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	<title>Blog de Maurílio &#187; maurilio</title>
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	<description>Amar, respeitar as pessoas e ser curioso!</description>
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		<title>55% das pessoas são contra união estável gay, diz pesquisa do Ibope</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento aponta que 63% dos homens são contra decisão do STF. Entre as mulheres, 80% não se afastariam dos amigos homossexuais. Do G1, em São Paulo Mais da metade da população brasileira é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável para casais do mesmo sexo, de acordo com pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Manifestantes fazem abraço simbólico no prédio do STF (Foto: Nelson Jr. / STF)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/05/18/abracogay300x225.jpg" alt="Manifestantes fazem abraço simbólico no prédio do STF (Foto: Nelson Jr. / STF)" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Manifestantes fazem abraço simbólico no prédio do STF (Foto: Nelson Jr. / STF)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<h2>Levantamento aponta que 63% dos homens são contra decisão do STF.<br />
Entre as mulheres, 80% não se afastariam dos amigos homossexuais.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
<div>Mais da metade da população brasileira é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável para casais do mesmo sexo, de acordo com pesquisa nacional do Ibope, realizada entre os dias 14 e 18 de julho. De acordo com o levantamento, 55% dos brasileiros são contrários à decisão e 45% são favoráveis.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>O instituto informou ter feito 2.002 entrevistas domiciliares em 142 municípios do país, ouvindo pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais.</p>
<div>Segundo o Ibope, as mulheres são as que menos se incomodam com o tema, seguidas dos mais jovens, dos mais escolarizados e das classes mais altas. A população do Norte, Centro-Oeste e Nordeste do país é a que mais apresenta resistência sobre o assunto, 60% são contrários à decisão do STF. No Sudeste, o índice cai para 51%.</div>
<p>Os dados apresentados pela pesquisa mostram que o brasileiro não tem restrições em lidar com homossexuais no seu cotidiano, como profissionais ou amigos que se assumam homossexuais. Mas a população ainda se mostra resistente a medidas que possam denotar algum tipo de apoio da sociedade a essa questão, como a união estável ou o direto à adoção de crianças.</p>
<p>O levantamento também aponta que 63% dos homens são contra a decisão do STF, enquanto apenas 48% das mulheres são da mesma opinião. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 60% são favoráveis. Já os maiores de 50 anos são majoritariamente contrários (73%). Entre as pessoas com formação até a quarta série do ensino fundamental, 68% são contrários. Na parcela da população com nível superior, apenas 40% não são favoráveis à medida.</p>
<p>Sobre a aprovação à adoção de crianças por casais do mesmo sexo, os resultados seguem a mesma tendência, segundo o instituto. A pesquisa aponta que 55% dos brasileiros se declaram contrários. Entre os homens, o indicador é mais alto, com 62% de opositores. O mesmo ocorre entre as pessoas com mais de 50 anos (70%). Entre os brasileiros com escolaridade até a quarta série do ensino fundamental, 67% são contra. Outros 60% se declaram contrários no Nordeste, 57% no Norte e no Centro-Oeste, 55% no Sul e 52% no Sudeste.</p>
<p>Para 73% dos pesquisados, a revelação de que suas amizades são homossexuais não interferiria em nada no relacionamento. Outros 24% disseram que afastariam muito ou pouco e 2% não souberam responder. Embora com menor intensidade, o mesmo padrão de opinião nas respostas anteriores se repete no comparativo por faixa etária, nível de escolaridade, sexo e região do país.</p>
<p>Entre as mulheres, 80% não se afastariam dos amigos homossexuais. Entre jovens de 16 a 24 anos, 81%  não se afastariam e 85% das pessoas com nível superior de escolaridade também defendem que não haveria mudança na amizade. No Sudeste, 79% das pessoas disseram que não se afastariam. No Norte e Centro-Oeste, 72% têm a mesma opinião. No Sul, são 70% e, no Nordeste, 66%.</p>
<p><strong>Médicos, policiais e professores</strong><br />
O instituto questionou a aceitação da população para homossexuais que trabalharem como médicos no serviço público, policiais ou professores de ensino fundamental. Apenas 14% se disseram total ou parcialmente contra trabalharem como médicos, 24% como policiais e 22% como professores. A parcela dos brasileiros que são parcial ou totalmente favoráveis é de 84% para o caso de médicos, 74% para policiais e 76% para professores.</p>
<p>O levantamento aponta ainda que há maior tolerância entre as pessoas cuja religião foi classificada na categoria “outras religiões”, onde 60% são favoráveis à decisão do STF. Entre os católicos e ateus ouvidos há divisão de opiniões, com 50% e 51% de aprovação, respectivamente. Entre os protestantes e evangélicos, 23% se dizem favoráveis à iniciativa do STF.
</p></div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Dieta do brasileiro tem &#8216;poucos nutrientes e muitas calorias&#8217;, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba como é a alimentação por rendimento, faixa etária e região do país. Consumo de arroz e feijão diminui quando há aumento de renda familiar. Nathália DuarteDo G1, em São Paulo Composta prioritariamente por arroz e feijão, associados a alimentos calóricos e de baixo teor nutritivo, a dieta de 90% dos brasileiros está fora do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2><img class="aligncenter" title="Prato do brasileiro, segundo o IBGE (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/28/620x800_pratobrasileiro.jpg" alt="Prato do brasileiro, segundo o IBGE (Foto: Arte/G1)" width="620" height="1225" /></h2>
<h2>Saiba como é a alimentação por rendimento, faixa etária e região do país.<br />
Consumo de arroz e feijão diminui quando há aumento de renda familiar.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p><strong>Nathália Duarte</strong>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
<div>Composta prioritariamente por arroz e feijão, associados a alimentos calóricos e de baixo teor nutritivo, a dieta de 90% dos brasileiros está fora do padrão recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no que diz respeito ao consumo de frutas, verduras e legumes. É o que aponta o estudo Análise de Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/07/voce-tem-uma-alimentacao-saudavel-envie-perguntas-para-o-chat-do-g1.html"><strong><br />
</strong></a>Segundo o IBGE, a OMS e o Guia Alimentar Brasileiro sugerem o consumo de 400 g de frutas, legumes e verduras por dia. Nem 10% da população ingere o indicado. As maiores médias de consumo diário per capita no país são de feijão (182,9 g/dia), arroz (160,3 g/dia), carne bovina (63,2 g/dia), sucos (145,0 g/dia), refrigerantes (94,7 g/dia) e café (215,1 g/dia).  (<em>Siga a leitura da reportagem após o infográfico sobre o prato do brasileiro</em>)</p>
<div>De acordo com o levantamento, os brasileiros, principalmente os adolescentes, consomem em grande quantidade alimentos como biscoitos, linguiça, salsicha, mortadela, sanduíches e salgados. Entre as bebidas, destaque para os refrigerantes e sucos com adição de açúcar. O consumo de biscoitos recheados foi quatro vezes maior entre os adolescentes (12,3 g/dia) do que entre adultos (3,2 g/dia) e foi mínimo entre os idosos (0,6 g/dia). Para sanduíches, os adolescentes e os adultos apresentaram médias de consumo duas vezes maiores do que os idosos.</div>
<div>No levantamento por situação de domicílio, a população rural brasileira apresenta maiores médias diárias de consumo per capita de frutas e peixes frescos do que a população urbana. Destacam-se nos domicílios rurais o consumo de arroz, feijão, peixes frescos e farinha de mandioca. Já na área urbana, segundo o <a href="http://g1.globo.com/topico/ibge/">IBGE</a>, destaque para os refrigerantes, pão de sal, cerveja e sanduíches.</div>
<p>Quando considerada a alimentação de homens e mulheres, o estudo aponta que os homens têm menor consumo per capita de verduras, saladas, e grande parte das frutas e doces. Já o consumo per capita de cerveja e bebidas destiladas chega a ser cerca de cinco vezes maior entre os homens do que entre as mulheres &#8211; o consumo de cerveja é de 8,1 g/dia entre as mulheres, contra 55,7 g/dia entre os homens.</p>
<div id="1578726"><iframe id="globovideos_embed_1" name="globovideos_embed_1" src="http://playervideo.globo.com/webmedia/player/embed/GMCAbrePlayer?midiaId=1578726&amp;autoStart=false&amp;idEmbed=1&amp;banda=N&amp;escondeTrocaBanda=true&amp;novoPlayer=true&amp;hostNovoPlayer=s.videos.globo.com&amp;sitePage=g1/brasil/videos&amp;nocache=1311873087602" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="320" height="240"></iframe></div>
<p><strong>Impacto da renda na alimentação</strong><br />
O estudo do IBGE indica uma relação entre as condições de alimentação e a renda familiar per capita do brasileiro. De acordo com o levantamento, alimentos considerados saudáveis como o feijão, preparações à base de feijão, milho e preparações à base de milho são mais consumidos entre a população de menor renda. O mesmo acontece com o consumo médio de batata-doce, enquanto a batata frita, por exemplo, considerada altamente calórica, é mais consumida na classe de maior renda.</p>
<p>O consumo de doces, refrigerantes, pizzas e salgados fritos e assados, considerados prejudiciais à saúde, também é reduzido na menor categoria de renda do brasileiro. Por outro lado, o consumo de frutas e verduras aumenta conforme a renda, assim como o de leite desnatado e os derivados de leite, que têm custo mais elevado.</p>
<p>No caso do arroz, cuja ingestão diária chega a 168,1 g por pessoa nas famílias com renda per capita de até R$ 296, o índice cai para 129,7 g nas famílias com renda per capita acima de R$ 1.089. O mesmo ocorre com o feijão, com consumo diário de 195,5 g e 127,5 g, respectivamente.</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Soropositivos forram estômago com esterco para tomar remédios</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Soropositivos forram estômago com esterco para poder tomar remédios Centenas foram às ruas da empobrecida Suazilândia para protestar contra a crise econômica Alguns pacientes soropositivos na Suazilândia são tão pobres que vêm comendo esterco de vaca antes de ingerir medicamentos antirretrovirais, afirmam ativistas. Os remédios não funcionam em estômagos vazios; portanto, os pacientes ingerem esterco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h1>Soropositivos forram estômago com esterco para poder tomar remédios</h1>
</div>
<div>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/07/27/110727192558_africa304afp.jpg" alt="Manifestaç]ão na Suazilândia/AFP" width="304" height="171" />Centenas foram às ruas da empobrecida Suazilândia para protestar contra a crise econômica</p>
</div>
</div>
<p>Alguns pacientes soropositivos na Suazilândia são tão pobres que vêm comendo esterco de vaca antes de ingerir medicamentos antirretrovirais, afirmam ativistas.</p>
<p>Os remédios não funcionam em estômagos vazios; portanto, os pacientes ingerem esterco misturado com água, diante da falta de alimentos.</p>
<div>
<div>
<div>
<ul>
<li><span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"><strong><br />
</strong></span></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<p>&#8220;Algumas pessoas dizem que vão parar de tomar antirretrovirais porque é necessário que elas tenham comida em seus estômagos&#8221;, disse à BBC Sipho Dlamini.</p>
<p>O país de 1.2 milhões de habitantes tem uma das maiores proporções de infectados pelo vírus da aids, com 230 mil soropositivos.</p>
<p><strong>Crise</strong></p>
<p>Dlamini foi um dos organizadores do protesto que reuniu centenas de pessoas na capital do país, Mbabane, nesta quarta-feira, contra a crise econômica que o país atravessa.</p>
<p>Ele disse que os manifestantes pediram para que o governo não corte o orçamento da saúde, e sim &#8220;mantenha sua promessa de priorizá-la&#8221;.</p>
<p>Por causa da crise, no mês passado o parlamentar Joseph Madonsela disse que os hospitais estatais podem deixar de fornecer remédios antirretrovirais dentro de dois meses. O governo rejeita a afirmação, mas admitiu que pediu ajuda financeira à África do Sul e implementou medidas de austeridade.</p>
