
O Ideb – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica revela que as escolas que tiveram melhor desempenho Ainda é preciso investir mais em educação para que o Brasil alcance índices próximos de países desenvolvidos. O Ideb – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, que mediu a qualidade do ensino no ano passado, revela que as escolas que tiveram melhor desempenho, contaram com a ajuda dos pais e da comunidade. No ranking de municípios na rede pública, a cidade de Cajuru, no interior de São Paulo, ficou em primeiro lugar, no ensino básico. Na escola municipal André Ruggieri, segunda colocada na cidade, aulas de reforço e atividades extracurriculares garantiram a classificação. “É um envolvimento muito grande da família, comunidade e professores”, diz Eliana Piccini Coelho, diretora da escola. De modo geral, as médias nacionais aumentaram de 2007 para cá, de primeira a quarta séries e de quinta a oitava. O ensino médio teve o menor crescimento. Em todos os estados, da primeira à quarta séries, a média das notas das escolas públicas e privadas atingiu a meta proposta para o ano passado pelo MEC. Já da quinta à oitava, três estados foram reprovados: Amapá, Rondônia e Pará. No ensino médio a pior situação. Cinco estados tiraram notas abaixo da meta: Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe, Piauí e Roraima. O índice que mede a qualidade do ensino leva em conta o número aprovações, reprovações, a evasão escolar e as notas dos estudantes. A pontuação vai até dez. A maior nota do país foi tirada pelos alunos de primeira a quarta séries: 4,6. O objetivo é chegar a 2021 com média 6 -a mesma dos países desenvolvidos. Jornal Hoje











