É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.

O novo censo da população brasileira começou ontem. Muitos desafios esperam os 192 mil recenseadores que têm a missão de visitar todos os domicílios do país nos próximos meses.

O inverno carioca tem sido de mar azul, muito sol e areias lotadas. Mas uma turma teve que passar o domingo longe da praia. De colete azul, crachá e computador de mão, os recenseadores saem para fazer o primeiro censo totalmente informatizado do país.

Para facilitar a identificação, o IBGE entregou para boa parte dos condomínios do Rio de Janeiro um cartaz com a foto do recenseador que vai atuar no bairro. Logo na primeira tentativa, Mariana foi bem recebida pela moradora. Por lei, todas as informações têm que ser mantidas em sigilo. A entrevista dura 15 minutos.

Enquanto isso, Enrico Callado tenta começar o censo. No primeiro prédio, o porteiro não permitiu a entrada. No segundo, também não. No terceiro prédio, Aline atendeu Enrico no portão. Para o IBGE, o lugar não importa. O que vale é responder o questionário.

“Em muitos estados já tivemos relatórios de envios das primeiras informações. Está dentro da expectativa que tínhamos sobre a velocidade do trabalho”, destaca o presidente do IBGE Eduardo Nunes.

Vida de recenseador não é  fácil mesmo. Uma equipe ainda organiza a expedição que vai cobrir parte do maior município brasileiro em extensão, maior até que muitos estados: Altamira, no Pará.

“Nosso papel no IBGE é chegar a cada morador, esteja onde estiver: nas áreas de garimpo bem distantes, os ribeirinhos, os povos indígenas também”, garante o coordenador do IBGE em Altamira, Almir de Vasconcelos.

Eles vão navegar dois meses pelos rios Xingu e Iriri.

G1

Related Posts with Thumbnails