<p>No mês passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) disse que a Suazilândia enfrentaria uma &#8220;grave crise de liquidez&#8221;.</p>
<p>A falta de dinheiro forçou no mês passado o rei Mswati a anunciar o cancelamento das comemorações do aniversário de 25 anos de seu reinado.</p>
<p>O último monarca absoluto da África subsaariana tem uma fortuna estimada de US$ 200 milhões, e cada uma de suas 13 esposas tem um palácio, todos pagos com dinheiro público.</p>
</div>
</div>
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		</item>
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		<title>Perda de memória na velhice pode ser recuperada, indica estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/perda-de-memoria-na-velhice-pode-ser-recuperada-indica-estudo/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas de Yale mediram respostas de macacos de diversas idades. Estudo foi publicado na revista &#8216;Nature&#8217;. Da EFE A perda de memória na velhice pode ser recuperada se forem atendidas necessidades moleculares dos circuitos neurais, segundo explicaram especialistas dos Estados Unidos, que estudaram a atividade dos neurônios de primatas. Pesquisadores da Escola de Medicina da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2><img class="aligncenter" src="http://papodegordo.mtv.uol.com.br/wp-content/uploads/2010/cerebro1.jpg" alt="" /></h2>
<h2>Cientistas de Yale mediram respostas de macacos de diversas idades.<br />
Estudo foi publicado na revista &#8216;Nature&#8217;.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Da EFE</p>
</div>
<div>A perda de memória na velhice pode ser recuperada se forem atendidas necessidades moleculares dos circuitos neurais, segundo explicaram especialistas dos Estados Unidos, que estudaram a atividade dos neurônios de primatas.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Yale, liderados por Amy Arnsten, avaliaram as respostas de seis macacos jovens, de média idade e velhos de acordo com as tarefas atribuídas pelos cientistas para medir a memória dos primatas a curto prazo.</p>
<p>Segundo o estudo, publicado na última edição da revista &#8216;Nature&#8217;, nos macacos de idade avançada, faltou o constante disparo de neurônios no córtex pré-frontal (PFC), uma área do cérebro muito importante para o funcionamento da memória.</p>
<p>Essa redução dos níveis de disparo de neurônios pode ser contornada se for possível situar o PFC em um meio ambiente neuroquímico bom como o encontrado nos macacos mais jovens.</p>
<p>Assim, a integridade fisiológica dos neurônios velhos pode ser restabelecida se forem atendidas as necessidades moleculares dos circuitos neurais, afirmam os cientistas.</p>
<p><strong>Memória x envelhecimento</strong><br />
Arnsten lembra que o funcionamento da memória é importante para as tarefas diárias, inclusive para planejar coisas com tempo e para a aprendizagem.</p>
<p>No processo de envelhecimento habitual, essas funções diminuem, o que acarreta problemas cognitivos como o esquecimento e a distração, mas não se conheciam as mudanças moleculares associadas a este envelhecimento natural.</p>
<p>Para observar as mudanças fisiológicas, Amy Arnsten e seus colegas gravaram as tarefas atribuídas aos macacos e descobriram que a resposta dos padrões de ativação dos neurônios do PFC à apresentação dos sinais não variavam com a idade.</p>
<p>No entanto, o disparo de neurônios durante o período de atraso &#8211; o tempo entre a apresentação de um sinal e a resposta &#8211; mostrou uma grande redução com a idade.</p>
<p>Contudo, esses neurônios podiam ser parcialmente restabelecidos aos níveis de disparo de jovens adultos quando os analistas bloqueavam dois circuitos neurais específicos nos neurônios do PFC.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>G1</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Começa a valer nesta quinta- feira a portabilidade de planos de saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prazo para operadoras se adaptarem terminou nesta quarta-feira (27). 13,1 milhões de beneficiários poderão mudar de plano sem carência. Do G1, em São Paulo As novas regras de portabilidade de planos de saúde, que foram estipuladas pela Agência Nacional de Saúde (ANS), começam a valer a partir desta quinta-feira (28) para os beneficiários de planos individuais ou familiares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Prazo para operadoras se adaptarem terminou nesta quarta-feira (27).<br />
13,1 milhões de beneficiários poderão mudar de plano sem carência.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<div id="1577779"><iframe id="globovideos_embed_1" name="globovideos_embed_1" src="http://playervideo.globo.com/webmedia/player/embed/GMCAbrePlayer?midiaId=1577779&amp;autoStart=false&amp;idEmbed=1&amp;banda=N&amp;escondeTrocaBanda=true&amp;novoPlayer=true&amp;hostNovoPlayer=s.videos.globo.com&amp;sitePage=g1/brasil/videos&amp;nocache=1311872907508" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="320" height="240"></iframe></div>
<p>As novas regras de <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/07/portabilidade-de-planos-de-saude-passa-vigorar-nesta-quinta-feira.html">portabilidade de planos de saúde</a>, que foram estipuladas pela <a href="http://www.ans.gov.br/" target="_blank">Agência Nacional de Saúde</a> (ANS), começam a valer a partir desta quinta-feira (28) para os beneficiários de planos individuais ou familiares e coletivos por adesão. As operadoras de saúde tiveram até esta quarta-feira (27) para se adaptarem.</p>
<p>A Resolução Normativa nº 252 amplia as regras de portabilidade de carências e foi publicada no Diário Oficial da União em 29 de abril de 2011. Segundo a ANS, cerca de 13,1 milhões beneficiários poderão mudar de plano de saúde sem cumprimento de novos prazos de carência. &#8220;A medida aumenta o poder de decisão do consumidor, faz crescer a concorrência no mercado e, em consequência, gera melhoria do atendimento prestado ao beneficiário de plano de saúde&#8221;, disse, em nota, o diretor-presidente da ANS, Mauricio Ceschin.</p>
<div><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/07/portabilidade-de-planos-de-saude-passa-vigorar-nesta-quinta-feira.html">Portabilidade de planos de saúde passa a vigorar nesta quinta-feira</a></li>
</ul>
</div>
<p>Segundo a ANS, a possibilidade de mudar de plano de saúde levando os períodos de carência já cumpridos já está em vigor desde abril de 2009 para os beneficiários de planos contratados a partir de 2 de janeiro de 1999. A medida foi adotada após a regulamentação do setor.</p>
<p><strong>Morte do titular e extinção do plano</strong><br />
A agência considera que as maiores vantagens para o consumidor estão na extensão do direito para os beneficiários de planos coletivos por adesão e a instituição da portabilidade especial para clientes de operadoras extintas.</p>
<p>A ANS informou ainda que a abrangência geográfica do plano (área em que a operadora se compromete a garantir todas as coberturas contratadas pelo beneficiário) deixa de ser exigida como critério para a compatibilidade entre produtos. Dessa forma, o beneficiário de plano municipal poderá exercer a portabilidade para um plano estadual e também para um nacional.</p>
<p>O beneficiário de operadora que tenha seu registro cancelado pela ANS ou que esteja em processo de liquidação extrajudicial, caso a transferência compulsória de carteira tenha sido frustrada, terá direito à portabilidade especial. O beneficiário de plano de saúde em que tenha ocorrido a morte do titular do contrato também terá o mesmo direito.</p>
<p>Para o exercício do direito à portabilidade especial, foi fixado prazo de 60 dias, a contar da publicação de resolução operacional da diretoria colegiada da ANS.</p>
<p>No caso de morte do titular do contrato de plano de saúde, o prazo de 60 dias para exercício da portabilidade especial se inicia no dia do falecimento. Nesse caso, não há a necessidade de publicação de resolução operacional pela ANS.</p>
<p><strong>Como usar a portabilidade</strong><br />
O sistema eletrônico usado pelos consumidores que desejam fazer a portabilidade de carências, estará atualizado com as novas regras previstas na resolução estará disponível para os clientes de planos de saúde a partir desta quinta-feira.</p>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Cientistas testam a &#8216;pílula anticoncepcional masculina&#8217;</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/cientistas-testam-a-pilula-anticoncepcional-masculina/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:07:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Editoria de arte/folhapress Os anticoncepcionais masculinos vêm atraindo atenção crescente de cientistas. Evitar filhos ainda é visto como tarefa feminina Incentivadas por organizações de mulheres, grupos globais de saúde e pesquisas que indicam a receptividade dos homens, agências federais nos EUA vêm financiando novas pesquisas. Alguns métodos serão apresentados em uma conferência marcada para outubro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="aligncenter">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td>Editoria de arte/folhapress</td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11207755.jpeg" alt="" border="0" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os anticoncepcionais masculinos vêm atraindo atenção crescente de cientistas.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/950401-evitar-filhos-ainda-e-visto-como-tarefa-feminina.shtml">Evitar filhos ainda é visto como tarefa feminina</a></p>
<p>Incentivadas por organizações de mulheres, grupos globais de saúde e pesquisas que indicam a receptividade dos homens, agências federais nos EUA vêm financiando novas pesquisas.</p>
<p>Alguns métodos serão apresentados em uma conferência marcada para outubro, sob o patrocínio da Fundação Bill e Melinda Gates.</p>
<p>A abordagem mais estudada nos EUA usa os hormônios testosterona e progesterona, que &#8220;mandam&#8221; o corpo parar de produzir espermatozoides.</p>
<p>Mas esse método não funciona para todos os homens e causa efeitos colaterais, como o aumento de colesterol.</p>
<p>Outra possibilidade é a pílula gamendazole, derivada de uma droga anticâncer, que interrompe o amadurecimento dos espermatozoides, afirma Gregory S. Kopf, vice-reitor no Centro Médico da Universidade do Kansas.</p>
<p>O centro iniciou discussões com a FDA (agência reguladora de remédios e alimentos no EUA) sobre a droga, já testada em ratos e macacos.</p>
<p>O cientista John K. Amory, da Universidade de Washington, estuda uma droga desenvolvida para infecções por vermes que causa infertilidade. Ele descobriu que a substância bloqueia a produção do ácido retinoico, importante para fabricar o esperma.</p>
<p>Mas a droga atua de forma semelhante a um medicamento usado contra o alcoolismo, de modo que, quando alguém bebe enquanto a está tomando, sente-se mal.</p>
<p>Amory está trabalhando para torná-la compatível com álcool. &#8220;O engraçado é que, não fosse pelo álcool, ninguém precisaria de anticoncepcionais&#8221;, brinca.</p>
<p>Elaine Lissner, diretora do Projeto de Informação sobre Contracepção Masculina, criou uma fundação para desenvolver outras abordagens.</p>
<p>Uma delas envolve a injeção de gel no escroto para desativar os espermatozoides. Outra prevê aquecer os testículos brevemente com um ultrassom, o que pode sustar a produção de espermatozoides por meses.</p>
<p>&#8220;A cada seis meses, você levaria seu carro para trocar o óleo e, enquanto isso, iria para o consultório fazer um ultrassom&#8221;, disse Lissner.</p>
<p><strong>CONFIANÇA</strong></p>
<p>É claro que as mulheres teriam que confiar que seu parceiro estivesse usando uma pílula, como os homens precisam confiar nelas hoje.</p>
<p>Um dos métodos -implantes hormonais- deixa visível um volume no bíceps do homem. &#8220;Eles gostam porque podem se exibir; é a prova de que estão usando um anticoncepcional&#8221;, diz Amory.</p>
<p>As empresas farmacêuticas ainda não apostaram em nenhum dos métodos, à espera de algo eficaz e seguro.</p>
<p>Os hormônios -em implantes, injeções, géis ou comprimidos-, embora não sejam a melhor solução, podem ser aprovados primeiro.</p>
<p>Hoje, 5% dos homens não reagem a eles. O motivo não é conhecido. Os hormônios ainda podem causar efeitos adversos sobre o coração, a pele, o humor e o colesterol.</p>
<p>Michael Lehmann, paisagista de 39 anos de Seattle, conta que sofreu efeitos colaterais mínimos com implantes e géis. Ele teve acne e pensamentos sexuais frequentes.</p>
