</p>
<p>Para Nildo Correa, presidente do Grupo Gay de Alagoas, a possibilidade de poder ser tratado com o nome diferente do que está nos documentos oficiais vai permitir que muitos transexuais e travestis veoltem ao estudo. &#8220;É muito importante que isso ocorra não só em Alagoas, mas no país todo. Só assim poderemos quebrar a barreira do preconceito e da violência, principalmente no ambiente escolar. Muitas vezes, o que acontece dentro da escola não chega aos olhos das autoridades.&#8221;</p>
<p>Desde 2008, o Ministério da Saúde reforçou a orientação aos <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL336351-5598,00.html" target="_blank">funcionários de postos de saúde e hospitais de usar os nomes sociais de pacientes</a> gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/04/travestis-podem-usar-nome-social-nas-chamadas-escolares-em-9-estados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Preconceito em relação a obesos é escancarado nos EUA</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/03/preconceito-em-relacao-a-obesos-e-escancarado-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 10:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Como uma mulher cuja altura e peso me colocam na categoria de obesa na tabela de IMC (Índice de Massa Corporal), recentemente me encolhi quando Michelle Obama falou sobre colocar suas filhas de dieta. Embora tenha certeza de que as intenções da primeira-dama são as melhores, também sei que seus comentários sobre obesidade infantil acrescentarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="Médicos americanos enxergam a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal; gordos se tornaram bodes expiatórios" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_2096wb97nbfs_b" alt="Médicos americanos enxergam a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal; gordos se tornaram bodes expiatórios" width="330" height="220" /><p class="wp-caption-text">Médicos americanos enxergam a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal; gordos se tornaram bodes expiatórios</p></div>
<p>Como uma mulher cuja altura e peso me colocam na categoria de obesa na tabela de IMC (Índice de Massa Corporal), recentemente me encolhi quando Michelle Obama falou sobre colocar suas filhas de dieta. Embora tenha certeza de que as intenções da primeira-dama são as melhores, também sei que seus comentários sobre obesidade infantil acrescentarão um fardo ainda maior estigma de ter sobrepeso nos Estados Unidos.</p>
<p>Em agosto do ano passado, o médico Delos M. Cosgrove, cirurgião cardíaco e presidente da prestigiada Clínica Cleveland, disse a um colunista do &#8220;New York Times&#8221; que, se pudesse se escapar legalmente, nunca contrataria um obeso. Ele provavelmente conseguiria se safar, na verdade, pois nenhuma legislação federal protege os direitos civis dos trabalhadores gordos, e apenas um estado, Michigan, proíbe a discriminação baseada no peso.</p>
<p>Cosgrove pode ser direto demais, mas está longe de estar sozinho. Posturas públicas sobre gordos nunca foram tão críticas; estigmatizar pessoas gordas se tornou não apenas aceitável mas, em alguns círculos, necessário. Já me sentei em reuniões com colegas que nem sonhariam em depreciar cor, sexo, classe social ou atratividade geral de alguma pessoa, mas que parecem tranquilos ao comentar sobre seu peso.</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, os gordos se tornaram bodes expiatórios para todos os tipos de desgraças culturais. &#8220;Hoje, existe uma atmosfera onde não há problema em colocar a culpa de tudo no peso&#8221;, disse a médica Linda Bacon, pesquisadora nutricional e autora de &#8220;Health at Every Size: The Surprising Truth About Your Weight&#8221; (Benbella, 2008). &#8220;Se estamos preocupados com a mudança climática, alguém aparece com um artigo sobre como as pessoas gordas pesam mais, portanto precisam de mais combustível, e culpam aqueles acima do peso pela mudança do clima. Temos essa forte crença de que é culpa deles, que tudo se explica pela gula ou falta de exercícios&#8221;.</p>
<p>Carreira</p>
<p>Não é segredo que ser gordo raramente é bom para sua carreira. Heather Brown experimentou isso em primeira mão. Alguns anos atrás, ela se candidatou a um emprego de redatora numa pequena organização sem fins lucrativos na região de Boston. Depois de uma bem-sucedida entrevista por telefone, ela foi convidada a comparecer no escritório.</p>
<p>&#8220;Assim que cumprimentei a entrevistadora, já sabia que ela não me contrataria&#8221;, disse Brown. &#8220;Ela lançou um olhar de absoluto desdém e deu importância demais ao fato de irmos até a sala de reuniões pela escada ou pelo elevador. Durante a entrevista, ela nem mesmo olhava para mim, ficava olhando para o lado&#8221;. Brown, de 36 anos, que hoje trabalha como reitora-assistente numa faculdade próxima a Chicago, conta nunca ter recebido uma carta de &#8220;não, obrigado&#8221; após a entrevista.</p>
