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Máquina demonstra maquiagens virtualmenteMáquina demonstra maquiagens virtualmente

A Shiseido, marca japonesa de cosméticos e maquiagens, instalou nas lojas de departamentos e boutiques um aparelho que auxilia mulheres na hora de comprar produtos de beleza, como sombras e batons, utilizando realidade aumentada.
No “Digital Cosmetic Mirror”, uma câmera faz o reconhecimento facial da compradora e exibe uma gama de cores e produtos a serem avaliados. A usuária escolhe qual sombra, base ou batom quer experimentar e o programa insere a maquiagem eletronicamente.
Após o teste, a máquina de realidade aumentada ainda gera uma impressão das maquiagens testadas, comparando antes e depois da experimentação, e uma lista de recomendações para o tipo de pele e os respectivos preços.
O “Digital Cosmetic Mirror” está sendo testado somente no Japão. Confira um pouco do funcionamento do aparelho.

POP NEWS

A flatulência de Cooper está incomodando seus subordinados.

A flatulência de Cooper está incomodando seus subordinados.

Uma empregada do Seminário Teológico Judeu de Nova York disse que seu chefe fede.
Roberta Feinsmith, 67, está processando seu supervisor, Alan Cooper, por ele emitir “estouros constantes de flatulência” no trabalho.
O processo também cita os berros e xingamentos constantes de Cooper no escritório.
Feinsmith contou que não aprovava o comportamento do chefe, e descobriu que ele havia mandado um email aos funcionários mais velhos do seminário, sugerindo que eles pedissem demissão.
Na mensagem, ele teria dito que os “baby boomers” – pessoas nascidas logo após a Segunda Guerra Mundial – criaram um gargalo no mundo do trabalho, frustrando os mais jovens e talentosos.
No dia seguinte, Cooper despediu Feinsmith.
Mas para ela, o pior eram os gases fedorentos que o chefe soltava sem parar.
O processo está correndo na justiça americana.

POP NEWS

Noivo sofre ataque fulminante de asma minutos antes do casamento

Vinte minutos antes da hora marcada para o casamento, o noivo sofreu um ataque fulminante de asma. Essa é uma doença que mata mais de dois mil brasileiros por ano.

Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, uma história de amor terminou em tragédia. Era para ser a data mais importante do casal, mas numa página de relacionamentos na internet a noiva Suelen Haygert, de 27 anos, deixou uma mensagem sobre o que está passando.

Ela sente falta do noivo Wayne Kirchoff, de 30 anos. Ele morreu na noite de sábado, quando chegava a igreja para se casar. Pouco antes teve uma crise de asma e pediu para ser levado direto ao hospital, mas não resistiu a uma parada cárdiorespiratória.

Um dos padres da paróquia conta que a notícia da morte do advogado chocou a todos na igreja. “É a primeira vez que aconteceu uma coisas dessas. Todo mundo consternado, uma tragédia”, diz Padre Rubem Dotto.

Wayne foi enterrado na manhã de domingo. Segundo o chefe do serviço de pneumologia da Santa de Casa Porto Alegre, a emoção pode desencadear uma crise de asma.

“Pode ser um fator agravante, desencadeante de uma crise numa pessoa que tenha um mecanismo alérgico, inflamatório da asma. Mas certamente havia outros fatores que não foram reconhecidos pela pessoa e não foi tratado”, diz Luiz Carlos Correa, médico pneumologista.

Outros fatores também podem levar a crises: poeira, mofo, cheiros fortes, umidade e mudanças climáticas.

No Brasil, vinte milhões de pessoas sofrem com a doença. A asma é uma inflamação crônica das vias respiratórias. Esse problema exige um esforço muito maior para que ar entre e saia dos pulmões. Os sintomas são falta de ar, chiado, tosse intensa e sensação de aperto no peito. Os médicos alertam: a doença é perigosa.

“No Brasil, dois mil óbitos por ano são registrados como sendo devidos diretamente a uma crise intensa de asma. Como regra a mortalidade por asma pode ser diminuída se a pessoa fizer os tratamentos preventivos adequadamente”, declara o médico.

A asma não tem cura, mas de cada três pacientes, um consegue controlar a doença seguindo as recomendações médicas.

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Na volta às aulas o Jornal Hoje percorreu algumas escolas e fez o teste da mochila. Um ortopedista ensina a maneira correta de usar este acessório que acompanha todo estudante ao longo do ano letivo.

Eles parecem carregar o mundo nas costas, dentro da mochila.

“Por exemplo, tem lápis de cor, que eu não sei quando vão pedir pra usar”, diz um garoto.

“Bota brinquedo, revistinha, um monte de coisa”, conta uma mãe.

“Maquiagem, às vezes”, declara uma garota.

“Pende pra um lado, pende pro outro e acaba dando estes problemas escoliose, lordose”, diz outra mãe.

“Eu já sou meio corcunda. Estojo, garrafa d”água, agenda, livro”, diz uma estudante.

Na balança mais de sete quilos. “Sinto como se tivesse queimando o ombro”, diz ela.

“Quando coloca não sente dor, mas quando tira sente muito”, explica o estudante.