<p>Steve Owens, 39, assistente social, não gostou do gel de testosterona que passou no braço. Sua mulher e filha não puderam encostar nele durante horas, para não serem expostas ao hormônio.</p>
<p>Já os implantes sob a pele foram aprovados. &#8220;Se eu fosse solteiro, poderia ter usado isso para chamar alguém para sair comigo.&#8221;</p>
<p>Tradução de <strong>CLARA ALLAIN</strong></p>
<p>NEW YORK TIMES</p>
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		<item>
		<title>Pacotão de segurança: computação forense e proteção total do PC</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/pacotao-de-seguranca-computacao-forense-e-protecao-total-do-pc/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Coluna também comenta a segurança de teclados virtuais. Deixe você também sua dúvida na área de comentários. Altieres RohrEspecial para o G1* A coluna Segurança Digital do G1 traz nesta quarta-feira (27) mais três respostas a perguntas deixadas pelos leitores. O que é forense computacional e onde achar material sobre ela? Ter alguns softwares de segurança pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Coluna também comenta a segurança de teclados virtuais.<br />
Deixe você também sua dúvida na área de comentários.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p><strong>Altieres Rohr</strong>Especial para o G1*</p>
</div>
<div>A coluna Segurança Digital do <strong>G1 </strong>traz nesta quarta-feira (27) mais três respostas a perguntas deixadas pelos leitores. O que é forense computacional e onde achar material sobre ela? Ter alguns softwares de segurança pode trazer proteção total ao PC? Usar teclados virtuais ajuda a não ter informações capturadas? Confira!</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p><em>Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/07/pacotao-de-seguranca-computacao-forense-e-protecao-total-do-pc.html">seção de comentários</a>. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.<br />
</em></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Conjunto de procedimentos para preservação, coleta e análise de evidências digitais formam a computação forense (Foto: Reprodução)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/26/27-hd-300.jpg" alt="Conjunto de procedimentos para preservação, coleta e análise de evidências digitais formam a computação forense (Foto: Reprodução)" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">Conjunto de procedimentos para preservação, coleta e análise de evidências digitais formam a computação forense (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><em><strong>&gt;&gt;&gt; Material sobre computação forense<br />
</strong>Gostaria de saber sites e onde eu possa encontrar apostilas pra estudar sobre técnicas de forense computacional.</em><strong><br />
Bruno Rocha (via Twitter)<br />
</strong></p>
<p>Para os leitores que não conhecem o termo, “forense” é o conjunto de técnicas de coleta e análise de dados usadas em investigações, sejam elas de incidentes criminais ou dentro de uma empresa. Os especialistas nessa prática são mais conhecidos pelo nome de “peritos”. A forense tradicional envolve conhecimentos variados em ciência – química, física, biologia – para se conseguir a informação desejada.</p>
<p>A Associação dos <a href="http://www.apcf.org.br/" target="_blank">Peritos Criminais Federais</a> (APCF) tem algumas informações sobre a área. Já foi citada aqui na coluna <a href="http://www.apcf.org.br/LinkClick.aspx?fileticket=WUiViGHT66M%3D&amp;tabid=81" target="_blank">a revista da organização, que em seu número 21 discute uma fraude de notas pretas</a> – uma fraude tipo nigeriana que normalmente começa em computador (via e-mail) e depois passa para o mundo real.</p>
<p>A “forense computacional” discute exclusivamente as áreas da forense ligadas à informática. Em algumas definições, restringe-se exclusivamente aos dados armazenados e, mais especificamente, em mídia magnética (discos rígidos). O próprio termo, porém, não é bem definido, justamente pela variedade de conhecimentos que podem ser úteis a um perito.</p>
<p>Os melhores sites para obter informação sobre a área, claro, são os sites de pesquisa. Você vai encontrar diversos blogs e artigos. Como sempre, os melhores materiais estão em inglês. Procure material sobre o software EnCase, uma das ferramentas mais utilizadas na área.</p>
<p>Não se esqueça também de livros. Os livros nem sempre estão atualizados como artigos recentemente publicados na web, mas normalmente são escritos com uma qualidade superior de edição, didática e verificação da informação, sendo ideais para quem ainda não começou na área. <a href="http://www.amazon.com/Hacking-Exposed-Computer-Forensics-Second/dp/0071626778/" target="_blank">O livro de forense da série Hackers Expostos</a> é um exemplo de material bastante didático e introdutório.</p>
<p>Existem também cursos na área, porque a computação forense é realmente uma área extensa que exige constante aprendizado. Qualquer conhecimento sobre o funcionamento do Windows, aplicativos, rede e funcionamento do PC são úteis – basta que você saiba aplica-los em uma investigação.</p>
<p>É preciso também conhecimento sobre legislação para saber a forma de apresentar evidências em um tribunal, já que o objetivo final do perito é normalmente apresentar sua análise legalmente.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Proteção do PC envolve mais do que softwares (Foto: Divulgação)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/27/27-computador-300.jpg" alt="Proteção do PC envolve mais do que softwares (Foto: Divulgação)" width="300" height="224" /><p class="wp-caption-text">Proteção do PC envolve mais do que softwares (Foto: Divulgação)</p></div>
<p><em><strong>&gt;&gt;&gt; Proteção total</strong></em><br />
<em>Utilizo na minha máquina as seguintes ferramentas: Avast, Ad-Aware, Spybot e CCleaner. Faço uma varredura uma vez por semana. Estou totalmente protegido?</em><br />
<strong>Jackson Augusto Silva do Herval</strong></p>
<p>De forma alguma, Jackson. “Proteção total” é um conceito perigoso em si mesmo. No momento que você acredita estar totalmente protegido, essa crença se transforma em sua maior vulnerabilidade. Infelizmente, produtos de segurança nem sempre são éticos o suficiente em seus produtos de marketing para admitir isso. Ao contrário, vendem seus produtos com a promessa de que você não precisa mais preocupar com nada.</p>
<p>Isso não significa que você precisa de mais softwares. Você precisa de atitudes que não mencionou. O firewall do Windows está ativado? Você está instalando as atualizações do Windows com regularidade? Seu navegador web e os plug-ins como Flash e leitor de PDF estão em dia?</p>
<p>Observe que o Flash é um dos programas mais complicados de se manter atualizado, porque o software de atualização automática da Adobe só é ativado durante o reinício do sistema. No Firefox, existem avisos adicionais sobre ele, e o Chrome traz embutida a versão mais recente do Flash em cada atualização, de modo que você não precisa se preocupar com ele.</p>
<p>Enfim, os cuidados cotidianos jamais podem ser dispensados independentemente do tipo ou da quantidade de softwares utilizados para proteger seu computador dos ataques.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Teclado virtual do Windows não protege contra roubo de dados (Foto: Reprodução)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/26/27-osk-300.jpg" alt="Teclado virtual do Windows não protege contra roubo de dados (Foto: Reprodução)" width="300" height="203" /><p class="wp-caption-text">Teclado virtual do Windows não protege contra roubo de dados (Foto: Reprodução)</p></div>
<p><em><strong>&gt;&gt;&gt; Captura de teclado virtual</strong></em><br />
<em>Olá, gostaria de saber se existem arquivos maliciosos que conseguem informações como senhas “digitadas” em teclados virtuais, no estilo que os keyloggers fazem com o teclado normal.</em><br />
<strong>Tiago Zubiolo</strong></p>
<p>Com certeza, Tiago. Alguns conseguem capturar as teclas transmitidas pelos teclados virtuais, enquanto outros, mais “brutos”, capturam screenshots dos seus cliques.</p>
<p>Tem vírus que captura até vídeo do processo para ver todos os cliques e movimentos que você realizou.</p>
<p>É por esse motivo que alguns bancos têm dispensado teclados virtuais. Eles já não protegem contra as pragas mais novas que adotam essas tecnologias de captura. É por isso que alguns outros bancos ainda mudam rapidamente os números do teclado virtual quando você clica – na esperança de que a tela capturada esteja com seu mouse em um número diferente do que foi clicado. Mas se o vírus capturar vídeo, isso também não vai adiantar.</p>
<p>Embora existam algumas tecnologias de teclado virtual para dificultar esse processo, a melhor alternativa é não ser infectado com as dicas que a coluna sempre dá: atualizar o Windows, não clicar em qualquer link nas redes sociais e e-mails, evitar o download de programas em sites suspeitos, desconfiar de alertas que aparecem até em páginas “legítimas” e, na dúvida, pesquisar na web ou consultar amigos sobre conteúdo suspeito.</p>
<p>A coluna Segurança Digital de hoje vai ficando por aqui, mas não se esqueça de deixar suas dúvidas na área de comentários. Toda quarta-feira eu estou de volta para responder suas dúvidas sobre segurança da informação, antivírus, firewalls, crime virtual e privacidade. Até a próxima!</p>
<p><em>*Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o <a href="http://www.linhadefensiva.org/" target="_blank">Linha Defensiva</a>, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança digital”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página<a href="http://twitter.com/g1seguranca" target="_blank">http://twitter.com/g1seguranca</a>.</em></p>
</div>
</div>
</div>
<p>GLOBO.COM</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gruta famosa por arte pré-histórica resiste ao tempo e a turistas</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/gruta-famosa-por-arte-pre-historica-resiste-ao-tempo-e-a-turistas/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Bertrand Rieger/France Presse &#160; Totalmente fechada ao público desde 1963, depois de ocorrerem contaminações, a gruta francesa de Lascaux, na França, obra-prima da arte pré-histórica, resiste ao tempo. Veja galeria de fotos Há um portão fechado com a placa de Monumentos Históricos e uma câmara de vigilância no meio dos carvalhos que crescem na colina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="aligncenter">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td>Bertrand Rieger/France Presse</td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/3849-gruta-de-lascaux"><img style="border-style: initial; border-color: initial; border-width: 0px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/11206615.jpeg" alt="Cavalos selvagens e bois domésticos pintados na caverna de Lascaux, ao sul da França; veja galeria de fotos" width="550" height="358" border="0" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalos selvagens e bois domésticos pintados na caverna de Lascaux, ao sul da França; veja galeria de fotos</p></div></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Totalmente fechada ao público desde 1963, depois de ocorrerem contaminações, a gruta francesa de Lascaux, na França, obra-prima da arte pré-histórica, resiste ao tempo.</p>
<p><a href="http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/3849-gruta-de-lascaux">Veja galeria de fotos</a></p>
<p>Há um portão fechado com a placa de Monumentos Históricos e uma câmara de vigilância no meio dos carvalhos que crescem na colina de Montignac.</p>
<p>Difícil de suspeitar que, a apenas alguns metros sob a terra, atrás de um pesado portão de bronze envelhecido, existem vacas vermelhas, bisões negros, cavalos ocres e cabritos monteses pré-históricos de 18 mil anos.</p>
<p>Apesar da presença de cabos elétricos e de mastros metálicos suportando toda uma bateria de aparelhos de vigilância ligados à superfície, a emoção de ver os desenhos é a mesma da época de sua descoberta.</p>
<p>Até para Jean Clottes, especialista de arte parietal que conhece bem a gruta. Ele se lembra, ainda, das lágrimas de emoção que derramou por ocasião de sua primeira visita, em 1960.</p>
<p>Antes mesmo de sua descoberta fortuita, em 1940, Lascaux havia sofrido &#8220;alterações consideráveis&#8221;, destaca Muriel Mauriac, conservador da gruta.</p>
<p><strong>TURISTAS</strong></p>
<p>Além de fenômenos lentos e naturais, a invasão súbita do turismo de massa, alguns anos mais tarde, foi muito violenta &#8211;erros pelos quais Lascaux ainda paga o preço.</p>