<p>Essa história é familiar para pessoas como Bill Fabrey, advogado que fundou, em 1969, a Associação Nacional para Acelerar a Aceitação dos Gordos nos Estados Unidos. Os arquivos da organização, segundo ele, são repletos de histórias de pessoas que perderam empregos ou promoções por conta do peso, ou que nem chegaram a ser contratas.</p>
<p>Algumas das mais deliberadas discriminações a gordos vêm de profissionais da medicina. Rebecca Puhl, psicóloga clínica e diretora de pesquisa do Centro Rudd de Diretrizes Alimentares e Obesidade, em Yale, estudou o estigma da obesidade por mais de uma década. Mais da metade dos 620 médicos entrevistados para um estudo descreviam pacientes obesos como &#8220;estranhos, sem atrativos, feios e improváveis de obedecer a um tratamento&#8221; (essa última é significativa, pois médicos que acham que os pacientes não seguirão suas instruções acabam tratando e prescrevendo de maneira diferente).</p>
<p>Puhl disse estar especialmente incomodada com o quão abertamente os médicos expressavam seus preconceitos. &#8220;Se estivesse estudando preconceitos de gênero ou raça, eu não poderia usar as ferramentas de avaliação que uso, pois as pessoas não seriam tão verdadeiras&#8221;, afirmou ela. &#8220;Elas tentariam ser mais politicamente corretas&#8221;.</p>
<p>Responsabilidade</p>
<p>Apesar da abundância de pesquisas mostrando que a maioria das pessoas é incapaz de realizar mudanças de longo prazo significativas em seu peso, fica claro que os médicos tendem a enxergar a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal. Talvez eles vejam vergonha e estigmas como uma estratégia de tratamento de saúde.</p>
<p>Caso seja verdade, isso está funcionando? Não muito. Pessoas acima do peso fogem de tais julgamentos simplesmente evitando visitas ao médico, seja para exames de rotina, preventivos ou problemas de saúde urgentes.</p>
<p>De fato, o médico Peter A. Muennig, professor-assistente de política de saúde em Columbia, diz que o estigma pode fazer mais que manter as pessoas acima do peso longe dos médicos: ele pode até mesmo deixá-los doentes. &#8220;O estigma e o preconceito são intensamente estressantes&#8221;, explicou ele. &#8220;O estresse coloca o corpo em alerta total, o que eleva a pressão, o nível de açúcar, tudo que você precisa para combater ou fugir do predador&#8221;.</p>
<p>Com o tempo, esses estresses crônicos levam a um quadro de pressão alta, diabetes e outras doenças, muitas delas associadas à obesidade. Em estudos, Muennig descobriu que as mulheres que dizem se sentir pesadas demais sofrem de mais doenças mentais e físicas do que aquelas que se dizem confortáveis com seu tamanho ­ não importando seu peso.</p>
<p>Estudo</p>
<p>Mesmo se os médicos não expressam diretamente julgamentos baseados no peso, sua propensão pode ferir os pacientes. Um recente estudo mostra que, quando mais alta a massa corporal de um paciente, menos respeito o médico expressa por ele. E quanto menos respeito um médico tem por seu paciente, segundo a médica Mary Huizinga, principal autora do estudo e professora-assistente da Escola de Medicina Johns Hopkins, menos tempo o médico passa com o paciente ­ e menos informação ele oferece.</p>
<p>O estigma de gordo afeta a saúde de todos ­ gordos, magros ou intermediários. No último outono nos Estados Unidos, a Universidade Lincoln, no sul da Pensilvânia, anunciou que iria pesar e medir todos seus calouros, e exigiriam que aqueles com um IMC acima de 30 se inscrevessem numa aula especial de fitness. Defensores dos direitos dos gordos chamaram isso de discriminação: se a aula de fitness era tão importante para a saúde do aluno, não deveria ser obrigatória para todos?</p>
<p>Os administradores da universidade voltaram atrás após um furacão de repercussões negativas. Mas a controvérsia destaca o fato de que esse estigma não diz respeito a aprimorar a saúde dos indivíduos, como sustentam médicos como Delos Cosgrove. Se assim fosse, as conversas seriam sobre saúde, em vez de números na escala e tabela de IMC.</p>
<p>Bacon conta a história de uma adolescente acima do peso, cuja escola passava por uma &#8220;campanha de bem-estar&#8221;. Os corredores foram cobertos com pôsteres dizendo: &#8220;Evite a obesidade adolescente&#8221;. Depois que os cartazes foram afixados, segundo a menina, seus colegas de escola começaram a ridicularizá-la em público, apontando para a menina obesa dos cartazes e dizendo: &#8220;Olhem a menina gorda&#8221;.</p>
<p>Ela conta que os alunos mais pesados agora eram induzidos a sentir culpa por suas escolhas de almoço, enquanto os magros podiam comer qualquer coisa sem ouvir comentários ­ mesmo que fosse exatamente o que as crianças gordas estavam comendo.</p>
<p>&#8220;O estigma dá às crianças magras permissão para achar que há algo de errado com as crianças mais pesadas&#8221;, disse Bacon, a pesquisadora nutricional. &#8220;E isso não ajuda com que olhem para seus próprios hábitos de saúde. Tem de haver uma maneira de fazer isso de forma mais respeitosa e eficiente&#8221;.</p>
<p>New York Yimes</p>