A mochila de Pedro tem rodinhas, mas ele quase nunca usa. Vazia ela pesa dois quilos e seiscentos gramas

“Está cinco vezes acima do peso que seria ideal. O peso total da mochila vazia não deve ser superior a meio quilo”, orienta Gilberto Francisco Brandão, ortopedista pediatra.

O peso com o material escolar não deve ultrapassar 10% do peso da criança ou adolescente.

Vitor pesa 38 quilos e a mochila mais de cinco. “Quase dois quilos a mais do que o permitido pelo peso dele. Ele ta tentando manter o equilíbrio levando o corpo pra frente. Com certeza toda esta musculatura da cintura escapular e do ombro está sendo mantido tensa. Muitas crianças que já tem predisposição genética tem alguma alteração da na angulação da coluna ou escoliose, uma sifose, com certeza com este peso excessivo este processo ele vai ser intensificado”, orienta.

Quem usa as rodinhas, atenção: “É importante ter um regulador de altura, de forma que o puxador seja levantando e a criança fique com o cotovelo em torno de noventa grau”, ensina. Também alterne as mãos na hora puxar

A mochila ideal deve ser feita de material leve, nas costas é preciso que ela tenha uma espécie de encosto acolchoado, alças largas e também alcochoadas, e ainda é importante que ela tenha um cinto preso na cintura.

“Isso evita que a mochila afaste da coluna da criança e não provoque aquela sobrecarga de peso. A posição correta é que ela fique cinco centímetros acima da cintura. E evite carregar a mochila de um lado só do ombro”, orienta.

Arrumar o material da forma correta também ajuda. “Colocar sempre o caderno e o livro mais pesado no fundo da mochila, de forma que esses ficam mais próximo da suas costas”.

Bom mesmo é que a escola tenha escaninhos para guardar o material mais pesado. “Eu acabei ficando mais aliviada e tendo mais equilíbrio”, diz.

“É um esqueleto que está em crescimento, este esqueleto não pode ser submetido a forças extremas”, conclui o médico.

Jornal Hoje – Liliana Junger – Belo Horizonte

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Em cada espetáculo são centenas de pessoas envolvidas, mas falta gente para trabalhar nesse setor que promete muitas contratações ate final do ano.

O Brasil definitivamente entrou no circuito de shows internacionais. Até o mês de abril várias celebridades vão passar por aqui, isso além das apresentações nacionais.

Quando o show começa, o que se vê no palco é o espetáculo já pronto, montado, mas atrás da cortina o ritmo é muito mais sério. Há um exército de profissionais em atividade. Produtores, músicos, bailarinos, técnicos de som, de luzes, camareiros, garçom, bilheteiros, recepcionistas.

“São pessoas que costumam trabalhar em eventos, de lidar com o público, gostam dessa movimentação. É um perfil diferenciado, um perfil que tem uma comunicação, uma pró-atividade, uma experiência com o público, postura de excelência”, diz Giovanna Campos, gerente de recrutamento e seleção.

Gerente de uma empresa de recrutamento, Giovanna seleciona talentos para os palcos. Já buscou candidatos em oito capitais: Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Rio, São Paulo e Porto Alegre.

Lidou com mais de dezesseis mil inscrições, agora se prepara para a seleção em Porto Alegre. Um espetáculo como o Cirque de Soleil, por onde passa abre 700 vagas.

Camila vai trabalhar durante um mês como recepcionista. “Na hora da seleção, acho que o fato de eu ter inglês, eu fazer moda e eu sou um pouco extrovertida”, diz Camila Ribeiro, universitária.

Nessa área os salários variam entre oitocentos e dois mil reais. Os salários ainda são baixos, a rotina é estafante, em horários nada comuns, e os contratos são temporários, de mais ou menos seis meses.

A boa notícia é que essa é uma área em crescimento no Brasil. Há muitas vagas e quem chega agora acumula experiência num país que se prepara para sediar a copa do mundo.

“Você acaba tendo no seu currículo esses espetáculos atuais eles viram marcos, como diferenciais. Então você analisando no futuro alguém para trabalhar na copa ou até mesmo nas olimpíadas, essa pessoa que trabalhou num evento anterior ela já tem essa vivência. Acho que diferencia muito o candidato”, declara.

Gislene vai trabalhar um mês como caixa. Formada em turismo ela busca aprendizado para o futuro. “Pretendo trabalhar na área de eventos e um dia ser produtora de eventos”, diz Gislene Pereira, estudante.

A estrutura de um mega show muitas vezes começa do zero. Os organizadores escolhem estádios ou ginásios, como o do Parque Antártica, em São Paulo, porque cabe mais público, com mais conforto.

Imagine cobrir o gramado, construir um palco do nada… As empresas também recrutam mão de obra braçal, em que a experiência conta muito. Tudo é montado da noite para o dia, às vezes em questão de horas.

Ele já produziu 28 mil shows. Foi empresário de ninguém menos do que o rei Roberto Carlos e pioneiro em atrações internacionais. Em 1995 trouxe o cantor Sting. O Brasil segundo Manoel Poladian ainda precisa de profissionais qualificados.

“Faltam no Brasil assistente de palcos, assistente técnicos, faltam assistente de som, falta produtores. Com o tempo, várias empresas que estão surgindo para terceirizar serviço de segurança, de equipamentos, logística. O Brasil vai ter mais emprego e mais trabalho pra todo mundo”, declara Manoel Poladian, empresário.