<p>&#8220;A gruta foi completamente perturbada. Durante a adaptação, em 1947, foram retirados 600 metros cúbicos de sedimentos&#8221;, lembra Clottes.</p>
<p>A modificação era para se instalar uma entrada e concretar o solo, além de instalar uma iluminação para facilitar o acesso ao público. &#8220;Isso causou mudança total na atmosfera da gruta, sem nenhum estudo prévio&#8221;, lamenta.</p>
<p>O outro choque: antes de seu fechamento, em 1963, até 2.000 turistas percorreram por dia suas estreitas passagens, sem qualquer precaução.</p>
<p>&#8220;O maior problema de Lascaux é que foi rompido um equilíbrio. Uma gruta é um organismo vivo, em estado de equilíbrio instável, como o corpo humano&#8221;, comenta Jean Clottes.</p>
<p><strong>ALGAS E MANCHAS</strong></p>
<p>Seguiu-se uma invasão de algas verdes em 1960 e, depois apareceram manchas brancas provocadas pela proliferação de um fungo, no final 1999.</p>
<p>Mais recentemente, outras manchas, agora negras, foram observadas, mas parecem em regressão, segundo cientistas.</p>
<p>O visitante que deseja penetrar no santuário deve cumprir os rituais parecidos aos exigidos numa sala de cirurgia: é preciso cobrir os sapatos, usar luvas e roupões esterilizados de plástico.</p>
<p>Após um primeiro crivo, chega-se ao &#8220;pulmão artificial&#8221; da gruta, de onde os técnicos trabalham para manter uma temperatura constante, a fim de captar a umidade sem influir nos deslocamentos de ar.</p>
<p>&#8220;O princípio de base, é causar menos perturbações. É como um grande doente, tenta-se não agredi-lo&#8221;, sorri Clottes.</p>
<p>Apesar de sua idade avançada, os afrescos são comoventes, apesar da presença dos fungos indesejáveis, hoje limitados a alguns traços acizentados.</p>
<p>A presença humana na gruta não deve ultrapassar o equivalente a 800 horas por ano. Nestas condições, será possível, um dia, reabrir a gruta ao público? &#8220;Não&#8221;, responde categórico, acrescentando, depois, num suspiro: &#8220;Não num futuro previsível.&#8221;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Bar serve até 700 rótulos de cachaça; veja casas especializadas</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/bar-serve-ate-700-rotulos-de-cachaca-veja-casas-especializadas/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 17:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://maurilioferreiralima.com.br/?p=9561</guid>
		<description><![CDATA[Newton Santos/Hype/Folhapress Empório Sagarana (foto) é um pedaço de Minas em SP; o local tem 700 rótulos de cachaça e 80 cervejas para oferecer aos clientes A bebida feita de cana agrada e esquenta no clima frio. Conheça cinco lugares especializados em cachaça na cidade em São Paulo: 2 Santo Bar Musical Com decoração caipira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="aligncenter">
<tbody>
<tr>
<td>Newton Santos/Hype/Folhapress</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/novidades/774073/emporio_sagarana" rel="external" target="_blank"><img src="http://f.i.uol.com.br/guia/bares/images/10211570.jpeg" alt="Empório Sagarana, um pedaço de Minas em SP; o local tem 700 rótulos de cachaça para oferecer aos clientes, além de 80 cervejas" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/novidades/774073/emporio_sagarana" rel="external" target="_blank">Empório Sagarana (foto) é um pedaço de Minas em SP; </a></p>
<p><a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/novidades/774073/emporio_sagarana" rel="external" target="_blank">o local tem 700 rótulos de cachaça e 80 cervejas para </a></p>
<p><a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/novidades/774073/emporio_sagarana" rel="external" target="_blank">oferecer aos clientes</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A bebida feita de cana agrada e esquenta no clima frio. Conheça cinco lugares especializados em cachaça na cidade em São Paulo:<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>2 Santo Bar Musical</strong></p>
<p>Com decoração caipira, inspirada em botequins do interior, a casa pretende ser um retiro de música brasileira no Bexiga. O carro-chefe são os shows, que ocorrem todos os dias, a partir das 21h, e contemplam estilos como choro, samba e MPB. As cachaças são o destaque do menu.<br />
<a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/musicaaovivo/1069356/2_santo_bar_musical" rel="external" target="_blank"><strong>Informe-se sobre o local</strong></a></p>
<p><strong>Água Doce Cachaçaria</strong><br />
A casa oferece mais de 300 marcas da bebida, algumas de fabricação própria. Para acompanhar, a dica é a porção de bolinho de carne-de-sol.<br />
<a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/variados/13127/agua_doce_cachacaria" rel="external" target="_blank"><strong>Informe-se sobre o local</strong></a></p>
<p><strong>Cachaçaria D&#8217;Gusta</strong><br />
Com capacidade para 140 pessoas, a casa temática armazena suas cachaças em tonéis de madeira, para que o aroma rústico e original da bebida se mantenha. Cervejas geladas também compõem o menu, que é abastecido com receitas típicas da culinária brasileira. A ampla varanda e a música ambiente ditam o clima descontraído.<br />
<a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/botequins/121156/cachacaria_dgusta" rel="external" target="_blank"><strong>Informe-se sobre o local</strong></a></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Divulgação</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/variados/13127/agua_doce_cachacaria" rel="external" target="_blank"><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/esporte/images/09293195.jpeg" alt="Água Doce Cachaçaria tem duas filiais em São Paulo com mais de 300 rótulos de cachaça e petiscos de boteco para acompanhar" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/variados/13127/agua_doce_cachacaria" rel="external" target="_blank">Água Doce Cachaçaria tem duas filiais em São Paulo, com mais de 300 rótulos de cachaça e petiscos de boteco para acompanhar</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Cachaçaria Paulista</strong><br />
Já conhecida em Pinheiros, a casa também conta com uma filial na Vila Madalena. Nas duas unidades, a carta apresenta 300 marcas de cachaça, não só as conhecidas mineiras mas também várias do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e da Bahia, entre outras, divididas por regiões e com informações como origem e graduação alcoólica. Entre os petiscos, o mais pedido é o escondidinho.<br />
<a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/variados/13253/cachacaria_paulista" rel="external" target="_blank"><strong>Informe-se sobre o local</strong></a></p>
<p><strong>Emporio Sagarana</strong><br />
Meio escondido, esse aconchegante pedacinho de Minas conta com 80 rótulos de cervejas especiais, além de 700 cachaças, doces em compota e o queijo artesanal Canastra, um hit entre os petiscos.<br />
<a href="http://guia1.folha.com.br/guia/bares/novidades/774073/emporio_sagarana" rel="external" target="_blank"><strong>Informe-se sobre o local</strong></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Agência rebaixa investimento na Nokia por fracasso em smartphones</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/agencia-rebaixa-investimento-na-nokia-por-fracasso-em-smartphones/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 16:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa fica mais perto de perder status de &#8216;investimento&#8217; para a Moody&#8217;s. No pior trimestre em 5 anos, companhia perdeu ponta em setor estratégico. Do G1, em São Paulo A agência de classificação financeira Moody&#8217;s rebaixou a nota da dívida da fabricante de celulares Nokia em dois níveis, para Baa2. O índice ainda mantém o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Presidente da Nokia, Stephen Elop, em anúncio com a Microsoft na sexta-feira (11) (Foto: Leon Neal/AFP)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/02/13/01zelopprontoo.jpg" alt="Presidente da Nokia, Stephen Elop, em anúncio com a Microsoft na sexta-feira (11) (Foto: Leon Neal/AFP)" width="300" height="240" /><p class="wp-caption-text">Presidente da Nokia, Stephen Elop: nota baixa para o Moody&#39;s (Foto: Leon Neal/AFP)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<h2>Empresa fica mais perto de perder status de &#8216;investimento&#8217; para a Moody&#8217;s.<br />
No pior trimestre em 5 anos, companhia perdeu ponta em setor estratégico.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
<div>A agência de classificação financeira Moody&#8217;s rebaixou a nota da dívida da fabricante de celulares Nokia em dois níveis, para Baa2. O índice ainda mantém o status de &#8220;investment grade&#8221;, que significa que a agência não vê riscos claros de que a companhia finlandesa deixe de pagar seus compromissos, mas já indica queda na capacidade da Nokia de competir no mercado de telefonia.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>&#8220;A deterioração foi causada por uma perda de competitividade do portfolio de smartphones da Nokia, baseados no sistema operacional Symbian, e a transição para a plataforma Windows Mobile&#8221;, afirma o analista do Moody&#8217;s, Wolfgang Draack, em seu comunicado. A Moody&#8217;s cortou a nota da Nokia em dois graus, e os títulos da dívida da empresa estão agora a dois degraus de deixar de ter a recomendação de investimento da agência.</p>
<p>Draack cita ainda a &#8220;pressão&#8221; pela queda de preços dos aparelhos e o fato de existirem &#8220;lacunas no portfolio da companhia, que só agora estão sendo preenchidas&#8221;.</p>
<p><strong>Perda da liderança</strong><br />
A Nokia encerrou o segundo trimestre de 2011 com prejuízo de 492 milhões de euros, revertendo resultado positivo de um ano antes e perdendo a liderança do mercado de smartphones para a Apple.</p>
<div>
<div>A deterioração foi causada por uma perda de competitividade do portfolio de smartphones da Nokia&#8221;</div>
<div>Wolfgang Draack, da Moody&#8217;s</div>
</div>
<p>O grupo finlandês vendeu 16,7 milhões de smartphones no período, perdendo o posto de maior fabricante de celulares inteligentes para a Apple, que vendeu 20,3 milhões de unidades do iPhone.</p>
<p>A empresa finlandesa criou o mercado de smartphones em 1996 com o primeiro modelo Communicator, mas nos últimos anos não conseguiu responder ao crescimento no segmento das rivais Apple e Research in Motion, além de HTC e Samsung, que utilizam o sistema operacional Android, do Google.</p>
<p>Além do fracasso no mercado de smartphones, com maior potencial de crescimento e margem de lucro mais interessante que a de aparelhos simples, a Nokia amarga ainda queda no número total de telefones vendidos. No trimestre, a empresa teve queda de 20% no volume de vendas em unidades. No pior período em 5 anos, a companhia registrou 88,5 milhões de aparelhos vendidos.</p>
<p>&#8220;O caminho de recuperação da Nokia será longo. A deterioração da performance da empresa em smartphones mostra que tempo é a essência na reconstrução de um portfólio coerente de produtos baseados no Windows Phone 7 em 2012&#8243;, afirmou o analista Geoff Blaber, da CCS.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cientistas encontram maior quantidade de água do Universo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/cientistas-encontram-maior-quantidade-de-agua-do-universo/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 11:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Registro foi feito ao redor de buraco negro a 12 bilhões de anos-luz daqui. Volume de água é 140 trilhões de vezes o dos oceanos da Terra. Do G1, em São Paulo Astrônomos descobriram a maior quantidade de água já registrada no Universo a uma distância de mais de 12 bilhões de anos-luz da Terra. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img title="Ilustração mostra como é a visão de um quasar como o APM 08279+5255 (Foto: Nasa / ESA)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/22/quasar-vapor.jpg" alt="Ilustração mostra como é a visão de um quasar como o APM 08279+5255 (Foto: Nasa / ESA)" width="620" height="465" /><p class="wp-caption-text">Ilustração mostra como é a visão de um quasar como o APM 08279+5255 (Foto: Nasa / ESA)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<h2>Registro foi feito ao redor de buraco negro a 12 bilhões de anos-luz daqui.<br />
Volume de água é 140 trilhões de vezes o dos oceanos da Terra.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
