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	<title>Blog de Maurílio &#187; maurilio</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>Orangotango obeso que comia marshmallow faz dieta na Inglaterra</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 14:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oshine, de 13 anos e pesando 100  kg, trazida da África do Sul, ficará  em creche de santuário de macacos.
Uma fêmea de orangotango que pesa cera  de 100 kg e é considerada a morbidamente obesa foi trazida à  Inglaterra para fazer uma dieta.
Oshine ficou órfã pouco depois  de nascer e foi criada como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img title="Oshine, que pesa cera de 100 kg, já começou a nova dieta" src="http://www.primeiraedicao.com.br/fck_upload/Image/meio%20ambiente/2010/Setembro/orangotango.jpg" alt="" width="400" height="300" align="absMiddle" /><p class="wp-caption-text">Oshine, que pesa cera de 100 kg, já começou a nova dieta</p></div>
<h2>Oshine, de 13 anos e pesando 100  kg, trazida da África do Sul, ficará  em creche de santuário de macacos.</h2>
<p>Uma fêmea de orangotango que pesa cera  de 100 kg e é considerada a morbidamente obesa foi trazida à  Inglaterra para fazer uma dieta.</p>
<p>Oshine ficou órfã pouco depois  de nascer e foi criada como um animal de estimação por um casal na  África do Sul.</p>
<p>Acostumada a uma dieta de hambúrgueres,  marshmallows e balas e com um estilo de vida sedentário, Oshine, de  13 anos, pesa hoje o dobro do peso médio para uma fêmea de sua espécie.</p>
<p>Em 2008, seus donos perceberam que não  poderiam cuidar dela apropriadamente e pediram ajuda ao santuário de  macacos Monkey World, em Dorset, na Inglaterra, que mantém a única  creche de orangotangos na Europa.</p>
<p>No final do mês passado ela finalmente  fez a viagem de 10,5 horas de Johanesburgo a Londres, de onde seguiu  para Dorset, no oeste da Inglaterra.</p>
<p>&#8220;Um voo de longa duração para  uma espécie em risco e tão delicada como o orangotango é cheia  de dificuldades e perigos. Com o problema do peso de Oshine, ficamos  particularmente preocupados com os arranjos da viagem e em garantir  que o trajeto seria livre de estresse e seguro&#8221;, disse Alison Cronin,  diretora do Monkey World.</p>
<p>Uma equipe da organização viajou para  Johanesburgo antes da viagem, para conhecer a orangotango e permitir  que ela se acostumasse à jaula especialmente fabricada para sua viagem.</p>
<p>Depois de alguns dias se acostumando  com a jaula e entrando e saindo dela voluntariamente, a transferência  foi feita.</p>
<p>Apesar de já ser adulta, Oshine  agora está sendo criada na creche do santuário de macacos, junto  a outros quatro orangotangos filhotes e uma mãe adotiva.</p>
<p>A ideia é que ela &#8220;aprenda&#8221;  com os filhotes a agir como um orangotango, já que ela nunca teve  contato com outros animais da sua espécie.</p>
<p>Sua dieta também mudou e ela agora se  alimenta, basicamente, de frutas e legumes, com frango e ovos duas vezes  por semana.</p>
<p>Na creche, ela também tem a chance de  se exercitar escalando pelas instalações especialmente construídas,  de dois andares.</p>
<p>Funcionários do Monkey World acreditam  que Oshine pode chegar a um peso ideal em questão de poucos meses.</p>
<p>A ideia é que, depois de adaptada  a um estilo de vida mais natural aos orangotangos, Oshine se acasale  com um macho no próprio centro para formar sua própria</p>
<p>G1 E  BBC</p>
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		<title>Fast food é uma das principais causas de doença do fígado gordo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 13:51:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
ENVIADA ESPECIAL A GRAMADO
Uma dieta hipercalórica com a alta ingestão  de gordura saturada e açúcar é uma das principais causas de  esteatose não alcoólica, doença em que o fígado fica com até 80%  de gordura.
&#8220;É exatamente a composição  da dieta de uma pessoa que come fast food duas vezes por dia&#8221;,  disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_UnZgC-gexbo/R7X_ua4sR8I/AAAAAAAAAqM/b12D4NU4Hqk/s400/01_01_junkfood.gif" alt="" width="300" height="334" /></p>
<p>ENVIADA ESPECIAL A GRAMADO</p>
<p>Uma dieta hipercalórica com a alta ingestão  de gordura saturada e açúcar é uma das principais causas de  esteatose não alcoólica, doença em que o fígado fica com até 80%  de gordura.</p>
<p>&#8220;É exatamente a composição  da dieta de uma pessoa que come fast food duas vezes por dia&#8221;,  disse Kristina Utzschneider, professora de Endocrinologia e Nutrição  da Universidade de Washington, durante conferência no 29º Congresso  de Endocrinologia e Metabologia esta semana, em Gramado.</p>
<p>Em estudo que está sendo realizado  pela pesquisadora, um grupo de pacientes foi submetido a quatro semanas  de uma dieta com 25% de gordura saturada e 55% de alimentos com alto  teor calórico. Outro grupo foi submetido a uma dieta pobre em calorias  e em gordura saturada (20% de gordura e 8% de gordura saturada).</p>
<p>Os resultados preliminares comprovam  a hipótese de que uma dieta rica em gordura saturada e frutose interfere  diretamente nos níveis de gordura no fígado. &#8220;Mesmo em poucas  semanas, uma alteração pequena no peso pode causar mudanças significativas&#8221;,  afirmou. O estudo será concluído em 2012.</p>
<p>A esteatose hepática não alcoólica  é uma doença reversível, mas se não acontecerem mudanças na  alimentação nem perda de peso, o quadro pode evoluir para uma cirrose  hepática.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Suicídios e depressão custaram US$ 32 bilhões ao Japão</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 13:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Levantamento inclui gastos com tratamento  e salários perdidos; 32 mil pessoas cometeram suicídio em 2009.
O governo do Japão disse que suicídios  e depressão custaram quase US$ 32 bilhões à economia do país  em 2009.
Os números, baseados em um levantamento  nacional, somam custos como renda perdida, tratamentos e benefícios  sociais. É a primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><img id="il_fi" src="http://jbchost.com.br/tudobem/imgmat/2007/10/16_depressao_afeta.jpg" alt="" width="440" height="300" /></h2>
<h2>Levantamento inclui gastos com tratamento  e salários perdidos; 32 mil pessoas cometeram suicídio em 2009.</h2>
<p>O governo do Japão disse que suicídios  e depressão custaram quase US$ 32 bilhões à economia do país  em 2009.</p>
<p>Os números, baseados em um levantamento  nacional, somam custos como renda perdida, tratamentos e benefícios  sociais. É a primeira vez que o país divulga esse tipo de dado.</p>
<p>O Japão tem um dos índices de suicídio  mais altos do mundo &#8211; no ano passado, mais de 32 mil pessoas se mataram.</p>
<p>Autoridades dizem que entre as principais  causas para depressão e suicídios estão perda de emprego e má  situação financeira.</p>
<p>O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan,  vê nos números um sinal de tempos ruins, tanto econômica como  emocionalmente. Seu governo está criando uma força tarefa para tentar  reduzir esses índices.</p>
<p>A partir de sexta-feira, um vídeo com  um astro do futebol japonês pedindo às pessoas que fiquem mais atentas  ao problema será exibido no site do governo.</p>
<p>Renda perdida<br />
&#8220;Uma vez que o número de suicídios no Japão foi superior a 30  mil por 12 anos, o problema que precisa ser enfrentado por toda a nação&#8221;,  disse um representante do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar.</p>
<p>&#8220;Esperamos que esse estudo leve  a medidas de prevenção mais fortes&#8221;.</p>
<p>O levantamento mostrou que se as pessoas  que cometeram suicídio no país no ano passado &#8211; 26.500 pessoas com  idades entre 15 e 69 anos &#8211; tivessem trabalhado até o momento  de se aposentar, teriam ganho 1,9 trilhão de ienes (US$ 22,5 bilhões).</p>
<p>Entre os outros custos incluídos no  cálculo estão os salários perdidos por pessoas que deixaram de trabalhar  por causa de depressão (de US$ 1,9 bilhão), o salário-desemprego  pago a essas pessoas, o tratamento médico e outros benefícios sociais.</p>
<p>O premiê Naoto Kan disse que os  índices de suicídio são prova daquilo que, segundo ele, está  errado com o país: muitas pessoas sofrendo economicamente e emocionalmente.</p>
<p>&#8220;Há muitas causas para suicídios.  Diminuí-las seria uma forma de construir uma sociedade com um nível  mínimo de infelicidade&#8221;, ele disse.</p>
<p>Mas as atitudes em relação à  depressão no Japão também requerem atenção urgente, dizem correspondentes.</p>
<p>Em um país onde estoicismo e consenso  são altamente valorizados, muitas pessoas, em particular os mais velhos,  veem a doença mental como um problema que pode ser superado se a pessoa  se esforçar mais.</p>
<p>Segundo os correspondentes, o uso de  psicoterapia para tratar depressão fica bem atrás dos índices praticados  na América do Norte e na Europa e médicos japoneses tendem a considerar  remédios a única resposta para o problema.</p>
<p>G1 E  BBC</p>
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		<title>Adeptos da alimentação crua defendem sua dieta exótica com unhas e dentes</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 13:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você  tira o arroz, o feijão, o bife e a batata frita do seu cardápio, o  que sobra? 
Mais de 5.000 espécies de legumes, frutas  e sementes, dizem os crudívoros, adeptos de uma dieta que leva apenas  alimentos crus.