Jornal Hoje

A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos

A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos

A água de duchas e banheiras, de lavadoras e máquinas de lavar pratos chega aos esgotos das cidades a uma temperatura média entre 15ºC e 20ºC, uma energia geralmente desperdiçada, mas um sistema inovador sugere aproveitar o recurso hídrico para aquecer piscinas em um município perto de Paris.

Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira na França no aproveitamento da energia dos esgotos, com o qual pretende economizar na conta de energia elétrica e reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

“Quando soube a quantidade de calor perdida nos esgotos decidi que tinha de fazer alguma coisa”, afirma a vereadora do Meio Ambiente da localidade, Sophie Deschiens, que não esconde querer tornar sua cidade referência no aproveitamento de energias limpas.

Deschiens percorreu o mundo para conhecer as tecnologias de aproveitamento dos recursos ecológicos e descobriu um sistema que permitia recuperar o calor dos esgotos.

“Não duvidei um instante, tínhamos que tê-lo em nossa cidade”, diz a vereadora da localidade.

Execução

Para começar, decidiram aplicar o sistema para aquecer o novo centro aquático que está sendo construído na cidade, dotado de três piscinas, saunas, jacuzzi e outras instalações.

Em meados deste mês, o sistema estará pronto e começará a aproveitar o calor dos esgotos.

A empresa Lyonnaise des Eaux ficou encarregada de iniciar o projeto porque, além disso, é a responsável pelo tratamento de água e esgoto de Levallois-Perret.

Os analistas calcularam que os lares consomem cada vez menos água, porém cresce o uso de água aquecida, o que facilita o aproveitamento desta fonte de energia.

A ideia é manter durante todo o ano a água das piscinas a uma temperatura de 28ºC com a ajuda do calor recuperado dos esgotos.

O princípio é simples. Uma série de placas de aço inoxidável é fixada no fundo das tubulações de esgotos equipadas com um líquido especial que capta o calor.

“É preciso que haja um volume de água residual mínimo para que o sistema funcione, mas tivemos a sorte que os esgotos que passam próximo do parque aquático atendiam as necessidades”, explica.

Uma distância de 80 metros separa a local onde estão as placas da caldeira que aquece o parque aquático.

Com este sistema, Levallois-Perret pretende reduzir em 24% os gastos com energia elétrica do parque e 66% as emissões de gases do efeito estufa.

Deschiens está convencida que o sistema é rentável no longo prazo e espera amortizar o investimento em dez anos.

A cidade gastou 474 mil euros para instalar o sistema que recupera o calor da água e do esgoto.

Quanto o projeto estiver funcionando a pleno a economia na conta de energia elétrica pode alcançar os 48 mil euros anuais, calcula a vereadora.

Para Deschiens, o novo sistema faz parte da aposta da cidade por energias limpas. Há anos, o sistema de calefação da cidade recebe energia gerada no tratamento de lixo.

Este sistema, que funciona desde 1989, vai utilizar a energia que não for utilizada no aquecimento do centro aquático.

O novo projeto apresentará a energia equivalente a cerca de 800 megawatts dos 3.600 megawatts que consome anualmente o parque de águas.

O sistema de recuperação do calor da águas e do esgoto chamou a atenção de outras cidades do país.

Valenciennes e Bordeaux enviaram os responsáveis ambientais para obterem informações das instalações de Levallois-Perret.

“Se outras cidades querem copiar o sistema, estamos felizes. Nunca ninguém se interessou tanto por nossos esgotos”, brinca Deschiens.

LUIS MIGUEL PASCUAL
da Efe, em Paris

Ao menos mil pênis são amputados por ano no Brasil em razão do câncer, revela levantamento da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), com base nos dados do DataSUS. A entidade iniciou ontem uma campanha de esclarecimento sobre a doença e a importância de o homem visitar um urologista em todas as fases da vida.

Apesar de a maioria dos casos de tumor peniano se concentrar em São Paulo (24,26%), os especialistas dizem que muitas das vítimas vêm das regiões Norte e Nordeste –que juntas respondem por mais de 50% dos registros. “Há mais casos em São

Paulo por causa da migração e da facilidade de registro de doença aqui”, diz o urologista Marcelo Wroclawski, do hospital Albert Einstein.

A doença, que soma 2% dos tumores em homens, atinge os que têm mais de 40 anos (81,6%), brancos, de baixa renda e não circuncidados.

“É uma doença que não precisaria existir, uma das mais evitáveis do mundo. Ela praticamente não ocorre nos EUA e na Europa. Nossos números estão compatíveis com os de países da África, do Egito. É uma vergonha”, afirma o urologista Aguinaldo Nardi, coordenador de campanhas públicas da SBU.

Os primeiros sintomas do câncer peniano são pequenas feridas que demoram muito para cicatrizar. “Toda lesão no pênis que não sara no prazo de 15 dias deve ser vista por um médico. Na fase inicial, o tratamento é muito simples, bastando tirar a lesão e o paciente fica curado”, explica Nardi.

Nos casos mais avançados, o tumor pode pode evoluir atacando os canais linfáticos, o que pode ocasionar não só a amputação do pênis como também a dos membros inferiores.

