Jason Reed/Reuters

Jason Reed/Reuters

Ao nosso leitor para evitar ficar em situação vexatória na hora de dar gorgetas aos garçons no exterior.

Confira as dicas de onde, quando e como pagar as gratificações na boa matéria do Jornal Estado de São Paulo postada abaixo:

Um guia para ajudar a agradecer garçons, taxistas e carregadores

Depois de um saboroso jantar na França, de uma gentileza do concierge no hotel da Austrália e de um bate-papo agradável com o taxista indiano, como agradecer? A generosidade, claro, deve ser compatível com o nível do serviço recebido. E também levar em conta questões culturais. No Japão e na China, por exemplo, alguém pode se ofender com a gorjeta. Nos Estados Unidos, nem pense em sair da mesa sem pagar os 15%. Para evitar saias-justas, veja dicas de onde, quando e como pagar gratificações.

ÁFRICA DO SUL
No restaurante: de 10 a 15% para o garçom
No hotel: 8 rands por bagagem carregada e de 24 a 40 rands para o concierge
No táxi: é educado pagar mais 10% ao motorista. Nos aeroportos, há guardadores de carros oficiais. Se deixar um automóvel estacionado, convém pagar 15 ou 20 rands

ARGENTINA
No restaurante: 10% do valor da conta
No hotel: deixe 10 pesos para o carregador de bagagem
No táxi: os motoristas não pedem, mas esperam receber pelo menos 10% de gratificação

AUSTRÁLIA
No restaurante: entre 10% e 15% para o garçom
No hotel: 1 dólar australiano por bagagem; de 10 a 20 dólares para um favor do concierge; e de 1 a 5 dólares para a camareira, dependendo da sua bagunça
No táxi: deixe 10% do valor da corrida para o motorista

CHINA
No restaurante: garçons não aceitam gorjetas. É uma questão de costume
No hotel: os mais bacanas cobram na conta final de 10% a 20% de serviço. Nada além disso é esperado. Mas vale deixar cerca de 10 yuans para o carregador de malas
No táxi: os motoristas não esperam gratificações

CUBA
No restaurante: entre 1 e 2 pesos conversíveis para o garçom
No hotel: deixa-se de 1 a 2 pesos conversíveis para o carregador de mala e camareira
No táxi: 10% do valor da corrida com taxímetro ligado. Se o preço for combinado antes, você está dispensado da gorjeta

ESTADOS UNIDOS
No restaurante: deixar 15% é o mínimo, quando o serviço foi apenas regular. Em lugares mais sofisticados, 20%. Se estiver em uma casa noturna, o bartender espera receber US$ 1 por drinque
No hotel: US$ 1 por cada mala carregada. Também é educado deixar alguns dólares para a camareira, principalmente se você dormir mais de duas noites no mesmo quarto
No táxi: de 10% a 15% do valor do taxímetro

FRANÇA
No restaurante: o serviço não vem na conta, mas os franceses costumam deixar 10% de gorjeta em moedas
No hotel: 1 por bagagem carregada e até 2 para as camareiras. Se o concierge fizer a reserva em restaurantes, convém dar uma gratificação de 10%
No táxi: opcional, mas é educado deixar 1 ou 2

ÍNDIA
No restaurante: muitos locais incluem 10% de serviço na conta. Caso contrário, deixe até 15% para o garçom
No hotel: 15 rupias por bagagem carregada e 250 rupias para a camareira
No táxi: os motoristas de táxi e tuc-tucs não estão acostumados a receber gorjeta. Mas você pode deixá-los com o troco

JAPÃO
No restaurante: os garçons não aceitam a gratificação
No hotel: carregadores e concierges recusam a gorjeta. A camareira de um ryokan espera receber até 5 mil ienes
No táxi: arredonde o valor marcado no taxímetro

REINO UNIDO
No restaurante: se a conta não inclui o serviço, deixe de 10% a 15%. Nos pubs, não é comum dar o “cafezinho”
No hotel: de 1 a 2 libras por mala e para as camareiras. Em hospedagens cinco-estrelas, o valor deve subir para 5 libras
No táxi: 10 % da corrida.

O Estado de S.Paulo

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