Superpopular nos EUA, em especial na  Califórnia, onde surgiu nos anos 90, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="A artista plástica Ines Braconnot, 58, se alimenta apenas de alimentos crus há 10 anos" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/1025060.jpeg" alt="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/1025060.jpeg" width="300" height="220" /><p class="wp-caption-text">A artista plástica Ines Braconnot, 58, se alimenta apenas de alimentos crus há 10 anos Foto:Rafael Andrade/Folhapress</p></div>
<p><strong>Se você  tira o arroz, o feijão, o bife e a batata frita do seu cardápio, o  que sobra? </strong></p>
<p>Mais de 5.000 espécies de legumes, frutas  e sementes, dizem os crudívoros, adeptos de uma dieta que leva apenas  alimentos crus.</p>
<p>Superpopular nos EUA, em especial na  Califórnia, onde surgiu nos anos 90, o movimento &#8220;raw food&#8221;  cresce, agora, por aqui. Seus seguidores dizem que alimentos crus ou  aquecidos abaixo de 46ºC mantêm enzimas e nutrientes essenciais, que  se perdem com o cozimento.</p>
<p>Quem segue à risca afirma que a  dieta traz benefícios, a começar pela maior facilidade de digestão.</p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">&#8220;</span>Gosto do sabor e das texturas,  da forma de comer sem sujar coisas e sem gastar energia. Adotei o pacote  completo&#8221;, diz a carioca Inês Braconnot, que há dez anos virou,  além de vegetariana, 100% crudívora.</p>
<p>Assim como ela, a maioria dos seguidores  não come nada de origem animal. Mas poucos conseguem aposentar o fogão  definitivamente. &#8220;Prefiro falar em um cardápio com 80% de alimentos  crus. Isso é suficiente para melhorar a qualidade de vida. Seguir  100% é muito limitante&#8221;, diz o gastroenterologista Alberto Gonzalez,  autor do livro &#8220;Lugar de Médico é na Cozinha&#8221; (Alaúde,  300 págs., R$ 49,90).</p>
<p>Inês reconhece que não é  nada fácil viver em um mundo cheio de pizzarias e restaurantes por  quilo. Em seu blog, &#8220;O Diário de uma Krud&#8221;, ela conta as  peripécias que faz para comer fora (quando tem coragem).</p>
<p>Como no dia em que, numa casa de bruschettas,  pediu para que substituíssem o pão por fatias de abobrinha. &#8220;Toparam,  mas falaram para, da próxima vez, eu avisar com antecedência&#8221;,  lembra.</p>
<p>Só nos EUA são mais de 300 restaurantes  de comida crua. A estimativa é do chef Matthew Kenney, um dos  pioneiros no ramo e autor de quatro livros sobre o assunto.</p>
<p>&#8220;A raw food tem mais intensidade  e integridade de sabor do que qualquer outra culinária&#8221;, disse  ele à Folha. Kenney acredita de verdade que é possível existir alta  gastronomia mesmo nunca conjugando o verbo cozinhar.</p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>FORÇA NA GRANOLA</strong> </span></p>
<p>O hábito de comer comida crua não tem  nada de novo: quase toda culinária tem seu momento fresco e rústico,  para não falar, obviamente, na cozinha japonesa, ou na peruana -que  está na moda no mundo.</p>
<p>A &#8220;raw food&#8221; está mais  popular, segundo a chef Carla Pernambuco. Em seu último livro, &#8220;Dez  x 10 -100 receitas para comer de joelhos&#8221; (Leya Brasil, 246 págs.,  R$ 74,90), ela dedicou um capítulo só para receitas cruas tradicionais.  &#8220;Sem cozinhar, o sabor dos ingredientes é aproveitado ao máximo&#8221;,  diz.</p>
<p>Aqui, há poucas pessoas trabalhando  com raw food. Uma delas é Tiana Rodrigues, 90% crudívora, chef do  restaurante Universo Orgânico. &#8220;Nos dias de folga, como arroz  integral e tomo uma sopa quente&#8221;.</p>
<p>Nos outros dias, a chef crudívora almoça  no próprio restaurante. No menu, hambúrguer de cogumelo e macarrão  cabelo de anjo feito com tiras de abobrinha. Tudo feito a menos de 40ºC.</p>
<p>Engana-se quem pensa que o preparo é  mais fácil. A granola crua, por exemplo, demora 48 horas para desidratar.  Alguns pães feitos no sol podem ficar prontos só depois de quatro  dias.  Para quem segue a chamada alimentação viva, a comida não basta estar  crua.</p>
<p>&#8220;Todos os pratos precisam ter uma  semente em germinação ou um broto&#8221;, explica Maria Luiza Branco,  médica e coordenadora do projeto Terrapia, da Fiocruz.</p>
<p>Criado há 13 anos, o trabalho difunde  a prática da alimentação viva em aulas de culinária e oficinas de  &#8220;contato com a natureza&#8221; que incluem aquelas vivências onde  você pisa na grama e abraça árvores.</p>
<p>A coordenadora do projeto é adepta  da filosofia desde 1996. Tudo o que ela come sempre tem algum broto  ou semente germinada. &#8220;São alimentos que carregam a energia da  vida&#8221;, justifica.</p>
<p>Nesse tipo de culinária, não há  uma preocupação com o valor nutricional dos alimentos. Para Maria  Luiza, &#8220;a vida alimenta a vida&#8221; e isso basta. Vitamina, diz,  é coisa de nutricionista.</p>
<p>&#8220;Eles acreditam que a natureza é  completa e dificilmente vão aceitar tomar algum suplemento&#8221;, analisa  o nutrólogo Eric Slywitch da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira).</p>
<p>De acordo com o médico, manter a dieta  crua a longo prazo pode causar deficiência de vitamina B12, presente  apenas em proteínas.</p>
<p>Além do mais, não existe nenhuma comprovação  de que as enzimas dos alimentos ajudem na digestão. &#8220;Também não  há uma alteração significativa na quantidade de fibras nem de  vitaminas&#8221;. O cozimento só reduz vitaminas solúveis em água,  especialmente a C e a B9.</p>
<p>Apesar de não ter comprovação científica,  a dieta crudívora traz benefícios à saúde pelo simples fato  de ter muitos vegetais.</p>
<p>Quem comprovou isso é a violinista  Ana Paula Machado de Lima, 34, hoje 50% crudívora e com planos de chegar  aos 80%.</p>
<p>&#8220;Em dois meses, fiquei curada de  uma esofagite e emagreci seis quilos&#8221;. O segredo, acha ela, foi  tirar os doces e acrescentar o suco verde feito com frutas, folhas e  sementes germinadas. &#8220;Chocolate? Nem no xampu, mais.&#8221;</p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Inês Braconnot</strong>, 58, artista plástica </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Desjejum:</strong> Água de coco<br />
<strong>Café da manhã:</strong> 2 bananas, 1 fatia de mamão, passas, nozes  e iogurte de leite de coco feito em casa<br />
<strong>Almoço:</strong> Salada de folhas com maionese de gergelim, abacate e  tomate sobre torradas de linhaça, chucrute de repolho roxo com maçãs  verdes e ervas<br />
<strong>Lanche:</strong> Barrinha de cereais feita em casa com banana, castanha-do-pará,  maçã desidratada e uva-passa<br />
<strong>Jantar:</strong> Sopa de cenoura com pão especial (feito no desidratador  com trigo germinado) e pasta de amêndoas<br />
<strong>Ceia:</strong> 1 banana bem madura com água de coco e cardamomo </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Ana Paula Machado de Lima</strong>, 34,  violinista </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Café  da manhã:</strong> 1 ou 2 fatias de pão integral tradicional e meio mamão,  ou 2 bananas amassadas<br />
<strong>Almoço:</strong> Caldeirada de frutos do mato (cenoura, abobrinha, berinjela  e abóbora picadas, aquecidas a 40ºC e temperadas com orégano e sal).  Uma porção de arroz integral sete grãos cozido ou arroz com feijão  comum<br />
<strong>Lanche:</strong> 1 copo de suco verde de folhas (foto), legumes e sementes  germinadas<br />
<strong>Jantar:</strong> Castanha-do-pará, nozes, uva-passa e manga </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Tiana Rodrigues</strong>, 48, chef de cozinha </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Café  da manhã:</strong> Suco feito com couve, broto de alfafa, maçã, gengibre  e capim-limão<br />
<strong>Lanche:</strong> Frutas com granola e barras energéticas feitas a 40ºC<br />
<strong>Almoço:</strong> Salada de tomate, folhas e brotos germinados, legumes  feitos no vapor e arroz integral<br />
<strong>Lanche:</strong> Suco de agrião com manga batido com água de coco<br />
<strong>Jantar:</strong> Sopa de batata-baroa batida no liquidificador </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>O APRESSADO COME MAL</strong> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Risco</strong> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Intoxicação</strong><br />
Carne, peixe e frango podem ser contaminados por vírus, fungos ou bactérias  se não forem refrigerados na temperatura correta. A contaminação  pode resultar em uma intoxicação alimentar, gastroenterite ou diarreia. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Contaminação</strong><br />
Ovos de tênia ou os populares vermes são os maiores riscos do consumo  de legumes e carne crua. A contaminação pode acontecer na produção  e na manipulação dos alimentos </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Agrotóxicos</strong><br />
Legumes, frutas e verduras comuns têm agrotóxicos, alguns mais do  que outros. Os campeões são o tomate, o morango e o pimentão </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Solução</strong> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Bem guardado</strong><br />
Não misture carnes com vegetais. Prefira os potes de vidro em vez dos  de plástico. As proteínas precisam ficar em temperaturas abaixo de  5ºC e, se forem manipuladas, não devem ser consumidas após três  dias. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Higiene</strong><br />
Deixe os vegetais por 15 minutos em uma solução com dez gotas de água  sanitária por litro de água. Procure um fornecedor confiável de carne  e tome cuidado na hora do preparo </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Orgânicos</strong><br />
Os agrotóxicos não saem nem com cozimento. Uma alternativa é tirar  a casca, mas nela fica a maioria dos nutrientes. Prefira orgânicos </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Fonte: Daniela Jobst, nutricionista  – Folha Online</strong></span></p>
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		<title>Brasileiros são os mais barrados em aeroportos da Europa no 1º  trimestre</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 13:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Segundo os dados mais recentes da  agência de controle de fronteiras, 1.842 pessoas tiveram de voltar  ao País só entre janeiro e março
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva  e o presidente da Comissão Europeia, Jose Manual Barroso, não perdem  a oportunidade de declarar que Brasil e União Europeia (UE) são aliados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://portalamazonia.globo.com/img/upload/noticias/aeroportoagencabrasil265x220A.jpg" alt="" hspace="10" width="265" height="220" align="left" /></p>
<p><strong>Segundo os dados mais recentes da  agência de controle de fronteiras, 1.842 pessoas tiveram de voltar  ao País só entre janeiro e março</strong></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva  e o presidente da Comissão Europeia, Jose Manual Barroso, não perdem  a oportunidade de declarar que Brasil e União Europeia (UE) são aliados.  Mas, nas fronteiras, a realidade é diferente. Dados da Frontex &#8211; agência  europeia de controle de fronteiras &#8211; mostram que, no primeiro trimestre  de 2010, os brasileiros foram os mais barrados em aeroportos da Europa.<br />
Segundo a agência, 25.400 estrangeiros tiveram entrada rejeitada entre  janeiro e março &#8211; número menor que o de trimestres anteriores, provavelmente  pela crise na zona do euro. Deles, 1.842 eram brasileiros &#8211; 6,3% a mais  que no final de 2009. O volume só perde para o total de ucranianos  barrados, que chega a 5 mil. Estes, porém, não são obrigados a tomar  aviões &#8211; até andando podem tentar cruzar a fronteira de seu país  com a UE.</p>
<p>Para os europeus, os brasileiros barrados  não deram garantias de que voltariam ao País e eram suspeitos de tentar  entrar de forma irregular. Muitos deportados, no entanto, têm versões  diferentes.</p>
<p>Assim como outras nacionalidades, os  brasileiros também reduziram suas viagens à Europa no auge da crise.  Há um ano, eram 2,2 mil detidos. Mas, naquele momento, cidadãos russos  e georgianos, além dos ucranianos, eram em maior número.</p>
<p>Segundo a Frontex, os dados se justificam  pela distância entre Brasil e Europa. Se africanos podem tentar entrar  por barco e a cidadãos do leste europeu basta pegar um carro, os brasileiros  precisam do avião. Mesmo assim, os vetos a brasileiros superam os de  nigerianos, chineses e indianos.</p>
<p>Sem visto. Oficialmente, não é  preciso visto para um brasileiro entrar na Europa. Mas, com políticas  imigratórias cada vez mais restritas, a UE e seus 27 países vêm endurecendo  os controles em fronteiras e aeroportos. No caso dos brasileiros, a  instrução dada aos policiais aduaneiros é a de pedir provas de que  têm dinheiro, hotel para ficar e, principalmente, passagem de volta.</p>
<p>Nos últimos anos, a diplomacia brasileira  tem se queixado da situação e solicitado que cidadãos sejam tratados  com dignidade até a deportação. Fontes do Itamaraty contaram  ao Estado que a pressão continua sendo feita. &#8220;O tema de imigração  sempre surge nas reuniões com a UE&#8221;, resume um experiente negociador  brasileiro na Europa.</p>
<p>O Estado de S.Paulo</p>
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		<title>Saiba como limpar seu nome se ele for incluído indevidamente no SPC</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 13:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Cliente pode pleitear indenização  por danos morais se inclusão for indevida.
Nome deve ser imediatamente retirado em caso de contestação.