Há pelo menos três fatores que predispõem o homem a desenvolver esse tipo de câncer: a falta de uma boa higiene do órgão genital, a fimose (que dificulta a limpeza do pênis) e as doenças sexualmente transmissíveis, como o HPV.

“A relação entre HPV e câncer de pênis ainda é bastante controversa. O que se sabe é que alguns pacientes que têm câncer de pênis também têm HPV”, diz Wroclawski. De acordo com a literatura médica, de 30% a 50% dos casos de tumor são associados ao vírus.

Segundo Nardi, outro projeto da SBU é treinar médicos do Programa de Saúde da Família e de postos de saúde a identificar o câncer peniano mais precocemente, além de multiplicar as medidas preventivas. “Os pais devem ensinar as crianças a higienizar o pênis. Os homens devem lavar o órgão diariamente e principalmente após relações sexuais.”

Estudo

No sábado, ainda como parte da campanha, a SBU, em parceria com os patologistas do Hospital A. C. Camargo, em São Paulo, iniciam um estudo inédito sobre o câncer de pênis.

Haverá um mutirão de cirurgias de fimose nas capitais das regiões Norte e Nordeste, e o material colhido será analisado para verificar a existência de lesões pré-cancerosas.

A expectativa dos médicos é de realizar 500 cirurgias. O objetivo da pesquisa é analisar as causas da doença –por relação com HPV ou falta de higiene– e conhecer os tipos desse câncer. Assim, fica mais fácil identificar o melhor tratamento para aquele tumor específico.

Segundo Nardi, há ainda poucos estudos no mundo sobre o câncer de pênis, sobretudo porque os países que realizam mais pesquisas registram raríssimos casos da doença.

Folha de S.Paulo

Ponte da Mulher, projeto do espanhol Santiago Calatrava, é um dos destaques do bairro Puerto Madero, em Buenos Aires

Ponte da Mulher, projeto do espanhol Santiago Calatrava, é um dos destaques do bairro Puerto Madero, em Buenos Aires

A chegada de turistas brasileiros a Buenos Aires aumentou 50% em janeiro passado em relação ao mesmo mês de 2009, segundo os responsáveis pelo controle de passageiros do principal aeroporto da capital argentina.

Também foi verificado um aumento na quantidade de chineses (40%) e chilenos (16%) que decidiram visitar a capital argentina, como publica o jornal local “Crítica”.

A taxa de câmbio favorável e as várias opções turísticas de Buenos Aires e do resto da Argentina são as principais razões para o aumento da presença de estrangeiros no país.

Em dezembro passado, o secretário de Turismo da Argentina, Enrique Meyer, disse que até março o país poderá registrar um movimento turístico recorde.

A entrada de turistas na Argentina no verão subiu 32% de 2003 a 2009.

Efe, em Buenos Aires

Foto: Sidnei Parraro/G1

Foto: Sidnei Parraro/G1

Com prótese recém-colocada, foliona só pode ficar na arquibancada.
Grandes lipoaspirações também não devem ser feitas em cima da hora.

Não há época mais disputada que o Carnaval para mostrar efeitos de cirurgias estéticas, como seios maiores e barrigas de “tanquinho”. A ex-aluna da Uniban Geisy Arruda, por exemplo, tirou cinco litros de gordura em uma lipoaspiração e implantou próteses de silicone (veja vídeo ao lado). Vai desfilar nas escolas Porto da Pedra e Gaviões da Fiel.


Quem quiser seguir os passos de Geisy, contudo, vai ter que esperar 2011. A hora de fazer grandes transformações já passou para quem quer cair no samba, avisa o cirurgião plástico Marcelo Wulkan, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Para entrar com as curvas perfeitas na passarela em 2010, a modelo Ângela Bismarchi fez sua décima segunda cirurgia plástica. Na foto, desfila pelo Salgueiro em 2009. (Foto: Sidnei Parraro/G1)

Barriga

Das cirurgias mais comuns, a lipoaspiração é a que exige maior tempo de recuperação, explica o médico. Nesse caso, só pode “entrar na faca” agora quem quiser passar o carnaval em casa, descansando. “A lipoaspiração pode deixar equimoses [manchas roxas], e no pós-operatório a pessoa pode ficar mais inchada do que antes da cirurgia.”

Para quem vai à praia os cuidados também devem ser redobrados durante o pós-operatório. “O sol pode causar manchas definitivas. Além disso, o calor deixa o corpo mais inchado, tornando a recuperação mais demorada. O ideal é esperar de um a dois meses antes de usar o biquini.”, conta Wulkan.

De acordo com o cirurgião, apenas as pequenas retiradas de gordura podem ser feitas em cima da hora, pois não deixam grandes marcas. “São cirurgias em que se tira cem, duzentos mililitros de pessoas magras, que já têm um corpo legal.”

Seios

O implante de silicone nos seios pode até ser feito por quem vai cair na folia, mas a pessoa vai ter que assistir a festa da arquibancada, especialmente se a prótese de silicone for grande. “O resultado desse tipo de cirurgia é praticamente imediato. No dia seguinte já pode sair de casa, mas não pode fazer danças muito fortes, balançar muito, pois a mama está se adaptando ao novo formato. Ir para a passarela, só um mês após a cirurgia.”