<div>Astrônomos descobriram a maior quantidade de água já registrada no Universo a uma distância de mais de 12 bilhões de anos-luz da Terra. A quantidade de água equivale a 140 trilhões de vezes todo o volume de água nos oceanos de nosso planeta.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>A grande quantidade de água se encontra na forma de vapor, em volta de um quasar chamado APM 08279+5255. Um quasar é o núcleo de uma galáxia, confinado num espaço pequeno, em relação à sua massa, que abriga um buraco negro. Nesse quasar específico, há um buraco negro com 20 bilhões de vezes a massa do Sol, que produz uma quantidade de energia equivalente a um quadrilhão de vezes à da nossa estrela.</p>
<div>A água está em forma de vapor e ajuda a compreender a natureza do quasar. A medição desse vapor e de moléculas de outros tipos, tais como monóxido de carbono, sugerem que há gás suficiente para alimentar o buraco negro até que ele atinja seis vezes seu tamanho.</div>
<p>O gás liberado por esse buraco negro está numa temperatura de 53º C negativos, o que é cinco vezes mais quente que os gases soltos na Via Láctea. O vapor d’água da Via Láctea fica congelado, e também por isso a quantidade de água em nossa galáxia é 4 mil vezes menor que no quasar.</p>
<div>“O ambiente em volta desse quasar é muito peculiar e por isso produz essa grande massa de água”, disse Matt Bradford, pesquisador da Nasa. “É mais uma demonstração de que a água é dominante por todo o Universo, mesmo nos tempos mais primórdios”, completou.</div>
<p>A pesquisa foi desenvolvida por dois grupos de astrônomos, formados por cientistas ligados a diversos institutos. A descoberta foi publicada pela revista “Astrophysical Journal Letters”.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exame de rotina pode antecipar diagnóstico de câncer de próstata</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/exame-de-rotina-pode-antecipar-diagnostico-de-cancer-de-prostata/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 11:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Indicador chamado PSA está relacionado ao risco de tumores no futuro. Pessoas com baixo risco poderão fazer exame com menos frequência Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo Um exame de rotina da próstata pode ser usado também para prever os riscos de desenvolvimento da doença. O antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img class="aligncenter" title="info próstata (Foto: Editoria de Arte / G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/24/prostata.jpg" alt="info próstata (Foto: Editoria de Arte / G1)" width="620" height="760" /></p>
<h2>Indicador chamado PSA está relacionado ao risco de tumores no futuro.<br />
Pessoas com baixo risco poderão fazer exame com menos frequência</h2>
</div>
<div>
<div>
<p><strong>Tadeu Meniconi</strong></p>
<p><strong></strong>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
<div>Um exame de rotina da próstata pode ser usado também para prever os riscos de desenvolvimento da doença. O antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês) é um indicador medido no exame de sangue. Quando seu nível fica alto, é sinal de que alguma coisa está errada com a próstata; pode ser algum tumor ou qualquer tipo de inflamação no órgão.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>Depois de acompanhar a maior parte da população masculina da cidade de Malmö, na Suécia, por mais de 30 anos, um grupo de pesquisadores chegou a uma nova conclusão sobre o PSA. O trabalho foi publicado pela revista “Cancer”.</p>
<div>Antes, ele era visto como absoluto. Se o exame de sangue indicasse um valor maior que 2,5 ng/mL, o paciente era incluído no grupo de risco e encaminhado para outros testes. Caso contrário, era liberado até o próximo exame periódico.</div>
<p>Com a nova pesquisa, o indicador pode ser usado para medir o risco de câncer. Com o nível de PSA em 1,46 ng/mL, 18% dos pacientes apresentaram a doença em algum momento, ao longo do estudo. Quando o indicador foi de 0,28 ng/mL, apenas 2,5% desenvolveram câncer.</p>
<p>“A gente não usava o exame nesse sentido”, afirmou o urologista Daher Chade, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, da Faculdade de Medicina da USP e do Hospital Sírio-Libanês. “Agora a gente consegue estimar quem vai ter câncer, isso é muito diferente”, comemorou o médico.</p>
<p>Para ele, o exame de toque, que afasta muitos pacientes, tende a ser mais raro com os avanços da medicina. Ele não vai desaparecer, mas se tornará mais “seletivo” em breve. “Primeiro a gente faz os exames de sangue para ver se o toque será necessário. Serão exames de triagem”, explicou. Assim, quem tiver baixo risco de câncer pode fazer exames mais esparsos.</p>
<p><strong>“Não é perfeito, mas é o que temos de melhor”</strong><br />
Para Gustavo Guimarães, oncologista e diretor do núcleo de urologia do Hospital A.C. Camargo, o grande mérito da pesquisa é reafirmar a importância do PSA. Segundo ele, vários países não recomendam o exame.</p>
<p>O PSA não indica somente o câncer, ele mostra que há alguma irregularidade na próstata. Quaisquer inflamações, ou mesmo tumores que não são tão perigosos, levam a novos exames – que podem, inclusive, fazer mal. Por isso, segundo alguns médicos, pode criar falsos alarmes nos pacientes e levá-los ao pânico.</p>
<p>“O PSA não é perfeito, mas é o que temos de melhor”, concluiu o médico. Para ele, o indicador ainda não é tão bem usado como deveria pelos médicos, mas isso jamais seria motivo para deixar de usá-lo, e por isso a pesquisa traz uma colaboração importante para a urologia.</p>
</div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Conselho Federal de Medicina rejeita aprovação de cirurgia contra diabetes</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 10:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Técnica polêmica promete controlar a doença. Órgão afirma que aguarda mais estudos sobre procedimento. Do G1, em São Paulo O Conselho Federal de Medicina(CFM) rejeitou o pedido de colocar a cirurgia de redução de estômago com interposição de íleo na lista de procedimentos recomendados pela entidade. A reunião foi realizada em 14 de julho. Nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img title="Entenda (Foto: Arte/G1)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/22/corpo620x420.jpg" alt="Entenda (Foto: Arte/G1)" width="620" height="420" /><p class="wp-caption-text">A cirurgia é polêmica, com médicos da área divididos sobre sua eficácia e sobre os riscos.</p></div>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-size: 20px; font-weight: bold;">Técnica polêmica promete controlar a doença.</span></p>
<h2>Órgão afirma que aguarda mais estudos sobre procedimento.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
<div>O Conselho Federal de Medicina(CFM) rejeitou o pedido de colocar a cirurgia de redução de estômago com interposição de íleo na lista de procedimentos recomendados pela entidade. A reunião foi realizada em 14 de julho. Nesta sexta-feira (22), CFM divulgou nota sobre o assunto.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<div>“Na avaliação da entidade, técnicas recentes – como a gastrectomia vertical com interposição de íleo – ainda precisam de mais estudos e pesquisas que comprovem sua eficácia e sua segurança para os pacientes para serem autorizadas”, afirma a entidade. “A regra atual continua a valer e não sofreu alterações”.</div>
<p>A cirurgia de interposição de íleo é a mesma<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1253312-5603,00-NOVA+TECNICA+USADA+EM+CIRURGIA+DE+FAUSTAO+PROMETE+CONTROLAR+DIABETES.html"> feita pelo apresentador Faustão</a>, em julho de 2009. A técnica foi criada pelo médico Áureo Ludovico de Paula – segundo ele, para o controle da diabetes.</p>
<p>Na operação, além do grampeamento para redução do estômago, é feito um reposicionamento da parte final do intestino, chamada de íleo (daí o nome da técnica). Essa área controla a produção da insulina, o hormônio que controla a taxa de açúcar no sangue e, com isso, a diabetes.</p>
<p>Um pedaço de cerca de um metro e meio do final do intestino é retirado e colocado entre a parte inicial (o duodeno) e a do meio (o jejuno). A ideia é que, colocado mais para o começo do sistema digestivo, o íleo aumente a produção de insulina.</p>
<div>O CFM não proibiu, no entanto, que a cirurgia seja feita em casos experimentais. “A Câmara Técnica de Cirurgia Bariátrica, criada pelo CFM especialmente para analisar os trabalhos desenvolvidos na área, continuará ativa. O grupo avaliará estudos e pesquisas, sendo que se os resultados indicarem eficácia e segurança de técnicas analisadas, o debate poderá ser reaberto de forma a oferecer ao brasileiro novas opções terapêuticas”, diz a nota.</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Chip consegue sequenciar genoma mais rápido e com custo menor</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/chip-consegue-sequenciar-genoma-mais-rapido-e-com-custo-menor/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 10:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Nova tecnologia faz com que aparelho &#8220;veja a química&#8221;, segundo criador. Teste foi feito com Gordon Moore, cofundador da Intel. Do G1, em São Paulo Mapear a sequência do genoma de uma está cada vez mais rápido e pode ser feito por aparelhos cada vez menores. A última novidade é um aparelho bem pequeno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img title="Esse chip é capaz de sequenciar genomas (Foto: Ion Torrent / Nature / Divulgação)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/21/ion_314_chip_in_hand.jpg" alt="Esse chip é capaz de sequenciar genomas (Foto: Ion Torrent / Nature / Divulgação)" width="620" height="465" /><p class="wp-caption-text">Esse chip é capaz de sequenciar genomas (Foto: Ion Torrent / Nature / Divulgação)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Nova tecnologia faz com que aparelho &#8220;veja a química&#8221;, segundo criador.<br />
Teste foi feito com Gordon Moore, cofundador da Intel.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
<div>Mapear a sequência do genoma de uma está cada vez mais rápido e pode ser feito por aparelhos cada vez menores. A última novidade é um aparelho bem pequeno, que utiliza a tecnologia de semicondutores para desenvolver técnicas mais velozes com custos mais baixos.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>Como o aparelho lembra um chip, a desenvolvedora Ion Torrent escolheu um ícone da computação para ser o primeiro a ter o genoma mapeado: Gordon Moore, cofundador da Intel, empresa fabricante de chips de computador.</p>
<p>O Ion Personal Genome Machine (PGM), como é chamado o aparelho, custa hoje US$ 49,5 mil, e o objetivo final é desenvolver um dispositivo que custe US$ 1 mil. Além de providenciar um rascunho do genoma de Moore, ele é capaz de mapear o genoma de uma bactéria em apenas duas horas – o PGM foi o responsável pelo mapeamento da <em>Escherichia coli</em> no<a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/06/ameaca-de-e-coli-persiste-apos-localizacao-de-foco-na-alemanha.html">recente surto que atingiu a Alemanha</a>, por exemplo.</p>
<p>“É um salto quântico em termos do tempo que é gasto para se fazer uma experiência”, comentou Stephan Schuster, biólogo molecular da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos EUA, e não participou do desenvolvimento do projeto.</p>
<p>Contudo, é necessário que a tecnologia se torne mais precisa, e não apenas barata, para que possa ter aplicação prática, apontou outro especialista independente, Stephen Chanock, do Instituto Nacional do Câncer dos EUA. Nesse sentido, máquinas maiores e mais caras ainda se mostram mais eficientes.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong><br />
A diferença do PGM para os aparelhos mais antigos está na tecnologia usa para identificar as bases de nucleotídeos no DNA.</p>
<p>Quando o genoma humano foi mapeado pela primeira vez, o método de sequenciamento era trabalhoso. Envolvia fazer fitas complementares de DNA para copiar a amostra original e, em seguida, organizar os fragmentos por tamanho e determinar a sequência da fita original.</p>
<div>
<div>Criamos um banco de dados que literalmente vê a química&#8221;</div>
<div>Jonathan Rothberg, chefe executivo da Ion Torrent</div>
</div>
<p>Mais recentemente, foram desenvolvidas novas técnicas, que usam marcadores fluorescentes para identificar os nucleotídeos individualmente, mas esses reagentes são muito caros.</p>