Ter o nome incluído nos serviços de  proteção ao crédito (SPC) é um problema sério, mas que pode tornar-se  ainda mais complicado quando o consumidor julga que a inclusão é indevida.  Quando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span class="rg_ctlv"><a id="rg_hl" class="rg_hl" href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.saiunojornal.com.br/wp-content/uploads/2009/09/cartao-credito-SPC-SERASA-NOME-SUJO-CHEQUES.jpg&amp;imgrefurl=http://www.saiunojornal.com.br/como-consultar-spc-ou-serasa-internet-carta-e-centrais-de-atendimentos.html&amp;usg=__3_42kJVdlmAY0z4nQu0RjUSkE1k=&amp;h=350&amp;w=316&amp;sz=10&amp;hl=pt-BR&amp;start=0&amp;zoom=1&amp;tbnid=OyJM1bj7HGzSYM:&amp;tbnh=123&amp;tbnw=110&amp;prev=/images%3Fq%3Dspc%2Bserasa%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26rlz%3D1B3GGLL_pt-BRBR370BR371%26biw%3D1280%26bih%3D715%26tbs%3Disch:1&amp;um=1&amp;itbs=1&amp;iact=hc&amp;vpx=1026&amp;vpy=226&amp;dur=905&amp;hovh=236&amp;hovw=213&amp;tx=121&amp;ty=137&amp;ei=932HTJCuE8b_lgfogI2KDg&amp;oei=VnyHTKqfG4H48AaWv4Fc&amp;esq=5&amp;page=1&amp;ndsp=28&amp;ved=1t:429,r:13,s:0"><img id="rg_hi" class="rg_hi aligncenter" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTSKNp7-C6bv26OvJv18R-fpfzweKqQYU_41tf-ZPBGY_w5pHU&amp;t=1&amp;usg=__l3CVnk40mPQZd4dbi-hR4Eyu9zU=" alt="" width="213" height="236" /></a></span><strong></strong></p>
<p><strong>Cliente pode pleitear indenização  por danos morais se inclusão for indevida.<br />
Nome deve ser imediatamente retirado em caso de contestação.</strong></p>
<p>Ter o nome incluído nos serviços de  proteção ao crédito (SPC) é um problema sério, mas que pode tornar-se  ainda mais complicado quando o consumidor julga que a inclusão é indevida.  Quando o consumidor fica com o nome “sujo” por uma dívida que ele  realmente tem, a saída é procurar a empresa que fez a negativação  para negociar.</p>
<p><strong>Se a inclusão for indevida, consumidor  poderá pleitear indenização por danos morais</strong></p>
<p>Depois, é preciso quitar a dívida  acrescida dos juros e solicitar a exclusão do cadastro de inadimplentes,  o que deve ocorrer em cinco dias úteis, conforme orienta Renata Reis,  do Procon. O cliente pode ainda pleitear indenização por danos morais  se inclusão for indevida.</p>
<p>“O consumidor deve guardar o comprovante  de que a dívida esteve figurando nos órgãos de proteção ao crédito,  porque ela pode um dia ser reincluída”, diz. “Tem que guardar esse  documento, que vale ouro. Também é documento hábil para solicitar  danos morais.”</p>
<p>Em caso de título de crédito – cheque,  nota promissória ou letra de câmbio – , depois que a pessoa resgatá-lo,  é preciso levar o título ao cartório e o comprovante de pagamento  para solicitar a baixa de protesto.</p>
<p>Se for cheque, ainda é preciso  apresentá-lo no banco, pois existe a inclusão no Cadastro de Emitentes  de Cheques sem Fundos (CCF). “Além de pagar a tarifa para dar baixa  no protesto.</p>
<p><strong>Cobrança indevida</strong></p>
<p>Antonio Marcio Fonseca de Oliveira, de  45 anos, gerente financeiro de uma multinacional do setor de tecnologia,  é um exemplo de consumidor que teve seu nome incluído no serviço  de proteção ao crédito, segundo ele, de forma indevida.</p>
<p>Em julho de 2009, ele entrou em contato  com o serviço ao cliente da operadora Claro para pedir o cancelamento  da sua linha de telefone celular. “Fui informado pela atendente que  não havia nenhuma multa contratual e que eu poderia desconsiderar a  fatura que venceria no dia 05 de agosto”, diz.</p>
<p>Porém, em setembro, Oliveira recebeu  uma conta que incluía o valor em atraso de R$ 35,00, mais juros e multa,  além da cobrança de mais uma mensalidade, no valor de R$ 35,00. “No  dia 05 de outubro, recebi uma correspondência da operadora informando  do valor em aberto de R$ 70,86”, explica.</p>
<blockquote><p>Quanto mais provas tiver, mais vai ter  um valor de indenização justo, vai ter um julgamento melhor&#8221;</p>
<p>Maria Inês Dolci</p></blockquote>
<p>O consumidor deve guardar o comprovante  de que a dívida esteve figurando nos órgãos de proteção ao créditoA  situação agravou-se quando Oliveira recebeu uma correspondência do  Serasa informando que, a pedido da empresa, o nome dele seria incluído  no cadastro de inadimplentes. Mais uma vez o gerente financeiro recorreu  à empresa de telefonia e acreditou que a questão estivesse solucionada.  Mas, ao tentar contratar um financiamento imobiliário, foi informado  da “restrição” ao seu nome devido à pendência com a operadora  de telefonia. “Para evitar mais aborrecimentos, paguei os R$ 35,00  com a promessa de que os R$ 70,86 fossem retirados do Serasa”, conta.</p>
<p>Oliveira destaca que buscou regularizar  sua situação com o fornecedor por diversas vezes e diz que tem todos  os números de protocolo abertos, com os respectivos nomes dos atendentes,  dias e horários dos contatos.</p>
<p>O G1  procurou a Claro e foi informada que, no caso de Antonio Marcio Fonseca  de Oliveira, não foi identificada irregularidade na inclusão de seu  nome no órgão de proteção ao crédito. Segundo a empresa, após  o pedido de cancelamento, o cliente recebeu uma fatura com a cobrança  dos créditos feitos entre o ciclo de faturamento, que ocorria todo  dia 19 de cada mês, e a data do pedido, feito no dia 29.</p>
<p>“Em 25/11/09, foi gerado boleto avulso  com o valor restante do débito de R$ 35,00, porém o pagamento desta  fatura foi efetuado em 01/02/2010. Após a quitação do débito, foi  feita a exclusão de seu nome no órgão de proteção ao crédito”,  informa a operadora.</p>
<p><strong>Danos morais</strong></p>
<p>A supervisora da área de Assuntos Financeiros  do Procon-SP, Renata Reis, explica que, se o consumidor não tem nenhuma  outra negativação, ele pode pleitear danos morais pelo período que  ficou negativado junto ao Poder Judiciário. “Se o consumidor entender  que o dano não supera o valor de 20 salários mínimos, pode recorrer  ao Juizado Especial Cível”, explica. Neste caso, não há nem a necessidade  de contratar um advogado. Para indenizações no valor de até 40 salários  mínimos, também é possível buscar a solução nos juizados especiais,  mas é preciso contratar um advogado. “Acima deste valor, terá de  recorrer à Justiça comum”, diz.</p>
<p>Segundo ela, muitas vezes as empresas  costumam resolver o problema, exatamente para evitar uma ação de danos  morais. “Se o consumidor contesta (a dívida), mesmo que a empresa  não consiga conferir, ela retira o nome por precaução, faz a análise  e, dependendo do resultado, coloca novamente”, diz. Isso porque, segundo  Renata, o valor dos danos morais está diretamente ligado ao tempo que  o nome ficou negativado.</p>
<p>Renata explica que, a partir do momento  que a pessoa tem acesso à informação da negativação, é preciso  procurar o órgão que fez a inclusão no cadastro de inadimplentes  &#8211; SPC ou Serasa, por exemplo – e fazer o levantamento de todas as  informações. “O órgão fornece um documento indicando quem e quando  houve a negativação”, diz.</p>
<p>De posso desse documento, o consumidor  deve procurar a empresa que efetuou a negativação. “Se o contato  for por e-mail, imprima a mensagem; se for por telefone, solicite um  número de protocolo; anote dia, hora e nome do atendente”, orienta.</p>
<p>O prazo de exclusão do nome é  de cinco dias úteis. “Se essa providência não for tomada pela empresa  nesse prazo, o consumidor deve procurar o órgão de defesa do consumidor  para tentar a retirada e, se não houver solução, procurar a Justiça.”</p>
<p><strong>Problemas com cartões de crédito</strong></p>
<p>Os problemas do aposentado Osvaldo Casarin,  de 59 anos, começaram em 2006. Ele explica que, em 2001, depois de  se aposentar, abriu uma conta na Caixa Econômica Federal e recebeu  cartões de crédito das bandeiras Visa e Mastercard em seu nome, da  esposa e das filhas.</p>
<p>“Passou 2001, 2002, 2003, 2004, nunca  paguei um tostão de anuidade. Quando foi de 2004 para 2005, a Caixa  começou a cobrar anuidade”, diz. Casarin comenta que um dos cartões  das filhas foi cancelado quase que de imediato, porque ela já tinha  emprego e, portanto, conta bancária própria. O da esposa nunca chegou  a ser desbloqueado. “De repente, começou a chegar anuidade minha,  da minha esposa. Aí é que foi complicado.”</p>
<p>O aposentado nunca pagou a anuidade,  segundo ele, seguindo orientação da própria gerente da sua conta.  Em abril de 2006, porém, o nome de Casarin foi incluído no cadastro  do Serasa por uma dívida de R$ 489,27 do cartão Mastercard.</p>
<p>No caso do cartão Visa, além do problema  da cobrança de anuidade, a agravante, de acordo com o aposentado, foi  que ele deixou a fatura no banco para ser paga e a funcionária teria  feito a liquidação da dívida com um dia de atraso. A partir de então,  Casarin começou a receber a cobrança de multa por este atraso que  ele não reconhecia como seu.</p>
<p>Na fatura do mês seguinte apareceu um  encargo contratual de R$ 52,41 que Casarin acredita ter surgido por  causa do pagamento com atraso. Com isso, em novembro de 2007, o aposentado  teve o nome incluído novamente nos serviços de proteção ao crédito,  desta vez por problemas com o cartão Visa. “Foi um erro do banco,  erro administrativo, que pagou com atraso”, se defende.</p>
<p>O aposentado afirma que procurou a agência  inúmeras vezes para tentar resolver seu problema, ligou para o telefone  de atendimento, mas que nunca conseguiram convencê-lo dos valores cobrados.  “Mandaram ocorrências internas, mandei e-mail, fax, tentei escrever  para o presidente da Caixa. Uma vergonha!”, desabafa.</p>
<p>Depois de muito reclamar, o aposentado  diz que a Caixa reconheceu um erro administrativo e fez um crédito  de R$ 192,00 em sua conta. Ainda assim, ele teria continuado com uma  dívida. Para ele, o que mais incomoda é não saber como o banco e  a operadora do cartão chegaram aos valores cobrados – tanto dos débitos  quanto do crédito efetuado em sua conta. “O banco ou a operadora  deveria mostrar a razão da cobrança e o cálculo. Isso não é demonstrado.  Se comprovassem de onde surgiu o valor eu tentaria fazer um acordo”,  reclama.</p>
<p>A Caixa Econômica Federal confirma,  por e-mail, que Osvaldo Casarin é autor de um processo contra  o banco no Juízado Especial Federal da Terceira Região. “A Caixa  informa, ainda, que não comenta casos em trâmite na justiça, e que  a ação judicial em curso apresenta, até o momento, decisão favorável  a esta instituição em primeira instância”, conclui.</p>
<p><strong>&#8216;Zona cinza&#8217;</strong></p>
<p>O advogado Arystóbulo Freitas, especializado  em Relações de Consumo, destaca que o Superior Tribunal de Justiça  (STJ) tem entendido que uma inclusão indevida só gera indenização  se for a primeira ocorrência. No caso do aposentado Osvaldo Casarin,  portanto, talvez não seja possível pleitear danos morais.</p>
<p>Freitas diz, ainda, que as instituições  financeiras não possuem apenas os cadastros oficias e públicos conhecidos,  como Serasa, Telecheque, associações comerciais. “Existe uma troca  de informações que eu diria numa ‘zona cinza’, porque não é  divulgado, e se você estiver discutindo qualquer questão (judicialmente)  com uma instituição, ela vai passar isso adiante”, diz.</p>