Rugas

Mas nem todas as “recauchutagens” estão proibidas nesta época, conta o cirurgião plástico. Aplicações de botox, substância usada para retirar marcas de expressão, não exigem recuperação e podem ser feitas a qualquer momento.

Outra pequena intervenção permitida para quem deixa tudo para a última hora é o uso do ácido hialurônico. “Ele preenche sulcos, aumenta o lábio, aumenta o volume da bochecha. Se faz em consultório mesmo, não tem período de recuperação”, conta o médico.

Iberê Thenório Do G1, em São Paulo

Patos nadam ao lado de placas submersas pela água do rio Tiber em Roma. Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. REUTERS/Tony Gentile 08/01/2010

OSLO (Reuters) – O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas no domingo.

Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. E a disputa pela água pode provocar conflitos.

“As principais manifestações ligadas à alta das temperaturas dizem respeito à água”, disse Zafar Adeel, presidente da ONU-Água, que coordena os trabalhos relacionados à água entre 26 agências das Nações Unidas.

“A água exerce um impacto em todas as partes de nossa vida como sociedade, sobre os sistemas naturais e os habitats”, disse ele à Reuters em entrevista telefônica. As perturbações podem ameaçar a agricultura e o suprimento de água potável, desde a África até o Oriente Médio.

“E isso gera potencial para conflitos,” disse ele. A escassez de água, como por exemplo em Darfur, no Sudão, vem sendo um fator que contribui para guerras.

Mas Adeel disse que em vários casos a água já serviu para promover cooperações. A Índia e o Paquistão colaboram para gerir o rio Indo, apesar de seus conflitos de fronteira, e Vietnã, Tailândia, Laos e Camboja cooperam na Comissão do rio Mekong.

“A água é um ótimo meio para cooperações. Costuma ser uma questão desvinculada da política e com a qual é possível trabalhar”, disse Adeel, que também é diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde, sediado no Canadá e pertencente à Universidade das Nações Unidas.

250 MILHÕES DE PESSOAS

As regiões que deverão ficar mais secas em função das mudanças climáticas incluem a Ásia central e o norte da África. Até o ano 2020, até 250 milhões de pessoas na África podem sofrer mais que hoje pela escassez de água, segundo o painel de especialistas climáticos da ONU.

“Há muito mais exemplos de cooperação internacional bem sucedidos que de conflitos em torno de água”, ponderou Nikhil Chandavarkar, do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU e secretário da ONU-Água.

“Estamos tentando aproveitar os exemplos bons de cooperação, como o Mekong e o Indo. Mesmo quando havia hostilidades entre os países em volta, os acordos funcionaram”, disse ele à Reuters.

Adeel disse que a água merece um lugar mais central nos debates sobre segurança alimentar, paz, mudanças climáticas e recuperação da crise financeira. “A água é fundamental em cada uma dessas discussões, mas não costuma ser percebida como tal.”

E os próprios esforços para combater o aquecimento global vão necessitar mais água, devido às exigências econômicas rivais – como para irrigação, biocombustíveis ou energia hidrelétrica.

Adeel chamou a atenção para os esforços para gerenciar o suprimento de água, contabilizando quanta água é embutida nos produtos, desde a carne bovina até o café.

Um estudo, disse ele, mostrou que são necessários 15 mil litros de água para produzir uma calça jeans. Conscientizar as indústrias sobre o consumo de água pode ajudar a promover a conservação.

Ele disse que o mundo pode alcançar uma “meta do milênio” de reduzir pela metade até 2015 a parcela de pessoas que não têm acesso a água potável, mas que está fracassando em uma meta relacionada de melhorar o saneamento. Cerca de 2,8 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico.

Personagem Homem-Aranha e sua teia sintética; cientistas imitam teia e incluem capacidade de coletar água

Personagem Homem-Aranha e sua teia sintética; cientistas imitam teia e incluem capacidade de coletar água

Redes desenvolvidas com alta tecnologia, inspiradas por teias de aranha, e capazes de coletar água da névoa de locais muito úmidos, podem ajudar a levar o líquido a locais atingidos por secas.

Em estudo publicado na revista “Nature” nesta quarta-feira (3), cientistas chineses explicam que a teia das aranhas não é apenas forte, mas também possui uma significativa capacidade de coletar a água presente no ar, evitando que o animal precise se preocupar em ter o que beber.

O segredo, revelado por um microscópio eletrônico, está nas fibras proteicas em formato de cauda que formam a teia, cuja estrutura muda ao reagir com a água.

Uma vez em contato com a umidade, pequenos segmentos do fio se “enrolam” em minúsculos nós, cuja distribuição aleatória de fibras é responsável pela textura áspera e cheia de protuberâncias da teia.

As pequenas gotas se condensam por toda a teia de aranha, até chegarem a um tamanho máximo, quando escorregam pelo fio até as articulações da trama, onde se unem às outras gotas, formando porções maiores de água.

Fabricação

A equipe de pesquisadores, coordenada por Lei Jiang, da Academia Chinesa de Ciências em Pequim, estudou a teia da aranha Uloborus walckenaerius, que usa uma espécie de pente, ou cribellum, para separar as fibras e moldá-las de diferentes maneiras.