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		<title>Integrantes do Abba dizem não descartar reunião do grupo</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 20:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ABBA]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois integrantes do grupo sueco Abba disseram em uma entrevista que considerariam um reencontro do grupo. Em entrevista ao jornal britânico &#8220;The Times&#8221;, os dois homens do conjunto &#8211; Benny Andersson e Björn Ulvaeus &#8211; não descartaram um novo show do Abba. Perguntado se o Abba poderia fazer um show único, talvez ao lado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 625px"><img style="border: 0pt none;" title="Divulgação" src="http://m.i.uol.com.br/musica/2009/12/15/os-integrantes-da-banda-sueca-abba-1260901154790_615x300.jpg" border="0" alt="Divulgação" width="615" height="300" /><p class="wp-caption-text">Os integrantes da banda sueca ABBA</p></div>
<p><strong>Dois integrantes do grupo sueco Abba disseram em uma entrevista que considerariam um reencontro do grupo.</strong></p>
<p>Em entrevista ao jornal britânico &#8220;The Times&#8221;, os dois homens do conjunto &#8211; Benny Andersson e Björn Ulvaeus &#8211; não descartaram um novo show do Abba.</p>
<p>Perguntado se o Abba poderia fazer um show único, talvez ao lado de uma orquestra, transmitido para todo o mundo, Andersson disse: &#8220;Sim, por que não?&#8221; &#8220;Eu não sei se as garotas ainda cantam. Eu sei que a Frida [a ex-integrante Anni-Frid Lyngstad] estava no estúdio.&#8221; Em seguida, ele disse: &#8220;Não é uma má ideia, na verdade&#8221;.</p>
<p>&#8216;The Way Old Folks Do&#8217;<br />
Ulvaeus fez uma brincadeira com uma das músicas do Abba para falar sobre o assunto.</p>
<p>&#8220;Nós poderíamos cantar &#8216;The Way Old Folks Do&#8217; (&#8216;do jeito que velhos companheiros fazem&#8217;)&#8221;, disse.</p>
<p>O Abba foi um dos conjuntos mais populares dos anos 70, e emplacou vários sucessos mundiais, como &#8220;Dancing Queen&#8221;, &#8220;Fernando&#8221; e &#8220;Mamma Mia&#8221;.</p>
<p>Desde o fim do grupo, em 1982, os integrantes do Abba sempre foram veementes em rejeitar qualquer possibilidade de reencontro.</p>
<p>Segundo o &#8220;The Times&#8221;, eles chegaram a dispensar uma proposta de US$ 1 bilhão para voltar a fazer uma turnê.</p>
<p>Dois anos depois do fim do grupo, Ulvaeus havia dito: &#8220;Nós nunca mais apareceremos juntos no palco. Simplesmente não há motivação para voltar. Dinheiro não é um fator e nós gostaríamos de ser lembrados como éramos &#8211; jovens, exuberantes, cheios de energia e ambição.&#8221; Andersson também havia dito que não via &#8220;nenhum motivo para voltar&#8221;.</p>
<p>Recentemente o Abba tem voltado a fazer sucesso, em parte devido ao filme &#8220;Mamma Mia&#8221;, de 2008, um musical com canções do grupo. A vendagem de discos do Abba voltou a crescer.</p>
<p>Ulvaeus e Anderson estão promovendo agora um novo musical composto por ambos, &#8220;Kristina&#8221;, que estreia no Royal Albert Hall, de Londres, no dia 14 de abril.</p>
<p>O conjunto também é tema de uma exposição em Londres, com roupas antigas usadas pelos músicos.</p>
<p>BBC/BRASIL</p>
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		<title>Pornografia cresce na web e consumo afeta felicidade, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Consumidores são menos felizes e produtivos, aponta estudo. Pesquisa diz que mulher se sente traída se marido consome pornografia. As novas tecnologias dispararam a procura por pornografia, sobretudo na internet, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (17) que adverte para o impacto negativo nas relações, na produtividade e na felicidade entre consumidores desses produtos. Estes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_HCgzX40gy9c/SqlkCZ5zv7I/AAAAAAAAGIw/rJV3g-i76FE/s320/Sexo+tabu+para+os+gigantes+da+web.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_HCgzX40gy9c/SqlkCZ5zv7I/AAAAAAAAGIw/rJV3g-i76FE/s320/Sexo+tabu+para+os+gigantes+da+web.jpg" /></p>
<p><strong>Consumidores são menos felizes e produtivos, aponta estudo.<br />
Pesquisa diz que mulher se sente traída se marido consome pornografia.</strong></p>
<p>As novas tecnologias dispararam a procura por pornografia, sobretudo na internet, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (17) que adverte para o impacto negativo nas relações, na produtividade e na felicidade entre consumidores desses produtos.</p>
<p>Estes são alguns dos custos sociais detectados pelo grupo de pesquisadores multidisciplinar do &#8220;The social cost of pornography: A statement of findings and recommendations&#8221;, publicado pelo Instituto Witherspoon.</p>
<p>&#8220;Desde o começo da era da internet, as pessoas consomem mais pornografia do que nunca e seu conteúdo se tornou cada vez mais gráfico&#8221;, afirmou a pesquisadora do centro Hoover Institution, Mary Eberstadt.</p>
<p>&#8220;Os que veem pornografia acreditam que sua vida sexual vai ser melhor, mas tem ejaculação precoce, mais disfunções e problemas para se relacionar&#8221;, afirma Mary Anne Layden, coautora e diretora do programa de traumas sexuais e psicopatologia da Universidade da Pensilvânia.</p>