<p>A técnica da Ion Torrent usa nucleotídeos naturais, mais baratos, e consegue perceber os íons de hidrogênio e incorporar os nucleotídeos ao DNA complementar. “Criamos um banco de dados que literalmente vê a química”, afirmou o biólogo molecular Jonathan Rothberg, chefe executivo da empresa.</p>
<p>No sequenciamento do genoma de Moore, foram usados mil chips de íon trabalhando simultaneamente – um total de um bilhão de sensores. A companhia anunciou que já está testando chips com maior capacidade, para reduzir ainda mais os custos.</p>
<p>A pesquisa foi publicada pela revista &#8220;Nature&#8221;.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bela Adormecida verdadeira passa 22 horas por dia na cama</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/bela-adormecida-verdadeira-passa-22-horas-por-dia-na-cama/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 10:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A Bela Adormecida existe e chama-se Louisa. Tem 17 anos, parece uma princesa e dorme. Se nós contamos as horas de sono, a inglesa Louisa Ball conta o sono em dias. Dias e mais dias de uma adolescência que ela quase não viu passar. A Bela Adormecida de verdade não vive em um castelo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img title="Louisa Ball possui a Síndrome de Kleine-Levin (SKL), uma doença que não tem cura. Depois de dias de sono, ela acorda sem se lembrar de nada, cinco quilos mais magra e com muita fome.  " src="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/GN/foto/0,,53794998,00.jpg" alt="a" width="320" height="200" /><p class="wp-caption-text">Louisa Ball possui a Síndrome de Kleine-Levin (SKL), uma doença que não tem cura. Depois de dias de sono, ela acorda sem se lembrar de nada, cinco quilos mais magra e com muita fome.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>A Bela Adormecida existe e chama-se Louisa. Tem 17 anos, parece uma princesa e dorme. Se nós contamos as horas de sono, a inglesa Louisa Ball conta o sono em dias. Dias e mais dias de uma adolescência que ela quase não viu passar.</div>
<p>A Bela Adormecida de verdade não vive em um castelo, e, sim, em uma casa comum, perto do mar, no sul da Inglaterra. O sono não foi provocado por nenhuma bruxa, e, sim, por uma doença rara. E a diferença mais importante é que, na vida real, o conto de fadas às vezes parece um pesadelo.</p>
<p>Tudo começou três anos atrás. Depois do que pareceu uma gripe normal, a menina tranquila se transformou: virou agressiva, xingava os pais. A mãe conta que não a reconhecia: &#8220;Parecia uma outra menina&#8221;, ela diz.</p>
<p>Louisa só se acalmava dormindo. Até hoje, as crises de sono duram de uma a duas semanas e não adianta ninguém chamar.</p>
<p>Ela passa 22 horas por dia na cama. Depois: comida, xixi e cama de novo. Acorda sem se lembrar de nada, cinco quilos mais magra e com uma fome! O pai conta que o apetite da filha também parece fora do normal: “Ela come um pacote inteiro de biscoitos, cinco ou seis pacotes de batata frita. Tudo o que está ao alcance das mãos”.</p>
<p>No início, os pais não sabiam o que fazer. Richard Ball conta que levou a filha ao hospital da cidade, mas os médicos não tinham ideia do que se tratava. Ele diz: “Passa tudo pela cabeça de um pai, e eu me perguntava, será que minha filha usou alguma droga?”.</p>
<p>Até que, depois de muita busca, um hospital de Londres chegou ao diagnóstico: síndrome de Kleine-Levin, ou SKL, uma doença que não tem cura.</p>
<p>O médico brasileiro Leonardo Fontenelle é especialista no assunto. Ele diz que a SKL é rara e uma bela adormecida, raríssima. &#8220;A síndrome de Kleine-Levin é muito mais frequente em adolescentes e existe um acometimento preferencial de adolescentes do sexo masculino. A taxa, a razão homens-mulheres, é mais ou menos de 4 para 1, ou de 2 para 1, dependendo dos estudos”.</p>
<p>A doença é tão rara que um dos maiores problemas dos médicos é a falta de pacientes para estudo, mas a ciência já tem algumas hipóteses. Uma das teorias mais consistentes seria de que existiria uma disfunção em uma estrutura do cérebro conhecida como hipotálamo, que é uma estrutura envolvida com as funções neuro-vegetativas, incluindo aí, o sono, as funções sexuais ou mesmo o apetite.</p>
<p>Entre uma crise de sono e outra, Louise tem uma vida normal, que inclui dormir de noite e ficar acordada de dia, como a maioria das pessoas.</p>
<p>Os estudos mostram que a doença desaparece sozinha depois de 10 ou 12 anos. Mas um período crítico da vida está passando, sem que ela possa notar. Louise diz: “Já perdi feriados em família, aniversários e outras festas”.</p>
<p>Além disso, já perdeu provas de fim de ano na escola e competições do que ela mais ama: o balé. Mas depois de uma semana de sono, pelo menos, ela acorda renovada.</p>
<p>Na Inglaterra, Louise é chamada pelos jornais de &#8220;a verdadeira Bela Adormecida&#8221;. Só para lembrar a história: no mundo da fantasia, uma linda princesa cai no feitiço de uma bruxa malvada, espeta o dedo em um fuso e é condenada a um sono que vai durar 100 anos. Até que um príncipe encantado aparece e quebra o feitiço com um beijo.</p>
<p>Louise não se incomoda em ser comparada com a princesa dos contos de fadas. Ela quer divulgar a SKL, para quem sabe, ajudar a encontrar a cura da doença.</p>
<p>A história dessa Bela Adormecida não começou com &#8220;era uma vez&#8221;, mas pode terminar com um &#8220;felizes para sempre&#8221;.</p>
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		<title>Toda família tem um filho preferido?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 12:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Editoria de Arte/Folhapress Você não faz diferença entre seus filhos. Mentira, dizem psiquiatras, psicanalistas e psicólogos. Como eles são do ramo e têm material para refletir sobre as histórias de milhares de famílias (tão iguais quanto diferentes da sua), não dá para descartar essa opinião &#8211;como somos tentados a fazer se um dos filhos reclama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="aligncenter">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td>Editoria de Arte/Folhapress</td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11199539.gif" alt="" border="0" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Você não faz diferença entre seus filhos. Mentira, dizem psiquiatras, psicanalistas e psicólogos.</p>
<p>Como eles são do ramo e têm material para refletir sobre as histórias de milhares de famílias (tão iguais quanto diferentes da sua), não dá para descartar essa opinião &#8211;como somos tentados a fazer se um dos filhos reclama que o outro é o queridinho.</p>
<p><a href="http://polls.folha.com.br/poll/1120001/results">Sua família tem um filho preferido? Vote</a></p>
<p>&#8220;A maioria dos pais, se não todos, tem um filho preferido&#8221;, diz à <strong>Folha</strong> a psicóloga americana Ellen Libby, do alto de sua experiência de 35 anos atendendo em consultório e no centro de saúde mental da Universidade de Maryland. &#8220;Mas são raros os que admitem isso&#8221;, acrescenta ela, que é autora do livro &#8220;The Favorite Child&#8221; (sem edição em português).</p>
<p>Antes que algum pai ou mãe se sinta culpado, é bom saber que para ela, como para outros especialistas ouvidos, não há nada de errado com a preferência em si.</p>
<p>&#8220;A pessoa não gosta nem de si mesmo todo o dia de forma igual, é impossível gostar igual de dois filhos diferentes&#8221;, diz o psiquiatra e psicanalista Jorge Forbes.</p>
<p>Faz sentido, mas a lógica não é suficiente para fazer com que pais ou mães se disponham a escancarar esse assunto.</p>
<p>Para a terapeuta de família Tai Castilho, a dificuldade é criada por que acreditamos (ou queremos acreditar) nos mitos da família eternamente feliz e do amor exclusivamente doador.</p>
<p><strong>AMOR EM PARTES</strong></p>
<p>Forbes complica um pouco mais as coisas, dividindo o amor dos pais pelos filhos em duas partes, uma indecifrável e outra compreensível.</p>
<p>&#8220;O indecifrável é um amor sem palavras, é aquele que faz com que a pessoa dê sua vida pelo outro. Hoje, é quase risível dizer que você morreria pela revolução, mas não o é morrer para um filho, coisa muito mais delicada e próxima a você. O pai ou a mãe morrem por qualquer filho, é o amor que não distingue.&#8221;</p>
<p>Desse ponto de vista, não conseguimos conceber uma das crias como a preferida. Mas há outra parte na divisão, a do amor compreensível. Tem a ver com opções, gostos, comportamento.</p>
<p>&#8220;Todas essas características vão fazer com que o pai ou a mãe tenham maior afinidade com um ou outro filho. Afinidade quer dizer compartilhar dos mesmos fins. Se gostamos dos mesmos programas, vamos passar mais tempo juntos. Isso depende do gosto e não adianta reclamar, porque é assim mesmo que é a vida.&#8221;</p>
<p>Nessa parte, gostar igualmente de todos significaria que todos deveriam ser iguais. Algo que não cabe mais no mundo moderno, segundo Forbes.</p>
<p>&#8220;Hoje, valorizamos as diferenças. A primeira negociação entre pais e filhos é legitimar as diferenças.&#8221;</p>
<p>Isso inclui reconhecer a preferência por passar mais tempo conversando com um filho que gosta dos mesmos temas que você ou ser menos exigente com o que se compromete mais com as coisas.</p>
<p>&#8220;Favoritismo é escolha, mas, na maioria das vezes, é irracional: reflete nossas necessidades em determinada época, depende de como o filho responde a elas e da química que se forma entre a criança e o adulto&#8221;, diz Libby.</p>
<p>Escolher sem conseguir explicar racionalmente os motivos incomoda. &#8220;Essa história de gostar igual tira a culpa de reconhecer que você tem maior afinidade por um filho&#8221;, diz Castilho.</p>
<p><strong>DRAMA PARA TODOS</strong></p>
<p>E haja culpa. O escritor Milton Hatoum, autor de <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1022540/dois-irmaos">&#8220;Dois Irmãos&#8221;</a> (Cia. das Letras, 272 págs., R$ 42,50) em que a preferência explícita da mãe por um dos filhos gêmeos desencadeia o drama familiar, conta que já foi abordado por leitoras que não conseguiram terminar de ler o livro.</p>
<p>&#8220;A escolha [do preferido] é um sofrimento para a mãe, para o escolhido e para o preterido. É um drama para todos e um dos grandes temas do romance moderno.&#8221;</p>
<p>Nem sempre termina em tragédia. Para Libby, ser o queridinho ou queridinha de um dos pais pode beneficiar a criança, aumentando sua autoestima, confiança e garra para atingir seus objetivos.</p>
<p>A pergunta que não quer calar: se for assim, os que orbitam em torno do favorito seriam desfavorecidos no desenvolvimento da autoconfiança e outros características desejáveis?</p>
<p>Segundo Libby, isso não acontece se, primeiro, os pais forem honestos consigo mesmos e reconhecerem as preferências; segundo, se estiverem abertos para ouvir críticas quando estão privilegiando demais um dos rebentos e, terceiro, escolherem cada vez um filho diferente para ser o queridinho.</p>
<p>&#8220;Cada filho nasce em um momento da história do casal e da família. Dependendo do momento, é mais fácil [para os pais] se identificar com um bebê ou com uma criança mais crescida&#8221;, diz Castilho.</p>
<p>Uma boa estratégia, segundo ela, é falar para cada um dos filhos que ele é o preferido. &#8220;Todo mundo quer esse papel.&#8221;</p>
<p>Até porque a posição traz vantagens imediatas. O estudante Bruno Figueiredo dos Santos, 21, se reconhece como o queridinho da mãe. &#8220;Sou mimado [por ela] e gosto. O lado ruim são as gozações de meus irmãos.&#8221;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Alessandro Shinoda/Folhapress</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11199469.jpeg" alt="O estudante Bruno Cunha, 21, em sua casa, em São Paulo" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td>O estudante Bruno Cunha, 21, em sua casa, em São Paulo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A mãe, Ira Figueiredo dos Santos, 45, diz que os irmãos Rafael, 23, e Luisa, 13, têm essa mania. &#8220;Dizem que só faço algumas coisas para o Bruno. Ele foi caçula por sete anos, o mais novo sempre tem um mimo à parte.&#8221;</p>
<p>Mas há, na família, outros prediletos. Se Bruno é o da mãe, Rafael é apontado como preferido do pai. Já a mais nova é a favorita de todos, dizem eles. &#8220;Até a cachorra mima a Luisa&#8221;, diz o pai, o economista Januário Figueiredo dos Santos, 51.</p>
<p>Dar atenção ao que os outros filhos estão dizendo, mesmo em brincadeiras, é uma forma de ajustar os excessos que podem anular os benefícios de ser o preferido.</p>