Inspirados na aranha, os cientistas começaram a desenvolver fibras com o objetivo de reproduzir a estrutura microscópica da teia.

“Nossa teia de aranha artificial não apenas imita a estrutura da teia de aranha em contato com a água, mas também sua capacidade de direcionar a água coletada”, afirmam.

A descoberta ajudará no desenvolvimento de fibras fabricáveis capazes de coletar água tanto em lugares úmidos quanto em grandes altitudes, acopladas a aeronaves, por exemplo.

A coleta de orvalho da névoa pode ser feita com redes ou telas esticadas em mastros. A técnica, utilizada na região dos Andes, está sendo incentivada em localidades mais pobres e secas do mundo, como o Nepal, além de lugares que sofrem com o aquecimento global e com secas prolongadas.

France Presse, em Paris

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Uma casa fresca deve ter paredes brancas, segundo especialista.
As janelas devem estar em posições para o vento cruzar o ambiente.

Alto verão no Rio de Janeiro: praias cheias, gente bronzeada, todo mundo feliz. Feliz de dia, porque quando chega a hora de dormir. Em janeiro, as noites cariocas ficaram entre 1ºC e 2ºC, mais quentes do que a média histórica. Não foi só no Rio de Janeiro. Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, a madrugada de quarta-feira registrou 29,6ºC. Isso na hora mais fria do dia.
Com um calorão desses, banho de mar já virou programa noturno. Às 21h, o Arpoador, no Rio de Janeiro está lotado de banhistas. As noites têm sido de praia cheia.

Na visita a uma casa em Bangu, um dos bairros mais quentes do Rio, é possível saber exatamente o que significa uma noite quente neste verão 2010. O engenheiro Leopoldo Bastos, especialista em conforto térmico, identificou os pontos mais quentes da casa.

“O lugar mais quente é o meu quarto”, avisa a pensionista Celene Borges da Silva. A temperatura no quarto era de 33,8ºC. “Essa temperatura é a medida por esse termômetro. Você não está medindo a temperatura radiante que vem através das paredes”, destaca o engenheiro.

No quarto ao lado, outros dois ventiladores também não dão conta do calor. “Com muito calor, eu acordo, levanto, tomo banho, deito. Faço isso praticamente todos os dias. São três, quatro banhos por noite”, calcula o estudante Shermam da Silva.

Difícil pegar no sono

É na temperatura de 34ºC que Sherman se deita. Mas será que ele dorme? Para pegar no sono, a temperatura interna do corpo tem que diminuir.

“O sono é uma fase de relaxamento. Então, todas as atividades do corpo humano reduzem. Agora, em um ambiente muito quente, úmido, o corpo tem dificuldade de entrar nesse relaxamento. Pelo contrário, ele entra numa atividade que a frequência cardíaca, a pulsação, fica acelerada, em uma maneira para preservar a temperatura estável, ele perde mais calor para o meio”, explica o médico Marcos Brioschi.

E a pessoa não dorme. Com uma câmera especial é possível ver o que diz o médico. Quanto mais vermelha a imagem, mais quente. A câmera identifica que a temperatura no travesseiro está 35ºC. No corpo, 37ºC. A avó também pena. Vira, revira e não pega no sono.

A pedido do Fantástico, a médica cubana Olga Fustes, dona de uma clínica em Curitiba, monitorou o sono de uma pessoa saudável em um ambiente com temperatura semelhante à da casa de Dona Celene e Sherman. O computador analisa a atividade cerebral, respiração, batimentos cardíacos, movimentação do corpo.

O que ela descobriu? Um número excessivo de microdespertares, muita agitação e, pior, a ausência total da fase do sono chamada REM, aquela que descansa de verdade.

“Com certeza, isso é provocado pelo calor”, diz a neurologista Olga Hernandez Fustes.

Na casa da vizinha de Dona Celene, alguns graus a menos fazem diferença.

“É muito quente, tem que ter o ventilador de teto, mais um em cima da gente e sem o ar condicionado não dá pra dormir. Tem que dormir com o ar condicionado”, conta a aposentada Lenir Salcier Soares.

Dona Lenir vai para a cama com o ar condicionado ligado. Pouco tempo depois, a cabeça ainda está vermelha na câmera especial. Mas a imagem é bem diferente da de Sherman, que não tem ar condicionado.

“O corpo dela está com uma temperatura normal”, diz o engenheiro Eduardo de Azambuja.

Mesmo sem investir em um ar condicionado, dá para amenizar o calor de uma casa.

“Do lado de fora, o ideal justamente é ter um revestimento de parede claro, porque pedra absorve muita radiação do sol. Um piso mais claro e, de preferência que fosse gramado”, sugere o engenheiro Leopoldo Bastos.