<p>Segundo Layden, a exposição em massa a conteúdos pornográficos leva a mudanças de crenças e atitudes sociais. Por exemplo, se aumenta a insensibilidade com relação às mulheres, se reduz o apoio ao movimento de libertação feminina e se perde a noção de que estes conteúdos devem ser restringidos para menores.</p>
<p>Vários estudos, como o &#8220;Romantic Partners Use of Pornography; Its significance for Women&#8221; do médico A.J. Bridges, assinalam que a mulher que sabe que seu marido consome pornografia se sente traída e não confia no parceiro.</p>
<p>Os custos psicológicos a que fazem referência os autores em situações como esta podem desencadear outras consequências no casal, como o divórcio.</p>
<p>Segundo dados da Sociedade Americana de Advogados Matrimoniais, que inclui 1,6 mil profissionais de todo o país, 56% dos 350 casos atendidos em 2003 tinham relação com o interesse obsessivo de um dos parceiros por sites pornográficos.</p>
<p><strong>Consumo pode gerar patologias</strong></p>
<p>O consumo contínuo desses produtos frequentemente acaba em alguma patologia, assinalou Layden. Ela lembrou que pela primeira vez o DSM 5, manual utilizado para fazer diagnósticos psiquiátricos, vai incluir como doenças as dependências de sexo e da pornografia.</p>
<p>Para os especialistas, o consumo de pornografia não é visto como um problema grave na sociedade. Por isso, eles reivindicam uma maior atenção sobre o assunto e pedem mais proteção, sobretudo para crianças e adolescentes.</p>
<p>“A presença da pornografia na vida de muitos meninos e meninas adolescentes é muito mais significativa do que a maioria dos adultos acha&#8221;</p>
<p>Segundo Layden, &#8220;um software para bloquear as páginas com conteúdos pornográficos na internet não é suficiente&#8221;, já que as crianças têm a seu alcance outros sites onde podem encontrar o código para desbloquear o filtro.</p>
<p>A pesquisadora exige à indústria do entretenimento que deixe de &#8220;fazer dinheiro ferindo crianças&#8221;.</p>
<p>&#8220;A presença da pornografia na vida de muitos meninos e meninas adolescentes é muito mais significativa do que a maioria dos adultos acha&#8221;, apontou. Layden lamenta que a pornografia &#8220;deforme o desenvolvimento sexual saudável dos jovens&#8221;.</p>
<p>Para Eberstadt, é preciso &#8220;mudar o que socialmente não está visto como algo mau&#8221; e perceber o tema como algo que afeta a sociedade em seu conjunto. Dessa forma será possível criar um movimento contra a pornografia.</p>
<p>O Witherspoon é um centro de pesquisa independente que promove a aplicação dos princípios fundamentais do Governo republicano e, segundo seu site, trabalha para melhorar os fundamentos morais das sociedades democráticas.</p>
<p>Da EFE</p>
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		<title>Para britânicos, juventude termina aos 36 anos e terceira idade começa aos 58</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 13:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa Social Europeia foi realizada em 21 países. Mais de 40 mil pessoas foram entrevistadas. Muitos devem discordar, mas uma nova pesquisa mostrou os britânicos acreditam que a juventude termina aos 36 anos e que a terceira idade começa aos 58. No Chipre, pessoa só deixa de ser jovem aos 52 anos A boa notícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.zabazuba.com/wp-content/uploads/2009/01/barbie-terceira-idade.jpg" alt="http://www.zabazuba.com/wp-content/uploads/2009/01/barbie-terceira-idade.jpg" /></p>
<p><strong>Pesquisa Social Europeia foi realizada em 21 países.<br />
Mais de 40 mil pessoas foram entrevistadas.</strong></p>
<p>Muitos devem discordar, mas uma nova pesquisa mostrou os britânicos acreditam que a juventude termina aos 36 anos e que a terceira idade começa aos 58.</p>
<p>No Chipre, pessoa só deixa de ser jovem aos 52 anos</p>
<p>A boa notícia para aqueles se sentindo velhos demais, porém, é que essas duas marcas etárias variam consideravelmente de acordo com a idade do entrevistado pela pesquisa.</p>
<p>As descobertas vêm da Pesquisa Social Europeia, feita em 21 países do continente com mais de 40 mil participantes.</p>
<p>No geral, homens consideram que o fim da juventude e o início da terceira idade começam dois anos mais cedo do que o considerado pelas mulheres.</p>
<p>Também houve grandes diferenças entre os países europeus.</p>
<p>O fim da juventude foi declarado mais cedo em países nórdicos, como a Noruega (34 anos), comparado a países como o Chipre, onde a percepção geral é que a pessoa para de ser jovem aos 52 anos e começa a envelhecer aos 67 anos.</p>
<p>&#8220;A pesquisa mostrou que o preconceito de idade &#8211; ser tratado como &#8216;muito jovem&#8217; ou &#8216;muito velho&#8217; &#8211; é percebido como uma questão séria ou muito séria por 63% dos participantes, então é, obviamente, importante saber o que esses rótulos de idade significam para as pessoas&#8221;, disse o professor Dominic Abrams, da Universidade de Kent,</p>