<p>O advogado comenta que um caso comum  é a negativação por motivo de fraude, seja porque a pessoa perdeu  ou teve os documentos roubados, ou porque tem um homônimo. “Uma vez  identificado, se for fraude, tem que ir para a Justiça, não tem outra  alternativa”, orienta.</p>
<p><strong>Comunicação prévia</strong><br />
A coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do  Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, lembra que o nome de ninguém  pode ser mandado para o cadastro de restrição sem que a pessoa seja  previamente comunicada.</p>
<p>Maria Inês diz que casos de documentos  fraudados também têm sido registrados na entidade. “Às vezes nem  tem documento roubado, é falsificação de documento mesmo. Aí, a  pessoa é de São Paulo, por exemplo, e aparece um crediário no Nordeste.  Temos recomendado para fazer boletim de ocorrência na delegacia e entrar  com ação na Justiça”, diz.</p>
<p>A coordenadora da Proteste lembra que,  em qualquer situação, é fundamental que o consumidor tenha a  prova de que o nome foi negativado. “Quanto mais provas tiver, mais  vai ter um valor de indenização justo, vai ter um julgamento melhor,  o juiz poderá avaliar melhor a extensão do dano”, diz.</p>
<p>Segundo ela, ainda que a empresa que  fez uma negativação indevida reconheça o erro imediatamente e retire  o nome do cadastro de inadimplentes, o consumidor pode ir à Justiça  pedir reparação por danos morais</p>
<p><strong>Do G1, em São Paulo </strong></p>
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		<title>Designer cria celular touch screen para cegos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 11:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Aparelho funciona com impulsos elétricos

 Da redação 
 

O designer Nikko van Stolk desenvolveu um aparelho celular inovador, chamado Tactile, que funciona com um sistema de textura digital. O telefone envia as informações das funções requeridas pelo usuário como pulsos (batidas) de eletricidade na ponta dos dedos do mesmo, método que foi criado para simular uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://revistapegn.globo.com/Revista/Pegn/foto/0,,43097612,00.jpg" alt="  Divulgação" width="650" height="400" /></p>
<h2>Aparelho funciona com impulsos elétricos</h2>
<p><!-- Créditos --><br />
<address> Da redação </address>
<p> <!-- Corpo - página da matéria --></p>
<div><!-- foto650 --></div>
<p>O <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,DML13182-17149,00-DESIGN.html">designer </a>Nikko van Stolk desenvolveu um aparelho <strong>celular</strong> inovador, chamado Tactile, que funciona com um sistema de <strong>textura digital</strong>. O telefone envia as informações das funções requeridas pelo usuário como pulsos (batidas) de eletricidade na ponta dos <strong>dedos</strong> do mesmo, método que foi criado para simular uma textura. O produto foi  desenvolvido para permitir o acesso de cegos a uma infinidade de  recursos oferecidos pelas modernas multi-touch telefones celulares, como  e-mail, mensagens multimídia, discagem por voz, agenda telefônica,  processadores de texto.</p>
<div><img src="http://revistapegn.globo.com/Revista/Pegn/foto/0,,43097613,00.jpg" alt="  Divulgação" width="650" height="400" /> <!-- foto650 --></div>
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		<title>Mistério de chuva de fezes intriga cidade na França</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 19:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Excrementos de animais vêm caindo  constantemente sobre vilarejo desde maio; cientistas não conseguiram  identificar procedência.


BBC




Uma misteriosa &#8220;chuva&#8221; de excrementos intriga os habitantes do vilarejo  de Saint-Pandelon, no sudoeste da França. Desde meados de maio, eles se  queixam de &#8220;gotas&#8221; marrons que caem do céu, com cheiro e textura de  matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="750 habitantes da localidade estão aterrorizados: 'chuva'  deixou  partes de Saint-Pandelon com ar irrespirável" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/30/franca_300_400.jpg" alt="750 habitantes da localidade estão aterrorizados: 'chuva'  deixou  partes de Saint-Pandelon com ar irrespirável" width="300" height="400" /><p class="wp-caption-text">750 habitantes da localidade estão aterrorizados: &#39;chuva&#39; deixou partes de Saint-Pandelon com ar irrespirável (Foto: reprodução Le Post)</p></div>
<h2>Excrementos de animais vêm caindo  constantemente sobre vilarejo desde maio; cientistas não conseguiram  identificar procedência.</h2>
<div>
<div>
<p>BBC</p>
</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<p>Uma misteriosa &#8220;chuva&#8221; de excrementos intriga os habitantes do vilarejo  de Saint-Pandelon, no sudoeste da França. Desde meados de maio, eles se  queixam de &#8220;gotas&#8221; marrons que caem do céu, com cheiro e textura de  matéria fecal.</p>
<p>O prefeito do vilarejo, Jean-Pierre Boiselle, afirmou que uma &#8220;chuva de  cocô&#8221; passou a cair durante o dia e também à noite no município.</p>
<p>Se no início a história fazia os 750 habitantes da localidade sorrirem,  eles passaram a ficar aterrorizados com a chuva de excrementos, que  deixou partes da cidade com ar irrespirável.</p>
<p>As crianças não podem mais brincar fora de casa e os moradores hesitam  em comer as frutas e legumes das hortas locais. Eles também não fazem  mais churrascos ao ar livre nesse período de verão na Europa.</p>
<p>Teorias<br />
As &#8220;gotas&#8221; marrons, quase do tamanho de uma unha do dedo mínimo, sujam  os carros, móveis de jardim e as roupas secando nos varais.</p>
<p>A primeira hipótese levantada pelos moradores para explicar o fenômeno  foi a de que aviões estariam despejando o conteúdo de seus banheiros  sobre a região.</p>
<p>Mas isso seria impossível, afirmou a Direção Geral da Aviação Civil da  França, acrescentando que &#8220;os aviões de linha são pressurizados e não é  possível despejar o conteúdo de banheiros ou de nenhuma outra coisa&#8221;.</p>
<p>Após investigações, a polícia militar francesa declarou que a &#8220;chuva&#8221;  de fezes poderia ser causada por aves migratórias, da espécie conhecida  como andorinhões, que se instalaram na região nesta estação.</p>
<p>&#8220;Esse pássaro tem a particularidade de voar o tempo todo e se alimentar  em pleno voo. Por isso as fezes caem durante o dia e à noite&#8221;, afirmou o  capitão Michel Brethes, da polícia militar de Dax, nos arredores do  vilarejo de Saint-Pandelon.</p>
<p>Exames<br />
Um laboratório da região realizou neste mês pesquisas científicas com o  material coletado e confirmou que as &#8220;gotas&#8221; que cairam do céu são  excrementos de origem animal, mas não conseguiu solucionar totalmente o  mistério.</p>
<p>&#8220;Nas amostras analisadas, não encontramos bactérias específicas das  fezes humanas. Mas não podemos dizer a qual tipo de animal esses  excrementos correspondem&#8221;, afirmou Alain Mesplède, diretor do  laboratório de análises científicas da região.</p>
<p>&#8220;Apenas confirmamos a presença de bactérias típicas a todas as espécies  animais&#8221;, diz o pesquisador.</p>
<p>Sem saber ao certo se as fezes seriam realmente de pássaros, os  moradores de Saint-Pandelon esperam que a &#8220;chuva&#8221; fedorenta não caia  novamente em outras estações.</p>
</div>
</div>
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		<title>Teste durante trabalho de parto prevê  qual mãe precisa de cesariana</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Desenvolvido na  Suécia,   um teste realizado durante o trabalho de parto  pode prever  qual mãe  precisa de cesariana
Um teste desenvolvido na Suécia pode  poupar as mulheres que esperam conceber naturalmente após horas de  trabalho de parto, apenas para evitar uma cesariana. A medida já está  sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://www.andreiamattiuci.net/images/gravidez.jpg?554" alt="" width="560" height="373" /></p>
<p><span><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Desenvolvido na  Suécia,   um teste realizado durante o trabalho de parto  pode prever  qual mãe  precisa de cesariana</strong></span></strong></span></p>
<p>Um teste desenvolvido na Suécia pode  poupar as mulheres que esperam conceber naturalmente após horas de  trabalho de parto, apenas para evitar uma cesariana. A medida já está  sendo implementada em alguns hospitais europeus. A informação foi  publicada no site da &#8220;BBC News&#8221;.</p>
<p>Os pesquisadores demonstraram que quando  os níveis elevados de ácido láctico são medidos no líquido amniótico,  é improvável que a mãe tenha parto natural. Medir este ácido pode  ajudar a decidir se encerram o trabalho de parto antes e optam por uma  cesárea.</p>
<p>Trabalhos prolongados que acabam em  cesariana  são considerados por muitas como o pior dos pesadelos.</p>
<p>No Reino Unido, mais de metade das  cesarianas  são procedimentos de emergência, em que a mãe frequentemente sofre  um trabalho longo e doloroso antes de uma operação de urgência,  considerada  necessária para proteger a saúde dela e de seu bebê.</p>
<p>O teste foi desenvolvido pela empresa  sueca Obstecare durante uma investigação conduzida pela Universidade  de Liverpool e pelo Hospital de Mulheres de Liverpool.</p>
<p>Os estudos mostraram que o útero produz  ácido lático da mesma forma que os outros músculos do corpo quando  trabalham duro, mas quando se atinge um determinado nível, a substância  começa a inibir as contrações.</p>
<p>O hormônio oxitocina é geralmente  administrado em casos de trabalhos lentos para estimular a contração  do útero, mas nem todas as mulheres respondem a ele.</p>
<p>Johan Ubby, de Obstecare, diz que o teste   deve ajudar os médicos a determinar quais mulheres podem ter parto  normal, pois os baixos níveis de ácido láctico sugerem que o útero  ainda poderia produzir as contrações necessário para empurrar o bebê.</p>
<p>&#8220;Mas um alto nível de ácido láctico  no líquido amniótico indica que o útero está esgotado. Para  estimular este tipo de trabalho com uma infusão de oxitocina seria  como pedir a um maratonista para executar um extra de 10.000 metros  depois que ele ou ela passou a linha de chegada&#8221;, associa.</p>
<p>Ele diz que o sistema de teste, que já  começou em hospitais na Suécia, Noruega e Bélgica, deve reduzir o  número de cesarianas em mulheres que não precisam delas e acelerá-las  nas que fazem para &#8220;evitar o risco de complicações de um longo  nascimento e limitar o sofrimento desnecessário&#8221;.</p>
<p>O professor Donald Peebles, porta-voz  do Royal College de Obstetras e Ginecologistas e consultor na University   College, em Londres, descreveu o teste como uma &#8220;ideia legal&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu posso definitivamente ver a  lógica e seria simples de executar. Eu estaria interessado em ver um  grande estudo, onde seria possível ver o impacto sobre a gestão do  trabalho de parto e se os resultados melhoraram mundialmente.&#8221;</p>
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		<title>Pesquisa questiona função da margarina de proteger coração</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Os cremes vegetais que prometem auxiliar  nos cuidados com o coração não servem para todo mundo.