Do G1, com informações do Fantástico

http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/album/images/20091208-chuva01.jpg

Assisti  ontem  na  TV um  documentário  sobre  Paris  inundada .Só  que  esta  inundação ocorreu   a  cem  anos . Depois  desta  tragédia o  Governo  francês  resolveu  enfrentar o  desafio . O   Sena  que  corta  a  cidade  foi  domado , galerias   subterrâneas  foram  abertas  e  equipamento modernos limpam  estas  galerias  quase  diariamente . Paris  tem  frio ,  tem  neve  mas  não  tem  ruas  inundações     SHANGAI  na  CHINA  é  Maior  do  que  SÃO PAULO ,  cortada  por  rios  e  córregos  mas  não  tem  inundações . A  mesma  coisa  Moscou ,  a  cidade  não  fica  refém das  aguas  dos  rios  que a  cortam. O  moscovita  é  afetado  pela  neve  e  pelo  frio mas  não  pela  água .Se  a  Europa , o  Japão , a  China  e  a  Russia  não  permitem  suas  cidades inundadas , por  que  São  Paulo  está  bloqueada  pela  agua?

FALTA AÇÃO  E  VONTADE  POLÌTICA DA  AUTORIDADE  RESPONSÁVEL . ESTA  AUTORIDADE  È  O  PREFEITO  KASSAB .

Ele   tem  que  reunir  quem  entenda  do  assunto ,  fazer  o  projeto ,cifrar  o  custo e  dizer  para o  BRASIL .Para  resolver  as  inundações  de  São  Paulo  a solução é  esta .

A  PREFEITURA  NÂO  PODE  ARCAR  COM OS  CUSTOS  TODOS . VOU  EXIGIR  DO  GOVERNADOR SERRA  E  DO  PRESIDENTE  LULA  QUE  COMPARTILHEM  OS  CUSTOS . ENQUANTO  ISSO  NÂO  FOR  FEITO  NÃO  PODEMOS  CONFIAR  NOS  RESPONSÁVEIS

Procurei com isenção dar a versão legal e histórica da questão gay e as Forças Armadas. Cada um de vocês poderá formar uma opinião que pode ser contrária ou favorável.

Abraços MAURÍLIO FERREIRA LIMA

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Um busto de Alexandre conhecido como Azara Herm. Cópia romana em mármore de um original de Lisipo, de 330 a.C. (museu do Louvre). Segundo Plutarco, as esculturas de Lisipo representavam fielmente o famoso conquistador macedônio

A comunidade gay recorreu à biografia de um dos maiores conquistadores e guerreiros da humanidade para responder ao General Cerqueira. ALEXANDRE DA MACEDÔNIA fundou um império que ia da Grécia a Índia na Ásia. Era gay assumido ninfomaníaco. Toda a noite no seu acampamento mandava sua guarda pessoal escolher um soldado na tropa para dormir com ele. Tinha preferência pelos soldados de cor mais escura que segundo ele eram mais bem dotados. No dia seguinte montava no seu cavalo e comandava as tropas nas batalhas , das quais participava como qualquer guerreiro . O fato de ser gay não prejudicava sua posição de chefe militar. Esta é uma evidencia e versão que se encontra em todas as biografias de Alexandre, O Grande.

Turista posa ao lado de estátua de gelo do cantor Michael Jackson em Sapporo, local do festival da neve

Turista posa ao lado de estátua de gelo do cantor Michael Jackson em Sapporo, local do festival da neve

Começa hoje (5), na cidade de Sapporo (região de Hokkaido), um dos maiores eventos de inverno do Japão.

O Festival da Neve de Sapporo deve receber 2 milhões de pessoas, segundo estimativas dos organizadores com base nos eventos dos anos anteriores.

Durante sete dias, ruas e parques são tomados por centenas de esculturas de gelo e neve.

Esta é a 61ª edição do evento, no qual turistas podem até aprender a fazer suas próprias peças.

da Folha Online

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Pesquisadores de Campinas mostram que o leite pode substituir o copo de água gelado depois das atividades físicas. O leite tem uma digestão mais lenta e isso facilita a hidratação.

Após praticar exercícios é comum recorrermos a um copo de água bem gelado, mas pesquisadores de Campinas, no interior de São Paulo descobriram que o leite contribui mais que qualquer outra bebida no treinamento.

Mais do que vontade, o nosso corpo sente a necessidade de repor o líquido perdido durante os exercícios.

Um estudo desenvolvido no Reino Unido concluiu que o leite magro é mais eficiente na reidratação do que a água ou qualquer isotônico, bebida normalmente usada para repor líquidos e sais minerais.

A professora de nutrição da Unicamp explica porque isso acontece. “O isotônico dilui pouquinho o sangue, a água dilui mais ainda e rapidamente o atleta já sente vontade de urinar e acaba perdendo a quantidade de liquido que ele ganhou. O leite tem uma digestão mais lenta e faz com que gradativamente ele seja liberado no estomago e melhore a hidratação com um todo”, diz Maria Teresa Bertodo, pesquisadora Instituto de Alimentos.

A proteína do soro do leite também ajuda na regeneração do músculo lesionado durante a atividade física.

“A função dele é ser um caçador de radicais livres. Ele vai no organismo e vai seqüestrando os radicais livres que estão circulando na corrente sanguínea e com isso vai evitar uma série de danos para o organismo”, explica a pesquisadora.

Quanto menor o intervalo entre a ingestão das proteínas do leite e o término da atividade física, melhor a resposta do corpo ao exercício. De acordo com os pesquisadores todos os tipos de leite têm este potencial de hidratar e recompor os músculos. O que muda entre um e outro é o tempo de absorção no organismo.
O efeito do leite desnatado, por exemplo, é maior que o de soja, por ele manter por um período maior, mais elevadas as taxas de aminoácidos e estes aminoácidos são essenciais para a construção da musculatura.