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		<title>Falta de padronização das sinalizações prejudica daltônicos no trânsito</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 15:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MFL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Daltônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Sinalização]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda como eles enxergam semáforos e placas pelas ruas. Projeto de lei defende o uso de figuras geométricas nos faróis. O dia a dia de um daltônico no trânsito está longe de ser um caos cheio de obstáculos em preto e branco. O que poucos sabem é que quem sofre dessa disfunção — que provoca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><img title=" Os daltônicos aprendem a codificar as cores por meio de associações (Foto: Divulgação / DER-RJ) " src="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/foto/0,,36064521-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/foto/0,,36064521-EX,00.jpg" width="535" height="335" /><p class="wp-caption-text"> Os daltônicos aprendem a codificar as cores por meio de associações (Foto: Divulgação / DER-RJ) </p></div>
<p><strong>Entenda como eles enxergam semáforos e placas pelas ruas.<br />
Projeto de lei defende o uso de figuras geométricas nos faróis.</strong></p>
<p>O dia a dia de um daltônico no trânsito está longe de ser um caos cheio de obstáculos em preto e branco. O que poucos sabem é que quem sofre dessa disfunção — que provoca dificuldade na diferenciação de cores — pode enxergar obstáculos melhor do que uma pessoa sem problemas de visão. Isso porque os daltônicos aprendem a codificar as cores por meio de associações, já que nasceram assim. Por isso, o que realmente prejudica essas pessoas é a falta de padronização de semáforos, placas e do exame para tirar ou renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</p>
<p>Eles também podem diferenciar cores que parecem iguais para o olho normal. De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, perito em medicina do tráfego e membro da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), tal característica garante maior reflexo para desviar de obstáculos com antecipação, o que evita acidente. “A primeira coisa é acabar com o conceito de que daltônico enxerga em preto e branco”, observa o especialista.</p>
<p>De acordo com o oftalmologista, hoje 15 milhões de brasileiros, na proporção de 20 homens para cada mulher, têm alteração congênita nos cones, as células da retina que permitem distinguir as cores. Segundo ele, estudos mostram que 75% dos daltônicos têm dificuldade para enxergar a cor verde (deuteranopia), 24% a cor vermelha (protanopia) e 1% a cor azul (tritanopia). O daltonismo também é chamado de discromatopsia ou discromopsia.</p>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
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		<title>Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 11:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Psicólogo diz que homens que não traem as parceiras são mais inteligentes e &#8216;evoluídos&#8217;. Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada &#8220;Social Psychology Quarterly&#8221;. De acordo com o autor do estudo, o especialista em psicologia evolutiva da London [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><img title="Corinne Jiga e Carlo Verdone no filme My Best Enemy." src="http://www.smh.com.au/ffximage/2006/10/19/italian_film_fest_wideweb__470x311,0.jpg" alt="http://www.smh.com.au/ffximage/2006/10/19/italian_film_fest_wideweb__470x311,0.jpg" width="470" height="311" /><p class="wp-caption-text">Corinne Jiga and Carlo Verdone in My Best Enemy.</p></div>
<p><strong>Psicólogo diz que homens que não traem as parceiras são mais inteligentes e &#8216;evoluídos&#8217;.</strong></p>
<p>Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada &#8220;Social Psychology Quarterly&#8221;.</p>
<p>De acordo com o autor do estudo, o especialista em psicologia evolutiva da London School of Economics, Satoshi Kanazawa, &#8220;homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes&#8221;.</p>
<p>Kanazawa analisou duas grandes pesquisas americanas a National Longitudinal Study of Adolescent Health e a General Social Surveys, que mediam atitudes sociais e QI de milhares de adolescentes e adultos.</p>
<p>Ao cruzar os dados das duas pesquisas, o autor concluiu que as pessoas que acreditam na importância da fidelidade sexual para uma relação demonstraram QI mais alto.</p>
<p>De acordo com o estudo, o ateísmo e o liberalismo político também são características de homens mais inteligentes.</p>
<p>Evolução</p>
<p>Kanazawa foi mais longe e disse que outra conclusão do estudo é que o comportamento &#8220;fiel&#8221; do homem mais inteligente seria um sinal da evolução da espécie.</p>
<p>Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram &#8220;relativamente polígamos&#8221;, e que isso está mudando.</p>