<p>Excessivo é, por exemplo, ter sempre o mesmo filho e só um dos pais como atores fixos e quase eternos do relacionamento privilegiado.</p>
<p>&#8220;Quando a posição é fixa, o preferido, seus irmãos e os pais perdem a possibilidade de experimentar outros papéis e crescer&#8221;, diz a psicanalista Leda Bolchi Spessoto.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Alessandro Shinoda/Folhapress</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11199472.jpeg" alt="A estudante Fernanda Macedo, 20, na sala de sua casa, em São Paulo" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td>A estudante Fernanda Macedo, 20, na sala de casa, em SP</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Muitas vezes, é mais fácil para aquele que não é o predileto tornar-se independente. Isso é uma das poucas vantagens que a estudante Fernanda Macedo, 20, reconhece em sua situação. Ela afirma que sua mãe prefere a outra filha, mais velha. Mariângela, a mãe, insiste que não é uma questão de privilégios, mas que afinidades existem.</p>
<p><strong>PREJUÍZOS</strong></p>
<p>Ellen Libby afirma que, na maioria das famílias, não são as preferências &#8220;naturais&#8221; que vão causar problemas para os filhos na vida adulta.</p>
<p>&#8220;O prejudicial é quando o filho escolhido tem o papel de preencher um vazio do adulto e substituir o companheiro do pai ou da mãe. É o antigo mito de Édipo, que mata o pai e se casa com a mãe, ou sua contrapartida feminina, Electra.&#8221;</p>
<p>Outro prejuízo é a transformação do queridinho em uma pessoa manipuladora e que se acha no direito de receber tudo, sem dar nada em troca.</p>
<p>&#8220;A criança preferida é a que dá prazer ao adulto que mais a interessa. Aprende a agradar para ter mais privilégios e menos deveres&#8221;, afirma a psicóloga Libby.</p>
<p>Se a escolha do filho favorito é o reflexo de um narcisismo exagerado dos pais, sobra problema para todo mundo, diz Forbes.</p>
<p>&#8220;É quando o adulto só consegue manifestar carinho para aquele filho que é seu espelho. O filho que não recebe atenção causa &#8216;problemas&#8217; e é visto pelos pais como retrato do próprio insucesso.&#8221;</p>
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		<title>Estudo indica que estresse da mãe afeta bebê no útero</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 12:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa observou alterações em receptores de hormônios associados ao estresse em fetos cujas mães eram muito tensas. Da BBC O estresse de uma mãe pode afetar seu bebê ainda no útero, produzindo efeitos a longo prazo na vida da criança, sugerem pesquisadores alemães. A equipe da Universidade de Kontanz, na Alemanha, observou que houve alterações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 314px"><img src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/06/15/110615104037_sp_gravida_304x171_pa.jpg" alt="Foto: PA" width="304" height="171" /><p class="wp-caption-text">Alterações biológicas em receptor de hormônios podem prejudicar a criança no futuro</p></div>
<p style="text-align: center;">
<h2>Pesquisa observou alterações em receptores de hormônios associados ao estresse em fetos cujas mães eram muito tensas.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Da BBC</p>
</div>
<div>O estresse de uma mãe pode afetar seu bebê ainda no útero, produzindo efeitos a longo prazo na vida da criança, sugerem pesquisadores alemães.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<p>A equipe da Universidade de Kontanz, na Alemanha, observou que houve alterações biológicas em um receptor de hormônios associados ao estresse em fetos cujas mães estavam sob tensão intensa &#8211; por exemplo, por conviverem com um parceiro violento.</p>
<p>As alterações sofridas pelo feto podem fazer com que a própria criança seja menos capaz de lidar com o estresse mais tarde. Essas alterações foram associadas, por exemplo, a problemas de comportamento e doenças mentais.</p>
<p>As conclusões, baseadas em um estudo limitado feito com apenas 25 mulheres e seus filhos &#8211; hoje com idades entre 10 e 19 anos -, foram publicadas na revista científica &#8216;Translational Psychiatry&#8217;.</p>
<p>Os pesquisadores fazem algumas ressalvas: eles explicam que as circunstâncias das mulheres que participaram desse estudo eram excepcionais, e que a maioria das mulheres grávidas não seria exposta a graus tão altos de estresse durante um período tão longo.</p>
<p>A equipe enfatiza também que os resultados não são conclusivos, e que muitos outros fatores, entre eles o ambiente social em que a criança cresceu, podem ter desempenhado um papel nos resultados.</p>
<p>Mas os especialistas alemães suspeitam que o ambiente primordial, ou seja, o do útero, tenha papel crucial.</p>
<p><strong>Investigação</strong><br />
O estudo envolveu análises dos genes das mães e dos filhos adolescentes para a identificação de padrões pouco comuns.</p>
<p>Alguns dos adolescentes apresentaram alterações em um gene em particular &#8211; o receptor de glucocorticoide (GR) &#8211; responsável por regular a resposta hormonal do organismo ao estresse.</p>
<p>Esse tipo de alteração genética tende a acontecer quando o bebê está se desenvolvendo, ainda no útero.</p>
<p>A equipe disse acreditar que ela seja provocada pelo estado emocional ruim da mãe durante a gravidez.</p>
<p><strong>Sensibilidade</strong><br />
Durante a gravidez, as mães participantes viveram sob ameaça constante de violência por parte de seus maridos ou parceiros.</p>
<p>Entre dez ou vinte anos mais tarde, quando os bebês, já adolescentes, foram avaliados, os especialistas constataram que eles apresentavam alterações genéticas no receptor GR não observadas em outros adolescentes.</p>
<p>A alteração identificada parece tornar o indivíduo mais sensível ao estresse, fazendo com que ele reaja à emoção mais rapidamente, dos pontos de vista mental e hormonal.</p>
<p>Essas pessoas tendem a ser mais impulsivas e podem ter problemas para lidar com suas emoções, explicam os pesquisadores &#8211; que fizeram entrevistas detalhadas com os adolescentes.</p>
<p>Um dos líderes da equipe da Universidade de Kontanz, Thomas Elbert, disse: &#8216;Nos parece que bebês que recebem de suas mães sinais de que estão nascendo em um mundo perigoso respondem mais rápido (ao estresse). Eles têm um limite mais baixo de tolerância ao estresse e parecem ser mais sensíveis a ele&#8217;.</p>
<p>A equipe planeja agora fazer estudos mais detalhados, acompanhando números maiores de mulheres e crianças para verificar se suas suspeitas serão confirmadas.</p>
<p>Comentando o estudo, o médico Carmine Pariante, especialista em psicologia do estresse do Instituto de Psiquiatria do King&#8217;s College London, disse que o ambiente social da mãe é de extrema importância para o desenvolvimento do bebê.</p>
<p>Segundo ele, durante a gravidez, o bebê é sensível a esse ambiente de uma forma única, &#8216;muito mais, por exemplo, do que após o nascimento. Como temos dito, lidar com o estresse da mãe e com a depresão durante a gravidez é uma estratégia importante, clínica e socialmente&#8217;.</p>
<p>G1</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poucas mulheres assumem a depressão pós-parto, diz publicitária</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/poucas-mulheres-assumem-a-depressao-pos-parto-diz-publicitaria/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 12:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Alessandro Shinoda/Folhapress A publicitária Fabiana, em sua casa, em São Paulo. &#8220;Tive depressão após o nascimento do meu filho, em 2009&#8243;, afirma a publicitária Fabiana Deziderio, 35. O que elas sentiram na depressão pós-parto Sombras da maternidade ainda são tabu &#8220;Foi cesárea. Quando cheguei do hospital, notei meu zelo excessivo com o bebê. Se deixava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="aligncenter">
<tbody>
<tr>
<td>Alessandro Shinoda/Folhapress</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11199586.jpeg" alt="A publicitária Fabiana, em sua casa, em São Paulo." border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td>A publicitária Fabiana, em sua casa, em São Paulo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#8220;Tive depressão após o nascimento do meu filho, em 2009&#8243;, afirma a publicitária Fabiana Deziderio, 35.</p>
<p><a href="http://www1.folha.com.br/equilibrioesaude/944039-o-que-elas-sentiram-na-depressao-pos-parto.shtml">O que elas sentiram na depressão pós-parto</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/945245-sombras-da-maternidade-ainda-sao-tabu.shtml">Sombras da maternidade ainda são tabu</a></p>
<p>&#8220;Foi cesárea. Quando cheguei do hospital, notei meu zelo excessivo com o bebê. Se deixava o Joaquim no quarto, ia vê-lo a cada cinco minutos. Não desligava. Temia que algo acontecesse.</p>
<p>A mamada doía muito. No folheto parece natural, você acha que vai pegar o bebê e amamentar. Falam que amamentar é amar. Se não amamenta, não ama seu filho.</p>
<p>Eu chorava muito no banho, único momento em que eu parava para me cuidar. Quando anoitecia, dava taquicardia: sabia que ia passar a noite em claro. Na única hora que tinha para descansar, batia desespero. Não conseguia deitar e dormir.</p>
<p><strong>AS OUTRAS</strong></p>
<p>Poucas mães assumem a depressão pós-parto. Essa solidão desempenhou um papel no meu problema.</p>
<p>Quando você vira mãe, as outras te julgam. Se você amamenta, você é uma baita de uma mãe. Se faz parto normal, também. Mas, se eu dizia que estava deprimida, as outras ficavam assustadas. Eu me sentia em julgamento.</p>
<p>Olhava as outras mães felizes, elas não sofriam como eu. Eu me comparava muito. Pensava se aquilo era de verdade, tinha dúvidas se as outras estavam mesmo felizes o tempo todo. Parecia que só eu tinha problema. Ninguém chegou para mim e disse que também teve depressão.</p>
<p>Não condeno essa cultura da maternidade perfeita, mas muito do que passei foi por causa dessa fiscalização materna. Parece que, se você tem bebê, não pode ser franca.</p>
<p><strong>CULPA</strong></p>
<p>As consultas com a pediatra eram regadas a choro. Ela tinha dito que o processo de adaptação durava três meses. Eu já estava no quinto mês depois do parto e ainda chorava muito. Foi essa médica quem me contou que eu estava no quadro de depressão.</p>
<p>Ela disse que eu devia procurar ajuda. Na mesma hora marquei ginecologista.</p>
<p>Fui diagnosticada com depressão pós-parto. A gineco disse que tinha receio de eu tomar alguma atitude contra o Joaquim. Quando ela falou isso, bateu culpa. Foi como ouvir : &#8216;você não é uma mãe eficiente&#8217;. Pensei: sou apenas mãe o tempo todo, e ainda estou fazendo tudo errado?</p>
<p>O assunto depressão é meio &#8216;sofá da Oprah&#8217; [Oprah Winfrey, apresentadora da TV americana], já acham que você rejeita o filho, que não consegue olhar para ele, que você é a Brooke Shields [atriz americana que sofreu depressão pós-parto grave e declarou não ter nem vontade de fingir que sentia algum carinho pela filha].</p>
<p>Mas eu sempre amei e sempre cuidei do Joaquim. Só que eu é que tinha que dar comida, banho, não queria ajuda.</p>
<p><strong>DIAGNÓSTICO</strong></p>
<p>Depois do diagnóstico, meu marido me ajudou. Minha mãe foi passar um tempo em casa, passei a admitir deixar alguém tomar conta do meu filho. Hoje, tenho babá. Antes, não aceitava.</p>
<p>Quis ficar bem logo para cuidar do Joaquim. O tratamento foi bem rápido. Tomei um remédio por uns dois meses, que trata a depressão e aumenta o leite. Com isso, meu choro no banho começou a perder o sentido, eu já não dava tanta bola para a culpa e aquela angústia que sentia à noite foi diminuindo.</p>
<p>Quando parei de amamentar, comecei terapia e tratamento com um antidepressivo. Abandonei o remédio cinco meses depois, mas faço a terapia até hoje.</p>
<p>Há três meses, eu e duas amigas criamos um blog (conversademae.com) para trocar experiências desse tipo. Tive sorte, minha depressão foi moderada. Fico pensando como será com mães em depressão grave.&#8221;</p>
<p>FOLHA ONLINE</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Não-africanos são parte neandertais, diz estudo</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/nao-africanos-sao-parte-neandertais-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 12:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo encontrou DNA neandertal em humanos modernos. Descoberta reforça teoria de cruzamento entre as espécies. Do G1, em São Paulo Pessoas sem ascedência africana têm um pedaço dos neandertais dentro de si. É o que afirma um estudo genético feito na Universidade de Montreal, no Canadá, e divulgado nesta segunda-feira (18) no jornal especializado “Molecular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_AwZ7MKp524c/TRuex6onrwI/AAAAAAAAOy0/N5vw7pnEifE/s1600/Neandertal.jpg" alt="" /></p>