Marcelo Camargo Tella, ex-atleta toma quase um litro de leite todos os dias. O ex-atleta não sabia dos efeitos apontados pela pesquisa. A bebida agora vai ser bem mais saborosa.

“Sabendo disso com certeza vou ser um maior adepto a tomar leite”, fala.

A pesquisadora citou os radicais livres. Eles são os vilões do nosso organismo porque atacam as células e promovem doenças como o câncer.

Jornal Hoje

A  Lei  maior  do  Brasil é  a  Constituição .Qualquer  Lei  que  contrarie os  princípios  constitucionais  não  é  válida . A  Constituição  veda  qualquer  discriminação  baseada  na  cor  , no  sexo e  na  religião . Gay  e  lésbicas  nascem  homens  e  mulheres  mas  tem  preferencia  sexual  por pessoas  do  mesmo  sexo .É  um  direito  constitucional . Nenhuma  Lei  nem  regulamento  podem   impedir  um  gay  ou  lésbica  de ser  militar , diplomata , medico  o  que  quiser .

Pesquisadores acreditam que a substância Ômega 3 produz efeitos benéficos no cérebro

Substância natural pode prevenir, ou ao menos retardar, a aparição de comportamento psicótico

Marcelo Barabani/AE

Pesquisadores acreditam que a substância Ômega 3 produz efeitos benéficos no cérebro

LONDRES - Tomar diariamente uma cápsula de óleo de peixe pode impedir o desenvolvimento de síndromes em pessoas com propensão a doenças mentais como esquizofrenia, aponta um estudo de três meses realizado por uma equipe internacional formada por pesquisadores da Áustria, Austrália e Suíça.

De acordo com a pesquisa, o suplemento parece ser tão eficaz quanto o uso de remédios. “A descoberta de que o tratamento com uma substância natural pode prevenir, ou ao menos retardar, a aparição de comportamento psicótico nos dá esperança de que pode haver uma alternativa a drogas anti-psicóticas”, afirma o autor do estudo.

Os pesquisadores acreditam que a substância Ômega 3 – presente no óleo de peixe e que já é conhecida por promover corações mais saudáveis – é que produz os efeitos benéficos no cérebro.

Um remédio “natural” seria muito bem-vindo, sustenta a revista especializada Archives of General Psychiatry, já que a medicação convencional anti-psicótica é muito forte e pode apresentar graves efeitos colaterais. O óleo de peixe, por sua vez, é geralmente bem tolerado pelo organismo e fácil de tomar.

Tratamento

Os pesquisadores testaram o tratamento em 81 pessoas avaliadas com alto risco de desenvolver psicose. O alto risco apresentado pelos pacientes estava relacionado ou a um forte histórico familiar de esquizofrenia e doenças similares ou eram pessoas que já apresentavam leves sintomas da doença.

Para que o teste fosse realizado, metade do grupo tomou o suplemento com óleo de peixe ao longo de 12 semanas, enquanto a outra metade tomou placebo. Nenhum deles sabia qual tratamento estava recebendo.

Os pesquisadores acompanharam o grupo por um ano para saber quantos desenvolveriam a doença. Duas pessoas do grupo que tomava a cápsula de óleo de peixe desenvolveram comportamento psicótico, comparado a 11 pacientes do grupo que recebia placebo.

Efe

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Projeto de lei que define práticas de prevenção a problemas de saúde em crianças e adolescentes e estabelece normas para atendimento médico da criança e do adolescente no âmbito dos planos e seguros privados de assistência à saúde foi aprovado, nesta quinta-feira (4), pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal. A proposta é da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) e ainda será votada em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

O PLS 228/08, destacou Patrícia Saboya, foi sugerido pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). A matéria, aprovada na forma de substitutivo do senador Mão Santa (PSC-PI), determina procedimentos de prevenção e de atendimento médicos do público infanto-juvenil, desde consultas, diagnósticos, realização de exames e acompanhamento do tratamento.

Pela proposta, que altera a lei que trata dos os planos e seguros privados de assistência à saúde (lei 9.656/98), a Agência Nacional de Saúde, após consultar a SBP, estabelecerá, em protocolos clínico-terapêuticos, as ações e procedimentos para a assistência à saúde da criança e do adolescente. O projeto ainda determina quais ações priorizam a promoção da saúde e prevenção de doenças.

O atendimento médico às crianças e adolescentes, determina a proposta, será feito somente por especialistas em pediatria. Apenas em caso de urgência ou emergência e que não haja pediatras para receber a criança, poderá realizar o atendimento médico com outra especialização.

Patrícia Saboya destacou a importância de acompanhar o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Ela informou alguns planos de saúde não permitem consultas mensais às crianças até um ano de idade, a menos que estejam doentes.

A senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), que é médica pediatra, enfatizou que o acompanhamento da saúde das crianças pode contribuir para a prevenção de muitas doenças. Problemas graves, que não apresentam sintomas explícitos, ressaltou a senadora, podem ser detectados pelo médico durante os exames rotineiros. Em sua avaliação, tais exames podem salvar vidas e evitar custos maiores para as famílias e para o Estado.

Iara Farias Borges / Agência Senado

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