<p>Para Kanazawa, assumir uma relação de exclusividade sexual teria se tornado então uma &#8220;novidade evolucionária&#8221; e pessoas mais inteligentes estariam mais inclinadas a adotar novas práticas em termos evolucionários &#8211; ou seja, a se tornar &#8220;mais evoluídas&#8221;.</p>
<p>Para o autor, isso se deve ao fato de pessoas mais inteligentes serem mais &#8220;abertas&#8221; a novas ideias e questionarem mais os dogmas.</p>
<p>Mas segundo Kanazawa, a exclusividade sexual não significa maior QI entre as mulheres, já que elas sempre foram relativamente monogâmicas e isso não representaria uma evolução.</p>
<p>G1 E BBC</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Internet mina poder de concentração dos jovens, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 18:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Concentração]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas dizem que sobrecarga de informação está remodelando o funcionamento do cérebro dos jovens Adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos mais longos LONDRES - A internet está comprometendo a capacidade de concentração dos jovens, segundo um estudo da University College de Londres. David Nicholas, o acadêmico responsável pelo trabalho, chegou à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: large;">Especialistas dizem que sobrecarga de informação está remodelando o funcionamento do cérebro dos jovens</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: large;"> </span></strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img title="Marcos d' Paula/AE" src="https://docs.google.com/File?id=dc5pcvqb_1743fnvb4qcn_b" alt="Adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos mais longos" width="292" height="280" /><p class="wp-caption-text">Marcos d&#39; Paula/AE</p></div>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos mais longos</span></p>
<p><span style="font-size: small;">LONDRES</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">A internet está comprometendo a capacidade de concentração dos jovens, segundo um estudo da University College de Londres. David Nicholas, o acadêmico responsável pelo trabalho, chegou à conclusão que os adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos longos, já que a grande rede faz com que as mentes desse grupo populacional funcionem de um modo diferente do cérebro de gerações anteriores. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Durante o estudo, 100 pessoas foram convidadas a responder perguntas que exigiam um pouco de pesquisa. Os mais jovens (de </span><span style="font-size: small;">12 a</span><span style="font-size: small;"> 18 anos) escreveram suas respostas após consultar metade dos sites visitados por um grupo de pessoas mais velhas instruído a fazer o mesmo. Também foi constatado que as respostas dos mais novos eram mais incompletas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Segundo Nicholas, 40% dos adolescentes que participaram do estudo não consultaram mais que três das milhares de páginas encontradas na internet sobre um determinado assunto.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Já as pessoas que se educaram antes da chegada da internet voltavam às mesmas fontes e se aprofundavam nelas em vez de pular de uma página para outra. &#8220;Há provas empíricas de que a sobrecarga de informação e o pensamento associativo está remodelando o funcionamento do cérebro dos jovens&#8221;, destacou o psicólogo Aleks Krotoski.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Efe</span></strong></p>
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		<title>Amante não tem direito a indenização por serviços domésticos, decide STJ</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Indenizações]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Após fim de relacionamento, mulher queria R$ 48 mil de parceiro. Pedido foi negado por representar &#8216;ameaça à monogamia&#8217;. Os ministros da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiram que uma amante não tem direito a indenização por serviços domésticos prestados. A conclusão, divulgada na segunda-feira (8), é referente a um caso de Dourados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: small;">Após fim de relacionamento, mulher queria R$ 48 mil de parceiro.</span><br />
<span style="font-size: small;">Pedido foi negado por representar &#8216;ameaça à monogamia&#8217;.</span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Os ministros da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiram que uma amante não tem direito a indenização por serviços domésticos prestados. A conclusão, divulgada na segunda-feira (8), é referente a um caso de Dourados (MS). Relator do processo, o ministro Luis Felipe Salomão ressaltou que a proteção à condição de amante poderia representar uma ameaça à monogamia. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A cabeleireira L.M. de O. havia pedido uma indenização de R$ 48 mil após o fim do relacionamento de dois anos com A.D., que era</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;"> casado com outra mulher. A amante alegou que teve de deixar de trabalhar por determinação de seu parceiro, perdendo uma renda de R$ 1 mil por mês, e por isso pleiteava a reparação.