<h2>Estudo encontrou DNA neandertal em humanos modernos.<br />
Descoberta reforça teoria de cruzamento entre as espécies.</h2>
</div>
<div>
<div>
<p>Do G1, em São Paulo</p>
</div>
<div>Pessoas sem ascedência africana têm um pedaço dos neandertais dentro de si. É o que afirma um estudo genético feito na Universidade de Montreal, no Canadá, e divulgado nesta segunda-feira (18) no jornal especializado “Molecular Biology and Evolution”.</div>
</div>
<div id="materia-letra">
<div>
<div>
<div>O homem de Neandertal é uma espécie extinta do gênero <em>Homo</em> (o mesmo dos humanos modernos, os <em>Homo sapiens</em>) , que teria deixado a África entre 400 mil e 800 mil anos atrás – muito antes dos <em>Homo sapiens</em>, que saíram do continente há algo entre 50 mil e 80 mil anos.</div>
<p>Os neandertais viveram na área onde hoje está a França, a Espanha, a Alemanha e a Rússia.</p>
<p>O motivo da extinção da espécie é objeto de muita pesquisa. Estudos recentes indicam que os neandertais e os primeiros <em>Homo sapiens</em> teriam cruzado entre si e que os primeiros teriam sido “absorvidos”.</p>
<p>Essa hipótese é fortalecida pela pesquisa canadense, afirma o líder do estudo, Damian Labuda.<br />
O grupo identificou, há dez anos, um pedaço de DNA no cromossomo X humano diferente do resto, cuja origem era desconhecida.</p>
<p>Agora, depois de ser completado o genome do Neandertal, a equipe comparou os cromossomos das duas espécies e descobriu que esse pedacinho desconhecido era, na verdade, DNA neandertal. Trecho que foi encontrado em pessoas de todos os continentes, menos da África.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Leite materno vira mercadoria em site especializado nos EUA</title>
		<link>http://maurilioferreiralima.com.br/2011/07/leite-materno-vira-mercadoria-em-site-especializado-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 12:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maurilio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempo é dinheiro&#8217;, diz americana que pôs anúncio no Only the Breast. Vendedora ganhou US$ 1.200 por mês com vendas, segundo revista. Daniel BuarqueDo G1, em São Paulo A norte-americana Tina Faye resolveu solucionar de uma vez, nesta semana, dois problemas que a incomodavam há mais de seis meses, quando deu à luz um bebê. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p><img class=" " title="Anúncio colocado no site Only the Breast mostra garrafas com leite materno que são oferecidas para venda nos EUA (Foto: Reprodução)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/06/300-250.jpg" alt="Anúncio colocado no site Only the Breast mostra garrafas com leite materno que são oferecidas para venda nos EUA (Foto: Reprodução)" width="300" height="250" /></p>
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<h2>Tempo é dinheiro&#8217;, diz americana que pôs anúncio no Only the Breast.<br />
Vendedora ganhou US$ 1.200 por mês com vendas, segundo revista.</h2>
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<p><strong>Daniel Buarque</strong>Do G1, em São Paulo</p>
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<p>A norte-americana Tina Faye resolveu solucionar de uma vez, nesta semana, dois problemas que a incomodavam há mais de seis meses, quando deu à luz um bebê. Seu filho não tomava o leite materno que ela produzia em grande quantidade e acabava sendo jogado fora, e desde que ele nasceu ela não conseguia trabalhar e ganhar dinheiro. Faye ligou o computador, digitou “vender leite materno” no Google e encontrou um site que faz a conexão entre mães que negociam leite humano nos Estados Unidos. Na última segunda-feira (4) ela pôs um anúncio oferecendo seu leite para quem quiser comprar, até mesmo homens. Em 24 horas, seu anúncio foi visto por mais de cem pessoas.</p>
<p>“Sou uma jovem e saudável mãe de 2. Tenho um pequeno suprimento de leite materno e estou querendo começar a prover um suprimento regular para qualquer pessoa que queira leite materno fresco. Meu bebê não toma e eu tenho jogado fora o leite que produzo! Que desperdício”, dizia seu anúncio. Ela pede US$ 3 (o equivalente a cerca de R$ 5) por cada 30 ml do leite que produz. “Tempo é dinheiro”, disse Faye, em entrevista ao <strong>G1</strong>, ao explicar o que a levou a vender o leite que produz. “Eu preciso do dinheiro e meu filho não toma o leite, que acaba se estragando”, contou.</p>
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<div>Acho ridículo ver mulheres dizendo que é nojento comprar ou vender leite materno ou algum ‘fluido corporal’ de outra pessoa. Eu garanto que a maioria dessas mulheres toma o fluido corporal de vacas, e ainda paga caro por isso&#8221;</div>
<div>Tina Faye, americana que oferece leite materno para venda em site dos EUA</div>
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<p>Faye é parte de um mercado crescente e controverso nos Estados Unidos. Cada vez mais mulheres vendem e compram leite materno no país com a ajuda na internet, uma tendência que muitas mães brasileiras acham estranha e que a pediatra Ana Maria Escobar diz que pode até ser perigosa. Para as envolvidas no comércio, entretanto, é algo normal.</p>
<p>Segundo enquete realizada na principal página de negociação de leite materno, 89% dos mais de mil votantes acham que as mulheres devem ser compensadas por compartilharem o leite materno. “Aqui, tudo o que demanda trabalho, faz você gastar o seu tempo, é valorizado e pode ser compensado financeiramente”, explicou ao <strong>G1</strong> a brasileira Mônica Mello, que mora em Nova York há 12 anos e acha normal a venda de leite materno na cultura americana.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img title="A brasileira Mônica Mello, que mora em Nova York há 12 anos, com seus dois filhos: Luna, em foto de 2007 (à esquerda), e Lorenzo, em foto de 2011. (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/06/320-200.jpg" alt="A brasileira Mônica Mello, que mora em Nova York há 12 anos, com seus dois filhos: Luna, em foto de 2007 (à esquerda), e Lorenzo, em foto de 2011. (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)" width="620" height="200" /><p class="wp-caption-text">A brasileira Mônica Mello, que mora em Nova York há 12 anos, com seus dois filhos: Luna, em foto de 2007 (à esquerda), e Lorenzo, em foto de 2011. (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)</p></div>
<p><strong>Benefício mútuo</strong><br />
Até recentemente, nos Estados Unidos, o leite materno era oferecido gratuitamente por voluntários ou disponibilizado em bancos de leite como os que também existem no Brasil, e negociado de forma esporádica em listas de classificados, como o Ebay. Desde que o site Only The Breast entrou no ar, no início de 2010, entretanto, já atraiu mais de 3.000 mães interessadas em comprar e vender leite materno.</p>
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<div>É esquisito [vender leite materno]. Aqui há vários bancos de leite, pois algumas mães produzem muito e podem ajudar as que não conseguem amamentar. Nunca vi esse leite ser comprado.&#8221;</div>
<div>Ana Maria Escobar, pediatra brasileira</div>
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<p>E o mercado pode ser bastante lucrativo, por mais que o preço de US$ 3 por 30 ml pareça baixo. Faye alegou que faz pouco tempo que anuncia o leite que produz, e ainda não tem noção do quanto pode ganhar. Mas um levantamento publicado pela revista americana “Wired” mostrou casos de mães que ganham até US$ 1.200 (cerca de R$ 1.900) por mês apenas com a venda de leite materno.</p>
<p>Segundo Chelly Snow, fundadora do site, a ideia veio quando ela deu à luz, em 2009 e começou a valorizar a importância do leite materno para o desenvolvimento do bebê. Na página do Only the Breast, ela explica que sua ideia é, em primeiro lugar, ajudar às mães que precisam comprar, e oferecer uma compensação financeira às mães que têm o trabalho de tirar e enviar o leite que produziam.</p>
<p>Além de promover encontro entre compradoras e vendedoras de leite, o site criado por ela promove a amamentação, defendendo como melhor forma de manter um bebê saudável. A página ensina como retirar e armazenar o leite, bem como indica formas de enviar pelo correio sem risco de estragar a “mercadoria”.</p>
<p>A cada dia, mais de 30 anúncios novos de compra e venda são incluídos no Only the Breast. Atualmente, mais de mil anúncios de oferta de leite materno estão disponíveis no site. Muitos deles trazem fotos, além de descrições detalhadas sobre os hábitos e a alimentação das mães, como uma propaganda da qualidade do leite que é oferecido.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img title="Anúncio no site de compra e venda de leite materno oferece leite &quot;fresco&quot; ou &quot;congelado&quot; (Foto: Reprodução)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/07/06/620-465.jpg" alt="Anúncio no site de compra e venda de leite materno oferece leite &quot;fresco&quot; ou &quot;congelado&quot; (Foto: Reprodução)" width="620" height="465" /><p class="wp-caption-text">Anúncio no site de compra e venda de leite materno oferece leite &quot;fresco&quot; ou &quot;congelado&quot; (Foto: Reprodução)</p></div>
<p>O retorno no país foi tão positivo que o grupo já permite inclusão de anuncios até do Reino Unido e da União Europeia. Snow rejeitou o pedido de entrevista do <strong>G1</strong>, entretanto, alegando que era um mercado fora da rota do site dela, já que o Only the Breast não permite a venda internacional do leite materno para o Brasil.</p>
<p><strong>Debate cultural</strong><br />
Faye, a americana que anunciou o leite dela à venda nesta semana concorda que não há nada demais neste processo. “Acho ridículo ver mulheres dizendo que é nojento comprar ou vender leite materno ou algum ‘fluido corporal’ de outra pessoa. Eu garanto que a maioria dessas mulheres toma o fluido corporal de vacas, e ainda paga caro por isso”, disse, em entrevista ao<strong>G1</strong>.</p>
<p>A ideia de compra e venda de leite materno não parece ter a mesma força no Brasil, e a pediatra Ana Maria Escobar, do Instituto da Criança (em SP), disse ao <strong>G1</strong> que nunca ouviu falar de nada parecido. “É esquisito”, disse. “Aqui há vários bancos de leite, pois algumas mães produzem muito e podem ajudar as que não conseguem amamentar. Nunca vi esse leite ser comprado.”</p>
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<div>Eu já acho normal a ideia de comprar e vender leite materno. Amamentar não é pratico, dá trabalho, e por isso é aceito que as mães vendam o leite&#8221;</div>
<div>Mônica Mello, designer brasileira que vive em NY</div>
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<p>Segundo ela, um site como o Only the Breast não tem um controle total sobre a procedência e a qualidade do leite, ao contrário do que costuma acontecer em bancos de leite. &#8220;É preciso saber se a mãe teve os cuidados de saúde e higiene corretos, senão submete-se a criança a um risco desnecessário&#8221;, disse.</p>
<p>A designer Mônica Mello, entretanto, explicou que a cultura americana aceita bem este tipo de coisa. Depois de morar 12 anos em Nova York, e de ter dois filhos no país, ela conta em seu blog (mozinha.com) a experiência de uma mãe brasileira na cultura americana. &#8220;Eu já acho normal a ideia de comprar e vender leite materno. Amamentar não é prático, dá trabalho, e por isso é aceito que as mães vendam o leite&#8221;, disse.</p>
<p>Ela conta que sua primeira filha, Luna, hoje com 4 anos, foi alimentada apenas com fórmula, mas que quando teve o segundo filho, Lorenzo, de 6 meses, começou a produzir e a retirar muito leite com uma bomba elétrica, que usava para alimentar ele e ainda sobrava. Mônica diz que chegou a tentar doar o leite a entidades que funcionam com ajuda de voluntários, mas acabou não conseguindo por questões burocráticas, que fazem um forte controle sobre as doadoras.</p>
<p>Ela disse que não conhecia o Only the Breast, mas que acha uma ideia boa. &#8220;Eu venderia leite materno, sim. Se eu doaria, por que não iria vender? Lógico que prefiro doar para quem precisa, afinal, são crianças, é uma caridade, mas se não posso doar e posso vender, não vejo motivo para não fazer isso.&#8221;</p>
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