Estudo publicado no &#8220;New England  Medical Journal&#8221; mostrou que a suplementação com baixos teores  de ômega 3, presente nesses produtos, não evita novos infartos em  cardíacos.
Por 40 meses, pesquisadores holandeses  deram quatro tipos de margarina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://nutribrazil.com/wp-content/uploads/2010/01/manteiga-margarina-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<p>Os cremes vegetais que prometem auxiliar  nos cuidados com o coração não servem para todo mundo.</p>
<p>Estudo publicado no &#8220;New England  Medical Journal&#8221; mostrou que a suplementação com baixos teores  de ômega 3, presente nesses produtos, não evita novos infartos em  cardíacos.</p>
<p>Por 40 meses, pesquisadores holandeses  deram quatro tipos de margarina para 4.837 pessoas, a maioria homens  de 60 e 80 anos.</p>
<p>Três produtos tinham ácidos graxos  como ômega 3, derivado de peixe, ou de origem vegetal. O quarto era  placebo. Cada um consumiu 18,8 gramas por dia.</p>
<p>Nenhuma margarina reduziu o número de  infartos.</p>
<p>O diretor do departamento de hipertensão  da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcus Vinícius Malachias,  afirma que essas margarinas não são para todo mundo.</p>
<p>Malachias ressalva que todos os  participantes  do estudo tomavam remédios para baixar o colesterol e contra  hipertensão.  &#8220;São pacientes muito medicados, idosos e de alto risco&#8221;,  diz. Ele afirma que uma pesquisa com gente mais jovem poderia medir  a eficácia como prevenção.</p>
<p>Para o cardiologista, é melhor  que cada pessoa consulte o médico sobre o uso desses produtos. &#8220;É  preciso conter o afã das pessoas, que podem estar gastando muito  dinheiro com algo que não vai beneficiá-las.&#8221;</p>
<p>O médico ressalva que há evidências  sobre os efeitos do ômega 3, e que esse suplemento pode ser usado com  o remédio anticolesterol, para reduzir triglicérides e aumentar o  colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>
<p>De acordo com o cardiologista e nutrólogo   Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, o resultado da pesquisa não  significa que o uso de margarina deva ser descartado. Porém, sozinho,  o alimento não faz milagre.</p>
<p>&#8220;O consumo de fitoesterol pode reduzir  cerca de 8% do colesterol total&#8221;, diz, referindo-se a outro tipo  de substância vegetal usada em margarinas à venda no Brasil.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Enxaqueca com aura eleva risco de morte por doença cardíaca ou qualquer outra</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas que sofrem de enxaqueca com aura  -quando a dor vem acompanhada de sintomas visuais- têm mais risco de  morrer de qualquer causa do que aquelas que não têm dores de cabeça  crônicas ou que sofrem do tipo sem aura.
O dado é de um estudo que acompanhou  quase 20.000 homens e mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><img style="border: 0pt none;" title="Editoria de Arte/Folhapress" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/10243158.gif" border="0" alt="" width="635" height="510" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folhapress</p></div>
<p>Pessoas que sofrem de enxaqueca com aura  -quando a dor vem acompanhada de sintomas visuais- têm mais risco de  morrer de qualquer causa do que aquelas que não têm dores de cabeça  crônicas ou que sofrem do tipo sem aura.</p>
<p>O dado é de um estudo que acompanhou  quase 20.000 homens e mulheres durante, em média, 26 anos na Islândia,  publicado no &#8220;British Medical Journal&#8221;.</p>
<p>Vários estudos têm sugerido uma  associação  entre enxaqueca, particularmente a do tipo com aura, e um aumento de  risco para doenças cardiovasculares. No entanto, segundo o artigo,  poucos trabalhos têm avaliado a relação da doença com a mortalidade  por qualquer causa.</p>
<p>De acordo com os autores, vários  mecanismos  podem estar por trás do efeito, mas nenhum foi comprovado.</p>
<p>Um desses mecanismos sugere uma relação  genética entre enxaqueca e problemas circulatórios, outros apontam  a enxaqueca como uma doença sistêmica, que pode levar a comprometimentos   vasculares.</p>
<p>MAIS SENSIBILIDADE</p>
<p>Segundo o neurologista Abouch  Krymchantowski,  do Centro de Avaliação e Tratamento da Dor de Cabeça, no Rio de Janeiro,   na enxaqueca com aura há alteração no funcionamento dos vasos. &#8220;Os  pacientes com essa forma de enxaqueca têm maior sensibilidade a  fenômenos  isquêmicos. Quem tem esse diagnóstico não deve fumar, usar pílula  nem ser obeso e sedentário. Além disso, deve fazer acompanhamento  com neurologista.&#8221;</p>
<p>&#8220;Essa é uma relação conhecida.  A enxaqueca tem vários genes envolvidos com potencial lesivo aos vasos.  Por isso quem tem enxaqueca tem mais risco de AVC ou de demência  vascular&#8221;,  completa o vice-coordenador do departamento de cefaleias da Associação  Brasileira de Neurologia, Claudio Brito.</p>
<p>No entanto, os próprios autores  reconhecem  que a dor é um fator de risco cardiovascular menos importante  do que os outros já estabelecidos, como tabagismo, diabetes ou  pressão alta.</p>
<p>Estima-se que a enxaqueca atinja 20%  das mulheres e 10% dos homens. Um estudo recente, feito no Brasil,  revelou  uma prevalência de cerca de 15%. Mulheres são a enorme maioria das  vítimas.</p>
<p>A enxaqueca com aura acomete cerca de  14% dos portadores de enxaqueca.</p>
<p>ELO GENÉTICO DA ENXAQUECA</p>
<p>Um time de pesquisadores anunciou ter  descoberto um fator de risco genético associado a enxaquecas. Eles  avaliaram dados de 50.000 europeus e descobriram uma variação no DNA  ligada ao controle dos níveis de um neurotransmissor no cérebro. A  descoberta pode abrir caminhos para novas drogas.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Mais da metade das famílias tem dívidas, mostra Ipea</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Famílias de baixa renda têm menor grau  de endividamento.
Pesquisa diz que brasileiros estão otimistas com  situação socioeconômica.


Do G1, em São Paulo


Mais da metade das famílias brasileiras possui algum tipo de dívida,  segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).  Entre os 3,8 mil domicílios pesquisados em 214 municípios, cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img title="Endividamento das famílias" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/30/endividados320x280.jpg" alt="Endividamento das famílias" width="320" height="280" /><p class="wp-caption-text">Endividamento das famílias (Foto: Editoria de Arte/G1)</p></div>
<h2>Famílias de baixa renda têm menor grau  de endividamento.<br />
Pesquisa diz que brasileiros estão otimistas com  situação socioeconômica.</h2>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
</div>
<p>Mais da metade das famílias brasileiras possui algum tipo de dívida,  segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).  Entre os 3,8 mil domicílios pesquisados em 214 municípios, cerca de 54%  declararam ter dívidas.</p>
<p>Do conjunto das famílias, pouco mais de 11% responderam estar muito  endividadas. Outras 16,82% declararam estar mais ou menos endividadas, e  26,25%, pouco endividadas. Entre as famílias endividadas, a dívida  média é de R$ 5.426,59.</p>
<p>“Aproximadamente 15% das famílias endividadas têm uma dívida de cerca  de até metade do rendimento familiar mensal; 21% têm dívida entre 0,50 e  1 vez a renda mensal; 23,5% têm entre 1 e 2 vezes a renda mensal; 16%  têm entre 2 e 5 vezes; e 23% têm dívidas de mais de 5 vezes o valor da  renda familiar mensal”, diz o Ipea em nota.</p>
<p>Em todo o país, cerca de 20% das famílias possuem alguma conta atrasada  – destas, 60% acreditam que conseguirão quitar essas contas total ou  parcialmente no mês seguinte.</p>
<p>O menor grau de endividamento foi verificado entre as famílias com  renda de até um salário mínimo: nessa faixa de renda, 58,54% declararam  não ter dívidas. Entre as famílias com renda superior a dez salários  mínimos, essa taxa cai para 36,92%.</p>
<p>Na divisão por faixa etária, são os adultos entre 30 e 50 anos aqueles  que mais se percebem muito endividados, enquanto as pessoas com mais de  60 são as que têm menos dívidas.</p>
<p>Por regiões, há maior proporção de famílias sem dívidas no Nordeste e  Centro-Oeste (53% e 55%, respectivamente), enquanto na região Norte  apenas 16% das famílias declararam não possuir dívidas.</p>
<div><img title="Ipea - Otimismo" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/30/320x250graficoipea.gif" alt="Ipea - Otimismo" width="320" height="250" />Quanto mais  próximo de cem, maior o otimismo<br />
(Foto: Editoria de Arte/G1)</div>
<p>Otimismo<br />
A pesquisa do Ipea apontou que os brasileiros estão otimistas com a  situação socioeconômica do país. A pontuação da expectativa das famílias  para os próximos 12 meses ficou em 62,75 pontos em agosto, em uma  escala de zero (grande pessimismo) a cem (grande otimismo).</p>
<p>O Centro-Oeste teve a maior pontuação entre as regiões, de 68,14,  enquanto a região Sudeste registra a menor (59,09), indicando grau de  moderação para a situação socioeconômica nacional.</p>
<p>Para os próximos 12 meses, 58,03% das famílias acreditam que o Brasil  passará por melhores momentos. Para os próximos cinco anos, 55,4% das  famílias crêem a mesma coisa. A proporção de famílias que acreditam que o  país atravessará piores momentos é de 19,24% e 15,09%, para o curto e  médio prazos, respectivamente.</p>
<p>O grau de confiança é maior entre as famílias com maior rendimento, bem  como para os mais jovens. Também demonstram maior otimismo com a  economia do país os homens, os de ensino superior incompleto, os  autodeclarados negros e aqueles que recebem algum benefício do governo.</p>
<p>Situação financeira<br />
Em agosto, 73% das famílias pesquisadas disseram estar melhor  financeiramente hoje do que estavam há um ano. Na outra ponta, 20% se  vêem em pior situação.</p>
<p>Cerca de 77% das famílias creem que estarão em melhores condições  financeiras daqui a um ano, enquanto somente 8% projetam expectativa de  estarem pior. A expectativa das famílias sobre o futuro próximo é mais  otimista na região Norte, onde mais de 87% delas acreditam que estarão  melhor.No Sudeste, a proporção de famílias que acreditam que estarão  melhor é de 71%.</p>
<p>Consumo<br />
De acordo com o Ipea, o otimismo das famílias é menor quando se  consideram as expectativas sobre o consumo. Entre as famílias  pesquisadas, 53% acreditam que o momento é ideal para comprar bens  duráveis, enquanto 37% não acreditam que o momento seja apropriado.</p>
<p>O otimismo é maior na região Nordeste, onde 64% das famílias acreditam  que o momento seja adequado para a compra. Nas regiões Norte e Sul há  mais famílias receosas em consumir do que otimistas (51% contra 47%; e  49% contra 42%, respectivamente).</p>
<p>Controle de gastos</p>
<p><a href="http://www.baixatudo.com.br/meu-bolso-em-dia-tabela-mes-a-mes">Tabela  ajuda a controlar gastos; baixe agora</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisa desvenda mecanismo das formas mais graves de asma</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/09/pesquisa-desvenda-mecanismo-das-formas-mais-graves-de-asma/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um estudo em camundongos mostrou em  detalhe  o mecanismo dos ataques severos de asma, criando condições para uma  futura terapia dessa forma da doença.