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">A 3ª Vara Cível de Dourados (MS) negou o pedido. Depois, houve apelação e</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">a indenização</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">foi aceita, mas reduzida a R$ 24 mil. Agora, a decisão do STJ voltou negar o pedido.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em seu voto, Salomão disse que a união estável &#8220;é uma relação afetiva qualificada, espiritualizada, aberta, franca, exposta, assumida, constitutiva de família&#8221;.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">Ainda segundo</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">o que descreve o</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">voto, a</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">relação entre amantes, o concubinato, &#8220;é clandestino, velado, desleal, impuro&#8221;. Proteger os dois tipos de relação ao mesmo termo seria um &#8220;paradoxo do direito&#8221;, classificou Salomão. &#8220;Isto poderia destruir toda a lógica do nosso ordenamento jurídico, que gira em torno da monogamia. Isto não significa uma defesa moralista da fidelidade conjugal. Trata-se de invocar um princípio ordenador, sob pena de se desinstalar a monogamia”. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Com a decisão, L.M.</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">de O. também foi condenada a pagar as custas processuais e honorários advocatícios, no valor de R$ 1 mil</span><span style="font-size: small;">.</span></p>
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		<title>Companheiro gay tem direito a previdência privada, decide STJ</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Gays]]></category>
		<category><![CDATA[Homossexual]]></category>

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		<description><![CDATA[Em processo contra a Previ, tribunal decide que direitos do casal gay são idênticos aos da união estável SÃO PAULO - Em decisão inédita, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu o direito de um companheiro do mesmo sexo de receber benefícios do plano de previdência privada quando ocorrer a morte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_IAdnD06ATz4/SgeAlSmFCII/AAAAAAAAArA/RnTITgWmYY0/s400/Sgts+EB+Gays.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_IAdnD06ATz4/SgeAlSmFCII/AAAAAAAAArA/RnTITgWmYY0/s400/Sgts+EB+Gays.jpg" /></p>
<p><strong>Em processo contra a Previ, tribunal decide que direitos do casal gay são idênticos aos da união estável</strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">SÃO PAULO</span><span style="font-size: small;"> </span><span style="font-size: small;">-</span><span style="font-size: small;"> </span><strong><span style="font-size: small;">Em decisão inédita</span></strong><span style="font-size: small;">, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu o direito de um companheiro do mesmo sexo de receber benefícios do plano de previdência privada quando ocorrer a morte de um dos integrantes da parceria. Segundo o STJ, os direitos são idênticos aos da união estável. O processo foi relatado pela ministra Nancy Andrighi. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Por maioria, a corte reformou a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que isentou a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) do pagamento de pensão ao autor da ação após o falecimento de seu companheiro, participante do plano de previdência privada complementar mantido pelo banco. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ambos conviveram em união afetiva durante 15 anos, entre 1990 e 2005, mas o TJ entendeu que a legislação que regula o direito dos companheiros a alimentos e à sucessão (Lei n. 8.971/94) não se aplica à relação entre parceiros do mesmo sexo.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Em minucioso voto de 14 páginas no qual abordou doutrinas, legislações e princípios fundamentais, entre eles o da dignidade, a relatora ressaltou que a união afetiva entre pessoas do mesmo sexo não pode ser ignorada em uma sociedade com estruturas de convívio familiar cada vez mais complexas, para se evitar que, por conta do preconceito, sejam suprimidos direitos fundamentais das pessoas envolvidas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Para ela, diante da lacuna da lei que envolve o caso em questão é aceitável considerar como entidade familiar as uniões de afeto entre pessoas do mesmo sexo. &#8220;Se por força do artigo 16 da Lei n. 8.213/91 a necessária dependência econômica para a concessão da pensão por morte entre companheiros de união estável é presumida, também o é no caso de companheiros do mesmo sexo, diante do emprego da analogia que se estabeleceu entre essas duas entidades familiares&#8221;, destacou a relatora. Nancy disse que a união estável deve ser comprovada, pública, contínua e duradoura.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">AE</span></strong><strong><span style="font-size: x-small;"> </span></strong><strong><span style="font-size: x-small;">-</span></strong><strong><span style="font-size: x-small;"> </span></strong><strong><span style="font-size: x-small;">Agencia Estado </span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Peso em excesso na mochila provoca problemas na coluna</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilas]]></category>
