A  história  não  conhece  nenhum  fato  de  assassinato  de  um   prisioneiro  político  ferido ,preso ,operado  e   morto  sob  tortura  no  interior  de  um   HOSPITAL  MILITAR .MAS  ACONTECEU  NO  BRASIL DURANTE  A  DITADURA  MILITAR,NO  INTERIOR  DO  HOSPITAL  CENTRAL  DO  EXÉRCITO   , no    RIO  DE  JANEIRO .

E em  4  de  agosto  de 1971 , o  engenheiro  RAUL  AMARO ,  foi  preso  NO  BAIRRO  DE    LARANJEIRAS . Ferido  a  bala , durante  a  prisão foi  levado  para o    HOSPITAL  CENTRAL  DO  EXÉRCITO,   aonde  foi  operado .   MINISTRO  DA  GUERRA ,GAL  SILVIO  FROTA ,imediatamente comunicado  da prisão  ,mandou  ordem  por  escrito,  determinando  que  o  prisioneiro  ferido  e  operado  fosse    interrogado  por  dois  agentes  do  DOPS /DOI  CODI .

Presume-se    que  nenhum  hospital  tenha  uma  sala  isolada ,na  qual  torturas  sejam  aplicadas  a  um  interno  ferido  e  operado .O  engenheiro  foi  torturado  no  quarto  ou  UTI   para  onde  fora  transferido. É    impossível  essa  tortura  ter  acontecido ,sem  o  conhecimento dos  médicos  e enfermeiros  que  trabalhavam  naquele  dia .

No  dia  seguinte ,5/7/1971,  o  hospital  lavrou  atestado  de óbito, constando  morte  natural decorrente  dos  ferimentos.O  HOSPITAL  CENTRAL  DO  EXÉRCITO,  ainda  guardou  o  corpo do  engenheiro até  8/7/1971,  quando  a  mãe  foi  chamada para  retirar  o  corpo .

TODO   ESSE  EPISÓDIO  ESCABROSO  E  VERGONHOSO  PARA  O  COMANDO  MILITAR , A  FRENTE  O  MINISTRO  DA  GUERRA  SILVIO  FROTA, DURANTE  A  DITADURA  MILITAR  foi  documentado  e revelado  pela   COMISSÃO  DA  VERDADE .

CONTRA  FATOS   DOCUMENTADOS  NÃO  CABEM  ARGUMENTOS .

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