Na variante severa da asma há grande  produção da interleucina IL-17, molécula inflamatória ligada à  ativação de uma célula de defesa do organismo, o neutrófilo.
É isso o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://www.mulherbeleza.com.br/wp-content/uploads/2009/09/asma.jpg" alt="" width="305" height="229" /></p>
<p>Um estudo em camundongos mostrou em  detalhe  o mecanismo dos ataques severos de asma, criando condições para uma  futura terapia dessa forma da doença.</p>
<p>Na variante severa da asma há grande  produção da interleucina IL-17, molécula inflamatória ligada à  ativação de uma célula de defesa do organismo, o neutrófilo.</p>
<p>É isso o que fez o novo trabalho na  revista &#8220;Nature Immunology&#8221;: explicar o excesso de neutrófilos  nos pulmões dos pacientes.</p>
<p>Marsha Wills-Karp e seus colegas do  Hospital  da Criança de Cincinnati (EUA) demonstraram como certas linhagens de  camundongos sofrem mais de asma severa do que outras, combinada com  infiltração pulmonar de neutrófilos, e vincularam o processo à IL-17.</p>
<p>Outra descoberta foi o papel, na produção   das interleucinas, de duas moléculas ligadas a outro mecanismo de defesa   do corpo, o chamado sistema complemento.</p>
<p>&#8220;Se o achado se confirmar em humanos,  vai abrir a porta para o desenvolvimento de terapias tendo como alvo  esses mediadores&#8221;, declarou Wills-Karp à Folha de São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pioneira da inclusão do deficiente visual morre aos 91 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dorina Nowill estava internada havia  15 dias em hospital de São Paulo; corpo será  velado na sede da fundação que leva seu nome
SÃO PAULO &#8211; A professora Dorina de Gouvêa   Nowill, uma das maiores ativistas pela inclusão dos deficientes visuais  no País, morreu neste domingo, 29, aos 91 anos. Segundo informações  de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.estadao.com.br/fotos/Dorina_d-p.jpg" alt="Valéria Gonçalvez/AE - 29/1/2009" /></p>
<p>Dorina Nowill estava internada havia  15 dias em hospital de São Paulo; corpo será  velado na sede da fundação que leva seu nome</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; A professora Dorina de Gouvêa   Nowill, uma das maiores ativistas pela inclusão dos deficientes visuais  no País, morreu neste domingo, 29, aos 91 anos. Segundo informações  de familiares, ela estava internada havia cerca de 15 dias no Hospital  Santa Isabel, na zona oeste, para tratar uma infecção, mas acabou  sofrendo parada cardíaca. O velório deve ser realizado na  segunda-feira, na  sede da fundação que leva seu nome.</p>
<p>Dorina foi a primeira aluna cega a  matricular-se numa escola regular em São Paulo</p>
<p>&#8220;Foi uma morte praticamente natural&#8221;,  afirma seu filho Alexandre Nowill, que também era seu médico. Dorina,  que era casada com Edward Hubert, deixa outros quatro filhos &#8211;  Cristiano,  Denise, Dorininha e Márcio Manuel -, além de 12 netos.</p>
<p>A professora ficou cega aos 17 anos por  causa de uma doença que os médicos nunca conseguiram entender. Decidiu  então dedicar a vida à luta pela inclusão de pessoas na mesma  condição.</p>
<p>Com um grupo de amigas, criou em 1946  a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, que em 1991 recebeu seu  nome. Junto com o Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, a  Fundação Dorina Nowill Para Cegos foi uma das pioneiras na produção  de livros em Braille, na distribuição gratuita dessas obras para  deficientes  visuais e no desenvolvimento de técnicas mais modernas para que o cego  consiga ler &#8211; como livros falados e vozes sintetizadas no computador.</p>
<p>Superação.  Dorina foi a primeira aluna cega a matricular-se numa escola regular  em São Paulo. Na época, deficientes visuais praticamente não tinham  acesso à cultura e à informação por causa da falta de livros adaptados.</p>
<p>Em 1945, conseguiu convencer a Escola  Caetano de Campos, onde cursava o magistério, a implantar o primeiro  curso de especialização de professores para o ensino de cegos. Após  diplomar-se, viajou para os Estados Unidos com uma bolsa de estudos  paga pelo governo americano para frequentar um curso de especialização  na área de deficiência visual, na Universidade de Columbia.</p>
<p>Quando regressou ao Brasil, concentrou  esforços na fundação da primeira imprensa Braille de grande porte  do País. Hoje, a editora é uma das principais fontes de renda  da fundação e produz 80% dos livros do Ministério da Educação para  deficientes visuais e encomendas especiais de cardápios para  restaurantes,  instruções de segurança de companhias aéreas, best-sellers, etc.</p>
<p>Dorina dedicou-se também à  regulamentação da educação para cegos. Na Secretaria de Estado da  Educação de São Paulo, foi responsável pela criação do Departamento  de Educação Especial para Cegos. Em 1961, graças a seu empenho, o  direito à educação ao cego virou lei.</p>
<p>Em Brasília. Entre 1961 a 1973,  Dorina dirigiu o primeiro órgão nacional de educação de cegos no  Brasil, criado pelo Ministério da Educação, Cultura e Desportos.  Realizou programas e projetos que implantaram serviços para cegos em  diversos Estados, além de eventos e campanhas para a prevenção da  cegueira.</p>
<p>Em 1979, a professora foi eleita  presidente  do Conselho Mundial dos Cegos. Em 1981, Ano Internacional da Pessoa  Deficiente, ela falou na Assembleia Geral das Nações Unidas como  representante  brasileira. Dorina também trabalhou intensamente para a criação da  União Latino Americana de Cegos e foi diversas vezes premiada por seu  trabalho.</p>
<p>Em 1989, o Congresso Nacional ratificou  a Convenção 1599 da Organização Internacional do Trabalho (OIT),  que trata da reabilitação, treinamento e profissionalização de cegos.  Esse foi mais um desdobramento do trabalho que Dorina havia começado  18 anos antes, com o primeiro centro de reabilitação para cegos criado  por sua fundação.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Em 20 anos, número de fumantes caiu 45% no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 19:02:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em 1989, 33% dos brasileiros maiores  de 18 anos fumavam, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer).  Hoje essa proporção é de 18%, concluiu a Pesquisa Especial de  Tabagismo divulgada hoje pelo instituto. A queda foi de 45%.
Mulheres começam a fumar   antes que homens, segundo pesquisa do Inca
Brasileiros com menor  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://rondoniadigital.com/wp-content/uploads/2009/11/fumante.jpg" alt="" width="535" height="335" /></p>
<p>Em 1989, 33% dos brasileiros maiores  de 18 anos fumavam, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer).  Hoje essa proporção é de 18%, concluiu a Pesquisa Especial de  Tabagismo divulgada hoje pelo instituto. A queda foi de 45%.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791062-mulheres-comecam-a-fumar-antes-que-homens-segundo-pesquisa-do-inca.shtml" target="_blank">Mulheres começam a fumar   antes que homens, segundo pesquisa do Inca</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791044-brasileiros-com-menor-renda-fumam-mais-segundo-pesquisa-do-inca.shtml" target="_blank">Brasileiros com menor  renda fumam mais</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/791051-fumantes-gastam-cerca-de-r-1500-em-cigarro-por-ano-diz-estudo.shtml" target="_blank">Fumantes gastam cerca  de R$ 1.500 em cigarro por ano, diz estudo</a></p>
<p>A pesquisa, realizada a partir de 2008,  entrevistou 39.425 brasileiros com mais de 15 anos. Desses, 17,5% fumam.   Outros 13 países estão realizando a mesma pesquisa, mas nem todos  divulgaram dados _a pesquisa mundial termina em outubro.</p>
<p>Na América, a pesquisa também incluiu  o Uruguai, onde 25% da população com mais de 15 anos fuma, e o México,  onde o número de fumantes a partir dessa idade é menor do que  no Brasil: 15,9%.</p>
<p>&#8220;Já conseguimos reduzir bastante  o número de fumantes, mas precisamos continuar a briga. A indústria  do tabaco primeiro focou as mulheres, e o resultado já pode ser  constatado: o número de mulheres que começa a fumar antes dos 15 anos  é 22% maior do que a dos homens, segundo a pesquisa. Agora, o  foco da indústria são os jovens. Essa é a principal faixa etária  em que devemos trabalhar, porque é a idade em que é mais fácil abandonar   o vício, também&#8221;, diz Liz Maria de Almeida, gerente da Divisão  de Epidemiologia do Inca e responsável pela apresentação da pesquisa,  hoje, na sede do instituto, no Rio.</p>
<p>MULHERES COMEÇAM A FUMA ANTES QUE  HOMENS</p>
<p>Os dados da pesquisa ainda mostram que  a proporção de jovens do sexo feminino que começa a fumar antes dos  15 anos é 22% maior do que a dos homens, em todas as regiões do país.</p>
<p>Segundo o Inca, a geração de brasileiros  nascidos a partir da década de 80 &#8211;ou seja, que hoje tem até  30 anos&#8211;, começa a fumar aos 17 anos, em média. No Nordeste e no  Centro-Oeste, a proporção de jovens que começa a fumar antes dos  15 anos é maior do que nas outras regiões.</p>
<p>Os jovens são a parcela da população  que menos procurou algum tipo de ajuda para deixar de fumar, de acordo  com o estudo, apesar de 48% das pessoas dessa faixa etária terem  relatado  pelo menos uma tentativa de parar de fumar nos últimos 12 meses.</p>
<p>Entre os jovens, chama a atenção o  fato de os homens fumarem 2,5 vezes mais do que as mulheres. Entre as  outras faixas etárias da população essa proporção é menor.  Uma das explicações para isso é o fato de que as mulheres param de  fumar numa proporção duas vezes maior do que a dos homens.</p>
<p>A pesquisa ainda constatou que os jovens  são mais sensíveis à propaganda pró-tabaco do que os adultos  &#8211;48,6% dos jovens relataram ter percebido propaganda pró-tabaco ante  38,7% dos adultos.</p>
<p>Esse resultado pode indicar que existe  um esforço da indústria para atingir os indivíduos com 24 anos de  idade ou menos nas ações de promoção e propaganda de produtos do  tabaco. Isso fortalece a necessidade de criar estratégias de informação  sobre controle do tabaco junto aos jovens por meio de formatos e  conteúdos  diversificados.</p>
<p>A pesquisa mostrou que o nível de  dependência  severa de nicotina dos jovens foi 50% menor do que a dos adultos. Isso  mostra a importância do estímulo à cessação entre essa população,  e principalmente da prevenção, para evitar que comecem a fumar.</p>
<p>O nível de dependência foi medido na  PETab por meio de duas perguntas: o número de cigarros fumados por  dia e o tempo que a pessoa leva para acender o primeiro cigarro após  acordar. O cruzamento dessas respostas determina o nível de dependência,   que pode ser baixa, elevada ou moderada.</p>
<p>FUMANTES GASTA CERCA DE R$ 1.500 EM  CIGARRO POR ANO</p>
<p>Além de prejudicar a saúde, o cigarro  causa forte impacto no orçamento doméstico. Dados da PETab revelaram  que uma família composta por um casal de fumantes, entre 45 e 64 anos,  residente em uma cidade do Sudeste do país gasta, por mês, R$ 128,60  somente com a compra de cigarros. Por ano, a despesa chega a R$  1.543,20.</p>
<p>O gasto com cigarro para um casal de  fumantes de qualquer região do país chega a R$ 1.495,20 por ano. Todos  os valores foram calculados com base em 2008. Naquele ano, o valor do  salário mínimo era R$ 415,00, o que levaria esse gasto com cigarro  a quase quatro salários mínimos por ano.</p>
<p>O valor gasto pelo casal do Sudeste com  cigarro seria suficiente para comprar hoje, agosto de 2010, uma TV de  LCD de 32 polegadas (R$ 1.469,00, preço médio), um computador (R$  1.300,00), ou uma geladeira duplex (R$ 1.400,00), segundo o estudo.</p>
<p>A PETab revelou ainda que o gasto médio  mensal com cigarros industrializados de fumantes acima dos 15 anos no  Brasil foi de R$ 55,50.</p>
<p>Considerando o preço médio do cigarro  no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e o salário  mínimo de setembro de 2008, era possível para um fumante de baixa  renda comprar 150 maços ao mês, contra 83 maços, em 1996, e 112 maços,  em janeiro de 2003. Ou seja, com o passar do tempo, ficou mais fácil  para pessoas de baixa renda comprarem mais maços de cigarros.</p>
<p>BRASILEIROS COM MENOR RENDA FUMAM  MAIS</p>
<p>O estudo indica que os brasileiros com  menor renda fumam mais. Segundo os dados da PETab, os maiores  percentuais  de fumantes no Brasil, entre ambos os sexos, foram encontrados na  população  sem instrução (25,7%) e entre as pessoas de menor renda (21,3%), o  que corresponde à população que ganhava menos de meio salário mínimo  por mês.</p>
<p>A análise dos dados da PETab foi  realizada  como parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2008, do IBGE,  e tem por objetivo fornecer informações para subsidiar a política  nacional de controle do tabaco.</p>
<p>A pesquisa foi feita em 51.011  domicílios,  entrevistando fumantes, não fumantes e ex-fumantes. O trabalho foi  realizado em outros 13 países. Internacionalmente, é conhecido como  Global Adult Tobacco Survey (Pesquisa Global de Tabagismo).</p>
<p>Apesar da queda no consumo de tabaco  nas últimas décadas, o número de fumantes no país ainda é  elevado: cerca de 25 milhões com idade igual ou superior a 15 anos.  Contudo, 45,6% dos fumantes tentaram parar de fumar nos últimos 12  meses, o que corresponde a cerca de 12 milhões de pessoas.</p>
<p>A PETab confirmou a urgência de reforçar  as recomendações da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco,  um tratado de saúde pública, ratificado por 168 países-membros da  OMS (Organização Mundial de Saúde), de um total de 192. Entre outras  coisas, o texto determina ações específicas de proteção ao tabagismo  passivo.</p>
<p>A pesquisa ainda apontou que uma em cada  cinco pessoas foi exposta à fumaça do cigarro em locais públicos  em geral. Isso correspondeu a cerca de 26 milhões de pessoas, das quais  22 milhões eram não fumantes. Os jovens foram mais 10% expostos ao  fumo passivo em locais públicos do que os adultos, totalizando 6,2  milhões de jovens.</p>
<p>&#8220;É preciso que a legislação  em vigor, que ainda permite fumódromos, seja alterada para impedir  100% o uso de produtos do tabaco que emitem fumaça em ambientes  coletivos  e fechados&#8221;, alerta Liz Maria de Almeida, gerente de Divisão de  Epidemiologia do Inca.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Anvisa veta publicidade de pulseira da moda, vendida com apelo de melhorar equilíbrio</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 00:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária  vai suspender hoje a publicidade das pulseiras bioquânticas, vendidas  com o apelo de melhorar o equilíbrio e ativar a circulação sanguínea.