		<category><![CDATA[Peso]]></category>

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		<description><![CDATA[Na volta às aulas o Jornal Hoje percorreu algumas escolas e fez o teste da mochila. Um ortopedista ensina a maneira correta de usar este acessório que acompanha todo estudante ao longo do ano letivo. Eles parecem carregar o mundo nas costas, dentro da mochila. “Por exemplo, tem lápis de cor, que eu não sei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.whala.com.br/wp-content/uploads/2009/01/mochila-escolar.jpg" alt="http://www.whala.com.br/wp-content/uploads/2009/01/mochila-escolar.jpg" /></p>
<p><strong>Na volta às aulas o Jornal Hoje percorreu algumas escolas e fez o teste da mochila. Um ortopedista ensina a maneira correta de usar este acessório que acompanha todo estudante ao longo do ano letivo.</strong></p>
<p><span style="font-size: small;">Eles parecem carregar o mundo nas costas, dentro da mochila. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Por exemplo, tem lápis de cor, que eu não sei quando vão pedir pra usar”, diz um garoto. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Bota brinquedo, revistinha, um monte de coisa”, conta uma mãe. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Maquiagem, às vezes”, declara uma garota. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Pende pra um lado, pende pro outro e acaba dando estes problemas escoliose, lordose”, diz outra mãe. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Eu já sou meio corcunda. Estojo, garrafa d&#8221;água, agenda, livro”, diz uma estudante. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na balança mais de sete quilos. “Sinto como se tivesse queimando o ombro”, diz ela. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Quando coloca não sente dor, mas quando tira sente muito”, explica o estudante. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A mochila de Pedro tem rodinhas, mas ele quase nunca usa. Vazia ela pesa dois quilos e seiscentos gramas </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Está cinco vezes acima do peso que seria ideal. O peso total da mochila vazia não deve ser superior a meio quilo”, orienta Gilberto Francisco Brandão, ortopedista pediatra. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O peso com o material escolar não deve ultrapassar 10% do peso da criança ou adolescente. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Vitor pesa 38 quilos e a mochila mais de cinco. “Quase dois quilos a mais do que o permitido pelo peso dele. Ele ta tentando manter o equilíbrio levando o corpo pra frente. Com certeza toda esta musculatura da cintura escapular e do ombro está sendo mantido tensa. Muitas crianças que já tem predisposição genética tem alguma alteração da na angulação da coluna ou escoliose, uma sifose, com certeza com este peso excessivo este processo ele vai ser intensificado”, orienta. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quem usa as rodinhas, atenção: “É importante ter um regulador de altura, de forma que o puxador seja levantando e a criança fique com o cotovelo em torno de noventa grau”, ensina. Também alterne as mãos na hora puxar </span></p>
<p><span style="font-size: small;">A mochila ideal deve ser feita de material leve, nas costas é preciso que ela tenha uma espécie de encosto acolchoado, alças largas e também alcochoadas, e ainda é importante que ela tenha um cinto preso na cintura. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“Isso evita que a mochila afaste da coluna da criança e não provoque aquela sobrecarga de peso. A posição correta é que ela fique cinco centímetros acima da cintura. E evite carregar a mochila de um lado só do ombro”, orienta. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Arrumar o material da forma correta também ajuda. “Colocar sempre o caderno e o livro mais pesado no fundo da mochila, de forma que esses ficam mais próximo da suas costas”. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Bom mesmo é que a escola tenha escaninhos para guardar o material mais pesado. “Eu acabei ficando mais aliviada e tendo mais equilíbrio”, diz. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">“É um esqueleto que está em crescimento, este esqueleto não pode ser submetido a forças extremas”, conclui o médico.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Jornal Hoje &#8211; </span></strong><strong><span style="font-size: small;">Liliana Junger &#8211; Belo Horizonte </span></strong></p>
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