Às vezes sem saber,  artistas fazem a fama das pulseiras
Esses braceletes, que prometem &#8220;estabilizar  a energia do corpo&#8221;, começaram a ser usados por atletas. Celebridades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="PROIBIDO - Anvisa veta publicidade de pulseira da moda " src="http://www.diariodemarilia.com.br/docs/fotos/novo/2010-08-27_1_1282918586.jpg" alt="http://www.diariodemarilia.com.br/docs/fotos/novo/2010-08-27_1_1282918586.jpg" width="300" height="220" /><p class="wp-caption-text">PROIBIDO - Anvisa veta publicidade de pulseira da moda </p></div>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária  vai suspender hoje a publicidade das pulseiras bioquânticas, vendidas  com o apelo de melhorar o equilíbrio e ativar a circulação sanguínea.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/789775-as-vezes-sem-saber-artistas-fazem-a-fama-de-pulseira-que-promete-melhorar-equilibrio.shtml" target="_blank">Às vezes sem saber,  artistas fazem a fama das pulseiras</a></p>
<p>Esses braceletes, que prometem &#8220;estabilizar  a energia do corpo&#8221;, começaram a ser usados por atletas. Celebridades  foram fotografadas com as tiras de silicone adornadas por um holograma.</p>
<p>A pulseira original, americana, tem a  marca Power Balance. A genérica brasileira é da marca Life Extreme.</p>
<p>Tanto uma quanto outra estão sendo investigadas  e deverão ser processadas por publicidade irregular, segundo Ana Paula  Massera, gerente de fiscalização de propaganda da Anvisa.</p>
<p>A agência entrou em contato com os sites  das pulseiras depois que a reportagem da Folha procurou o órgão,  para checar se havia registro desses produtos, vendidos livremente pela  internet e em grandes lojas de esportes.</p>
<p>A Anvisa informou que pode proibir o  comércio das pulseiras no país.</p>
<p>Luiz Fernandes, um dos fabricantes da  pulseira brasileira, disse que ela não precisa de registro no órgão  porque &#8220;não se absorve ela [a pulseira] diretamente&#8221;.</p>
<p>Já o revendedor da Power Balance  no Brasil não foi localizado. A reportagem procurou os responsáveis  nos EUA, mas o assessor, Adam Selwyn, informou que eles estavam viajando  e não poderiam ser entrevistados.</p>
<p>&#8220;CHARLATANISMO&#8221;</p>
<p>A Power Balance propaga em seu site que  o uso da pulseira aumenta a concentração e a força física porque  contém um holograma que &#8220;otimiza a fluência energética natural  do corpo&#8221;.</p>
<p>O site da pulseira brasileira, vendida  na internet a R$ 159, dá explicação similar.</p>
<p>Vanderli de Assis, que afirma ter criado  o modelo brasileiro e se apresenta como professor de física da Universidade  Federal de Minas Gerais (não há registro dele na universidade),  diz que o holograma, formado por camadas de magnésio, alumínio, ferro  e silício, &#8220;emite uma frequência que gera estabilidade no campo  eletromagnético do ser humano&#8221;.</p>
<p>Assim, o corpo não seria afetado por  frequências externas como ondas de equipamentos eletrônicos, daí  o maior equilíbrio do usuário.</p>
<p>Para Marcos Duarte, professor de biodinâmica  da Faculdade de Educação Física da USP, as explicações são &#8220;charlatanismo  quântico&#8221;.</p>
<p>&#8220;A ideia de que um holograma possa  interagir com as frequências do corpo e trazer benefício ao equilíbrio  é puramente falsa&#8221;, diz.</p>
<p>Cláudio Furukawa, do Instituto de Física  da USP, reforça: &#8220;Não há explicação cientifica para isso.  Holograma não emite onda&#8221;.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>UFRJ vai usar célula-tronco contra asma</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2010/08/ufrj-vai-usar-celula-tronco-contra-asma/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 00:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas da UFRJ (Universidade Federal  do Rio de Janeiro) desenvolveram um método para regenerar o pulmão  de pacientes com asma &#8211;doença respiratória que mata oito brasileiros  por dia&#8211; usando células-tronco obtidas da medula óssea.
O anúncio dos testes clínicos da abordagem  foi feito na 25ª reunião anual da Fesbe (Federação de Sociedades  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><img style="border: 0pt none;" title="Editoria de Arte/Folhapress" src="http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/10239199.jpeg" border="0" alt="" width="635" height="670" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folhapress</p></div>
<p>Cientistas da UFRJ (Universidade Federal  do Rio de Janeiro) desenvolveram um método para regenerar o pulmão  de pacientes com asma &#8211;doença respiratória que mata oito brasileiros  por dia&#8211; usando células-tronco obtidas da medula óssea.</p>
<p>O anúncio dos testes clínicos da abordagem  foi feito na 25ª reunião anual da Fesbe (Federação de Sociedades  de Biologia Experimental), em Águas de Lindoia (SP).</p>
<p>A técnica foi testada com sucesso em  camundongos, e as primeiras experiências com pacientes devem começar  daqui a poucos meses.</p>
<p>O projeto aguarda apenas a liberação  do Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), órgão do governo  federal que autoriza pesquisas com humanos no país.</p>
<p>&#8220;A asma é uma doença relativamente  comum e, por isso, costuma ser subestimada. Infelizmente, ela ainda  é causa de muitas mortes&#8221;, afirmou Patrícia Rocco, médica e  professora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ.</p>
<p>RECONSTRUÇÃO</p>
<p>Uma das características dos casos de  asma grave é a diminuição das células mucosas e ciliadas do  pulmão, o que contribui para a redução da capacidade respiratória.</p>
<p>As células-tronco do teste &#8211;injetadas  no pulmão por meio da traqueia&#8211; conseguiram reconstruir com sucesso  essas células.</p>
<p>Aparentemente, tais células-tronco tanto  podem produzir substâncias que facilitam essa regeneração quanto,  em alguns casos, assumir o papel das células que tinham sumido.</p>
<p>O método também aumentou a capacidade  de resistência dos roedores testados, mesmo em situações em que as  cobaias foram expostas a substâncias que fazem as vias respiratórias  fecharem.</p>
<p>O mesmo grupo de cientistas já  tinha conseguido reconstruir o tecido pulmonar em outras doenças: o  enfisema e a síndrome do desconforto respiratório agudo.</p>
<p>As pesquisas com a silicose -inflamação  pulmonar causada pela inalação de pó de sílica- estão num  estágio mais avançado e já demonstraram os primeiros resultados  em seres humanos.</p>
<p>Os testes brasileiros, os primeiros a  usar esse tipo de terapia contra a doença, começaram no ano passado.  Todos os cinco pacientes tiveram melhora significativa na capacidade  respiratória.</p>
<p>ESTEIRA</p>
<p>Na avaliação da caminhada na esteira,  todos os voluntários conseguiram melhorar o seu desempenho.</p>
<p>&#8220;Os tratamentos funcionaram muito  bem, mas, pelo número pequeno de pessoas, ainda não temos a comprovação  estatística. Estamos confiantes e achamos que isso virá em breve&#8221;,  disse Marcelo Morales, da UFRJ, um dos responsáveis pela coordenação  do estudo.</p>
<p>Apesar das respostas positivas, os pesquisadores  dizem que a terapia não deve chegar ao público em menos de cinco anos.</p>
<p>&#8220;Estamos sendo muito cuidadosos  e avaliando as implicações do tratamento em todo o corpo, e não apenas  no pulmão. Queremos ter certeza absoluta antes de avançar&#8221;, afirmou  Morales</p>
<p>Folha Online</p>
<p><a name="0.2_table01"></a></p>
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		<title>Cientistas britânicos apresentam esboço do genoma do trigo</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas britânicos publicaram nesta  sexta-feira (27) o primeiro esboço do mapa do genoma do trigo.
Este é um avanço que poderá  ajudar no desenvolvimento de novas variedades deste cereal, mais resistentes  a doenças e condições climáticas adversas.
Com uma produção mundial de 500 milhões  de toneladas, o cultivo deste cereal é um dos mais importantes  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img id="pop-image" title="Cientistas britânicos publicam um esboço do genoma do trigo (Foto de arquivo: campo de trigo de Rocquancourt)" src="http://www.google.com/hostednews/afp/media/ALeqM5hxkFRgJhWkyMeISMEkrBao0Fmj8A?size=l" alt="" width="512" height="340" /><p class="wp-caption-text">Cientistas britânicos publicam um esboço do genoma do trigo (Foto de arquivo: campo de trigo de Rocquancourt)</p></div>
<p>Cientistas britânicos publicaram nesta  sexta-feira (27) o primeiro esboço do mapa do genoma do trigo.</p>
<p>Este é um avanço que poderá  ajudar no desenvolvimento de novas variedades deste cereal, mais resistentes  a doenças e condições climáticas adversas.</p>
<p>Com uma produção mundial de 500 milhões  de toneladas, o cultivo deste cereal é um dos mais importantes  destinados ao consumo humano.</p>
<p>Por este motivo, cientistas esperam que  este avanço ajude a melhorar o rendimento das plantações. O sequenciamento  permite acesso a 95% dos genes do trigo.</p>
<p>CHINÊS</p>
<p>O sequenciamento foi feito especificamente  para uma variedade chinesa desenvolvida, como modelo adequado para os  estudos..</p>
<p>O rascunho foi colocado em domínio público,  para ajudar nas melhorias em campos de trigo.</p>
<p>&#8220;Picos recentes de curto prazo no  preço do trigo mostraram o quanto nosso sistema de alimentação é  vulnerável&#8221;, afirmou Doug Kell, chefe do Conselho de Pesquisas  em Biotecnologia e Ciências Biológicas, organização do setor público  que apoiou a pesquisa.</p>
<p>Os dados fornecem as &#8220;letras&#8221;  do código genético para a produção das características do trigo.</p>
<p>DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS</p>
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		<title>Técnica corrige má-formação do coração sem usar artifício</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma técnica cirúrgica inédita no mundo,  desenvolvida na Beneficência Portuguesa, permite fazer uma correção  anatômica de uma má formação no coração em que as principais  artérias se encontram invertidas. O procedimento preserva as válvulas  desses vasos, o que pode evitar novas cirurgias.
O problema, chamado de transposição  de grandes artérias, é uma das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 645px"><img style="border: 0pt none;" title="Editoria de Arte/Folhapress" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/10239205.gif" border="0" alt="" width="635" height="435" /><p class="wp-caption-text">Editoria de Arte/Folhapress</p></div>
<p>Uma técnica cirúrgica inédita no mundo,  desenvolvida na Beneficência Portuguesa, permite fazer uma correção  anatômica de uma má formação no coração em que as principais  artérias se encontram invertidas. O procedimento preserva as válvulas  desses vasos, o que pode evitar novas cirurgias.</p>
<p>O problema, chamado de transposição  de grandes artérias, é uma das principais causas de cianose ao  nascer (coloração azulada da pele) e pode levar à morte.</p>
<p>Como a posição dos vasos está  invertida, a aorta, que deveria levar o sangue oxigenado para o corpo,  recebe o sangue pobre em oxigênio. A artéria pulmonar, por sua vez,  conduz o líquido oxigenado de volta aos pulmões.</p>
<p>Na técnica clássica, o fluxo é  corrigido colocando um tubo com uma válvula entre o ventrículo direito  e as artérias pulmonares. Por ser artificial, esse tubo sofre calcificação  com o tempo. À medida que a criança cresce, há uma desproporção  que exige novas cirurgias.</p>
<p>Na nova técnica, os médicos apenas  invertem os vasos, preservando as válvulas de cada um deles, sem a  necessidade de usar próteses.</p>
<p>Até agora, duas crianças passaram  pela cirurgia. &#8220;É preciso acompanhar mais pacientes por um período  de tempo para verificar se as válvulas acompanharão o crescimento&#8221;,  diz o cirurgião Gláucio Furlanetto.</p>
<p>Folha Online</p>
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		<title>Médicos ocidentais querem provas de que acupuntura funciona</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há pelo menos dois mil anos, curandeiros  chineses usam a acupuntura para tratar dores e outros problemas de saúde.  Agora, os médicos ocidentais querem provas de que a prática funciona.
Há poucas dúvidas de que as pessoas  se sentem melhor após receber o tratamento, onde finas agulhas são  inseridas profundamente na pele em pontos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img id="il_fi" class="aligncenter" src="http://www.centroego.com.br/site/images/stories/acupuntura%201.jpg" alt="" width="286" height="320" /></p>
<p>Há pelo menos dois mil anos, curandeiros  chineses usam a acupuntura para tratar dores e outros problemas de saúde.  Agora, os médicos ocidentais querem provas de que a prática funciona.</p>
<p>Há poucas dúvidas de que as pessoas  se sentem melhor após receber o tratamento, onde finas agulhas são  inseridas profundamente na pele em pontos específicos do corpo. Mas  elas estariam se beneficiando da própria acupuntura, ou simplesmente  sentindo um efeito placebo?</p>
<p>A discussão foi abastecida, na última  semana, por um estudo na revista &#8220;Arthritis Care and Research&#8221;.  Pesquisadores do Centro de Câncer MD Anderson, em Houston, descobriram  que, para 455 pacientes com uma grave artrite no joelho, a acupuntura  entregou o mesmo alívio que um tratamento falso.</p>
<p>Na verdade, os pacientes conseguiram  uma redução significativa na dor com ambos os tratamentos uma redução  média de um ponto, numa escala de um a sete. críticos sustentam que  o estudo foi mal projetado.</p>
<p>Para começar, segundo eles, os pacientes  dos dois grupos receberam tratamentos com agulhas e estímulos elétricos;  a principal diferença era que, no grupo do procedimento falso, as agulhas  não eram inseridas tão profundamente, e os estímulos tinham uma duração  bem menor.</p>
<p>No mundo real, porém, um acupunturista  experiente personalizaria o tratamento aos sintomas específicos de  cada paciente. Neste estudo, os pacientes do grupo de acupuntura &#8220;real&#8221;  receberam as agulhas todos da mesma forma.</p>
<p>Em outras palavras, vez de provar que  a acupuntura não funciona, o estudo pode sugerir que ela funciona mesmo  quando mal realizada. Mas a verdadeira lição, segundo os defensores  da prática, é o quão difícil pode ser aplicar os padrões de pesquisa  ocidentais a uma arte de cura da antiguidade.</p>
<p>&#8220;As pessoas dizem que não existem  pontos inativos para a acupuntura basicamente, qualquer lugar do corpo  onde você inserir uma agulha será um ponto ativo&#8221;,  explicou Alex Moroz, experiente acupunturista que dirige o programa  de músculo e esqueleto do departamento de medicina de reabilitação  da Universidade de Nova York. &#8220;Existe uma corrente de literatura  que argumenta que toda a abordagem ao estudo da acupuntura não se presta  ao método científico reducionista do Ocidente&#8221;.</p>
<p>Porém, a principal autora do estudo,  Maria E. Suarez-Almazor, aponta que o tratamento falso foi desenvolvido  com a ajuda de acupunturistas experientes. Num estudo de medicamentos,  uma resposta igual nos grupos de tratamento e placebo provaria que o  medicamento não funciona, diz ela.</p>
<p>&#8220;Nós realmente trabalhamos com  acupunturistas que são treinados no estilo chinês tradicional, e pedimos  que eles inventassem um processo falso que fosse crível&#8221;, afirmou  Suarez-Almazor. &#8220;Nós não planejamos um estudo para mostrar que  a acupuntura não funciona. Os resultados vieram sem nenhuma diferença  entre os grupos&#8221;.</p>
<p>A pesquisa da MD Anderson, assim como  outros estudos recentes sobre a acupuntura, geraram especulações de  que a picada da agulha, seja ela da verdadeira acupuntura ou de uma  versão falsa, pode influenciar a forma como o corpo processa a transmite  sinais de dor. Um estudo de 2007 com 1.200 pacientes com dor nas costas,  financiado por companhias de seguros da Alemanha, mostrou que cerca  da metade dos pacientes, igualmente nos grupos de acupuntura real e  falsa, sentiam menos dores após o tratamento, frente a apenas 27% dos  que haviam recebido fisioterapia ou outro tratamento tradicional para  as costas.</p>
<p>Quando os alemães rastrearam a quantidade  de remédios para dor usada pelos pacientes, eles identificaram uma  diferença considerável entre a acupuntura real e o tratamento falso.  Apenas 15% dos pacientes do grupo de acupuntura precisaram de remédios  adicionais para dor, frente a 34% daqueles no grupo falso. O grupo que  recebeu tratamentos convencionais para as costas se saiu ainda pior:  59% desses pacientes precisaram de analgésicos adicionais.</p>
<p>Os pesquisadores, que publicaram suas  descobertas em &#8220;Archives of Internal Medicine&#8221;, especularam  que a inserção de agulhas numa região com dor pode ter causado um  &#8220;efeito super placebo&#8221;, desencadeando uma série de reações  que alteram a forma como a o corpo experimenta a dor.</p>
<p>Outro estudo, este financiado pelo Instituto  Nacional de Saúde dos EUA e publicado em 2004, descobriu que a acupuntura  reduzia significativamente a dor e melhorava a função em pacientes  com artrite no joelho frente a um tratamento falso ou aos tratamentos  de rotina para o joelho.</p>
<p>No entanto, esse resultado foi questionado,  pois os pacientes do grupo falso provavelmente descobriram que não  estavam recebendo o tratamento verdadeiro. Eles receberam apenas duas  inserções de agulhas no abdômen, enquanto uma agulha era simplesmente  pressionada por nove regiões da perna e colada à pele para imitar  a acupuntura. Uma simulação de máquina de estímulos elétricos zumbia  e piscava ao lado, mas não emitia qualquer corrente ao corpo.</p>
<p>Neste ano, pesquisadores do Hospital  Henry Ford, em Detroit, solucionaram o problema da criação de uma  acupuntura falsa: eles não o fizeram. Em vez disso, compararam a acupuntura  a um remédio comprovado o Effexor, um antidepressivo que provou reduzir  significativamente as ondas de calor em pacientes com câncer de mama.</p>
<p>Os resultados foram surpreendentes. A  acupuntura aliviou as ondas de calor tanto quanto o Effexor, com menos  efeitos colaterais. O grupo da acupuntura relatou mais energia e até  mesmo um aumento no impulso sexual, em comparação ao grupo usando  o Effexor.</p>
<p>&#8220;Existem algumas coisas que você  não pode estudar da mesma forma que fazemos com remédios&#8221;, disse  Eleanor M. Walker, diretora de oncologia de câncer de mama do Sistema  de Saúde Henry Ford. &#8220;O ponto que não pode ser discutido em meu  estudo é a duração do efeito. Ele dura, e o efeito placebo acaba  assim que você interrompe o tratamento&#8221;.</p>
<p>Porém, os crentes na acupuntura dizem  não se importar se estudos científicos ocidentais descobrirem que  o tratamento surte um forte efeito placebo. Afinal, o objetivo do que  eles chamam de medicina integrativa, que combina tratamentos convencionais  e alternativos, como a acupuntura, é o de armar o poder do corpo de  curar a si mesmo. Não importa se esse poder é estimulado por um efeito  placebo ou pela habilidosa inserção de agulhas.</p>
<p>&#8220;Na medicina integrativa, quando  os pacientes estão envolvidos em seu processo de cura, eles geralmente  têm uma tendência a melhorar&#8221;, explicou Angela Johnson, praticante  de medicina chinesa no Hospital Infantil Rush, em Chicago, que está  conduzindo um estudo-piloto sobre a acupuntura para aliviar a dor em  crianças. &#8220;Acredito que isso seja parte da razão pela qual eles  melhoram&#8221;.<br />
DO &#8220;THE NEW YORK TIMES&#8221;</p>
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